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terça-feira, 2 de abril de 2013
Impasse atrasa entrada do grupo australiano Westfield no Brasi
Reporta Marianna Aragão, na Folha de S. Paulo, que a gigante global de shopping centers Westfield vive um impasse com o sócio brasileiro, o grupo Almeida Júnior, que administra shoppings em Santa Catarina. O atual desenho do contrato estaria engessando a tomada de decisões. Como cada companhia detém 50% das ações, foi montado um conselho de administração com 6 membros: 3 da Westfield e 3 do grupo catarinense. A Westfield estaria interessada em investir em shoppings de até 100 mil metros de área bruta locável, seguindo um direcionamento global. Já o grupo catarinense tem buscado shoppings com áreas menores.
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Hypermarcas vende Assim para a JBS
Segundo nota do Meio & Mensagem, a Hypermarcas confirmou nesta segunda-feira 24, por meio da publicação de fato relevante, a venda da marca de sabão de pó Assim e de outras cinco marcas (Sim, Gato, Fluss, Sanifleur e Mat Inset) para a Flora Produtos de Higiene e Limpeza, que pertence ao grupo JBS.
De acordo com o anúncio, a negociação rendeu R$ 140 milhões aos caixas da Hypermarcas. A empresa afirmou que a decisão está “em linha com os objetivos da Companhia de concentrar esforços no segmento farmacêutico e de higiene pessoal, bem como com a estratégia de integração e consolidação das operações da Hypermarcas após as aquisições realizadas desde 2008”.
De acordo com o anúncio, a negociação rendeu R$ 140 milhões aos caixas da Hypermarcas. A empresa afirmou que a decisão está “em linha com os objetivos da Companhia de concentrar esforços no segmento farmacêutico e de higiene pessoal, bem como com a estratégia de integração e consolidação das operações da Hypermarcas após as aquisições realizadas desde 2008”.
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Groupon rejeita oferta do Google
Segundo nota da Folha de S. Paulo, US$ 5 bilhões não foram suficientes para o Groupon, empresa de compras coletivas. Segundo rumores, essa era a oferta do Google para a compra da empresa, mas as negociações falharam. As informações são do blog TechRadar.
O Groupon, companhia privada de Chicago que foi criada há cerca de dois anos atrás, envia a seus membros emails diários com cerca de 200 produtos e serviços com descontos. Entre sua base de clientes, estão brasileiros.
Os descontos são ativados apenas quando um número mínimo de pessoas aceitar comprar a oferta, o que dá ao Groupon margem para negociar grandes vantagens com fornecedores de produtos e serviços.
O Groupon, companhia privada de Chicago que foi criada há cerca de dois anos atrás, envia a seus membros emails diários com cerca de 200 produtos e serviços com descontos. Entre sua base de clientes, estão brasileiros.
Os descontos são ativados apenas quando um número mínimo de pessoas aceitar comprar a oferta, o que dá ao Groupon margem para negociar grandes vantagens com fornecedores de produtos e serviços.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Amazon compra Diapers.com por US$ 540 milhões
Segundo informa Dan Primack, na Fortune, a megaloja online Amazon.com anunciou no final de semana a compra da Quidsi, a empresa de e-commerce que controla os sites Diapers.com e Soap.com, que vendem fraldas infantis e sabonetes pela web. O negócio foi avaliado em US$ 540 milhões em dinheiro, US$ 200 milhões acima do valor avaliado pela empresa no mercado.
A Quidsi foi criada em 2005 por Marc Lore e Vinnie Bharara, dois amigos de New Jersey. Segundo fontes, a Amazon já havia feito ofertas pela empresa no passado. Entre os acionistas da Quidsi, estão firmas de capital como Accel Partners, Bessemer Venture Partners, BEV Capital, MentorTech Ventures e New Enterprise Associates.
A Quidsi foi criada em 2005 por Marc Lore e Vinnie Bharara, dois amigos de New Jersey. Segundo fontes, a Amazon já havia feito ofertas pela empresa no passado. Entre os acionistas da Quidsi, estão firmas de capital como Accel Partners, Bessemer Venture Partners, BEV Capital, MentorTech Ventures e New Enterprise Associates.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Fusão do Pão de Açúcar com Casas Bahia acirra disputa no e-commerce
Segundo nota do TI Inside, o anúncio da fusão do grupo Pão de Açúcar com as Casas Bahia, além de aumentar o número de lojas físicas das redes varejistas, vai acirrar a disputa no mercado de comércio eletrônico com a líder no ranking B2W, empresa de varejo on-line que engloba os sites Submarino, Americanas.com, Shoptime e Ingresso.com. Com o negócio, as operações de e-commerce do Extra, Ponto Frio e Casas Bahia, que iniciou em fevereiro as vendas pela internet, serão integradas em uma única empresa, denominada de Nova PontoCom. Com isso, as Casas Bahia passa a ter participação de 17% no capital social da Nova PontoCom.A expectativa do Pão de Açúcar é que as operações de e-commerce atinjam faturamento de R$ 2 bilhões já em 2010, o que, se confirmado, consolidará a empresa como a segunda maior do segmento de comércio eletrônico, atrás apenas da B2W.No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o conglomerado registrou faturamento de R$ 3,6 bilhões com comércio eletrônico. Em 2008, a B2W obteve faturamento de R$ 4,4 bilhões.
