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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Veículos e supermercados estimulam crescimento do varejo em março



Segundo notícia do Valor, o indicador de atividade do setor apurado pela empresa avançou 1,4% em março, ante fevereiro, feitos os ajustes sazonais. O índice subiu 1,6% em janeiro e caiu 0,4% em fevereiro.
Na comparação com março de 2012, a atividade varejista mostrou expansão de 13,4%. O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian é apurado pelo volume de consultas mensais realizadas por cerca de seis mil estabelecimentos comerciais do país à base de dados da empresa.
Todos os seis segmentos pesquisados registraram aumento de atividade em março.
Veja o restante da matéria aqui.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Pão de Açúcar cria site de vendas unificado com a marca Extra

Informa Adriana Mattos, no Valor, que o Grupo Pão de Açúcar e a Nova Pontocom criaram um site com a marca Extra para concentrar as vendas online, com diferentes produtos da marca própria, inclusive alimentos. José Roberto Tambasco, vice-presidente de negócios de varejo do grupo, disse que a marca Extra foi escolhida porque "ela é muito democrática, pois atende a diversos tipos de consumidor".




Impasse atrasa entrada do grupo australiano Westfield no Brasi


Reporta Marianna Aragão, na Folha de S. Paulo, que a gigante global de shopping centers Westfield vive um impasse com o sócio brasileiro, o grupo Almeida Júnior, que administra shoppings em Santa Catarina. O atual desenho do contrato estaria engessando a tomada de decisões. Como cada companhia detém 50% das ações, foi montado um conselho de administração com 6 membros: 3 da Westfield e 3 do grupo catarinense. A Westfield estaria interessada em investir em shoppings de até 100 mil metros de área bruta locável, seguindo um direcionamento global. Já o grupo catarinense tem buscado shoppings com áreas menores.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

E-commerce tem crescimento elevado nos primeiros meses do ano

Segundo uma pesquisa realizada pela Braspag, empresa do ramo de pagamentos em e-commerce, o número de compras em lojas que atuam apenas no mundo virtual (chamadas de pureplays) teve um aumento de 127% no primeiro quadrimestre, enquanto que Multicanais (lojas com operação de venda simultânea - canais físicos e online) cresceram apenas 76% no mesmo período. "O mercado está mais maduro, com os consumidores online crescendo, gerando uma forte migração para as compras pela Internet", afirma o CEO da Braspag e responsável pelo estudo, Gastão Mattos.
Mesmo com o crescimento elevado, o número de vendas não reflete no faturamento. O valor médio das vendas chegou a 196 reais nas pureplays, enquanto que no multicanal o valor chega a 411 reais.
O estudo apontou também que, há dez anos, quando as lojas virtuais começaram a conquistar terreno, elas eram predominantemente de Multicanais. Atualmente, as lojas online representam 20% das vendas totais no e-commerce e 2,3% do varejo total no País.
O Estudo Braspag Comparativo MultiCanal x Pureplayers foi apresentado pela primeira vez no fórum "Varejo Online no Brasil – Estudo comparativo na abordagem Multicanal x Pureplayers", que aconteceu na quinta-feira (14/6), na Feira e Congresso Internacional de E-commerce, Marketing Online, Hosting & Cloud, Social Media e Mobile eShow 2012, em São Paulo. 

