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sábado, 8 de março de 2014

O carro como consumidor autônomo

A empresa Automatic criou um adaptador que funciona como interface entre o automóvel e um aplicativo via Bluetooth para o celular. Com essa conexão, o aplicativo passa a checar uma série de dados sobre o carro, para melhorar o desempenho por litro de combustível, mostrar defeitos nos faróis e parte elétrica e até localizar o veículo no estacionamento.
O sistema passou recentemente por uma atualização para o Bluetooth 4.0 da Apple. Com isso, o carro pode ter sua própria "carteira" de consumo. O veículo pode ser identificado digitalmente por vários estabelecimentos, e pagar automaticamente por lava-jatos, estacionamentos, pedágios e transações similares.

quinta-feira, 6 de março de 2014

True Fit: um tamanho para cada pessoa

True Fit é um plugin que permite que o consumidor digite seus tamanhos de camisas, calças, saias e sapatos. O sistema compara essas informações com os estoques de várias marcas e produtos e encontra os modelos que servem melhor para o tamanho do usuário. Além disso, o plugin sugere opções de tamanhos e combinações a partir do perfil individual.

"Doorbot", o porteiro via celular

O aplicativo Doorbot liga para o seu smartphone quando alguém toca a campainha da sua casa. É algo muito útil quando você estiver longe de casa e ansioso pela entrega de alguma encomenda, que geralmente volta para a central de distribuição depois de três tentativas frustradas do entregador. O sistema usa uma câmera montada na porta da casa, mostrando imagens da pessoa que toca a campainha.
E o aplicativo pode ser conectado à fechadura, permitindo que o usuário abra a porta à distância para que o entregador deixe o pacote dentro da residência.
É uma interessante solução que pode ser usada por lojas de comércio eletrônico para melhorar as relações com seus clientes.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Cartão eletrônico reúne todos os cartões de pagamento

 Nos Estados Unidos, o cartão de pagamentos  Coin apresenta uma proposta muito interessante. O cartão combina todos os cartões de crédito, débito, prêmios, millhagem e clubes de compras em um só. O usuário checa qual o melhor cartão para cada ocasião em um pequeno display.
O Coin será lançado com um leitor de cartões que se conectará ao smartphone, e permitirá o registro das informações sigilosas de cada cartão da pessoa no Coin. O aplicativo alerta o usuário se ele esquecer o cartão em algum estabelecimento. Se for perdido, ele se desativa automaticamente.
O Coin foi desenvolvido com financiamento coletivo ("crowdfunding") e deve chegar ao mercado americano no meio do ano. A CNN Money fez uma reportagem sobre o Coin, veja aqui.


Louis Vuitton lança aplicativo que lê anúncios impressos

 

 Segundo o site de tecnologia PSFK, a marca de luxo Louis Vuitton lançou o aplicativo Louis Vuitton Pass, que inova na interação entre anúncios e smartphones. A app não depende dos QR Codes, que estão ficando cada vez menos populares nos anúncios. Com o Pass, o usuário de um smartphone (iOS ou Android) apenas precisa apontar a câmera para a imagem do anúncio e o celular vai abrir uma página com mais informações sobre os produtos, e um localizador de lojas. Nas revistas impressas, os anúncios da marca terão uma indicação para baixar o aplicativo.





segunda-feira, 8 de abril de 2013

App usa redes sociais para avaliar se lojas estão muito lotadas

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Com um número cada vez maior de pessoas usando smartphones para postar informações atualizadas sobre o que fazem diariamente nas redes sociais, uma nova geração de aplicativos aproveita essa abundância de dados de modo produtivo.
O app holandês Avoid The Shopping Crowds capta as informações dos usuários para indicar quando um consumidor deve evitar uma determinada loja devido ao excesso de clientes.
O aplicativo é bastante útil para ocasiões de pico, como finais de semana e vésperas de feriados, e está sendo testado em quatro grandes lojas da Holanda – Centrum, 9 Straatjes, Zuid e ArenA. O serviço analisa uma grande variedade de dados em tempo real: check-ins, uploads de fotos, tuítes localizados e atividades com webcam. Um gráfico simples indica o grau de lotação de cada loja a cada dia da semana, incluindo a existência de filas.
A agência que criou o app quer expandir o serviço para museus, praias e estações de esqui. O vídeo abaixo explica o funcionamento do aplicativo:
Avoid The Shopping Crowds from daniel rosquist on Vimeo.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

