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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Walmart lança app de rede social nos EUA

Segundo nota da Reuters, a rede Walmart anunciou o lançamento de seu primeiro aplicativo de rede social na quarta-feira, com o objetivo de atrair o público mais antenado com essa tendência no comércio eletrônico.
O aplicativo, chamado Shopycat, usa dados do Facebook para recomendar presentes para os consumidores, na página do Walmart na rede social.
O aplicativo foi criado pelo @Walmartlabs, uma unidade da empresa dedicada ao desenvolvimento de novas tecnologias para o varejista. O Shopycat usa o perfil do Facebook para detectar os 10 maiores amigos de um usuário. A partir disso, o aplicativo envia recomendações de presentes para esses amigos, baseados em seus interesses.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Walmart tem integração com Facebook

O e-commerce do Walmart lança integração do Facebook com o site da rede de supermercados, para oferecer ao consumidor uma experiência personalizada e a possibilidade de realizar suas compras a partir do perfil do usuário da rede social. Na primeira semana de lançamento a ferramenta já obteve milhares de usuários que aceitaram “iniciar a experiência personalizada”.
.  O Walmart foi uma das quatro primeiras empresas a lançar perfil corporativo do Google + e continua reforçando suas ações nas redes sociais.
 O walmart.com.br também vai lançar um concurso cultural que terá como tema “#meu natal social”, tudo isso para se aproximar dos consumidores e oferecer o que eles procuram.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Wal-Mart e Facebook anunciam parceria

Segundo nota da Folha.com, o Wal-Mart e o Facebook anunciaram nesta terça-feira uma parceria para ajudar a maior varejista do mundo a conectar clientes às suas lojas físicas.
O Wal-Mart lançou o My Local Wal-Mart, uma página que permite que a companhia acompanhe o que está acontecendo em determinadas lojas.
A ação, que envolve cerca de 3.500 unidades, prevê o envio de alertas aos fãs da varejista no Facebook sobre novos produtos e descontos.
O Wal-Mart vem intensificando investimentos em comércio eletrônico e redes sociais para tentar competir mais efetivamente com seus rivais na internet, liderados pela Amazon.com.
Fãs do varejista no Facebook que se inscreverem para a nova página receberão cerca de duas mensagens por semana a partir de sua loja local, segundo a empresa.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Facebook fracassa nas compras coletivas

Segundo nota na Adnews, não vingou a investida do Facebook no mundo das compras coletivas. A rede social dona de 700 milhões de usuários decidiu encerrar o Deals, serviço que há quatro meses mantinha para tentar ser bem-sucedida também neste ramo. A desistência dá mais força aos já consolidados Groupon e similares.
 Por meio de nota, um porta-voz do Facebook informou a Reuters na sexta-feira sobre a decisão. "Aprendemos muito com o nosso teste e continuaremos a avaliar como atender melhor os negócios locais", disse.
"Acreditamos que uma abordagem social para levar as pessoas ao comércio local tem bastante força", acrescentou o Facebook sem confirmar se esforços adicionais nesta área serão testados.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