Naouri, o novo dono do Pão de Açúcar

Reporta  Ralphe Manzoni Jr, na IstoÉ DINHEIRO, que a partir de sexta-feira, dia 22, o empresário Jean-Charles Naouri deve assumir o comando da rede Pão de Açúcar, em uma mudança histórica no varejo brasileiro.
Se tudo ocorrer conforme o enredo previsto – e nada indica, até agora, que isso deva ser alterado – Naouri, ou seu representante legal, chegará às 9 horas, à sede do Grupo Pão de Açúcar, na avenida Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo. Nessa ocasião, Naouri será eleito o presidente do conselho da Wilkes, a holding que controla o Pão de Açúcar, no lugar de Diniz. Duas horas mais tarde, os conselheiros da Wilkes terão uma reunião, a primeira desde que a holding foi criada, em 2006. Logo após o almoço, às 14 horas, é a vez do conselho do Pão de Açúcar se reunir. O encontro nomeará três novos conselheiros – Eleazar de Carvalho Filho (ex-Unibanco, UBS e BNDES), Luiz Augusto de Castro Neves (ex-embaixador) e Roberto Lima (ex-Vivo e Credicard).
Com essa nova composição, o Casino passará a contar com oito conselheiros no board da rede varejista. Diniz ficará com três e manterá o cargo de presidente. Outros quatro serão independentes. Esse é o rito que marcará a transição de controle do Grupo Pão de Açúcar, a maior rede varejista brasileira, que fatura R$ 52,6 bilhões e emprega 149 mil pessoas. Há ainda outras formalidades a ser cumpridas. A principal delas é a venda, por Diniz, de um lote de um milhão de ações ordinárias do GPA, o equivalente a 2,4% do capital da Wilkes. O empresário brasileiro tem dois meses para concluir essa operação, mas deverá finalizá-la logo na semana seguinte à reunião do conselho do Pão de Açúcar.
Veja a reportagem completa da DINHEIRO aqui.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Varejo dá impulso à SAP no país

Segundo nota do Valor, a SAP teve um crescimento de 18% na receita no Brasil no primeiro trimestre de 2011 na comparação com o mesmo período de 2011. A companhia alemã não divulga o número absoluto de vendas no país. De acordo com Luís César Verdi, presidente da SAP no Brasil, a expansão ocorreu mesmo em um período tradicionalmente mais fraco em termos de vendas.
O segmento que teve maior expansão foi o de varejo, com alta de 181%. As áreas de saúde e finanças também se destacaram, com aumentos de 50% e 22%, respectivamente.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Comissão Europeia vai investigar Telefonica sobre m-payment

Segundo nota do TI Inside, a Comissão Europeia anunciou que vai investigar mais a fundo a parceria entre a Telefónica e duas operadoras na Europa, a Vodafone e a Everything Everywhere. Elas criaram uma joint venture para prestar serviços de pagamento por meio de dispositivos móveis (mobile payment) – a Everything Everywhere já é resultante da união das operadoras France Télécom e Deutsche Telekom no Reino Unido.
Segundo o órgão executivo da União Europeia, uma averiguação preliminar indicou "preocupação potencial" com o nascente mercado de mobile payment e as ofertas de serviços relacionados, nos quais a joint venture pode alcançar participação muito elevada e, possivelmente, criar um monopólio, informa o The Wall Street Journal.
"A comissão é a favor de qualquer iniciativa para desenvolvimento do promissor mercado de comércio móvel na Europa, que traga experiências inovadoras e interativas para usuários nos meios de pagamento”, afirmou o comissionário Joaquin Almunia, em nota. "Mas ,ao mesmo tempo, precisamos assegurar que os serviços concorrentes possam emergir nesse mercado, afim de incentivar inovação entre os remanescentes, e que os consumidores tenham os melhores serviços, a melhores custos", finalizou.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Casino tira Abilio Diniz de seu Conselho de Administração

Reporta Adriana Mattos, no Valor, que devido a “conflitos em curso”, o Conselho de Administração da varejista francesa Casino decidiu não reconduzir o empresário Abilio Diniz para a função de conselheiro. A medida foi tomada hoje em reunião entre membros do órgão na sede da rede francesa hoje e não tem efeitos no Grupo Pão de Açúcar ou na Wilkes Participações, holding controladora do GPA.
Dos 15 conselheiros que estiveram na reunião hoje, 13 votaram pela não condução de Diniz e de Philippe Houzé, presidente da Galeria Lafayette. Os dois empresários tiveram desentendimentos recentes com o Casino, grupo comandado por Jean-Charles Naouri.

