A empresa Automatic criou um adaptador que funciona como interface entre o automóvel e um aplicativo via Bluetooth para o celular. Com essa conexão, o aplicativo passa a checar uma série de dados sobre o carro, para melhorar o desempenho por litro de combustível, mostrar defeitos nos faróis e parte elétrica e até localizar o veículo no estacionamento.
O sistema passou recentemente por uma atualização para o Bluetooth 4.0 da Apple. Com isso, o carro pode ter sua própria "carteira" de consumo. O veículo pode ser identificado digitalmente por vários estabelecimentos, e pagar automaticamente por lava-jatos, estacionamentos, pedágios e transações similares.
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sábado, 8 de março de 2014
sábado, 15 de fevereiro de 2014
O "Santo Graal" da tecnologia do varejo
Uma tecnologia que unifique os pagamentos de todos os tipos de cartões e contas seria um grande passo no varejo global.
Por SERGIO KULPAS
O século 21 tem sido pródigo em inovações tecnológicas para o comércio. Do atendimento ao cliente no balcão da loja até as operações de estoque e back-office, existe hoje uma grande oferta de aparelhos, softwares, sistemas e aplicativos que facilitam a vida do comerciante e do consumidor, com potencial para melhorar muito a relação entre eles. Aqui no Varejo High-Tech acompanhamos esse avanço há vários anos, e é realmente surpreendente o salto tecnológico no varejo. Basta digitar "tecnologia" na busca deste blog para se ter uma ideia de quantas novidades surgiram nos últimos cinco anos.
Mas de todos os gadgets e programas modernos, a tecnologia mais desejada é um sistema que UNIFIQUE as formas de pagamento eletrônico, de modo fácil, prático, e, acima de tudo, seguro.
É ainda uma tecnologia hipotética, apesar de tantas promessas nesse sentido. Praticamente a cada semana é lançado um novo aplicativo ou aparelho que promete unificar os cartões de débito, crédito, vales de presentes, programas de milhagem, etc. Em muitos casos, são propostas inteligentes e bem formuladas. Quer dizer, são tecnologicamente bem pensadas, mas esse é o menor dos problemas para resolver essa questão tão delicada que são os pagamentos eletrônicos.
Existem vários impedimentos para que essa mítica tecnologia se torne realidade em um futuro de curto prazo. Em primeiro lugar, ainda há uma cultura arraigada de desconfiança a respeito de único cartão ou aparelho (ou um aplicativo de smartphone) que integrasse todas as contas de uma pessoa. É a ideia de "todos os ovos em uma única cesta" que deixa os consumidores apreensivos -- bastaria uma falha na segurança do programa para que criminosos tivessem acesso a todos os valores de diversas contas. E os casos de falhas de segurança na proteção de dados sigilosos como números de contas são muito abundantes, em vários países do mundo. Grandes varejistas dos EUA têm seus sistemas frequentemente invadidos por hackers, que conseguem acessar números de cartões de crédito e débito de milhões de clientes.
Para piorar, foi revelado que a agência nacional de segurança dos Estados Unidos (NSA) não apenas espiona os cidadãos em escala praticamente global como também fechou acordos secretos com empresas de segurança digital para "enfraquecer" a criptografia que poderia proteger melhor os dados sigilosos -- assim a agência de espionagem teria acesso mais fácil a dados privados. A ação do governo americano abalou ainda mais a confiança do consumidor -- e sem confiança, nenhum sistema que mexe com dinheiro das pessoas tem grande chance de sucesso.
O outro grande obstáculo para o surgimento dessa tecnologia é uma herança ruim do século 20. Existe hoje, como há décadas, uma permanente guerra de padrões entre empresas concorrentes. Cada grande empresa de tecnologia ou organização financeira tem seu próprio padrão para pagamentos eletrônicos, e são raros os casos em que os rivais concordam em adotar um sistema em comum para facilitar essas operações. Basta ver que a grande maioria dos estabelecimentos comerciais tem três ou quatro máquinas diferentes para pagamentos com cartões.
É preciso adotar padrões gerais de criptografia, transmissão de dados, protocolos de acesso a contas de diversos bancos e operadoras de cartões, e oferecer aos varejistas um sistema integrado que não represente um custo elevado demais.
