Segundo o site Propmark, Paulo Veras, um dos fundadores do Guia SP, e Marcus Andrade, especialista em empreendedorismo que atuou por quatro anos na Endeavor, lançam o Guidu, rede de entretenimento com foco em conteúdo colaborativo. O site, que teve seu nome inspirado na redução do termo “Guide you”, procura impactar o consumidor que busca informações online sobre lazer e entretenimento, tendo os próprios freqüentadores de cada um dos locais informados como críticos.
Reforçando a identidade de rede social, cada usuário pode criar suas próprias páginas e atuar como produtor de diferentes conteúdos, compartilhando opiniões, destacando eventos que estão acontecendo em tempo real e apontando pontos positivos e negativos de sua experiência.Para ir ao ar, o portal recebeu investimento de R$ 2 milhões. O desenvolvimento de toda a plataforma online ficou a cargo da agência Player.
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Guia urbano coletivo Guidu é lançado em SP
Acaba de estrear na web o Guidu, um guia de entretenimento e lazer focalizado em São Paulo. A diferença em relação a outros guias online é que o Guidu funciona como um site social, onde os usuários postam dicas, sugestões e críticas sobre bares, restaurantes, casas noturnas, eventos, filmes, etc.
Dentro do site existem usuários mais frequentes, apelidados apropriadamente de "guidus", que postam mais dicas e resenhas. Eles podem ser seguidos, como ocorre em outros sites sociais.
O conceito não é inédito, já existem sites similares em outros países, mas o Guidu se destaca pela sofisticação do site, com uma interface elegante e muitos recursos interativos. Outro destaque óbvio é o foco na cidade de São Paulo, uma das metrópoles mais agitadas e interessantes do mundo. É uma fórmula de sucesso, que tem grande chance de migrar para outras capitais do país.
O Guidu é um ótimo canal de divulgação para os varejistas do setor, porque gera atenção do público que mais interessa. Mas como as resenhas são feitas pelos usuários, os estabelecimentos devem redobrar seu cuidado com a qualidade e o atendimento -- da mesma forma que uma casa pode ser elogiada, ela pode ser criticada se a experiência não for boa para o consumidor.
Veja abaixo um vídeo promovendo o lançamento do site:
Dentro do site existem usuários mais frequentes, apelidados apropriadamente de "guidus", que postam mais dicas e resenhas. Eles podem ser seguidos, como ocorre em outros sites sociais.
O conceito não é inédito, já existem sites similares em outros países, mas o Guidu se destaca pela sofisticação do site, com uma interface elegante e muitos recursos interativos. Outro destaque óbvio é o foco na cidade de São Paulo, uma das metrópoles mais agitadas e interessantes do mundo. É uma fórmula de sucesso, que tem grande chance de migrar para outras capitais do país.
O Guidu é um ótimo canal de divulgação para os varejistas do setor, porque gera atenção do público que mais interessa. Mas como as resenhas são feitas pelos usuários, os estabelecimentos devem redobrar seu cuidado com a qualidade e o atendimento -- da mesma forma que uma casa pode ser elogiada, ela pode ser criticada se a experiência não for boa para o consumidor.
Veja abaixo um vídeo promovendo o lançamento do site:
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terça-feira, 18 de maio de 2010
Mídias sociais são oportunidade e risco para varejo
Um parte crescente dos orçamentos de marketing do varejo está sendo direcionada para as mídias sociais, especialmente sites como o Facebook e o Twitter. Muitas empresas veem nessas mídias um modo mais prático (e mais barato) de levar sua mensagem comercial para milhares, talvez milhões de pessoas. Mas essa estratégia embute riscos, e o excesso de confiança nas mídias sociais como canal de marketing pode se mostrar prejudicial para o varejista.
A explosão das mídias sociais permite um diálogo direto entre as marcas e os consumidores, entre vendedores e clientes, agências e empresas. O uso desses canais aumenta a presença das marcas na mente dos consumidores, e reforça sua identidade. Mas o varejista não pode apostar todas suas fichas nas mídias sociais como meio de divulgação -- o equilíbrio entre diversas mídias e o uso calculado de cada uma delas parece ser uma receita mais sensata. Se o varejista não distribuir bem seu orçamento de marketing entre as mídias, ele corre o risco de conseguir o efeito oposto do desejado: em vez de aumentar a percepção sobre sua marca, ele pode acabar erodindo essa percepção.
Nos EUA, segundo um estudo da divisão Shop.org da Federação Nacional de Varejo, as empresas estão dando sinais de recuperação depois de mais de um ano de forte recessão. Muitas voltaram a elevar seus orçamentos em publicidade e marketing, e há uma destacada preferência por investimentos em mídias sociais. Segundo o estudo, 30% dos varejistas ainda planejam reduzir seus orçamentos de publicidade este ano, enquanto 24% vão aumentar e 46% vão manter os mesmos valores.
