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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Cai lei que proíbe sacolas plásticas no varejo em São Paulo

Reporta Toni Sciarreta, na Folha.com, que o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter a suspensão da lei que proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio varejista da cidade de São Paulo.
Com a lei sancionada em maio pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD), as sacolinhas plásticas deveriam ser banidas do supermercados da cidade a partir de 1º de janeiro de 2012, tempo dado para os estabelecimentos comerciais adaptarem seus procedimentos de embalagem.
A decisão de suspender a lei foi do desembargador Luiz Pantaleão, que atendeu ainda em junho ao pedido de liminar feito pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico. O argumento é que, além de ineficaz, a lei contraria o direito do consumidor de levar os produtos comprados no comércio.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ecológica, juta mira mercado de saco plástico

Reportam Toni Sciarretta e Jorge Araújo, na Folha.com, que os produtores de juta, fibra natural usada em sacos de cereais, querem se tornar o principal fornecedor de "ecobags" para suprir o vácuo das sacolinhas plásticas, que estão com os dias contados no país. São Paulo banirá os plásticos em janeiro.
Para isso, a indústria têxtil de juta da Amazônia veste uma roupagem ecológica e socialmente engajada --compra matéria-prima de 15 mil famílias ribeirinhas do Amazonas e do Pará.
Segundo os produtores, a juta é o único material totalmente biodegradável --que não depende de compostagem para decomposição como os plásticos biodegradáveis vendidos no comércio.
Com base nisso, a juta da Índia e de Bangladesh conquistaram o "ecomercado" dos EUA e da Europa.
No Brasil, os produtores apresentaram ao governo um projeto de financiamento de R$ 13,6 milhões para melhorar a genética das sementes e facilitar a agricultura familiar --a ideia é produzir uma juta mais leve, sedosa e resistente às pragas e ao clima.
Veja o restante da reportagem aqui.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Cliente do Grupo Pão de Açúcar consulta a qualidade dos produtos pelo celular

O Grupo Pão de Açúcar expandiu seu programa de Qualidade Desde a Origem, desenvolvido para oferecer um alto padrão de qualidade das frutas, legumes e verduras nas lojas Extra, Pão de Açúcar, CompreBem e Sendas. Agora, pelo celular, o cliente pode consultar toda a cadeia de produção e distribuição dos itens que chegam às lojas.
Reconhecido pela ANVISA como o programa de rastreabilidade e controle de agrotóxico exemplo no varejo brasileiro, o Qualidade Desde a Origem, criado em 2008, evolui para a plataforma móvel, tornando-se mais acessível, principalmente na hora da compra, quando você está em movimento e com o celular no bolso. O mobile site tem como principal função apresentar o produto e sua origem na tela adaptada ao celular. Você pode realizar buscas através do código do produto (ou scannear o QR-Code da embalagem), e acessar pelo celular a página do alimento, com informações e foto do produto, detalhes e localização do fornecedor; além de utilizar o localizador de lojas.
Mensalmente, o Grupo Pão de Açúcar movimenta cerca de 28 milhões de quilos de frutas, legumes e verduras nos 6 Centros de Distribuição. Desses, 80% já está rastreado no primeiro ano de Qualidade desde a Origem. A meta é estar 100% rastreado até segundo semestre de 2011.
O site www.qualidadedesdeaorigem.com.br oferece ao consumidor a oportunidade de conhecer melhor o programa “Qualidade desde a Origem”, com todos os passos de sua implantação. Basta clicar no link “Programa”. Para ter acesso ao código de todos os produtos comercializados nas lojas do grupo, embalados ou a granel, é só clicar no link “Origem”. Lá, o consumidor seleciona estado, categoria, produto e tipo de produto (Exemplo: SP, Frutas, Pêra e Pêra Williams). O site está hospedado no portal da empresa, www.grupopaodeacucar.com.br, e pode ser acessado por meio dos links disponibilizados nos demais endereços da companhia (www.paodeacucar.com.br  www.extra.com.br  www.comprebem.com.br  e www.sendas.com.br).

