Informa Adriana Mattos, no Valor, que o Grupo Pão de Açúcar e a Nova Pontocom criaram um site com a marca Extra para concentrar as vendas online, com diferentes produtos da marca própria, inclusive alimentos. José Roberto Tambasco, vice-presidente de negócios de varejo do grupo, disse que a marca Extra foi escolhida porque "ela é muito democrática, pois atende a diversos tipos de consumidor".
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terça-feira, 2 de abril de 2013
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Pão de Açúcar lança "gôndolas virtuais"
Reporta Janaina Langsdorff, no Meio & Mensagem, que o Pão de Açúcar, o maior varejista do Brasil, testa a sua primeira vitrine virtual, no shopping Cidade Jardim, em São Paulo. A estratégia foi antecipada ao Meio & Mensagem em abril.
O projeto substitui as tradicionais gôndolas por painéis que reproduzem a imagem de 300 produtos, entre queijos, vinhos, frutas, legumes, café e pães que poderão ser adquiridos por meio de smartphones ou tablets. Para concretizar a compra, o consumidor deve baixar o aplicativo do Pão de Açúcar para o seu aparelho e escanear os códigos de barra bidimensionais (Qr Codes) presentes abaixo de cada produto exposto na prateleira virtual.
O projeto substitui as tradicionais gôndolas por painéis que reproduzem a imagem de 300 produtos, entre queijos, vinhos, frutas, legumes, café e pães que poderão ser adquiridos por meio de smartphones ou tablets. Para concretizar a compra, o consumidor deve baixar o aplicativo do Pão de Açúcar para o seu aparelho e escanear os códigos de barra bidimensionais (Qr Codes) presentes abaixo de cada produto exposto na prateleira virtual.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
Naouri, o novo dono do Pão de Açúcar
Reporta Ralphe Manzoni Jr, na IstoÉ DINHEIRO, que a partir de sexta-feira, dia 22, o empresário Jean-Charles Naouri deve assumir o comando da rede Pão de Açúcar, em uma mudança histórica no varejo brasileiro.
Se tudo ocorrer conforme o enredo previsto – e nada indica, até agora, que isso deva ser alterado – Naouri, ou seu representante legal, chegará às 9 horas, à sede do Grupo Pão de Açúcar, na avenida Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo. Nessa ocasião, Naouri será eleito o presidente do conselho da Wilkes, a holding que controla o Pão de Açúcar, no lugar de Diniz. Duas horas mais tarde, os conselheiros da Wilkes terão uma reunião, a primeira desde que a holding foi criada, em 2006. Logo após o almoço, às 14 horas, é a vez do conselho do Pão de Açúcar se reunir. O encontro nomeará três novos conselheiros – Eleazar de Carvalho Filho (ex-Unibanco, UBS e BNDES), Luiz Augusto de Castro Neves (ex-embaixador) e Roberto Lima (ex-Vivo e Credicard).
Com essa nova composição, o Casino passará a contar com oito conselheiros no board da rede varejista. Diniz ficará com três e manterá o cargo de presidente. Outros quatro serão independentes. Esse é o rito que marcará a transição de controle do Grupo Pão de Açúcar, a maior rede varejista brasileira, que fatura R$ 52,6 bilhões e emprega 149 mil pessoas. Há ainda outras formalidades a ser cumpridas. A principal delas é a venda, por Diniz, de um lote de um milhão de ações ordinárias do GPA, o equivalente a 2,4% do capital da Wilkes. O empresário brasileiro tem dois meses para concluir essa operação, mas deverá finalizá-la logo na semana seguinte à reunião do conselho do Pão de Açúcar.
Veja a reportagem completa da DINHEIRO aqui.
Se tudo ocorrer conforme o enredo previsto – e nada indica, até agora, que isso deva ser alterado – Naouri, ou seu representante legal, chegará às 9 horas, à sede do Grupo Pão de Açúcar, na avenida Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo. Nessa ocasião, Naouri será eleito o presidente do conselho da Wilkes, a holding que controla o Pão de Açúcar, no lugar de Diniz. Duas horas mais tarde, os conselheiros da Wilkes terão uma reunião, a primeira desde que a holding foi criada, em 2006. Logo após o almoço, às 14 horas, é a vez do conselho do Pão de Açúcar se reunir. O encontro nomeará três novos conselheiros – Eleazar de Carvalho Filho (ex-Unibanco, UBS e BNDES), Luiz Augusto de Castro Neves (ex-embaixador) e Roberto Lima (ex-Vivo e Credicard).
Com essa nova composição, o Casino passará a contar com oito conselheiros no board da rede varejista. Diniz ficará com três e manterá o cargo de presidente. Outros quatro serão independentes. Esse é o rito que marcará a transição de controle do Grupo Pão de Açúcar, a maior rede varejista brasileira, que fatura R$ 52,6 bilhões e emprega 149 mil pessoas. Há ainda outras formalidades a ser cumpridas. A principal delas é a venda, por Diniz, de um lote de um milhão de ações ordinárias do GPA, o equivalente a 2,4% do capital da Wilkes. O empresário brasileiro tem dois meses para concluir essa operação, mas deverá finalizá-la logo na semana seguinte à reunião do conselho do Pão de Açúcar.