F-commerce, o varejo via Facebook

Analistas do setor de varejo e publicações especializadas estão usando o termo "F-commerce" para qualificar um novo tipo de comércio eletrônico, realizado a partir (e dentro) das páginas e perfis da rede social Facebook. De sapatos a passagens aéreas, tudo pode ser comprado no site.
O Facebook agora oferece várias opções aos varejistas para criar páginas customizadas, que parecem mais um mini-site do que um perfil tradicional da rede social. A função simplificada de "clique-e-pague" parece ser um fator atrativo para os consumidores. E com o aumento do interesse dos consumidores, também aumenta o número de varejistas oferecendo seus produtos e serviços no site.
Um fator que agrada os comerciantes no F-commerce  é que a plataforma é totalmente gratuita. Ainda não são cobradas taxas de registro ou hospedagem, e o Facebook não fica com uma porcentagem dos lucros. Com o crescimento rápido do Facebook, o F-commerce deve crescer ainda mais e atrair mais varejistas.
Estima-se que o Facebook já tenha superado 700 milhões de membros, uma grande parte da população online no mundo. As pessoas buscam a socialização online, e as compras são uma atividade essencialmente social. Os varejistas mais antenados estão atentos às mudanças que ocorrem no mundo das compras virtuais.
Uma característica do Facebook que pode funcionar para as lojas é que as páginas permitem atualizações contínuas, e os usuários podem checar e "curtir" novos lançamentos e notícias. Essas ações se espalham pela rede de amigos do usuário. Em vez de compartilhar uma frase ou vídeo, os usuários do Facebook podem partilhar descontos ou dicas de novos produtos.
Grandes empresas como a Delta Airlines, Coca-Cola e Barneys New York estão criando campanhas cuidadosamente elaboradas para o Facebook, com uma página específica para compras. A rede de varejo Best Buy também está oferecendo mais opções aos clientes: a loja criou uma opção de "compre-e-comente", onde o usuário pode comentar suas compras com os amigos.
O F-commerce não substitui o e-commerce -- é mais uma ferramenta no arsenal de vendas eletrônicas dos varejistas. Os varejistas aprenderam que o consumidor não troca sistemas de compras eletrônicas; ele acrescenta e combina as opções, para obter os meios mais práticos e econômicos de comprar.
A loja especializada em decoração Kirkland's (www.kirklands.com/) descobriu que um dos grupos demográficos de maior crescimento no Facebook são mulheres acima dos 55 anos. A empresa detectou que esse grupo está aumentando na rede social justamente pelo interesse em compras, e decidiu atender preferencialmente essas consumidoras.
A Kirkland's era uma loja praticamente desconhecida nas redes sociais, e rapidamente se tornou a sexta maior página de fã no Facebook. A loja lançou um jogo interativo de promoções chamado Cha-Ching!, e em quatro dias o número de fãs da loja na rede social passou de 43.000 para 140.000, e chegou a 200.000 pouco tempo depois. E tudo isso sem vender mercadorias diretamente pela página no Facebook. A loja disse que está na fase inicial de seu projeto para a rede social, e procura estabelecer sua presença e conquistar a confiança dos consumidores.
A promoção incluiu um prêmio de US$ 25.000 e a possibilidade de ganhar produtos da Kirkland's  em uma gincana onde as pessoas trocam mercadorias virtuais com outros jogadores. E todos os participantes do jogo ganham um cupom de desconto para compras na loja.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Starbucks lança campanha com Lady Gaga, Facebook, Twitter e Foursquare

Reporta Bruce Horovitz, no USA TODAY, que a rede de cafeterias Starbucks anunciou uma promoção com a maior celebridade pop da atualidade, Lady Gaga. A campanha vai começar no início de junho, para aproveitar o começo da temporada de verão nos EUA.
A Starbucks está investindo pesadamente nos interesses de seu público jovem, que não é uma audiência de fácil acesso. Para a cantora Lady Gaga, o acordo é uma ótima promoção de sua imagem para uma multidão de fãs que frequentam as lojas da Starbucks.
Lady Gaga tem 32 milhões de fãs no Facebook e 10 milhões de seguidores no Twitter. A popstar faturou cerca de 90 milhões em 2010, segundo estimativa da revista Forbes.
A associação entre Starbucks e Lady Gaga é a suprema consagração em termos de marketing moderno nos EUA.
A partir da próxima semana, a campanha vai promover uma caça ao tesouro temática em torno da cantora, integrando o site da Starbucks, o site de geolocalização Foursquare e perfis no Facebook e Twitter. Os fãs poderão seguir pistas que leverão a prêmios -- o maior prêmio será um acesso VIP ao show da cantora na turnê de 2012.
A integração é sincronizada com o lançamento oficial do novo CD de Lady Gaga, "Born This Way", em 23 de maio. Nessa data, os clientes da Starbucks nos EUA poderão ouvir o álbum inteiro em streaming e baixar a canção "Edge of Glory", além de assistir um vídeo exclusivo no site Starbucks Digital Network.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

