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terça-feira, 27 de setembro de 2011

McDonald´s reduz sódio e açúcar no cardápio

Reporta Janaina Langsdorff, no Meio&Mensagem, que o McDonald´s acaba de anunciar uma série de mudanças para tornar o seu cardápio mais nutritivo. Lançamentos de produtos e reformulações de itens estão entre as novidades, que estarão disponíveis em todos os restaurantes da rede no Brasil a partir do dia primeiro de outubro.
A rede garante que o McLanche Feliz, por exemplo, terá mais vitaminas e minerais e menos sódio, açúcar e calorias. Além disso, oferecerá uma nova porção de frutas, começando pelas maçãs, como sobremesa. A porção de batas fritas terá apenas 100 calorias, menos da metade da versão anterior.
Todas as possíveis combinações de quatro itens (Hamburger, Cheeseburger ou McNuggets com McFritas ou Cenouritas com bebida e frutas) terão até 600 calorias, o que corresponde a menos de um terço da recomendação de ingestão diária proposta pela Organização Mundial de Saúde para crianças de 6 a 10 anos. Pães, McNuggets, queijo e ketchup também sofreram uma redução de cerca de 10% no volume de sódio. Já a quantidade de açúcar adicionado nas bebidas à base de frutas foi reduzida em quase 40%, passando a ter um limite de 5g por 100 ml.

segunda-feira, 21 de março de 2011

A nova mordida da Pizza Hut no Brasil

Reporta Érica Polo, naa IstoÉ Dinheiro, que a rede americana Pizza Hut chegou ao Brasil no final da década de 80, pronta para arrebentar em um mercado que consome mais de meio bilhão de pizzas por ano, e fatura R$ 11 bilhões com isso. Mas a rede  quase desapareceu do Brasil na década seguinte. Com um cardápio moldado ao paladar americano – quem não se lembra das pizzas de carne moída com pimentão? –, a Pizza Hut não acertou o ponto da massa no mercado brasileiro.
Colaborou para isso, também, uma estratégia equivocada da PepsiCo, proprietária da marca à época, que firmou parcerias com empresas e empresários sem experiência no varejo alimentício.
Foram os casos do empresário Ricardo Mansur, dono do falido Mappin, e da atacadista gaúcha de alimentos Pena Branca. Passados mais de 20 anos da primeira incursão, o apetite da Pizza Hut pelo Brasil está renovado. 
A Yum! Brands, baseada em Louisville (Kentucky), dona da marca e com uma receita global de US$ 11 bilhões, vai abrir 20 novos restaurantes em 2011 no País. 
Parece pouco, mas se trata de uma expansão de quase 30% sobre as atuais 72 lojas, que são administradas por meio de franquias. “O Brasil é prioridade para a Pizza Hut, junto com China, Índia e Rússia”, disse à DINHEIRO Juan Chusan, gerente-geral da Yum! Brands para o País. 
Boa parte dessa expansão deverá acontecer na cidade de São Paulo, que responde por um terço do faturamento estimado de R$ 240 milhões da Pizza Hut no Brasil.
 Até dezembro, oito novos restaurantes, administrados pela BFFC, holding que também é dona da cadeia de fast-food Bob’s, serão abertos, quase 50% a mais do que o número atual, em um investimento de R$ 12 milhões.
 “O faturamento, em São Paulo, vai crescer 20% com a abertura dessas novas unidades”, afirma Jorge Aguirre, diretor da Pizza Hut São Paulo. 
Os locais das outras 12 lojas não foram revelados por Chusan. Nos últimos tempos, no entanto, a Yum! Brands buscou parceiros fora dos grandes centros do Sul e do Sudeste, como as cidades de Belém e Manaus. “Nossos parceiros, normalmente, não são pequenos empreendedores”, diz Chusan.
O motivo é simples: para abrir um restaurante da Pizza Hut, é necessário investir no mínimo US$ 300 mil. Apenas aumentar o número de unidades pelo Brasil, no entanto, não traz nenhuma garantia de sucesso. Essa nova expansão chega após um reposicionamento da marca, diz Marcelo Cherto, especialista em franquias.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Começam as inscrições para o projeto "Restaurante Inteligente"

