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quinta-feira, 6 de março de 2014
True Fit: um tamanho para cada pessoa
True Fit é um plugin que permite que o consumidor digite seus tamanhos de camisas, calças, saias e sapatos. O sistema compara essas informações com os estoques de várias marcas e produtos e encontra os modelos que servem melhor para o tamanho do usuário. Além disso, o plugin sugere opções de tamanhos e combinações a partir do perfil individual.
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terça-feira, 2 de abril de 2013
Pão de Açúcar cria site de vendas unificado com a marca Extra
Informa Adriana Mattos, no Valor, que o Grupo Pão de Açúcar e a Nova Pontocom criaram um site com a marca Extra para concentrar as vendas online, com diferentes produtos da marca própria, inclusive alimentos. José Roberto Tambasco, vice-presidente de negócios de varejo do grupo, disse que a marca Extra foi escolhida porque "ela é muito democrática, pois atende a diversos tipos de consumidor".
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
E-commerce tem crescimento elevado nos primeiros meses do ano
Segundo uma pesquisa realizada pela Braspag, empresa do ramo de pagamentos em e-commerce, o número de compras em lojas que atuam apenas no mundo virtual (chamadas de pureplays) teve um aumento de 127% no primeiro quadrimestre, enquanto que Multicanais (lojas com operação de venda simultânea - canais físicos e online) cresceram apenas 76% no mesmo período. "O mercado está mais maduro, com os consumidores online crescendo, gerando uma forte migração para as compras pela Internet", afirma o CEO da Braspag e responsável pelo estudo, Gastão Mattos.
Mesmo com o crescimento elevado, o número de vendas não reflete no faturamento. O valor médio das vendas chegou a 196 reais nas pureplays, enquanto que no multicanal o valor chega a 411 reais.
O estudo apontou também que, há dez anos, quando as lojas virtuais começaram a conquistar terreno, elas eram predominantemente de Multicanais. Atualmente, as lojas online representam 20% das vendas totais no e-commerce e 2,3% do varejo total no País.
O Estudo Braspag Comparativo MultiCanal x Pureplayers foi apresentado pela primeira vez no fórum "Varejo Online no Brasil – Estudo comparativo na abordagem Multicanal x Pureplayers", que aconteceu na quinta-feira (14/6), na Feira e Congresso Internacional de E-commerce, Marketing Online, Hosting & Cloud, Social Media e Mobile eShow 2012, em São Paulo.
Mesmo com o crescimento elevado, o número de vendas não reflete no faturamento. O valor médio das vendas chegou a 196 reais nas pureplays, enquanto que no multicanal o valor chega a 411 reais.
O estudo apontou também que, há dez anos, quando as lojas virtuais começaram a conquistar terreno, elas eram predominantemente de Multicanais. Atualmente, as lojas online representam 20% das vendas totais no e-commerce e 2,3% do varejo total no País.
O Estudo Braspag Comparativo MultiCanal x Pureplayers foi apresentado pela primeira vez no fórum "Varejo Online no Brasil – Estudo comparativo na abordagem Multicanal x Pureplayers", que aconteceu na quinta-feira (14/6), na Feira e Congresso Internacional de E-commerce, Marketing Online, Hosting & Cloud, Social Media e Mobile eShow 2012, em São Paulo.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Trendbriefing: Sell-your-own stores" -- Lojas de venda-suas-coisas
Os consumidores serão sempre atraídos por ambos ajuste perfeitamento
e prestígio de produtos personalizados e ajustados e, ainda bem, pelo
e-commerce, com sua separação entre pedido e realização, há muito
prometido para entregar a personalização em massa. E, claro, a mega tendência dos consumidores se tornarem produtores continua em ritmo acelerado.
Aberto para testadores selecionados a partir de dezembro de 2011, o Converse Made By
é um aplicativo do Facebook que permite aos usuários criarem seus
próprios tênis Converse e vendê-los aos seus amigos na rede social e
através de sua própria loja virtual; os usuários que venderem pares
suficientes são recompensados com pares de calçados Converse grátis.
Lançado em dezembro de 2011, o uFlavor
oferece aos consumidores a possibilidade de inventar seus próprios
refrigerantes. Os clientes podem escolher a partir de uma lista de 100
sabores e fazer o upload de imagens para criar rótulos personalizados.
As bebidas estão disponíveis para compra online através do uFlavor, e os
inventores são recompensados por cada venda.
Com sede em Glasgow, o Scottish Whisky Blender
permite aos visitantes criarem seus próprios blends de whisky
personalizados, escolhendo a partir de sete whiskies escolhidos
especialmente. As criações dos clientes também são registradas no
arquivo da marca e disponíveis para venda por qualquer pessoa, através
de um código único.
Em junho de 2011, a banda britânica Kaiser Chiefs
lançou o seu álbum "The Future is Medieval". A banda produziu vinte
faixas, e os fãs podem escolher dez para criarem um álbum em suas
próprias versões, os quais eles foram entusiasticamente encorajados a
venderem. Os criadores receberam GBP 1,00 por cada álbum vendido por GBP
7,50.
(fonte: Trendwatching)
Ainda, enquanto algumas marcas empreendedoras e pioneiras foram
deixando os consumidores criar, projetar, ajustar ou editar os seus
produtos por anos, as redes sociais tornam mais fácil do que nunca para
esses produtores-consumidores venderem (e, portanto, lucrar) com suas próprias criações também.
