Segundo nota do AD News, para tentar ampliar as receitas junto ao mercado de varejo on-line, o Google está comercializando um produto especial de busca. O produto foi anunciado na última quarta-feira com o nome de Google Commerce Search, colocado à venda pelo valor inicial de US$ 50 mil por ano. A experiência do Google como buscador atribui ao site de varejo uma qualidade especial: a capacidade do consumidor para localizar os produtos e serviços. Para isso, o buscador quer usar um canal de dados para os catálogos de cada grupo de varejo.
"Os varejistas me convenceram de que existia a necessidade de um produto desse tipo,", disse Nitin Mangtani (gerente de produtos de busca para empresas do Google) para a Reuters. “O desempenho lento de buscas em sites de varejo poderia enviar os usuários a outros sites, prejudicando os índices de conversão de uma loja” - acrescenta.
Mostrando postagens com marcador varejo eletrônico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador varejo eletrônico. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Evento debate varejo na era multicanal
Reporta Paula Ganem, no M&M Online, que começou nesta terça-feira, 22, em São Paulo o 12º Fórum de Varejo da América Latina, realizado pela Gouvêa de Souza. O encontro foi aberto pelo economista-chefe da consultoria Deloitte Research, Carl Steidtmann, que fez uma análise do mundo pós-crise e destacou o comportamento do Brasil durante os últimos 12 meses. Ele lembrou que, nos Estados Unidos, os consumidores gastaram muito nos últimos 15 anos e que em algum momento isso tinha de parar. "O resto do mundo, que dependia do consumo americano, precisa achar outra forma de crescer. E a resposta para essa questão é o consumo interno, o qual no Brasil foi estimulado", afirmou.
Steidtmann também ressaltou que a explosão mundial da classe média tem impacto direto sobre o varejo. "E essas pessoas compram não só produtos de consumo como tecnologia", lembrou. Isso exige das empresas habilidade para apresentar uma comunicação cada vez mais interativa com o consumidor, que começa a falar com a marca muito antes de chegar à loja - ou que interage com ela exclusivamente via web.
Steidtmann também ressaltou que a explosão mundial da classe média tem impacto direto sobre o varejo. "E essas pessoas compram não só produtos de consumo como tecnologia", lembrou. Isso exige das empresas habilidade para apresentar uma comunicação cada vez mais interativa com o consumidor, que começa a falar com a marca muito antes de chegar à loja - ou que interage com ela exclusivamente via web.
Marcadores:
hábitos de consumo,
varejo eletrônico
domingo, 21 de junho de 2009
Amazon.com ameaça interromper negócios devido a impostos
Reporta Geoffrey A. Fowler, no Wall Street Journal, que a varejista online Amazon.com ameaçou romper relações comerciais com parceiros em estados dos EUA onde há riscos de impostos sobre o comércio eletrônico. A crise financeira dos Estados Unidos tem levado muitos estados a considerar a criação de taxas sobre o varejo online. O estado da Carolina do Norte, por exemplo, está prestes a aprovar um projeto de lei que criaria um imposto de 4,5% sobre as vendas via internet no território do estado. A Amazon.com, sediada no estado de Washington, informou seus parceiros na Carolina do Norte que interromperia seus negócios no estado a partir de julho, se o projeto de lei for aprovado.
Outros estados, como a Califórnia e o Havaí, estão avaliando projetos similares. Em Nova York, o imposto sobre o comércio eletrônico foi aprovado pelo Legislativo no ano passado -- a Amazon contestou a constitucionalidade da lei em tribunal, mas perdeu a causa.
Outros estados, como a Califórnia e o Havaí, estão avaliando projetos similares. Em Nova York, o imposto sobre o comércio eletrônico foi aprovado pelo Legislativo no ano passado -- a Amazon contestou a constitucionalidade da lei em tribunal, mas perdeu a causa.
Marcadores:
e-commerce,
política econômica,
varejo eletrônico
quinta-feira, 19 de março de 2009
Bancos querem plataforma única de pagamentos via celular

Informam Claudiney Santos e Samuel Possebon, no TELETIME News, que 130 bancos brasileiros associados à Febraban decidiram formar um consórcio para explorar o setor de pagamentos e transferências financeiras por celular. A idéia é lançar a plataforma unificada até o final de 2010, com as bases de dados de todos os bancos integradas em uma clearing house, como é hoje o mercado de transferência eletrônicas interbancárias (TED), ou da portabilidade, no caso do celular.
Depois de seguir uma série de etapas técnicas, os bancos pretendem abordar as operadoras de telefonia com um modelo bastante formatado e tecnicamente resolvido. Há a consciência de que, sem uma participação efetiva dos operadores de celular estimulando o uso do celular para transações financeiras, o projeto tem grande risco de empacar, como aconteceu com o projeto Mobipay, executado pelos bancos da Espanha.
Para dar certo, o ideal será uma modelo que integre bancos, operadores de telefonia e varejistas, de modo que todos ganhem ao prestar um bom serviço aos clientes.
Marcadores:
tecnologia,
tendências,
varejo eletrônico
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Wal-Mart anuncia entrada no mercado on-line do Brasil
Segundo nota da Folha Online, a rede de varejo Wal-Mart informou na quinta-feira (17) que pretende entrar no mercado de comércio eletrônico no Brasil ainda este ano, com um investimento de R$ 1,2 bilhões. O objetivo é aproveitar o aumento da demanda por esse tipo de serviço no Brasil. O investimento no Brasil é parte da estratégia de expandir as operações internacionais, como complemento aos negócios nos Estados Unidos, onde o crescimento está desacelerando à medida que a rede está saturada em muitos mercados. No Brasil, as vendas do Wal-Mart cresceram em um ritmo duas vezes mais rápido dos que nos Estados Unidos, atingindo US$ 15 bilhões em 2007.
Marcadores:
internet,
tecnologia,
varejo eletrônico
Assinar:
Postagens (Atom)