Mostrando postagens com marcador vendas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vendas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de janeiro de 2024

 As pequenas empresas tornam o investimento em tecnologia uma prioridade para 2024

small business tech


Informa a Digit News que empresas de varejo estão buscando a tecnologia para melhorar a experiência do cliente em 2024, segundo uma nova pesquisa.

Como parte dos seus planos para melhorar a experiência do cliente e impulsionar o crescimento dos negócios, as pequenas empresas no Reino Unido planejam investir em novas tecnologias, de acordo com uma nova pesquisa da American Express.

A pesquisa concentrou-se em empresas independentes e de hotelaria em todo o Reino Unido, que concluiu que os gastos em novas tecnologias estavam no topo da lista de prioridades para 2024 (30%).

Pouco mais de um quarto (26%) planeja aumentar as atividades de vendas e marketing, enquanto uma quantidade semelhante (24%) disse que iria reforçar as suas capacidades de vendas online à medida que procuram estimular gastos adicionais dos consumidores.

No geral, mais de um quarto dos entrevistados (28%) disseram que atrair novos clientes é um desafio.

Além disso, a pesquisa destacou que pouco mais de um terço (34%) aumentará o foco na experiência do cliente em 2024, com o objetivo de fidelizar e aumentar ainda mais as vendas.

Os gastos com tecnologia podem desempenhar um papel importante para alcançar este objetivo, com mais de dois quintos (43%) dos varejistas indicando que reforçaram a tecnologia do seu negócio antes do pico do período de festas, num esforço para melhorar a experiência do cliente.

Pesquisas anteriores mostraram que as pequenas empresas estão notavelmente otimistas quanto às suas perspectivas de crescimento em 2024, com quase nove em cada 10 (89%) esperando crescimento nos próximos doze meses e 93% confiantes sobre o futuro dos seus negócios.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Varejo on-line adianta saldão para evitar caos logístico

Reporta Toni Sciarretta, na Folha de S. Paulo, que depois do caos logístico do final de 2010, as principais lojas do varejo on-line preferiram não se comprometer com entregas expressas até o dia 24 e decidiram adiantar o saldão para as compras pós-Natal pela internet.
No Extra, no Ponto Frio e nas Casas Bahia, não é mais possível ter a entrega até o Natal. As três iniciam hoje o tradicional "saldão" com descontos nas compras para entrega a partir do dia 26.
O varejo aderiu ao chamado Boxing Day, dia de promoções nos EUA, Reino Unido e Canadá, que ocorre no dia 26.
Entre as grandes lojas, só Walmart e Carrefour garantem entrega em São Paulo para compras feitas ainda hoje.
No Carrefour, além da Grande São Paulo, a entrega é garantida também na região metropolitana do Rio (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Jundiaí (SP) e Baixada Santista (SP), para as compras aprovadas no cartão até as 19h da sexta, dia 23 --não vale para os boletos.
No Submarino e na Americanas.com, que chegaram a ter suspensas as vendas no Rio por conta dos atrasos nas entregas, a compra de objetos portáteis, como iPads, só tinha, ontem, a entrega agendada após quatro dias úteis.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

"Natal virtual" deve crescer 40%

O comércio eletrônico brasileiro deve passar o Natal em alta em 2010. De acordo com dados levantados pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, a data sazonal tem previsão de faturar R$ 2,2 bilhões durante o período de 15 de novembro a 24 de dezembro. Isso corresponde a um aumento nominal de 40% em relação ao ano anterior, quando o resultado chegou a R$ 1,6 bilhão no mesmo período.
Com a previsão de alta demanda na época natalina, as lojas virtuais já começam a preparar seus estoques para atender o grande número de pedidos. Por essa razão, contar com um planejamento aprimorado, além de uma logística eficaz, pode fazer a diferença para os lojistas em relação a seus concorrentes na hora de garantir a venda aos e-consumidores.
De acordo com Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit, antecipar as compras em um período aquecido do mercado é mais do que necessário. “Recomendamos que os e-consumidores planejem suas compras antecipadamente. Dessa forma, não correm o risco de enfrentar uma surpresa desagradável durante a comemoração. Por outro lado, a comodidade de realizar as compras em casa ou no escritório, evitando assim filas em shoppings centers e o trânsito característico das grandes cidades, é uma vantagem diferencial para esses clientes”, explica Umberti.

