Segundo nota do Meio&Mensagem, a rede varejista norte-americana Best Buy se aproveitou de ferramentas de mobile marketing, internet e de geolocalização para criar um sistema que transmite descontos e avisos sobre promoções direto para o celular do cliente, quando ele entra na loja.
Trata-se de mais uma iniciativa da rede para se relacionar com o público de maneira não convencional, dando sequência à ação Twelp Force, da Crispin, Porter + Boguksy, pela qual a empresa criou um canal de atendimento ao consumidor pelo Twitter.
Segundo comunicado da empresa, lojas de cidades como Los Angeles, Nova York e San Francisco já receberão o sistema, que consiste em um aplicativo mobile da empresa Shopkick, que deve ser instalado pelo próprio consumidor. Ao todo, mais de 250 estabelecimentos (dos cerca de mil) nos Estados Unidos terão a novidade até 1º de outubro.
Assim que o consumidor pisar no interior da loja, ele será localizado pelo sistema da Best Buy por meio de um sinal específico, que será emitido por um equipamento dentro da loja. Instantaneamente, o consumidor receberá recompensas, chamadas de “kickbucks”, como descontos e promoções.
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Celulares são os novos cartões de fidelidade
Reporta Claire Cain Miller, no New York Times, que os antigos cartões de fidelidade (de papel ou plástico, que oferecem descontos, itens extras ou brindes depois de um número determinado de compras) estão migrando para o ambiente digital dos celulares. Com as novas opções tecnológicas, os varejistas testam novos meios de capturar o interesse do consumidor para fazê-lo retornar à loja -- e gastar mais. Vários novos aplicativos (apps) para iPhone e outros smartphones apostam nessa tendência.
Muitas empresas estão procurando criar uma "ponte" entre os programas de fidelidade do mundo físico e o espaço digital na hora das compras. Algumas, como CardStar e CardBank, possibilitam a transferência de cupons e cartões de papel para o celular, através da leitura de códigos de barras.
Outras, como Loopt, Foursquare, Shopkick e Gowalla, estão tentando transformar os cupons e programas de fidelidade em games para celulares.
A Loopt acaba de lançar o Loopt Star, um jogo para celular que premia o usuário que visita determinadas lojas com frequência. Os consumidores competem para conquistar pontos e se tornarem "líderes" de certos locais. Empresas como Burger King, Gap e Universal Music planejam usar o Loopt Star para premiar clientes mais frequentes.
Para os varejistas, esses games e apps oferecem uma nova forma de marketing móvel que vai além dos tradicionais banners, criando prêmios e descontos individualizados. Segundo Drew Sievers, CEO da agência mFoundry, o marketing personalizado sempre foi um sonho da publicidade digital, mas o telefone móvel é a plataforma que finalmente vai permitir que isso se torne realidade. Sievers observa que o celular está sempre com a pessoa, e sempre conectado.
Sam Altman, co-fundador e executivo-chefe da Loopt, disse que esses programas premiam o "bom comportamento" dos consumidores. A Loopt foi criada em 2005, como um sistema que informava a localização do usuário para seus amigos. Com isso, o serviço cresceu e atinge hoje 3,4 milhões de assinantes nos EUA. Já a Foursquare, criada em 2009, está ganhando popularidade rapidamente com seus jogos que dão prêmios e pontos. Já tem 1,4 milhão de usuários e atrai o interesse de anunciantes de peso como Pepsi e Tasti D-lite.
Muitas empresas estão procurando criar uma "ponte" entre os programas de fidelidade do mundo físico e o espaço digital na hora das compras. Algumas, como CardStar e CardBank, possibilitam a transferência de cupons e cartões de papel para o celular, através da leitura de códigos de barras.
Outras, como Loopt, Foursquare, Shopkick e Gowalla, estão tentando transformar os cupons e programas de fidelidade em games para celulares.
A Loopt acaba de lançar o Loopt Star, um jogo para celular que premia o usuário que visita determinadas lojas com frequência. Os consumidores competem para conquistar pontos e se tornarem "líderes" de certos locais. Empresas como Burger King, Gap e Universal Music planejam usar o Loopt Star para premiar clientes mais frequentes.
Para os varejistas, esses games e apps oferecem uma nova forma de marketing móvel que vai além dos tradicionais banners, criando prêmios e descontos individualizados. Segundo Drew Sievers, CEO da agência mFoundry, o marketing personalizado sempre foi um sonho da publicidade digital, mas o telefone móvel é a plataforma que finalmente vai permitir que isso se torne realidade. Sievers observa que o celular está sempre com a pessoa, e sempre conectado.