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sexta-feira, 30 de março de 2012
Casino tira Abilio Diniz de seu Conselho de Administração
Reporta Adriana Mattos, no Valor, que devido a “conflitos em curso”, o Conselho de Administração da varejista francesa Casino decidiu não reconduzir o empresário Abilio Diniz para a função de conselheiro. A medida foi tomada hoje em reunião entre membros do órgão na sede da rede francesa hoje e não tem efeitos no Grupo Pão de Açúcar ou na Wilkes Participações, holding controladora do GPA.
Dos 15 conselheiros que estiveram na reunião hoje, 13 votaram pela não condução de Diniz e de Philippe Houzé, presidente da Galeria Lafayette. Os dois empresários tiveram desentendimentos recentes com o Casino, grupo comandado por Jean-Charles Naouri.
Dos 15 conselheiros que estiveram na reunião hoje, 13 votaram pela não condução de Diniz e de Philippe Houzé, presidente da Galeria Lafayette. Os dois empresários tiveram desentendimentos recentes com o Casino, grupo comandado por Jean-Charles Naouri.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Pão de Acúçar é escolhido o melhor varejo entre emergentes
Reporta Janaina Langsdorff, no Meio&Mensagem, que o Oracle World Retail Awards, uma das premiações mais renomadas do varejo mundial, acaba de eleger o Grupo Pão de Açúcar como a melhor empresa do setor com atuação em mercados emergentes. Anunciado nessa quarta-feira, 28, em Berlin, na Alemanha, o prêmio – que está em sua quinta edição - analisou também o desempenho de varejistas da Turquia, África do Sul e Emirados Árabes, principais concorrentes da rede brasileira na etapa final do julgamento.
Em cinco anos, o Grupo Pão de Açúcar triplicou seu faturamento, que passou de R$ 16 bilhões, em 2005, para R$ 44 bilhões, em 2010. Com ações listadas na Bovespa desde outubro de 1995 e na Bolsa de Nova York (ADR nível III) desde maio de 1997, a companhia somou vendas brutas de R$ 36.144,4 milhões em 2010, uma elevação de 37,9% em relação ao ano anterior.
Em cinco anos, o Grupo Pão de Açúcar triplicou seu faturamento, que passou de R$ 16 bilhões, em 2005, para R$ 44 bilhões, em 2010. Com ações listadas na Bovespa desde outubro de 1995 e na Bolsa de Nova York (ADR nível III) desde maio de 1997, a companhia somou vendas brutas de R$ 36.144,4 milhões em 2010, uma elevação de 37,9% em relação ao ano anterior.
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
Carrefour usa "Revolução das Mídias Sociais"
Segundo nota do Adnews, teve início a segunda edição do "Especial de Tecnologia Carrefour", com ofertas variadas de produtos deste segmento como TV's, computadores, monitores e tablets. A campanha tem duração de duas semanas nos mesmos moldes da ação já feita em março deste ano.
Para divulgá-la a F/Nazca escolheu como tema a "Revolução das Mídias Socias" e escolheu como protagonista da campanha o vlogueiro e VJ da MTV PC Siqueira. Figura famosa na internet, PC Siqueira mantém há quase um ano o videoblog Maspoxavida no You Tube, com quase 500 mil seguidores e cujos videos já atingiram mais de 70 milhões de views. Com este blog ele tem a segunda maior audiência do mundo no You Tube.
PC Siqueira estará em vídeo criado especialmente para ser veiculado no brand channel do Carrefour - youtube/carrefourbrasil, a partir do dia 2/08, em anuncios para revista, peças online e material de PDV. Ele também fará visitas as lojas do hipermercado em Interlagos e Osasco, onde participará de atividades com os clientes.
A campanha conta ainda com um filme para TV e será veiculada em jornal, PDV, mídia alternativa (TV em metrô), rádio e internet entre período 1º a 14/08. O regulamento da promoção pode ser consultado no site: www.grupocarrefour.com.br/especialdatecnologia.
Veja o vídeo:
Para divulgá-la a F/Nazca escolheu como tema a "Revolução das Mídias Socias" e escolheu como protagonista da campanha o vlogueiro e VJ da MTV PC Siqueira. Figura famosa na internet, PC Siqueira mantém há quase um ano o videoblog Maspoxavida no You Tube, com quase 500 mil seguidores e cujos videos já atingiram mais de 70 milhões de views. Com este blog ele tem a segunda maior audiência do mundo no You Tube.
PC Siqueira estará em vídeo criado especialmente para ser veiculado no brand channel do Carrefour - youtube/carrefourbrasil, a partir do dia 2/08, em anuncios para revista, peças online e material de PDV. Ele também fará visitas as lojas do hipermercado em Interlagos e Osasco, onde participará de atividades com os clientes.
A campanha conta ainda com um filme para TV e será veiculada em jornal, PDV, mídia alternativa (TV em metrô), rádio e internet entre período 1º a 14/08. O regulamento da promoção pode ser consultado no site: www.grupocarrefour.com.br/especialdatecnologia.