E-commerce aposta mais nas festas de fim de ano

Diante do sucesso da última temporada de festas nos EUA para o comércio eletrônico, é possível identificar várias iniciativas que contribuem para aumentar as vendas. Um novo estudo da Compete Online Shopper mostra que o custo de entrega não apenas é crítico na decisão de compras, como também causa um forte impacto na satisfação do consumidor.
A tendência do e-commerce oferecer entregas gratuitas já existe há alguns anos nos EUA, mas se fortaleceu muito com a crise de 2008-2009. O varejo foi um dos setores mais atingidos pela crise: a população com menos dinheiro devido a demissões e cortes nos salários passou a consumir com mais prudência e planejamento. Cada centavo passou ser importante nas compras. Em 2008, a temporada de final de ano no varejo (tanto tradicional como online) ficou muito abaixo das expectativas. Em 2009, o setor repensou suas estratégias e aproveitou os primeiros sinais de recuperação econômica para lançar campanhas promovendo a entrega gratuita como uma das principais vantagens. E funcionou muito bem: o período de compras de novembro a dezembro do ano passado foi um dos melhores da história do e-commerce, com mais de 15% de crescimento.
De acordo com a pesquisa, a maioria esmagadora dos compradores disse que a entrega gratuita é um fator decisivo na hora de escolher o site para compras. Para os lojistas online, oferecer entregas grátis pode significar milhões em novas vendas. Algumas conclusões do estudo da Compete Online Shopper:
•    93% dos entrevistados disseram que a entrega gratuita de mercadorias estimularia a comprar mais itens online.
•    Dois em cada três consumidores disseram que comprariam mais se as trocas e devoluções também fossem gratuitas.
•    Quando perguntados sobre as compras mais recentes via Internet, o índice geral de satisfação do cliente era 10 pontos menor para os sites que cobram a entrega, em comparação com aqueles que oferecem entregas gratuitas.
•    Custo elevado de entrega foi apontado como a principal razão para a insatisfação com a experiência de compras em um site.
•    67% dos consumidores que pesquisam preços na web disseram que muitas vezes compram itens em lojas físicas para evitar os custos de entrega.
•    65% dos entrevistados disseram que procuram sites com a opção "retirar mercadoria na loja", pelo mesmo motivo.
Em resumo, a pesquisa detectou que os consumidores preferem comprar em sites de e-commerce que oferecem entregas grátis -- assim, os varejistas online com estrutura para oferecer essa vantagem estão em melhor posição. É claro que nem todos os varejistas online podem oferecer entregas gratuitas. Na verdade, mesmo nos Estados Unidos apenas algumas poucas empresas estão preparadas para oferecer essa vantagem ao consumidor sem ficar no prejuízo. Oferecer entrega gratuita de compras requer um alto investimento de tempo e dinheiro. Lojas que vendem produtos com pequena margem de lucro (como aparelhos eletrônicos) terão ainda mais dificuldade em implementar essa função.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Varejo mais tecnológico na volta às aulas nos EUA