Aplicativo para “Faça seu Converse pelo Facebook”
uFlavor: faça-e-venda-seus-drinks
Personalizador de Blends de Scotch Whiskies
Kaiser Chiefs: faça seu próprio álbum
(fonte: Trendwatching)
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e-commerce,
estratégia,
tendências
Trendbriefing: Cashing in on curation - "Lucrando com a formação de opinião"
O impulso de status que vem junto com o ato de
descobrir, compilar, comentar, recomendar e compartilhar produtos e
serviços desejáveis, inspiradores e úteis significa que a tendência dos consumidores se tornarem formadores de opinião irá continuar.
E, embora muitos consumidores não irão precisar de qualquer incentivo
para se tornarem SOCIAL-LITES, eles também acolherão marcas ou
plataformas que os recompense por seu compartilhamento.
Mas esteja avisado, isso não é sobre subornar as pessoas para twitar sobre você ou "assim como" você. Marcas inteligentes serão aquelas que encorajam ou incentivam o comportamento do consumidor existente de uma forma genuína e natural.
Mas esteja avisado, isso não é sobre subornar as pessoas para twitar sobre você ou "assim como" você. Marcas inteligentes serão aquelas que encorajam ou incentivam o comportamento do consumidor existente de uma forma genuína e natural.
RNKD: como ganhar roupeiros
VANCL Star: compartilhe seu estilo e ganhe
Gente da Zara!
Fopping.com: descontos baseados em quantidade de amigos
(fonte: Trendwatching)
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quinta-feira, 26 de abril de 2012
Trendbriefing: A web toda é uma vitrine
ALL THE WEB'S A (SHOP) WINDOW
Não é apenas no mundo offline que os consumidores são capazes de
facilmente comprar quase tudo o que encontram [veja o nosso Trend
Briefing de fevereiro/março de 2012 sobre POINT-KNOW-BUY (APONTE-SAIBA-COMPRE). Online também, cada vez mais as pessoas podem clicar, encontrar e comprar itens que vêem nas imagens ou vídeos*.
* Tal como acontece com muitas tecnologias novas, algumas editoras não serão capazes de resistir à tentação de cobrir as suas fotografias e vídeos com anúncios invasivos. Você não precisa que lhe digamos para só inserir links de produtos sutis, úteis e, sobretudo, bem-vindos. E não, pop-ups agressivos nunca se tornarão “cool”.
* Tal como acontece com muitas tecnologias novas, algumas editoras não serão capazes de resistir à tentação de cobrir as suas fotografias e vídeos com anúncios invasivos. Você não precisa que lhe digamos para só inserir links de produtos sutis, úteis e, sobretudo, bem-vindos. E não, pop-ups agressivos nunca se tornarão “cool”.
IKEA & ThingLink: imagens compráveis
Stipple: loja por imagem
Gucci: compre o vídeo da Primavera/Verão de 2012
ClickBerry: marque vídeos para torná-los interativos
(fonte: Trendwatching)
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e-commerce,
estratégia,
hábitos de consumo,
tendências
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Trendbriefing: SCREEN CULTURE --"Cultura da Tela"
Nós olhamos para a penetrante SCREEN CULTURE em nossas 12 Tendências Cruciais do Consumidor para 2012.
Agora, para os (r)etailers (e-varejistas), qualquer coisa, desde
paradas de ônibus até programas de TV, podem ser um ponto de comércio,
pois os consumidores estão armados com seus smartphones ou tablets para
abraçar aplicações inovadoras e tecnologias para fazer compras onde e
quando quiserem*.
*Observação: É isso neste Trend Briefing para o m-commerce. Sim, as linhas entre o móvel e online estão ficando mais desfocadas a cada dia, especialmente para os primeiros consumidores de dispositivos móveis em mercados emergentes, mas para manter isso gerenciável para você e para nós, vamos continuar atentos para todos os desenvolvimentos de m-commerce, para outro Trend Briefing!
*Observação: É isso neste Trend Briefing para o m-commerce. Sim, as linhas entre o móvel e online estão ficando mais desfocadas a cada dia, especialmente para os primeiros consumidores de dispositivos móveis em mercados emergentes, mas para manter isso gerenciável para você e para nós, vamos continuar atentos para todos os desenvolvimentos de m-commerce, para outro Trend Briefing!
Tesco Homeplus: lojas com Código QR em pontos de ônibus
Lojas virtuais de Código QR
Glamour & L’Oreal: táxis Fashion
Aplicativo para iPad “Assista com eBay”
(fonte: trendwatching)
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e-commerce,
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Trendbriefing: (R)etail (R)evolution
Um novo informe de tendências do Trendwatching:
Exatamente como previsto por e-gurus há 15 anos, o e-commerce está mais em alta do que nunca. Tanto em mercados consolidados, onde os gastos do consumidor estão mudando online, ou em mercados em crescimento onde a urbanização rápida e a crescente penetração da Internet (em celulares) estão criando novos hábitos de compras, os consumidores estão "e-commercing".
Algumas estatísticas obrigatórias:
- As vendas por e-commerce nos EUA irão crescer 62% até 2016, para USD 327 bilhões (Fonte: Forrester, fevereiro de 2012).