Best Buy fechará 50 grandes lojas nos EUA

Reporta Felipe Machado, no Valor Econômico, que a varejista de eletrônicos Best Buy anunciou o fechamento de 50 grandes lojas após um prejuízo líquido de US$ 1,7 bilhão no trimestre terminado em 3 de março. A companhia, que tem cerca de 1.000 grandes lojas em território americano, divulgou seus resultados com base no padrão contábil GAAP dos Estados Unidos.
O déficit da Best Buy no período vem após um lucro de US$ 651 milhões no trimestre anterior. Durante o ano fiscal de 2011, a empresa registrou prejuízo de US$ 1,2 bilhão, revertendo o lucro alcançado em 2010, também de US$ 1,2 bilhão.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Vendas no varejo online crescem 17% em São Paulo

Segundo nota do TI Inside, as vendas no varejo online na região metropolitana de São Paulo registraram aumento de 17% no ano passado, totalizando R$ 3,079 bilhões, enquanto o comércio varejista tradicional contabilizou R$ 151,4 bilhões, alta de 3,1% em relação a 2010, de acordo com levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), em conjunto com a empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Já no mês de dezembro de 2011 o faturamento do varejo como um todo atingiu R$ 15,7 bilhões com aumento de 3,5% das vendas reais frente ao mesmo mês de 2010.
Para a Fecomercio-SP, os dados apurados confirmam as previsões quanto ao bom desempenho de vendas do Natal, embora abaixo dos padrões observados em 2010. Para este ano, apesar da convergência de opiniões a respeito de uma eventual desaceleração nas vendas, a entidade avalia que os resultados podem surpreender devido ao expressivo aumento do salário mínimo e a queda na taxa de juros ao consumidor.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Varejistas buscam "Santo Graal" digital

O encontro anual da National Retail Federation, a federação de varejo dos EUA, reuniu na semana passada um número recorde de 24.000 visitantes de 85 países, todos em busca de novas tendências de consumo e novas tecnologias para o setor.
Essa multidão de comerciantes, fabricantes e fornecedores de serviços e tecnologias tinha apenas um objetivo em mente: como conquistar o consumidor em tempos de crise econômica?
Durante quatro dias, esse tópico e suas variações foram discutidos em "keynotes", painéis temáticos e mesas-redondas. Segundo Deborah Weinswig, analista do Citigroup presente ao evento, a análise de dados dos consumidores deve ser o principal foco dos varejistas em 2012. Ela observa que os comerciantes estão passando da defensiva para a ofensiva na conquista dos clientes, usando a tecnologia como arma.
Dentro desse cenário,  a Microsoft apresentou uma tecnologia de paredes digitais que podem substituir as tradicionais vitrines de lojas, onde os consumidores poderão consultar e comprar os produtos usando a tecnologia de identificação de gestos Kinect, já empregada em vários videogames da Microsoft.
Kip Tindell, membro do conselho da NRF, disse que a tecnologia e o atendimento ao consumidor estão convergindo, se tornando uma coisa só. A oferta de tecnologias para atender o cliente a qualquer momento e em qualquer lugar deve ser obrigatoriamente associada a uma estratégia cuidadosamente planejada de atendimento personalizado. Em outras palavras, a tecnologia mais avançada não terá valor se não for combinada com um atendimento humano, pessoal e sensível. A inteligência dos computadores ainda é e continuará sendo por um bom tempo uma ferramenta de boas decisões estratégicas de vendas, traçadas e implementadas por executivos de visão no varejo.
Com uma combinação equilibrada entre tecnologia e planejamento, as recompensas podem ser bem atraentes. A marca de artigos esportivos Adidas instalou uma vitrine virtual em sua maior loja em Londres para promover o modelo de tênis F50 AdiZero, que custa US$ 265. Em apenas 15 dias, a loja vendeu 121 pares do calçado -- seriam necessárias seis semanas em três lojas normais para vender a mesma quantidade, segundo Jan Vogel, diretor do projeto da Adidas.
Se por um lado atrair novos consumidores é fundamental, manter os clientes existentes é ainda mais importante. Segundo Stuart Aitken, CEO da consultoria Dunnhumby USA, os clientes são extremamente sensíveis ao interesse e o cuidado que as marcas e lojas demonstram por eles. Aitken revela que são necessário de 12 a 20 novos consumidores para compensar a perda de um único cliente fiel. O uso inteligente dos canais digitais de comunicação, para transmitir (e receber) mensagens relevantes é crítico nesse cenário. Não é mais uma comunicação unidirecional -- não basta o varejista anunciar suas ofertas e promoções, ou criar facilidades de acesso: a empresa precisa estar atenta ao feedback, ao retorno de cada uma dessas ações de marketing e estratégia, e avaliar o sucesso ou fracasso de cada iniciativa.
A famosa rede Macy's contratou a Dunnhumby para avaliar os hábitos de consumo de seus cerca de 33 milhões de clientes nos últimos 3 anos. Como resultado, o varejista passou a enviar 500.000 versões diferentes de emails personalizados para os consumidores, em comparação com apenas 10 modelos há alguns anos.
Esse uso mais integrado entre tecnologia e atendimento permite que os varejistas estabeleçam parcerias mais lucrativas com seus fornecedores. Em vez de fazer promoções por tentativa e erro, uma abordagem mais sensível permite o uso mais eficiente dos recursos de marketing, criando ofertas que realmente se traduzem em mais vendas e mais fidelidade dos clientes.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Vendas on-line crescem 21% no Brasil em 2011