Segundo um novo estudo da firma Deloitte sobre a volta às aulas nos Estados Unidos, os pais e estudantes não apenas vão gastar mais este ano, mas usarão novas mídias e tecnologias nas compras. Segundo a pesquisa, 28% dos consumidores planejam gastar mais este ano do que em 2009, e apenas 17% planejam gastar mais menos.
Allison Paul, diretora da Deloitte para o setor de varejo no país, observa que 8 em cada 10 entrevistados disseram que vão gastar o mesmo ou mais que no ano passado. Os consumidores disseram também que vão comprar alguns itens mais caros, incluindo PCs e celulares -- compras que foram adiadas nos anos anteriores. O estudo revela que as famílias americanas estão começando a relaxar a estrita vigilância financeira que foi imposta pela crise dos últimos anos: 58% disseram que vão comprar itens em promoção este ano, comparado com 70% em 2009, e 90% em 2008. Mas, segundo Allison, mais de dois terços dos consultados disseram que farão as compras com dinheiro vivo ou cartões de débito, mostrando a preocupação com o endividamento.
O estudo indica que as famílias estão fazendo compras de modo diferente: 29% dos entrevistados disseram que vão usar celulares e outros aparelhos móveis para tornar suas compras mais eficientes. É um salto significativo em comparação com os 6% que disseram o mesmo em 2009. Além disso, 30% disseram que vão usar dicas e informações de redes sociais nas compras, comparado com 10% no ano passado.
A pesquisa da Delloite também mostra que os consumidores estão voltando a comprar em lojas de departamentos -- 31% planejam comprar nessas lojas, comparado com 26% em 2009. As lojas de descontos e de promoções continuam sendo os locais preferidos para as compras de material escolar para 89% dos entrevistados, e as lojas de artigos para escritório aparecem em segundo. As lojas de um dólar, que foram as campeãs de preferência durante a recessão, perderam o destaque: apenas 33% disseram que vão fazer as compras de volta às aulas nessas lojas, comparado com 40% no ano passado.
O período de volta às aulas é crítico no calendário do varejo dos EUA, e serve como um termômetro de tendências, que repercutem em praticamente todos os países. Os varejistas estão cada vez mais atentos ao impacto dos sites sociais como Facebook, Twitter ou YouTube sobre suas marcas e vendas. Aumentar a confiança e fidelidade dos consumidores em um mercado cada vez mais tecnológico, diversificado e globalizado exige mais que a mera presença do varejista na internet. Requer atenção e inteligência para criar promoções focalizadas e relevantes.
No auge dessa temporada de volta às aulas, a rede J.C. Penney captou a tendência dos vídeos amadores chamados "hauls": adolescentes que registram as roupas interessantes que encontraram por um bom preço em lojas populares. Um "haul" postado no YouTube serve para mostrar que a adolescente é descolada e sabe garimpar itens chamativos. A rede de varejo adotou o conceito de forma ampla, e vídeos criados segundo essa tendência podem ser vistos no site www.jcp.com.
Segundo Kate Coutlas, gerente de relações públicas da marca, a J.C. Penney associou sua fama de ter bons produtos por preços acessíveis com uma nova geração de consumidores, na sua maioria mulheres jovens, que usam os vídeos online para mostrar e comentar seus achados e novas aquisições para o guarda-roupa. Kate diz que a promoção eleva a percepção da Penney como uma marca "cool", com estilo -- o que atrai novos compradores. Os criadores dos "hauls" da J.C. Penney são bem diversificados em termos de idade, localização geográfica e experiência com vídeos. Os participantes ganharam US$ 500 para criar os vídeos ou para usar em compras nas lojas -- e essa informação está presente em todos os vídeos. Para completar, os vídeos são postados nas páginas online da marca no Facebook, Twitter e YouTube.

TAM vende passagem nas Casas Bahia

Segundo informa o Propaganda & Marketing, a TAM Linhas Aéreas busca atrair as classes emergentes com o novo conceito “Você vai e vai de TAM”, criado pela Y&R, que reforça que a companhia é acessível para diferentes públicos.  A cantora Ivete Sangalo é a estrela da campanha, que estreia a partir desse domingo (8), no programa Fantástico, da Rede Globo.
Em paralelo à flexibilização da comunicação, a TAM ampliou os canais de distribuição e meios de pagamento, montando estandes de venda em locais de grande concentração do público que pretende atingir – como nas lojas da Casas Bahia.  De acordo com Manoela Amaro, diretora de marketing da TAM, o conceito “Você vai e vai de TAM” traduz com muita eficiência esse novo momento da companhia aérea. “Em pesquisas, constatamos que a classe emergente acredita que viajar de TAM não é para ela. Por isso, não olha nossos preços para, pelo menos, tentar comprar uma passagem. Uma das missões da agência era justamente desmitificar essa imagem e a Ivete, com certeza, nos ajudará a mostrar que a TAM é para todos”, explica.
A nova campanha contempla 12 filmes com veiculação em emissoras de TV aberta e fechada, merchandising, anúncios impressos - jornais e revistas-, publieditoriais, mídia online e material de ponto-de-venda.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

