A empresa Displair, fundada pelo designer russo Max Kamanin, criou um novo equipamento que exibe imagens que parecem estar flutuando no ar. O sistema lembra a tecnologia fictícia dos filmes da série "Homem de Ferro".
A tecnologia funciona com um fino spray de gotículas de água, similar aos vaporizadores usados para umidificar ambientes. Essas gotículas formam uma "tela" onde são projetadas imagens 3D, dando a ilusão de hologramas. As imagens podem ser interativas, permitindo a navegação por conteúdos.
Empresas como Google, Coca-Cola e Pepsi já estão incorporando a tecnologia da Displair em suas campanhas publicitárias. Veja os vídeos abaixo.
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Comerciais de TV onde interessam: na prateleira da loja
Reporta Stuart Elliot, no New York Times, que a empresa Automated Media Services (AMS) está há anos desenvolvendo um sistema de televisão para ambientes de varejo que permitiria que agências planejam e comprem horários comerciais nas lojas, do mesmo modo que fazem nos canais de TV tradicionais. O sistema, chamado 3GTV, está sendo testado em nove supermercados da rede Bloom nos estados de Maryland e Virginia.
Os executivos da AMS já trabalharam em redes de TV, publicidade e marketing, e captaram US$ 10 milhões para desenvolver o sistema 3GTV. Entre os investidores da empresa, estão alguns nomes e firmas bem conhecidas em Wall Street e Madison Avenue. Entre eles estão Burt Manning, ex-presidente da divisão JWT do grupo WPP, e Stephen Grubbs, que foi executivo de agências de mídia do Omnicom Group.
Segundo Manning, o sistema da AMS atinge os consumidores de uma nova forma. Ele observa que as pessoas ainda assistem TV, mas hoje a audiência está pulverizada em centenas de canais e pela internet. As lojas e mercados são um local estratégico para atingir um público qualificado, no momento exato da compra.
Grubbs disse que o marketing e a mídia sempre conseguiram atingir o consumidor no topo do funil de compras, através de anúncios na TV e mídia impressa. Mas essas técnicas não eram suficientes para capturar o interesse do comprador na base do funil, antes que a pessoa coloque um produto no carrinho de compras.
As telas do 3GVT são estrategicamente posicionadas nas prateleiras ao lado dos itens anunciados nos comerciais, oferecendo uma série de informações relevantes sobre os produtos. Isso representa uma vantagem sobre os sistemas de TV que já existem em muitas lojas, onde as telas ficam perto dos caixas ou na saída da loja, quando as decisões de compras já foram tomadas.
Nos testes que serão feitos nos supermercados da Bloom, o varejista vai colaborar com a AMS para determinar as melhores posições para as telas e quantas serão necessárias em cada loja, para não incomodar o consumidor. No final das contas, a aceitação do cliente vai determinar o sucesso ou o fracasso dos testes.
Os executivos da AMS já trabalharam em redes de TV, publicidade e marketing, e captaram US$ 10 milhões para desenvolver o sistema 3GTV. Entre os investidores da empresa, estão alguns nomes e firmas bem conhecidas em Wall Street e Madison Avenue. Entre eles estão Burt Manning, ex-presidente da divisão JWT do grupo WPP, e Stephen Grubbs, que foi executivo de agências de mídia do Omnicom Group.
Segundo Manning, o sistema da AMS atinge os consumidores de uma nova forma. Ele observa que as pessoas ainda assistem TV, mas hoje a audiência está pulverizada em centenas de canais e pela internet. As lojas e mercados são um local estratégico para atingir um público qualificado, no momento exato da compra.
Grubbs disse que o marketing e a mídia sempre conseguiram atingir o consumidor no topo do funil de compras, através de anúncios na TV e mídia impressa. Mas essas técnicas não eram suficientes para capturar o interesse do comprador na base do funil, antes que a pessoa coloque um produto no carrinho de compras.
As telas do 3GVT são estrategicamente posicionadas nas prateleiras ao lado dos itens anunciados nos comerciais, oferecendo uma série de informações relevantes sobre os produtos. Isso representa uma vantagem sobre os sistemas de TV que já existem em muitas lojas, onde as telas ficam perto dos caixas ou na saída da loja, quando as decisões de compras já foram tomadas.
