Mostrando postagens com marcador alimentação saudável. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alimentação saudável. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de setembro de 2011

McDonald´s reduz sódio e açúcar no cardápio

Reporta Janaina Langsdorff, no Meio&Mensagem, que o McDonald´s acaba de anunciar uma série de mudanças para tornar o seu cardápio mais nutritivo. Lançamentos de produtos e reformulações de itens estão entre as novidades, que estarão disponíveis em todos os restaurantes da rede no Brasil a partir do dia primeiro de outubro.
A rede garante que o McLanche Feliz, por exemplo, terá mais vitaminas e minerais e menos sódio, açúcar e calorias. Além disso, oferecerá uma nova porção de frutas, começando pelas maçãs, como sobremesa. A porção de batas fritas terá apenas 100 calorias, menos da metade da versão anterior.
Todas as possíveis combinações de quatro itens (Hamburger, Cheeseburger ou McNuggets com McFritas ou Cenouritas com bebida e frutas) terão até 600 calorias, o que corresponde a menos de um terço da recomendação de ingestão diária proposta pela Organização Mundial de Saúde para crianças de 6 a 10 anos. Pães, McNuggets, queijo e ketchup também sofreram uma redução de cerca de 10% no volume de sódio. Já a quantidade de açúcar adicionado nas bebidas à base de frutas foi reduzida em quase 40%, passando a ter um limite de 5g por 100 ml.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Subway quer cortar teor de sódio em 50%

Reporta Bruce Horovitz, no USA Today, que a rede de lanchonetes Subway anunciou um plano para reduzir significativamente o teor de sódio nos sanduíches vendidos nos EUA. Com 34.433 lojas no mundo, a Subway tem maior presença global que o McDonald's, e uma diretriz nesse sentido pode afetar todo o setor de fast-food no mundo.
A partir desta semana, os sanduíches mais consumidos da Subway terão uma redução de 28% no teor de sódio em comparação a 2009, quando a rede iniciou o corte de sal nos lanches. No cardápio geral da rede, a redução de sódio deve chegar a 15% este ano. O objetivo é reduzir o teor de sal pela metade até o próximo ano.
Essa iniciativa da Subway é uma reação à impressão negativa que a empresa tem sofrido recentemente, com seus produtos apontados por críticos e consumidores como bombas calóricas carregadas de sal. Em um momento onde a junk food é apontada como grande vilã das sociedades modernas, as empresas de comida rápida precisam se adaptar para não perder a clientela.
Comer sem culpa é uma utopia, que só pode se sustentar através da cumplicidade entre empresas e consumidores -- são muitos desejos conflitantes.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Projeto de alimentos saudáveis do Walmart pode mudar comportamento dos consumidores

Segundo nota do Retail Information Systems, a rede Walmart anunciou recentemente uma inciativa que poderá ter um grande impacto na cadeia de produção de alimentos dos EUA, e nos hábitos alimentares dos norte-americanos. O Walmart quer garantir que os alimentos vendidos nas lojas sejam mais saudáveis, e que produtos benéficos para a saúde como frutas e vegetais frescos sejam mais acessíveis.
O Walmart quer reformular milhares de alimentos industrializados até 2015, reduzindo o teor de sódio em 25% e o os açúcares em 10%, e banindo totalmente o uso de gorduras trans ainda usadas pelas indústrias. A rede de varejo quer trabalhar com os fornecedores para melhorar a qualidade nutritiva de marcas nacionais, e também sua linha própria Great Value.
O Walmart também quer tornar os alimentos saudáveis mais baratos para o consumidor. A empresa estima que pode conseguir uma economia de US$ 1 bilhão por ano para os consumidores nos preços de frutas e verduras, através de um sistema de fornecedores locais, e iniciativas de transporte e logística.
O tamanho gigantesco da rede significa que à medida em que os fornecedores reformulam seus produtos para atender os requerimentos do Walmart, isso vai afetar outros varejistas e seus consumidores.
Segundo o CEO Bill Simon, as famílias não deveriam ter de escolher entre alimentos saudáveis e alimentos que podem pagar. Simon diz que a rede está na melhor posição do mercado para melhorar a oferta de alimentos saudáveis para todos. O executivo disse ainda que a empresa vai trabalhar com fornecedores, governos e organizações não-governamentais para oferecer opções de alimentos mais saudáveis para os norte-americanos. O programa do Walmart é inspirado pela campanha "Let's Move", lançada pela primeira-dama Michelle Obama.
O Walmart pretende ainda aplicar critérios mais claros nas embalagens, para indicar aos consumidores quando os produtos são feitos com produtos integrais e quando não adição de açúcar.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

"Recall" de alimentos é ignorado por muitos nos EUA


Reporta Maggie Fox, na Reuters, que apenas 60% dos consumidores nos EUA interrompem o consumo de produtos alimentícios devido a "recalls" por contaminação. Os dados são de uma pesquisa recente da Rutgers University de New Jersey.
Os Estados Unidos tiveram vários recalls de alimentos nos últimos anos, incluindo um surto de salmonela que deixou 700 pessoas doentes e pode ter causado a morte de nove indivíduos. O recall mais recente é o de pistaches, que podem estar contaminados com essa bactéria.
A pesquisa indica que muitos americanos acreditam que não serão afetados por um alimento contaminado. William Hallman, professor de ecologia humana e coordenador da pesquisa, disse que informar as pessoas sobre os riscos não é tão difícil quanto motivá-las a remover os produtos sob suspeita de suas geladeiras e despensas.
A pesquisa foi feita com 1.101 pessoas entre agosto e setembro do ano passado. Em 2006, houve 34 recalls de produtos a base de carne e aves, e 65 recalls de outros tipos de alimentos. A pesquisa poder ser vista online no site www.foodpolicy.rutgers.edu.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Radioatividade contra a contaminação dos alimentos


