Segundo o site AD News, O BuscaPé, maior site de comparação de preços da América Latina, acaba de anunciar a compra da eBehavior (www.ebehavior.com.br), empresa de Marketing Comportamental que analisa o perfil dos usuários de lojas virtuais para recomendar produtos de seu interesse. Com a negociação, o BuscaPé passa a deter 75% da empresa.
A partir de um modelo diferenciado de negócios, a eBehavior tem ampliado em até 30% a conversão das lojas virtuais com quem atua. A empresa presta serviços de recomendação inteligente de produtos em lojas virtuais e disparo de campanhas de marketing personalizadas. Com o uso da inteligência artificial a empresa mapeia anonimamente as intenções de compra dos clientes, ajudando as lojas virtuais na montagem de vitrines de produtos personalizadas a cada cliente e na divulgação de campanhas direcionadas de email marketing.
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
“Location marketing” pode revolucionar o varejo
A combinação entre o que há de mais avançado na publicidade online, aparelhos móveis como smartphones, notebooks e e-readers (leitores de livros eletrônicos), sistemas de localização por satélite como GPS e sensores de presença instalados em diversos locais públicos está causando uma revolução silenciosa nos hábitos de consumo e no conforto das pessoas.
Imagine um consumidor lendo um jornal digital em um aparelho e-reader de manhã, e vendo na página um anúncio de um café que fica apenas a apenas um quarteirão de distância. Ou um usuário de um smartphone, que tem um programa de fidelidade com uma rede de hotéis, e assim que ele entra no quarto os sensores de presença ajustam o ar-condicionado para a temperatura favorita do hóspede e ligam a TV no canal pré-selecionado. Um sistema similar pode localizar um restaurante ideal em uma cidade desconhecida, ou identificar qual loja mais próxima tem o produto desejado, ou encomendar automaticamente carnes e verduras em um mercado.
Essa integração cada vez maior entre o mundo físico e o mundo digital está encurtando e até eliminando as fronteiras entre as empresas e consumidores, entre anunciantes e pontos de venda. E essa tendência pode ser resumida em uma palavra: mobilidade. O surgimento de aparelhos portáteis cada vez mais leves, poderosos e com conexões velozes à internet liberou o consumidor das restrições das máquinas de mesa. E quem comemora são as empresas e os anunciantes.
Saber onde o consumidor está (e quando) é uma informação crucial para as novas estratégias de marketing. As empresas que souberem ser criativas e respeitarem a vida privada dos clientes conseguirão ótimos resultados nesse cenário de convergência tecnológica.
Há nessa tendência espaço para um grande número de parcerias entre empresas de diferentes áreas. Empresas que sempre trabalharam com localização de empresas e serviços (jornais, catálogos, páginas amarelas, diretórios online) estão em posição vantajosa para oferecer essa organização de informações para terceiros, e também para agir como intermediárias entre os novos serviços e os consumidores finais.
Segundo Paul Feng, gerente da área de anúncios móveis do Google, cerca de um terço das buscas feitas em aparelhos móveis são relacionadas com a área onde o usuário está. A partir desse dado, o Google passou a permitir que os anunciantes incluíssem números de telefone de seus estabelecimentos nos anúncios, que podem ser clicados para acesso rápido. Feng acredita que novos formatos baseados nessa tendência deverão amadurecer nos próximos meses, oferecendo várias opções de acesso e interação, como mapas e navegação (até para usuários a pé). O sistema de busca Bing da Microsoft (concorrente direto do Google) também está desenvolvendo novas ferramentas de navegação e mapas para os anunciantes, e ampliando rapidamente os diretórios locais.
A firma de pesquisas Borrell Associates prevê que o location marketing poderá movimentar até US$ 4 bilhões em 2015, comparado com apenas US$ 34 milhões em 2009. Esse total inclui investimentos com promoções, eventos e pesquisas. A Borrell avalia que nos próximos anos, o marketing móvel vai dominar o setor de publicidade interativa dos EUA até 2014, com 70% do mercado de US$ 56 bilhões.