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Tendências e tecnologias no varejo em 2011

Para a maioria das agências de pesquisas e analistas das principais publicações especializadas, 2010 marcou a consolidação das tecnologias digitais no varejo. Em vários aspectos, o ano foi um divisor de águas no uso de tecnologias pelo comércio. Dentro desse cenário muito vigoroso, podemos destacar algumas tendências importantes para 2011:
A explosão do comércio por celular. O m-commerce, o comércio móvel, ganhou imenso destaque em 2010. Os usuários estão trocando seus celulares antigos por smartphones em ritmo acelerado, e os novos aparelhos permitem uma grande variedade de funções voltadas para as compras. Localização de lojas, comparação de preços, catálogos virtuais, promoções personalizadas e cupons de descontos são alguns dos atrativos para o comércio via celular. Aparelhos cada vez mais sofisticados e potentes estimulam a criação de aplicativos ("apps") específicos para o varejo, cada vez mais criativos e úteis. Centenas de empresas e desenvolvedores independentes apostam nesse filão, lançando programas novos a cada semana.
O comércio eletrônico se tornou parte essencial do varejo. O e-commerce existe desde o começo da internet comercial, em meados dos anos 1990. Passou por muitos percalços, crises, bolhas financeiras, equívocos. Mas o processo evolutivo avançou, e ao longo da primeira década do século XXI o varejo online colecionou mais sucessos do que fracassos. O e-commerce começou a ter vida própria, com soluções próprias para lucrar independentemente das crises e problemas das lojas físicas. Se na virada do século as vendas online representavam uma fração mínima do varejo, em 2010 o e-commerce exibe resultados respeitáveis, chegando a 15% das vendas mundiais do setor. Em 2011, essa tendência deve se fortalecer, com previsões generosas de crescimento, bem acima do varejo tradicional.
Sustentabilidade como norma. As grandes redes de varejo expandiram seus programas de sustentabilidade e responsabilidade sócio-ambiental, conscientes da percepção dos consumidores  sobre essas questões. Pão de Açúcar, Wal-Mart, Carrefour e outras redes lançaram grandes campanhas de sustentabilidade, destacando a reciclagem, a redução das emissões de carbono, o uso racional de recursos, a preferência por fornecedores social e ambientalmente responsáveis. Essa linha de ação deverá ser intensificada em 2011, como um diferencial essencial da imagem das empresas, em um ambiente econômico onde as margens de lucro estão muito estreitas. Podemos esperar mais campanhas destacando produtores locais, cultivo orgânico e carne produzida sem aditivos.
Automatização das compras. Apesar de alguns tropeços, as tecnologias desenvolvidas para facilitar as compras em lojas devem avançar em 2011. Carrinhos de supermercado com computadores embutidos, caixas que registram as mercadorias automaticamente, telas nos corredores e gôndolas para auxiliar as decisões dos consumidores são algumas das tecnologias com maior chance de crescimento este ano e no futuro próximo. Os sistemas de pagamento biométrico (baseados na leitura de impressão digital, palma da mão ou íris) ainda sofrem com alguma resistência dos compradores, mas também devem ter avanços este ano. Sistemas que não sejam percebidos como invasivos pelo consumidor terão mais chances de serem adotados em larga escala.
Etiquetas inteligentes. Tanto nos estoques como nos corredores das lojas, as tecnologias pós-códigos de barra estão avançando. As etiquetas com microtransmissores de rádio (RFIDs) são as mais promissoras, mas seu crescimento ainda é bem aquém do previsto no começo da década passada -- apesar de grandes apoiadores, como a rede Wal-Mart. Entre as queixas apontadas pelos usuários estão a grande variedade de padrões proprietários que não conversam entre si e problemas de conexão entre as etiquetas e os equipamentos de leitura. Acima de tudo, o preço por etiqueta continua alto. Se o preço individual das etiquetas cair dramaticamente nos próximos meses, isso poderá causar uma grande transformação nas operações do varejo.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Walmart lança o E-Solidário

Reporta Karan Novas, no Propaganda & Marketing, que a rede Walmart anunciou uma novidade que une a evolução de sua ferramenta de e-commerce, lançada em outubro de 2008, com a ampliação de seus esforços ligados à sustentabilidade e ecologia, que inspirou a fundação do Instituto Walmart em 2005 e que este ano deve receber investimentos de aproximadamente R$ 8,5 milhões.
Em parceria com a Solidarium, empresa social que tem como objetivo promover o acesso ao mercado para micro e pequenos produtores brasileiros, a rede coloca no ar o E-Solidário, espaço que comercializará produtos criados e produzidos por entidades formadas por profissionais de comunidades de baixa renda em todo o Brasil.
Para Flávio Dias, diretor do e-commerce do Walmart Brasil, a parceria é interessante por permitir que a empresa atinja novos clientes e mercados, de um perfil econômico distinto dos consumidores das lojas físicas, além de abranger todo o País e facilitar a logística para produtos tão particulares. “É difícil a distribuição e estoque de itens com produção limitada. Pelo e-commerce podemos atender a demanda no Brasil inteiro de forma mais eficiente”, explica.
O E-Solidário está inserido na loja virtual do Walmart, como uma seção específica, e pode ser acessado por links na home da empresa. Já estão disponíveis produtos de diferentes fins e preços, como um bloco de ramy e bambu, de R$ 9,90; e uma cesta grande em fibra de Taboa trançada, também produzida manualmente, por R$ 199,00.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Acordo histórico une ecologistas, redes de varejo e ambientalistas