MoIP lança integração ente Facebook e meios de pagamentos no Brasil

 O MoIP Pagamentos, uma  empresa do setor de meios de pagamento online e que movimenta R$ 350 milhões em transações, anunciou a criação de um widget para Facebook, o primeiro no Brasil a tornar possível a integração da rede social de Mark Zuckerberg com as principais bandeiras de cartão de crédito, débito e bancos no País. Com a interface, desenvolvedores brasileiros já podem criar serviços de e-commerce para o Facebook, uma nova tendência na Europa e nos Estados Unidos. O primeiro a utilizar a inovação é a LikeStore, lançada nesta quarta-feira (18/05).
O objetivo do MoIP é fomentar o chamado Social Commerce, conceito que marca a integração entre as compras na web e as redes sociais. Com um widget, qualquer empresa ou desenvolvedor poderá criar a sua própria solução de e-commerce dentro do Facebook aceitando os principais meios de pagamento utilizados no Brasil, que inclui a maioria das bandeiras de cartões existentes (Visa, MasterCard, Diners, American Express, Diners e Hipercard), débito em conta no Bradesco, Itaú, Banco do Brasil ou ainda pagamento via boleto. “Com o nosso widget, o céu é o limite. O desenvolvedor poderá criar o que for necessário e nós damos a ele todo o processo de cobrança e pagamento, incluindo a credibilidade da marca MoIP”, comenta Mendes.
O funcionamento do widget é simples. Com ele, o MoIP recebe a informação da cobrança do aplicativo desenvolvido e, ao internauta, pergunta a forma de pagamento (crédito à vista, parcelado, débito ou boleto bancário). Tudo sem sair da rede social ou necessidade de abrir novas janelas, além detrazer a certificação da VeriSign. Em seguida, confere as informações com o banco ou com a adquirente, além de fazer a gestão de risco do comprador.
O primeiro serviço a utilizar a interface de meios de pagamento do MoIP é a LikeStore, que chega ao mercado nesta quarta-feira (18) com a sua primeira loja no Facebook, do site Show de Ingressos. Como ação de estreia, o portal está vendendo ingressos para o show do Jack Johnson em Recife.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Varejo usa cada vez mais o Facebook nas vendas online

Reporta Bruce Horovitz,  no USA TODAY, que grandes varejistas mundiais estão abandonando o modelo tradicional de e-commerce em seus próprios sites e criando campanhas e estratégias de marketing focalizadas no maior ponto de encontro atual da internet: a rede social Facebook.
Um número cada vez maior de internautas mantém o site do Facebook permanentemente aberto, atento a atualizações minuto a minuto. Essa constatação tem levado varejistas como Express, J.C. Penney e Delta Air Lines a modificar todas sua estratégia de vendas via internet, transferindo as ações de vendas dos sites próprios para páginas criadas dentro do Facebook.
Segundo alguns analistas do setor, o modelo de compras através de um website da própria loja pode ficar ultrapassada em pouco tempo. Em vez disso, as lojas vão se mudar em massa para o Facebook, para facilitar o contato com seus clientes e potenciais consumidores. Os números justificam a estratégia: o Facebook já supera a marca de 500 milhões de usuários, e estima-se que 250 milhões deles checam o site diariamente. Cada usuário tem em média 130 amigos. A cada mês, os usuários passam 700 bilhões de minutos no Facebook.
Os executivos do Facebook alertam que é essencial que os varejistas criem páginas na rede social que sejam mais amigáveis que os sites de e-commerce. Segundo David Fisch, diretor de parcerias comerciais do Facebook, os varejistas que criarem experiências de compras com grande envolvimento social (isto é, incluindo o usuário e sua comunidade de amigos) terão maior chance de sucesso.
  • A rede de lojas de roupas Express iniciou há poucas semanas uma campanha no Facebook que oferece a linha completa da marca. A página da Express na rede social inclui um aplicativo que informa em tempo real se um determinado item está em estoque.
  • Outra rede de vestuário, a J.C. Penney, lançou um aplicativo no Facebook no final do ano passado. A empresa busca oferecer uma "experiência completa de compras", sem que o usuário precise sair do Facebook, disse uma porta-voz da empresa.
  • A floricultura online 1-800-Flowers foi uma das primeiras empresas de varejo a abrir uma loja no Facebook, quase dois anos atrás.
  • A companhia aérea Delta Air Lines começou a vender passagens em um balcão virtual chamado Ticket Counter no Facebook.
  • A loja de videogames GameStop também lançou uma loja de grande sucesso no Facebook.

