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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Produtos orgânicos se tornam "mainstream" nos EUA

Reporta Holly Leber, no Timesfreepress.com, que os alimentos orgânicos, antes restritos a lojas e mercados especializados nos EUA, estão se tornando cada vez mais comuns, ao alcance de qualquer consumidor.
Várias redes locais de supermercados, como Bi-lo, Publix e Food Lion, estão oferecendo linhas de produtos orgânicos e naturais para consumidores interessados em comer de modo mais saudável, mas que não querem pagar mais caro pelos produtos premium de distribuição nacional.
Com essa tendência, os alimentos orgânicos entram no "mainstream" do consumo, e a competição leva ao aperfeiçoamento dos processos e produtos, e ao barateamento dos itens.
As redes estão respondendo a uma demanda crescente dos consumidores por produtos integrais e orgânicos. As redes locais estão oferecendo volumes variáveis de itens orgânicos, geralmente em torno de 100 produtos diferentes.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Produção de orgânicos em alta

Segundo nota do Supermercado Moderno, Com 6,5 milhões de hectares destinados ao plantio de alimentos sem uso de agrotóxicos, o Brasil passa a ser o segundo país entre os produtores de orgânicos. A aferição é do Instituto Biodinâmico (IBD). O aumento da produção é puxado pela maior consciência do consumidor na hora de escolher verduras, frutas e legumes. Um exemplo é o Supermercados Modelo, com 14 lojas no Centro-Oeste, e que comercializa produtos orgânicos há três anos. O gerente de FLV Valter Yamaguchi viu a procura por esses itens crescer cerca de 20% no período. A ampliação da área de produção, no entanto, ainda não derrubou a maior barreira: o preço. Os alimentos orgânicos custam cerca de 30% acima dos cultivados no sistema tradicional.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Governo regulamenta produção de alimentos orgânicos

Segundo nota do site Supermercado Moderno, os produtores de alimentos orgânicos deverão se adaptar às deliberações conjuntas do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento e do Ministério da Saúde publicadas no Diário Oficial da União do último dia 29 de maio. O texto foi noticiado em Brasília num dos eventos ligado à Semana Nacional de Alimentos Orgânicos, encerrada no último dia 28. Os produtores terão até o final do ano para se ajustar às regras.
A procura por esses alimentos aumenta a cada ano. Nas unidades do Rio Grande do Sul do gigante Wal-Mart – bandeiras BIG e Nacional – as vendas de orgânicos na mercearia cresceram 22% em um ano. Para acompanhar a demanda, os supermercados ampliaram a oferta dos produtos sem agrotóxicos em 15%. Os produtos são de 20% a 40% mais caros que as versões normais.
(Fonte: Agência Brasil e Zero Hora)

terça-feira, 12 de maio de 2009

Vendas de orgânicos aumentam até 40% no varejo

Reporta Gitânio Fortes, na Folha Online, que a venda de alimentos orgânicos ocupa mais espaço nas prateleiras dos supermercados do país. O Pão de Açúcar e o Wal-Mart relatam crescimento, respectivamente, da ordem de 40% e 20% no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2008.
Isso para produtos que, com oferta ainda restrita, custam de 15% a até 100% mais que os considerados convencionais. Como a demanda dos alimentos orgânicos se concentra no público de maior poder aquisitivo, o preço mais alto não representa obstáculo.
A tendência, mesmo assim, é de queda, diz Sandra Caires Sabóia, gerente de Desenvolvimento do Grupo Pão de Açúcar. Para ela, o diferencial no país pelos alimentos orgânicos vai repetir o exemplo de EUA e Europa --na faixa de 25% a 40%.
Caires avalia que a entrada de uma grande processadora de alimentos no segmento pode levar a um aumento de escala capaz de contribuir para preços mais baixos. Mas as indústrias maiores ainda não se animam a mergulhar no segmento.
O ministério avalia em ao menos 800 mil hectares o espaço ocupado pela produção agropecuária orgânica no país. As explorações extrativistas somam 2 milhões de hectares. Para comparar: o cultivo total de grãos no país se estende por 47,6 milhões de hectares.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Vendas de produtos orgânicos disparam 17% nos EUA

