Segundo informa a Folha Online, a imobiliária General Growth Properties, a segunda maior proprietária de shoppings dos Estados Unidos, anunciou nesta quinta-feira seu pedido de falência por não conseguir quitar suas dívidas. A concordata da empresa é a maior do setor desde o início da crise, segundo a agência de notícias Reuters.
A General Growth, que possui mais de 200 shoppings nos EUA, pediu proteção sob o "Chapter 11", o capítulo da legislação americana que regulamenta as falências e concordatas. Pela lei, a empresa reconheceu que não pode quitar suas dívidas e deve ter um prazo para reorganizar suas contas e atender seus credores. Para analistas, a quebra da General Growth é o exemplo da pressão da falta de crédito na economia real, já que bancos e financeiras renegociam cada vez menos dívidas já existentes. "É só uma demonstração de que as dívidas não podem ser refinanciadas, especialmente para grandes imóveis", afirmou Rich Moore, analista da RBC Capital. Grande parte da dívida da companhia pode ser atribuída à compra da construtora Rouse, especializada em prédios comerciais, por US$ 11,3 bilhões (R$ 24,66 bilhões) em 2004.
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quinta-feira, 16 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Crise econômica afeta varejo de luxo no Brasil
Informa Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, que a pesquisa "O Mercado do Luxo no Brasil", da MCF Consultoria e da GfK Brasil, detectou os efeitos da crise sobre o mercado de luxo no País. A pesquisa engloba um mercado de 295 empresas de moda, automóveis, joias, perfumes, cosméticos, hotelaria, comida e bebida que faturaram, juntas, US$ 5,99 bilhões em 2008, pagaram um salário médio de R$ 2.667 a seus trabalhadores --e têm clientes que gastaram, em cada visita a uma loja, uma média de R$ 3.454.
Apesar da crise, a previsão é de que o mercado cresça 8% neste ano, para US$ 6,45 bilhões --contra 17% em 2007 e 12,5% em 2008.
De acordo com o estudo, 46% das empresas decidiram revisar para baixo a previsão de faturamento para este ano; 32% mantiveram as expectativas e só 22% acham que vão se dar melhor em 2009. O levantamento aponta ainda que, quando se fala em luxo, a primeira marca nacional que vem à cabeça de 22% dos consumidores é Daslu (embora só 8% a definam como "desejada"), seguida por H.Stern (14%), Forum, Victor Hugo, Osklen (todas com 4%) e Fasano (3%).
Apesar da crise, a previsão é de que o mercado cresça 8% neste ano, para US$ 6,45 bilhões --contra 17% em 2007 e 12,5% em 2008.
De acordo com o estudo, 46% das empresas decidiram revisar para baixo a previsão de faturamento para este ano; 32% mantiveram as expectativas e só 22% acham que vão se dar melhor em 2009. O levantamento aponta ainda que, quando se fala em luxo, a primeira marca nacional que vem à cabeça de 22% dos consumidores é Daslu (embora só 8% a definam como "desejada"), seguida por H.Stern (14%), Forum, Victor Hugo, Osklen (todas com 4%) e Fasano (3%).
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terça-feira, 29 de abril de 2008
Crise nos EUA: 6.000 lojas devem fechar em 2008
Segundo nota do RIS News, o fechamento de lojas de varejo nos EUA subiu 25% em 2008, em comparação com os 12 meses anteriores. Segundo a estimativa do International Council of Shopping Centers, cerca de 5.770 lojas devem fechar este ano, comparado com 4.605 em 2007. Entre os motivos apontados estão os aumentos no preço dos combustíveis e alimentos, e a alta da inflação, que afetam tanto os consumidores como os varejistas. Grandes redes estão anunciando fechamento de várias lojas, como a Ann Taylor (117 unidades), Charming Shoppes (150), Macy's (9), Pacific Sunwear (153) e Sprint Nextel (125). Mais informações sobre a crise no varejo dos EUA podem ser vistas aqui.
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