Reporta Rosenildo Gomes Ferreira, na IstoÉ Dinheiro, que os diretores do JBS, Marfrig e Minerva, os maiores frigoríficos brasileiros, e representantes da Associação Brasileira dos Supermercados (Abras) e do Greenpeace assinaram o pacto pelo "desmatamento zero" na Amazônia.
Um compromisso que, caso seja cumprido integralmente, deverá colocar não só a pecuária como o próprio País em um novo patamar global em matéria de sustentabilidade. O acordo prevê por exemplo que, em um prazo de seis meses, o JBSFriboi, o Marfrig e o Minerva elaborem um cadastro dos fornecedores de boi para abate. Com isso, os frigoríficos poderão garantir que a matéria-prima provém de fazendas comprometidas com as causas ambientais e sociais.
A pecuária responde por 80% dessa conta. O acordo foi assinado em um momento em que o setor se lança em um processo de consolidação internacional. Recentemente, a goiana JBS-Friboi assumiu o controle da paulista Bertin e da americana Pilgrim's Pride. Como resultado, se tornou o maior frigorífico do mundo. Pratini de Moraes, presidente do conselho estratégico do JBS-Friboi, reconhece o caráter histórico da iniciativa.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Rede Tesco usa software para reduzir emissões de carbono

Informa o RIS News, que a rede varejista Tesco está usando o programa CA ecoSoftware para ajudar a gerenciar as emissões de carbono em suas operações. A Tesco emprega 468.000 funcionários em mais de 4.000 lojas em 14 países. A empresa está usando o software para reduzir emissões, controlar o consumo de energia e se tornar mais sustentável. O software também é usado nas estratégias amplas de sustentabilidade da empresa, unificando iniciativas que antes eram descentralizadas.
A rede tem um programa que pretende reduzir suas emissões totais de carbono em 50% até 2020, e reduzir pela metade as emissões no transporte de mercadorias até 2012. A empresa já conseguiu reduzir pela metade as emissões de suas lojas no Reino Unido, e está conseguindo zerar o envio de resíduos para aterros sanitários naquele país.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

600 mil sacolas plásticas a menos no RS

Segundo nota do portal da Associação Paulista de Supermercados, em apenas um mês de funcionamento do projeto “Cliente Consciente Merece Desconto” no Rio Grande do Sul, a rede de hipermercados Big – uma das bandeiras do grupo Wal-Mart – reduziu em 600 mil o número de sacolas plásticas solicitadas pelos clientes para embalar compras, o que significa R$ 18 mil em descontos concedidos no check-out das lojas. O programa concede desconto nas compras dos clientes que não utilizarem embalagens plásticas. Lançado também em Santa Catarina e no Paraná, o programa em todo o Sul alcançou, no período, a diminuição de um milhão de sacolas plásticas, e uma economia nas compras, para os clientes, de R$ 31 mil. No Nordeste, onde a ação existe desde o final do ano passado, o desconto já chegou a R$ 113 mil e a redução de uso de sacolas a 3,5 milhões de unidades. O objetivo da empresa é reduzir em 50% o uso de sacolas plásticas em suas lojas até 2013 e incentivar o uso de sacolas retornáveis.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Wal-Mart amplia mix de itens sustentáveis no Brasil

Segundo nota do Valor Econômico, o Wal-Mart Brasil anunciou que vai comercializar cerca de 300 produtos relacionados com sustentabilidade durante o mês de junho. A iniciativa é resultado de negociações com 50 dos principais fornecedores da rede, que renderam acordos para venda desses itens a preços próximos dos praticados nos produtos tradicionais.
A campanha está sendo realizada simultaneamente em todos os países onde a gigante varejista atua. No Brasil, a empresa espera que os produtos sustentáveis ocupem cada vez mais espaço nas gôndolas. Já há, inclusive, itens de marca própria com esse apelo. Exemplo disso é o sabão em barra Top Max, feito a partir do óleo de cozinha que os consumidores doaram após a utilização.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Wal-Mart inaugura segunda loja sustentável no Brasil