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) está com as inscrições abertas para a adesão ao Restaurante Inteligente, projeto de gestão inovador e exclusivo, direcionado a empresários que atuam no mercado de alimentação fora do lar. Para participar, o interessado deve entrar em contato com a Abrasel ou com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) da cidade, ou, ainda, ligar para a Central de Suporte. Os treinamentos presenciais de qualificação aos gestores iniciam em fevereiro.
Desenvolvido por meio da parceria entre a Abrasel e o Sebrae, o projeto é baseado na criação e implantação da primeira base de dados referenciais do Brasil no setor, de forma a coletar, conhecer e desenvolver os indicadores relevantes. A primeira etapa acontece entre janeiro e junho, na qual gestores serão qualificados e receberão material didático composto por livros e vídeoaulas. Após a implantação do software, o empresário terá o apoio da Central de Suporte, para que ele consiga tirar dúvidas sobre o sistema e, dessa forma, gerir e controlar o desempenho do negócio, visando o acompanhamento dos custos e, consequentemente, possibilitará maior lucratividade. A última etapa do processo consiste na movimentação e análise dos dados inseridos no sistema. No total, o projeto visa qualificar profissionais de 1.000 micro e pequenas empresas do setor de alimentação fora do lar, nas 26 capitais e Distrito Federal, e tem o investimento de R$2,2 milhões.
De acordo com Paulo Solmucci Júnior, presidente-executivo da Abrasel, o Restaurante Inteligente possibilitará aos participantes a oportunidade de reforçarem a sua habilidade gerencial, de melhorarem os resultados financeiros e a eficiência operacional de seu estabelecimento. “A ferramenta de gestão da Abrasel é pioneira no país e é perfeitamente adequada às necessidades de cada negócio. Com ela, o empresário poderá traçar metas de produtividade e construir um modelo ideal de tomada de decisões”, afirma.
O Sebrae é forte parceiro da Abrasel, desde 2005, e esse é o terceiro grande projeto entre as duas instituições. Até o momento, 72 empresas fizeram a sua pré-inscrição (vide box). Os treinamentos terão no mínimo 22 e no máximo 28 inscritos por cidade.

Serviço:
Inscrições para o Restaurante Inteligente
Local: Abrasel ou Sebrae da cidade.
Informações:
Inscrições: www.abrasel.com.br/ri
twitter: /programa_r1
email: ri@abrasel.com.br
Central de Suporte: 4004 – 0435, ramal 4000
Valor: Para empresas associadas à Abrasel: R$1.140,00, que pode ser dividido em até 3 parcelas de R$380,00.
Para empresas não associadas: R$1.440,00, em até 3 parcelas de R$480,00.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Redes de restaurantes dos EUA apostam em vans e caminhões

Segundo reporta Sarah Needleman, no Wall Street Journal, grandes redes de restaurantes dos EUA resolveram por o pé na estrada (ou nas ruas) para vender suas refeições diretamente para os pedestres urbanos. Franquias como Cousins Submarines, Tasti D-Lite e Toppers Pizza lançaram versões móveis de suas lojas, para competir no mercado de comida de rua. Segundo analistas, essa é uma tendência em rápido crescimento no país, e até o final deste ano marcas nacionais, reconhecidas no país todo, também deverão estrear versões móveis.
Pela primeira vez em sua história, a feira anual da National Restaurant Association abriu um espaço exclusivo para restaurantes móveis -- com vários vendedores de modelos de cozinhas móveis e acessórios. Esse nicho evoluiu muito, desde os primeiros carrinhos de lanches de rua, que surgiram ha mais de um século. Hoje, vans e caminhões equipados com cozinhas completas podem oferecer uma grande variedade de opções culinárias.
As vantagens para um restaurante móvel de uma marca conhecida são muitas: não há necessidade de comprar ou alugar um imóvel, há redução nos impostos, a possibilidade de trabalhar com equipes enxutas e, claro, a facilidade de mudar de endereço de acordo com o público. Por outro lado, as cidades norte-americanas impõem muitas regras para a venda de alimentos nas ruas, e o número de licenças é limitado. Em Nova York, há um limite anual de 3.000 licenças, e a fila de espera poder chegar a 10 anos.
Essa tendência de restaurantes móveis atende a uma demanda dos consumidores de grandes cidades, que têm pouco tempo para almoço e estão sempre apressados.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

