Reporta Daniele Madureira, no Valor Econômico, que a crise está levando as empresas de varejo a investir mais no ponto de venda como canal de mídia - literalmente. A instalação de TVs corporativas, em que o conteúdo é desenhado sob medida para o público consumidor, vem ganhando espaço. Foi assim na Leo Madeiras, que montou uma programação voltada a marceneiros, arquitetos e designers, transmitida nas lojas e na web, e também na rede de 12 restaurantes rodoviários do Frango Assado, que chama a atenção para as atrações do menu, as condições das estradas e a agenda cultural da cidade mais próxima.
"A TV corporativa não é uma mídia que vive sozinha, serve para reforçar um plano de comunicação, mas é capaz de estabelecer um vínculo com o público consumidor e direcionar a sua atenção como nenhuma outra", diz Fernando Coelho, diretor da Imagine Age TV, responsável pela implantação da TV corporativa na Leo Madeiras e no Frango Assado.
A rede Frango Assado, comprada pela holding IMC no ano passado, teve a mesma boa surpresa quando instalou a TV corporativa nos seus restaurantes. Está faturando R$ 25 mil por mês com anunciantes, que também estão vendendo mais. "A venda de Fanta cresceu 15%, a de Coca-Cola, 16%, e conseguimos dobrar a venda do guaraná Kuat", diz o diretor da Coca-Cola Femsa, Maurício Favoretto. Segundo ele, a empresa comparou os meses de dezembro e março, quando não usaram a mídia no ponto de venda, com janeiro e fevereiro, quando houve compra de espaço publicitário na TV corporativa da rede Frango Assado.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
Mídia indoor invade academias de ginástica
Reporta Cinthia Scheffer, na Gazeta do Povo de Curitiba, que a mídia indoor e as ações promocionais são cada vez mais comuns nas academias de ginástica – onde cada cantinho virou espaço em potencial para “falar com o consumidor”. Esse movimento tem engordado o faturamento das academias, em especial aquelas voltadas ao público de alto poder aquisitivo.
Com sete anos de atuação, a agência paulistana Mídia em Foco é uma das pioneiras na negociação destes espaços no país e, desde então, vê seu faturamento dobrar ano a ano – o que dá uma pista sobre o ritmo de expansão dos negócios piscina afora. No início, o único cliente era uma rede com cinco unidades em São Paulo. Hoje são 350 academias em todo país. “A demanda vem crescendo muito e a oferta hoje também é maior e melhor”, diz o diretor comercial da empresa, André Bronstein. “Há sete anos, não havia ninguém nas academias preparado para esse tipo de negociação e para a definição de preços dos espaços.”
Nos shopping centers, a mídia indoor já é realidade – e fonte importante de receita – há muito tempo. Segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o merchandising nos empreendimentos teve um aumento de 46,8% em 2008, na comparação com o ano anterior.
O Shopping Curitiba, por exemplo, oferece mais de 250 pontos internos de merchandising, distribuídos em locais estratégicos, do estacionamento à praça de alimentação. Recentemente, a administração assinou um contrato com a Elemídia Mall e instalou monitores de LCD nos corredores para veiculação de publicidade e de conteúdo informativo. “É mais uma forma de conversarmos e passarmos mensagens aos nossos clientes, utilizando nosso espaço interno”, diz a gerente de marketing, Gabrielle Zaniollo.
Com sete anos de atuação, a agência paulistana Mídia em Foco é uma das pioneiras na negociação destes espaços no país e, desde então, vê seu faturamento dobrar ano a ano – o que dá uma pista sobre o ritmo de expansão dos negócios piscina afora. No início, o único cliente era uma rede com cinco unidades em São Paulo. Hoje são 350 academias em todo país. “A demanda vem crescendo muito e a oferta hoje também é maior e melhor”, diz o diretor comercial da empresa, André Bronstein. “Há sete anos, não havia ninguém nas academias preparado para esse tipo de negociação e para a definição de preços dos espaços.”
