Grandes varejistas dos EUA estão trocando o atendimento humano por aparelhos de mão. Segundo uma reportagem do NY Times, redes como Nordstrom, Macy's e C. Wonder perceberam que os clientes mais jovens são mais receptivos ao uso de tecnologias no espaço das lojas.
A geração atual de consumidores já cresceu com o e-commerce e sistemas de busca como o Google, e geralmente respondem "não" quando um atendente pergunta "posso ajudar com suas compras?". Mesmo redes que construíram sua reputação com o atendimento personalizado, como a loja de roupas Nordstrom, estão cedendo a essa tendência cada vez mais presente.
Os "consumidores turbinados" da nova geração compram de modo sistemático e pragmático: pesquisam detalhadamente os itens desejados, checam opiniões sobre os produtos nas redes sociais, comparam preços e checam promoções e descontos.
Em vez de adotar uma posição defensiva, algumas lojas e marcas estão abraçando a tendência, oferecendo gadgets para os clientes. A loja Bobbi Brown agora oferece TVs de alta resolução com tecnologia de toque, para demonstrações detalhadas de maquiagem -- algo que antes era feito por profissionais na loja. A loja de calçados do jogador de basquete LeBron James agora tem 50 iPads disponíveis para os clientes, com todas as informações sobre os produtos disponíveis. A Macy's está testando quiosques de cosméticos onde os clientes podem usar tablets para ver avaliações e dicas de uso. Na C. Wonder, os provadores de roupas têm um painel de toque onde a cliente pode personalizar a iluminação e a música.
Essa onda de aparelhos nas lojas é na verdade a ponta mais recente do conceito de self-service automatizado, que começou anos atrás em supermercados e mercearias. Agora, o cliente pode entrar na loja e realizar suas compras sem qualquer interferência -- o que é um ponto positivo para as lojas. Afinal, muitos consumidores simplesmente desistem de uma compra se forem abordados por um atendente.
O fator chave para a adoção cada vez maior dessas tecnologias é a aguda queda nos preços dos equipamentos, com uma intensa concorrência entre os fabricantes (isto é, entre a Apple e todos os outros).
E as lojas não querem perder clientes que se dão ao trabalho de ir pessoalmente a uma loja, mas preferem usar recomendações do Pinterest, resenhas da Zappos e do Fashism e comentários no Facebook, do que interagir com um vendedor.
Ricardo Quintero, diretor de desenvolvimento de mercado da Clinique, diz que há uma tendência entre os consumidores jovens que considera a interação com o vendedor uma perda de tempo, onde o profissional da loja vai tentar convencê-lo a comprar algo que você não quer ou não precisa. O uso dos gadgets alivia uma parte da pressão para esses consumidores.
Os clientes surpreendem os varejistas mais antenados. A Nordstrom lançou um app no ano passado, para facilitar compras a distância, quando o consumidor estivesse em casa ou em trânsito. Mas os clientes passaram a usar o aplicativo para comprar mercadorias na própria loja, evitando a ajuda dos vendedores.
Erik Nordstrom, presidente da rede de lojas, avalia que há uma grande mudança na definição de serviços ao consumidor no varejo, onde a tecnologia desempenha um papel cada vez mais importante. Em função dessa percepção, a Nordstrom instalou Wi-Fi em quase todas as lojas, para que as conexões com os celulares e tablets seja mais veloz, e também está testando áreas de recarregamento de baterias desses aparelhos.
Mostrando postagens com marcador iPad. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador iPad. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 14 de março de 2012
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Motorola lança tablet no Brasil para competir com iPad
Reporta Murilo Roncolato, no Estado de S.Paulo, que a Motorola lançou ontem seu tablet Xoom e o smartphone Atrix para o mercado brasileiro e demais países da América Latina. Os aparelhos, grande esperança da Motorola de confirmar sua recuperação no mercado, tiveram vendas abaixo das expectativas nos Estados Unidos, muito em razão dos aparelhos Apple - iPad 2 e iPhone 4 -, dizem analistas. O presidente e CEO da Motorola, Sanjay Jha, veio ao Brasil para a ocasião e se declarou "feliz com as vendas" por lá e disse acreditar em uma boa recepção no mercado latino-americano.
