Segundo nota da RIS News, a rede de supermercados Stop & Shop dos EUA iniciou os testes em algumas lojas com um aplicativo que permite que os consumidores chequem os códigos de barras dos produtos durante as compras. O aplicativo é sincronizado com o programa de fidelidade da loja, que permite que a Stop & Shop registre as informações de compras e envie promoções personalizadas para o iPhone do cliente.
Os compradores usam a câmera do celular para escanear códigos de barras das mercadorias, à medida que enchem seus carrinhos. Quando terminam as compras, é só ir até o caixa e exibir o cartão de fidelidade, acelerando o pagamento.
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Aplicativo facilita pagamento de compras
A integração do varejo com os dispositivos móveis está em rápida expansão. A tecnologia permite uma grande variedade de soluções, que podem atender várias necessidades dos consumidores -- antes, durante e depois das compras. Já destacamos aqui aplicativos criados especificamente por redes de varejo que funcionam como complemento das lojas físicas, de modo melhor e mais prático que o computador de mesa.
Agora, a rede de supermercados norte-americana Stop & Shop fechou uma parceria com a empresa de tecnologia Modiv Media para lançar um aplicativo para o iPhone da Apple que permite que o cliente escaneie as mercadorias nas lojas e envie a soma direto para o caixa, onde o pagamento fica mais rápido e prático. Com o aplicativo, o cliente entra na loja e sai "fotografando" os itens que coloca no carrinho, e as mercadorias são somadas automaticamente.
Apontando a câmera do iPhone para o código de barras dos produtos, o cliente pode ver automaticamente o preço do item e adicioná-lo a um carrinho de compras virtuais. No final da compra, o aplicativo transmite as informações para o caixa, onde o consumidor pode pagar as compras com dinheiro ou cartões. Não é necessário que um funcionário escaneie as mercadorias no caixa, o que acelera bastante o fechamento da compra.
A Modiv Media já oferecia o mesmo serviço em aparelhos próprios, que funcionam como scanners de mão, em 350 supermercados nos EUA, incluindo lojas da Stop & Shop. Nesta primeira fase, o aplicativo será testado nas lojas da rede em três cidades dos Estados Unidos. Até o final deste ano, a Stop & Shop deve espalhar o uso do aplicativo por todo o país.
Para usar o aplicativo, o cliente deve ter um iPhone 3GS ou iPhone 4 -- modelos mais antigos não são compatíveis. Ainda este ano, a Modiv Media vai lançar um aplicativo para usuários de smartphones que usam o sistema Android da Apple.
O aplicativo conecta-se com a rede Wi-Fi da loja, permitindo que o varejista registre e analise as informações sobre as compras. A partir desses dados, a loja pode oferecer cupons e descontos especiais para os clientes, baseados nos padrões individuais de compras.
A Modiv Media disse que a Kraft Foods, Nestle USA, Perdue Farms e SC Johnson and Son são algumas das grandes empresas que vão oferecer cupons e promoções de seus produtos através do aplicativo.
A firma de tecnologia está desenvolvendo também uma função que funcionará como uma lista de compras automatizada no celular -- o aparelho avisaria ao consumidor a respeito de produtos essenciais em falta, durante as compras na loja.
A Modiv Media foi criada em 2007, com a fusão de duas grandes empresas de tecnologia voltada para o varejo, a MobileLime e a Cuesol. Em 2003, a Cuesol lançou o primeiro scanner de mão para clientes de varejo, um aparelho pesado que parecia um laptop. Atualmente, o sistema da Modiv Media funciona em aparelhos ultraleves.
O presidente da Modiv Media, Paul Schaut, reconhece que o sistema ainda é caro demais para a maioria dos varejistas. Segundo o executivo, a loja precisa investir uma soma considerável para implementar o aplicativo. Atualmente, apenas as redes Stop & Shop e Giant Landover (que pertencem ao conglomerado holandês Royal Ahold) adotaram o sistema nos EUA. O custo elevado ainda é uma barreira para outras empresas. Mas já existem milhões de consumidores americanos com smartphones capazes de ler códigos de barra. O investimento em aplicativos para essa grande audiência deve ficar mais barato em pouco tempo. E a tendência deve demorar pouco para se espalhar mundialmente.
Agora, a rede de supermercados norte-americana Stop & Shop fechou uma parceria com a empresa de tecnologia Modiv Media para lançar um aplicativo para o iPhone da Apple que permite que o cliente escaneie as mercadorias nas lojas e envie a soma direto para o caixa, onde o pagamento fica mais rápido e prático. Com o aplicativo, o cliente entra na loja e sai "fotografando" os itens que coloca no carrinho, e as mercadorias são somadas automaticamente.
Apontando a câmera do iPhone para o código de barras dos produtos, o cliente pode ver automaticamente o preço do item e adicioná-lo a um carrinho de compras virtuais. No final da compra, o aplicativo transmite as informações para o caixa, onde o consumidor pode pagar as compras com dinheiro ou cartões. Não é necessário que um funcionário escaneie as mercadorias no caixa, o que acelera bastante o fechamento da compra.
A Modiv Media já oferecia o mesmo serviço em aparelhos próprios, que funcionam como scanners de mão, em 350 supermercados nos EUA, incluindo lojas da Stop & Shop. Nesta primeira fase, o aplicativo será testado nas lojas da rede em três cidades dos Estados Unidos. Até o final deste ano, a Stop & Shop deve espalhar o uso do aplicativo por todo o país.
Para usar o aplicativo, o cliente deve ter um iPhone 3GS ou iPhone 4 -- modelos mais antigos não são compatíveis. Ainda este ano, a Modiv Media vai lançar um aplicativo para usuários de smartphones que usam o sistema Android da Apple.
O aplicativo conecta-se com a rede Wi-Fi da loja, permitindo que o varejista registre e analise as informações sobre as compras. A partir desses dados, a loja pode oferecer cupons e descontos especiais para os clientes, baseados nos padrões individuais de compras.
A Modiv Media disse que a Kraft Foods, Nestle USA, Perdue Farms e SC Johnson and Son são algumas das grandes empresas que vão oferecer cupons e promoções de seus produtos através do aplicativo.
A firma de tecnologia está desenvolvendo também uma função que funcionará como uma lista de compras automatizada no celular -- o aparelho avisaria ao consumidor a respeito de produtos essenciais em falta, durante as compras na loja.
A Modiv Media foi criada em 2007, com a fusão de duas grandes empresas de tecnologia voltada para o varejo, a MobileLime e a Cuesol. Em 2003, a Cuesol lançou o primeiro scanner de mão para clientes de varejo, um aparelho pesado que parecia um laptop. Atualmente, o sistema da Modiv Media funciona em aparelhos ultraleves.
O presidente da Modiv Media, Paul Schaut, reconhece que o sistema ainda é caro demais para a maioria dos varejistas. Segundo o executivo, a loja precisa investir uma soma considerável para implementar o aplicativo. Atualmente, apenas as redes Stop & Shop e Giant Landover (que pertencem ao conglomerado holandês Royal Ahold) adotaram o sistema nos EUA. O custo elevado ainda é uma barreira para outras empresas. Mas já existem milhões de consumidores americanos com smartphones capazes de ler códigos de barra. O investimento em aplicativos para essa grande audiência deve ficar mais barato em pouco tempo. E a tendência deve demorar pouco para se espalhar mundialmente.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Groupon lança aplicativo para iPhone no Brasil
O Groupon anuncia o lançamento oficial do aplicativo para iPhone e iPod touch na App Store. Agora as ofertas diárias do Groupon também estão disponíveis nestes equipamentos da Apple em todo o Brasil.
A ferramenta é mais um facilitador para que as pessoas garantam as melhores ofertas em suas localidades, independente de onde estiverem. A companhia já está presente em 44 cidades no Brasil, com mais de 10 milhões de cadastrados, mais de 10 mil ofertas publicadas e mais de três milhões de cupons vendidos.
Para ter acesso, os usuários devem baixar o aplicativo na loja online da Apple, buscar por ofertas do dia e adquirir as que mais os interessarem. Também é possível visualizar e organizar as compras anteriores ou criar novas contas, diretamente no aplicativo. Outro benefício é a possibilidade de apresentar na tela do telefone seu voucher, sem a necessidade de impressão do mesmo. Além disso, o usuário consegue localizar estabelecimentos credenciados ao Groupon em tempo real e os localizar pelo GPS do celular.
