Reporta Les Luchter, no Online Media Daily, que as compras por impulso estão diminuindo graças ao surgimento de ferramentas como a redes sociais, a conexão móvel e cupons digitais. A conclusão é de uma pesquisa feita pelo Yahoo e a UM, agência de mídia do grupo Interpublic. Em vez das compras por impulso, os consumidores agora fazem uma espécie de "jogo" com as compras.
O estudo é chamado "The Long and Winding Road: Gamesmanship of Shopping," e indica que o consumidor está agora envolvido em um complexo processo de descoberta, avaliação e socialização -- elementos de uma caça pela melhor oferta disponível.
66% dos 2.485 consumidores entrevistados fazem uso de sites de busca, portais de consumo, artigos e resenhas online, sites das marcas e sites de varejistas. E isso transforma as compras em um processo colaborativo, envolvendo outros "jogadores".
Outros dados interessantes do estudo:
• 55% dos compradores se dizem menos impulsivos graças à Internet, enquanto 17% se dizem mais impulsivos;
• 69% pesquisam em busca de ofertas e cupons online;
• 61% usam as ferramentas de avaliação online no processo de compra. E 49% usam ferramentas sociais, como conversas com amigos e familiares e grupos de interesse;
• 68% se informam mais sobre as marcas antes de comprar qualquer coisa, e 72% dizem que a internet facilita a seleção das melhores marcas;
• 59% acreditam que têm uma vantagem sobre anunciantes e varejistas, porque a internet permite a consulta de várias opiniões.
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terça-feira, 31 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Consumidores mais cautelosos nos EUA
Um estudo feito em parceria pela agência Deloitte e o Harrison Group indica que a recessão forçou o consumidor americano a adaptar seus padrões de compras, fazendo surgir um comprador mais informado, cauteloso e estratégico, que cede menos a compras de impulso e aos apelos da publicidade e das marcas. O estudo, chamado "The 2010 American Pantry Study: The New Rules of the Shopping Game" ("A Despensa dos EUA em 2010: As Novas Regras do Jogo nas Compras", numa tradução livre) revela que 92% dos entrevistados mudaram seus hábitos de consumo de gêneros alimentícios -- 89% disseram que se informam melhor antes das compras, e 84% disseram que passaram a fazer compras mais focalizadas.
Entre as principais constatações do estudo estão:
* 93% esperam continuar gastando com cautela, mesmo com a recuperação econômica
* 92% fizeram adaptações em seus hábitos de compras de alimentos
* 89% se consideram consumidores mais bem informados por causa da recessão
* 84% disseram fazer compras mais focalizadas
* 81% estão mais atentos com a economia gerada com cupons e cartões de fidelidade
* 55% dos que estão gastando menos não tiveram queda de renda, mas agem como se fosse o caso.
Além disso, a pesquisa mostrou que mesmo que os consumidores gastem menos, 65% disseram que não sentem a atitude como um grande sacrifício. 79% dos consultados disseram que estão comprando de modo mais inteligente em comparação com dois anos atrás. O impacto da recessão na mentalidade do consumidor deve ser prolongado, já que 93% disseram que vão permanecer cautelosos com as compras, e manter os níveis atuais de consumo mesmo com uma recuperação financeira.
O estudo mostrou ainda que os cartões de fidelidade das lojas ganharam maior relevância, com 65% dos entrevistados declarando que esses cartões são um método muito importante para economizar dinheiro. Os cupons de desconto também ganharam destaque: 45% estão usando cupons recebidos por email, 43% recortam e usam cupons de jornais e outras publicações impressas e 43% usam os cupons oferecidos no próprio espaço das lojas.
Entre as principais constatações do estudo estão:
* 93% esperam continuar gastando com cautela, mesmo com a recuperação econômica
* 92% fizeram adaptações em seus hábitos de compras de alimentos
* 89% se consideram consumidores mais bem informados por causa da recessão
* 84% disseram fazer compras mais focalizadas
* 81% estão mais atentos com a economia gerada com cupons e cartões de fidelidade
* 55% dos que estão gastando menos não tiveram queda de renda, mas agem como se fosse o caso.