terça-feira, 10 de maio de 2011

A estratégia da loja Macy's no Facebook

Nos Estados Unidos, a rede de lojas de departamentos Macy's anunciou que as vendas de seus principais sites de comércio eletrônico, o www.macys.com e o www.bloomingdales.com, tiveram uma alta de 50,3% em comparação com o mesmo mês do ano passado, e 38,3% em comparação com o primeiro trimestre de 2010. Além de fatores como a recuperação da confiança do consumidor e a alta nos preços dos combustíveis, as estratégias de marketing da empresa no Facebook e outras redes sociais merecem destaque.
A página da Macy's no Facebook já recebeu 800.000 "curtir" em 2011, devido a uma série de iniciativas da empresa. A varejista tem agora um público de quase 1,8 milhão de usuários no site social.
Para o Dia das Mães, por exemplo, a Macy's lançou uma campanha de grande alcance chamada "Thank a Mom" ("agradeça a uma mãe"). O objetivo da campanha era levantar US$ 400.000 para cinco organizações de caridade conhecidas, como a America Heart Association e a Futures Without Violence, e enviar 80.000 cartões de felicitações para as mães no domingo. Os dois objetivos da campanha foram atingidos ainda na semana passada.
Um botão específico de um guia de presentes para o Dia das Mães foi colocado com destaque na página da Macy's. Ao clicar no botão, o usuário era levado para uma página da loja, criada especialmente para a ocasião.
Mas no final de 2010, a Macy's lançou sua maior campanha através do Facebook. Em 28 de dezembro, a varejista anunciou um programa de "makeover" de estilo, em parceria com o apresentador de TV Clinton Kelly, especializado em moda. O concurso chamado "Million Dollar Makeover" recebeu inscrições durante o mês de janeiro, adicionando milhares de "curtir" para a Macy's.
Os participantes tinham que "curtir" a loja, incluir um endereço de página pessoal, página do Facebook e página do YouTube. Depois de fazer upload de fotos e vídeos, os participantes tinham que detalhar seu estilo pessoal, com informações sobre o guarda-roupas, problemas com as peças atuais, sonhos profissionais, etc.
No final, oito participantes foram escolhidos para a final do programa em Nova York, para uma completa reforma no estilo e no guarda-roupa. Diante do sucesso estrondoso da campanha, uma segunda fase do "Million Dollar Makeover" foi lançado, e dois finalistas serão anunciados esta semana. Nas duas fases, o concurso ofereceu um prêmio de um milhão de dólares.
Além das iniciativas com o Facebook, a Macy's explora outra grande tendência da geração de consumidores digitais: a mobilidade. Em abril, a loja criou uma campanha unindo o Twitter, o site de localização Foursquare e o guia HopStop.com para atrair consumidores e turistas para o 37º festival anual de flores promovido pela Macy's.
A Macy's comprou espaços de publicidade nas páginas do HopStop em várias cidades dos EUA. A varejista ofereceu passeios guiados para os festivais temáticos "Tower of Flowers" em todas essas cidades. Cada cidade tinha sua própria especialidade ou variedade de flores. Por exemplo, na página de Washington, o destaque era a festa das cerejeiras em flor na capital do país. A loja usou a combinação Twitter-Foursquare ao longo do evento, incentivando os usuários a fotografar e postar imagens. A Macy's monitorou as "hashtags" e sorteou vales de presentes para os usuários.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Facebook entra no mercado de compras coletivas

