Reporta Érica de Fraga, na Folha de S. Paulo, que a indústria de embalagens já sente o impacto do fim da distribuição das sacolas plásticas pelos supermercados do Estado de São Paulo a partir do próximo dia 25: as encomendas despencaram.
"O varejo já cortou pedidos, e isso começa a gerar demissões e cortes de gastos pelas empresas do setor", diz Miguel Bahiense, presidente do Instituto Socioambiental dos Plásticos, entidade que representa a indústria.
Segundo um empresário que pediu para não ter o nome revelado, "a maioria dos clientes de São Paulo não renovou os pedidos".
Bahiense diz que ainda não é possível estimar o prejuízo inicial do acordo firmado entre o governo de São Paulo e a entidade que representa os supermercados para o banimento das sacolas.
A partir de quarta-feira (25), as sacolinhas plásticas deixarão de ser distribuídas gratuitamente em São Paulo. Quem não quiser sair do estabelecimento com as coisas na mão terá de levar a sua própria ecobag ou carrinho de feira.
Na melhor das hipóteses, o consumidor vai ganhar do supermercado uma caixa de papelão usada (há risco de contaminação) ou, novidade, terá de comprar uma sacolinha biodegradável por R$ 0,19 --alvo das mais ferozes críticas e resistências, respondidas pelos supermercado por um simples "não compre e leve sua ecobag".
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Americanos querem punição para empresas falsamente "verdes"
Reporta Bart King, na Reuters, que os consumidores norte-americanos ainda são frequentemente enganados por lojas e marcas que são pretensamente ecológicas, mas que mentem em suas afirmações de sustentabilidade ambiental.
Um estudo recente da firma Cone, o "2011 Cone Green Gap Trend Tracker", diz que ao mesmo tempo os consumidores querem que essas empresas sejam punidas pelas alegações falsas. Cerca de 71% dos consumidores disseram que deixariam de comprar o produto se souberem que a empresa falsificou dados ecológicos, e mais de um terço (37%) boicotaria permanentemente todos os produtos de uma marca.
A quase totalidade dos entrevistados (97%, comparado com 90% em 2008) disse saber o significado dos rótulos "verde" e "ambientalmente responsável", e reconhecessem que as interpretações podem ser dúvidas. Mais de 40% acreditam erroneamente que esses termos significam que um produto tem impacto posiitivo sobre o meio ambiente. Apenas 29% entendem que esses termos querem dizer que os produtos têm impacto ambiental menor que as versões anteriores ou produtos concorrentes.
Um estudo recente da firma Cone, o "2011 Cone Green Gap Trend Tracker", diz que ao mesmo tempo os consumidores querem que essas empresas sejam punidas pelas alegações falsas. Cerca de 71% dos consumidores disseram que deixariam de comprar o produto se souberem que a empresa falsificou dados ecológicos, e mais de um terço (37%) boicotaria permanentemente todos os produtos de uma marca.
A quase totalidade dos entrevistados (97%, comparado com 90% em 2008) disse saber o significado dos rótulos "verde" e "ambientalmente responsável", e reconhecessem que as interpretações podem ser dúvidas. Mais de 40% acreditam erroneamente que esses termos significam que um produto tem impacto posiitivo sobre o meio ambiente. Apenas 29% entendem que esses termos querem dizer que os produtos têm impacto ambiental menor que as versões anteriores ou produtos concorrentes.
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Supermercados versus sacolas plásticas, 2o round
Segundo nota do site da Associação Brasileira de Supermercados, apesar da moda sustentável das bolsas retornáveis, que aparecem em diversas cores e modelos, as sacolas plásticas ainda são distribuídas em supermercados. Por não serem tão resistentes, às vezes, duas são necessárias para suportar o peso das compras e esse artigo produto do petróleo, altamente poluente, é acumulado e jogado depois no meio ambiente.
