Nos Estados Unidos, o cartão de pagamentos Coin apresenta uma proposta muito interessante. O cartão combina todos os cartões de crédito, débito, prêmios, millhagem e clubes de compras em um só. O usuário checa qual o melhor cartão para cada ocasião em um pequeno display.
O Coin será lançado com um leitor de cartões que se conectará ao smartphone, e permitirá o registro das informações sigilosas de cada cartão da pessoa no Coin. O aplicativo alerta o usuário se ele esquecer o cartão em algum estabelecimento. Se for perdido, ele se desativa automaticamente.
O Coin foi desenvolvido com financiamento coletivo ("crowdfunding") e deve chegar ao mercado americano no meio do ano. A CNN Money fez uma reportagem sobre o Coin, veja aqui.
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Carrefour testa cartão pré-pago com bônus
Reporta Janaina Langsdorff, no Meio & Mensagem, que Carrefour escolheu o Rio de Janeiro para testar o lançamento do Cartão Compra Pré-Paga, que oferece bônus proporcionais de 5%, 10% e 15% a cada vez que o consumidor gasta R$ 30, R$ 60 e R$ 100 para carregá-lo. A novidade chega às oito lojas do Rio de Janeiro (Barra, Engenho de Dentro, Sulacap, Manilha, Alcântara, Duque de Caxias, Campo Grande e Belford Roxo) nesse domingo, 8, e depois segue para as outras 170 unidades da rede em todo o Brasil.
Os portadores do Cartão Compra Pré-Paga podem escolher entre os mais de 60 mil itens disponíveis nas lojas Carrefour. O hipermercado disponibiliza ainda outras facilidades, como pagamentos parcelados em até 10 ou 15 vezes no cartão da rede, dependendo do produto adquirido.
Os portadores do Cartão Compra Pré-Paga podem escolher entre os mais de 60 mil itens disponíveis nas lojas Carrefour. O hipermercado disponibiliza ainda outras facilidades, como pagamentos parcelados em até 10 ou 15 vezes no cartão da rede, dependendo do produto adquirido.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Propostas do BC confirmam fim da verticalização para cartões
Segundo nota do site da Associação Brasileira de Supermercados, o Banco Central (BC) apresentou ontem os pilares das medidas que deverá tomar para oferecer maior concorrência ao mercado de cartão de crédito. O tripé de propostas - abertura da atividade de credenciamento; interoperabilidade de redes e de POS (máquinas) e neutralidade nas atividades de compensação e liquidação preconiza o fim da verticalização do setor.
Em nota, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), reconheceu que as medidas anunciadas são mais abrangentes do que as propostas iniciais apresentadas pela indústria. O setor avalia que "ocorrerão alterações significativas nos atuais padrões de funcionamento e concorrência do setor", mas fará uma análise pormenorizada dos impactos das medidas somente após o detalhamento das propostas.
Ontem, em reação a antecipação das mudanças, as ações ordinárias da Redecard tiveram queda de 1,28% e terminaram o dia cotadas a R$ 26,90. Já os papéis ON da VisaNet tiveram queda de 3,29%, a R$ 17,00. "Há muita especulação ainda e pouca clareza. É difícil saber como o BC vai operacionalizar estas medidas", disse Boanerges Ramos Freire, diretor da Boanerges & Associados Consultoria, especializada em varejo
Em nota, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), reconheceu que as medidas anunciadas são mais abrangentes do que as propostas iniciais apresentadas pela indústria. O setor avalia que "ocorrerão alterações significativas nos atuais padrões de funcionamento e concorrência do setor", mas fará uma análise pormenorizada dos impactos das medidas somente após o detalhamento das propostas.
Ontem, em reação a antecipação das mudanças, as ações ordinárias da Redecard tiveram queda de 1,28% e terminaram o dia cotadas a R$ 26,90. Já os papéis ON da VisaNet tiveram queda de 3,29%, a R$ 17,00. "Há muita especulação ainda e pouca clareza. É difícil saber como o BC vai operacionalizar estas medidas", disse Boanerges Ramos Freire, diretor da Boanerges & Associados Consultoria, especializada em varejo
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Comércio de SP incentiva pagamento com cheque
Segundo reportam Fátima Fernandes e Marcio Aith, na Folha de S. Paulo, o cheque passou a ser incentivado pelo comércio paulista, como forma de fugir das altas taxas cobradas pelas administradoras de cartões de crédito. A Folha apurou que o uso de cheques cresceu no setor de vestuário, nas lojas de shoppings e nos postos de gasolina.
Trata-se de um cálculo. Enquanto a inadimplência final na venda com cheque está ao redor de 2,5% sobre a receita, os lojistas são obrigados a pagar 5% de taxa às administradoras de cartões. De cada R$ 100 vendidos com cheque, o lojista recebe R$ 97,50. Nas vendas com cartão, o lojista fica com R$ 95.