- As vendas por e-commerce na Europa irão crescer 78% até 2016, para USD 230 bilhões (Fonte: Forrester, fevereiro de 2012).
- As vendas por e-commerce no Brasil irão crescer 21,9% em 2012, para USD 18,7 bilhões (Fonte: eMarketer, janeiro de 2012).
- As vendas por e-commerce na China foram CNY 780 bilhões (USD 124 bilhões) em 2011, um aumento de 66% desde 2010. O e-commerce deverá crescer de 3% do consumo total para 7%, até 2015 (Fonte: IDC, março de 2012).
- O mercado de e-commerce da Índia deve crescer para USD 70 bilhões até 2020, a partir de apenas USD 600 milhões em 2011 (Fonte: Technopak Advisors, fevereiro de 2012).
- As vendas por e-commerce na Indonésia deverão crescer de USD 120 milhões em 2010 para USD 650 milhões em 2015 (Fonte: Frost & Sullivan, fevereiro de 2012).
Agora, as experiências atuais dos consumidores on-line são, naturalmente, diferentes fundamentalmente daquelas durante o início do boom das empresas virtuais: o e-commerce não é mais apenas uma questão de escolha, preço, conveniência, opiniões e avaliações, mas também sobre tudo o que os consumidores procuram em qualquer compra: status, o produto certo e uma experiência convincente.
Assim, é o tempo para aprender e lucrar com as mais recentes inovações que estão transformando o e-commerce e, finalmente, remodelando o comportamento de compras. Tanto online quanto offline.
(fonte: trendwatching).
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terça-feira, 24 de abril de 2012
Reporta Keila Guimarães, no Propmark, que as marcas estão cada vez mais adotando o marketing de performance na internet, estratégia que lhes permite calcular com precisão o retorno sobre investimentos (ROI) das ações. A prática é bastante utilizada pelo varejo, que basicamente busca na estratégia aumentar sua rentabilidade com maior número de vendas.
No marketing de performance, o anunciante só paga quando alcança resultados efetivos. “É uma estratégia indispensável para qualquer empresa que busca baixos custos sem perder a agressividade necessária”, afirma Cantão. Ferramentas como links patrocinados e comparativos de preços são exemplos de como investir no online com baixo risco operacional. As compras coletivas também têm sido adotadas: só no ano passado, o comércio com essa modalidade movimentou R$ 1,6 bilhão, segundo o último levantamento do e-bit, divulgado em março. Os anunciantes que participam da promoção de vendas só compensam o clube de compras quando os cupons são pagos.
No marketing de performance, o anunciante só paga quando alcança resultados efetivos. “É uma estratégia indispensável para qualquer empresa que busca baixos custos sem perder a agressividade necessária”, afirma Cantão. Ferramentas como links patrocinados e comparativos de preços são exemplos de como investir no online com baixo risco operacional. As compras coletivas também têm sido adotadas: só no ano passado, o comércio com essa modalidade movimentou R$ 1,6 bilhão, segundo o último levantamento do e-bit, divulgado em março. Os anunciantes que participam da promoção de vendas só compensam o clube de compras quando os cupons são pagos.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Procon-SP determina suspensão de Americanas.com e Submarino
Segundo nota da Folha Online, a Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, determinou nesta quarta-feira a suspensão por 72 horas, a partir de amanhã (15), do comércio eletrônico nos sites Americanas.com, Submarino e Shoptime, da B2W Companhia Global do Varejo.
Além da paralisação das vendas em todo o Estado de São Paulo, a empresa deve pagar multa de R$ 1,744 milhão.
Além da paralisação das vendas em todo o Estado de São Paulo, a empresa deve pagar multa de R$ 1,744 milhão.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Vendas no varejo online crescem 17% em São Paulo
Segundo nota do TI Inside, as vendas no varejo online na região metropolitana de São Paulo registraram aumento de 17% no ano passado, totalizando R$ 3,079 bilhões, enquanto o comércio varejista tradicional contabilizou R$ 151,4 bilhões, alta de 3,1% em relação a 2010, de acordo com levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), em conjunto com a empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Já no mês de dezembro de 2011 o faturamento do varejo como um todo atingiu R$ 15,7 bilhões com aumento de 3,5% das vendas reais frente ao mesmo mês de 2010.
Para a Fecomercio-SP, os dados apurados confirmam as previsões quanto ao bom desempenho de vendas do Natal, embora abaixo dos padrões observados em 2010. Para este ano, apesar da convergência de opiniões a respeito de uma eventual desaceleração nas vendas, a entidade avalia que os resultados podem surpreender devido ao expressivo aumento do salário mínimo e a queda na taxa de juros ao consumidor.