O primeiro reflexo da ameaça para o negócio à B2W já apareceu no desempeno das ações da companhia, que registraram queda de 4,77% no pregão da Bovespa desta sexta-feira, 4.
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Funcionários são maiores responsáveis pelos furtos no varejo
Reporta Carlos Sambrana, na IstoÉ Dinheiro, que de acordo com um estudo elaborado pelo Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (Provar) em parceria com a Felisoni Consultores Associados, as cadeias varejistas brasileiras perderam R$ 11,6 bilhões em 2008 com furtos nas lojas. Desse total, o furto interno responde por 31,7%. Muitos dos casos, aliás, são escondidos para debaixo do tapete. "As empresas não gostam de revelar os dados oficiais porque isso mostra a fragilidade no processo de gestão", diz Luiz Fernando Biasetto, sócio sênior da Gouvêa de Souza, consultoria especializada em varejo. Já uma pesquisa realizada pela consultoria KPMG com companhias dos mais diversos segmentos revelou que 61% das fraudes sofridas por elas são causadas pelos próprios empregados. Existem até quadrilhas internas. Além de assustar, esses indicadores mostram quanto as empresas são "complacentes" com os gatunos. Isso porque, de certa forma, a maioria dos casos acaba bem para os fraudadores.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Venda do Buscapé: Uma festa de R$ 600 milhões
Reporta Roberta Namour, na IstoÉ Dinheiro, que durante dois dias, o celular de Romero Rodrigues tocou ininterruptamente. Do outro lado da linha, cumprimentos calorosos, vindos até de velhos rivais. Cada vez que atendia às ligações, a euforia era a mesma. O peito estufado de satisfação, a risada nada contida. Rodrigues completou 32 anos na quinta-feira 1º. Mas a alegria não se deve apenas à comemoração do aniversário. No dia anterior, 30 de setembro, sua empresa fechou uma das maiores negociações da história da internet brasileira. É a mais relevante, pelo menos, desde o estouro da bolha, no início do século.
O Buscapé, site de comparação de preços que ele criou em 1999 com três amigos, recebeu US$ 342 milhões por 91% de suas ações, o equivalente a cerca de R$ 600 milhões. "Até agora não me dei conta do que isso representa", diz Rodrigues, que ocupa o cargo de presidente do Buscapé. Ele pode estar atônito de felicidade - e talvez só daqui a alguns dias possa dimensionar o que o negócio significa - mas até a concorrência já tem na ponta da língua um palpite. "A operação projeta o Brasil de volta ao radar de grandes investidores globais", afirma Rodin Spielmann, diretor de Relações com Investidores da Ideiasnet. A cifra, digna de transações de países desenvolvidos, é vista por analistas do mercado como o início de uma nova onda de investimentos na internet. "A diferença é que, desta vez, o mercado está mais desenvolvido e os negócios, mais estruturados", acrescenta Spielmann. A oferta milionária veio da sulafricana Naspers - maior grupo de mídia da África. A companhia, dona de 30% da Editora Abril, comprou a parte do fundo Great Hill Parners, até então sócio majoritário do Buscapé, e a fatia de cinco dos nove sócios minoritários.
