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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Sites de compra coletiva viram 'desova' de pirataria

Reporta Camila Fusco, na Folha Online, que depois da onda de venda de serviços em gastronomia, turismo e estética, os sites de compra coletiva começam a dar vazão a produtos de consumo, entre eles eletrônicos e acessórios pirateados.
Em levantamento feito nesta semana pela Folha com 700 ofertas veiculadas pelos principais agregadores de sites do gênero do país SaveMe e ApontaOfertas, foram encontrados cerca de 180 anúncios com indícios de venda irregular.
Os campeões são tablets, notebooks, netbooks e celulares. Os principais problemas são equipamentos falsificados, sem marca e até aparelhos originais que sequer foram lançados no Brasil.
Entre as ofertas encontradas estava o iPhone 4S, de 16GB, vendido pelo site Tripular com 32% de desconto, de R$ 2.500 por R$ 1.699. Até ontem, 264 unidades tinham sido comercializadas.
Leia o restante da reportagem aqui.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Comitê quer ser o "Conar" das compras coletivas

Depois de problemas com órgãos de defesa do consumidor, o setor de compras coletivas anunciou na terça-feira, 29, que lançou um código de autorregulamentação para que as práticas do segmento se enquadrem dentro de regras estipuladas.
A iniciativa é do Comitê de Compras Coletivas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. Ao todo, há cerca de 1200 sites do tipo no país.
Segundo Tiago Camargo, assessor jurídico do ClickOn e envolvido na produção do código, o intuito é criar parâmetros para evitar que a imagem das compras coletivas irreversivelmente afetada.
As regras não permitem preços inflados, exigem sistemas mais claros de opt-in/out, para aceitar/sair de mailing de ofertas; vai contra vendas que estão fora da lei, como produtos importados sem taxas.
Camargo diz que a intenção é que o comitê tenha no setor o mesmo papel que o Conar tem na publicidade: embora não seja obrigado a ser seguido, todos respeitam na prática.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Groupon: padaria é obrigada a produzir 102.000 cupcakes

Segundo uma notícia do Global Post, uma pequena padaria na Inglaterra sentiu o peso de publicar uma promoção no site de compras coletivas Groupon. A proprietária Rachel Brown anunciou um desconto de 75% para os clientes que comprassem uma dúzia de bolinhos confeitados. O cupcake de US$ 40 sairia então por US$ 10.
Acontece que as pessoas adoram cupcakes. E adoram ofertas. A padaria Need a Cake, que fica em Woodley, recebeu 8.500 encomendas de uma dúzia cada, muito acima das 100 dúzias que a padaria geralmente produz em um mês. Rachel se viu diante do pesadelo de ter que assar 102.000 bolinhos.
Para atender a demanda, a padaria (que tem apenas 8 funcionários) teve de contratar mão-de-obra extra -- e isso custou US$ 19.500 para Rachel, praticamente zerando o lucro anual da padaria.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Sites de compras coletivas desrespeitam consumidor, diz Idec

Reporta Ricardo Zeef Berezin, no IDG Now!, que uma pesquisa divulgada este mês pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) destaca que os quatro maiores sites de compras coletivas do País – Groupon, Peixe Urbano, Clickon e Groupalia – recorrem frequentemente a práticas ilegais. Foram encontrados problemas em toda a cadeia da atividade: desde os termos de uso acordados a falhas na entrega dos produtos.
O agrônomo Kemel Kalif, por exemplo, relatou ao Idec a compra de um tablet por 249 reais, realizada há quatro meses pelo Clickon, mas que nunca chegou a sua casa. Ele tentou contatar, em vão, tanto o portal como a loja responsável pelo produto, a Compre Direto da China.
“Registrei, então, queixa no site Reclame Aqui e descobri que havia inúmeras denúncias contra o fornecedor. Continuei pesquisando e verifiquei que a mesma empresa atua com outros nomes fantasia e que há indícios até de estelionato”, disse. "Ele (Clickon) não verifica a idoneidade dos fornecedores”, acusa.
Já o Groupon e o Peixe Urbano desrespeitam o código do consumidor tão logo são visitados. Eles pedem para que o internauta cadastre seu e-mail antes de exibir os termos de uso e a política de privacidade e, quando estes aparecem, a opção de consentimento já está selecionada, o que, segundo Guilherme Varella, advogado do instituto, “desrespeita a autonomia do consumidor e sua liberdade de escolha”.
Veja a reportagem completa aqui.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O ocaso dos sites de ofertas?