Com o crescimento explosivo do acesso à internet em aparelhos móveis, os investimentos em publicidade eletrônica voltada para PCs e outros dispositivos fixos vão ser direcionados para esses novos equipamentos. As agências de publicidade já estão criando novos conceitos de marketing a pleno vapor dentro dessa tendência, o que pode mudar para sempre o triângulo varejo-publicidade-consumidor. O sucesso estrondoso de algumas estratégias sinaliza que os três sairão ganhando com esse novo cenário.
Imagine um consumidor lendo um jornal digital em um aparelho e-reader de manhã, e vendo na página um anúncio de um café que fica apenas a apenas um quarteirão de distância. Ou um usuário de um smartphone, que tem um programa de fidelidade com uma rede de hotéis, e assim que ele entra no quarto os sensores de presença ajustam o ar-condicionado para a temperatura favorita do hóspede e ligam a TV no canal pré-selecionado. Um sistema similar pode localizar um restaurante ideal em uma cidade desconhecida, ou identificar qual loja mais próxima tem o produto desejado, ou encomendar automaticamente carnes e verduras em um mercado.
Essa integração cada vez maior entre o mundo físico e o mundo digital está encurtando e até eliminando as fronteiras entre as empresas e consumidores, entre anunciantes e pontos de venda. E essa tendência pode ser resumida em uma palavra: mobilidade. O surgimento de aparelhos portáteis cada vez mais leves, poderosos e com conexões velozes à internet liberou o consumidor das restrições das máquinas de mesa. E quem comemora são as empresas e os anunciantes.
Saber onde o consumidor está (e quando) é uma informação crucial para as novas estratégias de marketing. As empresas que souberem ser criativas e respeitarem a vida privada dos clientes conseguirão ótimos resultados nesse cenário de convergência tecnológica.
Há nessa tendência espaço para um grande número de parcerias entre empresas de diferentes áreas. Empresas que sempre trabalharam com localização de empresas e serviços (jornais, catálogos, páginas amarelas, diretórios online) estão em posição vantajosa para oferecer essa organização de informações para terceiros, e também para agir como intermediárias entre os novos serviços e os consumidores finais.
Segundo Paul Feng, gerente da área de anúncios móveis do Google, cerca de um terço das buscas feitas em aparelhos móveis são relacionadas com a área onde o usuário está. A partir desse dado, o Google passou a permitir que os anunciantes incluíssem números de telefone de seus estabelecimentos nos anúncios, que podem ser clicados para acesso rápido. Feng acredita que novos formatos baseados nessa tendência deverão amadurecer nos próximos meses, oferecendo várias opções de acesso e interação, como mapas e navegação (até para usuários a pé). O sistema de busca Bing da Microsoft (concorrente direto do Google) também está desenvolvendo novas ferramentas de navegação e mapas para os anunciantes, e ampliando rapidamente os diretórios locais.
A firma de pesquisas Borrell Associates prevê que o location marketing poderá movimentar até US$ 4 bilhões em 2015, comparado com apenas US$ 34 milhões em 2009. Esse total inclui investimentos com promoções, eventos e pesquisas. A Borrell avalia que nos próximos anos, o marketing móvel vai dominar o setor de publicidade interativa dos EUA até 2014, com 70% do mercado de US$ 56 bilhões.
Com o crescimento explosivo do acesso à internet em aparelhos móveis, os investimentos em publicidade eletrônica voltada para PCs e outros dispositivos fixos vão ser direcionados para esses novos equipamentos. As agências de publicidade já estão criando novos conceitos de marketing a pleno vapor dentro dessa tendência, o que pode mudar para sempre o triângulo varejo-publicidade-consumidor. O sucesso estrondoso de algumas estratégias sinaliza que os três sairão ganhando com esse novo cenário.
