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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Walgreens vai testar primeira loja com autossuficiência energética

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A rede americana de drogarias Wallgreens anunciou a criação de sua primeira loja com total eficiência energética em Evanston, no estado de Illinois.
A loja vai usar uma combinação de várias tecnologias para gerar energia própria e reduzir o consumo em mais de 40%. A loja-piloto terá mais de 800 painéis fotovoltaicos no telhado, duas turbinas de vento e um gerador de energia geotérmica com um poço de 168 metros escavado sob a loja.
A loja usa materiais desenhados para eficiência energética, com isolamento térmico eficiente, iluminação com LEDs e captação de luz solar, além do uso do CO2 nos sistemas de aquecimento e refrigeração.
Segundo o projeto, a loja vai consumir 200.000 Kw/h de eletricidade por ano, mas vai gerar 256.000 Kw/h anuais. Com isso, a Walgreens esperar conquistar o certificado de platina da LEED, e concorrer para o prêmio Living Building Challenge do International Living Future Institute.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Varejo sentirá impacto do "fim" das sacolas plásticas em SP

Reporta Érica de Fraga, na Folha de S. Paulo, que a indústria de embalagens já sente o impacto do fim da distribuição das sacolas plásticas pelos supermercados do Estado de São Paulo a partir do próximo dia 25: as encomendas despencaram.
"O varejo já cortou pedidos, e isso começa a gerar demissões e cortes de gastos pelas empresas do setor", diz Miguel Bahiense, presidente do Instituto Socioambiental dos Plásticos, entidade que representa a indústria.
Segundo um empresário que pediu para não ter o nome revelado, "a maioria dos clientes de São Paulo não renovou os pedidos".
Bahiense diz que ainda não é possível estimar o prejuízo inicial do acordo firmado entre o governo de São Paulo e a entidade que representa os supermercados para o banimento das sacolas.
A partir de quarta-feira (25), as sacolinhas plásticas deixarão de ser distribuídas gratuitamente em São Paulo. Quem não quiser sair do estabelecimento com as coisas na mão terá de levar a sua própria ecobag ou carrinho de feira.
Na melhor das hipóteses, o consumidor vai ganhar do supermercado uma caixa de papelão usada (há risco de contaminação) ou, novidade, terá de comprar uma sacolinha biodegradável por R$ 0,19 --alvo das mais ferozes críticas e resistências, respondidas pelos supermercado por um simples "não compre e leve sua ecobag".

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Loja no Canadá é especializada em refils de produtos de limpeza

A The Soap Dispensary  em Vancouver, Canadá, se apresenta com uma loja especializada em produtos de limpeza especiais e itens de higiene pessoal -- com o detalhe de que as mercadorias são todas oferecidas em formato de refil. A loja tem uma grande variedade de produtos biodegradáveis e hipoalergênicos. As marcas mais estabelecidas no mercado canadense estão disponíveis na loja: xampus, sabonetes líquidos, amaciantes de roupa, removedores de manchas, alvejantes sem cloro e muitos outros produtos estão disponíveis encontrados em grandes cubas na loja, com torneiras para encher embalagens reutilizáveis trazidas pelos consumidores. As embalagens de transporte também podem ser compradas separadaramente.
No ano passado, só os EUA geraram cerca de 31 milhões de toneladas de lixo plástico, e apenas 8% foram recuperadas através da reciclagem. (dados da www.springwise.com)

Lave seu jeans no freezer

Reporta Carlos Eduardo Valim, na IstoÉ Dinheiro, que se depender da Levi Strauss & Co., aquela velha calça azul e desbotada nunca mais será lavada. Pelo menos da forma convencional. A empresa americana, criada em São Francisco, na Califórnia, pelo imigrante alemão Levi Strauss, está pedindo a seus clientes que não usem água para lavar o jeans, que ela mesmo inventou. Segundo ela, alguns minutos no freezer serão suficientes para matar os germes da peça.
A Levi’s estima que uma calça jeans consuma 3,5 metros cúbicos de água em todo o seu ciclo de vida: do plantio do algodão à reciclagem. Esse volume seria suficiente para encher 15 banheiras. A iniciativa da Levi’s não é uma pegadinha e vai muito além do marketing com apelo sustentável.
A companhia quer reduzir a quantidade de água utilizada em todo o processo – desde a plantação do algodão até as várias lavagens que fazemos em casa –, pois teme que a escassez do líquido, provocada pelas mudanças climáticas, possa pôr em risco o seu negócio. O algodão, que consome mais de 3% da água utilizada na agricultura em todo o mundo, poderá ficar caro ou escasso demais.
Leia o restante da reportagem aqui.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Cai lei que proíbe sacolas plásticas no varejo em São Paulo