Para competir com a empresa de Steve Jobs, a Motorola construiu dois aparelhos com processadores potentes (dual-core, 2 Ghz no total) para garantir desempenho e permitir bom uso do sistema operacional Android, o 2.2 no caso do Atrix e, pela primeira vez em um tablet, o Honeycomb, versão 3.0, para o Xoom. As demais características são relativamente comuns: câmeras frontais e traseiras, espaço de armazenamento e telas com boas definições. A distinção, daqui para frente, se dará pelo conteúdo e não mais pelos aparelhos em si, aposta a Motorola.
Para competir com a empresa de Steve Jobs, a Motorola construiu dois aparelhos com processadores potentes (dual-core, 2 Ghz no total) para garantir desempenho e permitir bom uso do sistema operacional Android, o 2.2 no caso do Atrix e, pela primeira vez em um tablet, o Honeycomb, versão 3.0, para o Xoom. As demais características são relativamente comuns: câmeras frontais e traseiras, espaço de armazenamento e telas com boas definições. A distinção, daqui para frente, se dará pelo conteúdo e não mais pelos aparelhos em si, aposta a Motorola.
Marcadores:
estratégia,
iPad,
tablets,
tecnologia
terça-feira, 29 de março de 2011
Os melhores aplicativos para o varejo em celulares
Joe Skorupa e Adam Blair, do site especializado Retail Information Systems, avaliaram os aplicativos para smartphones criados por grandes varejistas nos EUA, e selecionaram os apps de maior destaque:
BEST BUY
O aplicativo da rede Best Buy para celulares do sistema Android funciona como um substituto dos folhetos impressos. A função Weekly Ad exibe mercadorias por categoria e permite ver quantos itens estão em promoção. Há ainda funções de busca, lista e carrinho de compras.
Prós: os produtos são marcados com "estrelas", com resenhas e críticas de usuários.
Contras: o aplicativo é muito comum, sem funções de destaque em relação aos concorrentes.
GAP StyleMixer
criado para o Android, o aplicativo da GAP é voltado para os fãs de moda. Ele usa fotos grandes que permitem zoom detalhado. O app inclui um localizador de lojas e uma função que permite criar um "guarda-roupa" com itens selecionados, criar modelos personalizados e listas.
Prós: uma área de comunicado que permite compartilhar looks e modelos. Vídeos mostram modelos usando as roupas da marca.
Contras: as imagens demoram muito para carregar. Não há como ver os preços sem se cadastrar. Parece mais um caminho intermediário para levar o usuário ao website da marca.
JCPennEy
O app da loja de departamentos JCPenney chama a atenção por quatro funções importantes: Shop Now, Today’s Ad, Sale (promoções da semana) e Stay Connected (para receber alertas de promoções).
Prós: aplicativo tem um botão de "voltar", ago que falta na maioria dos apps. Localizador de lojas mostra mapas e indicações para chegar ao local. O cadastro dá descontos nas compras.
Contras: A loja de departamentos tem uma oferta muito grande de categorias e produtos, e ainda não resolveu bem como diferenciar essas categorias no aplicativo.
Meijer Find-It
Como o nome indica, esse aplicativo criado para iPhone/iPad ajuda os clientes a encontrar produtos nas lojas da rede Meijer. Há um botão de "Sale" com as liquidações em cada departamento. A função "Map-it" permite localizar um produto dentro da loja, além de indicar os banheiros, caixas automáticos e saídas.
Prós: A função "Parking Reminder" permite que o cliente registre o local onde estacionou o carro, e facilita a localização depois das compras.
Contras: a função de busca não é refinada, o que leva o consumidor a perder tempo com resultados incorretos. A função "Find-it", maior atrativo do aplicativo, só funciona em 6 lojas da rede.
NIKEiD Mobile
o aplicativo da Nike para iPhone e iPad foi criado para estimular a criatividade do usuário. Os consumidores podem criar milhares de combinações de cores para alguns modelos de tênis e roupas da marca, e podem gerar "cores aleatórias" chacoalhando o celular ou iPad. Milhões de designs diferentes foram criados pela comunidade de usuários, e os consumidores podem ver e comprar essas combinações.