Para download do aplicativo, visite a Apple Store.
A ferramenta é mais um facilitador para que as pessoas garantam as melhores ofertas em suas localidades, independente de onde estiverem. A companhia já está presente em 44 cidades no Brasil, com mais de 10 milhões de cadastrados, mais de 10 mil ofertas publicadas e mais de três milhões de cupons vendidos.
Para ter acesso, os usuários devem baixar o aplicativo na loja online da Apple, buscar por ofertas do dia e adquirir as que mais os interessarem. Também é possível visualizar e organizar as compras anteriores ou criar novas contas, diretamente no aplicativo. Outro benefício é a possibilidade de apresentar na tela do telefone seu voucher, sem a necessidade de impressão do mesmo. Além disso, o usuário consegue localizar estabelecimentos credenciados ao Groupon em tempo real e os localizar pelo GPS do celular.
Para download do aplicativo, visite a Apple Store.
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terça-feira, 29 de março de 2011
Os melhores aplicativos para o varejo em celulares
Joe Skorupa e Adam Blair, do site especializado Retail Information Systems, avaliaram os aplicativos para smartphones criados por grandes varejistas nos EUA, e selecionaram os apps de maior destaque:
BEST BUY
O aplicativo da rede Best Buy para celulares do sistema Android funciona como um substituto dos folhetos impressos. A função Weekly Ad exibe mercadorias por categoria e permite ver quantos itens estão em promoção. Há ainda funções de busca, lista e carrinho de compras.
Prós: os produtos são marcados com "estrelas", com resenhas e críticas de usuários.
Contras: o aplicativo é muito comum, sem funções de destaque em relação aos concorrentes.
GAP StyleMixer
criado para o Android, o aplicativo da GAP é voltado para os fãs de moda. Ele usa fotos grandes que permitem zoom detalhado. O app inclui um localizador de lojas e uma função que permite criar um "guarda-roupa" com itens selecionados, criar modelos personalizados e listas.
Prós: uma área de comunicado que permite compartilhar looks e modelos. Vídeos mostram modelos usando as roupas da marca.
Contras: as imagens demoram muito para carregar. Não há como ver os preços sem se cadastrar. Parece mais um caminho intermediário para levar o usuário ao website da marca.
JCPennEy
O app da loja de departamentos JCPenney chama a atenção por quatro funções importantes: Shop Now, Today’s Ad, Sale (promoções da semana) e Stay Connected (para receber alertas de promoções).
Prós: aplicativo tem um botão de "voltar", ago que falta na maioria dos apps. Localizador de lojas mostra mapas e indicações para chegar ao local. O cadastro dá descontos nas compras.
Contras: A loja de departamentos tem uma oferta muito grande de categorias e produtos, e ainda não resolveu bem como diferenciar essas categorias no aplicativo.
Meijer Find-It
Como o nome indica, esse aplicativo criado para iPhone/iPad ajuda os clientes a encontrar produtos nas lojas da rede Meijer. Há um botão de "Sale" com as liquidações em cada departamento. A função "Map-it" permite localizar um produto dentro da loja, além de indicar os banheiros, caixas automáticos e saídas.
Prós: A função "Parking Reminder" permite que o cliente registre o local onde estacionou o carro, e facilita a localização depois das compras.
Contras: a função de busca não é refinada, o que leva o consumidor a perder tempo com resultados incorretos. A função "Find-it", maior atrativo do aplicativo, só funciona em 6 lojas da rede.
NIKEiD Mobile
o aplicativo da Nike para iPhone e iPad foi criado para estimular a criatividade do usuário. Os consumidores podem criar milhares de combinações de cores para alguns modelos de tênis e roupas da marca, e podem gerar "cores aleatórias" chacoalhando o celular ou iPad. Milhões de designs diferentes foram criados pela comunidade de usuários, e os consumidores podem ver e comprar essas combinações.
Prós: Com a função "Photo iD", o consumidor cria uma paleta de cores personalizada, a partir de uma foto. A tela de entrada permite a busca por itens, baseado em tipo de produto, gênero, ou novidades. O botão de "voltar" é fácil de localizar.
Contras: pessoas com dedos grandes terão dificuldades em navegar nas telas para selecionar cores. Para ver designs de outros usuários, o cadastramento é obrigatório.
NM Gifts
O aplicativo da loja de roupas Neiman Marcus para iPhone/iPad oferece sugestões de presentes, com algumas categorias de preços e produtos. Há uma promoção chamada "Gift of the Day" para estimular o retorno à loja, e o aplicativo também permite selecionar embalagem grátis e frete grátis. Existe uma função para partilhar os achados de presentes com amigos, via e-mail. A loja tem um segundo aplicativo chamado NM Editions, que reúne os catálogos e revistas da rede.
Prós: A função "Shake for another surprise" gera novas sugestões de presentes quando o usuário chacoalha o smartphone. A Neiman Marcus faz uma doação de US$ 1 para uma organização de caridade a cada download feito pelos consumidores.
Contras: as letras roxas em um fundo vermelho dificultam a leitura. O aplicativo é muito simples, com um número limitado de produtos em oferta.
Sears2Go
O aplicativo da rede Sears para a plataforma Android tem funções de "Ofertas Atuais", "Browse" e localizador de loja logo na primeira tela. Dentro da função "Current Offers", há uma lista de produtos e preços, e quando o usuário clica para obter mais detalhes surge uma tela com informações detalhadas e avaliações de outros usuários. A seção Browse permite checar quase tudo que existe nas lojas da Sears, o que pode ser cansativo.
Prós: A Sears foi um dos primeiros grandes varejistas a lançar um aplicativo móvel em março de 2009. Agora lançou um novo app para iPhone, chamado Sears Auto, e a versão para iPad em janeiro deste ano.
Contras: Dois anos no universo dos aplicativos móveis equivalem a cinco anos no mundo real, e o Sears2Go precisa ser atualizado urgentemente. Os concorrentes correram com seus lançamentos, e a Sears precisa agora mostrar algo novo para manter a vantagem de pioneira.
Target
O aplicativo da rede Target para Android tem apenas três áreas na página inicial, com funções bem boladas: "Target Weekly Ad", que permite a escolha de ofertas divididas por categorias; "Great Save Event", com liquidações; e "Clearance", que é a queima de estoques. O aplicativo permite checar se os produtos estão disponíveis nas lojas físicas, online ou ambos, e informa a disponibilidade. Há também um scanner de códigos de barra que pode ser usado nas lojas.
Prós: Quando um produto é vendido em uma loja, o app informa a loja mais próxima onde o item está disponível. O aplicativo inclui ainda horários de funcionamento, mapas e indicações para localização.
Contras: Mais produtos precisam de avaliações e críticas. Não há função de comunidade. O aplicativo é bem direto, mas muito simplificado e sem atrativos especiais.
Toys “R” Us Shopping
O aplicativo da loja de brinquedos para iPhone permite folhear o catálogo online da loja e fazer compras diretamente através do aplicativo. Os clientes podem checar detalhes dos produtos e críticas de outros compradores. As buscas podem ser feitas por preços, itens de destaque e produtos mais vendidos. A versão para iPad tem atrativos maiores para as crianças escolherem presentes, com uma área separada para os pais.
Prós: muitos itens tem resenhas feitas em vídeo. A leitura de código de barra leva o usuário direto à página do produto.
Contras: Funciona mais como um website móvel do que um aplicativo. Os apps de nova geração precisam aproveitar mais as funções e possibilidades dos smartphones.
BEST BUY
O aplicativo da rede Best Buy para celulares do sistema Android funciona como um substituto dos folhetos impressos. A função Weekly Ad exibe mercadorias por categoria e permite ver quantos itens estão em promoção. Há ainda funções de busca, lista e carrinho de compras.
Prós: os produtos são marcados com "estrelas", com resenhas e críticas de usuários.
Contras: o aplicativo é muito comum, sem funções de destaque em relação aos concorrentes.
GAP StyleMixer
criado para o Android, o aplicativo da GAP é voltado para os fãs de moda. Ele usa fotos grandes que permitem zoom detalhado. O app inclui um localizador de lojas e uma função que permite criar um "guarda-roupa" com itens selecionados, criar modelos personalizados e listas.
Prós: uma área de comunicado que permite compartilhar looks e modelos. Vídeos mostram modelos usando as roupas da marca.