Para a Fecomercio-SP, os dados apurados confirmam as previsões quanto ao bom desempenho de vendas do Natal, embora abaixo dos padrões observados em 2010. Para este ano, apesar da convergência de opiniões a respeito de uma eventual desaceleração nas vendas, a entidade avalia que os resultados podem surpreender devido ao expressivo aumento do salário mínimo e a queda na taxa de juros ao consumidor.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
União entre RBS e Ferraz Moda, F-Hits lança e-commerce
Reporta Beatriz Almodova Lorente, no Meio & Mensagem, que um ano após o Grupo RBS e a empresária Alice Ferraz, da Ferraz Moda, lançarem o selo F-Hits (que agrega blogueiras de moda em apenas uma plataforma), os sócios acabam de inaugurar o e-commerce no produto. O comércio eletrônico revende roupas, sapatos e acessórios para os consumidores que se cadastrarem. Neste início, 20 marcas parceiras vestem as 25 blogueiras da rede e o objetivo ao usar as meninas como modelos é reforçar a proximidade com os leitores que já acompanham os seus blogs. Ao clicar na imagem das peças, o consumidor é direcionado para realizar a sua compra. “Nossa intenção é que essa seja uma boa experiência de compra, desde a navegação até o recebimento da embalagem em suas casas”, diz o CEO de negócios de internet e mobile do Grupo RBS, Fábio Bruggioni.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Magazine Luiza prevê 10 mil lojas nas redes sociais
O "Magazine Você", iniciativa da varejista Magazine Luiza nas redes sociais, vai antecipar a abertura para o público geral, prevista para março deste ano. A partir de agora, qualquer pessoa pode ter sua própria loja nas redes sociais e ganhar comissão por cada produto vendido. Esse é o novo comércio e a prova de que o digital commerce é aqui e agora.
A proposta permite ao usuário de redes sociais abrir uma loja no Orkut e/ou Facebook com até 60 produtos do www.magazineluiza.com, divulgar entre seus amigos e ganhar uma comissão de 2,5% ou 4,5 % por cada produto vendido. Toda a operação de compra, incluindo o pagamento e a entrega, é de responsabilidade do Magazine Luiza, o que garante total segurança e confiabilidade à plataforma.
Inicialmente, apenas familiares de funcionários da rede poderiam se tornar divulgadores. Essa primeira fase alcançou a marca de mil lojas em menos de quatro meses. Com a abertura para o público em geral, nesta quinta-feira, a meta da varejista é atingir 10 mil divulgadores em 2012, impactando um milhão de clientes.
A proposta permite ao usuário de redes sociais abrir uma loja no Orkut e/ou Facebook com até 60 produtos do www.magazineluiza.com, divulgar entre seus amigos e ganhar uma comissão de 2,5% ou 4,5 % por cada produto vendido. Toda a operação de compra, incluindo o pagamento e a entrega, é de responsabilidade do Magazine Luiza, o que garante total segurança e confiabilidade à plataforma.
Inicialmente, apenas familiares de funcionários da rede poderiam se tornar divulgadores. Essa primeira fase alcançou a marca de mil lojas em menos de quatro meses. Com a abertura para o público em geral, nesta quinta-feira, a meta da varejista é atingir 10 mil divulgadores em 2012, impactando um milhão de clientes.
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Consumidores online optam por pequenas lojas
Uma reportagem do New York Times aponta uma tendência surpreendente: os consumidores que fazem compras online estão trocando os grandes sites como a Amazon.com por pequenas empresas, por uma variedade de motivos.
O ponto principal apontado por esses clientes é que os maiores portais de e-commerce estão imitando maus comportamentos das grandes redes varejistas de cimento e tijolo. As megalojas online são acusadas de ações predatórias contra os pequenos concorrentes, além práticas trabalhistas e fiscais que despertam a desconfiança do consumidor.
Curiosamente, são justamente as melhores estratégias dos grandes sites que despertam esse sentimento negativo. Lojas como a Amazon levaram mais de uma década para atingir um patamar elevado em termos de ofertas, descontos, vantagens, atendimento e entrega -- e agora são criticadas por colher os frutos desse longo planejamento.
Nos EUA, os maiores varejistas online tiveram um aumento de 19% no faturamento no final de 2011 em comparação ao mesmo período de 2010, enquanto os pequenos sites de varejo tiveram crescimento de apenas 7% -- ainda bem acima das lojas do varejo tradicional.
Os sites menores estão lutando com suas próprias armas. Alguns não autorizam acesso a aplicativos de comparação de preços, enquanto outros tentam atrair os clientes com brindes personalizados e ofertas que os sites maiores não têm condições para oferecer.
Mas o que mais chama a atenção é que muitos consumidores estão reagindo negativamente ao crescimento dos sites de comércio eletrônico, um dos poucos setores de sucesso em tempos de crise financeira nos países desenvolvidos. Comparar a Amazon com o Wal-Mart é uma visão no mínimo injusta.
Mas a tendência atual é um reflexo da "sub-revolução" da classe média dos EUA e alguns países da Europa ocidental. Os protestos contra a elite, contra a faixa de "1%" que seria a causadora e maior beneficiada pelo arrocho financeiro, acabam tendo reflexos inesperados.
Um desses reflexos ocorre justamente na relação de varejo moderno. As queixas que atingem o Wal-Mart e outras grandes redes de lojas físicas são agora reproduzidas pela nova geração de consumidores, que se sentem tão prejudicados quantos seus antecessores. Se os críticos das grandes redes de supermercados ficaram revoltados com o fim das pequenas lojas de bairro, os novos consumidores culpam a Amazon e similares pelo desaparecimento da variedade de lojas de nicho na internet.