Reporta Toni Sciarreta, na Folha.com, que o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter a suspensão da lei que proíbe o uso das sacolinhas plásticas nos supermercados e no comércio varejista da cidade de São Paulo.
Com a lei sancionada em maio pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD), as sacolinhas plásticas deveriam ser banidas do supermercados da cidade a partir de 1º de janeiro de 2012, tempo dado para os estabelecimentos comerciais adaptarem seus procedimentos de embalagem.
A decisão de suspender a lei foi do desembargador Luiz Pantaleão, que atendeu ainda em junho ao pedido de liminar feito pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico. O argumento é que, além de ineficaz, a lei contraria o direito do consumidor de levar os produtos comprados no comércio.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ecológica, juta mira mercado de saco plástico

Reportam Toni Sciarretta e Jorge Araújo, na Folha.com, que os produtores de juta, fibra natural usada em sacos de cereais, querem se tornar o principal fornecedor de "ecobags" para suprir o vácuo das sacolinhas plásticas, que estão com os dias contados no país. São Paulo banirá os plásticos em janeiro.
Para isso, a indústria têxtil de juta da Amazônia veste uma roupagem ecológica e socialmente engajada --compra matéria-prima de 15 mil famílias ribeirinhas do Amazonas e do Pará.
Segundo os produtores, a juta é o único material totalmente biodegradável --que não depende de compostagem para decomposição como os plásticos biodegradáveis vendidos no comércio.
Com base nisso, a juta da Índia e de Bangladesh conquistaram o "ecomercado" dos EUA e da Europa.
No Brasil, os produtores apresentaram ao governo um projeto de financiamento de R$ 13,6 milhões para melhorar a genética das sementes e facilitar a agricultura familiar --a ideia é produzir uma juta mais leve, sedosa e resistente às pragas e ao clima.
Veja o restante da reportagem aqui.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Cliente do Grupo Pão de Açúcar consulta a qualidade dos produtos pelo celular

O Grupo Pão de Açúcar expandiu seu programa de Qualidade Desde a Origem, desenvolvido para oferecer um alto padrão de qualidade das frutas, legumes e verduras nas lojas Extra, Pão de Açúcar, CompreBem e Sendas. Agora, pelo celular, o cliente pode consultar toda a cadeia de produção e distribuição dos itens que chegam às lojas.
Reconhecido pela ANVISA como o programa de rastreabilidade e controle de agrotóxico exemplo no varejo brasileiro, o Qualidade Desde a Origem, criado em 2008, evolui para a plataforma móvel, tornando-se mais acessível, principalmente na hora da compra, quando você está em movimento e com o celular no bolso. O mobile site tem como principal função apresentar o produto e sua origem na tela adaptada ao celular. Você pode realizar buscas através do código do produto (ou scannear o QR-Code da embalagem), e acessar pelo celular a página do alimento, com informações e foto do produto, detalhes e localização do fornecedor; além de utilizar o localizador de lojas.
Mensalmente, o Grupo Pão de Açúcar movimenta cerca de 28 milhões de quilos de frutas, legumes e verduras nos 6 Centros de Distribuição. Desses, 80% já está rastreado no primeiro ano de Qualidade desde a Origem. A meta é estar 100% rastreado até segundo semestre de 2011.
O site www.qualidadedesdeaorigem.com.br oferece ao consumidor a oportunidade de conhecer melhor o programa “Qualidade desde a Origem”, com todos os passos de sua implantação. Basta clicar no link “Programa”. Para ter acesso ao código de todos os produtos comercializados nas lojas do grupo, embalados ou a granel, é só clicar no link “Origem”. Lá, o consumidor seleciona estado, categoria, produto e tipo de produto (Exemplo: SP, Frutas, Pêra e Pêra Williams). O site está hospedado no portal da empresa, www.grupopaodeacucar.com.br, e pode ser acessado por meio dos links disponibilizados nos demais endereços da companhia (www.paodeacucar.com.br  www.extra.com.br  www.comprebem.com.br  e www.sendas.com.br).