Contras: as imagens demoram muito para carregar. Não há como ver os preços sem se cadastrar. Parece mais um caminho intermediário para levar o usuário ao website da marca.
JCPennEy
O app da loja de departamentos JCPenney chama a atenção por quatro funções importantes: Shop Now, Today’s Ad, Sale (promoções da semana) e Stay Connected (para receber alertas de promoções).
Prós: aplicativo tem um botão de "voltar", ago que falta na maioria dos apps. Localizador de lojas mostra mapas e indicações para chegar ao local. O cadastro dá descontos nas compras.
Contras: A loja de departamentos tem uma oferta muito grande de categorias e produtos, e ainda não resolveu bem como diferenciar essas categorias no aplicativo.
Meijer Find-It
Como o nome indica, esse aplicativo criado para iPhone/iPad ajuda os clientes a encontrar produtos nas lojas da rede Meijer. Há um botão de "Sale" com as liquidações em cada departamento. A função "Map-it" permite localizar um produto dentro da loja, além de indicar os banheiros, caixas automáticos e saídas.
Prós: A função "Parking Reminder" permite que o cliente registre o local onde estacionou o carro, e facilita a localização depois das compras.
Contras: a função de busca não é refinada, o que leva o consumidor a perder tempo com resultados incorretos. A função "Find-it", maior atrativo do aplicativo, só funciona em 6 lojas da rede.
NIKEiD Mobile
o aplicativo da Nike para iPhone e iPad foi criado para estimular a criatividade do usuário. Os consumidores podem criar milhares de combinações de cores para alguns modelos de tênis e roupas da marca, e podem gerar "cores aleatórias" chacoalhando o celular ou iPad. Milhões de designs diferentes foram criados pela comunidade de usuários, e os consumidores podem ver e comprar essas combinações.
Prós: Com a função "Photo iD", o consumidor cria uma paleta de cores personalizada, a partir de uma foto. A tela de entrada permite a busca por itens, baseado em tipo de produto, gênero, ou novidades. O botão de "voltar" é fácil de localizar.
Contras: pessoas com dedos grandes terão dificuldades em navegar nas telas para selecionar cores. Para ver designs de outros usuários, o cadastramento é obrigatório.
NM Gifts
O aplicativo da loja de roupas Neiman Marcus para iPhone/iPad oferece sugestões de presentes, com algumas categorias de preços e produtos. Há uma promoção chamada "Gift of the Day" para estimular o retorno à loja, e o aplicativo também permite selecionar embalagem grátis e frete grátis. Existe uma função para partilhar os achados de presentes com amigos, via e-mail. A loja tem um segundo aplicativo chamado NM Editions, que reúne os catálogos e revistas da rede.
Prós: A função "Shake for another surprise" gera novas sugestões de presentes quando o usuário chacoalha o smartphone. A Neiman Marcus faz uma doação de US$ 1 para uma organização de caridade a cada download feito pelos consumidores.
Contras: as letras roxas em um fundo vermelho dificultam a leitura. O aplicativo é muito simples, com um número limitado de produtos em oferta.
Sears2Go
O aplicativo da rede Sears para a plataforma Android tem funções de "Ofertas Atuais", "Browse" e localizador de loja logo na primeira tela. Dentro da função "Current Offers", há uma lista de produtos e preços, e quando o usuário clica para obter mais detalhes surge uma tela com informações detalhadas e avaliações de outros usuários. A seção Browse permite checar quase tudo que existe nas lojas da Sears, o que pode ser cansativo.
Prós: A Sears foi um dos primeiros grandes varejistas a lançar um aplicativo móvel em março de 2009. Agora lançou um novo app para iPhone, chamado Sears Auto, e a versão para iPad em janeiro deste ano.
Contras: Dois anos no universo dos aplicativos móveis equivalem a cinco anos no mundo real, e o Sears2Go precisa ser atualizado urgentemente. Os concorrentes correram com seus lançamentos, e a Sears precisa agora mostrar algo novo para manter a vantagem de pioneira.
Target
O aplicativo da rede Target para Android tem apenas três áreas na página inicial, com funções bem boladas: "Target Weekly Ad", que permite a escolha de ofertas divididas por categorias; "Great Save Event", com liquidações; e "Clearance", que é a queima de estoques. O aplicativo permite checar se os produtos estão disponíveis nas lojas físicas, online ou ambos, e informa a disponibilidade. Há também um scanner de códigos de barra que pode ser usado nas lojas.
Prós: Quando um produto é vendido em uma loja, o app informa a loja mais próxima onde o item está disponível. O aplicativo inclui ainda horários de funcionamento, mapas e indicações para localização.
Contras: Mais produtos precisam de avaliações e críticas. Não há função de comunidade. O aplicativo é bem direto, mas muito simplificado e sem atrativos especiais.
Toys “R” Us Shopping
O aplicativo da loja de brinquedos para iPhone permite folhear o catálogo online da loja e fazer compras diretamente através do aplicativo. Os clientes podem checar detalhes dos produtos e críticas de outros compradores. As buscas podem ser feitas por preços, itens de destaque e produtos mais vendidos. A versão para iPad tem atrativos maiores para as crianças escolherem presentes, com uma área separada para os pais.
Prós: muitos itens tem resenhas feitas em vídeo. A leitura de código de barra leva o usuário direto à página do produto.
Contras: Funciona mais como um website móvel do que um aplicativo. Os apps de nova geração precisam aproveitar mais as funções e possibilidades dos smartphones.
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Smartphones assustam varejistas
A cena é cada vez mais frequente em lojas dos EUA e Europa: o consumidor encontra um produto desejado na prateleira, mas acha o preço muito alto. Imediatamente, saca do bolso um iPhone ou similar e faz uma rápida comparação de preços via internet. Em muitos casos, encontra um preço melhor em outra loja (física ou online), e sai da primeira loja sem realizar a compra. E isso é só um exemplo da revolução que os smartphones estão provocando no varejo. Os varejistas têm muito a ganhar com a ascensão dessa tecnologia, mas também tem motivos para temer seu impacto.
Segundo Mike Duke, executivo-chefe da rede Wal-Mart, os smartphones criam uma "nova era de transparência" nos preços e ofertas, e deve virar de cabeça para baixo o modelo de negócios das redes de varejo. Até recentemente, os varejistas apostavam em promoções especiais para atrair o consumidor para a loja. Já dentro da loja, seria fácil convencer o cliente a comprar outros itens, com margem de lucro maior. Agora, as empresas têm de encarar o fato de que, munido de um smartphone, o consumidor não precisa sair dos corredores da loja para checar se as ofertas em destaque são realmente atraentes, e se as outras mercadorias em exposição estão com bom preço.
Greg Girard, analista da consultoria IDC Retail Insights, aponta que a tecnologia corrói algumas vantagens dos varejistas, que ficam com margens estreitas de lucros. Especialmente na temporada de compras de final de ano, os consumidores tentam equilibrar seus orçamentos de presentes e festas buscando freneticamente as melhores ofertas e condições -- e o smartphone é a ferramenta ideal para isso. Como resultado, os varejistas entram numa feroz competição por promoções e condições especiais (entrega gratuita é um dos maiores destaques). Girard diz que cerca de 45% dos usuários de smartphones já adotaram o hábito de usar o aparelho para comparações de preços durante as compras. Segundo o analista, a tecnologia tornou "porosas" as paredes das lojas.
Os comerciantes mais afetados por essa tendência são aqueles que vendem itens de marcas famosas com grande procura, como eletrônicos e eletrodomésticos, que estimulam a comparação instantânea de preços. A Best Buy, maior rede de produtos eletrônicos dos EUA, anunciou que pode perder market share este ano, um declínio que alguns analistas do setor atribuem ao crescimento do uso de aplicativos de comparação de preço.
Os usuários mais assíduos de smartphones com "apps" de varejo ainda são um pequeno subgrupo entre os consumidores. As pesquisas de mercado ainda não dão uma ideia clara de quantos consumidores nos EUA estão dispostos a usar essa nova tecnologia para comparar preços -- alguns compradores podem só querer usar os aplicativos quando estiverem buscando itens muito caros ou incomuns.
Em novembro de 2009, os consumidores usando smartphones nas compras representaram apenas 0,1% das visitas aos sites de e-commerce, de acordo com dados da Coremetrics, uma divisão da IBM que avalia as atividades de e-commerce. Este ano, na sexta-feira depois do Dia de Ação de Graças ("Black Friday"), esses consumidores atingiram 5,6% do total -- um crescimento de mais de 50 vezes.