Acima de tudo, é preciso que todos (bancos, empresas de tecnologia e varejistas) se unam em um esforço para conquistar o cliente para a tecnologia, provando que as vantagens de um sistema unificado de pagamentos são muito maiores que os riscos em potencial. Ou provar que os riscos foram drasticamente reduzidos. Até lá, essa tecnologia tão importante será como o "Um Anel" dos romances de J.R.R. Tolkien: um objeto de imenso poder, mas apenas na ficção.
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Uso de dinheiro vivo cai no varejo
Um estudo recente feito pela Visa indica que em média, o americano carrega menos de US$ 20 em dinheiro na carteira. Mesmo considerando o interesse da empresa de cartões no resultado dessa pesquisa, vários outros dados confirmam a queda no uso de papel moeda nas transações comerciais. Sistemas de pagamento eletrônico por aproximação (NFC) estão se tornando cada vez mais populares nos países desenvolvidos, como o PayPass e Paywave. O sistema de pagamento móvel da rede de cafés Starbucks atinge milhões de transações mensais.
A questão chave é, obviamente, a conveniência do dinheiro eletrônico, tanto para o consumidor como para o varejista.
E apesar do dinheiro vivo estar em declínio no comércio, as empresas de cartões de crédito e débito não são as únicas a poder ganhar espaço no mercado.
Apesar das incertezas que cercam seu modelo, o Bitcoin está se tornando cada vez mais popular, aceito por um número crescente de estabelecimentos. Os desenvolvedores buscam desenvolver soluções atraentes para a moeda eletrônica.
A questão chave é, obviamente, a conveniência do dinheiro eletrônico, tanto para o consumidor como para o varejista.
E apesar do dinheiro vivo estar em declínio no comércio, as empresas de cartões de crédito e débito não são as únicas a poder ganhar espaço no mercado.
Apesar das incertezas que cercam seu modelo, o Bitcoin está se tornando cada vez mais popular, aceito por um número crescente de estabelecimentos. Os desenvolvedores buscam desenvolver soluções atraentes para a moeda eletrônica.
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Cartão eletrônico reúne todos os cartões de pagamento
Nos Estados Unidos, o cartão de pagamentos Coin apresenta uma proposta muito interessante. O cartão combina todos os cartões de crédito, débito, prêmios, millhagem e clubes de compras em um só. O usuário checa qual o melhor cartão para cada ocasião em um pequeno display.
O Coin será lançado com um leitor de cartões que se conectará ao smartphone, e permitirá o registro das informações sigilosas de cada cartão da pessoa no Coin. O aplicativo alerta o usuário se ele esquecer o cartão em algum estabelecimento. Se for perdido, ele se desativa automaticamente.
O Coin foi desenvolvido com financiamento coletivo ("crowdfunding") e deve chegar ao mercado americano no meio do ano. A CNN Money fez uma reportagem sobre o Coin, veja aqui.
O Coin será lançado com um leitor de cartões que se conectará ao smartphone, e permitirá o registro das informações sigilosas de cada cartão da pessoa no Coin. O aplicativo alerta o usuário se ele esquecer o cartão em algum estabelecimento. Se for perdido, ele se desativa automaticamente.
O Coin foi desenvolvido com financiamento coletivo ("crowdfunding") e deve chegar ao mercado americano no meio do ano. A CNN Money fez uma reportagem sobre o Coin, veja aqui.
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quarta-feira, 30 de março de 2011
American Express lança serviço de pagamentos digitais
Segundo nota da Forbes, a operadora de cartões American Express lançou esta semana nos EUA um serviço que deve esquentar o mercado de pagamentos digitais. Chamado "Serve", o novo serviço permite que os consumidores escolham entre várias opções de pagamento, direcionadas a uma única conta. Os pagamentos podem ser feitos pela internet, através de smartphones ou em lojas que aceitam cartões da empresa.
O serviço também permite transações entre pessoas que também tenham contas do Serve, o que vai permitir que a American Express concorra com o serviço de pagamentos PayPal, que pertence ao site de leilões eBay.
O serviço estará disponível inicialmente nos Estados Unidos, mas a empresa planeja lançá-los em outros países ao longo deste ano. Nos primeiros seis meses, o Serve não terá tarifa de uso. Depois desse período, haverá uma tarifa de 2,9% sobre o valor da transação, mais US$ 0,30 por transferência. Mas não haverá cobrança por outros serviços de depósito e débito.