Prós: Com a função "Photo iD", o consumidor cria uma paleta de cores personalizada, a partir de uma foto. A tela de entrada permite a busca por itens, baseado em tipo de produto, gênero, ou novidades. O botão de "voltar" é fácil de localizar.
Contras: pessoas com dedos grandes terão dificuldades em navegar nas telas para selecionar cores. Para ver designs de outros usuários, o cadastramento é obrigatório.
NM Gifts
O aplicativo da loja de roupas Neiman Marcus para iPhone/iPad oferece sugestões de presentes, com algumas categorias de preços e produtos. Há uma promoção chamada "Gift of the Day" para estimular o retorno à loja, e o aplicativo também permite selecionar embalagem grátis e frete grátis. Existe uma função para partilhar os achados de presentes com amigos, via e-mail. A loja tem um segundo aplicativo chamado NM Editions, que reúne os catálogos e revistas da rede.
Prós: A função "Shake for another surprise" gera novas sugestões de presentes quando o usuário chacoalha o smartphone. A Neiman Marcus faz uma doação de US$ 1 para uma organização de caridade a cada download feito pelos consumidores.
Contras: as letras roxas em um fundo vermelho dificultam a leitura. O aplicativo é muito simples, com um número limitado de produtos em oferta.
Sears2Go
O aplicativo da rede Sears para a plataforma Android tem funções de "Ofertas Atuais", "Browse" e localizador de loja logo na primeira tela. Dentro da função "Current Offers", há uma lista de produtos e preços, e quando o usuário clica para obter mais detalhes surge uma tela com informações detalhadas e avaliações de outros usuários. A seção Browse permite checar quase tudo que existe nas lojas da Sears, o que pode ser cansativo.
Prós: A Sears foi um dos primeiros grandes varejistas a lançar um aplicativo móvel em março de 2009. Agora lançou um novo app para iPhone, chamado Sears Auto, e a versão para iPad em janeiro deste ano.
Contras: Dois anos no universo dos aplicativos móveis equivalem a cinco anos no mundo real, e o Sears2Go precisa ser atualizado urgentemente. Os concorrentes correram com seus lançamentos, e a Sears precisa agora mostrar algo novo para manter a vantagem de pioneira.
Target
O aplicativo da rede Target para Android tem apenas três áreas na página inicial, com funções bem boladas: "Target Weekly Ad", que permite a escolha de ofertas divididas por categorias; "Great Save Event", com liquidações; e "Clearance", que é a queima de estoques. O aplicativo permite checar se os produtos estão disponíveis nas lojas físicas, online ou ambos, e informa a disponibilidade. Há também um scanner de códigos de barra que pode ser usado nas lojas.
Prós: Quando um produto é vendido em uma loja, o app informa a loja mais próxima onde o item está disponível. O aplicativo inclui ainda horários de funcionamento, mapas e indicações para localização.
Contras: Mais produtos precisam de avaliações e críticas. Não há função de comunidade. O aplicativo é bem direto, mas muito simplificado e sem atrativos especiais.
Toys “R” Us Shopping
O aplicativo da loja de brinquedos para iPhone permite folhear o catálogo online da loja e fazer compras diretamente através do aplicativo. Os clientes podem checar detalhes dos produtos e críticas de outros compradores. As buscas podem ser feitas por preços, itens de destaque e produtos mais vendidos. A versão para iPad tem atrativos maiores para as crianças escolherem presentes, com uma área separada para os pais.
Prós: muitos itens tem resenhas feitas em vídeo. A leitura de código de barra leva o usuário direto à página do produto.
Contras: Funciona mais como um website móvel do que um aplicativo. Os apps de nova geração precisam aproveitar mais as funções e possibilidades dos smartphones.
BEST BUY
O aplicativo da rede Best Buy para celulares do sistema Android funciona como um substituto dos folhetos impressos. A função Weekly Ad exibe mercadorias por categoria e permite ver quantos itens estão em promoção. Há ainda funções de busca, lista e carrinho de compras.