Segundo nota do Supermercado Moderno, a gestão de água e de resíduos sólidos e utilização de materiais reciclados são alguns dos 60 pontos sustentáveis do novo SuperCenter, bandeira de hipermercados do Wal-Mart, em São Paulo. Com 6.500 m² de área de vendas e 31 checkouts, a loja deve consumir menos 25% de energia e menos 40% de água do que as unidades convencionais. A filial fica no Morumbi, zona sul da cidade, e será inaugurada na próxima segunda-feira, dia 27. Ela será a segunda loja eco-eficiente da gigante norte-americana no Brasil. A primeira foi inaugurada ano passado, no bairro de Campinho, zona oeste do Rio de Janeiro. Sem contar com esta inauguração, a rede possui 345 lojas e alcançou quase R$ 17 bilhões em 2008, segundo o 38º Relatório Anual de Supermercado Moderno.

sábado, 4 de abril de 2009

50 empresas do bem

A revista ISTOÉ Dinheiro desta semana traz uma reportagem especial sobre 50 grandes empresas que atuam no Brasil e que mantêm programas regulares de preservação ambiental, sustentabilidade e ações sociais. As empresas abordadas são: Agrale, Alcoa, Ampla Energia, Avon, Banco do Brasil, Banco Real, Baxter, BM&FBovespa, Bradesco, Braskem, CEF, Citibank, Claro, Coca-Cola, CPFL, CTEEP, Dedic, Dell, Emplavi, Essencis Manufatura Reversa, Furnas, GE, GM, Henkel, Itaipu, Itaú, Itautec, Iveco, Jari Celulose, Kimberly-Clark, Lafarge, Leo Madeiras, Lepri Cerâmica, Marriott, Nestlé, Odebrecht, Pão de Açúcar, Pepsico, Petrobras, Posigraf, Química Amparo, Rossi Construção, Sanepar, Santander, Sun Microsystems, TIM, Vale, Verdi Construção, Vitopel e Volkswagen Caminhões.
A rede de supermercados Pão de Açúcar aparece como destaque entre as empresas de varejo. Segundo a reportagem, em junho de 2008, o Pão de Açúcar inaugurou sua primeira loja verde em Indaiatuba (SP). Com um investimento de R$ 7,5 milhões, a unidade registrou redução no consumo de recursos como energia elétrica e água nos primeiros três meses de funcionamento. No período, o percentual de energia elétrica economizado chega a 13%, na comparação com o valor pago ao mercado cativo em outra unidade Pão de Açúcar com tamanho e formato semelhantes. Já a economia de água atinge a taxa de 14%, graças ao reaproveitamento do líquido em atividades como tratamento dos jardins.

quarta-feira, 4 de março de 2009

eBay cria guia para compras sustentáveis


O site de leilões online eBay criou um guia para comprar (e vender) produtos de modo ecológico e sustentável. Segundo o guia, o comprador deve seguir algumas diretrizes simples na hora de comprar produtos pela internet -- deve procurar itens de segunda mão (ou "vintage", como se diz no mundo da moda), produtos produzidos de modo sustentável (feitos com materiais orgânicos, reciclados ou feitos com recursos renováveis) e produtos que economizem recursos (aparelhos que funcionam com energia solar ou do vento, por exemplo)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Starbucks inaugura torrefação "verde" nos EUA

Segundo nota da Forbes.com, a rede de cafés Starbucks anunciou a abertura de uma planta de torrefação "verde" no estado da Carolina do Sul nos EUA. A nova unidade tem 100 funcionários e vai fornecer café para as lojas da rede no sudeste do país.
Segundo a empresa, a planta recebeu um certificado de responsabilidade ambiental (LEED), concedido pelo U.S. Green Building Council. O certificado é dado para projetos usam elementos de design ecológico, que reduzam consumo de energia e emissão de resíduos. A unidade foi construída com 20% de materiais de construção reciclados e mais de 75% dos resíduos da produção serão reciclados. Parte da energia usada na planta será fornecida por turbinas de vento.
A Starbucks espera obter a certificação LEED para todas as novas lojas da rede até o final de 2010.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Tesco investe em lojas "eco-friendly"



