Reporta Jonas Furtado, no M&M Online, que a rede Walmart foi considerada a marca mais valiosa do mundo segundo estudo da Brand Finance, consultoria independente com sede em Londres e escritórios em mais 17 países, incluindo o Brasil. A marca da rede varejista americana foi avaliada em US$ 41, 4 bilhões, um incremento de 1,8% em comparação a 2009.
A segunda colocação do ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo ficou com o Google. Avaliada em US$ 36,2 bilhões, a gigante da Internet ganhou três posições em relação a 2009, deixando para trás a Coca-Cola, a IBM e Microsoft, que completam o Top 5 da lista.
Outro destaque do ranking é o aumento de empresas brasileiras: são 8 em 2010, contra 6 em 2009. O Bradesco é a mais bem posicionado. O banco subiu da 75ª colocação para a 42ª, com sua marca avaliada em 13,2 bilhões. Também aparecem na lista o Banco Itaú (115º), o Banco do Brasil (117º lugar), a Petrobrás (147º), a Oi (196º), a Vivo (194º), a Gerdau (437 º) e a Vale (486º).
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Varejo adota as mídias sociais, mas teme seu impacto
Segundo nota do Retail Information Systems, a adoção de sites de relacionamento e outras plataformas sociais pelo setor de varejo está extremamente alta. Segundo a pesquisa Community and Social Media Study conduzido pelo e-tailing group e pela PowerReviews. O estudo aponta que ferramentas sociais de internet já são usadas por mais de 50% dos varejistas e marcasas nos EUA, e o Facebook Fan Page lidera a tendência com 86% de adoção. Outras ferramentas incluem Twitter, blogs, resenhas sociais e vídeos virais.
Apesar desse crescimento no uso de sites sociais, o estudo apontou três grandes preocupações dos varejistas e fabricantes em relação ao uso de mídias sociais na internet:
1 - medo de degradação da marca ("as pessoas podem falar mal de minha marca e meus produtos para um público muito grande")
2 - medo de falta de competência ("estou usando técnicas ultrapassadas de marketing e vendas")
3 - medo de competitivade ("o cliente pode abandonar o site da empresa em busca de um site melhor e mais interativo")
Essas preocupações devem levar a mudanças de estratégia pelas empresas nos próximos 12 meses, com maior investimento na presença online. Segundo o estudo, os varejistas acreditam que as mídias sociais podem elevar as vendas, aumentar o envolvimento dos clientes, divulgar melhor a marca e aumentar a fidelidade à marca.
Apesar desse crescimento no uso de sites sociais, o estudo apontou três grandes preocupações dos varejistas e fabricantes em relação ao uso de mídias sociais na internet:
1 - medo de degradação da marca ("as pessoas podem falar mal de minha marca e meus produtos para um público muito grande")
2 - medo de falta de competência ("estou usando técnicas ultrapassadas de marketing e vendas")
3 - medo de competitivade ("o cliente pode abandonar o site da empresa em busca de um site melhor e mais interativo")
Essas preocupações devem levar a mudanças de estratégia pelas empresas nos próximos 12 meses, com maior investimento na presença online. Segundo o estudo, os varejistas acreditam que as mídias sociais podem elevar as vendas, aumentar o envolvimento dos clientes, divulgar melhor a marca e aumentar a fidelidade à marca.
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