Prós: os produtos são marcados com "estrelas", com resenhas e críticas de usuários.
Contras: o aplicativo é muito comum, sem funções de destaque em relação aos concorrentes.
GAP StyleMixer
criado para o Android, o aplicativo da GAP é voltado para os fãs de moda. Ele usa fotos grandes que permitem zoom detalhado. O app inclui um localizador de lojas e uma função que permite criar um "guarda-roupa" com itens selecionados, criar modelos personalizados e listas.
Prós: uma área de comunicado que permite compartilhar looks e modelos. Vídeos mostram modelos usando as roupas da marca.
Contras: as imagens demoram muito para carregar. Não há como ver os preços sem se cadastrar. Parece mais um caminho intermediário para levar o usuário ao website da marca.
JCPennEy
O app da loja de departamentos JCPenney chama a atenção por quatro funções importantes: Shop Now, Today’s Ad, Sale (promoções da semana) e Stay Connected (para receber alertas de promoções).
Prós: aplicativo tem um botão de "voltar", ago que falta na maioria dos apps. Localizador de lojas mostra mapas e indicações para chegar ao local. O cadastro dá descontos nas compras.
Contras: A loja de departamentos tem uma oferta muito grande de categorias e produtos, e ainda não resolveu bem como diferenciar essas categorias no aplicativo.
Meijer Find-It
Como o nome indica, esse aplicativo criado para iPhone/iPad ajuda os clientes a encontrar produtos nas lojas da rede Meijer. Há um botão de "Sale" com as liquidações em cada departamento. A função "Map-it" permite localizar um produto dentro da loja, além de indicar os banheiros, caixas automáticos e saídas.
Prós: A função "Parking Reminder" permite que o cliente registre o local onde estacionou o carro, e facilita a localização depois das compras.
Contras: a função de busca não é refinada, o que leva o consumidor a perder tempo com resultados incorretos. A função "Find-it", maior atrativo do aplicativo, só funciona em 6 lojas da rede.
NIKEiD Mobile
o aplicativo da Nike para iPhone e iPad foi criado para estimular a criatividade do usuário. Os consumidores podem criar milhares de combinações de cores para alguns modelos de tênis e roupas da marca, e podem gerar "cores aleatórias" chacoalhando o celular ou iPad. Milhões de designs diferentes foram criados pela comunidade de usuários, e os consumidores podem ver e comprar essas combinações.
Prós: Com a função "Photo iD", o consumidor cria uma paleta de cores personalizada, a partir de uma foto. A tela de entrada permite a busca por itens, baseado em tipo de produto, gênero, ou novidades. O botão de "voltar" é fácil de localizar.
Contras: pessoas com dedos grandes terão dificuldades em navegar nas telas para selecionar cores. Para ver designs de outros usuários, o cadastramento é obrigatório.
NM Gifts
O aplicativo da loja de roupas Neiman Marcus para iPhone/iPad oferece sugestões de presentes, com algumas categorias de preços e produtos. Há uma promoção chamada "Gift of the Day" para estimular o retorno à loja, e o aplicativo também permite selecionar embalagem grátis e frete grátis. Existe uma função para partilhar os achados de presentes com amigos, via e-mail. A loja tem um segundo aplicativo chamado NM Editions, que reúne os catálogos e revistas da rede.
Prós: A função "Shake for another surprise" gera novas sugestões de presentes quando o usuário chacoalha o smartphone. A Neiman Marcus faz uma doação de US$ 1 para uma organização de caridade a cada download feito pelos consumidores.
Contras: as letras roxas em um fundo vermelho dificultam a leitura. O aplicativo é muito simples, com um número limitado de produtos em oferta.
Sears2Go
O aplicativo da rede Sears para a plataforma Android tem funções de "Ofertas Atuais", "Browse" e localizador de loja logo na primeira tela. Dentro da função "Current Offers", há uma lista de produtos e preços, e quando o usuário clica para obter mais detalhes surge uma tela com informações detalhadas e avaliações de outros usuários. A seção Browse permite checar quase tudo que existe nas lojas da Sears, o que pode ser cansativo.