A rede inglesa de mercados Tesco mostra suas iniciativas para reduzir o consumo de energia e de produtos nocivos ao ambiente em suas lojas.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

LEDs podem se tornar tão baratos quanto lâmpadas comuns


Reporta Colin Barras, na New Scientist, que uma equipe de cientistas da University of Cambridge está desenvolvendo um método de produção que vai baratear o custo dos LEDs nos próximos anos. É uma ótima notícia: a iluminação com LEDs consome muito menos energia elétrica que as lâmpadas incandescentes e não usa elementos tóxicos como o mercúrio presente nas fluorecentes. Além disso, os LEDs têm uma vida útil muito mais longa -- 10 vezes mais que as fluorescentes e até 1000 vezes mais que as lâmpadas incandescentes comuns.
A equipe de Cambridge está testando o uso de nitrito de gálio-alumínio na produção, que permitirá a fabricação em massa por um preço muito menor. Segundo os cientistas, uma placa de 15 centímetros poderá conter 150.000 LEDs por apenas US$ 15.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Maior edifício comercial do mundo se torna "verde"

Reporta Hank Green, no EcoGeek, que em 2008 o gigantesco Chicago Merchandise Mart passou por uma mudança total. Inaugurado em 1930, o famoso Merch Mart tem mais de 370.000 metros quadrados e é o local de trabalho de mais de 20.000 pessoas. Tem até seu próprio código postal. Na época de sua construção, foi o maior edifício do mundo.
Agora, o Merch ganhou uma nova referência no livro Guinness de recordes: é o maior prédio ecológico do mundo. Uma grande reforma tornou o mercado mais eficiente e sustentável.
O Merch hoje usa 35% menos água e 10% menos energia do que antes da reforma. Foram várias mudanças:
* Quase 4.000 janelas substituídas.
* Substituição de toda a parte hidráulica para corrigir vazamentos.
* Conserto de todo o sistema de ar-condicionado.
* Cada unidade comercial tem agora seu próprio relógio de energia, para cobrança separada.
* Lâmpadas comuns foram trocadas por modelos econômicos.
* Um sistema de reciclagem de lâmpadas usadas foi instalado no porão.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Rede Patagonia inaugura centro 'verde' nos EUA



A rede de lojas de calçados norte-americana Patagonia inaugurou um grande centro de distribuição na cidade de Reno (Nevada). A construção é uma das primeiras a receber a certificação do Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), um órgão que busca estabelecer padrões de sustentabilidade ambiental em construções comerciais nos EUA.

Loja experimental do Wal-Mart



O vídeo mostra um protótipo experimental de uma loja do Wal-Mart em McKinney, próximo a Dallas (Texas). Lançada em 2005, a loja usa geradores de energia solar e eólica, biodiesel a partir de óleo de cozinha usado, iluminação interna com LEDs de baixo consumo, paisagismo especial que dispensa irrigação e várias outras inovações.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Brasil e Índia lideram lista de "consumo verde"

Segundo nota da Folha de S. Paulo, Brasileiros e indianos estão no topo de uma lista de consumidores que mais respeitam o ambiente. Eles marcaram 60 pontos no Greendex -"índice verde" elaborado pela National Geographic Society. Os norte-americanos, lanterninhas, ficaram com 44,9 pontos. O estudo analisou o comportamento de mil consumidores em 14 países e levou em conta informações sobre habitação, energia, bens de consumo e transporte (www.nationalgeographic.com/greendex).

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Bioplásticos podem ter alto custo para o meio ambiente

Reporta Bernice Hurst, no Retail Wire, que além do balde de água fria relacionado com os biocombustíveis, agora os plásticos feitos a partir de plantas também estão sob ataque. Estudos indicam que os plásticos feitos a partir do milho e outras plantas (de onde é extraído o ácido poliláctico, ou PLA) podem aumentar as emissões de gases do efeito-estufa em aterros sanitários ou lixões. Alguns tipos de bioplásticos exigem altas temperaturas para se decomporem, o que pode aumentar o problema do aquecimento. E, como no caso dos biocombustíveis, a produção de bioplástico está sendo criticada pelo uso de colheitas que deveriam ser usadas como alimentos.
O alerta é uma má notícia para grandes redes de varejo como Wal-Mart, McDonald's, Del Monte e Marks & Spencer, que adotaram embalagens de PLA e anunciam a medida em suas campanhas de marketing. Uma percepção negativa dos consumidores em relação às embalagens de bioplástico pode custar muito para essas empresas.