"Price Check" da Amazon causa impacto no varejo dos EUA

Price Check, o novo aplicativo de comparação de preços lançado pela loja online Amazon.com chegou como uma bomba no setor de varejo dos EUA. Em tempos de crise econômica, a competição pelo interesse (e dólares) dos consumidores se torna ainda mais acirrada.
O novo app da Amazon (para iPhone e Android) causou polêmica ao permitir que os clientes escaneiem códigos de barras em lojas físicas e comparem os preços com as ofertas da Amazon.  Muitos disseram que esse aplicativo dá à gigante online uma vantagem injusta -- afetando especialmente os varejistas de menor porte.
Um dos motivos para a reação contrária no setor é que os varejistas eletrônicos não pagam impostos sobre as vendas nos EUA nos estados onde não possuem presença física (escritórios, centrais de distribuição e logística, armazéns, etc.). Essa brecha fiscal permite que a Amazon e similares tenham vantagens sobre os concorrentes tradicionais.
Apesar disso, muitos analistas do setor reconhecem que aplicativos como o Price Check são um passo lógico na evolução do varejo. Até recentemente, os consumidores precisavam visitar as lojas físicas, verificar os preços manualmente e testar os produtos antes de comprar. Agora, o cliente pode fazer essa verificação de preços em tempo real, no espaço da loja concorrente. O Price Check acabar tornando as lojas concorrentes em verdadeiras "vitrines" da Amazon -- o consumidor pode tocar e testar um produto exposto e depois comprá-lo na loja virtual.
É motivo de sobra para incomodar os concorrentes. E o lançamento do aplicativo já está gerando muita repercussão negativa na imprensa, devido às reclamações dos varejistas.
Um detalhe muito interessante do Price Check é que ele transfere para o consumidor a tarefa de pesquisar preços para a Amazon. Cada vez que um cliente usa o app para comparar o preço de algum produto, esse dado é registrado pela Amazon e passa a integrar uma base de preços. Em vez de gastar milhões de dólares com esse tipo de levantamento de preços, a Amazon passa a contar com uma enorme multidão de "voluntários" que checam preços diariamente, em lojas de todo o país.
E isso é uma das maiores vantagens da era moderna: usar os próprios consumidores para gerar informações valiosas para o seu negócio, e por um custo irrelevante ou muito baixo. As tecnologias digitais possibilitam a redução a praticamente zero de um dos maiores custos do varejo: as informações dos clientes.
E quanto às críticas negativas na imprensa? A Amazon é regularmente apontada como uma grande vilã do setor de varejo, o equivalente online da rede Wal-Mart: ambas são constantemente criticada por suas práticas comerciais e trabalhistas. Os analistas mais calejados (ou cínicos) dizem que publicidade negativa não deixa de ser publicidade. A reclamação dos concorrentes na mídia tem o efeito óbvio de aumentar a percepção dos consumidores sobre um aplicativo que pode gerar uma economia significativa nas compras. Não custa lembrar que os consumidores norte-americanos estão agudamente conscientes de seus orçamentos, em busca permanente de melhores ofertas, promoções e descontos.
Uma consequência secundária de aplicativos como o Price Check e outras práticas do e-commerce pode ser a criação de uma norma federal nos EUA, permitindo que todos os estados do país possam recolher impostos sobre as vendas online, independente da presença física do varejista eletrônico no estado em questão. E mesmo se isso ocorrer, a Amazon.com continuará em uma posição vantajosa. Mesmo que uma taxa entre 6% e 10% seja aplicada sobre as vendas, a Amazon ainda poderá oferecer preços mais atraentes que a maioria dos seus concorrentes, tanto as redes de tijolo-e-cimento como outros varejistas eletrônicos.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Walmart lança app de rede social nos EUA

Segundo nota da Reuters, a rede Walmart anunciou o lançamento de seu primeiro aplicativo de rede social na quarta-feira, com o objetivo de atrair o público mais antenado com essa tendência no comércio eletrônico.
O aplicativo, chamado Shopycat, usa dados do Facebook para recomendar presentes para os consumidores, na página do Walmart na rede social.
O aplicativo foi criado pelo @Walmartlabs, uma unidade da empresa dedicada ao desenvolvimento de novas tecnologias para o varejista. O Shopycat usa o perfil do Facebook para detectar os 10 maiores amigos de um usuário. A partir disso, o aplicativo envia recomendações de presentes para esses amigos, baseados em seus interesses.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Stop & Shop testa aplicativo que lê códigos de barras via iPhone

