Mostrando postagens com marcador supermercados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador supermercados. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

 A Geração Z prefere o auto-checkout

Segundo informa o eMarketer, mais da metade (53%) dos compradores da Geração Z e da geração Y preferem o autopagamento em vez dos tradicionais caixas operados por funcionários humanos, de acordo com uma pesquisa recente da NCR Voyix.

 Os compradores mais jovens preferem a velocidade da tecnologia, bem como filas mais curtas e a capacidade de embalar seus próprios itens.

Uma pesquisa separada da Avery Dennison descobriu que 52% da Geração Z trocaria de varejista por lojas sem checkout, mostrando o quão importante é uma experiência de compra e checkout sem atrito para o grupo.

O auto-checkout está provando ser uma questão polarizadora. Embora alguns consumidores – principalmente os mais jovens – considerem isso um item obrigatório, outros o veem como um incômodo que transforma as idas rotineiras às compras em provações frustrantes.

Os próprios varejistas também estão divididos, dado que a tecnologia não resultou, em grande parte, em poupanças significativas de mão-de-obra e parece causar um aumento nos casos de furtos nas lojas.

Alguns, como Target e Dollar General, estão desistindo de seus investimentos. Depois de adicionar estações de auto-checkout a mais de metade das suas 19.000 lojas, a Dollar General está agora tornando a tecnologia uma opção de check-out “secundária”, enquanto a Target está testando limites de itens nos carrinhos em lojas selecionadas para reduzir os tempos de espera.

Embora existam problemas claros com o auto-checkout, livrar-se totalmente da opção não é a resposta, dada a popularidade da tecnologia entre os consumidores que buscam o máximo de conveniência.

Customer-Facing Technologies Used by US Retailers*, Oct 2023 (% of respondents)

segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

O fracasso da tecnologia de self-checkout em redes de supermercados

One of the frustrations of self-checkout can be the extra work of having to find a specific PLU code to ring up a purchase (Credit: Alamy)

É uma visão comum em muitas lojas de varejo: uma fila de pessoas esperando para usar um quiosque de autoatendimento, fazendo o possível para permanecer pacientes enquanto um funcionário solitário da loja atende várias máquinas com defeito. A frustração aumenta enquanto uma dúzia de caixas registradoras desligadas, isoladas e sem caixas humanos ficam no fundo.

Segundo reporta a BBC, para os compradores, o auto-checkout deveria proporcionar conveniência e rapidez. Os varejistas esperavam que isso inaugurasse uma nova era de economia de custos. O pensamento deles: por que contratar seis funcionários quando você poderia pagar um para supervisionar os clientes nas caixas registradoras de autoatendimento, já que eles fazem seu próprio trabalho de digitalização e empacotamento gratuitamente?

Embora a tecnologia de auto-checkout tenha os seus pontos de venda teoricamente positivos tanto para os consumidores como para as empresas, de modo geral ela não corresponde às expectativas. Os clientes ainda ficam em filas. Eles precisam de funcionários da loja para ajudar a eliminar erros no quiosque ou verificar suas identidade na hora de comprar itens com restrição de idade. As lojas ainda precisam de trabalhadores disponíveis para ajudar os consumidores e outros para fazer a manutenção das máquinas.

A tecnologia é, em alguns casos, mais problemática do que compensa.

Muitas empresas de varejo investiram milhões – se não bilhões – de dólares em tecnologia de self-checkout, que foi desenvolvida pela primeira vez durante a década de 1980, e começou a aparecer nas lojas na década de 1990. Eles não são exatamente baratos para chegar às lojas: alguns especialistas estimam que um sistema de quatro quiosques pode custar cerca de US$ 100.000.

Apesar do custo para instalá-los, muitos varejistas estão revertendo o rumo da tecnologia. A Target, por exemplo, está restringindo o número de itens que os clientes de auto-checkout podem comprar de uma só vez. O Walmart removeu alguns quiosques de autoatendimento em certas lojas para impedir roubos. No Reino Unido, a cadeia de supermercados Booths também reduziu o número de quiosques de autoatendimento nas suas lojas, uma vez que os clientes dizem que são lentos e pouco fiáveis.

