Informa o Propmark, que as redes de drogarias Raia e Drogasil anunciaram, nessa terça-feira (26), a negociação de uma associação entre as empresas em uma única companhia listada no Novo Mercado da Bovespa. Ambas vêm estudando alternativas de estrutura para a operação, bem como tentando estabelecer um acordo de associação para regular seus termos e condições e um acordo entre os acionistas que exercem o controle sobre cada uma delas.
As ações das redes dispararam nessa terça-feira, com operadores de mercado citando rumores de que elas estariam planejando se unir. As ações da Drogasil avançaram de 10,23%, para R$ 11,85, enquanto as da Raia subiram de 4,17%, a R$ 27,71. Os papéis não integram a carteira teórica do Ibovespa, índice com os principais papéis brasileiros.
A Drogasil ocupa a vice-liderança entre as redes de drogarias nacionais, seguida pela Raia. Em junho do ano passado, a Drogaria São Paulo adquiriu a rede Drogão, dando origem à maior rede farmacêutica paulista e nacional.
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Casino acusa Abilio Diniz e se opõe à fusão
Reporta Keila Guimarães, no Propmark, que é com hostilidade e acusações mútuas, trocadas publicamente, que as difíceis tratativas entre os sócios Grupo Pão de Açúcar (GPA) e Casino têm se desenrolado desde o dia 30 maio. Após tomar conhecimento de uma possível proposta de fusão entre a rede brasileira e o Carrefour do Brasil, seu principal concorrente no País, na França e nos outros oito países onde atua, o Casino acionou o Pão de Açúcar na Câmara Internacional do Comércio (ICC), numa clara demonstração de que a operação não está, definitivamente, nos seus planos.
O problema parece extrapolar o âmbito financeiro. O Casino tem visto a proposta de fusão como uma afronta ao contrato que firmou com o Pão de Açúcar, há seis anos. A rede francesa é sócia majoritária do Pão de Açúcar desde 2005, quando, afirma, pagou para assumir o controle acionário da companhia brasileira, previsto para ocorrer no ano que vem. Com a fusão apresentada, o acordo firmado não se concretizaria, possibilidade que parece ter enfurecido o Casino. Na última quinta- feira (28), a companhia solicitou com urgência que Abilio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Wilkes, holding que controla o GPA, convocasse imediatamente os membros do Conselho de Administração para discutir a proposta de fusão com o Carrefour.
O problema parece extrapolar o âmbito financeiro. O Casino tem visto a proposta de fusão como uma afronta ao contrato que firmou com o Pão de Açúcar, há seis anos. A rede francesa é sócia majoritária do Pão de Açúcar desde 2005, quando, afirma, pagou para assumir o controle acionário da companhia brasileira, previsto para ocorrer no ano que vem. Com a fusão apresentada, o acordo firmado não se concretizaria, possibilidade que parece ter enfurecido o Casino. Na última quinta- feira (28), a companhia solicitou com urgência que Abilio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Wilkes, holding que controla o GPA, convocasse imediatamente os membros do Conselho de Administração para discutir a proposta de fusão com o Carrefour.
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Pão de Açúcar e Carrefour já preparam proposta ao Cade
Segundo Claudia Facchini, do iG, o Grupo Pão de Açúcar e o Carrefour já estão preparando uma proposta para levar ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que terá de aprovar a fusão das suas das duas maiores cadeias de supermercados e hipermercados do País.
O órgão antitruste já deu sinais de que será duro no julgamento de fusões desse porte ao impor, recentemente, fortes restrições à união da Sadia e Perdigão. O processo está em fase de julgamento no órgão antitruste.
“Estamos trabalhando uma proposta para o Cade”, disse Pércio de Souza, sócio da Estáter, escritório que desenhou e coordenou o acordo para a fusão do Grupo Pão de Açúcar e do Carrefour no Brasil.
O grande entrave para a aprovação da fusão está na região Sudeste, sobretudo no Estado de São Paulo, onde o Grupo Pão de Açúcar e o Carrefour praticamente controlam o varejo alimentar. O Grupo Pão de Açúcar possui 481 lojas no Sudeste, enquanto o Carrefour possui 548 filiais, segundo informações divulgadas hoje pela Estáter. O número representa mais da metade das lojas das duas varejistas em todo País.