Além disso, a pesquisa mostrou que mesmo que os consumidores gastem menos, 65% disseram que não sentem a atitude como um grande sacrifício. 79% dos consultados disseram que estão comprando de modo mais inteligente em comparação com dois anos atrás. O impacto da recessão na mentalidade do consumidor deve ser prolongado, já que 93% disseram que vão permanecer cautelosos com as compras, e manter os níveis atuais de consumo mesmo com uma recuperação financeira.
O estudo mostrou ainda que os cartões de fidelidade das lojas ganharam maior relevância, com 65% dos entrevistados declarando que esses cartões são um método muito importante para economizar dinheiro. Os cupons de desconto também ganharam destaque: 45% estão usando cupons recebidos por email, 43% recortam e usam cupons de jornais e outras publicações impressas e 43% usam os cupons oferecidos no próprio espaço das lojas.
terça-feira, 6 de abril de 2010
82% dos brasileiros não compram via web
Reporta Juliana Welling, no Propaganda & Marketing, que o dado é parte da pesquisa Observador Brasil 2010, realizada pela Cetelem. A Cetelem é a firma financeira do grupo francês BNP Paribas e realizou o estudo em conjunto com a Ipsos. Apesar dessa grande maioria que usa o e-commerce, o estudo indica que o nosso País está mais propenso às aquisições de produtos via web, principalmente devido ao aumento do acesso em casa e crescimento da renda familiar média dos usuários.
Segundo o levantamento, 37% dos entrevistados têm acesso à internet, independentemente do local de uso. Já 63% dos bresileiros contemplados pela pesquisa ainda não possuem acesso à web. Em 2008, esse índice era de 71%. “Mesmo que haja um consistente aumento de usuários no Brasil, o segmento ainda oferece grande potencial de crescimento” destacou Marcos Etchegoyen, diretor-geral da Cetelem Brasil.
Em relação ao uso da internet como fonte de informação para compra, 22% dos entrevistados utilizam a web para pesquisar produtos e serviços relacionados ao segmentos de eletrodomésticos e viagens. Em seguida estão os produtos culturais (10%), móveis (7%), e carros novos (6%). Sobre o que os brasileiros valorizam quando decidem escolher entre a loja de rua e virtual, o fator preço aparece em destaque com 66%. Já a comodidade de comprar sem sair de casa vem em seguida. (62%)
Segundo o levantamento, 37% dos entrevistados têm acesso à internet, independentemente do local de uso. Já 63% dos bresileiros contemplados pela pesquisa ainda não possuem acesso à web. Em 2008, esse índice era de 71%. “Mesmo que haja um consistente aumento de usuários no Brasil, o segmento ainda oferece grande potencial de crescimento” destacou Marcos Etchegoyen, diretor-geral da Cetelem Brasil.