E esses consumidores são muito mais ativos (e ativistas) que seus antecessores, que seus pais e avós. Enquanto as gerações antigas mal podiam reclamar (no máximo enviando cartas indignadas aos jornais impressos), esses novos consumidores dispõem de uma imensa variedade de canais para ventilarem sua ira e descontentamento. E eles não podem ser facilmente ignorados.
A Amazon não pode ignorar essas reclamações, mesmo que muitas sejam injustas e sem fundamento. Ao contrário da grande rede de supermercados de tijolo, as megalojas online terão que ouvir com extrema atenção essas reclamações -- não apenas o conjunto de queixas, mas cada reclamação individual.
Isso porque cada queixa individual no mercado online tem o poder de se reproduzir e amplificar centenas ou milhares de vezes através da internet, pelas redes sociais, blogs e sites de críticas especializadas.
O ponto principal apontado por esses clientes é que os maiores portais de e-commerce estão imitando maus comportamentos das grandes redes varejistas de cimento e tijolo. As megalojas online são acusadas de ações predatórias contra os pequenos concorrentes, além práticas trabalhistas e fiscais que despertam a desconfiança do consumidor.
Curiosamente, são justamente as melhores estratégias dos grandes sites que despertam esse sentimento negativo. Lojas como a Amazon levaram mais de uma década para atingir um patamar elevado em termos de ofertas, descontos, vantagens, atendimento e entrega -- e agora são criticadas por colher os frutos desse longo planejamento.
Nos EUA, os maiores varejistas online tiveram um aumento de 19% no faturamento no final de 2011 em comparação ao mesmo período de 2010, enquanto os pequenos sites de varejo tiveram crescimento de apenas 7% -- ainda bem acima das lojas do varejo tradicional.
Os sites menores estão lutando com suas próprias armas. Alguns não autorizam acesso a aplicativos de comparação de preços, enquanto outros tentam atrair os clientes com brindes personalizados e ofertas que os sites maiores não têm condições para oferecer.
Mas o que mais chama a atenção é que muitos consumidores estão reagindo negativamente ao crescimento dos sites de comércio eletrônico, um dos poucos setores de sucesso em tempos de crise financeira nos países desenvolvidos. Comparar a Amazon com o Wal-Mart é uma visão no mínimo injusta.
Mas a tendência atual é um reflexo da "sub-revolução" da classe média dos EUA e alguns países da Europa ocidental. Os protestos contra a elite, contra a faixa de "1%" que seria a causadora e maior beneficiada pelo arrocho financeiro, acabam tendo reflexos inesperados.
Um desses reflexos ocorre justamente na relação de varejo moderno. As queixas que atingem o Wal-Mart e outras grandes redes de lojas físicas são agora reproduzidas pela nova geração de consumidores, que se sentem tão prejudicados quantos seus antecessores. Se os críticos das grandes redes de supermercados ficaram revoltados com o fim das pequenas lojas de bairro, os novos consumidores culpam a Amazon e similares pelo desaparecimento da variedade de lojas de nicho na internet.
E esses consumidores são muito mais ativos (e ativistas) que seus antecessores, que seus pais e avós. Enquanto as gerações antigas mal podiam reclamar (no máximo enviando cartas indignadas aos jornais impressos), esses novos consumidores dispõem de uma imensa variedade de canais para ventilarem sua ira e descontentamento. E eles não podem ser facilmente ignorados.
A Amazon não pode ignorar essas reclamações, mesmo que muitas sejam injustas e sem fundamento. Ao contrário da grande rede de supermercados de tijolo, as megalojas online terão que ouvir com extrema atenção essas reclamações -- não apenas o conjunto de queixas, mas cada reclamação individual.
Isso porque cada queixa individual no mercado online tem o poder de se reproduzir e amplificar centenas ou milhares de vezes através da internet, pelas redes sociais, blogs e sites de críticas especializadas.
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Vendas on-line crescem 21% no Brasil em 2011
Reporta Camila Fusco, na Folha Online, que o comércio eletrônico brasileiro cresceu 21% em 2011 e chegou a R$ 21,5 bilhões.
O volume representou 2,2% das vendas on-line mundiais, de acordo com dados da consultoria Forrester Research apresentados ontem no evento evento anual da Federação Nacional do Varejo, em Nova York.
No ano passado, o comércio eletrônico global totalizou R$ 805,5 bilhões (US$ 450 bilhões), impulsionado principalmente pelos Estados Unidos e por países da Europa Ocidental.
A expectativa é que a participação brasileira passe para cerca de 3% do comércio eletrônico mundial - ou R$ 39,3 bilhões de R$ 1,25 trilhão - nos próximos três anos, segundo a consultoria.
O volume representou 2,2% das vendas on-line mundiais, de acordo com dados da consultoria Forrester Research apresentados ontem no evento evento anual da Federação Nacional do Varejo, em Nova York.
No ano passado, o comércio eletrônico global totalizou R$ 805,5 bilhões (US$ 450 bilhões), impulsionado principalmente pelos Estados Unidos e por países da Europa Ocidental.