As duas varejistas possuem uma presença bem menor em outras regiões, diferentemente do Walmart, que se fortaleceu no Nordeste e no Sul. No Sul, por exemplo, o Grupo Pão de Açúcar só possui quatro supermercados e dois hipermercados, enquanto o Carrefour possui 14 filiais. No Nordeste, o Grupo Pão de Açúcar possui 34 lojas e o Carrefour, 53.
O órgão antitruste já deu sinais de que será duro no julgamento de fusões desse porte ao impor, recentemente, fortes restrições à união da Sadia e Perdigão. O processo está em fase de julgamento no órgão antitruste.
“Estamos trabalhando uma proposta para o Cade”, disse Pércio de Souza, sócio da Estáter, escritório que desenhou e coordenou o acordo para a fusão do Grupo Pão de Açúcar e do Carrefour no Brasil.
O grande entrave para a aprovação da fusão está na região Sudeste, sobretudo no Estado de São Paulo, onde o Grupo Pão de Açúcar e o Carrefour praticamente controlam o varejo alimentar. O Grupo Pão de Açúcar possui 481 lojas no Sudeste, enquanto o Carrefour possui 548 filiais, segundo informações divulgadas hoje pela Estáter. O número representa mais da metade das lojas das duas varejistas em todo País.
As duas varejistas possuem uma presença bem menor em outras regiões, diferentemente do Walmart, que se fortaleceu no Nordeste e no Sul. No Sul, por exemplo, o Grupo Pão de Açúcar só possui quatro supermercados e dois hipermercados, enquanto o Carrefour possui 14 filiais. No Nordeste, o Grupo Pão de Açúcar possui 34 lojas e o Carrefour, 53.
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segunda-feira, 13 de junho de 2011
Magazine Luiza consolida vice-liderança no varejo com compra do Baú
De acordo com nota da Folha Online, o Magazine Luiza consolida a posição de segundo maior grupo varejista de eletrônicos e eletrodomésticos do país com a compra das lojas do Baú da Felicidade, do Grupo Silvio Santos.
O movimento de consolidação entre redes varejistas no Brasil ganhou força após o Grupo Pão de Açúcar alcançar a liderança absoluta do setor com as compras do Ponto Frio e Casas Bahia, anunciadas em 2009.
Depois de perder a disputa de Ponto Frio e Insinuante para Pão de Açúcar e Ricardo Eletro, respectivamente, o Magazine Luiza desembarcou no Nordeste, onde ainda não tinha operações, ao adquirir a Lojas Maia em julho do ano passado.
Com a compra --por R$ 83 milhões--, a rede comandada por Luiza Helena Trajano passará a ter mais 121 lojas, passando à marca de 732 estabelecimentos, com base em números de 2010.
A Máquina de Vendas, resultante da união de Ricardo Eletro e Insinuante -- e que incorporou a City Lar em junho de 2010-- tem mais lojas que o Magazine Luiza, com 750 unidades. Porém, somando as vendas do Baú de R$ 415 milhões, o Magazine Luiza teria faturamento bruto de R$ 6,1 bilhões de reais no último ano, contra 5,7 R$ bilhões da Máquina de Vendas.
O movimento de consolidação entre redes varejistas no Brasil ganhou força após o Grupo Pão de Açúcar alcançar a liderança absoluta do setor com as compras do Ponto Frio e Casas Bahia, anunciadas em 2009.
Depois de perder a disputa de Ponto Frio e Insinuante para Pão de Açúcar e Ricardo Eletro, respectivamente, o Magazine Luiza desembarcou no Nordeste, onde ainda não tinha operações, ao adquirir a Lojas Maia em julho do ano passado.
Com a compra --por R$ 83 milhões--, a rede comandada por Luiza Helena Trajano passará a ter mais 121 lojas, passando à marca de 732 estabelecimentos, com base em números de 2010.