"O uso do cheque cresce porque o lojista, principalmente o de pequeno porte, está com dificuldade maior para obter capital de giro e faz contas", diz Marcel Solimeo, economista da ACSP (Associação Comercial de São Paulo). Isso não significa, segundo ele, que as lojas pararam ou vão deixar de aceitar cartão de crédito. "Só que estão concedendo maiores descontos e prazos mais longos no pagamento com cheque", afirma.
Trata-se de um cálculo. Enquanto a inadimplência final na venda com cheque está ao redor de 2,5% sobre a receita, os lojistas são obrigados a pagar 5% de taxa às administradoras de cartões. De cada R$ 100 vendidos com cheque, o lojista recebe R$ 97,50. Nas vendas com cartão, o lojista fica com R$ 95.
"O uso do cheque cresce porque o lojista, principalmente o de pequeno porte, está com dificuldade maior para obter capital de giro e faz contas", diz Marcel Solimeo, economista da ACSP (Associação Comercial de São Paulo). Isso não significa, segundo ele, que as lojas pararam ou vão deixar de aceitar cartão de crédito. "Só que estão concedendo maiores descontos e prazos mais longos no pagamento com cheque", afirma.
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segunda-feira, 6 de julho de 2009
Empresas de cartões admitem mudanças para evitar punição
Reporta Marcio Aith, na Folha de S. Paulo, que três meses após o governo divulgar estudo apontando que o mercado nacional de cartões de pagamento é concentrado, impede a entrada de novos participantes e precisa passar por uma ampla reforma para beneficiar os lojistas, a associação do setor admitiu mudanças. A Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) divulgou ontem seu próprio estudo sobre o tema. Nele, a entidade critica a metodologia e as medidas de força sugeridas pelo governo. Mas admite o fim da exclusividade que as duas principais companhias do setor, a VisaNet e a Redecard, possuem na exploração das bandeiras Visa e MasterCard, respectivamente. A Abecs, no entanto, não menciona datas nem condições.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Classes C e D elevam vendas no cartão
Segundo informa o site InfoMoney, o número de cartões de crédito e débito cresceu em torno de 300% no Brasil entre 2000 e 2008, segundo levantamento da Abecs (Associação Brasileira de Cartões de Crédito e Serviços). O valor total das transações com estes meios de pagamento também aumentou exponencialmente: pulou de R$ 1,4 bilhão em 2002 para R$ 3,9 bilhões no ano de 2007, de acordo com relatório apresentado pelo Banco Central. A Abecs atribui ambos os resultados à crescente utilização dos cartões por consumidores das classes C e D, uma vez que pessoas com maior poder aquisitivo já possuem amplo acesso ao “dinheiro de plástico”.
domingo, 7 de junho de 2009
Governo pode investigar cartel no setor de cartões
Reporta Marcio Aith, na Folha de S. Paulo, que o governo planeja mudar as leis e as portarias que regulam o mercado de cartões de pagamento no país. E poderá ser investigada a existência de cartel entre as duas empresas que dominam o setor -a VisaNet, que detém a exclusividade para credenciar a bandeira Visa, e a Redecard, que monopoliza a licença da bandeira MasterCard. A ações serão resultado de um amplo estudo sobre o setor, estudo foi feito pelo Banco Central, pela Secretaria de Direito Econômico (do Ministério da Justiça) e pela Secretaria de Acompanhamento Econômico (da Fazenda).
O levantamento concluiu que o mercado brasileiro de cartões é extremamente concentrado, impede a entrada de novos participantes e, por isso, precisa passar por profunda reformulação para repassar ganhos de escala e beneficiar a economia como um todo.
O levantamento concluiu que o mercado brasileiro de cartões é extremamente concentrado, impede a entrada de novos participantes e, por isso, precisa passar por profunda reformulação para repassar ganhos de escala e beneficiar a economia como um todo.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
"Smart cards" no futuro das compras
Mais um vídeo do grupo supermercadista alemão METRO, mostrando o uso de cartões inteligentes nas compras.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Project London: pagamentos com cartões 'contactless"
Os vídeos formam uma série que analisa e discute o uso de cartões de pagamentos sem contato ("contactless") em Londres. Na Inglaterra, bancos e operadoras de cartões formaram uma parceria com os varejistas para oferecer novos meios de pagamentos sem contato direto com scanners ou equipamentos de leitura, bastando aproximar o cartão de um sensor. As empresas acreditam que esse meio é mais seguro para o consumidor e mais econômico para o varejista -- que pode ganhar com a rapidez nas compras.
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