Os analistas de comércio eletrônico preveem uma explosão no uso de apps de compras, à medida em que os consumidores trocam seus celulares comuns por smartphones. Já existem dezenas de aplicativos disponíveis, e os programadores estão criando muitos outros para transformarem os smartphones em verdadeiras armas para as compras. Muitos combinam o uso de câmeras que leem códigos de barra e códigos QR, e outros permitem que o usuário simplesmente fale o nome do produto desejado para iniciar uma pesquisa.
Segundo Mike Duke, executivo-chefe da rede Wal-Mart, os smartphones criam uma "nova era de transparência" nos preços e ofertas, e deve virar de cabeça para baixo o modelo de negócios das redes de varejo. Até recentemente, os varejistas apostavam em promoções especiais para atrair o consumidor para a loja. Já dentro da loja, seria fácil convencer o cliente a comprar outros itens, com margem de lucro maior. Agora, as empresas têm de encarar o fato de que, munido de um smartphone, o consumidor não precisa sair dos corredores da loja para checar se as ofertas em destaque são realmente atraentes, e se as outras mercadorias em exposição estão com bom preço.
Greg Girard, analista da consultoria IDC Retail Insights, aponta que a tecnologia corrói algumas vantagens dos varejistas, que ficam com margens estreitas de lucros. Especialmente na temporada de compras de final de ano, os consumidores tentam equilibrar seus orçamentos de presentes e festas buscando freneticamente as melhores ofertas e condições -- e o smartphone é a ferramenta ideal para isso. Como resultado, os varejistas entram numa feroz competição por promoções e condições especiais (entrega gratuita é um dos maiores destaques). Girard diz que cerca de 45% dos usuários de smartphones já adotaram o hábito de usar o aparelho para comparações de preços durante as compras. Segundo o analista, a tecnologia tornou "porosas" as paredes das lojas.
Os comerciantes mais afetados por essa tendência são aqueles que vendem itens de marcas famosas com grande procura, como eletrônicos e eletrodomésticos, que estimulam a comparação instantânea de preços. A Best Buy, maior rede de produtos eletrônicos dos EUA, anunciou que pode perder market share este ano, um declínio que alguns analistas do setor atribuem ao crescimento do uso de aplicativos de comparação de preço.
Os usuários mais assíduos de smartphones com "apps" de varejo ainda são um pequeno subgrupo entre os consumidores. As pesquisas de mercado ainda não dão uma ideia clara de quantos consumidores nos EUA estão dispostos a usar essa nova tecnologia para comparar preços -- alguns compradores podem só querer usar os aplicativos quando estiverem buscando itens muito caros ou incomuns.
Em novembro de 2009, os consumidores usando smartphones nas compras representaram apenas 0,1% das visitas aos sites de e-commerce, de acordo com dados da Coremetrics, uma divisão da IBM que avalia as atividades de e-commerce. Este ano, na sexta-feira depois do Dia de Ação de Graças ("Black Friday"), esses consumidores atingiram 5,6% do total -- um crescimento de mais de 50 vezes.
Os analistas de comércio eletrônico preveem uma explosão no uso de apps de compras, à medida em que os consumidores trocam seus celulares comuns por smartphones. Já existem dezenas de aplicativos disponíveis, e os programadores estão criando muitos outros para transformarem os smartphones em verdadeiras armas para as compras. Muitos combinam o uso de câmeras que leem códigos de barra e códigos QR, e outros permitem que o usuário simplesmente fale o nome do produto desejado para iniciar uma pesquisa.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
M-commerce ganha força nas vendas de fim de ano
O ano de 2010 marca a consolidação do celular como uma ferramenta essencial do varejo, tanto para os consumidores como para os varejistas. Segundo a empresa de pesquisas Canalysis, mais de 65 milhões de smartphones chegaram às mãos dos consumidores norte-americanos em 2010. O importante estudo Pew Internet & American Life Project (PDF gratuito) levantou que nove entre dez jovens entre 18 e 29 anos já tem um celular, e esses usuários estão muito inclinados a usar aplicativos de compras. O estudo também aponta que 20% desses jovens já fazem compras de produtos e serviços usando o celular.
De acordo com Dave Sikoria, executivo-chefe da empresa de m-commerce Digby, esse crescimento extraordinário da tecnologia e da base de usuários deve marcar o final de 2010 com resultados muito expressivos nas vendas. Sikoria cita o estudo 2010 Holiday Marketer (PDF), que aponta um crescimento de 13% no m-commerce em 2010 -- e já tinha crescido 10% em 2009. A Experian aponta que 22% dos consumidores pretende realizar alguma compra com o celular nos próximos 12 meses.
Sikoria aponta cinco tendências importantes, que podem ajudar na estratégia de m-commerce dos varejistas:
1) Os smartphones mais avançados estão se tornando a norma. São aparelhos com interfaces mais sofisticadas e conexões mais velozes. Segundo a Experian, : 37% dos usuários nos EUA acessaram sites de varejo usando iPhones, 29% com o iTouch, 13% com o BlackBerry e 12% com o sistema Android.
2) As vendas feitas diretamente via celular estão em crescimento acelerado. Segundo um estudo da ABI Research, até 2015 os consumidores devem gastar cerca de US$ 119 bilhões no mundo comprando bens e serviços usando apenas os celulares.
3) Promoções específicas estimulam as vendas. Os varejistas que apostam em promoções criadas para os usuários móveis confirmam um aumento nas vendas. Usando tecnologias de localização e horários do dia, os varejistas podem atrair a atenção do usuário de modo inédito.
4) Aplicativos bem concebidos compensam o investimento. Os varejistas que investem em aplicativos inteligentes e sofisticados têm mais chances de aumentar suas vendas. Os usuários apreciam apps bem desenvolvidos, especialmente aqueles que facilitam a experiência de compra -- desde a exibição e seleção de produtos até o pagamento e o acompanhamento da entrega.
5) O celular já é oficialmente o 4º canal do varejo. Um número crescente de varejistas no mundo está integrando o m-commerce à estratégia total de vendas, somando-se à ao espaço da loja física, aos catálogos impressos e ao website. Não é uma moda passageira, é uma nova ferramenta que se torna obrigatória para o comércio.
De acordo com Dave Sikoria, executivo-chefe da empresa de m-commerce Digby, esse crescimento extraordinário da tecnologia e da base de usuários deve marcar o final de 2010 com resultados muito expressivos nas vendas. Sikoria cita o estudo 2010 Holiday Marketer (PDF), que aponta um crescimento de 13% no m-commerce em 2010 -- e já tinha crescido 10% em 2009. A Experian aponta que 22% dos consumidores pretende realizar alguma compra com o celular nos próximos 12 meses.
Sikoria aponta cinco tendências importantes, que podem ajudar na estratégia de m-commerce dos varejistas:
1) Os smartphones mais avançados estão se tornando a norma. São aparelhos com interfaces mais sofisticadas e conexões mais velozes. Segundo a Experian, : 37% dos usuários nos EUA acessaram sites de varejo usando iPhones, 29% com o iTouch, 13% com o BlackBerry e 12% com o sistema Android.
2) As vendas feitas diretamente via celular estão em crescimento acelerado. Segundo um estudo da ABI Research, até 2015 os consumidores devem gastar cerca de US$ 119 bilhões no mundo comprando bens e serviços usando apenas os celulares.
3) Promoções específicas estimulam as vendas. Os varejistas que apostam em promoções criadas para os usuários móveis confirmam um aumento nas vendas. Usando tecnologias de localização e horários do dia, os varejistas podem atrair a atenção do usuário de modo inédito.
4) Aplicativos bem concebidos compensam o investimento. Os varejistas que investem em aplicativos inteligentes e sofisticados têm mais chances de aumentar suas vendas. Os usuários apreciam apps bem desenvolvidos, especialmente aqueles que facilitam a experiência de compra -- desde a exibição e seleção de produtos até o pagamento e o acompanhamento da entrega.
5) O celular já é oficialmente o 4º canal do varejo. Um número crescente de varejistas no mundo está integrando o m-commerce à estratégia total de vendas, somando-se à ao espaço da loja física, aos catálogos impressos e ao website. Não é uma moda passageira, é uma nova ferramenta que se torna obrigatória para o comércio.
