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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Internet influencia compra de 62% dos consumidores, aponta Google

Reporta Gabriel Baldocchi, na Folha de S. Paulo, que p poder da internet para influenciar consumidores tem impacto econômico superior do que a capacidade da rede de gerar compras virtuais. A conclusão a que chegou o Google a partir de suas pesquisas na América Latina é usada como estratégia de negociação com seus anunciantes.
"O comércio eletrônico é muito importante, mas não é a pedra regular na internet", afirmou o diretor do Google na Argentina, Alejandro Zuzenberg, durante conferência da empresa para a América Latina.
Em pesquisas feitas nos mercados da América Latina, a empresa apurou que 62% dos consumidores consultam informações on-line antes de fazer uma compra. Eles procuram indicações em sites de buscas e nas redes sociais.
Nesse universo, 32% dos consumidores conversam ou compartilham informações antes de comprar. Os dados da pesquisa mostram ainda que 83% dos usuários que buscaram informações na internet confiavam na opinião dos usuários da rede para as compras, com uma procura de quatro a sete opiniões.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Calpis usa "crowdsourcing" para criar nova bebida no Japão

Segundo informa o Trends in Japan, a marca de bebidas japonesa Calpis se uniu ao Mixi (maior site social do país) para criar um novo sabor da linha Fruits Calpis. A Calpis pediu aos usuários do Mixi que dessem suas sugestões de sabor. O resultado foi o Mixed Fruit, uma combinação de maçã, pera, tangerina e banana.
A criação coletiva do produto (chamada de "crowdsourcing") começou em maio e usou sugestões dos usuários em todas as etapas, desde a escolha do sabor até o design da embalagem. Com a desenvolvimento coletivo, a Calpis promoveu sua marca a ganhou a atenção do consumidor -- que pode sentir um "envolvimento pessoal" na criação de um novo produto.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Wal-Mart anuncia entrada no mercado on-line do Brasil

Segundo nota da Folha Online, a rede de varejo Wal-Mart informou na quinta-feira (17) que pretende entrar no mercado de comércio eletrônico no Brasil ainda este ano, com um investimento de R$ 1,2 bilhões. O objetivo é aproveitar o aumento da demanda por esse tipo de serviço no Brasil. O investimento no Brasil é parte da estratégia de expandir as operações internacionais, como complemento aos negócios nos Estados Unidos, onde o crescimento está desacelerando à medida que a rede está saturada em muitos mercados. No Brasil, as vendas do Wal-Mart cresceram em um ritmo duas vezes mais rápido dos que nos Estados Unidos, atingindo US$ 15 bilhões em 2007.