A tendência dos sites de ofertas diárias, que cresceu vertiginosamente nos últimos dois anos, mostra agora sérios sinais de fadiga nos Estados Unidos. Os líderes Groupon e LivingSocial enfrentam problemas graves, e centenas de "clones" desse tipo de operação correm o risco de desaparecer.
Segundo o portal agregador de sites de ofertas Yipit.com, 170 dos 530 dos sites de ofertas nos Estados Unidos foram fechados ou vendidos este ano. Mesmo sites de peso como Facebook e Yelp (que em teoria poderiam lucrar com suas imensas bases de usuários) desistiram recentemente desse tipo de negócio.
O fundador do site Salesscoop, David Ambrose, classifica o atual momento do setor de compras coletivas como uma "corrida armamentista", com os sites investindo desesperadamente para contratar funcionários e atrair assinantes, e assim bloquear o crescimento dos concorrentes. O Salesscoop, que tinha 5.000 assinantes,  foi comprado no mês passado pelo rival BuyWithMe, por um valor não divulgado.
A maior ameaça para esse setor nos EUA é a mudança do cenário econômico. No começo, bastava criar um site, estabelecer relações com alguns comerciantes e distribuir alguns emails para criar uma rede de descontos. Mas a indústria amadureceu rapidamente, e os custos para criar uma operação de descontos online dispararam.
Acima de tudo, foi justamente o custo para conquistar usuários que mais cresceu nos últimos dois anos, segundo vários executivos dos sites. Quando os sites de ofertas eram novidade, o investimento de marketing era mínimo -- hoje custa cada vez mais atrair interessados, dentro de um mercado com centenas de concorrentes.
A título de comparação, o Groupon (líder do mercado), gastava cerca de US$ 7,99 para conquistar cada novo usuário no primeiro trimestre de 2009, segundos dados oficiais da empresa. No segundo trimestre de 2011, esse valor tinha saltado para US$ 23,46 -- quase três vezes mais.
O Groupon investiu US$ 387,7 milhões em campanhas de marketing no primeiro semestre de 2011, em comparação com US$ 35,5 milhões no mesmo período do ano passado. A grande maioria dos sites menores não têm a menor chance de concorrer em um ambiente tão hostil.
Ao mesmo tempo, os sites de ofertas são obrigados a contratar um número cada vez maior de vendedores para gerenciar as ofertas dos comerciantes locais. O Groupon tem atualmente uma equipe de quase 1.000 vendedores na América do Norte -- tinha apenas 201 no ano passado. O segundo maior site, LivingSocial, passou de 191 funcionários em 2010 para 700 este ano.
O Groupon paga salários anuais médios de US$ 35.000 aos funcionários nos EUA, valor que pode saltar para US$ 100.000 com as comissões, segundo fontes do setor. Os sites menores, que mantém equipes pequenas e funcionam basicamente com comissões de vendas, são muito pressionados para pagar valores competitivos.
A atual situação do Groupon é um indicador preocupante do setor como um todo. A empresa se preparou para lançar uma oferta pública de ações na bolsa de valores em junho, mas vários problemas adiaram -- e estão adiando -- esse passo.
A empresa foi forçada a revisar seus resultados financeiros, dados essenciais para a abertura do capital. As vendas de 2010 foram corrigidas de US$ 713 milhões para US$ 313 milhões, com a subtração da parcela paga aos varejistas que participam da rede. O Groupon também corrigiu as vendas de 2011, de US$ 1,52 bilhão para US$ 688 milhões. O Groupon disse em comunicado oficial que os dados haviam sido "erroneamente informados".