A Dollar General, um dos retalhistas que mais cresce nos EUA, também está a repensar a sua estratégia. Em 2022, a rede de descontos se apoiou fortemente na tecnologia de self-checkout – não é incomum ver apenas um ou dois funcionários trabalhando em uma loja Dollar General inteira em algumas áreas. Apesar do investimento, pretendem agora aumentar o número de colaboradores nas lojas “e em particular na área de checkout”, segundo o CEO da empresa, Todd Vasos.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Na Dinamarca, supermercado usa "crowdsourcing" para incluir produtos locais

Os supermercados são muito convenientes, mas eles geralmente se abastecem a partir de grandes corporações multinacionais ou fazendas distantes, o que aumenta o impacto ambiental e prejudica as pequenas empresas da região. A rede dinamarquesa de  supermercados SuperBrugsen decidiu abordar esse problema pedindo aos clientes que sugiram produtos locais que eles gostariam de ver nas prateleiras das lojas da rede.
A empresa, que pertence à  Coop Denmark, criou um formulário no site para que os consumidores sugiram produtos ou empresas locais. Com as informações fornecidas pelos clientes, os gerentes do supermercado testam os produtos, para checar os padrões de qualidade. A rede espera incluir 500 novos produtos locais em suas 230 lojas com esse programa.


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Justiça dá parecer favorável ao Walmart em ação movida pelo Pão de Açúcar

Segundo nota do Propmark, a campanha “Desafio do preço baixo” do Walmart Brasil, criada pela Africa, desagradou a tal ponto o concorrente Pão de Açúcar que grupo entrou com liminar para probir a veiculação do filme publicitário de comparação de preços. O Walmart Brasil cassou a liminar e o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu a favor da rede norte-americana.
O Grupo Pão de Açucar questionou  o teor do último filme publicitário veiculado pelo Walmart Brasil. Para a requerente, a forma como a comparação de preços foi feita no filme não seguiu certos requisitos para criar uma propaganda comparativa considerada leal transmitindo uma informação genérica com base em pesquisa feita em só uma loja.
Em nota desta sexta-feira (20), a assessoria do Walmart Brasil informou que a rede pretende colocar novos anúncios no ar em breve, mantendo o desafio à concorrência e estimulando os consumidores a comparar e comprovar sua liderança em preço baixo.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Grupo Pão de Açúcar teve lucro recorde em 2010

Segundo nota do Meio & Mensagem, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) encerrou 2010 com um lucro líquido de 722,4 milhões. Divulgado nesta quinta-feira 24, o resultado inclui integralmente os resultados operacionais da Globex e Novas Casas Bahia (esta a partir de novembro de 2010). É o maior lucro líquido da história da empresa. Sem a Globex, o montante sobe para R$ 819,2 milhões – um crescimento de 25,2% sobre o ganho acumulado em 2009.
Já as vendas brutas do GPA alcançaram a marca de R$ 36,14 bilhões em 2010. O incremento foi de 37,9% em comparação com 2009. Sem levar a conta os números de Novas Casas Bahia, o aumento fica em 26,5%, e o total de vendas, em R$ 33,17 bilhões.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Carrefour lança sites: Produtos, Linha Viver e Mundo Bebê