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Fillity cria aplicativo para moda verão 2011
A marca Fillity decidiu investir em tecnologias digitais para atingir suas clientes. A marca de roupas está divulgando sua coleção em redes sociais como o Facebook, e acaba de lançar um aplicativo para o iPhone, desenvolvido pela agência Frito. A intenção é atrair a consumidora de luxo, na faixa entre 25 e 50 anos. A ferramenta vai agregar benefícios e facilidades exclusivas como endereços de lojas, peças da coleção 2010/2011 e um cadastro de medidas que pode ajudar a usuária a saber qual roupa Fillity se encaixa melhor aos amigos, por exemplo. O aplicativo estará disponível gratuitamente no site da loja.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Monitorando a origem dos alimentos via iPhone
A rede de mercados Kroger Company, que tem 2.468 lojas nos EUA, fechou uma parceria com a HarvestMark para criar um sistema que monitora a origem e o transporte de alimentos frescos, como frutas e verduras. A Kroger tem sua própria linha de alimentos frescos, e agora cada item tem um código de 16 dígitos criado pela HarvestMark. A empresa oferece um aplicativo gratuito para o iPhone, que pode ser usado pelos consumidores nas lojas, usando a câmera do aparelho para escanear o código de barras do produto. Se algum alimento estiver com problemas, ou houver um recall, os consumidores podem ser avisados se os alimentos que compraram serão afetados.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Starbucks lança pagamento via celular em Nova York
Reporta Mark Walsh, no Online Media Daily, que os clientes da rede de cafés Starbucks em Nova York e Long Island vão poder pagar por suas bebidas aproximando seus iPhones ou Blackberrys do caixa. O aplicativo Starbucks Card Mobile não é uma novidade nos EUA, foi lançado em setembro de 2009 em Seattle e no norte da Califórnia. No começo deste ano, o sistema foi expandido para 1.000 lojas da rede Target que servem Starbucks. Agora, o aplicativo chega ao principal mercado urbano dos EUA, em 300 lojas da rede na região de Nova York.
O aplicativo permite que o usuários mostrem um código de barras na tela do celular para um scanner no caixa, que efetua o pagamento diretamente na conta do usuário. O aplicativo também mostra o saldo e permite a recarga do aplicativo via cartão de crédito. O aplicativo mantém um histórico das compras e também tem um localizador de lojas da rede via GPS.
A Starbucks disse que a adoção do cartão virtual em celulares está crescendo rapidamente, atingindo uma em cada cinco compras. No último trimestre, as vendas através do aplicativo subiram 17%. Os consumidores devem carregar US$ 1 bilhão no aplicativo este ano.
O aplicativo permite que o usuários mostrem um código de barras na tela do celular para um scanner no caixa, que efetua o pagamento diretamente na conta do usuário. O aplicativo também mostra o saldo e permite a recarga do aplicativo via cartão de crédito. O aplicativo mantém um histórico das compras e também tem um localizador de lojas da rede via GPS.
A Starbucks disse que a adoção do cartão virtual em celulares está crescendo rapidamente, atingindo uma em cada cinco compras. No último trimestre, as vendas através do aplicativo subiram 17%. Os consumidores devem carregar US$ 1 bilhão no aplicativo este ano.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
App para iPhone permite fazer test-drive virtual de relógios
A marca canadense de relógios de pulso Nuevo Watches apresenta um meio inovador para o consumidor testar seus produtos, sem sequer tocar neles. Um aplicativo compatível com o iPhone Touch 4 permite que o usuário selecione relógios e veja como ficariam em seu pulso. A loja tem 45 modelos para teste. É um bom uso do conceito de tryvertising -- todo mundo quer testar um produto antes de comprá-lo. E certamente esse aplicativo deve gerar vendas para a marca.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Um aplicativo de barganhas para as lojas
O aplicativo Shopkick combina telas espalhadas em lojas com os celulares dos consumidores para criar o mais incansável vendedor "não-humano" do varejo. Segundo reporta Stephanie Clifford, no New York Times, a mais recente inovação no varejo dos EUA está sendo testada por grandes varejistas do país para oferecer promoções e descontos desde o momento em que o cliente entra na loja até a hora em que ele sai, com telas de acesso espalhadas estrategicamente. O Shopkick funciona inicialmente com o iPhone, mas vai incluir smartphones do sistema Android nos próximos meses.
Entre as redes de varejo participantes estão a Macy’s, Best Buy, Sports Authority e a American Eagle Outfitters, e também a rede de shopping centers Simon Property Group -- esse elenco garante uma introdução de peso para o sistema.
Os clientes que usam o app Shopkick recebem pontos chamados "kickbucks", cada vez que entram em uma loja cadastrada. A cada compra, mais pontos são adicionados, e podem ser convertidos em descontos, vale-presentes, downloads de músicas e créditos em jogos online. Ainda é preciso juntar muitos pontos para conseguir um vale-presente de US$ 5, mas as lojas disseram que vão ajustar o sistema para tornar os pontos mais valiosos.
Os varejistas veem grandes vantagens no sistema, mas as associações de proteção à privacidade já criticam a tecnologia como mais uma invasão na vida pessoal dos consumidores. Jeffrey Chester, diretor do Center for Digital Democracy, ressalta que o Shopkick é capaz de saber onde o consumidor está a qualquer momento, o que ele compra, seus hábitos de consumo, itens favoritos, excessos, etc.
Diferente do sistema Foursquare, o Shopkick informa ao varejista quando o consumidor está dentro da loja, e não apenas próximo.
O aspecto mais inovador do Shopkick é o uso de telas digitais espalhadas nas lojas, que interagem com o celular do consumidor. As telas possuem sensores que detectam o celular, e apresentam ofertas e descontos personalizados.
O sistema ainda tem muitas limitações e pontos mal resolvidos, mas os varejistas esperam aprimorar o Shopkick nos próximos meses, de olho na temporada de compras do final do ano.
Entre as redes de varejo participantes estão a Macy’s, Best Buy, Sports Authority e a American Eagle Outfitters, e também a rede de shopping centers Simon Property Group -- esse elenco garante uma introdução de peso para o sistema.
Os clientes que usam o app Shopkick recebem pontos chamados "kickbucks", cada vez que entram em uma loja cadastrada. A cada compra, mais pontos são adicionados, e podem ser convertidos em descontos, vale-presentes, downloads de músicas e créditos em jogos online. Ainda é preciso juntar muitos pontos para conseguir um vale-presente de US$ 5, mas as lojas disseram que vão ajustar o sistema para tornar os pontos mais valiosos.
Os varejistas veem grandes vantagens no sistema, mas as associações de proteção à privacidade já criticam a tecnologia como mais uma invasão na vida pessoal dos consumidores. Jeffrey Chester, diretor do Center for Digital Democracy, ressalta que o Shopkick é capaz de saber onde o consumidor está a qualquer momento, o que ele compra, seus hábitos de consumo, itens favoritos, excessos, etc.
Diferente do sistema Foursquare, o Shopkick informa ao varejista quando o consumidor está dentro da loja, e não apenas próximo.
O aspecto mais inovador do Shopkick é o uso de telas digitais espalhadas nas lojas, que interagem com o celular do consumidor. As telas possuem sensores que detectam o celular, e apresentam ofertas e descontos personalizados.
O sistema ainda tem muitas limitações e pontos mal resolvidos, mas os varejistas esperam aprimorar o Shopkick nos próximos meses, de olho na temporada de compras do final do ano.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Aplicativo para celular permite abrir e pagar contas em bares
O aplicativo TabbedOut para iPhone e celulares do sistema Android é uma boa demonstração de como a tecnologia facilitará o pagamento de contas no futuro. Criado pela empresa texana ATX Innovation, o aplicativo gratuito permite que consumidores nas cidades de Austin e Dallas e também em Chico (Califórnia) possam pagar suas contas eletronicamente em bares e restaurantes. O usuário baixa o aplicativo e insere as informações de um cartão de crédito ou débito para cobrança. O TabbedOut então exibe uma lista de bares e restaurantes cadastrados no sistema. Na próxima visita a um bar, o usuário abre automaticamente uma conta do consumo da noite, onde cada item consumido é registrado com um código. Quando o cliente quiser ir embora, basta abrir o aplicativo, checar os itens consumidos, incluir uma gorgeta e clicar em "pagar". O aplicativo pode enviar uma cópia da fatura para o email, e também arquiva as faturas para quem precisa prestar contas de consumo.
A ATX agora está procurando uma expansão nacional de seu programa.
