Reporta Stuart Elliot, no New York Times, que a empresa Automated Media Services (AMS) está há anos desenvolvendo um sistema de televisão para ambientes de varejo que permitiria que agências planejam e comprem horários comerciais nas lojas, do mesmo modo que fazem nos canais de TV tradicionais. O sistema, chamado 3GTV, está sendo testado em nove supermercados da rede Bloom nos estados de Maryland e Virginia.
Os executivos da AMS já trabalharam em redes de TV, publicidade e marketing, e captaram US$ 10 milhões para desenvolver o sistema 3GTV. Entre os investidores da empresa, estão alguns nomes e firmas bem conhecidas em Wall Street e Madison Avenue. Entre eles estão Burt Manning, ex-presidente da divisão JWT do grupo WPP, e Stephen Grubbs, que foi executivo de agências de mídia do Omnicom Group.
Segundo Manning, o sistema da AMS atinge os consumidores de uma nova forma. Ele observa que as pessoas ainda assistem TV, mas hoje a audiência está pulverizada em centenas de canais e pela internet. As lojas e mercados são um local estratégico para atingir um público qualificado, no momento exato da compra.
Grubbs disse que o marketing e a mídia sempre conseguiram atingir o consumidor no topo do funil de compras, através de anúncios na TV e mídia impressa. Mas essas técnicas não eram suficientes para capturar o interesse do comprador na base do funil, antes que a pessoa coloque um produto no carrinho de compras.
As telas do 3GVT são estrategicamente posicionadas nas prateleiras ao lado dos itens anunciados nos comerciais, oferecendo uma série de informações relevantes sobre os produtos. Isso representa uma vantagem sobre os sistemas de TV que já existem em muitas lojas, onde as telas ficam perto dos caixas ou na saída da loja, quando as decisões de compras já foram tomadas.
Nos testes que serão feitos nos supermercados da Bloom, o varejista vai colaborar com a AMS para determinar as melhores posições para as telas e quantas serão necessárias em cada loja, para não incomodar o consumidor. No final das contas, a aceitação do cliente vai determinar o sucesso ou o fracasso dos testes.
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quarta-feira, 16 de junho de 2010
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Rede 7-Eleven lança rede interna de televisão

Segundo um press release das lojas 7-Eleven, a rede fechou um acordo com a Digital Display Networks para criar uma rede própria de TV, que terá programas exibidos em mais de 6.200 lojas nos EUA e Canadá.
Quando a instalação estiver completa, a 7-Eleven TV espera atingir 190 milhões de espectadores por mês. A programação da rede será 24 horas por dia, com entretenimento e notícias locais, e programas criados exclusivamente para os clientes das lojas. A TV exibirá anúncios com a marca 7-Eleven e de outras empresas, e dará destaque para as promoções da rede. A grade será dividida para promover itens específicos, nos horários em que são mais relevantes para os consumidores.
A programação será exibida em aparelhos LCD de alta definição, com áudio direcional -- só será ouvido pelas pessoas que estiveram em frente aos televisores.
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Sinalização digital
O vídeo mostra como um sistema de sinalização digital pode ser implementado em uma loja ou supermercado.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Na batalha pelo consumidor, "low tech" ganha do "high tech" (às vezes)
Reporta Jack Neff, na Advertising Age, que os anunciantes dos EUA devem investir cerca de US$ 25 bilhões no marketing "in-store" -- a publicidade dentro das lojas e mercados. Várias empresas de pesquisa buscam oferecer insight sobre como melhor atingir o consumidor no ambiente de compras.
Um estudo da Deloitte Consulting indica que o marketing nas lojas está crescendo mais rápido que qualquer outra mídia para divulgar produtos, incluindo as mídias digitais. A Deloitte avalia que as empresas de produtos industrializados vão investir 8% de seus orçamentos de marketing em promoções nas lojas, mas esse percentual pode chegar a 35% se forem consideradas todas as formas de promoções no comércio.
A firma TNS avaliou as promoções de cereais matinais feitas em lojas e mercados. O estudo mostrou que promoções "low tech" (como distribuição de amostras e cupons de desconto) funcionam melhor que outras mais sofisticadas, como anúncios no sistema de TVs da loja, anúncios em locais inusitados e outras ações.
De modo mais amplo, o estudo da TNS mostrou que as ações de in-store marketing mais eficientes incluem distribuição de amostras, anúncios nos corredores, cupons de descontos, fliers distribuídos na loja e displays no final dos corredores. Na outra ponta, as ações menos eficientes incluiam anúncios no teto, anúncios em áudio e anúncios no chão das lojas. É importante notar que as formas mais novas de promoção -- como anúncios nos carrinhos, sistema interno de TV, painéis de vídeo e anúncios em pontos de entrada e saída das lojas -- tiveram notas baixas pelo consumidor.
Um estudo da Deloitte Consulting indica que o marketing nas lojas está crescendo mais rápido que qualquer outra mídia para divulgar produtos, incluindo as mídias digitais. A Deloitte avalia que as empresas de produtos industrializados vão investir 8% de seus orçamentos de marketing em promoções nas lojas, mas esse percentual pode chegar a 35% se forem consideradas todas as formas de promoções no comércio.
A firma TNS avaliou as promoções de cereais matinais feitas em lojas e mercados. O estudo mostrou que promoções "low tech" (como distribuição de amostras e cupons de desconto) funcionam melhor que outras mais sofisticadas, como anúncios no sistema de TVs da loja, anúncios em locais inusitados e outras ações.
De modo mais amplo, o estudo da TNS mostrou que as ações de in-store marketing mais eficientes incluem distribuição de amostras, anúncios nos corredores, cupons de descontos, fliers distribuídos na loja e displays no final dos corredores. Na outra ponta, as ações menos eficientes incluiam anúncios no teto, anúncios em áudio e anúncios no chão das lojas. É importante notar que as formas mais novas de promoção -- como anúncios nos carrinhos, sistema interno de TV, painéis de vídeo e anúncios em pontos de entrada e saída das lojas -- tiveram notas baixas pelo consumidor.
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