McDonald's passa por processo de "reimagem" no Brasil

Reporta Daniela Dahrouge, no Propaganda & Marketing, que a rede de lanchonetes que por anos era reconhecida de longe pelo visual de suas unidades, agora passa por mudanças em sua apresentação. O lema mundial é testar padrões, sem ficar amarrado a conceitos. Segundo Mauro Multedo, VP de marketing do McDonald’s no Brasil, a única meta preestabelecida é dar ao ambiente ares de restaurante. Objetivo é abandonar aos poucos o rótulo de fast-food.
Multedo disse que no Brasil, a unidade da Avenida Bandeirantes (São Paulo) antecipa esse conceito no País.   "A gente era uma lanchonete que queria ser chamada de fast-food, agora a gente é um fast-food que quer ser visto como restaurante. Queremos apresentar um ambiente familiar, no qual as pessoas se sintam à vontade, sem abrir mão dos preços acessíveis e da qualidade. Tudo tem que ser pensado para o cliente. Agora vamos reformar a unidade da Henrique Schaumann (São Paulo), que é uma flagship da rede e já vai ter outra proposta. Estamos testando padrões no mundo inteiro", disse o executivo.
Multedo disse que a rede tem uma previsão de reformar 17 restaurantes este ano. A rede chama esse projeto de “reimagem”. Mas não há um padrão.  A decoração interna, por exemplo, vai mudar mais que a parte externa.
Falando sobre a concorrência com redes como Burger King e Subway, Multedo disse que " O mercado de alimentação tende a ficar mais diversificado, isso é fato. O McDonald’s vai procurar fórmulas de estar cada vez mais próximo de seus clientes e de seus potenciais clientes. Mas todas as demais empresas vão fazer a mesma coisa. Então o futuro vai depender  de você estar mais próximo, ser melhor reconhecido, ter alimentos de contato mais presente. A vantagem é de a gente ter estabelecido um paradigma de mercado, mas esse é o ônus de quem está na liderança. Eu não estou em um negócio de dizer não ao meu cliente. Certamente estou em um negócio de dizer não à concorrência. Acho que vai dar uma briga boa."

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Bar combina online e offline para promover encontros

Os bares MiWorld, na África do Sul, combinam o espaço físico com tecnologias de internet para facilitar as conversas e paqueras entre clientes. Para frequentar os bares, os consumidores precisam receber um convite, que inclui um código secreto que funciona como registro online. Com o registro, o cliente pode escolher entre dois endereços em áreas badaladas de Johanneburgo: o MiBar Martini e o MiLounge Martini. Em agosto, deve ser lançado o MiCafe. Há ainda os MiEvents, festas promovidas em diversos locais.
Os frequentadores precisam se logar na entrada -- dentro do bar, telas nas mesas apresentam o menu, um calendário de eventos, informam sobre os outros frequentadores e permitem a comunicação entre pessoas, tanto no próprio bar como em outros locais.
O conceito foi criado pela empresa sul-africana LiquidChefs.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Restaurante em uma caixa

Vem de Montreal, no Canadá, o conceito do Müvbox, o restaurante em uma caixa. Trata-se de um container de 7 por 2,5 metros, que se transforma em um restaurante chique com o toque de um botão. O Müvbox tem um cozinha completamente equipada, com capacidade para quatro funcionários. As paredes do container se expandem para criar um pátio coberto com área para servir 28 pessoas, no balcão e em pequenas mesinhas. O conceito é também ecológico: o restaurante móvel é criado a partir de um container usado, com algumas adaptações. O piso é feito de pneus reciclados e painéis solares no teto fornecem até 40% da energia necessária. O "restaurant-in-a-box" pode ser facilmente transportado por terra ou mar. Em Montreal, o conceito está sendo usado para servir pratos locais na área do porto, a maioria a base de frutos do mar.
Veja o vídeo:

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Bares e restaurantes temem perda de receita com lei antifumo

Reporta Jordana Viotto, na Folha de São Paulo, que a nova legislação estadual antifumo preocupa proprietários de estabelecimentos que têm clientes fumantes. Há uma preocupação com a queda de receita de locais em que os clientes costumam poder fumar. Segundo a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), um fumante gasta 38% mais que um não fumante.
Com isso, empresários já começaram a mudar seus empreendimentos. O Casa Club, na Vila Madalena, local que reúne albergue da juventude e bar, separou o solário do estabelecimento para que os hóspedes possam fumar -antes, os cigarros eram permitidos em todas as dependências, com exceção de banheiros e quartos. Para quem vai só ao bar, no entanto, não restou alternativa. "Vamos permitir que o cliente saia para fumar", afirma Sávio Mourão, um dos proprietários. Há um segurança na porta, mas ele vê a medida com cautela. "Podemos perder receita com clientes que fujam."