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terça-feira, 23 de janeiro de 2024

 As pequenas empresas tornam o investimento em tecnologia uma prioridade para 2024

small business tech


Informa a Digit News que empresas de varejo estão buscando a tecnologia para melhorar a experiência do cliente em 2024, segundo uma nova pesquisa.

Como parte dos seus planos para melhorar a experiência do cliente e impulsionar o crescimento dos negócios, as pequenas empresas no Reino Unido planejam investir em novas tecnologias, de acordo com uma nova pesquisa da American Express.

A pesquisa concentrou-se em empresas independentes e de hotelaria em todo o Reino Unido, que concluiu que os gastos em novas tecnologias estavam no topo da lista de prioridades para 2024 (30%).

Pouco mais de um quarto (26%) planeja aumentar as atividades de vendas e marketing, enquanto uma quantidade semelhante (24%) disse que iria reforçar as suas capacidades de vendas online à medida que procuram estimular gastos adicionais dos consumidores.

No geral, mais de um quarto dos entrevistados (28%) disseram que atrair novos clientes é um desafio.

Além disso, a pesquisa destacou que pouco mais de um terço (34%) aumentará o foco na experiência do cliente em 2024, com o objetivo de fidelizar e aumentar ainda mais as vendas.

Os gastos com tecnologia podem desempenhar um papel importante para alcançar este objetivo, com mais de dois quintos (43%) dos varejistas indicando que reforçaram a tecnologia do seu negócio antes do pico do período de festas, num esforço para melhorar a experiência do cliente.

Pesquisas anteriores mostraram que as pequenas empresas estão notavelmente otimistas quanto às suas perspectivas de crescimento em 2024, com quase nove em cada 10 (89%) esperando crescimento nos próximos doze meses e 93% confiantes sobre o futuro dos seus negócios.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Programa "Ver TV" discute a "quinta tela" e seu impacto sobre o consumo e varejo

O programa Ver TV da TV Brasil, apresentado por Laurindo Leal Filho, debateu a explosão das TVs "out-of-home", que se multiplicam em ônibus, trens, metrôs, barcas, lojas, etc. Sistemas que competem por atenção com outras telas nas mãos das pessoas (celulares e tablets), e criam mais difusão de mensagens comerciais.
Veja o vídeo do programa:


Veja o site do programa aqui.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Reporta Keila Guimarães, no Propmark, que as marcas estão cada vez mais adotando o marketing de performance na internet, estratégia que lhes permite calcular com precisão o retorno sobre investimentos (ROI) das ações. A prática é bastante utilizada pelo varejo, que basicamente busca na estratégia aumentar sua rentabilidade com maior número de vendas.
No marketing de performance, o anunciante só paga quando alcança resultados efetivos. “É uma estratégia indispensável para qualquer empresa que busca baixos custos sem perder a agressividade necessária”, afirma Cantão. Ferramentas como links patrocinados e comparativos de preços são exemplos de como investir no online com baixo risco operacional. As compras coletivas também têm sido adotadas: só no ano passado, o comércio com essa modalidade movimentou R$ 1,6 bilhão, segundo o último levantamento do e-bit, divulgado em março. Os anunciantes que participam da promoção de vendas só compensam o clube de compras quando os cupons são pagos.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Código de barras entra na "fase expressionista"

Segundo informa Sarah Nassauer, no Wall Street Journal, os códigos de barras presentes em todos os produtos estão passando por uma revolução visual. Muitas marcas estão buscando integrar os velhos códigos de identificação à identidade visual de seus produtos, com ideias interessantes nas embalagens.
A tendência é mais popular entre marcas menores, mas grande fabricantes como a Nestlé estão entrando na onda de códigos de barras customizados.
A moda abriu o mercado para um número crescente de empresas de design, que criam códigos de barras que parecem pequenas obras de arte. Algumas empresas usam departamentos internos de design para criar novos desenhos.
Alguns buscam a elegância, outros o humor e a ironia. A tendência teve origem no Japão, e está se espalhando rapidamente pelos EUA e Europa.
A tecnologia entrou em uso generalizado no começo dos anos 70, e é notável que tenha demorado tanto para as marcas pensarem em personalizar um elemento que faz parte de qualquer embalagem atualmente.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Starbucks lança campanha com Lady Gaga, Facebook, Twitter e Foursquare