Nos testes que serão feitos nos supermercados da Bloom, o varejista vai colaborar com a AMS para determinar as melhores posições para as telas e quantas serão necessárias em cada loja, para não incomodar o consumidor. No final das contas, a aceitação do cliente vai determinar o sucesso ou o fracasso dos testes.
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Software facilita campanhas e mídia indoor
Segundo informa o Tela Viva News, a Mídia Bay apresentou na manhã desta quinta-feira, 1º, o software Advantage MT, uma ferramenta que permite o planejamento online de mídia aos interessados em anunciar na rede, que conta com mais de 700 estabelecimentos (entre cafeterias, supermercados, lojas de conveniência, academias) e aproximadamente 1,2 mil telas em São Paulo. Após cadastro no site da Mídia Bay o usuário terá acesso ao software e conseguirá localizar as regiões onde pretende veicular os anúncios, selecionando-as por estabelecimento, região, período de campanha. O usuário terá acesso também a instruções para a veiculação do material, restrição do tipo de publicidade em determinadas redes, cálculo da audiência e imagem dos estabelecimentos.
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Aumenta a exposição dos consumidores à mídia "out-of-home"
A firma Arbitron acaba de publicar um estudo que indica que cerca de 155 milhões de pessoas acima de 18 anos nos EUA foram expostas a alguma forma de mídia digital fora de casa nos últimos 30 dias.
De acordo com a pesquisa, 76% dos entrevistados disseram ter visto vídeos digitais em vários lugares diferentes. No setor de varejo, mercados, grandes lojas, farmácias, shopping centers e lojas de conveniência são os espaços mais citados. Os vídeos em postos de gasolina e em salas de espera de cinemas atingem 1 em cada 5 americanos.
A Arbitron aponta que os painéis de vídeo digital são mais vistos por jovens entre 18 e 34 anos e pessoas de renda mais alta.
O estudo pode ser baixado de graça no site da empresa.
De acordo com a pesquisa, 76% dos entrevistados disseram ter visto vídeos digitais em vários lugares diferentes. No setor de varejo, mercados, grandes lojas, farmácias, shopping centers e lojas de conveniência são os espaços mais citados. Os vídeos em postos de gasolina e em salas de espera de cinemas atingem 1 em cada 5 americanos.
A Arbitron aponta que os painéis de vídeo digital são mais vistos por jovens entre 18 e 34 anos e pessoas de renda mais alta.
O estudo pode ser baixado de graça no site da empresa.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
TV dentro da loja aumenta vendas
Reporta Daniele Madureira, no Valor Econômico, que a crise está levando as empresas de varejo a investir mais no ponto de venda como canal de mídia - literalmente. A instalação de TVs corporativas, em que o conteúdo é desenhado sob medida para o público consumidor, vem ganhando espaço. Foi assim na Leo Madeiras, que montou uma programação voltada a marceneiros, arquitetos e designers, transmitida nas lojas e na web, e também na rede de 12 restaurantes rodoviários do Frango Assado, que chama a atenção para as atrações do menu, as condições das estradas e a agenda cultural da cidade mais próxima.
"A TV corporativa não é uma mídia que vive sozinha, serve para reforçar um plano de comunicação, mas é capaz de estabelecer um vínculo com o público consumidor e direcionar a sua atenção como nenhuma outra", diz Fernando Coelho, diretor da Imagine Age TV, responsável pela implantação da TV corporativa na Leo Madeiras e no Frango Assado.
A rede Frango Assado, comprada pela holding IMC no ano passado, teve a mesma boa surpresa quando instalou a TV corporativa nos seus restaurantes. Está faturando R$ 25 mil por mês com anunciantes, que também estão vendendo mais. "A venda de Fanta cresceu 15%, a de Coca-Cola, 16%, e conseguimos dobrar a venda do guaraná Kuat", diz o diretor da Coca-Cola Femsa, Maurício Favoretto. Segundo ele, a empresa comparou os meses de dezembro e março, quando não usaram a mídia no ponto de venda, com janeiro e fevereiro, quando houve compra de espaço publicitário na TV corporativa da rede Frango Assado.