E-commerce movimentará R$ 590 milhões no Dia dos Pais

Segundo nota do Meio&Mensagem, dados da consultoria e-bit, o Dia dos Pais deverá ser responsável por uma grande movimentação do comércio online o faturamento obtido com as vendas digitais deverá ser 35% superior ao do ano passado. Segundo a empresa especializada, o Dia dos Pais deste ano deverá movimentar R$ 590 milhões, um montante bem superior aos R$ 437 milhões gerados em 2009. O valor deverá provir, sobretudo, de compras de itens eletrônicos (como televisores, MP3 players, DVD's, etc) e de artigos de informática e acessórios automotivos.O e-bit acredita que o incremento do comércio online para a compra de produtos de valor mais elevado está ligado também à facilidade de pagamento concedida pelos varejistas online, que costumam oferecer um longo prazo para a quitação dos produtos.O faturamento do e-commerce no Dia dos Pais vem crescendo anualmente desde 2007, quando o setor passou a ser avaliado pelo e-bit. No primeiro ano da análise, o Dia dos Pais conseguiu movimentar um total de R$ 231 milhões em comércio eletrônico; em 2008, o número ficou em R$ 338 milhões, saltando para R$ 437 milhões em 2009.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Casas Bahia tem sucesso com loja online

Segundo nota do Adnews, a loja virtual da Casas Bahia atingiu a meta traçada quando de seu lançamento, em fevereiro de 2009. O site responde, hoje, por 1,5% do faturamento total da rede, consolidado em R$ 13 bilhões em 2009. Com mais de 4 mil itens a venda, a loja virtual ocupa o 4º lugar em visitação entre as e-lojas de varejo segundo pesquisa realizada pela Hitwise e divulgada pela Serasa Experian em dezembro de 2009.
A posição foi alcançada pelo registro mensal de mais de 4,7 milhões de visitantes, o que resultou em mais de 52 milhões de acessos no ano, com mais de 500 milhões de pageviews. O crescimento exponencial dos visitantes também trouxe 300% de aumento no número de pedidos, durante o período.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Faturamento do e-commerce no Natal dos EUA já beira US$ 30 bilhões

Segundo nota do IDG Now!, o comércio eletrônico dos Estados Unidos movimentou 29,1 bilhões de dólares (aproximadamente 50,3 bilhões de reais) no período de novembro e dezembro de 2009, informou nesta quarta-feira (6/1) a empresa de pesquisas de mercado comScore. No Brasil, as vendas online no período do Natal (entre 15/11 e 24/12) chegou a 1,6 bilhão de reais, segundo a consultoria e-bit.O número da comScore representa um crescimento de 4% em relação ao apurado no período de festas do ano passado, e inclui desde as promoções do período do Dia de Ação de Graças e da Black Friday aos dias que antecedem o Natal.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Saldões de Natal agora têm a concorrência das lojas virtuais

Reporta Márcia De Chiara, no Estado de S. Paulo, que o varejo tradicional tem um novo concorrente nas megaliquidações de começo de ano. Os descontos no preço oferecidos tanto pelas lojas físicas como pelos saldões online são de até 70%, com a vantagem de o consumidor não precisar ir até a loja e enfrentar multidões para obter barganhas.
Os saldões pela internet deixaram de ser movimentos isolados de algumas lojas. Pela primeira vez neste ano, mais de 40 redes varejistas se uniram para "queimar" as sobras do Natal . Lojas Marisa, Ricardo Eletro, Le Postiche, Bayard, por exemplo, fazem parte do site www.saldaonainternet.com.br. Coordenado pela empresa Braspag, especializada em soluções de pagamento na internet, a megaliquidação virtual ganhou uma proporção inesperada.
"A intenção inicial era reunir nesse site cerca de 100 produtos em liquidação e umas 15 lojas", afirma a gerente geral da Braspag, Verena Chopin Stukart. Mas, em razão do baixo custo da promoção, o site conseguiu reunir mais de 40 lojas e cerca de 200 produtos, explica a executiva. "Já estamos planejando o saldão do Dia das Mães pela internet", diz ela, que espera faturamento de R$ 15 milhões.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Varejo online cresce 28% no período de Natal

Segundo nota do Propaganda & Marketing, as vendas do comércio eletrônico brasileiro movimentaram R$ 1,6 bilhão em bens de consumo no período natalino deste ano, alta de 28% em relação ao ano anterior, de acordo com números divulgados pela empresa de pesquisa e-bit.
Segundo levantamento realizado para o período entre 15 de novembro e 24 de dezembro, as vendas representam novo recorde para o varejo online do País e um avanço sobre a marca de R$ 1,25 bilhão registrada um ano antes. O maior dia de vendas foi 16 de dezembro, no qual registraram-se 150 mil encomendas, cerca de 50% acima do volume de um dia normal.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Estratégia do eBay para aumentar tráfego causa colapso do site