Por isso, já há movimentações para reduzir o poder de poluição das sacolas plásticas, retirando-as gradativamente do mercado. Foi assim com a campanha Saco é um Saco do Ministério do Meio Ambiente, que já recolheu mais de 600 milhões de sacolas. A nova ofensiva é parte das metas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que pretende diminuir o uso de sacolas plásticas em até 40% nos próximos cinco anos, dos quais 30% devem ser reduzidos em três anos.
A redução no consumo de sacolas foi de 2,9 bilhões de 2007 (17,9 bi) a 2009 (15 bi) e a previsão é de que atinja os 14 bilhões neste ano. O projeto está ligado ao Plano Abras de Ação Sustentável, que segue as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
A criação de um manual de condutas para o setor e a redução de gases causadores do efeito estufa também estão entre os objetivos do plano. Em documento público, a Abras defende a criação de uma lei federal que regulamente a distribuição de sacolas plásticas, o fim da entrega de sacolas de forma gratuita nos supermercados, melhorias no sistema de coleta seletiva e aumento de ações de conscientização dos consumidores.
Plano B
A população apoiaria alternativas aos sacos plásticos, segundo pesquisa do Ministério do Meio Ambiente com 1.100 pessoas entre 16 e 70 anos que vivem em 11 capitais brasileiras. O estudo Aqui e Agora, realizado com o apoio da rede Walmart, tem como intuito verificar os hábitos de consumo e em relação ao meio ambiente / sustentabilidade da população brasileira. Em supermercados, a avaliação constatou que 69% dos entrevistados trocariam as sacolas plásticas por outras formas de carregar suas compras, como sacolas retornáveis, carrinhos e caixas de papelão.
Por isso, já há movimentações para reduzir o poder de poluição das sacolas plásticas, retirando-as gradativamente do mercado. Foi assim com a campanha Saco é um Saco do Ministério do Meio Ambiente, que já recolheu mais de 600 milhões de sacolas. A nova ofensiva é parte das metas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que pretende diminuir o uso de sacolas plásticas em até 40% nos próximos cinco anos, dos quais 30% devem ser reduzidos em três anos.
A redução no consumo de sacolas foi de 2,9 bilhões de 2007 (17,9 bi) a 2009 (15 bi) e a previsão é de que atinja os 14 bilhões neste ano. O projeto está ligado ao Plano Abras de Ação Sustentável, que segue as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
A criação de um manual de condutas para o setor e a redução de gases causadores do efeito estufa também estão entre os objetivos do plano. Em documento público, a Abras defende a criação de uma lei federal que regulamente a distribuição de sacolas plásticas, o fim da entrega de sacolas de forma gratuita nos supermercados, melhorias no sistema de coleta seletiva e aumento de ações de conscientização dos consumidores.
Plano B
A população apoiaria alternativas aos sacos plásticos, segundo pesquisa do Ministério do Meio Ambiente com 1.100 pessoas entre 16 e 70 anos que vivem em 11 capitais brasileiras. O estudo Aqui e Agora, realizado com o apoio da rede Walmart, tem como intuito verificar os hábitos de consumo e em relação ao meio ambiente / sustentabilidade da população brasileira. Em supermercados, a avaliação constatou que 69% dos entrevistados trocariam as sacolas plásticas por outras formas de carregar suas compras, como sacolas retornáveis, carrinhos e caixas de papelão.
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
Mercado do EUA vê explosão de produtos verdes
Segundo nota do site Packaging Digest, o chamado "green marketing" está em plena expansão nos Estados Unidos. De acordo com dados da Datamonitor, só em 2009 foram lançados 458 novos produtos que se dizem sustentáveis, ambientalmente responsáveis ou "eco-amigáveis". Se esse ritmo se manter, até o final do ano serão lançados 3 vezes mais produtos verdes do que em 2008.
E a boa notícia é que esses produtos têm maior apelo com os consumidores, e vendem bem mesmo em tempos de recessão. Um fator importante é que esses produtos, antes muito mais caros que as versões convencionais, estão se tornando mais acessíveis. Em parte isso se deve a ação de empresas como o Wal-Mart, que investem em marcas próprias nessa categoria. E os consumidores compram produtos verdes mesmo quando eles são mais caros: uma pesquisa da Nielsen indica que a venda de produtos orgânicos cresceu 5.6% em 12 meses, e as vendas das lojas de alimentos naturais cresceram 10,9%, atingindo US$ 4,2 bilhões em 2008.