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
Walmart lança serviço de vídeo Vudu em seu portal
Reporta Sergio Damasceno, no Meio & Mensagem, que o Walmart lançou nesta terça-feira, 26, nos Estados Unidos, o Vudu, serviço de streaming de vídeo. A rede varejista adquiriu o Vudu em fevereiro do ano passado e, lentamente, desenvolveu o negócio. Assim como o Netflix, o Vudu está disponível em vários set-top boxes (como smart TV, Blu-Rays conectados, computadores, videogames etc.). São mais de 20 mil títulos, inclusive filmes que estão disponíveis para comercialização em DVD. O serviço já está disponível no portal principal da rede, o Walmart.com.
O modelo de negócios do Vudu é baseado em vídeo on demand, e não em assinatura. Os alugueis variam entre US$ 1 a US$ 5,99 e os filmes também estão disponíveis para compra a partir de US$ 4,99. Que é o mesmo modelo adotado pelo Vudu antes da venda para o Walmart.
O modelo de negócios do Vudu é baseado em vídeo on demand, e não em assinatura. Os alugueis variam entre US$ 1 a US$ 5,99 e os filmes também estão disponíveis para compra a partir de US$ 4,99. Que é o mesmo modelo adotado pelo Vudu antes da venda para o Walmart.
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
Caixas de auto-pagamento perdem espaço no varejo
É uma tendência digna de nota: dez anos após o lançamento dos caixas de pagamento totalmente automatizados em muitos supermercados dos EUA, algumas grandes redes estão reavaliando o uso dessa tecnologia.
A partir deste mês, a rede Albertsons vai começar a retirar as máquinas de auto-pagamento em todas as suas 217 lojas em sete estados. A Albertsons declarou que as máquinas de auto-pagamento não se encaixam mais na experiência de compras desejada pelos consumidores.
Quando a Albertsons instalou as máquinas de pagamento automatizado há quase uma década, a rede adotava uma tendência em alta no varejo, que apostava no autoatendimento como uma vantagem competitiva. Agora, a rede vai trocar as máquinas automáticas por equipamentos operados por funcionários, com mais pessoal nos horários de pico.
Já a rede Kroger, que está remodelando suas lojas, está considerando o estilo "europeu" de filas de caixas, com fila única para caixas expressos com vários funcionários. No mês passado, a Kroger retirou as filas de auto-pagamento na sua loja mais movimentada em Houston, em resposta ao desejo dos clientes que queriam pagar mais rapidamente com poucos itens no carrinho.
Segundo a empresa, a substituição não é um teste, mas parte do projeto de remodelação das lojas. Uma loja da Kroger em Dallas agora opera com filas do estilo europeu e caixas de autoatendimento. O porta-voz da empresa diz que lojas em construção vão combinar as opções que sejam mais práticas e rápidas para o consumidores.
A rede de mercearias Whole Foods Markets usa o sistema de fila única em vez de máquinas de auto-pagamento. Segundo a loja, esse sistema faz a fila andar mais rapidamente e os clientes não ficam esperando em filas lentas ou atrás de clientes que não saber usar as máquinas automáticas.
Segundo o porta-voz da Kroger, o sistema de fila única com vários caixas operados por funcionários é três vezes mais rápido que os caixas rápidos comuns. A empresa estima que o tempo de espera nas filas do sistema europeu é entre 5 e 20 segundos.
A hiper-competição no setor de mercearias e supermercados nos Estados Unidos está obrigando as redes a repensar cuidadosamente cada estratégia. Segundo Bob Young, diretor do grupo de administração de redes de varejo Weitzman Group, o foco principal é atendimento cortês e o toque pessoal nas compras.
Isso não quer dizer que as redes de varejos estejam abandonando modernas tecnologias de pagamento. A Kroger, que também é dona das redes QFC e Fred Meyer nos EUA, está testando máquinas de "escaneamento de túnel" em uma de suas lojas. Nesse sistema, o cliente coloca suas compras em uma esteira rolante e todos os itens são escaneados em movimento, em um túnel com sensores.
Já a rede Home Depot usa um sistema onde os funcionários usam 30.000 First Phones fechar as compras do cliente em qualquer ponto da loja. Esses aparelhos de mão não são vistos como um substituto para auto-pagamento. Mas a Home Depot investiu US$ 64 milhões para desenvolver essa alternativa para as compras rápidas dos clientes.
A partir deste mês, a rede Albertsons vai começar a retirar as máquinas de auto-pagamento em todas as suas 217 lojas em sete estados. A Albertsons declarou que as máquinas de auto-pagamento não se encaixam mais na experiência de compras desejada pelos consumidores.
Quando a Albertsons instalou as máquinas de pagamento automatizado há quase uma década, a rede adotava uma tendência em alta no varejo, que apostava no autoatendimento como uma vantagem competitiva. Agora, a rede vai trocar as máquinas automáticas por equipamentos operados por funcionários, com mais pessoal nos horários de pico.
Já a rede Kroger, que está remodelando suas lojas, está considerando o estilo "europeu" de filas de caixas, com fila única para caixas expressos com vários funcionários. No mês passado, a Kroger retirou as filas de auto-pagamento na sua loja mais movimentada em Houston, em resposta ao desejo dos clientes que queriam pagar mais rapidamente com poucos itens no carrinho.