Em relação ao uso da internet como fonte de informação para compra, 22% dos entrevistados utilizam a web para pesquisar produtos e serviços relacionados ao segmentos de eletrodomésticos e viagens. Em seguida estão os produtos culturais (10%), móveis (7%), e carros novos (6%). Sobre o que os brasileiros valorizam quando decidem escolher entre a loja de rua e virtual, o fator preço aparece em destaque com 66%. Já a comodidade de comprar sem sair de casa vem em seguida. (62%)
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009
PDV influencia brasileiros na hora da compra
Segundo nota do Meio & Mensagem, as ações e promoções feitas diretamente nos pontos de venda são os fatores que mais influenciam os consumidores brasileiros a tirar o dinheiro do bolso para adquirir produtos. Além disso, passado o período de maior instabilidade e de receio em relação à economia global, as pessoas já se sentem mais a vontade para voltar a colocar em seu carrinho de compras os seus itens preferidos, que tinham sido deixados de lado ou substituídos por outros mais baratos. As conclusões são alguns dos resultados principais do estudo "Crise ou Incerteza?", realizado pela Nielsen em 50 países, do qual participaram mais de 17 mil pessoas. Em termos de confiança, os brasileiros ocupam o quarto lugar entre os países pesquisados pela Nielsen, ficando atrás da Indonésia, Índia e das Filipinas. Enquanto a média global de confiança ficou em 82 pontos, a do Brasil atingiu 96. De acordo com a pesquisa, as ações de ponto de venda são responsáveis por incrementar em 55% as vendas dos produtos.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Compradores online confiam mais em resenhas do que nos amigos
Reporta Alex Palmer, no BrandWeek, que os clientes de lojas online confiam mais nas resenhas de usuários desconhecidos do que em recomendações feitas por amigos. A conclusão é do estudo "Conversations Among Consumers", conduzido pela firma Ripple6. A pesquisa mostra que os consumidores online são influenciados por redes sociais e pela rede de amigos pessoais, mas que as opiniões de estranhos sobre produtos e serviços têm impacto igual ou maior que a dos amigos.
O estudo entrevistou 1.000 consumidores online nos EUA, e indicou que 46% dos compradores do comércio eletrônico confiam nas opiniões dos amigos, enquanto 47% procuram as opiniões postadas em sites de relacionamentos e grupos de discussão.
O estudo entrevistou 1.000 consumidores online nos EUA, e indicou que 46% dos compradores do comércio eletrônico confiam nas opiniões dos amigos, enquanto 47% procuram as opiniões postadas em sites de relacionamentos e grupos de discussão.
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
Pão de Açúcar e Carrefour aparecem em ranking das marcas mais lembradas
Segundo nota do Supermercado Moderno, o ranking da BrandAnalytics aponta as duas redes de supermercados entre os 20 primeiros lugares das marcas mais lembradas pelos consumidores brasileiros. O Pão de Açúcar ficou em 8º lugar, obtendo a pontuação de 6,8 na escala utilizada pelo instituto, e o Carrefour, em 13º, com 4,9. O levantamento leva em conta o nível de conhecimento da marca e a lealdade dos consumidores em relação a ela, em detrimento dos concorrentes. Entre as marcas com maior valor em milhões de reais, o Pão de Açúcar aparece em 27º lugar, com R$ 397 milhões.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
EUA: Projeto de lei pode tornar ilegais pesquisas com RFIDs
Reporta Elinor Mills, na CNET News, que um projeto de lei no estado de Nevada (EUA) pode tornar crime várias pesquisas legítimas a respeito da segurança das etiquetas com microtransmissores de rádio (RFIDs). O alerta foi dado pela Electronic Frontier Foundation (EFF) uma organização que acompanha os desenvolvimentos da sociedade digital.O projeto criminaliza a posse, a leitura e a captura de dados de um indivíduo através de um RFID. A pena prevista é de até 5 anos de prisão e multa de US$ 10.000.
terça-feira, 25 de março de 2008
Consumidores acham preço e conveniência mais importantes que qualidade
Reporta Sarah Mahoney, no Marketing Daily, que um novo estudo feito pela Vertis Communications indica que apenas 1% dos consumidores adultos nos EUA aponta a qualidade dos alimentos como principal razão nas compras em supermercados e mercearias. Preços baixos e conveniência (especialmente a distância da loja) aparecem como principais motivadores de compras. O alto preço dos combustíveis e a crise do mercado imobiliário estão causando drásticas mudanças nos hábitos dos consumidores. Os consumidores dos EUA estão preferindo comprar em lojas mais próximas de casa, estão estocando mais itens e fazendo todas as compras em uma só viagem. Outra tendência detectada pelo estudo é uma maior receptividade por refeições prontas vendidas por mercearias e supermercados: de 28% em 2004 para 40% em 2008.
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