terça-feira, 24 de maio de 2011

Sistema de iluminação solar com fibra óptica 2

No vídeo abaixo, mais uma interessante tecnologia que permite distribuir a luz solar em ambientes fechados, usando espelhos e fibra óptica:

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Walmart incentiva alternativas às sacolas plásticas

Diante da ampla campanha contra o uso de sacolas plásticas no varejo, a rede Walmart declarou em nota à imprensa que atuar na redução do uso deste tipo de material é fundamental para mitigar os impactos ambientais e tem na educação ambiental um dos principais vetores de mobilização e desenvolvimento de diferentes iniciativas.
Segundo a nota, o Walmart tem consciência de sua participação e responsabilidade neste processo e, por isso, definiu como meta reduzir o uso de sacolas plásticas em pelo menos 50% até 2013 nas suas lojas no Brasil.
A empresa informa que foi lançado um programa de redução do uso de sacolas plásticas, que compreende um mosaico de ações. A empresa entende que não existe uma única alternativa ou solução para o problema, mas sim um conjunto de iniciativas com foco no consumo consciente e na gestão dos resíduos sólidos. Estas iniciativas também não devem ser simplesmente padronizadas devem ser aplicadas e replicadas conforme as características de uma determinada região e público.
Desde 2008 a rede implementou o programa de sacolas retornáveis com os dizeres “Eu faço a diferença. Uso sacola retornável”. Em pouco mais de 2 anos foram comercializadas cerca de 2,5 milhões de peças em todo o Brasil. No mesmo conceito das sacolas retornáveis, o uso de caixas de papelão também tem sido incentivado para transportar as compras dos clientes.
O programa de redução de sacolas plásticas considerou também o desenvolvimento de treinamentos dos funcionários para o melhor aproveitamento das sacolas plásticas no ato de empacotar as compras. Para evitar o desperdício, cada caixa passou a ter um porta-sacolas que libera uma embalagem por vez, restringindo o uso indiscriminado.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Como a lei das sacolas plásticas afeta o bolso do consumidor

Reporta Julia Wiltgen, na EXAME.com, que a prefeitura de São Paulo sancionou nesta quinta-feira (19) uma lei que proíbe os estabelecimentos de varejo de fornecerem sacolas plásticas para seus clientes acondicionarem suas compras, sob pena de multa. A medida entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2012 e chega atrasada em relação a decisões já tomadas em diversas capitais. Belo Horizonte, Brasília, João Pessoa e Palmas já aprovaram leis que proíbem as sacolas plásticas, e outras oito capitais, além dos estados do Maranhão e do Rio, já aprovaram leis que preveem a substituição do plástico por materiais biodegradáveis.
Além da importante discussão ambiental, a proibição levanta uma série de dúvidas sobre o que vai acontecer com o bolso do consumidor. A ideia é incentivar todos a levarem suas próprias sacolas retornáveis – as ecobags – ou carrinhos e sacolas de feira. Mas e para quem os esquecer em casa, haverá alternativa? Outra questão é sobre o acondicionamento do lixo doméstico. As sacolas antes utilizadas para este fim deverão agora ser substituídas pela compra de sacos de lixo. Por outro lado, o varejo se livra dos custos com os sacos plásticos, atualmente repassados para o consumidor. Isso vai se traduzir em redução nos preços dos produtos?
Alternativas à sacola
Quando os supermercados pararem de fornecer sacolas plásticas, será preciso se planejar muito mais para ir às compras. Aquela passadinha no mercado para comprar alguns itens na volta do trabalho pode ser complicada se a pessoa não tiver uma ecobag no carro ou na bolsa. De qualquer maneira, ninguém está livre do esquecimento. Nesse caso, estariam os mercados planejando oferecer alternativas ao consumidor?
A princípio, a lei não impede que os estabelecimentos de varejo forneçam, gratuitamente ou mediante pagamento, qualquer outro tipo de sacola ou embalagem. Elas só não podem ser feitas de plástico ou conter as palavras “oxidegradáveis”, “oxibiodegradáveis”, “fotodegradáveis”, biodegradáveis” e outras expressões que sugiram sustentabilidade. Fica, então, a critério do estabelecimento escolher que alternativas vai oferecer aos clientes que não levarem ecobags ou carrinhos.
Leia o restante da reportagem aqui.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Americanos querem punição para empresas falsamente "verdes"