Prós: A Sears foi um dos primeiros grandes varejistas a lançar um aplicativo móvel em março de 2009. Agora lançou um novo app para iPhone, chamado Sears Auto, e a versão para iPad em janeiro deste ano.
Contras: Dois anos no universo dos aplicativos móveis equivalem a cinco anos no mundo real, e o Sears2Go precisa ser atualizado urgentemente. Os concorrentes correram com seus lançamentos, e a Sears precisa agora mostrar algo novo para manter a vantagem de pioneira.
Target
O aplicativo da rede Target para Android tem apenas três áreas na página inicial, com funções bem boladas: "Target Weekly Ad", que permite a escolha de ofertas divididas por categorias; "Great Save Event", com liquidações; e "Clearance", que é a queima de estoques. O aplicativo permite checar se os produtos estão disponíveis nas lojas físicas, online ou ambos, e informa a disponibilidade. Há também um scanner de códigos de barra que pode ser usado nas lojas.
Prós: Quando um produto é vendido em uma loja, o app informa a loja mais próxima onde o item está disponível. O aplicativo inclui ainda horários de funcionamento, mapas e indicações para localização.
Contras: Mais produtos precisam de avaliações e críticas. Não há função de comunidade. O aplicativo é bem direto, mas muito simplificado e sem atrativos especiais.
Toys “R” Us Shopping
O aplicativo da loja de brinquedos para iPhone permite folhear o catálogo online da loja e fazer compras diretamente através do aplicativo. Os clientes podem checar detalhes dos produtos e críticas de outros compradores. As buscas podem ser feitas por preços, itens de destaque e produtos mais vendidos. A versão para iPad tem atrativos maiores para as crianças escolherem presentes, com uma área separada para os pais.
Prós: muitos itens tem resenhas feitas em vídeo. A leitura de código de barra leva o usuário direto à página do produto.
Contras: Funciona mais como um website móvel do que um aplicativo. Os apps de nova geração precisam aproveitar mais as funções e possibilidades dos smartphones.
Marcadores:
Android,
aplicativos,
iPad,
iPhone,
m-commerce
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Como o iPad está reformulando o e-commerce
Segundo nota de Patti Ziegler (Advertising Age), reproduzida no ProXXIma, está crescendo o grupo de proprietários de iPad, e cada vez mais são pessoas do sexo feminino – o que é um poderoso motor de vendas do varejo online. Posso atestar pessoalmente que o iPad tornou-se um dispositivo de muito uso para as mães, que parecem especialmente gostar de fazer compras (e jogar Scrabble), enquanto seus filhos ficam na piscina.
Em contraponto aos estereótipos comuns da tecnologia, as mulheres parecem ganhar dos homens quando se fala dos primeiros que adotaram o iPad. Esta descoberta é particularmente significativa quando se considera que o controle da mulher está entre 70% e 85% em relação às despesas familiares nos EUA, de acordo com estudos publicados.
Em menos de um ano, o iPad tem emergido como uma plataforma poderosa para o varejo online, criando uma nova classe de comércio móvel. Muitos varejistas relatam que mais de 50% do seu tráfego móvel chega a partir do tablet, de acordo com a Forrester, que inventou um novo nome para a tendência: t-commerce. No entanto, ao invés de criar novas vendas incrementais, o t-commerce crescerá em grande parte através da captura e da canibalização de tráfego baseado em PC de varejo tradicional.
Veja o restante da reportagem aqui.
Em contraponto aos estereótipos comuns da tecnologia, as mulheres parecem ganhar dos homens quando se fala dos primeiros que adotaram o iPad. Esta descoberta é particularmente significativa quando se considera que o controle da mulher está entre 70% e 85% em relação às despesas familiares nos EUA, de acordo com estudos publicados.
Em menos de um ano, o iPad tem emergido como uma plataforma poderosa para o varejo online, criando uma nova classe de comércio móvel. Muitos varejistas relatam que mais de 50% do seu tráfego móvel chega a partir do tablet, de acordo com a Forrester, que inventou um novo nome para a tendência: t-commerce. No entanto, ao invés de criar novas vendas incrementais, o t-commerce crescerá em grande parte através da captura e da canibalização de tráfego baseado em PC de varejo tradicional.