Segundo a empresa, a substituição não é um teste, mas parte do projeto de remodelação das lojas. Uma loja da Kroger em Dallas agora opera com filas do estilo europeu e caixas de autoatendimento. O porta-voz da empresa diz que lojas em construção vão combinar as opções que sejam mais práticas e rápidas para o consumidores.
A rede de mercearias Whole Foods Markets usa o sistema de fila única em vez de máquinas de auto-pagamento. Segundo a loja, esse sistema faz a fila andar mais rapidamente e os clientes não ficam esperando em filas lentas ou atrás de clientes que não saber usar as máquinas automáticas.
Segundo o porta-voz da Kroger, o sistema de fila única com vários caixas operados por funcionários é três vezes mais rápido que os caixas rápidos comuns. A empresa estima que o tempo de espera nas filas do sistema europeu é entre 5 e 20 segundos.
A hiper-competição no setor de mercearias e supermercados nos Estados Unidos está obrigando as redes a repensar cuidadosamente cada estratégia. Segundo Bob Young, diretor do grupo de administração de redes de varejo Weitzman Group, o foco principal é atendimento cortês e o toque pessoal nas compras.
Isso não quer dizer que as redes de varejos estejam abandonando modernas tecnologias de pagamento. A Kroger, que também é dona das redes QFC e Fred Meyer nos EUA, está testando máquinas de "escaneamento de túnel" em uma de suas lojas. Nesse sistema, o cliente coloca suas compras em uma esteira rolante e todos os itens são escaneados em movimento, em um túnel com sensores.
Já a rede Home Depot usa um sistema onde os funcionários usam 30.000 First Phones fechar as compras do cliente em qualquer ponto da loja. Esses aparelhos de mão não são vistos como um substituto para auto-pagamento. Mas a Home Depot investiu US$ 64 milhões para desenvolver essa alternativa para as compras rápidas dos clientes.
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
Wal-Mart descarta aquisições no Brasil em 2011
Segundo a Folha.com, o Wal-Mart, maior varejista do mundo, descarta realizar aquisições no Brasil em 2011, e irá se concentrar no crescimento orgânico neste ano, afirmou o presidente da subsidiária brasileira da companhia, Marcos Samaha.
Ao ser questionado sobre se o Wal-Mart teria interesse nos ativos do Carrefour no Brasil, após o colapso da negociação do grupo francês com o Pão de Açúcar, Samaha disse que não comentaria especulações.
O executivo lembrou que o Wal-Mart prevê abrir 80 novas lojas no Brasil em 2011. Em seguida, porém, afirmou que compras no país no futuro poderão ser estudadas.
Ao ser questionado sobre se o Wal-Mart teria interesse nos ativos do Carrefour no Brasil, após o colapso da negociação do grupo francês com o Pão de Açúcar, Samaha disse que não comentaria especulações.
O executivo lembrou que o Wal-Mart prevê abrir 80 novas lojas no Brasil em 2011. Em seguida, porém, afirmou que compras no país no futuro poderão ser estudadas.
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terça-feira, 12 de julho de 2011
Após rejeição, Abilio pedirá ao Casino novo encontro sobre fusão
Reporta Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, que o empresário Abilio Diniz vai pedir ao presidente do Casino, Jean-Charles Naouri, que divide com ele o controle do Pão de Açúcar, que convoque novamente o conselho de administração do grupo francês para analisar a possibilidade de fusão da rede varejista com o Carrefour no Brasil.
O conselho do Casino rejeitou a proposta de Abilio nesta manhã.
Ainda assim, o empresário acredita que, num novo encontro, o comitê pode mudar de opinião se analisar novos estudos que mostrariam as vantagens da operação.
O conselho do Casino rejeitou a proposta de Abilio nesta manhã.
Ainda assim, o empresário acredita que, num novo encontro, o comitê pode mudar de opinião se analisar novos estudos que mostrariam as vantagens da operação.
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
Casino acusa Abilio Diniz e se opõe à fusão
Reporta Keila Guimarães, no Propmark, que é com hostilidade e acusações mútuas, trocadas publicamente, que as difíceis tratativas entre os sócios Grupo Pão de Açúcar (GPA) e Casino têm se desenrolado desde o dia 30 maio. Após tomar conhecimento de uma possível proposta de fusão entre a rede brasileira e o Carrefour do Brasil, seu principal concorrente no País, na França e nos outros oito países onde atua, o Casino acionou o Pão de Açúcar na Câmara Internacional do Comércio (ICC), numa clara demonstração de que a operação não está, definitivamente, nos seus planos.
O problema parece extrapolar o âmbito financeiro. O Casino tem visto a proposta de fusão como uma afronta ao contrato que firmou com o Pão de Açúcar, há seis anos. A rede francesa é sócia majoritária do Pão de Açúcar desde 2005, quando, afirma, pagou para assumir o controle acionário da companhia brasileira, previsto para ocorrer no ano que vem. Com a fusão apresentada, o acordo firmado não se concretizaria, possibilidade que parece ter enfurecido o Casino. Na última quinta- feira (28), a companhia solicitou com urgência que Abilio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Wilkes, holding que controla o GPA, convocasse imediatamente os membros do Conselho de Administração para discutir a proposta de fusão com o Carrefour.