Reporta Bruce Horovitz, no USA TODAY, que a rede de cafeterias Starbucks anunciou uma promoção com a maior celebridade pop da atualidade, Lady Gaga. A campanha vai começar no início de junho, para aproveitar o começo da temporada de verão nos EUA.
A Starbucks está investindo pesadamente nos interesses de seu público jovem, que não é uma audiência de fácil acesso. Para a cantora Lady Gaga, o acordo é uma ótima promoção de sua imagem para uma multidão de fãs que frequentam as lojas da Starbucks.
Lady Gaga tem 32 milhões de fãs no Facebook e 10 milhões de seguidores no Twitter. A popstar faturou cerca de 90 milhões em 2010, segundo estimativa da revista Forbes.
A associação entre Starbucks e Lady Gaga é a suprema consagração em termos de marketing moderno nos EUA.
A partir da próxima semana, a campanha vai promover uma caça ao tesouro temática em torno da cantora, integrando o site da Starbucks, o site de geolocalização Foursquare e perfis no Facebook e Twitter. Os fãs poderão seguir pistas que leverão a prêmios -- o maior prêmio será um acesso VIP ao show da cantora na turnê de 2012.
A integração é sincronizada com o lançamento oficial do novo CD de Lady Gaga, "Born This Way", em 23 de maio. Nessa data, os clientes da Starbucks nos EUA poderão ouvir o álbum inteiro em streaming e baixar a canção "Edge of Glory", além de assistir um vídeo exclusivo no site Starbucks Digital Network.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Varejo usa cada vez mais o Facebook nas vendas online

Reporta Bruce Horovitz,  no USA TODAY, que grandes varejistas mundiais estão abandonando o modelo tradicional de e-commerce em seus próprios sites e criando campanhas e estratégias de marketing focalizadas no maior ponto de encontro atual da internet: a rede social Facebook.
Um número cada vez maior de internautas mantém o site do Facebook permanentemente aberto, atento a atualizações minuto a minuto. Essa constatação tem levado varejistas como Express, J.C. Penney e Delta Air Lines a modificar todas sua estratégia de vendas via internet, transferindo as ações de vendas dos sites próprios para páginas criadas dentro do Facebook.
Segundo alguns analistas do setor, o modelo de compras através de um website da própria loja pode ficar ultrapassada em pouco tempo. Em vez disso, as lojas vão se mudar em massa para o Facebook, para facilitar o contato com seus clientes e potenciais consumidores. Os números justificam a estratégia: o Facebook já supera a marca de 500 milhões de usuários, e estima-se que 250 milhões deles checam o site diariamente. Cada usuário tem em média 130 amigos. A cada mês, os usuários passam 700 bilhões de minutos no Facebook.
Os executivos do Facebook alertam que é essencial que os varejistas criem páginas na rede social que sejam mais amigáveis que os sites de e-commerce. Segundo David Fisch, diretor de parcerias comerciais do Facebook, os varejistas que criarem experiências de compras com grande envolvimento social (isto é, incluindo o usuário e sua comunidade de amigos) terão maior chance de sucesso.
  • A rede de lojas de roupas Express iniciou há poucas semanas uma campanha no Facebook que oferece a linha completa da marca. A página da Express na rede social inclui um aplicativo que informa em tempo real se um determinado item está em estoque.
  • Outra rede de vestuário, a J.C. Penney, lançou um aplicativo no Facebook no final do ano passado. A empresa busca oferecer uma "experiência completa de compras", sem que o usuário precise sair do Facebook, disse uma porta-voz da empresa.
  • A floricultura online 1-800-Flowers foi uma das primeiras empresas de varejo a abrir uma loja no Facebook, quase dois anos atrás.
  • A companhia aérea Delta Air Lines começou a vender passagens em um balcão virtual chamado Ticket Counter no Facebook.
  • A loja de videogames GameStop também lançou uma loja de grande sucesso no Facebook.