Veja abaixo um vídeo mostrando o funcionamento do sistema do TabbedOut:
A ATX agora está procurando uma expansão nacional de seu programa.
Veja abaixo um vídeo mostrando o funcionamento do sistema do TabbedOut:
Marcadores:
Android,
iPhone,
m-commerce,
pagamentos por celular
terça-feira, 29 de junho de 2010
Nova geração de celulares transforma o varejo
A chegada de celulares cada vez mais versáteis e poderosos está mudando a relação dos consumidores com o varejo. Esses aparelhos, apelidados de smartphones, permitem acesso à Web em qualquer lugar, tiram fotos, escaneiam códigos de barras, leem códigos QR, são equipados com GPS e comportam centenas de aplicativos que facilitam as compras: comparações de preços, mapas para localizar lojas, promoções, cupons virtuais de descontos e até compras feitas diretamente através do celular, com débito direto na conta ou cartão de crédito do usuário.
Se por um lado os smartphones dão um grande poder para os consumidores, por outro os varejistas precisam fazer malabarismos para se adaptarem à nova realidade tecnológica. A facilidade cada vez maior de fazer comparações de preços em movimento, através da tela do celular, força as lojas a reduzir seus preços para não perder clientes. O varejista que não se adaptar a essa tendência corre o risco de perder vendas para um concorrente – enquanto o consumidor ainda está em sua própria loja.
Por exemplo, uma consumidora nos EUA encontrou um acessório para laptop na loja de departamentos Kohl’s, por US$ 40. Usando o smartphone, ela escaneou o código de barras do produto e usou um aplicativo chamado ShopSavvy para localizar o mesmo produto em oferta por US$ 25 na loja online Amazon.com. Enquanto ainda estava na loja da Kohl’s, a consumidora usou o celular para comprar o item.
A recente crise econômica reorientou a “bússola” do consumidor dos Estados Unidos para promoções e descontos. Os sites especializados em descontos e promoções tiveram uma alta de 6% entre outubro e novembro do ano passado, atingindo 70,4 milhões de visitantes segundo dados da Nielsen.
De acordo com Loren Bendele, CEO do site de descontos savings.com, as vendas feitas através do site devem atingir US$ 200 milhões este ano, o dobro do ano passado. Segundo Bendele, os consumidores estão cada vez mais acostumados com essas facilidades, com sites e aplicativos que facilitam o processo de compras, mesmo em lojas tradicionais. Segundo avaliação da Nielsen, cerca de 18% dos celulares atualmente em uso nos EUA são smartphones e a previsão é de que sejam a maioria dos aparelhos até 2011.
Os smartphones estão causando fortes mudanças no comportamento dos compradores. Mais importante, esses aparelhos estão borrando as fronteiras entre as lojas convencionais e as lojas online. O consumidor pode estar em uma loja física, encontrar um produto desejado e checar no smartphone para saber se há um cupom de desconto online para ele. Ou então, se achar o preço alto demais, o consumidor pode pesquisar por ofertas do mesmo produto – e até comprar o item pelo celular, sem sair da loja. Essa tecnologia representa um grande desafio para o varejo nos próximos anos. E, claro, um grande número de novas oportunidades para conquistar os clientes.
Se por um lado os smartphones dão um grande poder para os consumidores, por outro os varejistas precisam fazer malabarismos para se adaptarem à nova realidade tecnológica. A facilidade cada vez maior de fazer comparações de preços em movimento, através da tela do celular, força as lojas a reduzir seus preços para não perder clientes. O varejista que não se adaptar a essa tendência corre o risco de perder vendas para um concorrente – enquanto o consumidor ainda está em sua própria loja.
Por exemplo, uma consumidora nos EUA encontrou um acessório para laptop na loja de departamentos Kohl’s, por US$ 40. Usando o smartphone, ela escaneou o código de barras do produto e usou um aplicativo chamado ShopSavvy para localizar o mesmo produto em oferta por US$ 25 na loja online Amazon.com. Enquanto ainda estava na loja da Kohl’s, a consumidora usou o celular para comprar o item.
A recente crise econômica reorientou a “bússola” do consumidor dos Estados Unidos para promoções e descontos. Os sites especializados em descontos e promoções tiveram uma alta de 6% entre outubro e novembro do ano passado, atingindo 70,4 milhões de visitantes segundo dados da Nielsen.
De acordo com Loren Bendele, CEO do site de descontos savings.com, as vendas feitas através do site devem atingir US$ 200 milhões este ano, o dobro do ano passado. Segundo Bendele, os consumidores estão cada vez mais acostumados com essas facilidades, com sites e aplicativos que facilitam o processo de compras, mesmo em lojas tradicionais. Segundo avaliação da Nielsen, cerca de 18% dos celulares atualmente em uso nos EUA são smartphones e a previsão é de que sejam a maioria dos aparelhos até 2011.
Os smartphones estão causando fortes mudanças no comportamento dos compradores. Mais importante, esses aparelhos estão borrando as fronteiras entre as lojas convencionais e as lojas online. O consumidor pode estar em uma loja física, encontrar um produto desejado e checar no smartphone para saber se há um cupom de desconto online para ele. Ou então, se achar o preço alto demais, o consumidor pode pesquisar por ofertas do mesmo produto – e até comprar o item pelo celular, sem sair da loja. Essa tecnologia representa um grande desafio para o varejo nos próximos anos. E, claro, um grande número de novas oportunidades para conquistar os clientes.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Aplicativo leva menus de restaurantes para o iPhone
Segundo uma pesquisa recente, até 20% dos visitantes dos sites de restaurantes nos EUA chegam via celulares, o que significa que os menus disponíveis geralmente no formato PDF não funcionam para esses usuários. Há várias empresas que tentam resolver o problema criando aplicativos personalizados para cada restaurante, mas a empresa Mobile Hunger oferece uma solução genérica que simplesmente converte o cardápio de qualquer restaurante em um site específico para aparelhos móveis como o iPhone, com ferramentas interativas de navegação.
Os restaurantes interessados em usar o serviço gratuito do Mobile Hunger começam inserindo o menu, com as categorias e itens individuais do cardápio. O serviço converte as informações em um site formatado para o iPhone e iPod. Quando o usuário acessa o site do restaurante via celular, o sistema redireciona automaticamente para a página criada -- o consumidor não precisa fazer o download do aplicativo.
Os restaurantes têm uma série de vantagens com o Mobile Hunger: ferramentas de análise de tráfego, galerias de fotos, links para sites sociais, mapas do Google e possibilidade de escolher cores e fundos que combinem com o logotipo do restaurante. O aplicativo ainda permite conexões com outros serviços como Open Table, Urban Spoon, Four Square, Gowalla, e Yelp.
Os restaurantes interessados em usar o serviço gratuito do Mobile Hunger começam inserindo o menu, com as categorias e itens individuais do cardápio. O serviço converte as informações em um site formatado para o iPhone e iPod. Quando o usuário acessa o site do restaurante via celular, o sistema redireciona automaticamente para a página criada -- o consumidor não precisa fazer o download do aplicativo.
Os restaurantes têm uma série de vantagens com o Mobile Hunger: ferramentas de análise de tráfego, galerias de fotos, links para sites sociais, mapas do Google e possibilidade de escolher cores e fundos que combinem com o logotipo do restaurante. O aplicativo ainda permite conexões com outros serviços como Open Table, Urban Spoon, Four Square, Gowalla, e Yelp.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Varejo aposta no conceito de "mordomos digitais"
Os comerciantes e as marcas estão fazendo uso cada vez mais frequente de novas tecnologias para refinar o atendimento aos seus clientes. São serviços e amenidades que mostram atenção ao conforto dos consumidores em diversas situações. É interessante notar que a grande maioria dessas "mordomias" são gratuitas -- mas o consumidor dificilmente esquecerá uma cortesia que aumente seu conforto ou resolva um problema imediato.
Há vários exemplos de "serviços de mordomo" oferecidos por marcas no mundo offline, mas vamos nos concentrar aqui em alguns bons exemplos no mundo online, especialmente nos telefones celulares mais avançados:
* O aplicativo ATM Hunter da Mastercard para o iPhone facilita a localização de caixas eletrônicos mais próximos do usuário, usando a função de GPS do aparelho.
* Na Inglaterra, a Automobile Association criou o app Best of Britain para localizar os melhores hotéis, restaurantes, lojas e atrações durante viagens pelo país.