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Facebook fracassa nas compras coletivas

Segundo nota na Adnews, não vingou a investida do Facebook no mundo das compras coletivas. A rede social dona de 700 milhões de usuários decidiu encerrar o Deals, serviço que há quatro meses mantinha para tentar ser bem-sucedida também neste ramo. A desistência dá mais força aos já consolidados Groupon e similares.
 Por meio de nota, um porta-voz do Facebook informou a Reuters na sexta-feira sobre a decisão. "Aprendemos muito com o nosso teste e continuaremos a avaliar como atender melhor os negócios locais", disse.
"Acreditamos que uma abordagem social para levar as pessoas ao comércio local tem bastante força", acrescentou o Facebook sem confirmar se esforços adicionais nesta área serão testados.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Groupon tem prejuízo de US$102,7 milhões

Reporta Alistair Barr, na Reuters, que o prejuízo do Groupon no segundo trimestre mais que dobrou, depois que a empresa contratou mais de mil funcionários novos. No mesmo período, entretanto, a companhia de cupons de desconto via Internet reduziu seus custos de marketing.
O faturamento do Groupon subiu a 878 milhões de dólares no segundo trimestre, ante 644,7 milhões de dólares no primeiro trimestre e 87,3 milhões de dólares no mesmo período em 2010.
Os números mostram que o ritmo de crescimento da companhia desacelerou. A receita cresceu 36 por cento no segundo trimestre, enquanto no primeiro havia saltado 63 por cento.
O prejuízo líquido do período foi de 102,7 milhões de dólares, em linha com o do primeiro trimestre e mais que o dobro dos 36,8 milhões de dólares apurados no segundo trimestre de 2010.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Groupalia quer estar entre os três maiores

Reporta Janaina Langsdorff, no Meio & Mensagem, que a espanhola Groupalia esquenta os negócios no mercado brasileiro de compras coletivas com um investimento de R$ 16,3 milhões para se posicionar entre os três maiores players do setor, que hoje é disputado por Groupon, ClickOn, Peixe Urbano e Imperdível. Com 14,5 milhões de usuários únicos em maio, segundo o Ibope Nielsen Online, o País acaba de se transformar no maior mercado mundial do grupo e ganhará 40% dos R$ 40,8 milhões que a empresa pretende aplicar nos sete países onde hoje está presente.
A operação brasileira, que cresce a um ritmo de 20% ao ano, representa aproximadamente 30% dos € 120 milhões que a empresa deve faturar globalmente em 2011. O marketing deve ficar com quase 70% do total do investimento previsto para o Brasil, disse Marcel Rafart, presidente global da Groupalia, em entrevista publicada na edição dessa segunda-feira, 08, pelo jornal Valor Econômico.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Site de vendas coletivas oferece Mini Cooper por R$ 30 mil

Segundo nota da Folha.com, depois que a BMW e o Groupon anunciaram hoje (25) a venda de uma unidade do Mini One com 50% de desconto e finalização marcada para amanhã (26), outro site de vendas coletivas resolveu esquentar a briga.
O ClickOn acaba de anunciar que venderá ainda hoje o mesmo modelo com 57% de desconto. O carro, tabelado em R$ 69.950, sairá por R$ 29.999,99. As informações de compra estão na página da empresa no Facebook. A oferta será aberta a qualquer momento.
No Groupon o carro sai por R$ 34.975 e a venda termina amanhã (26).