Segundo nota do Meio & Mensagem, o Carrefour apresenta três sites para aproximar de seus consumidores: produtos da marca própria Carrefour - www.produtoscarrefour.com.br, sobre produtos focados em bem-estar e saúde - www.linhaviver.com.br e outro abordando produtos especiais para bebês - www.mundobebecarrefour.com.br. A Xlab, agência de Digital Brand Experience, foi a responsável pelo desenvolvimento dos sites.
O site Produtos Carrefour apresenta a linha de produtos da marca em seis categorias: woman, man, kids, baby, selection e produtos Carrefour. A home page traz a sessão Quem Prova Recomenda, para interagir com o público possibilitando que os clientes dêem seus depoimentos a respeito dos produtos Carrefour, além de dicas de receitas elaboradas com produtos da marca.
Já o site Linha Viver tem um espaço para dicas de qualidade de vida que são atualizadas semanalmente, um livro de receitas saudáveis e inova com a sessão Fale com a Nutricionista Viver, que oferece uma ficha de contato para receber consultoria especializada de uma nutricionista.
E o site Mundo Bebê, dedicado às mães, traz informações, dicas e recomendações de produtos para bebês. No canal entretenimento estão disponíveis webcards, convites, wallpapers e uma lista de significado de nomes para ajudar na hora da escolha do nome do bebê.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Índice de decisão de compra no PDV cai para 76%

Informa Fernando Murad, no M&M Online, que o índice de decisão de compra no ponto de venda nos super e hipermercados brasileiros é de 76%, segundo a terceira edição da pesquisa do Popai Brasil "O Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados", realizada em parceria com o Ibope Inteligência. Em 2004, o índice de decisão no PDV era de 81%, enquanto que em 1998, na primeira edição da pesquisa, o percentual era de 85%.
Na opinião de Chan Wook Min, presidente do Popai Brasil, mesmo com a queda, o índice de decisão de compra do Brasil ainda é o maior em comparação com outros países. "Isso não desestimula as ações no PDV. Porém, temos que buscar maior eficiência em toda comunicação para rapidamente passar a informação e seduzir o consumidor", analisa Min.
A queda do tempo médio de compra é apontada como um dos fatores para retração do índice de decisão. Com menos tempo para passar no estabelecimento, os consumidores programam melhor a visita. O levantamento apontou que o tempo médio de compra é de 34 minutos e 34 segundos. Em 2004, o tempo era de 48 minutos, enquanto que em 1998 era ainda maior, 1 hora e 18 minutos.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Pão de Açúcar quer criar mais 2 empresas

Reporta Cristiane Barbieri, na Folha de S. Paulo, o grupo Pão de Açúcar vive uma série de mudanças estruturais, com o objetivo de dobrar de tamanho em quatro anos e atingir R$ 40 bilhões de receita bruta até 2012. Entre elas, está a criação de uma empresa que abrigará os ativos imobiliários do grupo e a possibilidade do surgimento de outra companhia para comércio eletrônico.
O GPA Malls & Properties, a área imobiliária, começa a funcionar no próximo mês como uma estrutura independente do varejo. A nova empresa terá patrimônio líquido superior a R$ 2 bilhões, mais de cem imóveis próprios e, apenas com aluguel de 3.500 lojas nos hipermercados, receita anual de R$ 70 milhões.Outra área que pode seguir o mesmo caminho é a de comércio eletrônico. Ponto Frio.com e Extra.com deverão, somados, faturar R$ 1 bilhão em 2009. Apesar de Claudio Galeazzi, presidente do grupo, ressaltar que uma nova empresa ainda está no âmbito das ideias, Mattar diz que está sendo feito um profundo estudo sobre a B2W.

domingo, 7 de junho de 2009

Wal-Mart usa a crise para ampliar fatia de mercado nos EUA

Reporta Tatiana Resende, na Folha de S. Paulo, que o Wal-Mart tenta aproveitar a crise para conquistar ainda mais espaço no mercado varejista, no qual já é líder mundial. No encontro anual que aconteceu na semana passada na sede, no Arkansas (EUA), essa era a mensagem que a companhia queria incutir em acionistas e funcionários. No primeiro trimestre, o Wal-Mart repetiu o lucro obtido no mesmo período do ano passado (US$ 3 bilhões), e o desafio é manter a equipe motivada e convencer os clientes de que estão fazendo sempre o melhor negócio.
No Brasil, onde ocupa a terceira posição no ranking do varejo, a meta é investir R$ 1,6 bilhão neste ano, o que inclui a abertura de 90 lojas -para se somar às mais de 340 que já existem-, com expansão focada nas bandeiras Todo Dia e Maxxi, direcionadas ao público de baixa renda. No primeiro trimestre, ante igual período de 2008, a companhia teve expansão de 7,6% nas vendas -acima da média de 6,8% nas operações internacionais.
O presidente do Wal-Mart Brasil, Héctor Núñez, destacou o bom resultado do comércio eletrônico, iniciado em outubro. "Estamos mais de 18 meses à frente do plano", disse, referindo-se às metas de lucro do site, mas sem revelar números.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Loja “verde” do Pão de Açúcar completa um ano