Reporta Camila Fusco, na Folha Online, que o comércio eletrônico brasileiro cresceu 21% em 2011 e chegou a R$ 21,5 bilhões.
O volume representou 2,2% das vendas on-line mundiais, de acordo com dados da consultoria Forrester Research apresentados ontem no evento evento anual da Federação Nacional do Varejo, em Nova York.
No ano passado, o comércio eletrônico global totalizou R$ 805,5 bilhões (US$ 450 bilhões), impulsionado principalmente pelos Estados Unidos e por países da Europa Ocidental.
A expectativa é que a participação brasileira passe para cerca de 3% do comércio eletrônico mundial - ou R$ 39,3 bilhões de R$ 1,25 trilhão - nos próximos três anos, segundo a consultoria.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Brasil deve ser o quarto maior país em vendas on-line em 2015

Segundo nota do TI Inside, de acordo com o T-Index, índice estatístico que indica a participação do mercado on-line de cada país, por meio da associação da população com acesso à internet com o PIB per capita correspondente, o Brasil deve ser o quarto maior mercado de comércio eletrônico do mundo em 2015, atrás apenas da China, Estados Unidos e Japão. Segundo as projeções, o país, que hoje ocupa o sexto lugar no ranking, com participação de mercado de 3%, aumentará sua fatia para 4,3%, assumindo o quarto lugar dentro de três anos. A variação da participação de mercado do Brasil em 2015 em relação a 2011 deve registrar crescimento de 43,3%, deixando para trás a Alemanha com uma variação negativa em relação a 2011 de 16,3%.
Ainda de acordo com o índice, se a China mantiver a mesma taxa de crescimento de 2005 a 2009, poderá efetivamente superar os Estados Unidos em 2015. Entretanto, comparando os dados de 2005 a 2009 com os dos últimos dois anos, parece que a tendência da China sofrerá uma pequena desaceleração, o que poderá influenciar a projeção . Conforme o T-Index 2015, a China, com uma participação de mercado de 18,8%, contra 11,5% de 2011, poderá destronar os Estados Unidos do primeiro lugar. Os EUA passarão, de fato, de um poder de compra on-line de 24,4% em 2011 para 16,8% em 2015.
O Japão permanecerá no terceiro lugar, apesar da variação negativa da parcela de mercado em relação a 2011, de 25,7%, enquanto a Rússia passará do oitavo para o sexto lugar, com uma variação positiva de 27,5%. A França cairá de uma posição, com uma variação negativa de 2,9%, e o Reino Unido passará da quinta à oitava posição com uma variação da participação de mercado também negativa de 27% em relação a 2011. A Coreia do Sul ficará estável no nono lugar, apesar de uma variação negativa de 12%. A surpresa ficará por conta do México, que estará entre os dez principais países, tomando o lugar da Itália (em 2015 -43,4% em relação a 2011).
Segundo a previsão, os países emergentes como China, Brasil, Rússia, Índia, Indonésia, Turquia e Polônia estarão todos em ascensão, com exceção da Coreia do Sul e de Taiwan que terão uma queda de 12% e 15,4%, respectivamente.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Brasil deve ser o 4° maior mercado de e-commerce em 2015