O problema parece extrapolar o âmbito financeiro. O Casino tem visto a proposta de fusão como uma afronta ao contrato que firmou com o Pão de Açúcar, há seis anos. A rede francesa é sócia majoritária do Pão de Açúcar desde 2005, quando, afirma, pagou para assumir o controle acionário da companhia brasileira, previsto para ocorrer no ano que vem. Com a fusão apresentada, o acordo firmado não se concretizaria, possibilidade que parece ter enfurecido o Casino. Na última quinta- feira (28), a companhia solicitou com urgência que Abilio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Wilkes, holding que controla o GPA, convocasse imediatamente os membros do Conselho de Administração para discutir a proposta de fusão com o Carrefour.
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sexta-feira, 1 de julho de 2011
BNDES investe em varejista 61% francês
Segundo nota da Folha Online, o BNDES autorizou a injeção de R$ 3,9 bilhões numa operação de fusão que, se der certo, será majoritariamente francesa --do Carrefour e do Casino.
Os franceses terão, direta e indiretamente, 61% da empresa resultante da fusão entre o Pão de Açúcar e a unidade brasileira do Carrefour, se o projeto for aprovado pelo Casino, que resiste à oferta sob alegação de que não foi consultado.
Uma das justificativas do BNDESPar, braço de investimentos em empresas do banco estatal, para entrar no negócio é que o aporte ajudaria a fortalecer a presença internacional de um grupo brasileiro, o Pão de Açúcar.
No caso, a operação brasileira, chamada de NPA (Novo Pão de Açúcar), terá 11,7% do Carrefour mundial.
A proposta, feita pelo banco BTG Pactual, prevê a fusão do Pão de Açúcar/Casino com o Carrefour no Brasil.
O Casino é sócio do Pão de Açúcar desde 1999, quando entrou no capital da varejista brasileira para salvá-la da bancarrota. Em 2005, comprou o controle, que deveria assumir no próximo ano.
A Folha apurou que o BNDES exigiu que o poder de cada um dos sócios seja limitado a 15%, independente da quantidade de ações que ele possuir.
(gráfico: Editoria de Arte/Folhapress)
Os franceses terão, direta e indiretamente, 61% da empresa resultante da fusão entre o Pão de Açúcar e a unidade brasileira do Carrefour, se o projeto for aprovado pelo Casino, que resiste à oferta sob alegação de que não foi consultado.
Uma das justificativas do BNDESPar, braço de investimentos em empresas do banco estatal, para entrar no negócio é que o aporte ajudaria a fortalecer a presença internacional de um grupo brasileiro, o Pão de Açúcar.
No caso, a operação brasileira, chamada de NPA (Novo Pão de Açúcar), terá 11,7% do Carrefour mundial.
A proposta, feita pelo banco BTG Pactual, prevê a fusão do Pão de Açúcar/Casino com o Carrefour no Brasil.
O Casino é sócio do Pão de Açúcar desde 1999, quando entrou no capital da varejista brasileira para salvá-la da bancarrota. Em 2005, comprou o controle, que deveria assumir no próximo ano.
A Folha apurou que o BNDES exigiu que o poder de cada um dos sócios seja limitado a 15%, independente da quantidade de ações que ele possuir.
(gráfico: Editoria de Arte/Folhapress)
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Pão de Açúcar e Carrefour já preparam proposta ao Cade
Segundo Claudia Facchini, do iG, o Grupo Pão de Açúcar e o Carrefour já estão preparando uma proposta para levar ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que terá de aprovar a fusão das suas das duas maiores cadeias de supermercados e hipermercados do País.
O órgão antitruste já deu sinais de que será duro no julgamento de fusões desse porte ao impor, recentemente, fortes restrições à união da Sadia e Perdigão. O processo está em fase de julgamento no órgão antitruste.
“Estamos trabalhando uma proposta para o Cade”, disse Pércio de Souza, sócio da Estáter, escritório que desenhou e coordenou o acordo para a fusão do Grupo Pão de Açúcar e do Carrefour no Brasil.
O grande entrave para a aprovação da fusão está na região Sudeste, sobretudo no Estado de São Paulo, onde o Grupo Pão de Açúcar e o Carrefour praticamente controlam o varejo alimentar. O Grupo Pão de Açúcar possui 481 lojas no Sudeste, enquanto o Carrefour possui 548 filiais, segundo informações divulgadas hoje pela Estáter. O número representa mais da metade das lojas das duas varejistas em todo País.
As duas varejistas possuem uma presença bem menor em outras regiões, diferentemente do Walmart, que se fortaleceu no Nordeste e no Sul. No Sul, por exemplo, o Grupo Pão de Açúcar só possui quatro supermercados e dois hipermercados, enquanto o Carrefour possui 14 filiais. No Nordeste, o Grupo Pão de Açúcar possui 34 lojas e o Carrefour, 53.