Reporta David Gelles, no Financial Times, que o eBay, um dos sites mais visitados do mundo, ficou paralisado por quase todo o fim de semana, devido ao fracasso de uma estratégia para aumentar sua capacidade de tráfego. As vendas caíram praticamente a zero, em uma época especialmente sensível (véspera do feriado de Ação de Graças nos EUA e pouco mais de um mês antes do Natal).
Aparentemente, a tentativa da empresa de atrair grandes varejistas e atacadistas para seu mercado eletrônico não deu certo -- ou deu certo demais: o site registrou cerca de 200 milhões de ofertas, um aumento de 33% em comparação com o mesmo período no ano passado. Ina Steiner, diretora do AuctionBytes (que monitora o desempenho do eBay), disse que o apagão online do fim de semana mostra que o site da empresa não comporta esse crescimento súbito, o que é motivo de grande preocupação. Em tese, a estratégia seria uma arma para recuperar compradores e vendedores que migraram para concorrentes como Amazon.com e Craiglist. Mas os problemas revelaram que a arquitetura do site não estava preparada para essa mudança no volume. Analistas preveem que o apagão pode custar caro para o eBay em termos de faturamento. A empresa já anunciou que deve compensar os vendedores e compradores que foram afetados pelo problema. E o caso pode ainda espantar os consumidores, justamente na época de comprar presentes para as festas do final de ano.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Vendas online de Natal devem ser 30% maiores do que em 2008

Segundo nota do Meio&Mensagem, o natal de 2009 deverá aquecer o setor de comércio online. De acordo com previsões divulgadas nessa última quarta-feira, 11, pela empresa de monitoramento e-bit, o volume de negócios gerados pelas vendas de e-commerce neste ano poderá atingir o patamar de R$ 1,63 bilhão. Caso a estimativa do e-bit se cumpra, as vendas pela internet realizadas entre o período de 15 de novembro e 24 de novembro serão 30% maior do que as de 2008, quando o setor de comércio online movimentou a quantia de R$ 1,25 bilhão. Até o dia 31 de dezembro, estima-se que o País fature R$ 10,5 bilhões com as transações efetuadas via internet, o que configura um crescimento de 28% em relação ao faturamento do ano passado.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Setor tecnológico lança produtos estratégicos para vendas no Natal

Reporta Paula Gil, na Folha Online, que as últimas novidades em livros eletrônicos, smartphones e aparelhos utilizados para "twittar" fazem parte das estratégias do setor tecnológico para aumentar suas vendas com a chegada do Natal, depois de duas campanhas desfavoráveis.
Não será uma tarefa fácil, contudo. Segundo a última enquete da organização Consumer Reports, 65% dos americanos planejam gastar menos este ano em presentes, viagens e entretenimento.
No entanto, o estudo também mostra que os artigos eletrônicos sairão melhor parados que outras opções e produtos como computadores portáteis, netbooks, celulares, videogames e sistemas GPS ao menos manterão seu nível de vendas.
No Natal, o saco do Papai Noel possivelmente estará cheio de livros eletrônicos, um produto cada vez mais popular e cujo preço caiu consideravelmente no último ano.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Livrarias querem investigação de guerra de preços entre Amazon e Walmart

Segundo nota do Star Tribune de Minneapolis, a American Booksellers Association (a associação de livreiros dos EUA) quer que o governo investigue a atual guerra de preços de livros novos, travada pelos gigantes Walmart e Amazon.com na internet. A Associação enviou um requerimento ao Departamento de Justiça, dizendo que a venda de lançamentos muito aguardados por menos de US$ 10 "desvaloriza o conceito do livro" e torna impossível a concorrência para pequenas livrarias.
Já algumas pequenas lojas dizem que essa guerra de preços não é tão prejudicial -- ela afetaria apenas os livros mais comerciais, que não são tão essenciais para as livrarias especializadas. Os maiores afetados seriam as grandes redes e os clubes de descontos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Produtos de luxo entram na internet com atraso