A expectativa é que a participação brasileira passe para cerca de 3% do comércio eletrônico mundial - ou R$ 39,3 bilhões de R$ 1,25 trilhão - nos próximos três anos, segundo a consultoria.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Brasil deve ser o quarto maior país em vendas on-line em 2015
Segundo nota do TI Inside, de acordo com o T-Index, índice estatístico que indica a participação do mercado on-line de cada país, por meio da associação da população com acesso à internet com o PIB per capita correspondente, o Brasil deve ser o quarto maior mercado de comércio eletrônico do mundo em 2015, atrás apenas da China, Estados Unidos e Japão. Segundo as projeções, o país, que hoje ocupa o sexto lugar no ranking, com participação de mercado de 3%, aumentará sua fatia para 4,3%, assumindo o quarto lugar dentro de três anos. A variação da participação de mercado do Brasil em 2015 em relação a 2011 deve registrar crescimento de 43,3%, deixando para trás a Alemanha com uma variação negativa em relação a 2011 de 16,3%.
Ainda de acordo com o índice, se a China mantiver a mesma taxa de crescimento de 2005 a 2009, poderá efetivamente superar os Estados Unidos em 2015. Entretanto, comparando os dados de 2005 a 2009 com os dos últimos dois anos, parece que a tendência da China sofrerá uma pequena desaceleração, o que poderá influenciar a projeção . Conforme o T-Index 2015, a China, com uma participação de mercado de 18,8%, contra 11,5% de 2011, poderá destronar os Estados Unidos do primeiro lugar. Os EUA passarão, de fato, de um poder de compra on-line de 24,4% em 2011 para 16,8% em 2015.
O Japão permanecerá no terceiro lugar, apesar da variação negativa da parcela de mercado em relação a 2011, de 25,7%, enquanto a Rússia passará do oitavo para o sexto lugar, com uma variação positiva de 27,5%. A França cairá de uma posição, com uma variação negativa de 2,9%, e o Reino Unido passará da quinta à oitava posição com uma variação da participação de mercado também negativa de 27% em relação a 2011. A Coreia do Sul ficará estável no nono lugar, apesar de uma variação negativa de 12%. A surpresa ficará por conta do México, que estará entre os dez principais países, tomando o lugar da Itália (em 2015 -43,4% em relação a 2011).
Segundo a previsão, os países emergentes como China, Brasil, Rússia, Índia, Indonésia, Turquia e Polônia estarão todos em ascensão, com exceção da Coreia do Sul e de Taiwan que terão uma queda de 12% e 15,4%, respectivamente.
Ainda de acordo com o índice, se a China mantiver a mesma taxa de crescimento de 2005 a 2009, poderá efetivamente superar os Estados Unidos em 2015. Entretanto, comparando os dados de 2005 a 2009 com os dos últimos dois anos, parece que a tendência da China sofrerá uma pequena desaceleração, o que poderá influenciar a projeção . Conforme o T-Index 2015, a China, com uma participação de mercado de 18,8%, contra 11,5% de 2011, poderá destronar os Estados Unidos do primeiro lugar. Os EUA passarão, de fato, de um poder de compra on-line de 24,4% em 2011 para 16,8% em 2015.
O Japão permanecerá no terceiro lugar, apesar da variação negativa da parcela de mercado em relação a 2011, de 25,7%, enquanto a Rússia passará do oitavo para o sexto lugar, com uma variação positiva de 27,5%. A França cairá de uma posição, com uma variação negativa de 2,9%, e o Reino Unido passará da quinta à oitava posição com uma variação da participação de mercado também negativa de 27% em relação a 2011. A Coreia do Sul ficará estável no nono lugar, apesar de uma variação negativa de 12%. A surpresa ficará por conta do México, que estará entre os dez principais países, tomando o lugar da Itália (em 2015 -43,4% em relação a 2011).
Segundo a previsão, os países emergentes como China, Brasil, Rússia, Índia, Indonésia, Turquia e Polônia estarão todos em ascensão, com exceção da Coreia do Sul e de Taiwan que terão uma queda de 12% e 15,4%, respectivamente.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Procon denuncia sites de comércio virtual à polícia
Segundo nota da Folha.com, o Procon-SP acionou a polícia para tenta encontrar os responsáveis por 29 sites que receberam reclamações de consumidores e não respondem às tentativas de contato.
A principal queixa dos denunciantes é a não entrega de mercadorias. Diante das reclamações, o Procon tentou entrar em contato por meio do registro oficial das páginas e chegou a enviar correspondências.
Consumidores que tiverem problemas e não conseguirem um canal para falar com o site devem comunicar o Procon, que ajudará na busca pelos responsáveis e poderá encaminha-los à polícia caso também não consiga encontrá-los.
A reportagem da Folha tentou contato com os 29 nomes da lista pelo e-mail disponível no registro dos sites. Também tentou pela seção "Fale Conosco" e pelos telefones nas páginas ativas. Até o momento, quase ninguém retornou os contatos.
O site www.foxmegastore.com.br, por mensagem automática, informou que compras feitas por cartão de crédito entre os dias 18 de agosto e 20 de setembro, e que estão em atraso ou foram cancelados, estão sendo estornadas.
O site www.selmarecife.com.br disse que não trabalha com entrega de produtos, "mas liberação de assinaturas para site". Informou ainda que, após confirmação do pagamento "equipe especializada libera as assinaturas de acordo com a ordem de chegada, sendo o tempo variável de acordo com o número de pessoas. A pessoa tem até 15 dias para concordar ou não com nossos serviços, podendo pedir ressarcimento do valor investido, integralmente e sem perguntas", informou. "Ficamos surpresos com tal denúcia, já que fazemos tudo dentro do acordado. Jamais oferecemos algo que não fornecemos". disse.