Segundo nota da RIS News, a rede de supermercados Stop & Shop dos EUA iniciou os testes em algumas lojas com um aplicativo que permite que os consumidores chequem os códigos de barras dos produtos durante as compras. O aplicativo é sincronizado com o programa de fidelidade da loja, que permite que a Stop & Shop registre as informações de compras e envie promoções personalizadas para o iPhone do cliente.
Os compradores usam a câmera do celular para escanear códigos de barras das mercadorias, à medida que enchem seus carrinhos. Quando terminam as compras, é só ir até o caixa e exibir o cartão de fidelidade, acelerando o pagamento.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Aplicativo facilita pagamento de compras

A integração do varejo com os dispositivos móveis está em rápida expansão. A tecnologia permite uma grande variedade de soluções, que podem atender várias necessidades dos consumidores -- antes, durante e depois das compras. Já destacamos aqui aplicativos criados especificamente por redes de varejo que funcionam como complemento das lojas físicas, de modo melhor e mais prático que o computador de mesa.
Agora, a rede de supermercados norte-americana Stop & Shop fechou uma parceria com a empresa de tecnologia Modiv Media para lançar um aplicativo para o iPhone da Apple que permite que o cliente escaneie as mercadorias nas lojas e envie a soma direto para o caixa, onde o pagamento fica mais rápido e prático. Com o aplicativo, o cliente entra na loja e sai "fotografando" os itens que coloca no carrinho, e as mercadorias são somadas automaticamente.
Apontando a câmera do iPhone para o código de barras dos produtos, o cliente pode ver automaticamente o preço do item e adicioná-lo a um carrinho de compras virtuais. No final da compra, o aplicativo transmite as informações para o caixa, onde o consumidor pode pagar as compras com dinheiro ou cartões. Não é necessário que um funcionário escaneie as mercadorias no caixa, o que acelera bastante o fechamento da compra.
A Modiv Media já oferecia o mesmo serviço em aparelhos próprios, que funcionam como scanners de mão, em 350 supermercados nos EUA, incluindo lojas da Stop & Shop. Nesta primeira fase, o aplicativo será testado nas lojas da rede em três cidades dos Estados Unidos. Até o final deste ano, a Stop & Shop deve espalhar o uso do aplicativo por todo o país.
Para usar o aplicativo, o cliente deve ter um iPhone 3GS ou iPhone 4 -- modelos mais antigos não são compatíveis. Ainda este ano, a Modiv Media vai lançar um aplicativo para usuários de smartphones que usam o sistema Android da Apple.
O aplicativo conecta-se com a rede Wi-Fi da loja, permitindo que o varejista registre e analise as informações sobre as compras. A partir desses dados, a loja pode oferecer cupons e descontos especiais para os clientes, baseados nos padrões individuais de compras.
A Modiv Media disse que a Kraft Foods, Nestle USA, Perdue Farms e SC Johnson and Son são algumas das grandes empresas que vão oferecer cupons e promoções de seus produtos através do aplicativo.
A firma de tecnologia está desenvolvendo também uma função que funcionará como uma lista de compras automatizada no celular -- o aparelho avisaria ao consumidor a respeito de produtos essenciais em falta, durante as compras na loja.
A Modiv Media foi criada em 2007, com a fusão de duas grandes empresas de tecnologia voltada para o varejo, a MobileLime e a Cuesol. Em 2003, a Cuesol lançou o primeiro scanner de mão para clientes de varejo, um aparelho pesado que parecia um laptop. Atualmente, o sistema da Modiv Media funciona em aparelhos ultraleves.
O presidente da Modiv Media, Paul Schaut, reconhece que o sistema ainda é caro demais para a maioria dos varejistas. Segundo o executivo, a loja precisa investir uma soma considerável para implementar o aplicativo. Atualmente, apenas as redes Stop & Shop e Giant Landover (que pertencem ao conglomerado holandês Royal Ahold) adotaram o sistema nos EUA.  O custo elevado ainda é uma barreira para outras empresas. Mas já existem milhões de consumidores americanos com smartphones capazes de ler códigos de barra. O investimento em aplicativos para essa grande audiência deve ficar mais barato em pouco tempo. E a tendência deve demorar pouco para se espalhar mundialmente.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Número de pageviews em smartphones cresce 100% em 6 meses