Veja o restante da reportagem aqui.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
iPad começa a despertar o interesse das corporações
Segundo nota do Computerworld, apesar das previsões em contrário, várias grandes corporações ao redor do mundo estão considerando o uso do iPad em suas atividades. O sucesso do dispositivo deve-se, em grande parte, ao fato dele permitir aplicações móveis singulares.
A empresa norte-americana Wells Fargo - grupo que atua na área de banco e transportes - aprovou o uso do iPad no ambiente de negócios. Outras empresas como a SAP, a Tellabs Inc. e a Daimler (Mercedes Benz) engordam a fila de organizações em que o tablet é usado para dar conta de várias tarefas, que vão de acesso a email a apoio a processos comerciais (liberação de envio de cargas e verificar opções de financiamento de veículos, por exemplo).
Existe uma previsão da operadora AT&T de que, dos mais 3 milhões de iPads vendidos nos Estados Unidos, cerca de 1,2 milhão de equipamentos sendo usados dentro das organização.
A empresa norte-americana Wells Fargo - grupo que atua na área de banco e transportes - aprovou o uso do iPad no ambiente de negócios. Outras empresas como a SAP, a Tellabs Inc. e a Daimler (Mercedes Benz) engordam a fila de organizações em que o tablet é usado para dar conta de várias tarefas, que vão de acesso a email a apoio a processos comerciais (liberação de envio de cargas e verificar opções de financiamento de veículos, por exemplo).
Existe uma previsão da operadora AT&T de que, dos mais 3 milhões de iPads vendidos nos Estados Unidos, cerca de 1,2 milhão de equipamentos sendo usados dentro das organização.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
IPad deve revolucionar setor do varejo

Reporta Natalie Zmuda, no Advertising Age, que o impacto do iPad sobre o setor de varejo pode ser maior do que o inicialmente esperado. Desde catálogos de produtos a serviços complementares de compras, o novo aparelho da Apple pode causar uma grande influência no comércio nos próximos anos.
Neste primeiro momento, são poucos os varejistas dos EUA a abraçar o iPad -- mas muitos já criaram aplicativos específicos para o iPhone, que é o aparelho de maior sucesso da Apple. Gap, Gilt.com e eBay estão entre os pioneiros em criar aplicativos para o iPad, e a marca esportiva Puma deve usar iPads em suas lojas ainda este ano.
Para as empresas, as aplicações iniciais mais óbvias incluem comércio eletrônico e catálogos eletrônicos interativos. Mas o iPad também poderia ser usado como um assistente virtual de vendas pelos funcionários de lojas, permitindo o acesso rápido de outros acessórios e itens complementares à compra do cliente. Os vendedores de automóveis poderiam usar o aparelho para customizar um veículo, mostrando cores e opcionais para o cliente. O iPad pode significar também o fim de vários quiosques caros e displays que ocupam muito espaço.
Mesmo em grandes empresas dos EUA, o custo individual do iPad será um obstáculo inicial bastante considerável. É preciso ter uma estratégia muito bem definida para que o investimento em um equipamento que custa cerca US$ 800 por unidade valha a pena, e venha a representar ganho substancial em vendas e lucros.
Muitos executivos e analistas do setor acreditam que o uso "in-store" do iPad poderá levar aos melhores resultados. O aparelho da Apple é versátil e poderoso, e poderia substituir uma série de equipamentos separados que as redes de varejos usam atualmente. A plataforma é adaptável, e desenvolvedores não terão muita dificuldade em criar novos aplicativos específicos para o varejo. Kevin Ertell, vice-presidente de pesquisas de varfejo da Forsee Results, acredita que o iPad pode reunir várias necessidades do varejo de modo conveniente e relativamente mais barato (em comparação com vários aparelhos especializados em uma só função).
Em um primeiro momento, é possível destacar meia dúzia de usos importantes para o iPad no varejo:
1) Catálogos: versões online dos catálogos impressos nunca tiveram muito sucesso, mas catálogos criados para o iPad poderão ser um trunfo -- com vídeos, animações, botões interativos, mapas e outros elementos.