Entre os varejistas que estão reduzindo o investimento publicitário, 56% estão cortando no marketing em sites de busca (como o Google), mas apenas 24% vão fazer cortes na publicidade em sites sociais. Entre os varejistas que consideram seu desempenho "acima do previsto", 12 entre 20 vão aumentar os gastos com marketing em mídias sociais.
Além disso, entre os varejistas que planejam aumentar os gastos, 80% disseram que vão investir mais em search marketing, e 65% vão gastar mais com email marketing. Se por um lado o estudo da Shop.org mostra a aposta cada vez maior nos sites sociais, por outro indica que o search marketing ainda ocupa um lugar de grande destaque na estratégia de publicidade online do varejo.
Isso quer dizer que, entre as empresas que estão reduzindo seu investimento publicitário, há uma margem maior para cortes em sites de busca do que em mídias sociais. Em contrapartida, as empresas que estão elevando seus orçamentos de marketing estão investindo mais em search marketing do que nos sites sociais. Não é de surpreender, em vista dos resultados muito mais precisos e mensuráveis do search marketing.
A Retail Information Systems publicou recentemente um conjunto de dicas sensatas sobre o uso de mídias sociais pelo varejo:
* Estabeleça uma missão objetiva com as mídias sociais. Entre os elementos que devem ser considerados estão os objetivos corporativos, como projetar e proteger a marca e como avaliar os resultados.
* A mídia social é um canal de vendas, de divulgação ou ambos? A resposta para essa pergunta será decisiva na criação de páginas no Facebook, grupos de interesse e comunidades.
* O varejista deve estimular seus melhores funcionários a usar as ferramentas da mídia social para influenciar outros funcionários e atrair seguidores, divulgando tendências e questões para o mercado como um todo.
* Oferecer suporte técnico e auxílio ao consumidor: Twitter, Facebook e wikis permitem a criação de ótimas ferramentas de atendimento técnico e solução de problemas dos consumidores.
* Criar um canal de comunicação bidirecional: as mídias sociais permitem um verdadeiro diálogo com o cliente, estimulando a troca de idéias.
* É essencial criar regras para a imagem da marca: o varejista deve instruir seus funcionários sobre como representar a marca no site social, e como protegê-la de danos.
A explosão das mídias sociais permite um diálogo direto entre as marcas e os consumidores, entre vendedores e clientes, agências e empresas. O uso desses canais aumenta a presença das marcas na mente dos consumidores, e reforça sua identidade. Mas o varejista não pode apostar todas suas fichas nas mídias sociais como meio de divulgação -- o equilíbrio entre diversas mídias e o uso calculado de cada uma delas parece ser uma receita mais sensata. Se o varejista não distribuir bem seu orçamento de marketing entre as mídias, ele corre o risco de conseguir o efeito oposto do desejado: em vez de aumentar a percepção sobre sua marca, ele pode acabar erodindo essa percepção.
Nos EUA, segundo um estudo da divisão Shop.org da Federação Nacional de Varejo, as empresas estão dando sinais de recuperação depois de mais de um ano de forte recessão. Muitas voltaram a elevar seus orçamentos em publicidade e marketing, e há uma destacada preferência por investimentos em mídias sociais. Segundo o estudo, 30% dos varejistas ainda planejam reduzir seus orçamentos de publicidade este ano, enquanto 24% vão aumentar e 46% vão manter os mesmos valores.
Entre os varejistas que estão reduzindo o investimento publicitário, 56% estão cortando no marketing em sites de busca (como o Google), mas apenas 24% vão fazer cortes na publicidade em sites sociais. Entre os varejistas que consideram seu desempenho "acima do previsto", 12 entre 20 vão aumentar os gastos com marketing em mídias sociais.
Além disso, entre os varejistas que planejam aumentar os gastos, 80% disseram que vão investir mais em search marketing, e 65% vão gastar mais com email marketing. Se por um lado o estudo da Shop.org mostra a aposta cada vez maior nos sites sociais, por outro indica que o search marketing ainda ocupa um lugar de grande destaque na estratégia de publicidade online do varejo.
Isso quer dizer que, entre as empresas que estão reduzindo seu investimento publicitário, há uma margem maior para cortes em sites de busca do que em mídias sociais. Em contrapartida, as empresas que estão elevando seus orçamentos de marketing estão investindo mais em search marketing do que nos sites sociais. Não é de surpreender, em vista dos resultados muito mais precisos e mensuráveis do search marketing.