Segundo nota do RIS News, mais de 8 bilhões de páginas online foram vistas em celulares em março deste ano, um crescimento de 100% em comparação ao semestre anterior, segundo dados da firma Netbiscuits, especializada em em softwares de nuvem para sites e aplicativos móveis. A empresa identificou algumas tendências importantes:
* 83% dos novos sites e aplicativos dos clientes da Netbiscuits estabeleceram a tecnologia touch-screen como essencial.
* 34% de todos os sites e apps já incluem a tecnologia de tela de toque.
* 20% dos clientes da Netbiscuits usam um endereço unificado (URL) de internet para todas as plataformas, incluindo smartphones e tablets. Os tablets aparecem como uma classe adicional de aparelhos, com um layout próprio.
* 3% do total de sites atendidos pela Netbiscuits já têm uma versão otimizada para tablests.
 * 68% dos clientes da empresa têm sites que funcionam tanto nos smartphones como tablets dos clientes.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Groupon lança aplicativo para iPhone no Brasil

O Groupon anuncia o lançamento oficial do aplicativo para iPhone e iPod touch na App Store. Agora as ofertas diárias do Groupon também estão disponíveis nestes equipamentos da Apple em todo o Brasil.
 A ferramenta é mais um facilitador para que as pessoas garantam as melhores ofertas em suas localidades, independente de onde estiverem. A companhia já está presente em 44 cidades no Brasil, com mais de 10 milhões de cadastrados, mais de 10 mil ofertas publicadas e mais de três milhões de cupons vendidos.
Para ter acesso, os usuários devem baixar o aplicativo na loja online da Apple, buscar por ofertas do dia e adquirir as que mais os interessarem. Também é possível visualizar e organizar as compras anteriores ou criar novas contas, diretamente no aplicativo. Outro benefício é a possibilidade de apresentar na tela do telefone seu voucher, sem a necessidade de impressão do mesmo. Além disso, o usuário consegue localizar estabelecimentos credenciados ao Groupon em tempo real e os localizar pelo GPS do celular.
 Para download do aplicativo, visite a Apple Store.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Clube do Desconto passa a vender pelo Facebook

Segundo informa o AdNews, o Clube do Desconto lançou o primeiro F-Commerce do Brasil (Facebook commerce). Com este aplicativo, os usuários do Facebook que acompanham o Clube do Desconto pela rede social podem fazer suas compras sem sair dela.
O aplicativo funciona da seguinte forma: quando o usuário acessar a página do Clube do Desconto pelo Facebook, todas as ofertas válidas para aquele momento podem ser adquiridas através do próprio portal, sem que o usuário precise alternar a página para finalizar sua compra.
Atualmente, o grupo conta com mais de 110 mil fãs no Facebook e a expectativa com este novo aplicativo é dobrar o número de usuários em 30 dias. “Esta ação demonstra a tendência de pioneirismo da empresa. As redes sociais já são o principal canal de comunicação mundial e um dos principais meios de divulgação de ofertas. Desta forma, nada mais válido do que ter uma loja para os nossos consumidores 100% no Facebook, facilitando a compra para nossos usuários e ampliando nossa comunicação com eles”, comenta Sérgio Blacheriene, diretor de marketing do Clube do Desconto.

