Números do Serasa Experian apontam que o comércio brasileiro cresceu 10,3% em 2010. O resultado é quase o dobro do registrado em 2009, quando o varejo nacional cresceu 5,8%. A oferta de crédito em condições favoráveis, o elevado grau de confiança dos consumidores e o bom momento vivido pelo mercado de trabalho foram as principais causas pela companhia para o desempenho exibido pela atividade varejista no ano de 2010.
O setor de material de construção foi o destaque em 2010, expandindo-se 17% em relação ao ano anterior. O ramo de móveis, eletroeletrônicos e informática também exibiu um excelente desempenho em 2010, crescendo 14,9% em relação ao ano de 2009. O segmento de veículos, motos e peças foi outro que registrou uma expansão de dois dígitos em 2010, com alta de 10,9% na comparação com todo o ano de 2009.
Para 2011, as expectativas são de um crescimento de 8%. Ainda segundo os ecnomistas do Serasa, as medidas de aperto no crédito baixadas pelo Banco Central no início de dezembro, os prognósticos de aumentos nas taxas de juros e as promessas do novo governo de uma política fiscal mais austera em 2011 tenderão a proporcionar um avanço menos acelerado do consumo e, por tabela, da atividade varejista como um todo neste ano.
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Setor tecnológico lança produtos estratégicos para vendas no Natal
Reporta Paula Gil, na Folha Online, que as últimas novidades em livros eletrônicos, smartphones e aparelhos utilizados para "twittar" fazem parte das estratégias do setor tecnológico para aumentar suas vendas com a chegada do Natal, depois de duas campanhas desfavoráveis.
Não será uma tarefa fácil, contudo. Segundo a última enquete da organização Consumer Reports, 65% dos americanos planejam gastar menos este ano em presentes, viagens e entretenimento.
No entanto, o estudo também mostra que os artigos eletrônicos sairão melhor parados que outras opções e produtos como computadores portáteis, netbooks, celulares, videogames e sistemas GPS ao menos manterão seu nível de vendas.
No Natal, o saco do Papai Noel possivelmente estará cheio de livros eletrônicos, um produto cada vez mais popular e cujo preço caiu consideravelmente no último ano.
Não será uma tarefa fácil, contudo. Segundo a última enquete da organização Consumer Reports, 65% dos americanos planejam gastar menos este ano em presentes, viagens e entretenimento.
No entanto, o estudo também mostra que os artigos eletrônicos sairão melhor parados que outras opções e produtos como computadores portáteis, netbooks, celulares, videogames e sistemas GPS ao menos manterão seu nível de vendas.
No Natal, o saco do Papai Noel possivelmente estará cheio de livros eletrônicos, um produto cada vez mais popular e cujo preço caiu consideravelmente no último ano.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Bares e restaurantes temem perda de receita com lei antifumo
Reporta Jordana Viotto, na Folha de São Paulo, que a nova legislação estadual antifumo preocupa proprietários de estabelecimentos que têm clientes fumantes. Há uma preocupação com a queda de receita de locais em que os clientes costumam poder fumar. Segundo a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), um fumante gasta 38% mais que um não fumante.
Com isso, empresários já começaram a mudar seus empreendimentos. O Casa Club, na Vila Madalena, local que reúne albergue da juventude e bar, separou o solário do estabelecimento para que os hóspedes possam fumar -antes, os cigarros eram permitidos em todas as dependências, com exceção de banheiros e quartos. Para quem vai só ao bar, no entanto, não restou alternativa. "Vamos permitir que o cliente saia para fumar", afirma Sávio Mourão, um dos proprietários. Há um segurança na porta, mas ele vê a medida com cautela. "Podemos perder receita com clientes que fujam."
Com isso, empresários já começaram a mudar seus empreendimentos. O Casa Club, na Vila Madalena, local que reúne albergue da juventude e bar, separou o solário do estabelecimento para que os hóspedes possam fumar -antes, os cigarros eram permitidos em todas as dependências, com exceção de banheiros e quartos. Para quem vai só ao bar, no entanto, não restou alternativa. "Vamos permitir que o cliente saia para fumar", afirma Sávio Mourão, um dos proprietários. Há um segurança na porta, mas ele vê a medida com cautela. "Podemos perder receita com clientes que fujam."
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