Já o www.apostilaconcursos.com.br afirmou no início da noite desta terça-feira que não tem nenhum problema, e que o erro estaria em um site de nome similar. O site disse que o Procon errou na divulgação do endereço que teria o problema. A reportagem não conseguiu, após isso, contato com o Procon.
O site www.eletrorezende.com.br afirmou que precisa saber quem são os clientes que se queixaram, já que, disse, já teve problemas com a entrega feita pelos Correios. "Somos uma empresa séria e vendemos em mais de 15 países. Não tempos problemas com nossos clientes", afirmou.
Veja abaixo a lista dos sites:
ATIVOS:
www.apostilaconcursos.com.br
www.celulartablet.com.br
www.creatinauniversal.com.br
www.eletrorezende.com.br
www.forfemmeshop.com.br
www.foxmegastore.com.br
www.leiloesgyn.com.br
www.megabisashop.com.br
www.passagemrapida.com.br
www.seriadostv.net
www.shopbeautynow.com.br
FORA DO AR:
www.analar.com.br
www.cassysbrazil.com
www.cjseletroshop.com.br
www.eletromanaus.com.br
www.extraclube.com.br
www.extralance.com.br
www.ghaleria.com.br
www.gigasuplementos.com.br
www.gocarshop.com.br
www.haneltt.com
www.inforsettecnologia.com.br
www.ippon.com.br
www.leilaodeelite.com.br e
www.goldenlance.com.br
www.mastercellnet.com.br
www.netboxcomputadores.com.br
www.qlojao.com.br
www.selmarecife.com.br
www.shopinet.com.br
A principal queixa dos denunciantes é a não entrega de mercadorias. Diante das reclamações, o Procon tentou entrar em contato por meio do registro oficial das páginas e chegou a enviar correspondências.
Consumidores que tiverem problemas e não conseguirem um canal para falar com o site devem comunicar o Procon, que ajudará na busca pelos responsáveis e poderá encaminha-los à polícia caso também não consiga encontrá-los.
A reportagem da Folha tentou contato com os 29 nomes da lista pelo e-mail disponível no registro dos sites. Também tentou pela seção "Fale Conosco" e pelos telefones nas páginas ativas. Até o momento, quase ninguém retornou os contatos.
O site www.foxmegastore.com.br, por mensagem automática, informou que compras feitas por cartão de crédito entre os dias 18 de agosto e 20 de setembro, e que estão em atraso ou foram cancelados, estão sendo estornadas.
O site www.selmarecife.com.br disse que não trabalha com entrega de produtos, "mas liberação de assinaturas para site". Informou ainda que, após confirmação do pagamento "equipe especializada libera as assinaturas de acordo com a ordem de chegada, sendo o tempo variável de acordo com o número de pessoas. A pessoa tem até 15 dias para concordar ou não com nossos serviços, podendo pedir ressarcimento do valor investido, integralmente e sem perguntas", informou. "Ficamos surpresos com tal denúcia, já que fazemos tudo dentro do acordado. Jamais oferecemos algo que não fornecemos". disse.
Já o www.apostilaconcursos.com.br afirmou no início da noite desta terça-feira que não tem nenhum problema, e que o erro estaria em um site de nome similar. O site disse que o Procon errou na divulgação do endereço que teria o problema. A reportagem não conseguiu, após isso, contato com o Procon.
O site www.eletrorezende.com.br afirmou que precisa saber quem são os clientes que se queixaram, já que, disse, já teve problemas com a entrega feita pelos Correios. "Somos uma empresa séria e vendemos em mais de 15 países. Não tempos problemas com nossos clientes", afirmou.
Veja abaixo a lista dos sites:
ATIVOS:
www.apostilaconcursos.com.br
www.celulartablet.com.br
www.creatinauniversal.com.br
www.eletrorezende.com.br
www.forfemmeshop.com.br
www.foxmegastore.com.br
www.leiloesgyn.com.br
www.megabisashop.com.br
www.passagemrapida.com.br
www.seriadostv.net
www.shopbeautynow.com.br
FORA DO AR:
www.analar.com.br
www.cassysbrazil.com
www.cjseletroshop.com.br
www.eletromanaus.com.br
www.extraclube.com.br
www.extralance.com.br
www.ghaleria.com.br
www.gigasuplementos.com.br
www.gocarshop.com.br
www.haneltt.com
www.inforsettecnologia.com.br
www.ippon.com.br
www.leilaodeelite.com.br e
www.goldenlance.com.br
www.mastercellnet.com.br
www.netboxcomputadores.com.br
www.qlojao.com.br
www.selmarecife.com.br
www.shopinet.com.br
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Brasil deve ser o 4° maior mercado de e-commerce em 2015
O ano de 2011 foi promissor para o mercado de vendas online no Brasil, que figura em 6° lugar entre os dez maiores neste segmento. Mas as previsões são mais promissoras ainda. Segundo projeção do T-Index 2015, que associa participação da população no e-commerce com o PIB per capta estimado, o faturamento no setor deve aumentar e garantir ao país, em 2015, a quarta colocação.