terça-feira, 29 de março de 2011

Os melhores aplicativos para o varejo em celulares

Joe Skorupa e Adam Blair, do site especializado Retail Information Systems, avaliaram os aplicativos para smartphones criados por grandes varejistas nos EUA, e selecionaram os apps de maior destaque:
BEST BUY
 O aplicativo da rede Best Buy para celulares do sistema Android funciona como um substituto dos folhetos impressos. A função Weekly Ad exibe mercadorias por categoria e permite ver quantos itens estão em promoção. Há ainda funções de busca, lista e carrinho de compras.
Prós: os produtos são marcados com "estrelas", com resenhas e críticas de usuários.
Contras: o aplicativo é muito comum, sem funções de destaque em relação aos concorrentes.
GAP StyleMixer
 criado para o Android, o aplicativo da GAP é voltado para os fãs de moda. Ele usa fotos grandes que permitem zoom detalhado. O app inclui um localizador de lojas e uma função que permite criar um "guarda-roupa" com itens selecionados, criar modelos personalizados e listas.
Prós: uma área de comunicado que permite compartilhar looks e modelos. Vídeos mostram modelos usando as roupas da marca.
Contras: as imagens demoram muito para carregar. Não há como ver os preços sem se cadastrar. Parece mais um caminho intermediário para levar o usuário ao website da marca.
 JCPennEy
 O app da loja de departamentos JCPenney chama a atenção por quatro funções importantes: Shop Now, Today’s Ad, Sale (promoções da semana) e Stay Connected (para receber alertas de promoções).
Prós: aplicativo tem um botão de "voltar", ago que falta na maioria dos apps. Localizador de lojas mostra mapas e indicações para chegar ao local. O cadastro dá descontos nas compras.
Contras: A loja de departamentos tem uma oferta muito grande de categorias e produtos, e ainda não resolveu bem como diferenciar essas categorias no aplicativo.
Meijer Find-It
 Como o nome indica, esse aplicativo criado para iPhone/iPad ajuda os clientes a encontrar produtos nas lojas da rede Meijer. Há um botão de "Sale" com as liquidações em cada departamento. A função "Map-it" permite localizar um produto dentro da loja, além de indicar os banheiros, caixas automáticos e saídas.
Prós: A função "Parking Reminder" permite que o cliente registre o local onde estacionou o carro, e facilita a localização depois das compras.
Contras: a função de busca não é refinada, o que leva o consumidor a perder tempo com resultados incorretos. A função "Find-it", maior atrativo do aplicativo, só funciona em 6 lojas da rede.
NIKEiD Mobile
 o aplicativo da Nike para iPhone e iPad foi criado para estimular a criatividade do usuário. Os consumidores podem criar milhares de combinações de cores para alguns modelos de tênis e roupas da marca, e podem gerar "cores aleatórias" chacoalhando o celular ou iPad. Milhões de designs diferentes foram criados pela comunidade de usuários, e os consumidores podem ver e comprar essas combinações.
Prós: Com a função "Photo iD", o consumidor cria uma paleta de cores personalizada, a partir de uma foto. A tela de entrada permite a busca por itens, baseado em tipo de produto, gênero, ou novidades. O botão de "voltar" é fácil de localizar.
Contras: pessoas com dedos grandes terão dificuldades em navegar nas telas para selecionar cores. Para ver designs de outros usuários, o cadastramento é obrigatório.
NM Gifts
O aplicativo da loja de roupas Neiman Marcus para iPhone/iPad oferece sugestões de presentes, com algumas categorias de preços e produtos. Há uma promoção chamada "Gift of the Day" para estimular o retorno à loja, e o aplicativo também permite selecionar embalagem grátis e frete grátis. Existe uma função para partilhar os achados de presentes com amigos, via e-mail. A loja tem um segundo aplicativo chamado NM Editions, que reúne os catálogos e revistas da rede.
Prós: A função "Shake for another surprise" gera novas sugestões de presentes quando o usuário chacoalha o smartphone. A Neiman Marcus faz uma doação de US$ 1 para uma organização de caridade a cada download feito pelos consumidores.
Contras: as letras roxas em um fundo vermelho dificultam a leitura. O aplicativo é muito simples, com um número limitado de produtos em oferta.
Sears2Go
O aplicativo da rede Sears para a plataforma Android tem funções de "Ofertas Atuais", "Browse" e localizador de loja logo na primeira tela. Dentro da função "Current Offers", há uma lista de produtos e preços, e quando o usuário clica para obter mais detalhes surge uma tela com informações detalhadas e avaliações de outros usuários. A seção Browse permite checar quase tudo que existe nas lojas da Sears, o que pode ser cansativo.
Prós: A Sears foi um dos primeiros grandes varejistas a lançar um aplicativo móvel em março de 2009. Agora lançou um novo app para iPhone, chamado Sears Auto, e a versão para iPad em janeiro deste ano.
Contras: Dois anos no universo dos aplicativos móveis equivalem a cinco anos no mundo real, e o Sears2Go precisa ser atualizado urgentemente. Os concorrentes correram com seus lançamentos, e a Sears precisa agora mostrar algo novo para manter a vantagem de pioneira.
Target
O aplicativo da rede Target para Android tem apenas três áreas na página inicial, com funções bem boladas: "Target Weekly Ad", que permite a escolha de ofertas divididas por categorias; "Great Save Event", com liquidações;  e "Clearance", que é a queima de estoques. O aplicativo permite checar se os produtos estão disponíveis nas lojas físicas, online ou ambos, e informa a disponibilidade. Há também um scanner de códigos de barra que pode ser usado nas lojas.
Prós: Quando um produto é vendido em uma loja, o app informa a loja mais próxima onde o item está disponível. O aplicativo inclui ainda horários de funcionamento, mapas e indicações para localização.
Contras: Mais produtos precisam de avaliações e críticas. Não há função de comunidade. O aplicativo é bem direto, mas muito simplificado e sem atrativos especiais.
Toys “R” Us Shopping
O aplicativo da loja de brinquedos para iPhone permite folhear o catálogo online da loja e fazer compras diretamente através do aplicativo. Os clientes podem checar detalhes dos produtos e críticas de outros compradores. As buscas podem ser feitas por preços, itens de destaque e produtos mais vendidos. A versão para iPad tem atrativos maiores para as crianças escolherem presentes, com uma área separada para os pais.
Prós: muitos itens tem resenhas feitas em vídeo. A leitura de código de barra leva o usuário direto à página do produto.
Contras: Funciona mais como um website móvel do que um aplicativo. Os apps de nova geração precisam aproveitar mais as funções e possibilidades dos smartphones.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Aplicativos móveis atraem consumidores para as lojas