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Twitter pode ganhar sistema de compras coletivas

Reporta Tim Bradshaw, no Financial Times, que o Twitter está cada vez mais próximo de colocar propaganda em sua timeline. A ideia é dar uma encorpada no "Promoted Tweets", que atualmente mostra mensagens de anunciantes quando o usuário faz pesquisas. Outra novidade que deve aparecer é um sistema de compras coletivas interno.
Executivos do Twitter aproveitaram o Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions, na semana passada, para se encontrar com agências e especialistas em marketing e discutir maneiras viáveis de se fazer dinheiro com o microblog. E um dos formatos a que se chegou é parecido com o sistema do Groupon.
Mensagens com ofertas seriam postadas nos 140 caracteres por um perfil e os usuários teriam um tempo predeterminado para aceitarem, ou não. As marcas que usam o Twitter como plataforma empresarial terão mais opções no seu painel de controle, com a possibilidade, inclusive, de programar as mensagens a serem postadas.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

'Groupon ao contrário' é lançado nos Estados Unidos

Segundo nota do Olhar Digital, um outro conceito de compras coletivas acaba de ser lançado em San Francisco, EUA. A Loopt, uma startup famosa por lá que mistura FourSquare e compras coletivas (apresenta descontos de acordo com a sua localização), acaba de lançar um serviço chamado u-Deals no qual o próprio usuário é quem define a oferta a ser anunciada no site.
Funciona assim: você gosta muito de um bar ou loja, e quer ir com seus amigos em uma data específica. Aí, basta enviar a sugestão para a Loopt e, caso seja aprovada pela equipe, eles correrão atrás do desconto para você. A partir daí, você é quem convida os seus amigos e, no momento em que o desconto for oferecido, todos os cadastrados recebem o link para o cupom. Dessa forma, você só recebe os descontos que realmente te interessam.Por enquanto, o serviço está em testes apenas na California.

terça-feira, 21 de junho de 2011

O Groupon está condenado ao fracasso?

O empresário Rocky Agrawal (que escreve o blog reDesign e pode ser seguido no Twitter em @rakeshlobster) escreveu uma série de artigos polêmicos sobre a explosão de sites de ofertas, como o Groupon.
Na visão de Agrawal, o Groupon (e sites similares) podem estar fadados aos fracasso porque o modelo de negócios desses sites é uma tentação (e um convite) para uma ampla variedade de golpes, com destaque para fraudes financeiras, evasão fiscal e abusos da boa-fé dos consumidores.
Agrawal argumenta que o Groupon cria brechas para que varejistas em dificuldades possam gerar fluxo de caixa e escapar de uma falência iminente, às custas do site e do dinheiro dos consumidores.
 Muitos varejistas em crise nos EUA podem ver em sites como o Groupon uma saída escusa para problemas financeiros urgentes. E a consequência mais grave dessa ação é frustrar os consumidores -- um efeito em cascata que pode levar ao colapso total desse tipo de comércio online.
 Segundo Agrawall, o maior erro cometido por varejistas, consumidores e investidores em relação a sites como o Groupon é o olhar apenas o faturamento, sem levar em conta os riscos desse tipo de operação -- que são muito elevados. O empresário critica a atitude das empresas, que escondem os riscos em suas campanhas de marketing.
Agrawall chega a comparar os sites de descontos com esquemas de agiotagem, que oferecem dinheiro fácil sem mencionar os altos juros e custos associados aos riscos das operações.
 A análise de Agrawall é muito sensata e vale a pena ler o texto completo. As 3 primeiras partes do estudo estão aqui, aqui e aqui.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Groupon quer captar US$ 750 milhões com oferta de ações

Segundo nota do Wall Street Journal, o site de de compras coletivas na internet Groupon fez um pedido de oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) nesta quinta-feira.
A empresa é a última de uma série de companhias do setor de redes sociais a buscar espaço no mercado acionário norte-americano.
O Groupon pretende levantar US$ 750 milhões em seu IPO. No entanto, esse número é preliminar e pode mudar.
O documento não especifica o número de ações a serem ofertadas no IPO, a faixa de preço e o cronograma da operação.
A oferta será coordenada pelo Morgan Stanley e pelo Goldman Sachs.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Compras coletivas: muito peixe, pouca isca