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Retail Marketing aproveita ferramentas da era digital
As redes de varejo se apóiam cada vez mais em softwares avançados e supercomputadores para obter insights sobre os hábitos e padrões de consumo de seus clientes. O varejo está funcionando como um laboratório para testar sistemas sofisticados que buscam informações relevantes em um mar de dados demográficos e econômicos.
Segundo uma reportagem do New York Times, grandes empresas como o Wal-Mart já usam esse tipo de abordagem há anos. As redes filtram dados de compras para melhor distribuir os produtos em suas lojas, o que representa uma grande economia em estoques e tráfego.
Mas agora, segundo especialistas do setor, a tendência está em transformação, devido a uma explosão no volume e nos tipos de dados disponíveis para os varejistas, e também devido à evolução das ferramentas de computação. Os dados digitais incluem fontes internas como vendas detalhadas das lojas, monitoramento do transporte de mercadorias, reposição de estoques e até consumo de energia e água. Outras fontes são dados demográficos públicos e serviços especializados. As empresas de varejo também podem captar dados a partir das visitas aos sites de e-commerce, de redes sociais como o Facebook e de celulares com acesso à web.
Os softwares mais avançados estão se tornando também mais baratos, e o mesmo ocorre com computadores de alto desempenho. Esses dois elementos juntos permitem que até as pequenas empresas aproveitem a chamada “business intelligence”, usando softwares analíticos para detectar padrões em seus dados brutos.
As empresas do setor usam cada vez mais programas que “mineram” grandes volumes de dados para auxiliar em decisões estratégicas, como preços, disposição de mercadorias nas prateleiras e ofertas. Segundo Thomas H. Davenport, professor de tecnologia da informação e administração do Babson College, o varejo está usando mais ciência em suas operações, criando um ecossistema de dados que podem ser explorados com grandes benefícios.
Mas os especialistas também reconhecem que nenhuma tecnologia é capaz de forçar o consumidor a gastar mais, especialmente em tempos de cinto apertado. Para a grande maioria dos varejistas nos EUA e Europa, essa temporada de final de ano foi um desafio. Mesmo os maiores defensores dessas ferramentas digitais admitem que elas são mais úteis para ajustes finos na cadeia de distribuição e controles de estoques, e não substituem os julgamentos mais básicos sobre quais mercadorias comprar e oferecer aos consumidores.
De acordo com Lori J. Schafer, especialista em varejo da firma SAS Institute, o marketing do varejo será sempre uma combinação entre ciência e arte. Segundo ela, as novas ferramentas eletrônicas permitem saber um pouco mais sobre os consumidores, o que é muito valioso.
Um bom exemplo é a loja Wet Seal (http://www.wetseal.com/home.jsp) que vende roupas e acessórios para adolescentes. A loja está no setor de “fast-fashion”, o que significa que as tendências de mercado mudam velozmente. A Wet Seal troca seus estoques com rapidez, depois que as coleções são definidas pelo departamento de compras. A maior parte das vendas ainda ocorre nas lojas físicas, mas a presença na web está crescendo rapidamente. Em 2009, a empresa lançou uma função chamada ‘Outfitter”, que permite que as clientes montem suas combinações de roupas online. Os looks são postados online, e outros usuários podem comentar e trocar opiniões. O aplicativo já foi usado para geral 30.000 looks diferentes, gerando milhões de pageviews. E a Wet Seal usa os dados desse aplicativo para detectar preferências e tendências favoritas entre os consumidores. Em outubro passado, a Wet Seal lançou o aplicativo iRunway para o iPhone. Com ele, um cliente escaneia um código de um produto na loja, e vê como essa peça de roupa foi usada nos modelos criados com o Outfitter no site da loja. A empresa prevê que o interesse dos consumidores deve causar aumentos nas vendas.
Segundo uma reportagem do New York Times, grandes empresas como o Wal-Mart já usam esse tipo de abordagem há anos. As redes filtram dados de compras para melhor distribuir os produtos em suas lojas, o que representa uma grande economia em estoques e tráfego.