Reporta Bart King, na Reuters, que os consumidores norte-americanos ainda são frequentemente enganados por lojas e marcas que são pretensamente ecológicas, mas que mentem em suas afirmações de sustentabilidade ambiental.
Um estudo recente da firma Cone, o "2011 Cone Green Gap Trend Tracker", diz que ao mesmo tempo os consumidores querem que essas empresas sejam punidas pelas alegações falsas. Cerca de 71% dos consumidores disseram que deixariam de comprar o produto se souberem que a empresa falsificou dados ecológicos, e mais de um terço (37%) boicotaria permanentemente todos os produtos de uma marca.
A quase totalidade dos entrevistados (97%, comparado com 90% em 2008) disse saber o significado dos rótulos "verde" e "ambientalmente responsável", e reconhecessem que as interpretações podem ser dúvidas. Mais de 40% acreditam erroneamente que esses termos significam que um produto tem impacto posiitivo sobre o meio ambiente. Apenas 29% entendem que esses termos querem dizer que os produtos têm impacto ambiental menor que as versões anteriores ou produtos concorrentes.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Supermercados versus sacolas plásticas, 2o round

Segundo nota do site da Associação Brasileira de Supermercados, apesar da moda sustentável das bolsas retornáveis, que aparecem em diversas cores e modelos, as sacolas plásticas ainda são distribuídas em supermercados. Por não serem tão resistentes, às vezes, duas são necessárias para suportar o peso das compras e esse artigo produto do petróleo, altamente poluente, é acumulado e jogado depois no meio ambiente.
Por isso, já há movimentações para reduzir o poder de poluição das sacolas plásticas, retirando-as gradativamente do mercado. Foi assim com a campanha Saco é um Saco do Ministério do Meio Ambiente, que já recolheu mais de 600 milhões de sacolas. A nova ofensiva é parte das metas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que pretende diminuir o uso de sacolas plásticas em até 40% nos próximos cinco anos, dos quais 30% devem ser reduzidos em três anos.
A redução no consumo de sacolas foi de 2,9 bilhões de 2007 (17,9 bi) a 2009 (15 bi) e a previsão é de que atinja os 14 bilhões neste ano. O projeto está ligado ao Plano Abras de Ação Sustentável, que segue as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
A criação de um manual de condutas para o setor e a redução de gases causadores do efeito estufa também estão entre os objetivos do plano. Em documento público, a Abras defende a criação de uma lei federal que regulamente a distribuição de sacolas plásticas, o fim da entrega de sacolas de forma gratuita nos supermercados, melhorias no sistema de coleta seletiva e aumento de ações de conscientização dos consumidores.
Plano B
A população apoiaria alternativas aos sacos plásticos, segundo pesquisa do Ministério do Meio Ambiente com 1.100 pessoas entre 16 e 70 anos que vivem em 11 capitais brasileiras. O estudo Aqui e Agora, realizado com o apoio da rede Walmart, tem como intuito verificar os hábitos de consumo e em relação ao meio ambiente / sustentabilidade da população brasileira. Em supermercados, a avaliação constatou que 69% dos entrevistados trocariam as sacolas plásticas por outras formas de carregar suas compras, como sacolas retornáveis, carrinhos e caixas de papelão.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Consumidores rejeitam falsos produtos “verdes”