E a boa notícia é que esses produtos têm maior apelo com os consumidores, e vendem bem mesmo em tempos de recessão. Um fator importante é que esses produtos, antes muito mais caros que as versões convencionais, estão se tornando mais acessíveis. Em parte isso se deve a ação de empresas como o Wal-Mart, que investem em marcas próprias nessa categoria. E os consumidores compram produtos verdes mesmo quando eles são mais caros: uma pesquisa da Nielsen indica que a venda de produtos orgânicos cresceu 5.6% em 12 meses, e as vendas das lojas de alimentos naturais cresceram 10,9%, atingindo US$ 4,2 bilhões em 2008.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Japão inaugura seu maior shopping center ecológico

Informa Rebecca Milner, no Trends in Japan, que o Aeon Group criou o maior espaço comercial sintonizado com a atual onda verde no Japão: o Aeon Lake Town Shopping Center.
O centro comercial é dividido em dois complexos separados: "Mori" (floresta), administrado pela Aeon Retail Co.; e "Kaze" (vento), gerenciado pela Aeon Mall Co. Entre as duas estruturas há um grande lago artificial, que também funciona como "piscinão" para controle de enchentes.
Com 220.000 metros quadrados, o centro comercial exibe várias iniciativas ecológicas que chamam a atenção dos consumidores. Além dos jardins externos e internos, o paisagismo inclui "paredes verdes" -- uma tendência cada vez mais forte nas cidades japonesas. O Lake Town usa painéis solares e um sistema híbrido de uso de gás, inédito no país. Os sistemas combinados permitem uma redução de 20% nas emissões de carbono.
O shopping tem ainda centrais para recarga de carros elétricos.
O site do shopping faz uma grande campanha por iniciativas ecológicas.
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terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Luz ecologicamente correta
Uma solução criativa, barata e bem brasileira para iluminar ambientes. Seria possível adaptar esse modelo para uma escala comercial?
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segunda-feira, 14 de abril de 2008
Tendência: vendas de água engarrafada caem 9% na Inglaterra
Reporta Sean Poulter, no Daily Mail, que a conscientização ambiental dos consumidores está abalando a venda de água mineral engarrafada, um negócio que teve um década de forte crescimento. A queda registrada é uma reação ao impacto ambiental da extração de água para engarrafamento.Um dos motivos para o sucesso da água engarrafada na Inglaterra (e outros países) é que seu sabor seria melhor que a água de torneira -- em alguns lugares, há um ligeiro sabor de cloro na água. Mas testes cegos feita revista Decanter indicaram que a água de torneira em Londres foi considerada com sabor mais agradável do que muitas marcas caras de água mineral, que vem de lugares distantes como Fiji.
Marcas famosas como Evian, Perrier e Volvic estão sofrendo uma forte reação de grupos ambientalistas e até órgãos públicos. Uma garrafa da marca Evian com 500 ml custa 840 vezes mais do que a mesma quantidade de água de torneira.
Os ambientalistas apontas os grandes custos da água engarrafada para o ambiente: energia necessária para produção, transporte e remoção posterior das garrafas. Em comparação com a água tratada de torneira, a água engarrada tem emissão de carbono 5000 vezes maior.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Tendência: consumidores realmente se importam com posturas ecológicas do varejo
Em artigo para a Advertising Age, Mya Frazier diz que um estudo da Nielsen alerta os comerciantes para não exagerarem no marketing de suas ações e posturas ecologicamente corretas -- porque os consumidores vão cobrar (e muito) o cumprimento dessas posturas, e não perdoarão o varejista se a campanha for enganosa. O estudo da Nielsen chama de "greenwashing" as empresas que exageram suas virtudes em campanhas de marketing ecológico, e recomenda transparência e honestidade nas ações.