Nos shopping centers, a mídia indoor já é realidade – e fonte importante de receita – há muito tempo. Segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o merchandising nos empreendimentos teve um aumento de 46,8% em 2008, na comparação com o ano anterior.
O Shopping Curitiba, por exemplo, oferece mais de 250 pontos internos de merchandising, distribuídos em locais estratégicos, do estacionamento à praça de alimentação. Recentemente, a administração assinou um contrato com a Elemídia Mall e instalou monitores de LCD nos corredores para veiculação de publicidade e de conteúdo informativo. “É mais uma forma de conversarmos e passarmos mensagens aos nossos clientes, utilizando nosso espaço interno”, diz a gerente de marketing, Gabrielle Zaniollo.
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segunda-feira, 23 de março de 2009
EUA: mercado de sinalização digital deve crescer 33% em 2009
Segundo informa o Retail Information Systems, o mercado de sinalização digital do varejo nos Estados Unidos pode crescer 33% este ano, apesar da crise. O mercado de sinalização envolve hardware, software, instalação e manutenção de equipamentos eletrônicos que cada vez mais substituem os velhos cartazes e banners estáticos. Está se tornando norma no varejo o uso de painéis eletrônicos e telas de plasma e LCD em estratégias de promoção e marketing dentro das lojas e nos espaços ao redor.A adoção desses sistemas é encorajada pela queda no preço dos equipamentos e pela crescente qualidade.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Sinalização digital interativa para supermercados
Uma solução da empresa Winmate Communication Inc para supermercados fornece informações e dicas sobre produtos. Telas de toque espalhadas pelos corredores podem ser consultadas pelos consumidores. Os fornecedores podem usar o sistema como uma mídia para promoções e oferecer sugestões de uso. Veja mais detalhes no site da empresa.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Digital signage é nova plataforma de marketing
Segundo informa Leonardo Lawrence, na Gazeta Mercantil, o "digital signage" (DS) é uma forma de comunicação baseada em displays eletrônicos. Geralmente é instalado em espaços públicos que possuem boa freqüência de pessoas e são utilizados para entreter, informar ou anunciar. O DS é uma forma de publicidade "out-of-home", na qual o conteúdo e as mensagens são exibidos em sinais digitais, com o objetivo de entregar mensagens orientadas para locais específicos em determinadas ocasiões, como elevadores, lojas de departamentos, ônibus, etc. Dessa maneira, oferece retorno superior sobre o investimento em comparação com os meios tradicionais, principalmente impressos, pois possui um custo-benefício melhor.
A China apresenta números impressionantes sobre o uso deste tipo de comunicação. Os chineses exibem uma movimentação de mais de US$ 10 bilhões somente nessa área, segundo dados oficiais, em 3 empresas listadas na Nasdaq (Focus Media, AirMedia e VisionChina).
O conteúdo exibido nas telas de digital signage pode variar de simples textos a imagens de vídeos "full-motion", com ou sem áudio. Alguns operadores de redes de digital signage, e empresas que já usam o serviço (principalmente na área de varejo), comparam o uso deste tipo de comunicação aos canais de televisão, mostrando entretenimento e conteúdo informativo intercalados com publicidade.
A China apresenta números impressionantes sobre o uso deste tipo de comunicação. Os chineses exibem uma movimentação de mais de US$ 10 bilhões somente nessa área, segundo dados oficiais, em 3 empresas listadas na Nasdaq (Focus Media, AirMedia e VisionChina).
O conteúdo exibido nas telas de digital signage pode variar de simples textos a imagens de vídeos "full-motion", com ou sem áudio. Alguns operadores de redes de digital signage, e empresas que já usam o serviço (principalmente na área de varejo), comparam o uso deste tipo de comunicação aos canais de televisão, mostrando entretenimento e conteúdo informativo intercalados com publicidade.
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