O órgão antitruste já deu sinais de que será duro no julgamento de fusões desse porte ao impor, recentemente, fortes restrições à união da Sadia e Perdigão. O processo está em fase de julgamento no órgão antitruste.
“Estamos trabalhando uma proposta para o Cade”, disse Pércio de Souza, sócio da Estáter, escritório que desenhou e coordenou o acordo para a fusão do Grupo Pão de Açúcar e do Carrefour no Brasil.
O grande entrave para a aprovação da fusão está na região Sudeste, sobretudo no Estado de São Paulo, onde o Grupo Pão de Açúcar e o Carrefour praticamente controlam o varejo alimentar. O Grupo Pão de Açúcar possui 481 lojas no Sudeste, enquanto o Carrefour possui 548 filiais, segundo informações divulgadas hoje pela Estáter. O número representa mais da metade das lojas das duas varejistas em todo País.
As duas varejistas possuem uma presença bem menor em outras regiões, diferentemente do Walmart, que se fortaleceu no Nordeste e no Sul. No Sul, por exemplo, o Grupo Pão de Açúcar só possui quatro supermercados e dois hipermercados, enquanto o Carrefour possui 14 filiais. No Nordeste, o Grupo Pão de Açúcar possui 34 lojas e o Carrefour, 53.
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sexta-feira, 17 de junho de 2011
Grupo francês Casino aumenta participação no Pão de Açúcar
O grupo francês Casino anunciou nesta quinta-feira (16) que aumentou sua participação em ações preferenciais no Grupo Pão de Açúcar, de 3,3% para 37%, investindo US$ 363 milhões. “Esta operação mostra o compromisso contínuo do grupo com o Pão de Açúcar, assim como a posição do grupo em mercados de rápido crescimento”, informa o comunicado assinado pelo Casino, Guichard-Perrachon.
O aporte de investimento ocorre algumas semanas após o Casino entrar com pedido de arbitragem perante a Câmara de Comércio Internacional (ICC), em Paris, contra a família Diniz. A alegação era de que o Pão de Açúcar estaria negociando uma possível associação com o também francês Carrefour sem o aval do Casino. Na época, Abilio Diniz emitiu nota informando que não havia descumprido qualquer disposição dos acordos de acionistas da GPA, nem dos demais contratos celebrados entre os acionistas controladores, como o Casino.
A saia-justa entre o sócio francês e o grupo brasileiro aconteceu depois que a imprensa francesa divulgou que o Carrefour havia contratado um banco de investimentos para a possível negociação com o Grupo Pão de Açúcar. Em 2010, o Carrefour Brasil registrou uma fraude contábil estimada em 550 milhões de euros, originada por resultados inflados.
O aporte de investimento ocorre algumas semanas após o Casino entrar com pedido de arbitragem perante a Câmara de Comércio Internacional (ICC), em Paris, contra a família Diniz. A alegação era de que o Pão de Açúcar estaria negociando uma possível associação com o também francês Carrefour sem o aval do Casino. Na época, Abilio Diniz emitiu nota informando que não havia descumprido qualquer disposição dos acordos de acionistas da GPA, nem dos demais contratos celebrados entre os acionistas controladores, como o Casino.
A saia-justa entre o sócio francês e o grupo brasileiro aconteceu depois que a imprensa francesa divulgou que o Carrefour havia contratado um banco de investimentos para a possível negociação com o Grupo Pão de Açúcar. Em 2010, o Carrefour Brasil registrou uma fraude contábil estimada em 550 milhões de euros, originada por resultados inflados.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Cliente do Grupo Pão de Açúcar consulta a qualidade dos produtos pelo celular
O Grupo Pão de Açúcar expandiu seu programa de Qualidade Desde a Origem, desenvolvido para oferecer um alto padrão de qualidade das frutas, legumes e verduras nas lojas Extra, Pão de Açúcar, CompreBem e Sendas. Agora, pelo celular, o cliente pode consultar toda a cadeia de produção e distribuição dos itens que chegam às lojas.
Reconhecido pela ANVISA como o programa de rastreabilidade e controle de agrotóxico exemplo no varejo brasileiro, o Qualidade Desde a Origem, criado em 2008, evolui para a plataforma móvel, tornando-se mais acessível, principalmente na hora da compra, quando você está em movimento e com o celular no bolso. O mobile site tem como principal função apresentar o produto e sua origem na tela adaptada ao celular. Você pode realizar buscas através do código do produto (ou scannear o QR-Code da embalagem), e acessar pelo celular a página do alimento, com informações e foto do produto, detalhes e localização do fornecedor; além de utilizar o localizador de lojas.
Mensalmente, o Grupo Pão de Açúcar movimenta cerca de 28 milhões de quilos de frutas, legumes e verduras nos 6 Centros de Distribuição. Desses, 80% já está rastreado no primeiro ano de Qualidade desde a Origem. A meta é estar 100% rastreado até segundo semestre de 2011.