A Máquina de Vendas, resultante da união de Ricardo Eletro e Insinuante -- e que incorporou a City Lar em junho de 2010-- tem mais lojas que o Magazine Luiza, com 750 unidades. Porém, somando as vendas do Baú de R$ 415 milhões, o Magazine Luiza teria faturamento bruto de R$ 6,1 bilhões de reais no último ano, contra 5,7 R$ bilhões da Máquina de Vendas.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Gigante japonesa de e-commerce compra a brasileira Ikeda
Reporta Erivelto Tadeu, no TI Inside, que a gigante varejista on-line japonesa Rakuten anunciou nesta terça-feira, 7, a compra do controle da empresa brasileira de comércio eletrônico Ikeda. O valor da transação não foi revelado e foi feita por meio da aquisição de 75% do capital da empresa e da manutenção de um percentual de participação na nova companhia dos quatro sócios remanescentes, que permanecem na operação. O negócio marca a primeira investida da companhia japonesa no mercado latino-americano, em mais uma etapa de sua expansão para mercados externos em busca de crescimento.
Avaliada na Bolsa de Valores de Tóquio em US$ 12,7 bilhões, a Rakuten opera como um e-marketplace, site para comércio eletrônico que funciona como intermediário entre varejistas e consumidores (B2C). No ano passado, a empresa comprou a norte-americana Buy.com por US$ 250 milhões e a francesa PriceMinister por 200 milhões de euros (US$ 263,3 milhões). Em outubro, a Rakuten lançou um serviço de vendas online na China, por meio de uma joint venture com a chinesa Baidu.
A meta da empresa no primeiro ano de operação no Brasil é crescer ao menos 40%, ou seja, a mesma taxa de expansão prevista para o setor neste ano, segundo Alessandro Gil, um dos sócios da Ikeda e que assumiu a diretoria de marketing de novos negócios da nova companhia. De acordo com ele, a Ikeda continuará como uma operação independente até que todo o processo de integração seja finalizado. Com uma carteira de 115 clientes atualmente, em que figuram nomes como WorldTennis, Cobasi, Etna e Le Postiche, entre outros, Gil diz que já está em conversações para que essas empresas mantenham a parceria com a Rakuten.
Avaliada na Bolsa de Valores de Tóquio em US$ 12,7 bilhões, a Rakuten opera como um e-marketplace, site para comércio eletrônico que funciona como intermediário entre varejistas e consumidores (B2C). No ano passado, a empresa comprou a norte-americana Buy.com por US$ 250 milhões e a francesa PriceMinister por 200 milhões de euros (US$ 263,3 milhões). Em outubro, a Rakuten lançou um serviço de vendas online na China, por meio de uma joint venture com a chinesa Baidu.
A meta da empresa no primeiro ano de operação no Brasil é crescer ao menos 40%, ou seja, a mesma taxa de expansão prevista para o setor neste ano, segundo Alessandro Gil, um dos sócios da Ikeda e que assumiu a diretoria de marketing de novos negócios da nova companhia. De acordo com ele, a Ikeda continuará como uma operação independente até que todo o processo de integração seja finalizado. Com uma carteira de 115 clientes atualmente, em que figuram nomes como WorldTennis, Cobasi, Etna e Le Postiche, entre outros, Gil diz que já está em conversações para que essas empresas mantenham a parceria com a Rakuten.
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
Carrefour avalia fusão com Pão de Açúcar
Segundo nota do Meio & Mensagem, os rumores sobre uma possível fusão entre Carrefour e Grupo Pão de Açúcar voltam a circular pelo mercado. A notícia ganhou as páginas da imprensa francesa ontem, domingo, 22, com a divulgação de que o Carrefour contratou o banco de investimentos Lazard para avaliar uma possível negociação com a companhia de Abilio Diniz, de acordo com informações do "Journal du Dimanche", publicadas pelo site do "Le Figaro" e reproduzidas no Brasil pelo jornal "Valor Econômico".
A negociação seria uma tentativa de resgatar a saúde financeira do Carrefour Brasil, que no ano passado registrou uma fraude contábil estimada em € 550 milhões, originada por resultados inflados. A filial brasileira somou uma receita de R$ 29 bilhões em 2010, superando a Espanha, o que a posicionou como a segunda maior operação do grupo francês no mundo, atrás somente da França. Já o Pão de Açúcar, fechou o ano com vendas de R$ 36,1 bilhões, incluindo as operações do Ponto Frio e Casas Bahia. Estima-se que juntas, as empresas teriam cerca de 30% das vendas totais do segmento de supermercados, que acumularam R$ 201,6 bilhões em 2010.