Mas agora, segundo especialistas do setor, a tendência está em transformação, devido a uma explosão no volume e nos tipos de dados disponíveis para os varejistas, e também devido à evolução das ferramentas de computação. Os dados digitais incluem fontes internas como vendas detalhadas das lojas, monitoramento do transporte de mercadorias, reposição de estoques e até consumo de energia e água. Outras fontes são dados demográficos públicos e serviços especializados. As empresas de varejo também podem captar dados a partir das visitas aos sites de e-commerce, de redes sociais como o Facebook e de celulares com acesso à web.
Os softwares mais avançados estão se tornando também mais baratos, e o mesmo ocorre com computadores de alto desempenho. Esses dois elementos juntos permitem que até as pequenas empresas aproveitem a chamada “business intelligence”, usando softwares analíticos para detectar padrões em seus dados brutos.
As empresas do setor usam cada vez mais programas que “mineram” grandes volumes de dados para auxiliar em decisões estratégicas, como preços, disposição de mercadorias nas prateleiras e ofertas. Segundo Thomas H. Davenport, professor de tecnologia da informação e administração do Babson College, o varejo está usando mais ciência em suas operações, criando um ecossistema de dados que podem ser explorados com grandes benefícios.
Mas os especialistas também reconhecem que nenhuma tecnologia é capaz de forçar o consumidor a gastar mais, especialmente em tempos de cinto apertado. Para a grande maioria dos varejistas nos EUA e Europa, essa temporada de final de ano foi um desafio. Mesmo os maiores defensores dessas ferramentas digitais admitem que elas são mais úteis para ajustes finos na cadeia de distribuição e controles de estoques, e não substituem os julgamentos mais básicos sobre quais mercadorias comprar e oferecer aos consumidores.
De acordo com Lori J. Schafer, especialista em varejo da firma SAS Institute, o marketing do varejo será sempre uma combinação entre ciência e arte. Segundo ela, as novas ferramentas eletrônicas permitem saber um pouco mais sobre os consumidores, o que é muito valioso.
Um bom exemplo é a loja Wet Seal (http://www.wetseal.com/home.jsp) que vende roupas e acessórios para adolescentes. A loja está no setor de “fast-fashion”, o que significa que as tendências de mercado mudam velozmente. A Wet Seal troca seus estoques com rapidez, depois que as coleções são definidas pelo departamento de compras. A maior parte das vendas ainda ocorre nas lojas físicas, mas a presença na web está crescendo rapidamente. Em 2009, a empresa lançou uma função chamada ‘Outfitter”, que permite que as clientes montem suas combinações de roupas online. Os looks são postados online, e outros usuários podem comentar e trocar opiniões. O aplicativo já foi usado para geral 30.000 looks diferentes, gerando milhões de pageviews. E a Wet Seal usa os dados desse aplicativo para detectar preferências e tendências favoritas entre os consumidores. Em outubro passado, a Wet Seal lançou o aplicativo iRunway para o iPhone. Com ele, um cliente escaneia um código de um produto na loja, e vê como essa peça de roupa foi usada nos modelos criados com o Outfitter no site da loja. A empresa prevê que o interesse dos consumidores deve causar aumentos nas vendas.
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Uniqlo lança linha de calçados no Japão

Conhecida pela suas linhas populares de jeans e blusas feminas, a marca japonesa Uniqlo acaba de lançar uma linha de calçados femininos.
A Uniqlo é extremamente popular no Japão e outros países do mundo, porque seus produtos são bem desenhados e bastante acessíveis Os sapatos, por exemplo, estão na faixa entre 20 e 50 dólares.
Outro grande motivo de seu sucesso é justamente o site da marca, que muda periodicamente, a cada nova coleção. Foi premiado mundialmente por mostrar bailarinas em "loop", vestindo as roupas da marca em vários cenários. O "site relógio", Uniclock, ganhou vários prêmios de publicidade digital.
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