O ano de 2011 foi promissor para o mercado de vendas online no Brasil, que figura em 6° lugar entre os dez maiores neste segmento. Mas as previsões são mais promissoras ainda. Segundo projeção do T-Index 2015, que associa participação da população no e-commerce com o PIB per capta estimado, o faturamento no setor deve aumentar e garantir ao país, em 2015, a quarta colocação. 
Atualmente, participação do Brasil corresponde a 3% e a projeção é que chegue a 4,3% com a queda dos Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido. O estudo aponta o mercado brasileiro como o sétimo entre os dez com maior potencial de vendas pela web, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Em oitavo lugar vem a Rússia, seguida da Coreia do Sul e Itália.
Os Estados Unidos, em 2011, é primeiro colocado, com participação de 24,4%. As estatísticas dizem que ele será desbancado pela China nos próximos quatro anos.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Cyber Monday de ouro

Na última sexta-feira, a famosa liquidação "Black Friday" nos EUA registrou vendas recordes de US$ 52,4 bilhões, graças aos milhões de consumidores que lotaram as lojas e shoppings do país em busca de promoções e ofertas.
Segundo dados da National Retail Federation, as vendas cresceram 16% em comparação com o ano passado, e os compradores gastaram em média US$ 398,62, comparado com US$ 365,34 no ano anterior. Só na web, as vendas da Black Friday cresceram 26%, atingindo US$ 816 milhões. Na véspera do Dia de Ação de Graças, as vendas online foram 18% maiores, chegando a US$ 479 milhões, segundo dados da ComScore.
Na semana passada, as redes de varejo puderam sentir o impacto das redes sociais em suas vendas. O executivo-chefe da famosa loja Macy's, Terry Lundgren, se declarou surpreso com o número de compradores na casa dos 20 anos que visitou a maior loja da rede, em Nova York. Lundgren avalia que esse público foi atraído pelos relacionamentos online -- conversas com amigos nas redes sociais poucas horas antes da liquidação foram o fator decisivo para elevar a frequência de jovens no dia da liquidação.
Mas para aqueles que não quiseram enfrentar trânsito, lojas lotadas e filas na sexta, existe a Cyber Monday -- a liquidação do e-commerce levou poucos anos (e não décadas) para se consolidar no calendário como uma das datas mais importantes do varejo americano, em termos de vendas, tendências e estratégia.
A previsão da ComScore é que neste ano a liquidação online poderá atingir a marca de US$ 1,2 bilhão em vendas. Segundo a pesquisa da Shop.org, oito em cada dez varejistas dos EUA prepararam promoções especiais para a data. Um dado interessante da pesquisa é que a liquidação online não se limita à Cyber Monday: os sites de comércio fazem uma "ponte" da sexta-feira até o começo da semana, dando grande importância para o fim de semana. O motivo é simples: uma pesquisa do site PriceGrabber revelou que 39% dos consumidores planejavam comprar na segunda feira, enquanto o restante disse que dividiria suas compras nos quatro dias do fim de semana pós-Ação de Graças.
Os analistas de consumo apelidaram a tendência de "couch commerce"  -- o que significa que os consumidores valorizam cada vez as compras feitas no conforto do lar, sem a tensão e os transtornos das compras nas lojas.
Lelah Manz, estrategista chefe de comércio da firma Akamai, apontou a explosão do uso de tablets como o fator mais interessante no comércio eletrônico deste final de ano. Manz lembra que quando a Cyber Monday surgiu, a maioria dos usuários ainda dependia de conexões por modem e linha discada em casa -- só as empresas já possuíam conexões mais velozes (muitas pessoas compravam a partir do local de trabalho). Agora, diz ela, praticamente todo mundo tem conexões de banda larga. E com os tablets, as pessoas podem entrar mais cedo nos sites de comércio. Os varejistas de maior sucesso neste momento são aqueles que souberam antecipar essa mudança no comportamento dos consumidores devido à evolução da tecnologia.
Segundo uma pesquisa da Coremetrics da IBM, 15% do tráfego de internet nos EUA em novembro será originado em smartphones e tablets -- o que indica o fim do predomínio do PC de mesa como equipamento preferencial. Os varejistas estão atentos a essa transformação, e as estratégias mais cuidadosas vão se traduzir em um volume maior de vendas este ano -- e isso no momento em que os EUA passam por uma crise econômica.
Segundo Pam Goodfellow, diretora da BIGresearch, os consumidores do EUA se acostumaram a esperar as melhores ofertas online do ano na Cyber Monday.
Depois dessa euforia toda, a questão crítica para os varejistas americanos é se essa bonança vai continuar até o final da temporada de compras. Ainda não está claro se os consumidores voltaram a comprar em peso, ou se apenas adiantaram as compras das festas para novembro.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