Segundo nota na Folha de S. Paulo, o Facebook começou nesta terça-feira a oferecer a usuários de cinco cidades nos Estados Unidos cupons de desconto em vários tipos de serviços, desde degustação de vinhos a ingressos para shows, aumentando a rivalidade em um mercado que já era muito competitivo.
Os cupons de desconto, que usuários da rede social podem comprar diretamente no serviço, oferecem preços menores ou acesso a bens com disponibilidade limitada. O Facebook ficará com uma parcela do valor de cada transação, embora a companhia não tenha revelado a porcentagem.
Com o novo serviço, o Facebook se torna a última grande empresa da internet a estrear no mercado de compras coletivas, cujo pioneiro foi o Groupon há alguns anos. Na semana passada, o Google começou a fazer publicidade de um novo serviço de descontos chamado Offers para usuários de Portland, no Oregon, com planos de expandi-lo para São Francisco e Nova York, e a Amazon.com investiu 175 milhões de dólares na LivingSocial em dezembro.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Clube do Desconto passa a vender pelo Facebook

Segundo informa o AdNews, o Clube do Desconto lançou o primeiro F-Commerce do Brasil (Facebook commerce). Com este aplicativo, os usuários do Facebook que acompanham o Clube do Desconto pela rede social podem fazer suas compras sem sair dela.
O aplicativo funciona da seguinte forma: quando o usuário acessar a página do Clube do Desconto pelo Facebook, todas as ofertas válidas para aquele momento podem ser adquiridas através do próprio portal, sem que o usuário precise alternar a página para finalizar sua compra.
Atualmente, o grupo conta com mais de 110 mil fãs no Facebook e a expectativa com este novo aplicativo é dobrar o número de usuários em 30 dias. “Esta ação demonstra a tendência de pioneirismo da empresa. As redes sociais já são o principal canal de comunicação mundial e um dos principais meios de divulgação de ofertas. Desta forma, nada mais válido do que ter uma loja para os nossos consumidores 100% no Facebook, facilitando a compra para nossos usuários e ampliando nossa comunicação com eles”, comenta Sérgio Blacheriene, diretor de marketing do Clube do Desconto.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Lojas no Facebook podem movimentar até US$ 30 bilhões em 2015

Segundo o site E-commerce Brasil, a empresa de consultoria Booz & Company divulgou um estudo que revelou que as transações feitas a partir de produtos e serviços comercializados em lojas dentro do Facebook podem crescer 600% nos próximos quatro anos. Isso resultaria em uma receita de US$ 30 bilhões na rede social, o que representaria 4% de todo o faturamento do e-commerce previsto para os Estados Unidos em 2015.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Responder a uma crítica negativa é benéfico para varejista

Segundo o relatório Retail Consumer Report, da firma RightNow, os consumidores que têm uma experiência ruim no varejo não costumam voltar à loja ou site. A pesquisa, conduzida pela Harris Interactive, entrevistou 1605 consumidores adultos nos EUA em janeiro deste ano, perguntando sobre as compras do final de 2010. A conclusão mais destacada é que os consumidores usam cada vez mais as redes sociais para partilhar suas queixas e frustruções na experiência de compra.
Porém, o estudo indica que que os varejistas têm uma boa oportunidade de reverter a situação e transformar os consumidores descontentes em fãs das empresas, usando os mesmos canais na internet -- Facebook, Twitter e outros sites sociais.
O estudo mostra que 68% dos consumidores que postaram uma reclamação ou crítica negativa nas redes sociais depois de uma experiência ruim no varejo receberam uma resposta pessoal do varejista. Desse percentual, 18% se transformaram em clientes fiéis e voltaram a comprar na loja.
A pesquisa mostrou que, entre os consumidores que recebiam uma resposta do varejista em relação à reclamação, 33% mudavam de opinião e publicavam uma crítica positiva e 34% deletavam o comentário negativo original.
Mas os consumidores ainda tem baixa expectativa de que o varejista responda a uma reclamação feita nas redes sociais. Segundo a pesquisa, 61% dos consumidores ficariam surpresos se um varejista respondesse a um comentário ou crítica negativa nos sites sociais.
Quase um terço dos entrevistados disseram que pesquisam nas redes sociais em busca de opiniões e críticas sobre uma determinada loja, quando estão fazendo compras onine.
Se críticas negativas afastam os consumidores, as críticas positivas servem para aumentar as vendas. 21% dos consumidores recomendam lojas e sites para seus amigos, e 13% postaram comentários positivos sobre as compras de fim de ano.
A firma RightNow disponibilizou o estudo Customer Experience Impact Report 2010, que pode ser baixado de graça (em inglês) aqui.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Jovens não querem ser "amigos" de marcas no Facebook