O site www.qualidadedesdeaorigem.com.br oferece ao consumidor a oportunidade de conhecer melhor o programa “Qualidade desde a Origem”, com todos os passos de sua implantação. Basta clicar no link “Programa”. Para ter acesso ao código de todos os produtos comercializados nas lojas do grupo, embalados ou a granel, é só clicar no link “Origem”. Lá, o consumidor seleciona estado, categoria, produto e tipo de produto (Exemplo: SP, Frutas, Pêra e Pêra Williams). O site está hospedado no portal da empresa, www.grupopaodeacucar.com.br, e pode ser acessado por meio dos links disponibilizados nos demais endereços da companhia (www.paodeacucar.com.br www.extra.com.br www.comprebem.com.br e www.sendas.com.br).
Reconhecido pela ANVISA como o programa de rastreabilidade e controle de agrotóxico exemplo no varejo brasileiro, o Qualidade Desde a Origem, criado em 2008, evolui para a plataforma móvel, tornando-se mais acessível, principalmente na hora da compra, quando você está em movimento e com o celular no bolso. O mobile site tem como principal função apresentar o produto e sua origem na tela adaptada ao celular. Você pode realizar buscas através do código do produto (ou scannear o QR-Code da embalagem), e acessar pelo celular a página do alimento, com informações e foto do produto, detalhes e localização do fornecedor; além de utilizar o localizador de lojas.
Mensalmente, o Grupo Pão de Açúcar movimenta cerca de 28 milhões de quilos de frutas, legumes e verduras nos 6 Centros de Distribuição. Desses, 80% já está rastreado no primeiro ano de Qualidade desde a Origem. A meta é estar 100% rastreado até segundo semestre de 2011.
O site www.qualidadedesdeaorigem.com.br oferece ao consumidor a oportunidade de conhecer melhor o programa “Qualidade desde a Origem”, com todos os passos de sua implantação. Basta clicar no link “Programa”. Para ter acesso ao código de todos os produtos comercializados nas lojas do grupo, embalados ou a granel, é só clicar no link “Origem”. Lá, o consumidor seleciona estado, categoria, produto e tipo de produto (Exemplo: SP, Frutas, Pêra e Pêra Williams). O site está hospedado no portal da empresa, www.grupopaodeacucar.com.br, e pode ser acessado por meio dos links disponibilizados nos demais endereços da companhia (www.paodeacucar.com.br www.extra.com.br www.comprebem.com.br e www.sendas.com.br).
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Grupo Casino se irrita com interesse do Pão de Açúcar pelo Carrefour
Reporta Eliane Sobral, na IstoÉ Dinheiro, que o mercado foi abalado pela notícia de que o Carrefour e o empresário Abilio Diniz teriam iniciado uma aproximação que poderia resultar na venda da operação brasileira da rede de supermercados francesa para o grupo Pão de Açúcar. Entre os pegos de surpresa pela informação estava Jean-Charles Naouri, CEO e principal acionista do varejista Casino, a segunda maior rede de super e hipermercados da França e concorrente ferrenho do Carrefour, líder europeu do setor.
A surpresa de Naouri se justifica. Desde 2005, sua empresa é sócia de Diniz no Pão de Açúcar. Seria de bom tom – ou pelo menos era de se esperar – que o parceiro brasileiro o informasse da aproximação. Naouri, no entanto, soube das conversas entre ambos pelos jornais. E não gostou nem um pouco do que leu. Na segunda-feira 23, despachou uma carta endereçada ao executivo Lars Olofsson, CEO do Carrefour, e outra para o sócio brasileiro. Elegante no tom e duro no conteúdo, Naouri lembrou aos dois destinatários que nada se vende e nada se compra no Brasil sem que ele dê a última palavra.
O que se seguiu ao episódio foi uma sucessão de informações desencontradas. O “Le Figaro”, diário de maior circulação na França, reproduziu a informação do “Journal du Dimanche”, acrescentando que Diniz e Olofsson haviam conversado. Na terça-feira 24, Olofsson não confirmou, mas também não negou a informação. Apenas mandou a diretora de comunicação do Carrefour Group, Florence Baranes Cohen, dizer à DINHEIRO que não faria qualquer comentário sobre o tema.
Leia o restante da reportagem aqui.
A surpresa de Naouri se justifica. Desde 2005, sua empresa é sócia de Diniz no Pão de Açúcar. Seria de bom tom – ou pelo menos era de se esperar – que o parceiro brasileiro o informasse da aproximação. Naouri, no entanto, soube das conversas entre ambos pelos jornais. E não gostou nem um pouco do que leu. Na segunda-feira 23, despachou uma carta endereçada ao executivo Lars Olofsson, CEO do Carrefour, e outra para o sócio brasileiro. Elegante no tom e duro no conteúdo, Naouri lembrou aos dois destinatários que nada se vende e nada se compra no Brasil sem que ele dê a última palavra.
O que se seguiu ao episódio foi uma sucessão de informações desencontradas. O “Le Figaro”, diário de maior circulação na França, reproduziu a informação do “Journal du Dimanche”, acrescentando que Diniz e Olofsson haviam conversado. Na terça-feira 24, Olofsson não confirmou, mas também não negou a informação. Apenas mandou a diretora de comunicação do Carrefour Group, Florence Baranes Cohen, dizer à DINHEIRO que não faria qualquer comentário sobre o tema.