Segundo informe da Organic Trade Association (OTA), as vendas de produtos orgânicos (alimentos e não-alimentos) atingiram US$ 24,6 bilhões no final de 2008, um crescimento de 17,1% em relação a 2007. O crescimento é ainda mais notável dado o clima de depressão econômica que afeta o país.
Segundo a diretora executiva da OTA, Christine Bushway, os produtos orgânicos são vistos como itens de alto valor pelos consumidores, que continuam adquirindo esses produtos mesmo durante uma crise.
Os alimentos orgânicos tiveram alta de 15,8% nas vendas em 2008, atingindo US$ 22,9 bilhões. Já o setor de não-alimentos cresceu 39,4%, chegando a a US$ 1,64 bilhão. Com esse resultado, os produtos orgânicos atingiram 3,5% de todos os alimentos vendidos nos EUA.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Apesar da crise, venda de alimentos orgânicos continua em alta


Segundo Jeff Nield, no site TreeHugger, apesar da crise financeira ter atingido também o varejo de alimentos orgânicos, o setor continua em crescimento no mundo todo. De acordo com a firma de pesquisas Euromonitor International, as vendas de bebidas e alimentos orgânicos atingiram quase US$ 23 bilhões em 2007 -- e o EUA responderam por cerca de 45% desse total. Em 2008, o setor continuou crescendo, mas em ritmo mais lento. Nos EUA, as vendas de produtos orgânicos cresceram 5,6% em dezembro, comparado com 25,6% no ano anterior.
Analistas do setor acreditam que as vendas continuarão a crescer este ano, apesar do ritmo menor. Os consumidores estão mais cautelosos com seus gastos, mas a tendência de consumo orgânico parece bem sedimentada.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Grandes redes estimulam explosão de roupas orgânicas nos EUA

Reporta Sarah Mahoney, no MarketingDaily, que as grandes redes de varejo dos Estados Unidos, como Wal-Mart, JCPenney e Kohl's estão esquentando o mercado de roupas "verdes", que usam tecidos produzidos de modo orgânico. Esse nicho representa hoje cerca de US$ 3,05 bilhões no mundo (pouco diante do mercado total de roupas, avaliado em US$ 450 bilhões), mas um novo estudo da Packaged Facts estima que as vendas devem explodir nos próximos anos, atingindo US$ 4,18 bilhões este ano e US$ 11,02 em 2012.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Rede Supervalu lança nova linha de produtos orgânicos


Reporta David Kesmodel, no Wall Street Journal, que a mega-rede de mercearias norte-americana Supervalu está lançando uma linha de alimentos orgânicos chamada Harvest. A Supervalu é a terceira maior varejista de alimentos nos EUA, só perdendo para o Wal-Mart e a Kroger Co.
A linha terá inicialmente cerca de 150 itens, incluindo leite, ovos, vegetais, massas e cereais. A rede pretende expandir a linha para incluir entre 250 e 300 itens. A empresa disse que os produtos da linha Harvest serão em média 15% mais baratos que as marcas de produtos orgânicos no mercado. A linha de produtos orgânicos deve começar a ser vendida nas lojas da rede a partir da próxima semana.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Wal-Mart quer aumentar uso de algodão orgânico

Segundo nota da Reuters, a rede Wal-Mart anunciou a compra de mais de 6 milhões de quilos de algodão de produtores que estão mudando seus métodos de cultivo para sistemas mais "orgânicos". A intenção da rede varejista é aumentar a oferta de algodão certificado no mercado. Por pressão dos consumidores, o Wal-Mart tem aumentado o número de produtos orgânicos em suas lojas. Mas é um processo longo e complexo, dado o tamanho da rede -- só nos EUA, são mais de 4.100 grandes lojas. Os produtores que participam do programa do Wal-Mart devem levar ainda três anos para poder chamar seu algodão de "orgânico" -- e poder vendê-lo a preços mais altos. Até lá, esses produtores são chamados "de transição".
A iniciativa do Wal-Mart faz parte da mega-campanha "Earth Month", lançada este mês pela rede varejista.