Segundo nota da Brandweek, um novo estudo joga água fria na pretensão das empresas de conquistar o público jovem através das mídias sociais. Uma pesquisa da Forrester Research mostra que apenas 6% dos jovens entre 12 e 17 anos mostram interesse em adicionar uma marca ou empresa como "amiga" no Facebook -- apesar dessa faixa etária representar metade dos usuários do site.
Na faixa entre 18 e 24 anos, o percentual dobra -- são 12% os interessados em ser amigos de marcas. Mas a vasta maioria dos jovens não mostra interesse em incluir as marcas entre seus amigos.
Para piorar, os jovens não apenas mostram pouco interesse em ser amigos das marcas nos sites sociais -- eles querem que as marcas sumam desses sites. Quase a metade dos usuários entre 12 e 17 anos acham que as marcas não deveriam ter presença alguma nesses sites. A pesquisa entrevistou 4.681 jovens americanos entre 12 e 17 anos.
Para ver a pesquisa completa (PDF em inglês) clique aqui.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Amazon cria "vitrine" no Facebook

De modo relativamente discreto, a mega-loja online Amazon.com criou um canal de vendas na maior rede social do mundo, o Facebook. Desde a semana passada, a Amazon passou a vender fraldas Pampers da fabricante Procter & Gamble em uma página no Facebook. A página da Pampers no Facebook agora tem um link "compre agora" -- se o usuário quiser comprar fraldas, basta clicar e usar sua conta registrada na Amazon.
Pode parecer mais uma ação comum no mundo online, mas na verdade é um passo muito significativo na integração entre dois dos endereços mais populares na internet.  Na opinião de vários analistas do setor, essa parceria define o horizonte estratégico do varejo eletrônico nos próximos anos, e abre caminho para várias iniciativas similares.
Segundo Colin Sebastian, analista de varejo da empresa financeira Lazard, essa associação entre a Amazon e o Facebook é a ponta de lança para uma grande fonte de faturamento para a rede social.
Inicialmente, o Facebook não está ganhando percentagens nem da Amazon nem da Procter & Gamble. Mas Sebastian observa que o Facebook também teve paciência com a empresa de jogos online Zynga, criadora de jogos mundialmente populares como Farmville e Mafia Wars. Depois de anos sem cobrar, o Facebook criou um acordo com a Zynga para ganhar uma parte do rendimento dos jogos.
O mesmo deve ocorrer nesta tendência do e-commerce, e não apenas no Facebook. Como os sites sociais se tornaram a maiores estrelas da web atual, aumenta o número de varejistas e fabricantes que buscam vender seus produtos através de parcerias com essas redes. O Facebook e seus concorrentes estão muito bem posicionados para ganhar com as vendas realizadas em suas páginas, que tem o potencial de atingir dezenas, ou centenas de milhões de usuários. Além disso, o Facebook ganha com o aumento em anúncios e campanhas de marketing criadas especificamente para seu espaço.
Na verdade, os sites sociais estão faturando com uma variedade crescente de opções. Como líder absoluto nessa categoria, o Facebook dá alguns exemplos interessantes de ações comerciais:
* Search ads -- os cliques no botão "curtir"  do Facebook criam uma hierarquia de sites, que é similar (e concorrente) ao Pagerank do Google.
* Créditos do Facebook em jogos -- graças a jogos muito populares como o Farmville da Zynga, esses créditos podem representar até um terço do faturamento do Facebook em 2010.
* Pagamentos de sites de -e-commerce através do Facebook -- se o cartão de crédito do usuário estiver cadastrado, ele pode pagar através do Facebook, sem precisar passar pelo processo de checkout da loja online.
* Cupons e promoções locais -- o Facebook acaba de lançar uma função de "check-in" chamada "Places". A empresa de compras sociais Groupon (que tem filiais até no Brasil) usa essa função para indicar que comerciantes locais dão descontos e cupons quando há um número suficiente de interessados.
* Publicidade de marcas -- as grandes marcas gostam do Facebook porque ele atrai um grande número de usuários para suas páginas. Se um usuário "curtir" uma campanha, ela pode se espalhar automaticamente para toda a lista de amigos desse usuário, com muitos resultados positivos.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Amazon cria canal de vendas no Facebook