É uma disputa de grande peso: de olho em um mercado cada vez mais promissor, muitas empresas de produtos de consumo estão se declarando ambientalmente responsáveis – e em vários casos, essa afirmação é falsa. Na outra ponta, os consumidores estão dispostos a pagar mais por produtos ecologicamente corretos, mas não admitem ser enganados por empresas que não cumprem o que anunciam.
Segundo uma pesquisa do Boston Consulting Group, cerca de 17% dos consumidores americanos disseram que concordariam em pagar mais caro por produtos ecologicamente corretos, um crescimento significativo em relação aos 13% de 2008 e 10% em 2009. A melhora nesse percentual é um reflexo da recuperação econômica, segundo a empresa.
Porém, de acordo com uma reportagem recente do Wall Street Journal, os consumidores dos EUA estão cada vez mais sensíveis ao que se chama de “greenwashing” ("branqueamento ecológico"), termo usado para indicar ações de marketing que alegam responsabilidade ambiental da empresa ou produto, mas escondem as ações poluidoras para enganar o comprador.
Uma das práticas mais comuns de “greenwashing” é a criação de selos “verdes” pela própria empresa, que simulam selos de aprovação de órgãos independentes. Aplicados em itens como produtos de limpeza, alimentos e tecidos, esses rótulos de “auto-aprovação” têm sido o pivô de muitos processos movidos por consumidores contra as empresas.
Nos Estados Unidos e na Europa, cresce a pressão para a criação de normas mais rigorosas sobre o marketing ambiental das empresas de consumo e do varejo, para coibir falsas alegações e campanhas publicitárias enganosas.
As empresas são acusadas, entre outras coisas, de criar selos próprios que dão a falsa impressão de aprovação oficial de suas práticas ambientais; afirmar que um produto é “biodegradável” quando na verdade o material é altamente poluente; e etiquetar incorretamente um produto, passando a falsa impressão de responsabilidade ambiental.
Desde 2007, pelo menos quatro grandes ações coletivas de consumidores nos EUA acusaram empresas de propaganda enganosa a respeito do impacto ambiental de seus produtos. Além disso, foram movidas nos últimos 18 meses várias ações de fiscalização federal e dos órgãos de auto-regulamentação da indústria e varejo.
Em fevereiro deste ano, a Comissão Federal de Comércio dos EUA enviou advertências a 78 varejistas, referentes a uma grande variedade de queixas. Uma das empresas advertidas alegava que seus tecidos eram feitos a partir de fibras de bambu, quando na verdade eram feitos de rayon, que é produzido a partir de polímeros de petróleo (extremamente poluentes).
Eis aqui o cerne dessa disputa acirrada: consumidores conscientes se oferecem para pagar mais caro por produtos menos agressivos ao meio ambiente, mas não admitem ser enganados por empresas ambiciosas que apostam justamente na falta de consciência e atenção dos novos consumidores. Essa tentativa de enganar o cliente configura um erro fatal para as empresas.
As empresas que realmente forem responsáveis em termos sociais e ambientais serão premiadas a médio e longo prazo, mostrando legítima sensibilidade a uma mudança no comportamento dos consumidores. Fabricantes e varejistas que decidirem tratar a questão como um efeito especial para iludir a audiência correm o risco de perder negócios e até irem à falência.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

McDonald's muda de cor para passar imagem mais ecológica

Segundo nota do Propaganda & Marketing, o McDonald's trocou o tradicional fundo vermelho de sua marca pelo verde. A mudança reflete a tentativa da empresa de promover uma imagem mais "eco-friendly" na Europa. Cerca de 100 restaurantes da rede na Alemanha farão a mudança até o final de 2009, informou a empresa. Algumas franquias na Grã-Bretanha e França também já estão utilizando o novo padrão.
A franquia que possui mais de 32 mil restaurantes em 118 países tem sido alvo de ativistas que alegam que as atividades da rede são prejudiciais ao meio ambiente. Por causa disso, a rede está tentando adotar práticas "verdes", convertendo o óleo usado nos restaurantes em biodiesel, por exemplo.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Starbucks procurar dar "cara local" às lojas


Reporta Greg Gilbert, no Seattle Times, que a rede de cafés Starbucks está investindo na reciclagem e elementos locais ao criar o design de suas novas lojas. A loja recém-inaugurada no University Village, em Seattle, usa lousas recicladas de uma escola secundária, luminárias reutilizadas de outras lojas e materiais locais na construção. Com isso, a rede reduz gastos com materais e reduz a poluição gerada pela produção e transporte. Os designers da Starbucks estão orientados a dar "cara local" às lojas, e criar ambientes mais aconchegantes e que durem mais.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Restaurante em uma caixa