A Retail Information Systems publicou recentemente um conjunto de dicas sensatas sobre o uso de mídias sociais pelo varejo:
* Estabeleça uma missão objetiva com as mídias sociais. Entre os elementos que devem ser considerados estão os objetivos corporativos, como projetar e proteger a marca e como avaliar os resultados.
* A mídia social é um canal de vendas, de divulgação ou ambos? A resposta para essa pergunta será decisiva na criação de páginas no Facebook, grupos de interesse e comunidades.
* O varejista deve estimular seus melhores funcionários a usar as ferramentas da mídia social para influenciar outros funcionários e atrair seguidores, divulgando tendências e questões para o mercado como um todo.
* Oferecer suporte técnico e auxílio ao consumidor: Twitter, Facebook e wikis permitem a criação de ótimas ferramentas de atendimento técnico e solução de problemas dos consumidores.
* Criar um canal de comunicação bidirecional: as mídias sociais permitem um verdadeiro diálogo com o cliente, estimulando a troca de idéias.
* É essencial criar regras para a imagem da marca: o varejista deve instruir seus funcionários sobre como representar a marca no site social, e como protegê-la de danos.
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Um portal para debates entre as marcas e seus consumidores
O Brands in Public é um novo site que agrega uma série de marcas e empresas de varejo em suas conversações com o público. O interessante é que o site dá a chance para a marca assumir a posição de destaque, agindo como "curadora" dos milhares de opiniões, críticas e elogios dos consumidores.
Cada marca patrocina sua própria página, e pode editar o texto de introdução, incluir tweets e posts de blogs, indicar sites, vídeos e outros conteúdos.
Não há censura: a geração de conversações é automatizada, por uma sistema que varre a web em busca de menções a cada empresa. No lado esquerdo da página, a empresa poderá responder a críticas e perguntas, destacar ações bem recebidas pelo público, etc -- em resumo, participando de fato de uma conversa com seu público, e não apenas monitorando passivamente as opiniões.
O custo para as empresas participantes é de US$ 400 mensais, mas não é preciso assinar um contrato de longo prazo. Além disso, as empresas interessantes podem se candidatar a uma "bolsa" gratuita.
Cada marca patrocina sua própria página, e pode editar o texto de introdução, incluir tweets e posts de blogs, indicar sites, vídeos e outros conteúdos.
Não há censura: a geração de conversações é automatizada, por uma sistema que varre a web em busca de menções a cada empresa. No lado esquerdo da página, a empresa poderá responder a críticas e perguntas, destacar ações bem recebidas pelo público, etc -- em resumo, participando de fato de uma conversa com seu público, e não apenas monitorando passivamente as opiniões.
O custo para as empresas participantes é de US$ 400 mensais, mas não é preciso assinar um contrato de longo prazo. Além disso, as empresas interessantes podem se candidatar a uma "bolsa" gratuita.
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quarta-feira, 29 de abril de 2009
Consumidores dos EUA procuram ofertas no CheapTweet

A recessão nos EUA tem levado os consumidores a buscarem as melhores ofertas em todas as compras. E a internet é uma ferramenta essencial nessa busca. De acordo com um pesquisa recente da Opinion Research, 22% dos consumidores disseram que pretendem comprar mais pela internet, e 77% disseram que a situação econômica teve impacto nos hábitos de consumo.
O CheapTweet é um sistema de busca de ofertas baseado no Twitter. Lançado em novembro de 2008, o site é uma comunidade de consumidores que postam as melhores ofertas em todas as áreas do varejo. Ao combinar o site social de maior sucesso no momento (O Twitter cresceu 1.000% nos últimos 12 meses) com ofertas online, o CheapTweet tem uma receita de grande sucesso nas mãos. O site agrega milhares de ofertas, que não aparecem em outros sites de descontos. Uma grande vantagem é que as ofertas são postadas por outros consumidores, e não pelas lojas e fabricantes. O CheapTweet é de fato uma comunidade online formada por consumidores interessados em economizar nas compras. Atualmente, o site já registra mais de 230.000 posts sobre ofertas, e esse número cresce diariamente. O sistema de busca do site varre a web em busca de todas as ofertas relevantes -- incluindo cupons, liquidações, eventos especiais, descontos, abatimentos, entrega gratuita e muito mais.
Os varejistas já perceberam o valor do Twitter como meio de contato com seus clientes. O CheapTweet amplia (por um custo muito baixo) a divulgação de promoções e ofertas.
Segundo Jenn Deering Davis, diretor da Appozite (que criou o CheapTweet), a comunidade facilita a comunicação entre varejistas e consumidores em um ambiente social -- um bom exemplo do "Shopping 2.0" na internet.
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