O serviço também permite transações entre pessoas que também tenham contas do Serve, o que vai permitir que a American Express concorra com o serviço de pagamentos PayPal, que pertence ao site de leilões eBay.
O serviço estará disponível inicialmente nos Estados Unidos, mas a empresa planeja lançá-los em outros países ao longo deste ano. Nos primeiros seis meses, o Serve não terá tarifa de uso. Depois desse período, haverá uma tarifa de 2,9% sobre o valor da transação, mais US$ 0,30 por transferência. Mas não haverá cobrança por outros serviços de depósito e débito.
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
PayPal quer criar sistema de compras pela TV
Segundo nota da Folha de S. Paulo, a famosa empresa de pagamentos online PayPal está tentando expandir seu negócio para além dos meios tradicionais. A companhia desenvolve uma ferramenta para implementar o comércio em TVs capazes de conexão à internet.
A ferramenta, denominada "T-commerce" --"T" representando a inicial da palavra televisão-- foi anunciada no blog oficial da PayPal pelo vice-presidente do setor de plataformas para aparelhos móveis, Osama Bedier.
No anúncio, ele afirma acreditar que a conexão das TVs à internet abrirá novos caminhos para chegar a seus clientes.
A ferramenta, denominada "T-commerce" --"T" representando a inicial da palavra televisão-- foi anunciada no blog oficial da PayPal pelo vice-presidente do setor de plataformas para aparelhos móveis, Osama Bedier.
No anúncio, ele afirma acreditar que a conexão das TVs à internet abrirá novos caminhos para chegar a seus clientes.
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terça-feira, 13 de outubro de 2009
Lojas online tentam resolver o dilema do "carrinho abandonado"
Reporta Claire Cain Miller, no New York Times, que um dos maiores problemas do comércio eletrônico é o abandono das compras antes do pagamento. Isso ocorre por uma série de motivos -- as compras pela web podem ser interrompidas por outras atividades do usuário, por falhas no design do site e por defeitos técnicos.
Esse dilema do "carrinho de compras abandonado" existe desde o surgimento do comércio eletrônico, mas os varejistas online estão dando uma atenção muito maior a ele nos últimos meses, devido aos efeitos da crise econômica. Muitos sites estão testando várias técnicas para convencer os usuários a finalizar suas compras.
Os compradores online dos EUA gastaram US$ 130 bilhões no ano passado, de acordo com dados da comScore. Mas as lojas perderam (e perdem) muito mais porque os clientes tendem a abandonar o carrinho quando encontram problemas na hora de finalizar a compra.
Muitos consumidores enchem seus carrinhos apenas para registrar itens de interesse ou para calcular os custos de entrega e impostos, sem de fato terem intenção de comprar. Não há dados precisos, mas algumas empresas avaliam que apenas 3% dos usuários de sites de e-commerce realmente fecham as compras. O medo do arrependimento é um dos maiores motivos para o abandono das compras online, segundo diz Dan Ariely, professor de economia comportamental do M.I.T. Afinal, na web é muito mais fácil descobrir que o item que você comprou ontem está em liquidação em outro site.
As lojas estão tentando combater esses comportamentos. As lojas Zappos.com e Overstock.com criam uma sensação de urgência nos consumidores, alertando que um item colocado no carrinho está quase esgotado no estoque.
Outros sites desenvolveram liquidições de tempo extremamente curto. A Gilt.com oferece itens com descontos por 36 horas ou até os estoques acabarem, e a Neiman Marcus faz liquidações relâmpago de apenas duas horas, exclusivamente no site.
Essas estratégias fazem as pessoas ficarem ansiosas por perder as ofertas, e se arrependerem de não finalizar a compra.
Outros sites usam as resenhas feitas por consumidores em redes sociais como incentivo. Para consumidores de produtos como computadores, tênis ou móveis, a opinião em redes sociais é um fator importante.
Outros sites tentam facilitar o processo de check-out, oferecendo meios alternativos de pagamento. O eBay comprou o sistema "Bill Me Later", que permite que a pessoa finalize a compra com um único clique, e recebe a conta depois pelo correio.