Reporta Andrew Martin, no New York Times, que os EUA tiveram recentemente vários casos de contaminação maciça de alimentos -- de carne para hamburger até espinafre e amendoim. A contaminação de cargas de espinafre pela bactéria E. coli em 2006 matou 3 pessoas e deixou mais de 200 doentes.
Para impedir a reprodução de bactérias, a indústria de alimentos do país está há anos pedindo autorização para irradiar os produtos in natura -- sem muito sucesso. A técnica de usar radioatividade para esterilizar alimentos existe há mais de meio século, mas ainda é usada timidamente -- mesmo nos mercados mais desenvolvidos, com enorme trânsito de mercadorias frescas, como é o caso dos Estados Unidos.
A tecnologia de irradiação é considerada segura por especialistas, e poderia eliminar o pânico em relação a vários alimentos. As ocorrências de contaminação estão cada vez mais frequentes nos EUA.
Mas alguns grupos de consumidores acham que aplicar radiação no processamento dos alimentos serviria apenas para mascarar os problemas de higiene das indústrias. E outros questionam a segurança da radioatividade a longo prazo.
Enquanto isso, os centros de controle de doenças dos EUA estimam que ocorrem 76 milhões de casos de intoxicação alimentar anualmente no país, com 325.000 hospitalizações a cada ano.

Na imagem, sacas de ração para animais são tratadas com radiação em um a instalação em Sioux City, Iowa (foto de Dave Weaver, The New York Times)

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Consumidores de produtos orgânicos são mais abertos a novas experiências

Reporta Tameka Kee, no MarketingDaily, que os consumidores que compram produtos orgânicos regularmente são muito mais dispostos à novas experiências de compras do que a média. A tendência surgiu em um recente estudo conduzido pela Mindset Media e pela Nielsen Online.
Varejistas de produtos relacionados com o "consumo verde" podem aproveitar essa disposição dos consumidores na hora de planejar suas campanhas de marketing.
Revistas especializadas em alimentos orgânicos, sites relacionados com o meio ambiente e até escolas de ioga são ambientes adequados para promover produtos orgânicos.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Tendência: alimentos "étnicos" em alta nos EUA

Informa Karl Greenberg, no MediaPost, que o Center for Culinary Development (CCD) de San Francisco acaba de publicar um painel que mostra o crescimento de alimentos "exóticos" no mercado norte-americano, a partir de 2004. o 'Culinary Trend Mapping' mostra que os consumidores estão buscando alimentos com alto teor de vitaminas e sais minerais, e fugindo das opções tradicionais. Um dos destaques são os alimentos que não contém glúten.
Chá verde, sal marinho, romã, pimentas mexicanas defumadas e o brasileiríssimo cupuaçu (foto) estão entre os alimentos listados no estudo.
Kara Nielsen, analista de tendências do CCD, diz que a empresa identifica a evolução da popularidade de um novo alimento em cinco estágios. O primeiro estágio é quando o produto aparece em restaurantes refinados, de comida étnica. No segundo estágio, o produto pode ser encontrado em lojas especializadas. No terceiro estágio, o produto entra no cardápio de restaurantes mais populares e nas prateleiras de lojas de culinária. No quarto estágio, o novo produto começa a ser divulgado em publicações de alcance geral, voltadas para a família. Finalmente, no último estágio, o produto será encontrado em mercearias comuns e até em lanchonetes de fast-food.
Outras tendências do mapa do CCD incluem a fruta vietnamita goji, erva mate, capim-limão, edamame, doce de leite, quinoa, soba e queijos de origem latino-americana e asiática. Outra tendência interessante é a chamada "hue-trition", que associa benefícios de saúde à cor dos alimentos. Bebidas de cor púrpura, por exemplo. Alimentos sem glúten, com antioxidantes, com alto teor de fibras e com óleos benéficos como o ômega-3 também estão em forte alta.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Tendência: aumenta demanda por alimentos com baixo teor de sódio

Segundo nota da RetailWire, em 2007 apenas um novo lançamento no mercado de alimentos superou a marca de US$ 100 milhões em vendas nos EUA. Trata-se da sopa enlatada Condensed Reduced Sodium da Campbell's, uma nova versão de um produto que existe há quase 140 anos. Nos últimos anos, campanhas públicas e privadas ajudaram a conscientizar o consumidor norte-americano sobre os benefícios para a saúde de uma dieta com baixo teor de sódio.
A sopa da Campbell's lidera a lista de novos alimentos industrializados com baixo teor de sódio. Outras empresas também tiveram bom faturamento com produtos similares, como a linha 'Streamfresh Frozen Vegetables' da Birds Eye (que vendeu US$ 87 milhões) e as 'Fiber One Chewy Bars' da General Mills (US$ 64 milhões).
A Campbell's anunciou em fevereiro que vai lançar 36 novos produtos com baixo teor de sódio.
Esses novos produtos são o resultado de uma evolução nas tecnologias de redução de sódio nos alimentos industrializados, sem perda de sabor nas fórmulas.