Reporta Clayton Melo, na IstoÉ Dinheiro, que os sites de compras sociais no Brasil estão ampliando seu capital conquistando parceiros de peso -- e até celebridades, como é o caso do apresentador Luciano Huck, que se tornou sócio do Peixe Urbano.
Outra novidade é a chegada de dois investidores internacionais: depois de receber aporte, no segundo semestre de 2010, da empresa brasileira de venture capital Monashees e do fundo internacional Benchmark, o Peixe Urbano acaba de fechar com o Tiger Global Management e o General Atlantic, dos EUA.
Embora de modo mais discreto, a movimentação no setor se estende também à americana Groupon, que atua aqui há dez meses. Maior site do gênero do mundo, o Groupon vai expandir sua operação no dia 10 para a cidade de Bauru, no interior de São Paulo, além de ter fechado parcerias para descontos com a MTV e a Net. E o carioca Marcelo Macedo, fundador do site brasileiro Click On, anunciou a venda de 40% da empresa para a Mosaico, companhia de investimentos em negócios de internet das Organizações Globo, por um valor não revelado. 
Embora haja mais de mil sites do gênero no País, apenas os três maiores, Peixe Urbano, Click On e Groupon, detêm entre 80% e 85% do setor, segundo levantamento da GMattos Projetos de Marketing, consultoria especializada em comércio eletrônico, de São Paulo. 
Assim, o poder de fogo do trio tende a aumentar, pois eles têm mais fôlego para investimentos em comunicação, oferta de serviços e ganho de escala, complicando ainda mais a vida dos pequenos. É por essas e outras razões que os analistas do mercado digital não têm dúvida de que se assistirá a partir de agora a um forte processo de consolidação, com o desaparecimento de centenas de sites, seja por incorporações, seja pelo fechamento puro e simples.
Leia o restante da reportagem aqui.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Peixe Urbano anuncia nova rodada de investimentos

O site de compras coletivas Peixe Urbano,  anunciou parceria com a empresa de growth equity General Atlantic (GA), em rodada de investimentos que contou também com a participação da Tiger Global Management. O investimento visa impulsionar o crescimento do Peixe Urbano, destinando recursos financeiros e estratégicos para a contratação de talentos, para novas campanhas de marketing e para a expansão geográfica da empresa.
Segundo nota à imprensa, em pouco mais de um ano desde seu lançamento em março de 2010, o Peixe Urbano aumentou a sua base de usuários cadastrados de 6 mil para 9 milhões, para os quais já vendeu mais de 5 milhões de cupons. A empresa tem hoje cerca de 600 funcionários e está presente em mais de 60 cidades no Brasil e na Argentina.
A GA já investiu cerca de US$750 milhões na América Latina, e é atualmente investidora do MercadoLibre e da BM&F Bovespa na região. Investimentos recentes feitos pela GA em empresas do setor de Internet incluem aportes na Privalia da Europe; nas empresas Alibaba, RenRen e SouFun da China; e nas companhias Dice, AKQA, Network Solutions e Gilt Groupe dos Estados Unidos. A GA investe anualmente cerca de US$ 2 bilhões em 6 setores globais, com investimentos médios acima de US$ 200 milhões no ano passado.
No último trimestre de 2010, o Peixe Urbano recebeu aportes de outras duas empresas: a Monashees Capital, uma das principais firmas brasileiras de venture capital, e a Benchmark Capital, um dos mais importantes fundos de venture capital dos Estados Unidos, que tem participações em empresas como eBay e Twitter e que fez o seu primeiro investimento na América Latina através do Peixe Urbano.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Guerra dos Cupons: A&T, Google e Facebook desafiam o Groupon