A empresa TrialPay oferece um produto gratuito se o cliente comprar outro item. O consumidor pode pagar US$ 30 por um software, por exemplo, ou ganhar o programa de graça se assinar o serviço Netflix. A Netflix paga a TrialPay por novos consumidores.
Esse dilema do "carrinho de compras abandonado" existe desde o surgimento do comércio eletrônico, mas os varejistas online estão dando uma atenção muito maior a ele nos últimos meses, devido aos efeitos da crise econômica. Muitos sites estão testando várias técnicas para convencer os usuários a finalizar suas compras.
Os compradores online dos EUA gastaram US$ 130 bilhões no ano passado, de acordo com dados da comScore. Mas as lojas perderam (e perdem) muito mais porque os clientes tendem a abandonar o carrinho quando encontram problemas na hora de finalizar a compra.
Muitos consumidores enchem seus carrinhos apenas para registrar itens de interesse ou para calcular os custos de entrega e impostos, sem de fato terem intenção de comprar. Não há dados precisos, mas algumas empresas avaliam que apenas 3% dos usuários de sites de e-commerce realmente fecham as compras. O medo do arrependimento é um dos maiores motivos para o abandono das compras online, segundo diz Dan Ariely, professor de economia comportamental do M.I.T. Afinal, na web é muito mais fácil descobrir que o item que você comprou ontem está em liquidação em outro site.
As lojas estão tentando combater esses comportamentos. As lojas Zappos.com e Overstock.com criam uma sensação de urgência nos consumidores, alertando que um item colocado no carrinho está quase esgotado no estoque.
Outros sites desenvolveram liquidições de tempo extremamente curto. A Gilt.com oferece itens com descontos por 36 horas ou até os estoques acabarem, e a Neiman Marcus faz liquidações relâmpago de apenas duas horas, exclusivamente no site.
Essas estratégias fazem as pessoas ficarem ansiosas por perder as ofertas, e se arrependerem de não finalizar a compra.
Outros sites usam as resenhas feitas por consumidores em redes sociais como incentivo. Para consumidores de produtos como computadores, tênis ou móveis, a opinião em redes sociais é um fator importante.
Outros sites tentam facilitar o processo de check-out, oferecendo meios alternativos de pagamento. O eBay comprou o sistema "Bill Me Later", que permite que a pessoa finalize a compra com um único clique, e recebe a conta depois pelo correio.
A empresa TrialPay oferece um produto gratuito se o cliente comprar outro item. O consumidor pode pagar US$ 30 por um software, por exemplo, ou ganhar o programa de graça se assinar o serviço Netflix. A Netflix paga a TrialPay por novos consumidores.
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quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Compera nTime propõe uso de USSD para transações bancárias no celular
Segundo nota da Teletime News, depois do SMS, do WAP e de aplicativos Java, mais uma tecnologia de comunicação pela rede celular surge para serviços de mobile banking: o USSD (Unstructured Supplementary Service Data). A Compera nTime/Yavox está lançando uma solução com essa tecnologia no Brasil. A integradora negocia com bancos e operadoras. A expectativa é de que um primeiro teste piloto seja iniciado em setembro com pelo menos um banco e uma operadora móvel, informou o diretor da área corporativa da Compera nTime/Yavox, Gustavo Risio.
O USSD permite uma conexão para envio de mensagens de texto através de canais de voz nas redes celulares. Embora pouco conhecida, não é uma tecnologia nova: ela é utilizada no envio de mensagens de saldo de pré-pagos ao fim de cada ligação. Todo celular GSM é capaz de receber essas mensagens e todas as operadoras brasileiras são capazes de utilizar USSD. As mensagens via USSD não são armazenadas nos aparelhos: elas ficam na tela enquanto durar a conexão. Em matéria de segurança isso representa uma vantagem sobre o SMS. Outra vantagem é que mensagens via USSD são mais rápidas, sendo menos sujeitas a atrasos por sobrecarga da rede, como costuma acontecer com SMS.
seria cobrado pela operadora e a receita dividida com a integradora.
No futuro, o executivo acredita que o USSD poderia ser utilizado por bandeiras de cartões de crédito e de débito para mobile commerce, substituindo cartões de plástico.