terça-feira, 10 de maio de 2011

A estratégia da loja Macy's no Facebook

Nos Estados Unidos, a rede de lojas de departamentos Macy's anunciou que as vendas de seus principais sites de comércio eletrônico, o www.macys.com e o www.bloomingdales.com, tiveram uma alta de 50,3% em comparação com o mesmo mês do ano passado, e 38,3% em comparação com o primeiro trimestre de 2010. Além de fatores como a recuperação da confiança do consumidor e a alta nos preços dos combustíveis, as estratégias de marketing da empresa no Facebook e outras redes sociais merecem destaque.
A página da Macy's no Facebook já recebeu 800.000 "curtir" em 2011, devido a uma série de iniciativas da empresa. A varejista tem agora um público de quase 1,8 milhão de usuários no site social.
Para o Dia das Mães, por exemplo, a Macy's lançou uma campanha de grande alcance chamada "Thank a Mom" ("agradeça a uma mãe"). O objetivo da campanha era levantar US$ 400.000 para cinco organizações de caridade conhecidas, como a America Heart Association e a Futures Without Violence, e enviar 80.000 cartões de felicitações para as mães no domingo. Os dois objetivos da campanha foram atingidos ainda na semana passada.
Um botão específico de um guia de presentes para o Dia das Mães foi colocado com destaque na página da Macy's. Ao clicar no botão, o usuário era levado para uma página da loja, criada especialmente para a ocasião.
Mas no final de 2010, a Macy's lançou sua maior campanha através do Facebook. Em 28 de dezembro, a varejista anunciou um programa de "makeover" de estilo, em parceria com o apresentador de TV Clinton Kelly, especializado em moda. O concurso chamado "Million Dollar Makeover" recebeu inscrições durante o mês de janeiro, adicionando milhares de "curtir" para a Macy's.
Os participantes tinham que "curtir" a loja, incluir um endereço de página pessoal, página do Facebook e página do YouTube. Depois de fazer upload de fotos e vídeos, os participantes tinham que detalhar seu estilo pessoal, com informações sobre o guarda-roupas, problemas com as peças atuais, sonhos profissionais, etc.
No final, oito participantes foram escolhidos para a final do programa em Nova York, para uma completa reforma no estilo e no guarda-roupa. Diante do sucesso estrondoso da campanha, uma segunda fase do "Million Dollar Makeover" foi lançado, e dois finalistas serão anunciados esta semana. Nas duas fases, o concurso ofereceu um prêmio de um milhão de dólares.
Além das iniciativas com o Facebook, a Macy's explora outra grande tendência da geração de consumidores digitais: a mobilidade. Em abril, a loja criou uma campanha unindo o Twitter, o site de localização Foursquare e o guia HopStop.com para atrair consumidores e turistas para o 37º festival anual de flores promovido pela Macy's.
A Macy's comprou espaços de publicidade nas páginas do HopStop em várias cidades dos EUA. A varejista ofereceu passeios guiados para os festivais temáticos "Tower of Flowers" em todas essas cidades. Cada cidade tinha sua própria especialidade ou variedade de flores. Por exemplo, na página de Washington, o destaque era a festa das cerejeiras em flor na capital do país. A loja usou a combinação Twitter-Foursquare ao longo do evento, incentivando os usuários a fotografar e postar imagens. A Macy's monitorou as "hashtags" e sorteou vales de presentes para os usuários.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

McDonald’s dará cafés de graça

Segundo nota do Meio&Mensagem, por um período de duas semanas, os clientes que passarem pelas unidades do McDonald’s que oferece itens de café da manhã poderão experimentar os sabores da linha premium sem pagar nada por isso. Em uma diferente iniciativa de marketing, a Arcos Dourados – empresa que administra a marca McDonald’s no Brasil – decidiu oferecer os produtos gratuitamente com o objetivo de atrair um maior número de clientes as lojas e de fazer com que o público se interesse mais pelos itens de café da manhã.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Varejo testa novas tecnologias nas lojas