Isso porque na era da internet existem centenas (talvez milhares) de blogs especializados em vigiar esses comportamentos no comércio e indústria, e qualquer deslize ou fraude é imediatamente divulgado. Só nos EUA, o número de posts em blogs com o tema "sustentabilidade" saltou de 83.000 em setembro de 2006 para 172.000 em dezembro de 2007.
Assim, não adianta uma rede de varejo lançar uma campanha de marketing falando sobre seu uso racional de água e energia para depois ser flagrada desperdiçando justamente esses recursos. Muitos consumidores estão consultando os blogs ambientalistas antes de fazer compras, portanto essa é uma tendência muito forte e não pode ser ignorada por empresas realmente conscientes.
Isso porque na era da internet existem centenas (talvez milhares) de blogs especializados em vigiar esses comportamentos no comércio e indústria, e qualquer deslize ou fraude é imediatamente divulgado. Só nos EUA, o número de posts em blogs com o tema "sustentabilidade" saltou de 83.000 em setembro de 2006 para 172.000 em dezembro de 2007.
Assim, não adianta uma rede de varejo lançar uma campanha de marketing falando sobre seu uso racional de água e energia para depois ser flagrada desperdiçando justamente esses recursos. Muitos consumidores estão consultando os blogs ambientalistas antes de fazer compras, portanto essa é uma tendência muito forte e não pode ser ignorada por empresas realmente conscientes.
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segunda-feira, 31 de março de 2008
Tendência: consumidores dos EUA querem gado criado naturalmente
Segundo reporta Susan Salisbury, no Palm Beach Post, os consumidores dos EUA buscam cada vez mais opções saudáveis na alimentação, e isso inclui a carne bovina. Há uma tendência na busca de carne de animais que foram criados e abatidos de modo "natural" -- o que quer dizer rebanhos pequenos em propriedades pequenas, que se alimentam de capim em vez de ração e são abatidos na própria fazenda.O sistema de produção industrial de carne dos Estados Unidos tem sofrido grandes abalos em tempos recentes, com vários "recalls" de grandes lotes de carne considerados contaminados pela saúde pública, e pela divulgação de vídeos mostrando animais sendo tratados com crueldade nos abatedouros.
Mesmo consumidores que não se consideram ecológicos "xiitas" estão procurando por carne de animais criados de modo mais saudável e humano nos supermercados e açougues.
Os americanos consumiram mais de 14 bilhões de quilos de carne bovina no ano passado, e menos de 2% do gado foi criado em pastos. Mas a busca por carne de animais criados com capim cresceu 30% entre 2006 e 2007.
Um fator que pode influenciar uma guinada significativa no setor é o grande aumento no preço do milho (usado como ração) e dos combustíveis necessários para transportar a carne. Essa escalada de preços está encarecendo o método industrial de produção de carne e tornando a criação natural mais atraente em termos econômicos.
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sexta-feira, 28 de março de 2008
Tendência: produtos "eco-chic" para o lar têm aceitação cada vez maior
Reporta Greg Morago, no Courant.com, que os consumidores estão cada vez mais conscientes a respeito do meio ambiente, bombardeados por notícias na mídia, campanhas e filmes como "Uma Verdade Incoveniente", do ex-vice-presidente Al Gore. Redes de varejo especializadas em produtos eco-amigáveis, como a Whole Food Market, estão faturando cada vez mais com essa tendência. É interessante notar que os consumidores "verdes" gostam de apreogar suas atitudes de consumo ecológico como símbolo de status.O setor de utensílios domésticos está aproveitando essa onda e lançando uma grande variedade de produtos para o lar que foram fabricados com "baixa pegada de carbono", com materiais naturais, sem o uso de petroquímicos, etc. O rótulo "sustentável" se tornou um grande atrativo para os consumidores, e o design industrial corre para se adaptar. Afinal de contas, o setor de utensílios domésticos movimenta US$ 73 bilhões nos EUA e US$ 306,4 bilhões no mundo.