Sam Altman, co-fundador e executivo-chefe da Loopt, disse que esses programas premiam o "bom comportamento" dos consumidores. A Loopt foi criada em 2005, como um sistema que informava a localização do usuário para seus amigos. Com isso, o serviço cresceu e atinge hoje 3,4 milhões de assinantes nos EUA. Já a Foursquare, criada em 2009, está ganhando popularidade rapidamente com seus jogos que dão prêmios e pontos. Já tem 1,4 milhão de usuários e atrai o interesse de anunciantes de peso como Pepsi e Tasti D-lite.
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
Presentes via SMS
Uma interessante tendência que funde tecnologia móvel, marketing e varejo: os presentes via celular. A ideia é bem simples: um usuário manda um torpedo SMS para outro usuário, com um vale-presente que pode ser resgatado pela pessoa na loja.
O serviço holandês cadeaucode.nl e os americanos KangoGift e Giiv são bons exemplos. No caso do cadeaucode.nl, o interessante é que o valor do vale-presente é fixo e bastante acessível (cerca de 25 euros). A oferta de produtos é limitada, mas a lista é atualizada regularmente. O serviço funciona como um sistema de marketing e divulgação de novos produtos e lançamentos, portanto algumas vezes o valor do produto é maior do que a tarifa fixa do vale. Entre os itens disponíveis estão CDs, DVDs, perfumes, livros, roupas e acessórios.
O KangoGift foi lançado no ano passado e funciona através de uma parceria com lojas no centro de Boston. O SMS enviado contém um código que é usado como voucher nas lojas. Os produtos incluem doces, flores, livros, CDs e DVDs.
O Giiv acabou de ser lançado em Los Angeles. A galeria de presentes é bastante extensa, incluindo cartões de presentes da Amazon.com, ingressos para cinema e teatro, serviços de spa, e outras opções. A pessoa escolhe o presente, insere o número de celular do presenteado e um cartãozinho virtual, preenche dados para pagamento e envia o SMS. O Giiv então despacha o código do presente para a pessoa, que pode retirar o item em qualquer loja participante. O serviço também criou um aplicativo gratuito para o iPhone.
Nenhum desses serviços funciona no Brasil, mas a idéia é interessante e com grande potencial.
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segunda-feira, 29 de março de 2010
Varejistas dos EUA apostam nos "apps" para turbinar vendas
Segundo reportagem do NorthJersey.com, o varejo dos EUA está se preocupando menos com a carteira do consumidor e mais com o seu celular -- especialmente os modelos mais sofisticados, apelidados de "smartphones". Os varejistas estão formando parcerias com uma grande variedade de novas empresas de tecnologia para criar aplicativos (ou "apps") que permitem que os consumidores comparem preços de produtos, gerem cupons automáticos de descontos e promoções, comprem ingressos para cinema, teatro e shows com um único toque, façam reservas em restaurantes e até localizem o banheiro mais próximo em um shopping center.
O varejo móvel é a grande onda do momento e atualmente seu foco é centrado em marketing e promoções, e não tanto em vendas e atividades diretamente comerciais. Mas as empresas de tecnologia acreditam que em breve os clientes poderão fazer compras simplesmente aproximando seu celular do caixa em supermercados, lojas de departamentos, restaurantes e cinemas.
Conrad Sheenan, fundador da empresa mPayy, de Chicago, observa que a pessoas elegeram o celular como seu aparelho favorito -- em boa parte devido à extraordinária evolução tecnológica dos telefones móveis nos últimos anos. A mPayy está desenvolvendo um sistema de pagamento móvel que poderá substituir os cartões de crédito e débito nas compras.
No natal passado, a loja de brinquedos Toys "R" Us criou uma versão de seu catálogo para smartphones, que poderia ser facilmente convertida em uma "lista de desejos" através de um aplicativo para o iPhone. A loja também lançou um sistema de m-commerce em novembro, permitindo que os consumidores fizessem compras com os celulares -- outro aplicativo da loja permitia ver avaliações de produtos mais populares feitas por outros consumidores e descobrir se um item esgotado em uma loja da rede estava disponível em outra loja.
Já a redes de fast food como Pizza Huy e Chipotle Mexican Grill estão vendendo refeições para viagem encomendas via celular.
Segundo Abe Kasbo, CEO da fima Verasoni Marketing, o mercado dos apps para celulares está no ponto onde a internet estava há 15 anos -- ainda é muito jovem e cheio de potencial. Kasbo não tem dúvida que esse é o caminho do futuro para o varejo, um complemento tão importante para as empresas como um website.