Reporta Adam Blair, no Retail Information Systems, que além das dezenas de cópias descaradas, o site de compras coletivas Groupon agora vai enfrentar pesos-pesados da internet que também querem uma fatia desse mercado lucrativo.
Apesar dessa corrida do ouro, há indicações de que o interesse dos consumidores pelos coupons de "ofertas do dia" está diminuindo, e que os usuários estão buscando sites que oferecem promoções mais personlizadas. Muitos varejistas ainda desconfiam dos sites de cupons, principamente porque esses sites não fornecem os dados sobre os clientes, que coletam no processo.
Esta semana, a gigante de telecomunicações AT&T anunciou que oferecer um serviço de descontos no site yellowpages.com, que deve iniciar testes em Los Angeles, Atlanta e Dallas. Semana passada, o Facebook lançou o "Deals" em quatro grandes cidades dos EUA. E agora o Google também informou que vai começar a testar o "Google Offers" em Portland, com planos de expansão para San Francisco e Nova York.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Em um ano, 20% dos sites de compras coletivas saem do ar

Reporta Camila Fusco, na Folha de S. Paulo, que cerca de 20% dos sites de compras coletivas no Brasil que operavam até o final do ano passado após o boom do setor foram extintos. Um ano após a chuva desses sites da web, 250 de 1200 páginas já saíram do ar.
O índice de mortalidade segue o padrão do tempo médio de duração das pequenas empresas, mas há motivos que explicam o fracasso do negócio aparentemente simples de ser comandado.
As compras coletivas dependem de parcerias com lojas, hotéis, restaurantes e prestadores de serviços em geral. Quem não tem força para vendas não sobrevive, pois tem dificuldade de manter e encontrar novos parceiros. Alguns empresários, quando descobriram a complexidade do negócio, desistiram.
Há quem tentou vender, mas poucos conseguiram. Um exemplo foi o Bom Proveito, vendido para o Clube do Desconto.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Facebook entra no mercado de compras coletivas

Segundo nota na Folha de S. Paulo, o Facebook começou nesta terça-feira a oferecer a usuários de cinco cidades nos Estados Unidos cupons de desconto em vários tipos de serviços, desde degustação de vinhos a ingressos para shows, aumentando a rivalidade em um mercado que já era muito competitivo.
Os cupons de desconto, que usuários da rede social podem comprar diretamente no serviço, oferecem preços menores ou acesso a bens com disponibilidade limitada. O Facebook ficará com uma parcela do valor de cada transação, embora a companhia não tenha revelado a porcentagem.
Com o novo serviço, o Facebook se torna a última grande empresa da internet a estrear no mercado de compras coletivas, cujo pioneiro foi o Groupon há alguns anos. Na semana passada, o Google começou a fazer publicidade de um novo serviço de descontos chamado Offers para usuários de Portland, no Oregon, com planos de expandi-lo para São Francisco e Nova York, e a Amazon.com investiu 175 milhões de dólares na LivingSocial em dezembro.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Novo cupom digital nos EUA tem alcance nacional e usa programas de fidelidade