O novo termo da indústria é "eco-icônico", ouvido incontáveis vezes durante o International Home & Housewares Show que ocorreu em Chicago este mês. Entre os destaques da feira estavam tapetes e toalhas de bambu, panelas e caldeirões anti-aderentes sem produtos a base de petróleo, caixas feitas com 100% de papelão reciclado e embalagens feitas com plástico orgânico, a base de milho. A feira também exibiu novos produtos de limpeza ecológicos, eletrodomésticos de baixo consumo, componentes químicos para embalagens, vidros, pratos e talheres -- todos com a bandeira verde.
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quinta-feira, 27 de março de 2008
Frito-Lay anuncia salgadinhos "movidos a energia solar"
Reporta Stuart Elliott, no New York Times, que a Frito-Lay (uma divisão da Pepsico) lançou uma campanha para transformar seus salgadinhos SunChips em uma marca "verde". O tema da campanha é o fato de que os salgadinhos sairão de uma unidade da empresa na Califórnia que vai usar uma "fazenda solar" de 40.000 metros quadrados para gerar até 75% da energia necessária na produção. A Frito-Lay vai usar todos os recursos de marketing para apregoar sua iniciativa verde, incluindo comerciais de TV, anúncios impressos, outdoors e informações no site (sunchips.com)A iniciativa ilustra o "boom" dos temas ligados ao meio ambiente na indústria e no varejo. Além da Frito-Lay, outras gigantes estão apostando em iniciativas eco-amigáveis: Coca-Cola, General Electric, General Motors, Macy’s, E. W. Scripps, Toyota e Wal-Mart.
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terça-feira, 25 de março de 2008
Tendência: materiais "verdes" para reformas domésticas
Vídeo mostra a loja Plan-It Hardware na Califórnia (EUA), que lucra com a tendência cada vez mais forte de materiais e produtos "verdes" nas residências. A loja oferece uma linha completa de materiais alternativos e certificados, com baixo impacto ambiental, para pequenas reformas e renovações residenciais.
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segunda-feira, 24 de março de 2008
Tendência: sacolas de compras ecológicas em alta
Vídeo mostra o aumento do uso de sacolas duráveis nas compras, em substituição às sacolas e saquinhos plásticos que são danosos para o meio ambiente. Somente os Estados Unidos consomem 100 bilhões de sacolas plásticas por ano, que demandam 12 milhões de barris de petróleo em sua produção.
Wal-Mart testa ar-condicionado "verde" nos EUA
Reporta George Anderson, no Retail Wire, que a rede Wal-Mart inaugurou um novo supercentro em Las Vegas onde vai testar uma nova tecnologia de refrigeração que promete economia de até 45% no consumo de energia da loja. O protótipo, chamado HE.5, usa evaporação de ar para refrigerar a loja e foi desenvolvido especificamente para as regiões de clima seco e quente dos EUA. O sistema funciona através do bombeamento de água por torres de resfriamento montadas no telhado da loja. A água gelada circula depois sob o piso para reduzir a temperatura da loja. A nova loja usa ainda outras tecnologias que economizam energia, como reciclagem da água usada nas geladeiras e sensores que desligam os LEDs de iluminação quando não há clientes por perto.
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quinta-feira, 13 de março de 2008
UPS usa alta tecnologia para ser mais ecológica
Segundo diz Jim Cartlon, no blog Business Technology, muitas empresas estão buscando reduzir o consumo de energia e a emissão de poluentes com o uso de novos softwares que monitoram e otimizam o uso de energia e combustíveis.Uma dessas empresas é a gigante de entregas United Parcel Service, que desenvolveu um software próprio para otimizar o tempo de entrega, com economia nas rotas. Usando o programa, os 94.000 caminhões da empresa rodaram 48 milhões de quilômetros a menos em 2007, uma redução de quase 2% no total global e uma economia de 11,3 milhões de litros de combustível no ano. A UPS também informa que reduziu em 31.000 toneladas a sua emissão de carbono.
Agora a empresa está testando um sistema em parceria com grandes aeroportos nos EUA, que deve expandir essa economia para a parte aérea das entregas. O software coordena com precisão as partidas e chegadas, para evitar que as turbinas dos aviões sejam ligadas antes da hora, economizando o combustível.
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