As empresas de varejo dos EUA estão se aliando a agências de publicidade e fabricantes para testar novas tecnologias de marketing no espaço das lojas. Alguns projetos são tão futuristas que lembram filme de ficção científica como "Minoritty Report" e "Filhos do Amanhã".
As iniciativas são lideradas pelo Media Lab do conglomerado publicitário Interpublic Group of Cos, localizado em Los Angeles. Em parceria com os varejistas, as agências estão testando várias tecnologias digitais para atrair a atenção dos consumidores no ambiente de compras: espelhos interativos nos provadores de roupas, quiosques com vendedores virtuais personalizados e carrinhos de compras que oferecem informações e descontos personalizados.
O Media Lab do Interpublic Group busca meios inovadores de diálogo entre as marcas e os consumidores, tentando entender o que motiva os consumidores na hora da compra. Os experimentos podem fornecer informações críticas para o planejamento estratégico das marcas no espaço das lojas.
A iniciativa está sendo bem recebida pelo setor nos Estados Unidos, em um momento em que as vendas estão mornas, e os consumidores estão preferindo comprar pela internet. Segundo um estudo do IGP Media Lab feito em 10.000 lojas na América do Norte, a satisfação do consumidor nas lojas tradicionais está caindo 15% ao ano.
O comércio pela internet dá aos consumidores um grande volume de informações para auxiliar nas compras. E os consumidores querem cada vez mais dados, informações detalhadas sobre os produtos, resenhas e críticas de outros consumidores, receitas, dados nutricionais, e muito mais.
Segundo John Ross, presidente da Shopper Sciences, da unidade Mediabrands da Interpublic, o papel das lojas tradicionais está mudando na mente dos consumidores. Ross, que já foi chefe de marketing da rede Home Depot, diz que hoje os consumidores entram nas lojas com uma nova mentalidade, um novo conjunto de expectativas.
Algumas redes já iniciaram testes com algumas tecnologias -- para grandes redes, o problema é o custo da implementação em larga escala. A loja de roupas J.C. Penney está testando o sistema "FindMore" em alguma lojas: do tamanho de um batente de porta, o equipamento inclui uma tela touch-screen de 52 polegadas, onde o consumidor pode ver todo o catálogo de produtos da loja. Os consumidores podem ainda enviar dados e imagens sobre um produto para si mesmos ou para amigos, e escanear um código de barras para saber mais sobre um produto, incluindo resenhas e recomendações de outros consumidores.
A rede de supermercados Stop & Shop está testando scanners de mão em 289 lojas. Com o aparelho, os clientes podem obter descontos personalizados durante as compras. As ofertas do sistema são baseadas em fatores como o histórico de compras anteriores e também as compras daquele momento (se o cliente comprou um pacote de macarrão, ele pode ter desconto na compra do molho ou de outros ingredientes para um prato).
Mas o laboratório de varejo do Interpublic vai além desses modelos. Entre as novas tecnologias em teste está um sistema que transforma a vitrine da loja em uma tela touch-screen gigante. Em vez de olhar para um manequim estático, o consumidor pode interagir com a tela para testar roupas em um avatar com um corpo e rosto iguais ao seu.
Outro aparelho é um espelho que permite que o cliente escaneie uma roupa e projete a imagem sobre uma foto de seu corpo antes de testá-la no provador.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Omo usa GPS em campanha

Na contramão das promoções tradicionais, onde o consumidor deve preencher cupons ou fazer ligações telefônicas para participar, o sabão em pó Omo está usando a tecnologia do GPS para atingir os consumidores e premiá-los em suas casas. A promoção, chamada "Experimente Algo Novo com Omo", escondeu equipamentos de GPS em 50 caixas de Omo espalhadas pelo Brasil. O GPS é ativado quando a caixa do sabão é removida da prateleira do mercado, enviando um sinal para a agência de publicidade (Bullet) que o produto foi comprado. Depois disso, equipes nas 35 cidades participantes usarão sensores para encontrar as caixas premiadas nas residências, e promoverão uma ação na casa do consumidor, com grande exposição de mídia. Os sorteados ganharão câmeras de vídeo digital e viagens pagas pela Unilever, fabricante do Omo. Se a caixa sorteada estiver em uma "área perigosa" (favela ou periferia de grande cidade), a caixa do produto poderá emitir um alerta sonoro, convidando o consumidor a seguir as instruções na embalagem. A Unilever pretende usar os vídeos com as premiações em suas campanhas de TV.
Veja abaixo um vídeo explicando a campanha:

terça-feira, 20 de julho de 2010

Redes de varejo reinventam o velho catálogo

Por muito tempo, lojas de departamento e grandes magazines se valeram dos catálogos de produtos para estimular vendas. Grossos volumes de papel brilhante, com muitas fotos coloridas, chegavam pelo correio nas casas de milhões de consumidores. Mas essa época passou, e muita coisa mudou. A recente crise econômica forçou a maioria das grandes de varejo a fazer cortes. Além do aumento dos custos de impressão e postagem,  a crescente preocupação ambiental dos consumidores fez com que os sites das lojas assumissem o papel dos antigos catálogos.
Mas essa forma de divulgação de produtos não morreu, e volta agora com nova cara e novas estratégias. Depois de uma pausa de sete anos, a marca de roupas Abercrombie & Fitch relançou seu catálogo A&F Quarterly, famoso por imagens sensuais e polêmicas.
Além da Abercrombie & Fitch, grandes redes como J.C. Penney, Sears e Barneys estão voltando a investir em catálogos.  São publicações renovadas, voltadas principalmente para o público jovem, e que buscam conexões inovadoras com o mundo digital e novas tecnologias. A rede Barneys, por exemplo, está lançando um catálogo totalmente em 3D.
A nova versão do catálogo A&F Quarterly faz parte de uma estratégia de divulgação da marca que envolve quiosques eletrônicos nas lojas, o site da marca, Twitter e Facebook. A volta do catálogo trimestral ocorre em um momento de baixas vendas na rede. A publicação do catálogo havia sido interrompida em 2003, e a publicação foi alvo de muitas críticas e até boicotes por incluir fotos de modelos quase nus em seus encartes e muitas reportagens sobre sexo.
Já a Sears, que por décadas editou um dos mais famosos catálogos de varejo do mundo, recriou seus catálogos temáticos na web, usando uma tecnologia de páginas virtuais muito elogiada. No site, é possível folhear as páginas, com botões para ampliar e ver detalhes. Clique para ver um exemplo de catálogo interativo da Sears.
A marca de relógios e acessórios Fossil também usa uma combinação de catálogo impresso e website para divulgar seus produtos, criando uma publicação que lembra uma revista para adolescentes.
A J.C. Penney também reformulou seu conceito de catálogo. Segundo uma porta-voz da empresa, as lojas se tornaram mais digitais, e os catálogos genéricos foram trocados por publicações mais segmentadas. A loja agora envia pequenas tiragens de publicações como o "The Little Red Book", que exibe looks completos de vestuário feminino, dos pés à cabeça. Esses novos catálogos segmentados dialogam diretamente com o site da marca, onde os consumidores podem encontrar mais informações, incluindo guias interativos para combinar peças de roupas e vídeos.
Falando em vídeos, a J.C. Penney está usando a seu favor uma tendência que surgiu no YouTube e outros sites de vídeos online: os chamados "hauls", vídeos amadores feitos por adolescentes mostrando "achados" em lojas populares. Esses vídeos foram criados para as adolescentes mostrarem para amigas as roupas e acessórios interessantes que garimparam em lojas como a J.C. Penney. Agora a rede vai usar esses vídeos como parte de suas estratégia de vendas para o período de volta às aulas. Os vídeos vão entrar online no site jcp.com/teen.
A Penney não está sozinha nessa tendência de encampar vídeos amadores. Outras redes voltadas para consumidores jovens, como a Forever 21 e a American Eagle estão explorando o uso de "hauls" para faturar com a temporada de volta às aulas, que representa US$ 50 bilhões em compras nos EUA.
Veja um exemplo de "haul" no vídeo abaixo:

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Máquina dá sorvete de graça para quem sorrir

A Unilever e a agência SapientNitro criaram um conceito muito interessante de vending machine: uma máquina de sorvetes que é ativada pelo sorriso do consumidor.
Quando sensores de movimento detectam a presença de alguém, a máquina convida a pessoa a se aproximar e interagir. Usando uma sofisticada tecnologia de reconhecimento facil, a máquina é capaz de identificiar gênero, idade e emoção da pessoa, e medir o sorriso usando um "sorrisômetro". Se a pessoa estiver muito sorridente, a máquina dá um sorvete de graça.
Os usuários podem fazer upload da foto sorridente para o Facebook, onde a Unilever mantém a página da campanha "Share Happy" (algo como "compartilhe sua alegria").
O site da SapientNitro tem um vídeo explicando o funcionamento da máquina. O aparelho deve ser instalado em vários pontos do mundo nos próximos 18 meses.
A campanha (e a máquina) foram destaques do Festival de Publicidade de Cannes. Veja abaixo o vídeo da máquina no Cannes Lions 2010:

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Tecnologia móvel cria novo consumidor para o varejo