O uso de aplicativos em smartphones como o iPhone é uma ação cada vez mais importante para atrair os consumidores para dentro das lojas. Nos Estados Unidos, os varejistas estão investindo nessa estratégia, e os resultados são muito promissores.
De acordo com uma reportagem do Wall Street Journal, a empresa Shopkick criou um recentemente um aplicativo que oferece descontos e brindes aos consumidores que entram nas lojas. Segundo a empresa, o aplicativo atraiu 750.000 consumidores para fazer compras em suas lojas, desde o lançamento do serviço em agosto passado. Além disso, cerca de 10% dos usuários usam o app pelo menos uma vez por dia. Entre os usuários do aplicativo, estão grandes redes de varejo americanas, como a Target, Best Buy e Macy's.
Os varejistas pagam uma tarifa para a Shopkick incluí-los no aplicativo, com as promoções específicas de cada loja. Apesar de não informar os detalhes financeiros, a Shopkick diz que cada visita de um consumidor a uma loja participante do programa custa "menos de um dólar" para o varejista.
De acordo com Jeff Schumacher, diretor de marketing da rede Sports Authority, o aplicativo do Shopkick realmente atraiu consumidores para a lojas. Schumacher diz que sua empresa está mudando radicalmente seu modelo de marketing, concentrando investimentos nessas novas maneiras de atingir o consumidor. Além do Shopkick, a Sports Authority teve bons resultados com o aplicativo Foursquare, que também funciona com a localização geográfica do usuário.
O Foursquare permite que os consumidores fiquem "visíveis" para os varejistas, quando estão próximos dos estabelecimentos. Segundo a empresa, os varejistas que ofereceram promoções antes e durante a temporada de compras de final de ano tiveram um aumento significativo nas vendas.
Os comerciantes e agências de marketing dizem que os aplicativos móveis representam um custo similar ao de outras campanhas de marketing digital, mas a vantagens dos aplicativos é que os varejistas podem avaliar o retorno do investimento de modo mais preciso, o que é difícil com as promoções tradicionais.
Apesar disso, os analistas de varejo dizem que o marketing baseado em aplicativos móveis ainda está em seus estágios iniciais. Há muitos problemas e dúvidas nesta fase. Por exemplo, o que funciona melhor: cupons de desconto ou pontos de fidelidade que podem ser trocados por prêmios ou vales de compras?
A rede J.C. Penney ofereceu cupons de US$ 10 para os clientes através do Foursquare na temporada de fim de ano e registrou um aumento significativo de às lojas em comparação com as semanas anteriores. O aumento no tráfego de consumidores se manteve durante a temporada toda, enquanto as promoções estavam ativas.
Os usuários do Shopkick podem acumular pontos de fidelidade chamados "Shopbucks"  toda vez que usam o app no espaço das lojas, e podem converter os pontos em vales de compras e outros prêmios. A rede Best Buy, que usa o Shopkick em 257 de suas 1.100 lojas nos EUA, diz que o resultado é "muito positivo", em relação ao custo de implementação do sistema.
Os varejistas americanos que usam o app da Shopkick dizem que podem atrair mais consumidores oferecendo pontos extras. Em datas específicas, como a segunda-feira depois do Dia de Ação de Graças, o aplicativo oferecia o triplo dos pontos normais -- e isso representou um aumento de 68% nas visitas em comparação ao dia anterior.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Smartphones assustam varejistas