Reporta Eric Engleman, no TechFlash, que a Amazon.com deu um passo significativo no chamado "social commerce", que é o uso de redes sociais como canal de vendas. Desde julho, o site de e-commerce criou uma ponte entre as contas de seus usuários com o Facebook, para gerar recomendações de presentes para seus amigos no site social.
A Amazon está criando "vitrines" específicas de produtos no Facebook. A primeira ação deste tipo é para as fraldas Pampers, da Procter & Gamble. Os usuários do Facebook podem ter descontos na compras de fraldas da marca, e de outros produtos da empresa.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Privalia usa Facebook para vender na internet

Segundo nota do Meio & Mensagem, a Privalia, clube de compras online, aproveita a crescente popularidade do Facebook no Brasil (quase 6 milhões de usuários) para lançar a Fan Shop, voltada exclusivamente para fãs (fan page, ferramenta de adesão no Facebook a alguma personalidade, marca ou iniciativa), que podem comprar antecipadamente produtos de marcas premium - como Adidas, Umbro, Puma, M.Officer, Iódice, Lewis, Polo Ralph Lauren, Valisère - com até 70% de desconto. "São ofertas relevantes para os sócios, em períodos curtos (duram quatro dias). Essas ofertas são feitas, no máximo, três vezes por ano com cada marca", explica o CEO da Privalia, André Shinohara. A loja virtual da Privalia inaugura o que a empresa chama de "social shopping", na qual o usuário tanto compra quanto interage com os demais fãs. A Privalia tem 1,5 milhão de sócios cadastrados e registrou expansão de 1.500% nos primeiros seis meses deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Com a criação da Fan Shop, a empresa pretende elevar as vendas em 30% até o final deste ano.
A empresa foi fundada há quatro anos na Espanha e vende diversas categorias de produtos - roupas, acessórios, utilidade domésticas , relógios, joias e objetos de decoração com até 90% de desconto para usuários cadastrados (agora, tanto no portal da loja virtual quanto na Fan Shop). A Privalia opera na Espanha, Brasil, Itália e México.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Aplicativo monitora buzz de marcas e produtos no Facebook

Segundo nota do IDG Now, a empresa de relacionamento em redes sociais E.Life lançou um aplicativo que permite acompanhar o boca-a-boca digital (buzz) sobre marcas, produtos e serviços no Facebook.Chamado de  FacebookSearch e criado pela própria companhia, o recurso é destinado principalmente a empresas, jornalistas, profissionais de marketing e publicitários, que podem monitorar marcas, produtos e serviços até 40 posts diários.
O FacebookSearch é válido para o Brasil Brasil, Alemanha, Espanha, França, Itália, Portugal e Reino Unido. A consulta ao FacebookSearch é feita por meio do endereço http://facebooksearch.eu/. Basta escrever a expressão  que se deseja  pesquisar, dizer qual o país e aguardar o resultado.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Rede Kohl's conquista 720.000 fãs no Facebook

Reporta Doris Hajewski, no Journal Sentinel de Milwaukee, que a rede de varejo Kohl's conquistou um grande fã-clube no site de relacionamentos Facebook. Isso porque o varejista descobriu como atrair o interesse de seus consumidores: oferecendo promoções e entregas gratuitas de compras.
Com essa isca atraente, a rede conquistou mais de 720.000 fãs em sua página no site.
A Kohl's aparece em terceiro lugar em número de fãs entre os varejistas dos EUA, só perdendo para a rede de cafés Starbucks (que reina soberana com 4,6 milhões de fãs no Facebook) e a Best Buy (com 843.000 fãs).
Segundo a vice-presidente de relações públicas da Kohl's, a página no Facebook criou um espaço onde os consumidores podem interagir, trocar experiências e aproveitar as promoções da rede.
A empresa mantém uma equipe específica no departamento de marketing para monitorar a página no Facebook e responder aos clientes. Em alguns casos, a equipe atende ou encaminha reclamações.