A explosão de novas tecnologias na nova geração de telefones móveis está transformando o consumidor do varejo em mercados como os EUA, a Europa e partes da Ásia. A conclusão é do estudo RIS/Gartner 2010 Retail Tech Trends Study, que avalia as novas tendências de consumo relacionadas com smartphones e outros aparelhos móveis.
Segundo Jeff Roster, analista da Gartner, o setor de tecnologias móveis está em transformação e evolução muito aceleradas. A combinação dessas tecnologias com o uso mais frequente de redes sociais nas decisões de compras (na forma de conselhos, indicações, índices, etc.) é crucial para determinar estratégias para o varejo. A resposta dos varejistas a essas transformações deve determinar as regras do futuro próximo, disse Roster.
De acordo com Joe Skorupa, da Retail Information Systems, o problema é que existe uma quantidade enorme de dados para os varejistas processarem. Skorupa menciona uma pesquisa recente da agência de marketing Merkle, que continha interessantes dados demográficos sobre os usuários de smartphones:
*  Entre os usuários, os homens são mais numerosos que as mulheres (53% a 47%), devido ao fato de que três vezes mais homens usam os celulares para trabalhar.
* 70% dos usuários de smartphones têm entre 18 e 29 anos de idade, e a maioria usa os aparelhos para enviar e receber mensagens de texto. Mas o número de "texters" cai com a idade.
* 44% dos usuários de celulares com conexão à internet checam e-mail regularmente em seus aparelhos. Na verdade, esses usuários gastam no celular um quinto do tempo total dedicado à leitura de emails. Nessa categoria, a idade mais frequente é em torno de 30 anos.
* 26% dos usuários que enviam SMS recebem mensagens com opt-in de empresas. A média é de 3,2 empresas por usuário.
* A maior penetração dos aparelhos com conexão à internet não ocorre entre adolescentes, mas entre os usuários na casa dos 30 anos.
Esses dados já seriam um bom ponto de partida para que varejistas pudessem traçar algumas estratégias de marketing. Mas Skorupa alerta que não há tempo a perder, porque as transformações são muito velozes. Tanto que dados com mais de seis meses já são considerados como ultrapassados por muitas firmas de pesquisa e estratégia.
Pagamentos via celular
Uma das tecnologias mais promissoras possibilitadas pela nova geração de telefones móveis é o pagamento automático, que substitui dinheiro e cartões de débito e crédito. Chamada NFC (Near Field Communications, ou Comunicações de Curto Alcance), essa tecnologia permite transações financeiras no espaço da loja, bastando aproximar o celular de um equipamento de leitura. Estima-se que esse tipo de pagamento movimentará US$ 630 bilhões globalmente até 2014, em comparação com US$ 170 bilhões este ano. A previsão é de um estudo da Juniper Research, que aponta uma curva de adoção acelerada de smartphones pelos consumidores e o lançamento de novos aplicativos ("apps") criados especialmente para lojas.
Segundo a Juniper, os mercados em desenvolvimento devem ter a maior expansão mundial desse tipo de pagamento, com crescimento na casa dos 30% ao ano. As três principais regiões de uso dos pagamentos móveis (Extremo Oriente e China, Europa e América do Norte) vão representar quase 70% do total das transações até 2014.
Em vários mercados, os varejistas estão formando alianças com fabricantes, distribuidores, desenvolvedores de softwares, operadoras de telefonia e bancos, para criar uma oferta integrada e segura de serviços de pagamento por celular. O estudo completo “Mobile Payments Markets: Strategies & Forecasts 2010-2014” pode ser baixado de graça no www.juniperresearch.com.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