A negociação seria uma tentativa de resgatar a saúde financeira do Carrefour Brasil, que no ano passado registrou uma fraude contábil estimada em € 550 milhões, originada por resultados inflados. A filial brasileira somou uma receita de R$ 29 bilhões em 2010, superando a Espanha, o que a posicionou como a segunda maior operação do grupo francês no mundo, atrás somente da França. Já o Pão de Açúcar, fechou o ano com vendas de R$ 36,1 bilhões, incluindo as operações do Ponto Frio e Casas Bahia. Estima-se que juntas, as empresas teriam cerca de 30% das vendas totais do segmento de supermercados, que acumularam R$ 201,6 bilhões em 2010.
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quinta-feira, 24 de março de 2011
Rede Walgreens compra drogaria online Drugstore.com por US$ 409 milhões
Reporta Robin Wauters, no TechCrunch, que a rede americana de drogarias Walgreens anunciou a compra do popular site Drugstore.com, em uma transação avaliada em US$ 409 milhões. Como resultado da fusão, a Walgreens também será dona dos sites Beauty.com e SkinStore.com.
A Walgreens opera 7.689 drogarias nos EUA, e teve faturamento de US$ 67 bilhões em 2010. A empresa espera concluir a transação até junho deste ano.
O site Drugstore.com foi criado em 1998, e teve vendas de quase US$ 460 milhões em 2010.
A Walgreens opera 7.689 drogarias nos EUA, e teve faturamento de US$ 67 bilhões em 2010. A empresa espera concluir a transação até junho deste ano.
O site Drugstore.com foi criado em 1998, e teve vendas de quase US$ 460 milhões em 2010.
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Amazon compra Diapers.com por US$ 540 milhões
Segundo informa Dan Primack, na Fortune, a megaloja online Amazon.com anunciou no final de semana a compra da Quidsi, a empresa de e-commerce que controla os sites Diapers.com e Soap.com, que vendem fraldas infantis e sabonetes pela web. O negócio foi avaliado em US$ 540 milhões em dinheiro, US$ 200 milhões acima do valor avaliado pela empresa no mercado.
A Quidsi foi criada em 2005 por Marc Lore e Vinnie Bharara, dois amigos de New Jersey. Segundo fontes, a Amazon já havia feito ofertas pela empresa no passado. Entre os acionistas da Quidsi, estão firmas de capital como Accel Partners, Bessemer Venture Partners, BEV Capital, MentorTech Ventures e New Enterprise Associates.
A Quidsi foi criada em 2005 por Marc Lore e Vinnie Bharara, dois amigos de New Jersey. Segundo fontes, a Amazon já havia feito ofertas pela empresa no passado. Entre os acionistas da Quidsi, estão firmas de capital como Accel Partners, Bessemer Venture Partners, BEV Capital, MentorTech Ventures e New Enterprise Associates.
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quarta-feira, 30 de junho de 2010
Lojas Americanas mantêm conversas preliminares com Casa & Vídeo
Segundo nota da Folha de S. Paulo, as Lojas Americanas informaram na terça-feira ao mercado que mantém conversas em "caráter preliminar" com a Casa & Vídeo. Segundo a rede de varejo, as conversas fazem parte de sua política de análise de opções de investimento para expansão das atividades, mas não há garantia de que o acordo possa ser fechado.
Em nota, a Casa & Vídeo afirmou que o seu processo de recuperação judicial tem despertado o interesse de diversos grupos que atuam no mercado de varejo, mas ressaltou que não nenhum compromisso firmado com qualquer empresa e que não houve decisão no âmbito dos acionistas para a realização de qualquer transação societária.
