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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Cartão eletrônico reúne todos os cartões de pagamento

 Nos Estados Unidos, o cartão de pagamentos  Coin apresenta uma proposta muito interessante. O cartão combina todos os cartões de crédito, débito, prêmios, millhagem e clubes de compras em um só. O usuário checa qual o melhor cartão para cada ocasião em um pequeno display.
O Coin será lançado com um leitor de cartões que se conectará ao smartphone, e permitirá o registro das informações sigilosas de cada cartão da pessoa no Coin. O aplicativo alerta o usuário se ele esquecer o cartão em algum estabelecimento. Se for perdido, ele se desativa automaticamente.
O Coin foi desenvolvido com financiamento coletivo ("crowdfunding") e deve chegar ao mercado americano no meio do ano. A CNN Money fez uma reportagem sobre o Coin, veja aqui.


quarta-feira, 30 de março de 2011

American Express lança serviço de pagamentos digitais

Segundo nota da Forbes, a operadora de cartões American Express lançou esta semana nos EUA um serviço que deve esquentar o mercado de pagamentos digitais. Chamado "Serve", o novo serviço permite que os consumidores escolham entre várias opções de pagamento, direcionadas a uma única conta. Os pagamentos podem ser feitos pela internet, através de smartphones ou em lojas que aceitam cartões da empresa.
O serviço também permite transações entre pessoas que também tenham contas do Serve, o que vai permitir que a American Express concorra com o serviço de pagamentos PayPal, que pertence ao site de leilões eBay.
O serviço estará disponível inicialmente nos Estados Unidos, mas a empresa planeja lançá-los em outros países ao longo deste ano. Nos primeiros seis meses, o Serve não terá tarifa de uso. Depois desse período, haverá uma tarifa de 2,9% sobre o valor da transação, mais US$ 0,30 por transferência. Mas não haverá cobrança por outros serviços de depósito e débito.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Custo do cartão opõe lojista e consumidor

Em reportagem na Folha de S. Paulo, Toni Sciarreta diz que a tarifa "extra" cobrada por muitas lojas em pagamentos por cartão de débito ou crédito é motivo de muita polêmica entre varejistas e consumidores.
O Código de Defesa do Consumidor considera à vista o pagamento tanto com cartão de crédito ou débito quanto em dinheiro. Por isso, proíbe a cobrança diferenciada sob pena de multa para o lojista que desobedecer.
Na prática, a maioria dos estabelecimentos comerciais negocia diretamente com o cliente esse desconto. No Distrito Federal, uma decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) liberou o desconto.
Polêmico, o assunto faz parte da nova regulação dos cartões de crédito, que chega hoje ao CMN (Conselho Monetário Nacional). Mais preocupado com a concorrência entre as bandeiras e as empresas de cartão, o CMN tende a deixar que o mercado se ajuste sozinho. As empresas de cartão são contra o desconto pois perdem negócio.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

MasterCard quer trocar cartões por celulares no Brasil

Reporta Márcio Kroehn, na IstoÉ Dinheiro, que por meio de uma parceria com Redecard, Itaú Unibanco e Vivo, a MasterCard vai permitir que o usuário instale um aplicativo em seu celular. O telefone funcionará como o terminal personalizado do usuário. Ao acionar o programa com o logotipo da companhia, será possível escolher entre as opções crédito, débito ou pré-pago após o aparecimento das informações sobre o pagamento de uma compra. A senha garante que o usuário aceita as condições e uma confirmação final completa a operação. Tudo será feito online, com níveis de segurança semelhantes aos utilizados nas transações com os cartões.
 “No universo do cartão é preciso olhar para frente. O passado é um bom referencial, mas essa indústria vai mudar radicalmente em cinco anos e queremos estar na dianteira desse negócio, com inovação”, diz Gilberto Caldart, presidente da MasterCard Brasil.
Segundo Caldart, a quebra da exclusividade dos terminais vai elevar a fatia dos plásticos nos pagamentos em geral. “Novos segmentos, como saúde, educação, grandes atacadistas e pequenas lojas vão passar a aceitar cartões, e é preciso mais tecnologia para enfrentar essa competição mais acirrada”, diz ele.
Outras duas tecnologias desenvolvidas pela MasterCard vão desembarcar logo por aqui. No início de 2011, os brasileiros terão acesso ao inControl, sistema eletrônico que realiza alertas de controle de gastos financeiros e identifica ofertas de compras no comércio eletrônico – nos EUA, os clientes do Citibank utilizam esse sistema.
O próximo passo, previsto para o fim do ano que vem, é habilitar o serviço de remessa de dinheiro MoneySend para o mercado brasileiro, para concorrer com empresas como Western Union.
 Os lançamentos mostram o crescimento da importância do Brasil para a MasterCard. O País está recebendo tecnologias que já foram testadas em outros lugares antes, o que é um bom sinal.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Cade decide manter exclusividade da VisaNet com a Visa

Segundo nota da Folha de S. Paulo, a exclusividade da VisaNet no credenciamento de cartões de crédito da bandeira Visa foi mantida pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que derrubou ontem a medida preventiva da SDE (Secretaria de Direito Econômico, do Ministério da Justiça) que determinava a abertura da estrutura a novas empresas.
No entanto, o processo administrativo contra a companhia continua em andamento.O conselheiro relator, Paulo Furquim de Azevedo, considerou que a exclusividade contratual não é capaz de causar algum prejuízo irreparável à concorrência e, por unanimidade, o plenário do Cade decidiu que o impedimento do monopólio da VisaNet no credenciamento da marca não é justificável.

domingo, 30 de agosto de 2009

Governo quer acabar com o duopólio da Visanet e da Redecard

Reporta Márcio Kroehn, na IstoÉ Dinheiro, que os gigantes Visa e Master Card dominam o mercado mundial de cartões de crédito. No Brasil, 94 em cada 100 transações com o dinheiro de plástico são canalizadas para as duas empresas que servem localmente às marcas globais, a Visanet e a Redecard. Passam por elas 90% de todo o dinheiro movimentado nas máquinas de recebimento de cartões em lojas, restaurantes, prestadores de serviços e comerciantes em geral em todo o País, uma bolada de R$ 375 bilhões em 2008. O poder desse duopólio é tamanho que, na visão do governo federal, impede a entrada de novos concorrentes e a queda dos preços das transações. Para mudar essa situação e beneficiar empresários e consumidores, o Banco Central e as secretarias de Direito Econômico (SDE) e de Acompanhamento Econômico (SAE), ligadas aos ministérios da Justiça e da Fazenda, respectivamente, tomaram medidas duras contra a Visanet e a Redecard nos últimos meses. Incomoda o governo que as duas empresas dominantes detêm controle total sobre os processos em cinco etapas da atividade: credenciamento, fornecimento dos terminais de pagamento, captura e processamento das transações, pedido de autorização às instituições financeiras, compensação e liquidação.