O "tryversting" chega em peso a São Paulo

Reporta Paula Ganem, no Meio & Mensagem, que o conceito de "tryvertising", ou lojas de amostras grátis, está chegando com força ao Brasil, especificamente em São Paulo. Enquanto o Clube Amostra Grátis tem lançamento marcado para 11 de maio (em um espaço de 400 metros quadrados na Vila Madalena), a Sample Central deve abrir suas portas no fim de junho, na Rua Augusta, em um salão de 250 metros quadrados.
Possibilitar que a pessoa experimente o produto (daí o "try") e depois dê a sua opinião sobre ele é a engrenagem que move esse modelo. Como quem paga a conta são as empresas que expõem os artigos, o custo para o consumidor é quase nenhum. E não são só artigos simples que podem ser levados para casa, não. Em ambas as lojas há produtos de até R$ 100.
Franquia da Sample Lab, criada no Japão em 2007, a Sample Central tem investimentos de R$ 4 milhões e abrirá espaço para que qualquer pessoa acima de 16 anos torne-se sócia. Esse processo poderá ser feito através do site samplecentral.com.br - que a partir do fim do mês de abril aceitará os cadastros. O interessado paga R$ 15 por uma carteirinha, pode ir à loja uma vez por dia e escolher para chamar de seu até cinco produtos diferentes a cada visita. Artigos acima de R$ 100 só serão testados no próprio local, e os estoques, renovados de 15 em 15 dias.
Já o Clube Amostra Grátis é pilotado pelos empresários paulistanos Luiz Kajibata Gaeta e Denis Shimada. Embora não seja uma franquia, também se inspira em modelos internacionais, como a própria Sample Lab de Tóquio, Esloúltimo (da Espanha), SamplePlazza (da China) e o SampleU (dos Estados Unidos). Bebidas, energéticos, laticínios, sorvetes, vestuário e tecnologia - a loja contará com tudo isso. "Já estamos no projeto há nove meses e a maior dificuldade foi achar um local favorável para esse tipo de negócio. Escolhemos a Vila Madalena por ser um lugar onde tem muita gente antenada e ligada nas novidades", conta Gaeta.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

São Paulo terá loja de "tryvertising"


Uma das tendências mais interessantes do varejo atual é o "tryvertsing" -- amostras grátis de novos produtos, que funcionam como ação de marketing para as marcas. Essa tendência chega a São Paulo, com o lançamento do Clube Amostra Grátis, na Vila Madalena.
A inauguração da loja/clube está prevista para maio. Os consumidores interessados devem preencher um cadastro no site e pagar uma taxa anual de R$ 50. Depois, poderão escolher até cinco produtos por mês nas prateleiras do clube. Os membros do clube também poderão participar de atividades adicionais, como testes e pesquisas feitos na loja, que renderão pontos e outros benefícios.
Grandes cidades como Nova York, Tóquio, Xangai, San Diego, Barcelona e São Paulo são excelentes laboratórios para esse tipo de ação de marketing, por abrigarem consumidores sofisticados e exigentes. Para as empresas, é uma ótima oportunidade para avaliar o feedback em relação a novos produtos.

domingo, 31 de maio de 2009

Classe C vira grande vedete do consumo no Brasil

Reportam Ocimara Balmant e Rafael Balsemão, na Revista da Folha, que os trabalhadores com renda individual de até R$ 1.500 se tornaram a classe consumidora de maior destaque nos últimos anos. Esses "consumidores emergentes" gastam boa parte do salário com roupas, aparelhos tecnológicos e educação. Eles correspondem a 52,7% da população da Grande São Paulo (eram 42,5% em 2003) e estão na mira de empresas de diferentes segmentos e da publicidade.
Principalmente em tempos de crise, quando mantiveram o seu poder de compra, ao contrário das classes A e B, as mais afetadas pelos abalos na economia mundial. "A classe C está um pouco mais comedida, mas não deixou de comprar", afirma Marco Quintarelli, consultor especializado em varejo.
Para ser eficaz, a propaganda dirigida à classe C não deve usar termos em inglês e precisa focar os detalhes técnicos do produto. É um erro não caprichar na apresentação visual, mas nada de exagerar na sofisticação.
"Vender para a classe C não é simplificar o discurso", explica Mari Zampol, da CO.R Inovação, agência de tendências que "mapeou" o comportamento de consumo de famílias paulistanas com renda entre R$ 1.115 e R$ 4.807, universo que compõe a classe C, segundo parâmetros definidos pela FGV. "É preciso descobrir e respeitar seus valores."
O primeiro mito a ser derrubado: não é o mais barato que importa. Trata-se de um comprador informado, que sabe detectar o que é bom e investe pesado se julgar que compensa. Pode gastar em um produto até mais do que ganha.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Tablóides de ofertas são arma para o varejo

Reporta Fernando Salles, no Supermercado Moderno, que os tablóides de oferta são comuns em super e hipermercados de todo o Brasil. Bem trabalhados, eles cumprem perfeitamente sua função principal, a de atrair clientes à loja. “Para muitos supermercados, os jornais de oferta são a única forma de comunicação com o público fora da loja. Por isso, além de bonitos e bem diagramados, devem ser cuidadosamente planejados”, afirma José Carmo de Oliveira, consultor do Sebrae/SP. Por planejamento cuidadoso, entenda-se pesquisar as preferências do público-alvo, negociar corretamente com as indústrias os produtos ofertados e definir a periodicidade da publicação.