A cena é cada vez mais frequente em lojas dos EUA e Europa: o consumidor encontra um produto desejado na prateleira, mas acha o preço muito alto. Imediatamente, saca do bolso um iPhone ou similar e faz uma rápida comparação de preços via internet. Em muitos casos, encontra um preço melhor em outra loja (física ou online), e sai da primeira loja sem realizar a compra. E isso é só um exemplo da revolução que os smartphones estão provocando no varejo. Os varejistas têm muito a ganhar com a ascensão dessa tecnologia, mas também tem motivos para temer seu impacto.
Segundo Mike Duke, executivo-chefe da rede Wal-Mart, os smartphones criam uma "nova era de transparência" nos preços e ofertas, e deve virar de cabeça para baixo o modelo de negócios das redes de varejo. Até recentemente, os varejistas apostavam em promoções especiais para atrair o consumidor para a loja. Já dentro da loja, seria fácil convencer o cliente a comprar outros itens, com margem de lucro maior. Agora, as empresas têm de encarar o fato de que, munido de um smartphone, o consumidor não precisa sair dos corredores da loja para checar se as ofertas em destaque são realmente atraentes, e se as outras mercadorias em exposição estão com bom preço.
Greg Girard, analista da consultoria IDC Retail Insights, aponta que a tecnologia corrói algumas vantagens dos varejistas, que ficam com margens estreitas de lucros. Especialmente na temporada de compras de final de ano, os consumidores tentam equilibrar seus orçamentos de presentes e festas buscando freneticamente as melhores ofertas e condições -- e o smartphone é a ferramenta ideal para isso. Como resultado, os varejistas entram numa feroz competição por promoções e condições especiais (entrega gratuita é um dos maiores destaques). Girard diz que cerca de 45% dos usuários de smartphones já adotaram o hábito de usar o aparelho para comparações de preços durante as compras. Segundo o analista, a tecnologia tornou "porosas" as paredes das lojas.
Os comerciantes mais afetados por essa tendência são aqueles que vendem itens de marcas famosas com grande procura, como eletrônicos e eletrodomésticos, que estimulam a comparação instantânea de preços. A Best Buy, maior rede de produtos eletrônicos dos EUA, anunciou que pode perder market share este ano, um declínio que alguns analistas do setor atribuem ao crescimento do uso de aplicativos de comparação de preço.
Os usuários mais assíduos de smartphones com "apps" de varejo ainda são um pequeno subgrupo entre os consumidores. As pesquisas de mercado ainda não dão uma ideia clara de quantos consumidores nos EUA estão dispostos a usar essa nova tecnologia para comparar preços -- alguns compradores podem só querer usar os aplicativos quando estiverem buscando itens muito caros ou incomuns.
Em novembro de 2009, os consumidores usando smartphones nas compras representaram apenas 0,1% das visitas aos sites de e-commerce, de acordo com dados da Coremetrics, uma divisão da IBM que avalia as atividades de e-commerce. Este ano, na sexta-feira depois do Dia de Ação de Graças ("Black Friday"), esses consumidores atingiram 5,6% do total -- um crescimento de mais de 50 vezes.
Os analistas de comércio eletrônico preveem uma explosão no uso de apps de compras, à medida em que os consumidores trocam seus celulares comuns por smartphones. Já existem dezenas de aplicativos disponíveis, e os programadores estão criando muitos outros para transformarem os smartphones em verdadeiras armas para as compras. Muitos combinam o uso de câmeras que leem códigos de barra e códigos QR, e outros permitem que o usuário simplesmente fale o nome do produto desejado para iniciar uma pesquisa.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Starbucks lança pagamento via celular em Nova York

Reporta Mark Walsh, no Online Media Daily, que os clientes da rede de cafés Starbucks em Nova York e Long Island vão poder pagar por suas bebidas aproximando seus iPhones ou Blackberrys do caixa. O aplicativo Starbucks Card Mobile não é uma novidade nos EUA, foi lançado em setembro de 2009 em Seattle e no norte da Califórnia. No começo deste ano, o sistema foi expandido para 1.000 lojas da rede Target que servem Starbucks. Agora, o aplicativo chega ao principal mercado urbano dos EUA, em 300 lojas da rede na região de Nova York.
O aplicativo permite que o usuários mostrem um código de barras na tela do celular para um scanner no caixa, que efetua o pagamento diretamente na conta do usuário. O aplicativo também mostra o saldo e permite a recarga do aplicativo via cartão de crédito. O aplicativo mantém um histórico das compras e também tem um localizador de lojas da rede via GPS.
A Starbucks disse que a adoção do cartão virtual em celulares está crescendo rapidamente, atingindo uma em cada cinco compras. No último trimestre, as vendas através do aplicativo subiram 17%. Os consumidores devem carregar US$ 1 bilhão no aplicativo este ano.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