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terça-feira, 24 de maio de 2011
Rede Brasil une 16 supermercados para enfrentar Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart
Reporta Érica Polo, na IstoÉ Dinheiro, quem março deste ano, o paulista Antonio Monte, presidente do supermercado Coop, fundado na década de 1950 por funcionários da Rhodia em Santo André, na região do ABC, em São Paulo, deixou a gravata de lado e voou para São Luís, no Maranhão. Monte, apesar do traje informal, não estava de férias. Ele viajara até o Nordeste para se encontrar com um grupo de executivos para uma das reuniões bimestrais da Rede Brasil, associação que reúne, desde 2004, 16 pequenas e médias empresas supermercadistas de 11 Estados e do Distrito Federal (clique na imagem para ver o mapa ampliado).
Pequenas e médias é força de expressão. No grupo, há redes que faturam mais de R$ 1 bilhão, como o supermercado Condor, do Paraná. Isoladamente, no entanto, esse porte é pouco para competir com potências como o Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart, todos com receita acima de R$ 20 bilhões. Mas juntos, o cenário é diferente. O grupo, cujo faturamento deve atingir R$ 13,5 bilhões em 2011, seria, caso fosse consolidado numa única empresa, o quarto maior do setor. “Ficamos mais fortes no mercado”, afirmou Monte, que também é o atual presidente da Rede Brasil.
Com a união de suas forças, os supermercados da Rede Brasil ganham musculatura para negociar com os fornecedores – afinal, o volume da compra é maior, aumentando seu poder de barganha. “A estratégia permite que a rede ofereça melhores preços aos consumidores”, diz Maurício Morgado, professor do Centro de Excelência em Varejo, da Fundação Getulio Vargas. “Dessa forma, eles têm mais chance de competir com as líderes.” Ao mesmo tempo, os associados estão investindo no desenvolvimento de marcas exclusivas. Fornecedores como a Raiola, por exemplo, estão produzindo itens para uma linha de conservas batizada de Zuppa.
Clique aqui para ler o restante da reportagem aqui.
Pequenas e médias é força de expressão. No grupo, há redes que faturam mais de R$ 1 bilhão, como o supermercado Condor, do Paraná. Isoladamente, no entanto, esse porte é pouco para competir com potências como o Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart, todos com receita acima de R$ 20 bilhões. Mas juntos, o cenário é diferente. O grupo, cujo faturamento deve atingir R$ 13,5 bilhões em 2011, seria, caso fosse consolidado numa única empresa, o quarto maior do setor. “Ficamos mais fortes no mercado”, afirmou Monte, que também é o atual presidente da Rede Brasil.
Com a união de suas forças, os supermercados da Rede Brasil ganham musculatura para negociar com os fornecedores – afinal, o volume da compra é maior, aumentando seu poder de barganha. “A estratégia permite que a rede ofereça melhores preços aos consumidores”, diz Maurício Morgado, professor do Centro de Excelência em Varejo, da Fundação Getulio Vargas. “Dessa forma, eles têm mais chance de competir com as líderes.” Ao mesmo tempo, os associados estão investindo no desenvolvimento de marcas exclusivas. Fornecedores como a Raiola, por exemplo, estão produzindo itens para uma linha de conservas batizada de Zuppa.
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
Carrefour avalia fusão com Pão de Açúcar
Segundo nota do Meio & Mensagem, os rumores sobre uma possível fusão entre Carrefour e Grupo Pão de Açúcar voltam a circular pelo mercado. A notícia ganhou as páginas da imprensa francesa ontem, domingo, 22, com a divulgação de que o Carrefour contratou o banco de investimentos Lazard para avaliar uma possível negociação com a companhia de Abilio Diniz, de acordo com informações do "Journal du Dimanche", publicadas pelo site do "Le Figaro" e reproduzidas no Brasil pelo jornal "Valor Econômico".
A negociação seria uma tentativa de resgatar a saúde financeira do Carrefour Brasil, que no ano passado registrou uma fraude contábil estimada em € 550 milhões, originada por resultados inflados. A filial brasileira somou uma receita de R$ 29 bilhões em 2010, superando a Espanha, o que a posicionou como a segunda maior operação do grupo francês no mundo, atrás somente da França. Já o Pão de Açúcar, fechou o ano com vendas de R$ 36,1 bilhões, incluindo as operações do Ponto Frio e Casas Bahia. Estima-se que juntas, as empresas teriam cerca de 30% das vendas totais do segmento de supermercados, que acumularam R$ 201,6 bilhões em 2010.
A negociação seria uma tentativa de resgatar a saúde financeira do Carrefour Brasil, que no ano passado registrou uma fraude contábil estimada em € 550 milhões, originada por resultados inflados. A filial brasileira somou uma receita de R$ 29 bilhões em 2010, superando a Espanha, o que a posicionou como a segunda maior operação do grupo francês no mundo, atrás somente da França. Já o Pão de Açúcar, fechou o ano com vendas de R$ 36,1 bilhões, incluindo as operações do Ponto Frio e Casas Bahia. Estima-se que juntas, as empresas teriam cerca de 30% das vendas totais do segmento de supermercados, que acumularam R$ 201,6 bilhões em 2010.
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