O USSD permite uma conexão para envio de mensagens de texto através de canais de voz nas redes celulares. Embora pouco conhecida, não é uma tecnologia nova: ela é utilizada no envio de mensagens de saldo de pré-pagos ao fim de cada ligação. Todo celular GSM é capaz de receber essas mensagens e todas as operadoras brasileiras são capazes de utilizar USSD. As mensagens via USSD não são armazenadas nos aparelhos: elas ficam na tela enquanto durar a conexão. Em matéria de segurança isso representa uma vantagem sobre o SMS. Outra vantagem é que mensagens via USSD são mais rápidas, sendo menos sujeitas a atrasos por sobrecarga da rede, como costuma acontecer com SMS.
seria cobrado pela operadora e a receita dividida com a integradora.
No futuro, o executivo acredita que o USSD poderia ser utilizado por bandeiras de cartões de crédito e de débito para mobile commerce, substituindo cartões de plástico.
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domingo, 28 de junho de 2009
O sucesso do "e-money" no Japão
O Japão é famoso por sua infraestrutura altamente desenvolvida de dinheiro eletrônico, ou "e-money". Com a integração de RFIDs nos telefones celulares, tíquetes de transporte e até cartões de fidelidade, é possível fazer um grande número de transações comerciais sem usar dinheiro ou cartões de crédito. O e-money foi introduzido de forma sistemática no Japão, e foi amplamente aceito pela população. Os vídeos abaixo mostram que é possível realizar uma grande variedade de ações com e-money -- desde o uso de máquinas automáticas (que no Japão vendem praticamente tudo) até pagar por passagens aéreas e fazer check-in em hotéis.
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domingo, 7 de junho de 2009
Governo pode investigar cartel no setor de cartões
Reporta Marcio Aith, na Folha de S. Paulo, que o governo planeja mudar as leis e as portarias que regulam o mercado de cartões de pagamento no país. E poderá ser investigada a existência de cartel entre as duas empresas que dominam o setor -a VisaNet, que detém a exclusividade para credenciar a bandeira Visa, e a Redecard, que monopoliza a licença da bandeira MasterCard. A ações serão resultado de um amplo estudo sobre o setor, estudo foi feito pelo Banco Central, pela Secretaria de Direito Econômico (do Ministério da Justiça) e pela Secretaria de Acompanhamento Econômico (da Fazenda).
O levantamento concluiu que o mercado brasileiro de cartões é extremamente concentrado, impede a entrada de novos participantes e, por isso, precisa passar por profunda reformulação para repassar ganhos de escala e beneficiar a economia como um todo.
O levantamento concluiu que o mercado brasileiro de cartões é extremamente concentrado, impede a entrada de novos participantes e, por isso, precisa passar por profunda reformulação para repassar ganhos de escala e beneficiar a economia como um todo.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Operações com cartões de débito superam uso de cheques
Segundo nota do Propaganda & Marketing, os brasileiros estão cada vez mais preferindo os meios eletrônicos para pagar as compras. Segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central (BC), em 2008, ocorreram 2,1 bilhões de transações com cartões de débito, contra 1,94 bilhão de transações com cheques.
Os dados constam do Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo no Brasil. De acordo com o levantamento, a utilização dos cartões de débito tem crescido acima da média. De 2005 a 2008, aumentou 84%, enquanto o uso do cheque caiu 23%.
Se também forem incluídos os cartões de crédito na conta, os cartões eletrônicos responderam por 53,8% dos pagamentos no varejo sem o uso de cédulas de dinheiro no ano passado, contra os 50,3% registrados em 2007. Nas transações inferiores a R$ 5 mil, a participação dos cartões foi ainda maior, aumentando de 55%, em 2007, para 59%, em 2008.
Os dados constam do Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo no Brasil. De acordo com o levantamento, a utilização dos cartões de débito tem crescido acima da média. De 2005 a 2008, aumentou 84%, enquanto o uso do cheque caiu 23%.
Se também forem incluídos os cartões de crédito na conta, os cartões eletrônicos responderam por 53,8% dos pagamentos no varejo sem o uso de cédulas de dinheiro no ano passado, contra os 50,3% registrados em 2007. Nas transações inferiores a R$ 5 mil, a participação dos cartões foi ainda maior, aumentando de 55%, em 2007, para 59%, em 2008.
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