Em nota, a Casa & Vídeo afirmou que o seu processo de recuperação judicial tem despertado o interesse de diversos grupos que atuam no mercado de varejo, mas ressaltou que não nenhum compromisso firmado com qualquer empresa e que não houve decisão no âmbito dos acionistas para a realização de qualquer transação societária.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Insinuante e Ricardo Eletro se unem em holding de R$ 5 bilhões
Segundo informa o Meio & Mensagem, a rede Insinuante, nascida na Bahia, e a Ricardo Eletro, de origem mineira, anunciaram nesta segunda-feira, 29, a união de suas operações, configurando assim mais uma gigante do varejo. A holding que surge desse acordo se chama Máquina de Vendas. O negócio surge quase quatro meses depois do acordo feito entre o Grupo de Pão de Açúcar e as Casas Bahia.
A nova empresa soma 528 lojas presentes em 17 estados. O faturamento anual é de aproximadamente R$ 5 bilhões, como é informado no comunicado oficial da operação. Com isso, a companhia supera o Magazine Luiza, que, com R$ 3,8 bilhões, passaria ao terceiro lugar no setor. As redes detêm 50% do novo negócio, cada uma. A meta da holding para daqui a quatro anos é chegar a mil lojas e atingir um faturamento de R$ 10 bilhões. O número de funcionários deve dobrar, segundo o comunicado: de 15 mil funcionários para 30 mil.
O comando da companhia deve ficar com Ricardo Nunes, da presidente e fundador Ricardo Eletro. Luís Carlos Batista, presidente da Insinuante, ficaria no conselho de administração da nova empresa.
A nova empresa soma 528 lojas presentes em 17 estados. O faturamento anual é de aproximadamente R$ 5 bilhões, como é informado no comunicado oficial da operação. Com isso, a companhia supera o Magazine Luiza, que, com R$ 3,8 bilhões, passaria ao terceiro lugar no setor. As redes detêm 50% do novo negócio, cada uma. A meta da holding para daqui a quatro anos é chegar a mil lojas e atingir um faturamento de R$ 10 bilhões. O número de funcionários deve dobrar, segundo o comunicado: de 15 mil funcionários para 30 mil.
O comando da companhia deve ficar com Ricardo Nunes, da presidente e fundador Ricardo Eletro. Luís Carlos Batista, presidente da Insinuante, ficaria no conselho de administração da nova empresa.
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terça-feira, 30 de junho de 2009
Grandes fusões agitam varejo dos EUA
Segundo informa o portal Retail Information Technologies, enquanto 2008 será lembrado tristemente pelo fechamento de milhares de lojas e pela falência de muitas redes nos EUA, este ano tem se mostrado um período fértil para fusões e aquisições no setor. A recente compra da rede Tween Brands pela Dress Barn, por US$ 157 milhões, é o mais recente grande negócio nessa área. Unidas, as duas redes formarão um gigante no setor do vestuário.
Outros grandes negócios neste ano incluem a fusão das redes Syms e Filene's (por cerca de US$ 63 milhões); a união das lojas de brinquedos Toys "R" Us e FAO Schwarz; a aquisição das mercearias Giant Markets pela rede Weis Markets (criando uma grande rede nos estados de Pennsylvania, Maryland, New Jersey, New York e West Virginia); e a compra de rede de farmácias Drug Fair pela Walgreen, que vai remodelar totalmente as drogarias, com novos produtos e novas ofertas.
Além das fusões, outra tendência importante que afeta o setor é uma onda de consolidação entre as empresas de tecnologia. A Oracle anunciou a compra da Sun Microsystems em abril, e a DemandTec anunciou a aquisição da Connect3 Systems em fevereiro.
Outros grandes negócios neste ano incluem a fusão das redes Syms e Filene's (por cerca de US$ 63 milhões); a união das lojas de brinquedos Toys "R" Us e FAO Schwarz; a aquisição das mercearias Giant Markets pela rede Weis Markets (criando uma grande rede nos estados de Pennsylvania, Maryland, New Jersey, New York e West Virginia); e a compra de rede de farmácias Drug Fair pela Walgreen, que vai remodelar totalmente as drogarias, com novos produtos e novas ofertas.
Além das fusões, outra tendência importante que afeta o setor é uma onda de consolidação entre as empresas de tecnologia. A Oracle anunciou a compra da Sun Microsystems em abril, e a DemandTec anunciou a aquisição da Connect3 Systems em fevereiro.
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