"A TV corporativa não é uma mídia que vive sozinha, serve para reforçar um plano de comunicação, mas é capaz de estabelecer um vínculo com o público consumidor e direcionar a sua atenção como nenhuma outra", diz Fernando Coelho, diretor da Imagine Age TV, responsável pela implantação da TV corporativa na Leo Madeiras e no Frango Assado.
A rede Frango Assado, comprada pela holding IMC no ano passado, teve a mesma boa surpresa quando instalou a TV corporativa nos seus restaurantes. Está faturando R$ 25 mil por mês com anunciantes, que também estão vendendo mais. "A venda de Fanta cresceu 15%, a de Coca-Cola, 16%, e conseguimos dobrar a venda do guaraná Kuat", diz o diretor da Coca-Cola Femsa, Maurício Favoretto. Segundo ele, a empresa comparou os meses de dezembro e março, quando não usaram a mídia no ponto de venda, com janeiro e fevereiro, quando houve compra de espaço publicitário na TV corporativa da rede Frango Assado.
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Mídia indoor invade academias de ginástica
Reporta Cinthia Scheffer, na Gazeta do Povo de Curitiba, que a mídia indoor e as ações promocionais são cada vez mais comuns nas academias de ginástica – onde cada cantinho virou espaço em potencial para “falar com o consumidor”. Esse movimento tem engordado o faturamento das academias, em especial aquelas voltadas ao público de alto poder aquisitivo.
Com sete anos de atuação, a agência paulistana Mídia em Foco é uma das pioneiras na negociação destes espaços no país e, desde então, vê seu faturamento dobrar ano a ano – o que dá uma pista sobre o ritmo de expansão dos negócios piscina afora. No início, o único cliente era uma rede com cinco unidades em São Paulo. Hoje são 350 academias em todo país. “A demanda vem crescendo muito e a oferta hoje também é maior e melhor”, diz o diretor comercial da empresa, André Bronstein. “Há sete anos, não havia ninguém nas academias preparado para esse tipo de negociação e para a definição de preços dos espaços.”
Nos shopping centers, a mídia indoor já é realidade – e fonte importante de receita – há muito tempo. Segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o merchandising nos empreendimentos teve um aumento de 46,8% em 2008, na comparação com o ano anterior.
O Shopping Curitiba, por exemplo, oferece mais de 250 pontos internos de merchandising, distribuídos em locais estratégicos, do estacionamento à praça de alimentação. Recentemente, a administração assinou um contrato com a Elemídia Mall e instalou monitores de LCD nos corredores para veiculação de publicidade e de conteúdo informativo. “É mais uma forma de conversarmos e passarmos mensagens aos nossos clientes, utilizando nosso espaço interno”, diz a gerente de marketing, Gabrielle Zaniollo.
Com sete anos de atuação, a agência paulistana Mídia em Foco é uma das pioneiras na negociação destes espaços no país e, desde então, vê seu faturamento dobrar ano a ano – o que dá uma pista sobre o ritmo de expansão dos negócios piscina afora. No início, o único cliente era uma rede com cinco unidades em São Paulo. Hoje são 350 academias em todo país. “A demanda vem crescendo muito e a oferta hoje também é maior e melhor”, diz o diretor comercial da empresa, André Bronstein. “Há sete anos, não havia ninguém nas academias preparado para esse tipo de negociação e para a definição de preços dos espaços.”
Nos shopping centers, a mídia indoor já é realidade – e fonte importante de receita – há muito tempo. Segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o merchandising nos empreendimentos teve um aumento de 46,8% em 2008, na comparação com o ano anterior.
O Shopping Curitiba, por exemplo, oferece mais de 250 pontos internos de merchandising, distribuídos em locais estratégicos, do estacionamento à praça de alimentação. Recentemente, a administração assinou um contrato com a Elemídia Mall e instalou monitores de LCD nos corredores para veiculação de publicidade e de conteúdo informativo. “É mais uma forma de conversarmos e passarmos mensagens aos nossos clientes, utilizando nosso espaço interno”, diz a gerente de marketing, Gabrielle Zaniollo.
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