32 milhões de brasileiros compraram via internet em outubro

Segundo nota do Adnews, os sites de comércio eletrônico chegaram a 32,3 milhões de usuários únicos. em outubro O maior aumento ocorreu nas lojas de varejo, que atingiram 27,5 milhões de pessoas, ou 58,8% do total de usuários ativos do mês. Sites de lojas de calçados, roupas e outros acessórios de moda estiveram entre os principais responsáveis pelo aumento da navegação no comércio eletrônico em outubro. Em setembro, 8,2 milhões de pessoas navegaram nas dez maiores lojas online de calçados. O número subiu para 10,5 milhões, segundo dados do Ibope.
As categorias com maior aumento percentual em relação ao mês anterior no número de usuários únicos foram Governo e Entidades sem Fins Lucrativos, com crescimento de 6,4%, Informações Corporativas, com aumento de 5,4%, Finanças, Seguros e Investimentos, que também cresceu 5,4%, e Comércio Eletrônico, que aumentou 4,6%. Entre os sites do governo, cresceu em outubro principalmente a procura por informações sobre o Enem e sobre tributos.
 As lojas eletrônicas de calçados também estão entre as que mais anunciam na internet, segundo o serviço de monitoramento da publicidade online AdRelevance, do IBOPE Nielsen Online. Dos dez maiores anunciantes em quantidade de banners veiculados em outubro de 2011, três eram varejistas do segmento de calçados. Juntos, os três maiores anunciantes online do setor de calçados foram responsáveis por mais de 1.300 diferentes banners publicitários no mês.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Sinal dos tempos: a diluição da 'Black Friday'?

Reportam Karen Talley e Andria Cheng, no Wall Street Journal, que a famosa liquidação pós-Ação de Graças nos EUA, a chamada 'Black Friday' pode ficar "cinza" este ano, dado o imenso volume de promoções no varejo do país, com uma competição feroz pelos dólares de consumidores cada vez mais ressabiados com seus gastos.
a Federação Nacional do Varejo dos EUA estima que 152 milhões de pessoas farão compras neste fim de semana, um crescimento de 10% em comparação com 2010. 34% dos compradores planejam comprar durante a Black Friday, comparado com 31% no ano passado e 26% em 2009 -- dados de uma pesquisa do International Council of Shopping Centers.
As grandes redes de varejo dos EUA decidiram adiantar ao máximo a data da liquidação tradicional -- que está sendo apelidada de "Black Midnight", um nome com  conotações um tanto sinistras.
Mas as lojas de cimento e tijolo enfrentarão como nunca a concorrência de lojas virtuais como a Amazon.com e similares, além da forte tendência dos sites de compras sociais e descontos, que devem aproveitar a ocasião para bombardear os consumidores com ofertas atraentes.