Anunciantes usam menos direct mail nos EUA

Reporta Diego Vasquez, no Media Life Magazine, que o setor de direct mail é mais uma mídia de publicidade a sofrer com o impacto da internet nos EUA. Segundo estudo da Borrell Associates, o uso de mala direta como publicidade deve cair 39% nos próximos cinco anos, caindo de US$ 49,7 bilhões em 2008 para US$ 29,8 bilhões em 2013. O investimento dos anunciantes nesse tipo de meio publicitário ficará atrás da internet, TV aberta e jornais impressos. Em contrapartida, a publicidade por email (em campanhas cuidadosamente desenvolvidas para não serem confundidas com spam) deve crescer de US$ 12,1 bilhões em 2008 para US$ 15,7 bilhões este ano. A publicidade local via email deve atingir US$ 2 bilhões este ano.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Coca-Cola lidera ranking que calcula valor segundo emoções do consumidor

Segundo nota da Propaganda & Marketing, aA Sart Dreamaker divulgou a primeira edição do BrandTouch 09, um estudo que revela as 75 marcas mais valiosas do mercado brasileiro com base no Índice de Conexão Humana das Marcas (ICHM). O ranking traz marcas de diversos segmentos. A Coca-Cola, que está incluida em Alimentos & Bebidas, ficou em primeiro lugar, seguida por Nestlé, Sadia, Natura, Rede Globo e McDonalds. Depois de dois anos de estudos, planejamento e uma série de conversas com filósofos, antropólogos e empresários, a empresa lançou, em janeiro de 2009, o Índice de Conexão Humana da Marca (ICHM) como uma nova forma de medir o impacto desse ativo levando em consideração, entre outros critérios, as respostas emocionais relacionadas às marcas.
Os ICHMs apresentados pelas 10 marcas mais valiosas foram: Coca-Cola (82,05); Nestlé (77,53); Sadia (75,13); Natura (73,59); Globo (72,75), McDonald’s (68,64); Adidas (67,36); Danone (67,19); O Boticário (65,79) e Brastemp (65,21).

segunda-feira, 4 de maio de 2009

'Mobile advertising' ganha força no Brasil

Segundo informa o Tela Viva News, a publicidade no celular ainda está engatinhando no Brasil, mas vários "cases" demonstram que ela pode dar certo e gerar retorno para os anunciantes.Um canal de vídeo no celular patrocinado por uma grande marca de automóveis; um modelo de negócios para patrocínio de sites móveis de notícias para celulares touch screen; e a campanha de lançamento de um shampoo que envolveu diversas ações de publicidade e marketing no celular, inclusive a fabricação de um telefone exclusivo: esses são os cases finalistas na categoria Mobile Marketing - Mobile Advertising, no Prêmio Tela Viva Móvel.
Um dos finalistas é o "Planet Green Móvel", primeiro canal de TV móvel gratuito sustentado por publicidade na América Latina, com conteúdo destinado a sustentabilidade e ecologia. Trata-se de um canal da Discovery distribuído para assinantes da Oi. A programação é um loop de uma hora, com segmentos de 5 a 10 minutos.
Outro concorrente nessa categoria é um case realizado pela Hands. A empresa uniu provedores de conteúdo numa advertising network com o objetivo de utilizar os celulares touch screen como uma mídia diferenciada. Foram criados dez pacotes de patrocínio: News Touch (O Globo, Estadão), Business Touch (Valor, Gazeta Mercantil), Sports Touch (WebVenture, iG Esportes), Local Touch (Telelistas, Apontador/Maplink), Tech Touch (IDGNow!, IT web, etc), Reuters Touch, Fun Touch (Guia da Semana, ObaOba!), Style Touch (Netmovies, Glamurama), Blogs Touch (ADivertido, Update or Die) e Games Touch (GamesStart, Heroi). A Hands obteve um aumento de três vezes nas vendas para os portais móveis e veiculou anúncios de grandes empresas como Banco do Brasil, Real, Itaú, Gafisa, Volkswagen, Renault e loterias.