Segundo o Supermercado Moderno, o Pão de Açúcar Indaiatuba, concebido para ser o primeiro supermercado “verde” do Brasil, completa um ano neste domingo. No período, foram integradas à operação da loja mais de 60 iniciativas de responsabilidade sócioambiental. Alguns números divulgados pelo GPA (Grupo Pão de Açúcar) mostram que foram vendidas 2.580 sacolas retornáveis e recebidas mais de 20 mil embalagens para reciclagem. Houve também redução de 38% no consumo mensal de energia elétrica, e de 27% no de água.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Wal-Mart gera economia de R$ 22 milhões em genéricos

Segundo nota do portal APAS, o programa de medicamentos genéricos do Wal-Mart Brasil completa em junho dois anos de atuação, registrando economia de R$ 22 milhões aos consumidores, nas 183 farmácias da rede espalhadas pelo País. Mais de 500 medicamentos são oferecidos ao preço máximo de R$ 9,90. Segundo dados da Pró Genéricos - Associação das Indústrias de Medicamentos Genéricos, o mercado apresentou incremento nas vendas de 19% no primeiro trimestre deste ano, ante o mesmo período de 2008. Nas drogarias do Wal-Mart, a alta foi de 40% em todo o Brasil. A Região Sudeste foi a que registrou o melhor desempenho, com vendas 152% superiores às de 2008, seguido pela Região Sul, com 50%, e o Nordeste, com 37%.

Feira de setor de supermercados cresce, apesar da crise

Reporta Cristiane Marsola, no Propaganda & Marketing, que o 25º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados, a Apas 2009, recebeu um público de 70,5 mil pessoas, o que representa um aumento de 12,8% em relação à edição anterior, no ano passado. A feira aconteceu no Expo Center Norte, em São Paulo, entre os dias 18 e 21 de maio, em uma área de 68 mil metros quadrados, 6 mil metros quadrados a mais que a área usada em 2008. “Conseguimos superar todos os resultados do ano passado, apesar da crise. A Apas cresceu em qualidade, principalmente”, disse João Sanzovo Neto, presidente da Apas (Associação Paulista de Supermercados).
Entre os atributos procurados em uma loja pelos consumidores, segundo pesquisa da Latin Panel, estão a limpeza (100%), organização (98%), atendimento (98%), oferta de produtos (97%), sinalização de preço (98%) e rapidez no caixa (95%). No entanto, apenas 19% estão muito satisfeitos com a limpeza das lojas que frequentam, 13% com a organização, 16% com o atendimento e com a oferta de produtos, 11% com sinalização de preço e 12% com a rapidez no caixa.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Lucro do Pão de Açúcar sobe 185,5%

Reporta Stella Fontes, na Agência Estado, que o lucro do Grupo Pão de Açúcar saltou 185,5% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com igual período do ano passado, e totalizou R$ 94,859 milhões. No período entre janeiro e março de 2009, a receita líquida da companhia ficou em R$ 4,641 bilhões, com avanço de 9,4% na mesma base de comparação, e o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) cresceu 14,1%, para R$ 312,3 milhões. Os dados são consolidados.