Reporta Natalie Zmuda, na Advertising Age, que as marcas de luxo sempre esnobaram a internet como canal de comunicação e negócios. Apenas 33% das empresas de luxo usavam a internet para vendas há um ano, segundo uma pesquisa realizada por Scott Galloway, professor de marketing da NYU Stern School of Business. Depois de um ano de severa crise econômica, 66% dessas marcas estão marcando presença na web. Galloway pesquisou 109 marcas em 11 categorias, incluindo moda, produtos eletrônicas, jóias, hotéis e automóveis. Segundo ele, esnobar a internet era aceitável quando as vendas cresciam 11% ao ano nas lojas. Porém, no final do ano passado, esses varejistas de luxo viram que as vendas em lojas tinham despencado, enquanto os sites mostravam alto crescimento.
Em seu estudo, Galloway descobriu que as marcas de automóveis e produtos eletrônicos são as que usam a web com mais desenvoltura, enquanto jóias e viagens estão entre as piores categorias.
Por terem ignorado a internet por tanto tempo, a maioria dessas marcas não usa bem as possibilidades do meio eletrônico. Mas as empresas já perceberam que não podem ignorar a tecnologia, e o cenário deve mudar radicalmente nos próximos dois anos.

Internet está transformando as ações de venda, diz pesquisa

Um estudo feita pela consultoria Deloitte no Brasil indica que as empresas consideram as relações online um meio eficiente para a promoção de suas vendas (a internet é apontada por quase 70% das empresas da amostra). O celular, em particular, foi apontado por 22% dos respondentes, o que revela a utilização de modelos com maior conectividade, interatividade e mobilidade perante seus consumidores ou clientes.
O estudo, que abordou entidades de diversos segmentos e portes econômicos, contou com a participação de 109 empresas que atuam no País, que responderam à pesquisa entre 20 de agosto e 8 de setembro. Segundo Patricia Sousa, gerente da área de varejo e bens de consumo da Deloitte, a pesquisa indica que as empresas estão diversificando seus métodos de comunicação e acompanhando os movimentos de mercado.
Na visão de 50% dos entrevistados que acompanham os hábitos de seu público na utilização da internet, os potenciais compradores buscam, principalmente, obter melhores condições de compra. Além disso, mais de 40% da empresas respondentes acreditam que o seu público utiliza a internet para visualizar melhor as características e tomar conhecimento dos produtos e/ou serviços. No entanto, percebem que as pessoas e as empresas, apesar de utilizarem a internet para consulta, na maioria das vezes, ainda acabam por efetuar ou finalizar suas compras em instalações físicas.
Outro ponto de destaque é que apenas 2% dos respondentes apontaram que o consumidor compra o produto e/ou serviço por impulso, sem uma avaliação criteriosa. “Essa percepção demonstra que as empresas sabem que estão lidando com consumidores mais exigentes e com maior poder de decisão”, avalia Patricia.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Resultados do McDonald's superam recessão nos EUA

Reporta Tess Stynes, no Dow Jones, que a rede de lanchonetes McDonald's teve resultados bastante positivos nos EUA em abril, apesar da recessão no país -- o crescimento das vendas chegou a quase 7%. Além disso, a rede também teve bons números na Europa, onde as lojas com pelo menos um ano registraram alta de 8,4% nas vendas. A empresa teve ainda ainda alta média de 6,5% nas regiões da Ásia/Pacífico, Oriente Médio e África, apesar de uma queda na China.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Máquinas automáticas distribuem amostras grátis de produtos


Segundo nota do site Springwise, a empresa belga de marketing Fosfor criou uma tecnologia de "vending machine" chamada Boobox, que distribui amostras gratuitas de produtos. Os consumidores interessados em experimentar um novo produto enviam um torpedo por celular (SMS) e recebem um código de ativação. Com o código, a pessoa pode pegar uma amostra nas máquinas espalhadas em vários locais de grande circulação, como terminais de transporte, shopping centers e avenidas.
Cada Boobox pode ser adaptada para cada cliente, com instalações para cada tipo de produto. As máquinas podem incluir sistemas de refrigeração no caso de amostras de refrigerantes ou outros produtos frios. As dimensões gerais (altura, largura, etc.) da máquina também podem ser ajustadas para atender as exigências da campanha de marketing do produto.
A Fosfor está refinando o conceito, e as primeiras máquinas estão em teste em estações de trem na Bélgica.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Vendas do varejo sofrem queda em fevereiro nos EUA

Segundo informa o Wall Street Journal, o Departamento de Comércio dos EUA detectou uma queda de 0,6% nas vendas do varejo. O alto preço dos combustíveis, a crise de crédito e a queda de valor imobiliário são vistos como fatores que inibem o consumo. Outro sinal preocupante para o setor é o desaquecimento do mercado de trabalho, com aumento do desemprego.