* Nos EUA, o Domino's Pizza Tracker permite que os clientes da rede de pizzarias acompanhem o percurso da pizza, do pedido, passando pela preparação até a entrega, em uma interface gráfica.
* O app True City da Nike para o iPhone oferece dicas sobre seis cidades da Europa, e permite que os usuários partilhem suas próprias descobertas -- além de informações e ofertas especiais da Nike.
* O Urban Art Guide da Adidas é um aplicativo para o iPhone que mostra a localização dos melhores grafites em Berlim. Os usuários podem clicar nas obras de arte encontradas nas ruas para obter mais informações sobre o artista.
* O app Gig Finder da Beck ajuda a localizar festas e eventos musicais, oferecendo instruções detalhadas para chegar ao local.
* A Smirnoff fez uma parceria com a revista Time Out para criar um app para o iPhone que oferece informações atualizadas sobre a vida noturna de Londres.
* A Nissan criou o app Nissan Prove It, com mapas de 45 resorts de ski na Europa, facilitando a localização de amigos nas trilhas e encostas, além de oferecer informações detalhadas sobre os próprios resorts.
* Outro aplicativo da Mastercard chama-se Priceless Picks, que permite que os usuários partilhem os melhores locais e ofertas, que são exibidos em um mapa interativo.
* O Google Labs desenvolveu um aplicativo chamado City Tours, que usa o Google Maps para exibir várias rotas de passeios a pé em diversas cidades do mundo. O app inclui horários de funcionamento de atrações e outras dicas.
* A cerveja Tiger celebrou o Ano Novo chinês com um app para o iPhone que oferece dicas para passeios na Chinatown de Londres. O aplicativo tem um guia interativo de bares e restaurantes, e um game chamado "Tuk Tuk Chalenge".
* A marca de rações Purina criou um aplicativo que ajuda os consumidores a localizarem as pet shops mais próximas de sua localização.
* No Brasil, o app Nivea Sun foi criado para que os usuários se bronzeiem com segurança. O aplicativo registra informações sobre o usuário, sugere o fator de proteção solar adequado para um determinado dia e alerta a pessoa sobre a hora de reaplicar o produto.
* O sistema de corrida Nike + oferece um painel online com dados sobre as atividades físicas, metas, desafios e contatos com outros corredores.
* A rede de supermercados Tesco criou o app Wine Finder, que é capaz de reconhecer qualquer vinho que estiver disponível nas lojas a partir de uma foto do rótulo tirada com o celular. O aplicativo mostra todas as informações sobre o vinho, recomenda bebidas por categoria de preço, e até sugestões de pratos para acompanhar o vinho selecionado.
Para ver mais exemplos inspiradores, é recomendável checar os portais de aplicativos mais populares, como o iPhone App Store, o Android Market do Google, e o App World da Blackberry.
Fonte: www.trendwatching.com.
Há vários exemplos de "serviços de mordomo" oferecidos por marcas no mundo offline, mas vamos nos concentrar aqui em alguns bons exemplos no mundo online, especialmente nos telefones celulares mais avançados:
* O aplicativo ATM Hunter da Mastercard para o iPhone facilita a localização de caixas eletrônicos mais próximos do usuário, usando a função de GPS do aparelho.
* Na Inglaterra, a Automobile Association criou o app Best of Britain para localizar os melhores hotéis, restaurantes, lojas e atrações durante viagens pelo país.
* Nos EUA, o Domino's Pizza Tracker permite que os clientes da rede de pizzarias acompanhem o percurso da pizza, do pedido, passando pela preparação até a entrega, em uma interface gráfica.
* O app True City da Nike para o iPhone oferece dicas sobre seis cidades da Europa, e permite que os usuários partilhem suas próprias descobertas -- além de informações e ofertas especiais da Nike.
* O Urban Art Guide da Adidas é um aplicativo para o iPhone que mostra a localização dos melhores grafites em Berlim. Os usuários podem clicar nas obras de arte encontradas nas ruas para obter mais informações sobre o artista.
* O app Gig Finder da Beck ajuda a localizar festas e eventos musicais, oferecendo instruções detalhadas para chegar ao local.
* A Smirnoff fez uma parceria com a revista Time Out para criar um app para o iPhone que oferece informações atualizadas sobre a vida noturna de Londres.
* A Nissan criou o app Nissan Prove It, com mapas de 45 resorts de ski na Europa, facilitando a localização de amigos nas trilhas e encostas, além de oferecer informações detalhadas sobre os próprios resorts.
* Outro aplicativo da Mastercard chama-se Priceless Picks, que permite que os usuários partilhem os melhores locais e ofertas, que são exibidos em um mapa interativo.
* O Google Labs desenvolveu um aplicativo chamado City Tours, que usa o Google Maps para exibir várias rotas de passeios a pé em diversas cidades do mundo. O app inclui horários de funcionamento de atrações e outras dicas.
* A cerveja Tiger celebrou o Ano Novo chinês com um app para o iPhone que oferece dicas para passeios na Chinatown de Londres. O aplicativo tem um guia interativo de bares e restaurantes, e um game chamado "Tuk Tuk Chalenge".
* A marca de rações Purina criou um aplicativo que ajuda os consumidores a localizarem as pet shops mais próximas de sua localização.
* No Brasil, o app Nivea Sun foi criado para que os usuários se bronzeiem com segurança. O aplicativo registra informações sobre o usuário, sugere o fator de proteção solar adequado para um determinado dia e alerta a pessoa sobre a hora de reaplicar o produto.
* O sistema de corrida Nike + oferece um painel online com dados sobre as atividades físicas, metas, desafios e contatos com outros corredores.
* A rede de supermercados Tesco criou o app Wine Finder, que é capaz de reconhecer qualquer vinho que estiver disponível nas lojas a partir de uma foto do rótulo tirada com o celular. O aplicativo mostra todas as informações sobre o vinho, recomenda bebidas por categoria de preço, e até sugestões de pratos para acompanhar o vinho selecionado.
Para ver mais exemplos inspiradores, é recomendável checar os portais de aplicativos mais populares, como o iPhone App Store, o Android Market do Google, e o App World da Blackberry.
Fonte: www.trendwatching.com.
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segunda-feira, 29 de março de 2010
Varejistas dos EUA apostam nos "apps" para turbinar vendas
Segundo reportagem do NorthJersey.com, o varejo dos EUA está se preocupando menos com a carteira do consumidor e mais com o seu celular -- especialmente os modelos mais sofisticados, apelidados de "smartphones". Os varejistas estão formando parcerias com uma grande variedade de novas empresas de tecnologia para criar aplicativos (ou "apps") que permitem que os consumidores comparem preços de produtos, gerem cupons automáticos de descontos e promoções, comprem ingressos para cinema, teatro e shows com um único toque, façam reservas em restaurantes e até localizem o banheiro mais próximo em um shopping center.
O varejo móvel é a grande onda do momento e atualmente seu foco é centrado em marketing e promoções, e não tanto em vendas e atividades diretamente comerciais. Mas as empresas de tecnologia acreditam que em breve os clientes poderão fazer compras simplesmente aproximando seu celular do caixa em supermercados, lojas de departamentos, restaurantes e cinemas.
Conrad Sheenan, fundador da empresa mPayy, de Chicago, observa que a pessoas elegeram o celular como seu aparelho favorito -- em boa parte devido à extraordinária evolução tecnológica dos telefones móveis nos últimos anos. A mPayy está desenvolvendo um sistema de pagamento móvel que poderá substituir os cartões de crédito e débito nas compras.
No natal passado, a loja de brinquedos Toys "R" Us criou uma versão de seu catálogo para smartphones, que poderia ser facilmente convertida em uma "lista de desejos" através de um aplicativo para o iPhone. A loja também lançou um sistema de m-commerce em novembro, permitindo que os consumidores fizessem compras com os celulares -- outro aplicativo da loja permitia ver avaliações de produtos mais populares feitas por outros consumidores e descobrir se um item esgotado em uma loja da rede estava disponível em outra loja.
Já a redes de fast food como Pizza Huy e Chipotle Mexican Grill estão vendendo refeições para viagem encomendas via celular.
Segundo Abe Kasbo, CEO da fima Verasoni Marketing, o mercado dos apps para celulares está no ponto onde a internet estava há 15 anos -- ainda é muito jovem e cheio de potencial. Kasbo não tem dúvida que esse é o caminho do futuro para o varejo, um complemento tão importante para as empresas como um website.