App para iPhone permite fazer test-drive virtual de relógios

A marca canadense de relógios de pulso Nuevo Watches apresenta um meio inovador para o consumidor testar seus produtos, sem sequer tocar neles. Um aplicativo compatível com o iPhone Touch 4 permite que o usuário selecione relógios e veja como ficariam em seu pulso. A loja tem 45 modelos para teste. É um bom uso do conceito de tryvertising -- todo mundo quer testar um produto antes de comprá-lo. E certamente esse aplicativo deve gerar vendas para a marca.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Um aplicativo de barganhas para as lojas

O aplicativo Shopkick combina telas espalhadas em lojas com os celulares dos consumidores para criar o mais incansável vendedor "não-humano" do varejo. Segundo reporta Stephanie Clifford, no New York Times, a mais recente inovação no varejo dos EUA está sendo testada por grandes varejistas do país para oferecer promoções e descontos desde o momento em que o cliente entra na loja até a hora em que ele sai, com telas de acesso espalhadas estrategicamente. O Shopkick funciona inicialmente com o iPhone, mas vai incluir smartphones do sistema Android nos próximos meses.
Entre as redes de varejo participantes estão a Macy’s, Best Buy, Sports Authority e a American Eagle Outfitters, e também a rede de shopping centers Simon Property Group -- esse elenco garante uma introdução de peso para o sistema.
Os clientes que usam o app Shopkick recebem pontos chamados "kickbucks", cada vez que entram em uma loja cadastrada. A cada compra, mais pontos são adicionados, e podem ser convertidos em descontos, vale-presentes, downloads de músicas e créditos em jogos online. Ainda é preciso juntar muitos pontos para conseguir um vale-presente de US$ 5, mas as lojas disseram que vão ajustar o sistema para tornar os pontos mais valiosos.
Os varejistas veem grandes vantagens no sistema, mas as associações de proteção à privacidade já criticam a tecnologia como mais uma invasão na vida pessoal dos consumidores. Jeffrey Chester, diretor do Center for Digital Democracy, ressalta que o Shopkick é capaz de saber onde o consumidor está a qualquer momento, o que ele compra, seus hábitos de consumo, itens favoritos, excessos, etc.
Diferente do sistema Foursquare, o Shopkick informa ao varejista quando o consumidor está dentro da loja, e não apenas próximo.
O aspecto mais inovador do Shopkick é o uso de telas digitais espalhadas nas lojas, que interagem com o celular do consumidor. As telas possuem sensores que detectam o celular, e apresentam ofertas e descontos personalizados.
O sistema ainda tem muitas limitações e pontos mal resolvidos, mas os varejistas esperam aprimorar o Shopkick nos próximos meses, de olho na temporada de compras do final do ano.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Aplicativo leva menus de restaurantes para o iPhone

Segundo uma pesquisa recente, até 20% dos visitantes dos sites de restaurantes nos EUA chegam via celulares, o que significa que os menus disponíveis geralmente no formato PDF não funcionam para esses usuários. Há várias empresas que tentam resolver o problema criando aplicativos personalizados para cada restaurante, mas a empresa Mobile Hunger oferece uma solução genérica que simplesmente converte o cardápio de qualquer restaurante em um site específico para aparelhos móveis como o iPhone, com ferramentas interativas de navegação.
Os restaurantes interessados em usar o serviço gratuito do Mobile Hunger começam inserindo o menu, com as categorias e itens individuais do cardápio.  O serviço converte as informações em um site formatado para o iPhone e iPod. Quando o usuário acessa o site do restaurante via celular, o sistema redireciona automaticamente para a página criada -- o consumidor não precisa fazer o download do aplicativo.
Os restaurantes têm uma série de vantagens com o Mobile Hunger: ferramentas de análise de tráfego, galerias de fotos, links para sites sociais, mapas do Google e possibilidade de escolher cores e fundos que combinem com o logotipo do restaurante. O aplicativo ainda permite conexões com outros serviços como Open Table, Urban Spoon, Four Square, Gowalla, e Yelp.