2) Customização de produtos: carros, móveis, roupas, calçados e outros produtos poderão ser customizados na própria loja com o auxílio do iPad, onde o consumidor poderá selecionar cores, tecidos, acabamentos e outros detalhes, e depois fazer seu pedido.
3) Assistente de vendas: o iPad será uma ótima ferramenta na mão dos vendedores, dando acesso instantâneo aos dados de produtos, dados sobre o cliente, avaliações de consumidores, além de permitir a transação financeira sem necessidade de passar pelo caixa.
4) Comprador pessoal: um cliente pode por exemplo comprar um casaco em um departamento da loja e receber recomendações instantâneas sobre outros itens em outros departamentos que combinam com o casaco.
5) Registros: o iPad pode permitir que os usuários criem registros completos dos estoques offline e online de um loja, facilitando a experiência de compras.
6) E-commerce: os consumidores já estão se acostumando a fazer compras com seus celulares 3G -- será apenas uma questão de tempo até que o iPad se tranforme em uma ferramenta de compras.
Marcadores:
e-commerce,
estratégia,
iPad,
tecnologia
sábado, 10 de abril de 2010
Apple vende 300.000 iPads no primeiro dia
Segundo informações da Apple Computer, mais de 300 mil unidades do aparelho iPad foram vendidas no sábado, primeiro dia oficial de vendas nos Estados Unidos. Segundo o comunicado da empresa, os usuários do iPad já baixaram mais de um milhão de aplicativos e mais de 250.000 livros eletrônicos a partir da loja online iBooks. Steve Jobs, CEO da Apple, declarou que o iPad vai mudar o cenário da mídia e do entretenimento.
Segundo uma reportagem do ‘Wall Street Journal’, o iPad teve um forte início de vendas no varejo dos EUA, e os consumidores que enfrentaram longas filas não ficaram decepcionados: na maioria das lojas os estoques eram suficientes para todos os interessados.
Nas maiores cidades dos EUA, longas filas de consumidores se formaram desde a madrugada de sábado. Segundo Gene Munster, analista da firma Piper Jaffray, a intensa promoção do aparelho na mídia ajudou nas vendas. Apesar disso, as previsões eram de que entre 600.000 e 700.000 iPads seriam vendidos no primeiro dia. Ainda assim, as filas foram mais longas do que se imaginava, segundo Munster.
A maioria das lojas da Apple fechou no domingo de Páscoa, mas as poucas que abriram informaram que os estoques do produto eram limitados. As lojas da Apple abertas em Nova York esgotaram a venda de alguns modelos, e em Los Angeles a maior loja ficou com apenas duas unidades disponíveis. Os modelos mais caros, com conexão 3G à internet chegarão às lojas dos EUA apenas no final do mês.
Gene Munster disse que a firma Piper Jaffray elevou a previsão de vendas em 2010 de 2,8 milhões de unidades para 5,5 milhões. Outros analistas foram ainda mais otimistas. Na sexta-feira, dia 2, a firma iSuppli Corp. previu que 7,1 milhões de iPads seriam vendidos este ano mundo todo, podendo superar 20 milhões de unidades em 2012. Outros foram pessimistas: a Forrester Research estimou que a Apple venderá apenas 3 milhões de iPads no primeiro ano.
Segundo a reportagem do WSJ, as diferenças nas previsões refletem o fato de que o iPad é um aparelho que muitas pessoas desejam, mas não necessitam de fato – em comparação com um celular de última linha, por exemplo. Munster prevê que o iPad responderá por apenas 7% das vendas da Apple em 2011, comparado com 44% do iPhone.
Na maioria das grandes lojas da Apple nos EUA, os estoques do aparelho não se esgotaram no sábado. Alguns consideram isso como um sinal de que o iPad não empolgou tanto os consumidores como lançamentos anteriores da Apple. Mas Gene Munster acredita que isso é um sinal positivo para a Apple, que parece ter resolvido o problema de adequar os estoques para o dia de lançamento do produto – a empresa enfrentou várias dificuldades com isso no passado.