Para indicar a importância dessa tendência, a Federação Nacional do Varejo dos EUA (NRF) promoveu um evento sobre o tema no começo de março, com 160 executivos do país todo reunidos em San Francisco para discutir estratégias de m-commerce. Segundo Ellen Davis, vice-presidente da NRF, as empresas de varejo do país estão em vários estágicos de adoção de soluções com m-commerce. A executiva diz que a maioria dos varejistas já percebeu a importância dos celulares e smartphones para o consumidor de hoje, e estão tentando desenvolver sistemas que aproveitem essa situação. Mas como começar parece ainda ser o principal obstáculo. A NRF pretende lançar uma iniciativa de varejo móvel em abril para estudar questões relacionadas com as compras por celular e aplicativos específicos para o varejo.
O varejo móvel é a grande onda do momento e atualmente seu foco é centrado em marketing e promoções, e não tanto em vendas e atividades diretamente comerciais. Mas as empresas de tecnologia acreditam que em breve os clientes poderão fazer compras simplesmente aproximando seu celular do caixa em supermercados, lojas de departamentos, restaurantes e cinemas.
Conrad Sheenan, fundador da empresa mPayy, de Chicago, observa que a pessoas elegeram o celular como seu aparelho favorito -- em boa parte devido à extraordinária evolução tecnológica dos telefones móveis nos últimos anos. A mPayy está desenvolvendo um sistema de pagamento móvel que poderá substituir os cartões de crédito e débito nas compras.
No natal passado, a loja de brinquedos Toys "R" Us criou uma versão de seu catálogo para smartphones, que poderia ser facilmente convertida em uma "lista de desejos" através de um aplicativo para o iPhone. A loja também lançou um sistema de m-commerce em novembro, permitindo que os consumidores fizessem compras com os celulares -- outro aplicativo da loja permitia ver avaliações de produtos mais populares feitas por outros consumidores e descobrir se um item esgotado em uma loja da rede estava disponível em outra loja.
Já a redes de fast food como Pizza Huy e Chipotle Mexican Grill estão vendendo refeições para viagem encomendas via celular.
Segundo Abe Kasbo, CEO da fima Verasoni Marketing, o mercado dos apps para celulares está no ponto onde a internet estava há 15 anos -- ainda é muito jovem e cheio de potencial. Kasbo não tem dúvida que esse é o caminho do futuro para o varejo, um complemento tão importante para as empresas como um website.
Para indicar a importância dessa tendência, a Federação Nacional do Varejo dos EUA (NRF) promoveu um evento sobre o tema no começo de março, com 160 executivos do país todo reunidos em San Francisco para discutir estratégias de m-commerce. Segundo Ellen Davis, vice-presidente da NRF, as empresas de varejo do país estão em vários estágicos de adoção de soluções com m-commerce. A executiva diz que a maioria dos varejistas já percebeu a importância dos celulares e smartphones para o consumidor de hoje, e estão tentando desenvolver sistemas que aproveitem essa situação. Mas como começar parece ainda ser o principal obstáculo. A NRF pretende lançar uma iniciativa de varejo móvel em abril para estudar questões relacionadas com as compras por celular e aplicativos específicos para o varejo.
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Revista 'Vogue' transforma anúncios em "portais" de compras
Segundo reporta Christina Binkley, no Wall Street Journal, a tecnologia móvel está criando novas soluções para o varejo. A 'Vogue' anunciou o lançamento de um aplicativo que transforma os anúncios da revista em uma ferramenta de estilo que funciona como guia de compras e conexão direta entre os anunciantes e os consumidores. Várias marcas de roupas e acessórios poderão turbinar suas vendas diretamente ao consumidor através dessa tecnologia.O aplicativo, que funciona exclusivamente no iPhone da Apple, permite que os usuários acessem todos os anunciantes da revista, vejam sugestões de tendências e estilo, e possam comprar vários itens exibidos nas páginas da revista.
O aplicativo chama-se "Vogue Stylist", e permite ainda que o usuário tire uma foto de um anúncio da revista impressa, que é convertido automaticamente em um "portal" de compras para a marca.
O aplicativo pode ser usado para exibir peças e acessórios de várias marcas, mostrados na edição atual da revista. O usuário pode pesquisar as roupas e receber sugestões que combinem com seu guarda-roupa atual (com a ajuda de algoritmos computadorizados).
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Ponto Frio lança novo aplicativo no iPhone
Informa o site Adnews, que a DM9DDB criou um aplicativo para os consumidores do Ponto Frio usarem em seus iPhones.No site da APP da AppStore Brasil http://itunes.apple.com/us/app/ponto-frio/id352549967?mt=8, o consumidor faz o download gratuito do aplicativo. Via GPS, o aplicativo identifica a loja mais próxima do consumidor, oferece um desconto especial naquela unidade, e permite que o usuário faça uma ligação direta para a loja para uma compra virtual ou traça uma rota até a unidade.
Com este aplicativo, o Ponto Frio entra de vez na era da comunicação convergente em que diversas mídias e tecnologias são usadas em prol de oferecer serviço e conteúdo exclusivo para o consumidor.
Com este aplicativo, o Ponto Frio entra de vez na era da comunicação convergente em que diversas mídias e tecnologias são usadas em prol de oferecer serviço e conteúdo exclusivo para o consumidor.
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terça-feira, 27 de outubro de 2009
Uso de smartphones no varejo dispara, iPhone lidera a lista
Segundo nota da Retail Information Systems, os novos modelos de celulares, chamados smartphones, são cada vez mais populares no varejo dos EUA. Além dos programas de fidelização e promoções criados pelo varejo para atrair os consumidores, há um grande número de aplicativos criados especificamente para negócios do setor. Essas tendências alimentam a rápida adoção desses aparelhos. O iPhone da Apple lidera a lista, seguido pelo BlackBerry. Ao mesmo tempo, o interesse por aparelhos tradicionais está caindo rapidamente.
As conclusões aparecem no estudo 2009 Wireless Business Smartphone Customer Satisfaction, da firma J.D. Power & Associates.
Segundo o estudo, a queda nos preços dos smartphones está facilitando esse crescimento na adoção. Há atualmente no mercado dos EUA modelos que custam menos de US$ 100. E as operadoras estão dando descontos nos aparelhos mais sofisticados, em se o cliente assinar algum dos planos mais caros.
O estudo também indica que 22% dos usuários querem comprar aparelhos com Wi-Fi, e 21% querem telas tipo "touch-screen". 17% querem aparelhos com função GPS.
As conclusões aparecem no estudo 2009 Wireless Business Smartphone Customer Satisfaction, da firma J.D. Power & Associates.
Segundo o estudo, a queda nos preços dos smartphones está facilitando esse crescimento na adoção. Há atualmente no mercado dos EUA modelos que custam menos de US$ 100. E as operadoras estão dando descontos nos aparelhos mais sofisticados, em se o cliente assinar algum dos planos mais caros.
O estudo também indica que 22% dos usuários querem comprar aparelhos com Wi-Fi, e 21% querem telas tipo "touch-screen". 17% querem aparelhos com função GPS.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Mulheres se mostram menos interessadas em anúncios no iPhone
Reporta Rita Chang, na Advertsing Age, que a agência de mobile marketing Brand in Hand pesquisou os dados de suas mais de 60 campanhas nos últimos dois anos e descobriu que as mulheres usuárias de iPhones se mostram menos interessadas nos anúncios criados especificamente para esse aparelho -- mesmo em comparação com mulheres que usam celulares convencionais. De modo geral, as usuárias de iPhones geram 1,3 clique por pageview, enquanto as que usam celulares convencionais geram entre 3 e 3,5 cliques. Os cliques são contados como as ações que o usuário faz depois de ver o anúncio, como assistir um vídeo ou pedir mais informações. De modo mais constrastante, as usuárias de iPhones abandonam a página patrocinada sem qualquer ação extra em 80% dos casos; enquanto nos celulares comuns isso ocorre apenas em 12% dos casos.De acordo com John Hadl, co-fundador da Brand in Hand, as mulheres que usam o iPhone, especialmente as chamadas "super-mães", são muito focalizadas em suas tarefas e usam os smartphones para ajudar na solução de problemas, o que deixa pouco tempo para interagir com anúncios. Essas usuárias usam muitos aplicativos práticos -- a maior parte do tráfego dos iPhones ocorre dentro desse aplicativos, e não na web móvel.
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