Varejo americano adianta as promoções

Reportam Verena Fornetti e Luciana Coelho, na Folha Online, que o varejo dos EUA adiantou as promoções da Sexta-Feira Negra, amanhã (25).
A tradicional megaliquidação que sucede o feriado de Ação de Graças costuma ser o dia mais movimentado do ano para o comércio. Nesse dia, consumidores fazem filas desde as 5h em grandes lojas, à caça de pechinchas.
A estratégia de adiantar a promoção é adotada principalmente nas vendas on-line, setor está oferecendo condições especiais para as aquisições via celular.
A Amazon anuncia desde o início da semana descontos de até 74%. Os produtos em liquidação variam, assim como o percentual da redução. No site da Macy's, as promoções começaram ontem.
O consumidor brasileiro que não está nos Estados Unidos tem dificuldade para aproveitar o saldão americano, no entanto. Muitos eletrônicos, como os produtos da Apple, não são despachados para o Brasil.
Quando a entrega é permitida, o frete e o imposto de importação mais que dobram o preço final. A versão internacional do novo Kindle (leitor digital), por exemplo, é vendida na Amazon por US$ 109 (o produto não entrou em liquidação). O frete para o Brasil sai por US$ 21,98 e o imposto de importação supera o valor do eletrônico: US$ 124,59, o que joga o preço para US$ 255,57.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Quem vencerá a Black Friday?

Segundo nota do Meio&Mensagem, a Black Friday, tradicional queima de estoques promovida nos Estados Unidos, após o feriado de Ação de Graças é implacável. Os varejistas abrem de madrugada, usam promoções com tempo limitado e mega promoções como armas para agarrar o máximo do orçamento dos consumidores possível.
Varejistas como Macy’s, Best Buy e WalMart até Kohl’s estão alardeando aberturas de lojas cada vez mais cedo, mudando o nome do evento para o sinistro “Black Midnight”. Como em anos passados, a Black Friday é um dos eventos mais movimentados do período de compras de Natal, tanto em termos de vendas quanto de tráfego de consumidores nas lojas. Este ano, no entanto, de acordo com a NPD Group o número será ainda maior; 17% dos consumidores planejam fazer suas compras neste fim de semana, contra 12% do ano passado. E de acordo com a Federação Nacional de Varejistas dos EUA, algo em torno de 152 milhões de pessoas visitarão lojas e sites de compras.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Hypermarcas reavalia metas

Reporta Janaina Langsdorff, no Meio & Mensagem, que os R$ 190,5 milhões de prejuízo registrado pela Hypermarcas no terceiro trimestre provocou uma revisão nas metas da empresa, dona das marcas Doril, Epocler, Gelol, Merthiolate, Bozzano, Adocyl, Cenoura e Bronze, Monange, Risqué, Benegrip, entre outras. De acordo com informações publicadas na edição dessa segunda-feira, 7, pelo jornal Valor Econômico, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), antes estimado em R$ 900 milhões, deve cair para R$ 700 milhões em 2011 e a projeção para 2012 é que o indicativo ultrapasse R$ 850 milhões.
Instabilidade econômica mundial e reestruturação da política comercial da empresa estão entre os principais fatores que interferiram nos resultados da Hypermarcas, que teve um acréscimo de 10,4% na sua receita líquida entre os meses de julho e setembro, para R$ 908 milhões. Já as despesas financeiras líquidas totalizaram R$ 331,8 milhões, ante os R$ 24,7 milhões registrados em igual intervalo de 2010. O acréscimo foi ocasionado pelo aumento das despesas com juros e à variação cambial acumulada no trimestre.