O Buscapé, site de comparação de preços que ele criou em 1999 com três amigos, recebeu US$ 342 milhões por 91% de suas ações, o equivalente a cerca de R$ 600 milhões. "Até agora não me dei conta do que isso representa", diz Rodrigues, que ocupa o cargo de presidente do Buscapé. Ele pode estar atônito de felicidade - e talvez só daqui a alguns dias possa dimensionar o que o negócio significa - mas até a concorrência já tem na ponta da língua um palpite. "A operação projeta o Brasil de volta ao radar de grandes investidores globais", afirma Rodin Spielmann, diretor de Relações com Investidores da Ideiasnet. A cifra, digna de transações de países desenvolvidos, é vista por analistas do mercado como o início de uma nova onda de investimentos na internet. "A diferença é que, desta vez, o mercado está mais desenvolvido e os negócios, mais estruturados", acrescenta Spielmann. A oferta milionária veio da sulafricana Naspers - maior grupo de mídia da África. A companhia, dona de 30% da Editora Abril, comprou a parte do fundo Great Hill Parners, até então sócio majoritário do Buscapé, e a fatia de cinco dos nove sócios minoritários.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Pão de Açúcar é o novo dono do Ponto Frio
Segundo nota do Meio&Mensagem Online, o Grupo Pão de Açúcar é o novo dono da rede varejista Ponto Frio. A corporação de Abílio Diniz anunciou na manhã desta segunda-feira, 8 de junho, a aquisição da rede Globex Utilidades S/A e suas controladas (detentora do Ponto Frio). O contrato foi fechado nesse último domingo, 7, pela quantia de R$ 824,5 milhões, o correspondente a 70,24% do capital da controladora do Ponto Frio. O negócio faz com que Grupo Pão de Açúcar retome sua força no segmento de eletroeletrônicos e alcance a liderança do varejo brasileiro. Levando em consideração as operações do Ponto Frio, o Grupo passa a contar com um faturamento anual de cerca de R$ 26 bilhões, com mais de mil lojas espalhadas por 18 Estados e pelo Distrito Federal, das quais fazem parte um conjunto de 79 mil funcionários.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Dona do Submarino e Americanas.com enfrenta novos desafios
Reporta Adriana Mattos, na IstoÉ Dinheiro, que a Holding B2W engloba negócios como Americanas.com, Submarino e Shop Time – e tem em sua linha de frente os inseparáveis Carlos Alberto Sicupira, Marcel Telles e Jorge Paulo Lemann. Pouco antes de a crise global congelar planos e travar investimentos, a imprensa divulgou o plano de internacionalização da marca. A primeira parada seria o México. Mas os latinos terão de esperar. A B2W enfrenta a sua hora da verdade. Pela primeira vez, a B2W perdeu mercado – quase cinco pontos de market share em 2008. Sua receita subiu 23,5%, mas o mercado se expandiu 30%. A participação caiu de 44,8% para 39,5% – o que significa que deixou de incorporar R$ 410 milhões à sua receita anual.
Em 2009, a B2W prevê crescimento de 8% a 18%. O problema é que analistas estimam que o mercado saltará 25%. Ou seja, a líder do comércio eletrônico pode perder mais participação de mercado. Para piorar, um novo (e preocupante) dado chegou aos ouvidos dos executivos da holding nas últimas semanas. Juntas, Wal-Mart e Casas Bahia, ao lado de Extra, Ponto Frio, Magazine Luiza e Saraiva, têm potencial para chegar a uma participação de mercado de 30% em 2009, conforme calculou o Bradesco.
Em 2009, a B2W prevê crescimento de 8% a 18%. O problema é que analistas estimam que o mercado saltará 25%. Ou seja, a líder do comércio eletrônico pode perder mais participação de mercado. Para piorar, um novo (e preocupante) dado chegou aos ouvidos dos executivos da holding nas últimas semanas. Juntas, Wal-Mart e Casas Bahia, ao lado de Extra, Ponto Frio, Magazine Luiza e Saraiva, têm potencial para chegar a uma participação de mercado de 30% em 2009, conforme calculou o Bradesco.
domingo, 12 de abril de 2009
O difícil mercado carioca

Em reportagem da IstoÉ Dinheiro desta semana, Rosenildo Gomes Ferreira analisa as dificuldades enfrentadas por varejistas de fora do Rio de Janeiro para fazer sucesso no segundo maior mercado consumidor do Brasil. Os moradores do Rio têm um comportamento extremamente bairrista e bastante peculiar na hora de consumir produtos e serviços. Carioca gosta de produtos cariocas. A cidade também é uma das poucas no mundo em que integrantes de classes sociais díspares moram quase lado a lado.
Os obstáculos são tantos que Abilio Diniz, do grupo Pão de Açúcar, chegou a declarar em 2003 que "é praticamente impossível concorrer no Rio de Janeiro porque as cadeias varejistas já estabelecidas aqui adotam práticas desleais".
Além disso, boa parte dos integrantes das classes C, D e E vivem em áreas dominadas por traficantes. Uma boa amostra do padrão de consumo carioca é o biscoito Globo. A guloseima, criada em 1953, rende cerca de R$ 2 milhões por ano aos sócios da Panificação Mandarino.
Como é praticamente impossível ficar de fora do segundo maior mercado do País, formado por um contingente de seis milhões de pessoas com renda média anual de R$ 20,8 mil, o jeito é investir em diferenciais.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Blockbuster faz oferta pela rede Circuit City nos EUA
Reporta Donna Kardos, no Wall Street Journal, que a Blockbuster revelou que pretende comprar a rede de produtos eletrônicos Circuit City Stores, por mais de US$ 1 bilhão. A intenção da Blockbuster é expandir seus negócios além do mercado de aluguel de vídeos. A Circuit City tem cerca de 682 lojas nos EUA e 700 pontos de venda no Canadá. A fusão criaria uma empresa global de varejo, avaliada em US$ 18 bilhões.A Circuit City foi uma das primeiras grandes redes de produtos eletrônicos, mas recentemente perdeu terreno para a Best Buy Co. e para o Wal-Mart, que oferecem promoções e preços mais baixos.
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