Os primeiros modelos do iPad, com preços entre US$ 499 e US$ 699, oferecem apenas conexões Wi-Fi de curto alcance. Os aparelhos mais robustos, com estrutura de celular 3G, devem chegar às lojas no final do mês, com preço inicial de US$ 629, e pacotes de acesso à internet vendidos separadamente.
Com a abertura das vendas em lojas, também foram lançados mais de 3.000 novos aplicativos (“apps”) que aproveitam a tela de quase 10 polegadas do iPad. A maioria desses aplicativos é de mídia e entretenimento, incluindo jornais, revistas, quadrinhos e programas de TV. O iPad também roda programas que foram criados originalmente para o iPhone ou iPod Touch. Entre os destaques está um app da firma Netflix que permite assistir filmes em “streaming” e um aplicativo da rede de TV ABC que permite ver programas populares, como a série ‘Lost’.
Segundo uma reportagem do ‘Wall Street Journal’, o iPad teve um forte início de vendas no varejo dos EUA, e os consumidores que enfrentaram longas filas não ficaram decepcionados: na maioria das lojas os estoques eram suficientes para todos os interessados.
Nas maiores cidades dos EUA, longas filas de consumidores se formaram desde a madrugada de sábado. Segundo Gene Munster, analista da firma Piper Jaffray, a intensa promoção do aparelho na mídia ajudou nas vendas. Apesar disso, as previsões eram de que entre 600.000 e 700.000 iPads seriam vendidos no primeiro dia. Ainda assim, as filas foram mais longas do que se imaginava, segundo Munster.
A maioria das lojas da Apple fechou no domingo de Páscoa, mas as poucas que abriram informaram que os estoques do produto eram limitados. As lojas da Apple abertas em Nova York esgotaram a venda de alguns modelos, e em Los Angeles a maior loja ficou com apenas duas unidades disponíveis. Os modelos mais caros, com conexão 3G à internet chegarão às lojas dos EUA apenas no final do mês.
Gene Munster disse que a firma Piper Jaffray elevou a previsão de vendas em 2010 de 2,8 milhões de unidades para 5,5 milhões. Outros analistas foram ainda mais otimistas. Na sexta-feira, dia 2, a firma iSuppli Corp. previu que 7,1 milhões de iPads seriam vendidos este ano mundo todo, podendo superar 20 milhões de unidades em 2012. Outros foram pessimistas: a Forrester Research estimou que a Apple venderá apenas 3 milhões de iPads no primeiro ano.
Segundo a reportagem do WSJ, as diferenças nas previsões refletem o fato de que o iPad é um aparelho que muitas pessoas desejam, mas não necessitam de fato – em comparação com um celular de última linha, por exemplo. Munster prevê que o iPad responderá por apenas 7% das vendas da Apple em 2011, comparado com 44% do iPhone.
Na maioria das grandes lojas da Apple nos EUA, os estoques do aparelho não se esgotaram no sábado. Alguns consideram isso como um sinal de que o iPad não empolgou tanto os consumidores como lançamentos anteriores da Apple. Mas Gene Munster acredita que isso é um sinal positivo para a Apple, que parece ter resolvido o problema de adequar os estoques para o dia de lançamento do produto – a empresa enfrentou várias dificuldades com isso no passado.
Os primeiros modelos do iPad, com preços entre US$ 499 e US$ 699, oferecem apenas conexões Wi-Fi de curto alcance. Os aparelhos mais robustos, com estrutura de celular 3G, devem chegar às lojas no final do mês, com preço inicial de US$ 629, e pacotes de acesso à internet vendidos separadamente.
Com a abertura das vendas em lojas, também foram lançados mais de 3.000 novos aplicativos (“apps”) que aproveitam a tela de quase 10 polegadas do iPad. A maioria desses aplicativos é de mídia e entretenimento, incluindo jornais, revistas, quadrinhos e programas de TV. O iPad também roda programas que foram criados originalmente para o iPhone ou iPod Touch. Entre os destaques está um app da firma Netflix que permite assistir filmes em “streaming” e um aplicativo da rede de TV ABC que permite ver programas populares, como a série ‘Lost’.
Assinar:
Postagens (Atom)