Vendas de orgânicos aumentam até 40% no varejo

Reporta Gitânio Fortes, na Folha Online, que a venda de alimentos orgânicos ocupa mais espaço nas prateleiras dos supermercados do país. O Pão de Açúcar e o Wal-Mart relatam crescimento, respectivamente, da ordem de 40% e 20% no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2008.
Isso para produtos que, com oferta ainda restrita, custam de 15% a até 100% mais que os considerados convencionais. Como a demanda dos alimentos orgânicos se concentra no público de maior poder aquisitivo, o preço mais alto não representa obstáculo.
A tendência, mesmo assim, é de queda, diz Sandra Caires Sabóia, gerente de Desenvolvimento do Grupo Pão de Açúcar. Para ela, o diferencial no país pelos alimentos orgânicos vai repetir o exemplo de EUA e Europa --na faixa de 25% a 40%.
Caires avalia que a entrada de uma grande processadora de alimentos no segmento pode levar a um aumento de escala capaz de contribuir para preços mais baixos. Mas as indústrias maiores ainda não se animam a mergulhar no segmento.
O ministério avalia em ao menos 800 mil hectares o espaço ocupado pela produção agropecuária orgânica no país. As explorações extrativistas somam 2 milhões de hectares. Para comparar: o cultivo total de grãos no país se estende por 47,6 milhões de hectares.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Marca própria deve alcançar 9% este ano

Segundo nota do Supermercado Moderno, essa é a expectativa da Associação Brasileira de Marca Própria, indicando crescimento de 2 ponto percentual nas vendas em relação ao ano passado. Os dados são produto principalmente da ação dos gigantes, que investem cada vez mais no segmento. O Pão de Açúcar aposta na chamada 4ª geração, com produtos que trazem inovação, sob a marca Taeq. O Grupo pretende elevar a participação das marcas próprias de 3% para 6% do faturamento.
O Carrefour também amplia a ação nesse segmento. A rede Dia%, com 330 lojas no Estado de São Paulo, passará a oferecer 800 produtos com o logo da bandeira até o final do ano. (Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Wal-Mart inaugura segunda loja sustentável no Brasil

Segundo nota do Supermercado Moderno, a gestão de água e de resíduos sólidos e utilização de materiais reciclados são alguns dos 60 pontos sustentáveis do novo SuperCenter, bandeira de hipermercados do Wal-Mart, em São Paulo. Com 6.500 m² de área de vendas e 31 checkouts, a loja deve consumir menos 25% de energia e menos 40% de água do que as unidades convencionais. A filial fica no Morumbi, zona sul da cidade, e será inaugurada na próxima segunda-feira, dia 27. Ela será a segunda loja eco-eficiente da gigante norte-americana no Brasil. A primeira foi inaugurada ano passado, no bairro de Campinho, zona oeste do Rio de Janeiro. Sem contar com esta inauguração, a rede possui 345 lojas e alcançou quase R$ 17 bilhões em 2008, segundo o 38º Relatório Anual de Supermercado Moderno.

Setor de supermercados cresceu sem ampliar número de lojas

Reporta Aline Bellatti Küller, no Meio&Mensagem Online, que esta semana foi divulgada a 38ª edição do Relatório Anual da revista Supermercado Moderno, sem grandes mudanças no topo do ranking, que continua com os gigantes Carrefour, Pão de Açúcar e Wal-Mart encabeçando esta lista. O relatório também conclui que o mercado varejista cresceu muito, mas com mesmo número de lojas, sem abertura de novas unidades. Além disso, a rede Zona Sul (RJ) apareceu pela terceira vez seguida como a empresa brasileira com maior faturamento por m². Ao todo, a pesquisa escutou 460 empresas em todo o país.
A alta real nas vendas do Carrefour foi de 19,5%, contra 11,9% do Pão de Açúcar e 6,9% do Wal-Mart. Essa diferença do Carrefour para os concorrentes aconteceu devido à incorporação do Atacadão, acima de tudo ao bom desempenho desse eficiente grupo, que tem um perfil de loja para o público C e D, eficiência comprovada com os 3% de crescimento registrado pela rede. O do Pão de Açúcar reestruturou toda a sua organização, com isso conseguiu ganhos operacionais e mais agilidade na tomada de decisões, com a criação das diretorias regionais.