Um novo sistema de cupons digitais acaba de ser lançado nos Estados Unidos e promete ser diferente da atual onda de sites de promoções e descontos.
O serviço criado pela empresa SavingStar Inc. vai funcionar com os programas de fidelidade de grandes redes de varejo e supermercados dos EUA, como a Shaw's, Stop & Shop e CVS. O sistema vai oferecer ofertas e promoções em itens como sucos, toalhas de papel, fraldas e medicamentos.
Segundo David Rochon, CEO da SavingStar, a abordagem é diferente dos sites de descontos. Não se trata de oferecer uma promoção em um spa ou em restaurante japonês, mas em itens de uso diário, que atingem um número maior de consumidores.
O sistema funciona assim: os usuários se cadastram no site do SavingStar ou acessam o serviço através de um aplicativo para smartphones, e inserem os números de seus cartões de fidelidade das redes de varejo que participam do programa. Depois, é só clicar nos cupons de ofertas de cada loja.
Quando o cliente visita uma das lojas participantes e compra algum produto em oferta, o valor economizado é automaticamente depositado em uma conta da SavingStar. Depois, os usuários da SavingStar podem usar os valores acumulados de várias maneiras, incluindo um depósito em dinheiro na conta bancária ou a conversão em vales de compras para a Amazon.com. O executivo David Rochon ressalta que não é preciso imprimir qualquer cupom ou comprovante, reduzindo o impacto ambiental da operação.
É interessante que a empresa preferiu lançar primeiro o aplicativo para celulares, antes da estreia do site oficial. O app está disponível nos EUA a partir desta semana, com mais de 50 ofertas de produtos -- incluindo toalhas de papel da marca Bounty, salsichas Ball Park e molho para salada Hidden Valley Ranch (todos produtos muito populares e procurados pelos consumidores norte-americanos). David Rochon disse que o número de ofertas vai crescer rapidamente.
É interessante notar que o o foco estratégico do serviço não são ofertas como jantares em restaurantes de luxo ou tratamentos estéticos, mas produtos da cesta básica americana.
O lançamento do SavingStar merece atenção porque é o primeiro serviço do gênero com alcance nacional nos EUA. Já existem serviços similares, mas eram todos restritos a cidades e regiões. Kathy Spencer, autora do livro "How to Shop for Free" ("como comprar de graça", numa tradução livre), diz que está muito animada com o lançamento do SavingStar. Ela disse que aguardava há tempos o surgimento de um sistema assim, aproveitando a convergência das tecnologias e os interesses dos varejistas e consumidores. Segundo ela, a solução é atraente para o consumidor médio americano, que se acostumou a procurar as melhores ofertas desde a crise econômica de 2008. Com um sistema que reúne os cartões de fidelidade e avisa via celular sobre novas promoções, o SavingStar tem grandes chances de se tornar o maior sucesso do ano no varejo dos EUA.
Segundo Mike Tesler, da consultoria Retail Concepts, o SavingStar é uma ótima ideia. Para ele, o desafio para a empresa será se estabelecer em um cenário já lotado de concorrentes que oferecem ofertas e cupons eletrônicos. Tesler diz que a SavingStar deve focalizar sua atenção na educação dos consumidores a respeito das vantagens de seu sistema.
Tesler disse que o sistema da SavingStar terá mais chances de sucesso se os usuários puderem usar os descontos imediatamente. O analista diz que os consumidores vão adotar mais rapidamente um sistema que demonstre claramente suas vantagens em curto prazo, em contraste com um esquema onde o cliente precise fazer muitas compras antes de poder usufruir das promoções.

Groupon lança aplicativo para iPhone no Brasil

O Groupon anuncia o lançamento oficial do aplicativo para iPhone e iPod touch na App Store. Agora as ofertas diárias do Groupon também estão disponíveis nestes equipamentos da Apple em todo o Brasil.
 A ferramenta é mais um facilitador para que as pessoas garantam as melhores ofertas em suas localidades, independente de onde estiverem. A companhia já está presente em 44 cidades no Brasil, com mais de 10 milhões de cadastrados, mais de 10 mil ofertas publicadas e mais de três milhões de cupons vendidos.
Para ter acesso, os usuários devem baixar o aplicativo na loja online da Apple, buscar por ofertas do dia e adquirir as que mais os interessarem. Também é possível visualizar e organizar as compras anteriores ou criar novas contas, diretamente no aplicativo. Outro benefício é a possibilidade de apresentar na tela do telefone seu voucher, sem a necessidade de impressão do mesmo. Além disso, o usuário consegue localizar estabelecimentos credenciados ao Groupon em tempo real e os localizar pelo GPS do celular.
 Para download do aplicativo, visite a Apple Store.