Para indicar a importância dessa tendência, a Federação Nacional do Varejo dos EUA (NRF) promoveu um evento sobre o tema no começo de março, com 160 executivos do país todo reunidos em San Francisco para discutir estratégias de m-commerce. Segundo Ellen Davis, vice-presidente da NRF, as empresas de varejo do país estão em vários estágicos de adoção de soluções com m-commerce. A executiva diz que a maioria dos varejistas já percebeu a importância dos celulares e smartphones para o consumidor de hoje, e estão tentando desenvolver sistemas que aproveitem essa situação. Mas como começar parece ainda ser o principal obstáculo. A NRF pretende lançar uma iniciativa de varejo móvel em abril para estudar questões relacionadas com as compras por celular e aplicativos específicos para o varejo.
O varejo móvel é a grande onda do momento e atualmente seu foco é centrado em marketing e promoções, e não tanto em vendas e atividades diretamente comerciais. Mas as empresas de tecnologia acreditam que em breve os clientes poderão fazer compras simplesmente aproximando seu celular do caixa em supermercados, lojas de departamentos, restaurantes e cinemas.
Conrad Sheenan, fundador da empresa mPayy, de Chicago, observa que a pessoas elegeram o celular como seu aparelho favorito -- em boa parte devido à extraordinária evolução tecnológica dos telefones móveis nos últimos anos. A mPayy está desenvolvendo um sistema de pagamento móvel que poderá substituir os cartões de crédito e débito nas compras.
No natal passado, a loja de brinquedos Toys "R" Us criou uma versão de seu catálogo para smartphones, que poderia ser facilmente convertida em uma "lista de desejos" através de um aplicativo para o iPhone. A loja também lançou um sistema de m-commerce em novembro, permitindo que os consumidores fizessem compras com os celulares -- outro aplicativo da loja permitia ver avaliações de produtos mais populares feitas por outros consumidores e descobrir se um item esgotado em uma loja da rede estava disponível em outra loja.
Já a redes de fast food como Pizza Huy e Chipotle Mexican Grill estão vendendo refeições para viagem encomendas via celular.
Segundo Abe Kasbo, CEO da fima Verasoni Marketing, o mercado dos apps para celulares está no ponto onde a internet estava há 15 anos -- ainda é muito jovem e cheio de potencial. Kasbo não tem dúvida que esse é o caminho do futuro para o varejo, um complemento tão importante para as empresas como um website.
Para indicar a importância dessa tendência, a Federação Nacional do Varejo dos EUA (NRF) promoveu um evento sobre o tema no começo de março, com 160 executivos do país todo reunidos em San Francisco para discutir estratégias de m-commerce. Segundo Ellen Davis, vice-presidente da NRF, as empresas de varejo do país estão em vários estágicos de adoção de soluções com m-commerce. A executiva diz que a maioria dos varejistas já percebeu a importância dos celulares e smartphones para o consumidor de hoje, e estão tentando desenvolver sistemas que aproveitem essa situação. Mas como começar parece ainda ser o principal obstáculo. A NRF pretende lançar uma iniciativa de varejo móvel em abril para estudar questões relacionadas com as compras por celular e aplicativos específicos para o varejo.
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Mobile marketing ainda não tem modelo de negócios no Brasil
Reporta Victor Hugo Cardoso Alves, no TI Inside, que apesar do mobile marketing ganhar cada vez mais espaço no orçamento publicitário das empresas, a sua principal arma, que seria o uso em campanhas via mensagens de texto SMS (funcionalidade utilizada por 70% dos usuários de celular no Brasil), ainda esbarra na falta de um modelo de negócios para deslanchar. A principal barreira para que o m-marketing avance no SMS ainda é o preço elevado, cobrado por mensagem enviada, que varia, em média, R$ 0,30 a R$ 1 por mensagem.
Anunciantes como a Unilever e agências digitais como F.biz e Rapp Brasil, alegam que o preço do SMS ainda é muito alto e querem negociar com as operadoras a compra de SMS dentro da faixa praticada para o segmento corporativo, que pode ir de R$ 0,04 a R$ 0,08 por mensagem.
Anunciantes como a Unilever e agências digitais como F.biz e Rapp Brasil, alegam que o preço do SMS ainda é muito alto e querem negociar com as operadoras a compra de SMS dentro da faixa praticada para o segmento corporativo, que pode ir de R$ 0,04 a R$ 0,08 por mensagem.
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