Vem de Montreal, no Canadá, o conceito do Müvbox, o restaurante em uma caixa. Trata-se de um container de 7 por 2,5 metros, que se transforma em um restaurante chique com o toque de um botão. O Müvbox tem um cozinha completamente equipada, com capacidade para quatro funcionários. As paredes do container se expandem para criar um pátio coberto com área para servir 28 pessoas, no balcão e em pequenas mesinhas. O conceito é também ecológico: o restaurante móvel é criado a partir de um container usado, com algumas adaptações. O piso é feito de pneus reciclados e painéis solares no teto fornecem até 40% da energia necessária. O "restaurant-in-a-box" pode ser facilmente transportado por terra ou mar. Em Montreal, o conceito está sendo usado para servir pratos locais na área do porto, a maioria a base de frutos do mar.
Veja o vídeo:

domingo, 28 de junho de 2009

Supermercados promovem alternativas para sacolas plásticas

Segundo nota da Associação Paulista de Supermercados, grandes redes como Carrefour e Pão de Açúcar estão empenhadas em reduzir o uso de sacolas plásticas.
O Carrefour implementou um programa de sacolas reutilizáveis há um ano, e vendeu 400 mil unidades nesse período. A iniciativa faz parte da política mundial da rede para a redução do uso de sacolas plásticas.
Já o Pão de Açúcar divulgou que seu programa de redução representou uma economia de 35% com sacolas plásticas -- a rede vendeu 600 mil ecobags em todas as suas bandeiras.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Wal-Mart e MMA lançam campanha contra sacos plásticos

O Ministério do Meio Ambiente está veiculando em parceria com o Wal-Mart duas peças contra o excesso de sacos plásticos, e os males causados por seu acúmulo nas cidades:




quarta-feira, 24 de junho de 2009

600 mil sacolas plásticas a menos no RS

Segundo nota do portal da Associação Paulista de Supermercados, em apenas um mês de funcionamento do projeto “Cliente Consciente Merece Desconto” no Rio Grande do Sul, a rede de hipermercados Big – uma das bandeiras do grupo Wal-Mart – reduziu em 600 mil o número de sacolas plásticas solicitadas pelos clientes para embalar compras, o que significa R$ 18 mil em descontos concedidos no check-out das lojas. O programa concede desconto nas compras dos clientes que não utilizarem embalagens plásticas. Lançado também em Santa Catarina e no Paraná, o programa em todo o Sul alcançou, no período, a diminuição de um milhão de sacolas plásticas, e uma economia nas compras, para os clientes, de R$ 31 mil. No Nordeste, onde a ação existe desde o final do ano passado, o desconto já chegou a R$ 113 mil e a redução de uso de sacolas a 3,5 milhões de unidades. O objetivo da empresa é reduzir em 50% o uso de sacolas plásticas em suas lojas até 2013 e incentivar o uso de sacolas retornáveis.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Wal-Mart Brasil lança Pacto pela Sustentabilidade

Reporta Andrea Martins, no Meio & Mensagem Online, que a rede Wal-Mart está promovendo esta semana uma série de ações para o lançamento do Pacto pela Sustentabilidade, com o objetivo de propor que a empresa, especialistas e fornecedores trabalhem com o foco na preservação do meio ambiente. Para marcar o início deste "pacto", o consultor norte-americano Andrew Winston, autor do livro "O Verde que Vale Ouro", falou à imprensa sobre as demandas e os desafios ambientais que as companhias enfrentam em tempos de crise. O encontro aconteceu na loja ecoeficiente do Wal-Mart, no Bairro do Morumbi, em São Paulo. Segundo o especialista, que fez centenas de entrevistas com executivos em todo mundo para escrever a obra, "tornar-se verde? não é um gasto para as empresas. É muito bom em tempos de crise investir em sustentabilidade porque reduz custos, economiza petróleo, energia e dinheiro. Sem contar que cria um valor para a marca e vende mais", destacou Winston.