Atualmente, participação do Brasil corresponde a 3% e a projeção é que chegue a 4,3% com a queda dos Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido. O estudo aponta o mercado brasileiro como o sétimo entre os dez com maior potencial de vendas pela web, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Em oitavo lugar vem a Rússia, seguida da Coreia do Sul e Itália.
Os Estados Unidos, em 2011, é primeiro colocado, com participação de 24,4%. As estatísticas dizem que ele será desbancado pela China nos próximos quatro anos.
Atualmente, participação do Brasil corresponde a 3% e a projeção é que chegue a 4,3% com a queda dos Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido. O estudo aponta o mercado brasileiro como o sétimo entre os dez com maior potencial de vendas pela web, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Em oitavo lugar vem a Rússia, seguida da Coreia do Sul e Itália.
Os Estados Unidos, em 2011, é primeiro colocado, com participação de 24,4%. As estatísticas dizem que ele será desbancado pela China nos próximos quatro anos.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Varejo on-line adianta saldão para evitar caos logístico
Reporta Toni Sciarretta, na Folha de S. Paulo, que depois do caos logístico do final de 2010, as principais lojas do varejo on-line preferiram não se comprometer com entregas expressas até o dia 24 e decidiram adiantar o saldão para as compras pós-Natal pela internet.
No Extra, no Ponto Frio e nas Casas Bahia, não é mais possível ter a entrega até o Natal. As três iniciam hoje o tradicional "saldão" com descontos nas compras para entrega a partir do dia 26.
O varejo aderiu ao chamado Boxing Day, dia de promoções nos EUA, Reino Unido e Canadá, que ocorre no dia 26.
Entre as grandes lojas, só Walmart e Carrefour garantem entrega em São Paulo para compras feitas ainda hoje.
No Carrefour, além da Grande São Paulo, a entrega é garantida também na região metropolitana do Rio (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Jundiaí (SP) e Baixada Santista (SP), para as compras aprovadas no cartão até as 19h da sexta, dia 23 --não vale para os boletos.
No Submarino e na Americanas.com, que chegaram a ter suspensas as vendas no Rio por conta dos atrasos nas entregas, a compra de objetos portáteis, como iPads, só tinha, ontem, a entrega agendada após quatro dias úteis.
No Extra, no Ponto Frio e nas Casas Bahia, não é mais possível ter a entrega até o Natal. As três iniciam hoje o tradicional "saldão" com descontos nas compras para entrega a partir do dia 26.
O varejo aderiu ao chamado Boxing Day, dia de promoções nos EUA, Reino Unido e Canadá, que ocorre no dia 26.
Entre as grandes lojas, só Walmart e Carrefour garantem entrega em São Paulo para compras feitas ainda hoje.
No Carrefour, além da Grande São Paulo, a entrega é garantida também na região metropolitana do Rio (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Jundiaí (SP) e Baixada Santista (SP), para as compras aprovadas no cartão até as 19h da sexta, dia 23 --não vale para os boletos.
No Submarino e na Americanas.com, que chegaram a ter suspensas as vendas no Rio por conta dos atrasos nas entregas, a compra de objetos portáteis, como iPads, só tinha, ontem, a entrega agendada após quatro dias úteis.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
"Price Check" da Amazon causa impacto no varejo dos EUA
Price Check, o novo aplicativo de comparação de preços lançado pela loja online Amazon.com chegou como uma bomba no setor de varejo dos EUA. Em tempos de crise econômica, a competição pelo interesse (e dólares) dos consumidores se torna ainda mais acirrada.
O novo app da Amazon (para iPhone e Android) causou polêmica ao permitir que os clientes escaneiem códigos de barras em lojas físicas e comparem os preços com as ofertas da Amazon. Muitos disseram que esse aplicativo dá à gigante online uma vantagem injusta -- afetando especialmente os varejistas de menor porte.
Um dos motivos para a reação contrária no setor é que os varejistas eletrônicos não pagam impostos sobre as vendas nos EUA nos estados onde não possuem presença física (escritórios, centrais de distribuição e logística, armazéns, etc.). Essa brecha fiscal permite que a Amazon e similares tenham vantagens sobre os concorrentes tradicionais.
Apesar disso, muitos analistas do setor reconhecem que aplicativos como o Price Check são um passo lógico na evolução do varejo. Até recentemente, os consumidores precisavam visitar as lojas físicas, verificar os preços manualmente e testar os produtos antes de comprar. Agora, o cliente pode fazer essa verificação de preços em tempo real, no espaço da loja concorrente. O Price Check acabar tornando as lojas concorrentes em verdadeiras "vitrines" da Amazon -- o consumidor pode tocar e testar um produto exposto e depois comprá-lo na loja virtual.
É motivo de sobra para incomodar os concorrentes. E o lançamento do aplicativo já está gerando muita repercussão negativa na imprensa, devido às reclamações dos varejistas.
Um detalhe muito interessante do Price Check é que ele transfere para o consumidor a tarefa de pesquisar preços para a Amazon. Cada vez que um cliente usa o app para comparar o preço de algum produto, esse dado é registrado pela Amazon e passa a integrar uma base de preços. Em vez de gastar milhões de dólares com esse tipo de levantamento de preços, a Amazon passa a contar com uma enorme multidão de "voluntários" que checam preços diariamente, em lojas de todo o país.
E isso é uma das maiores vantagens da era moderna: usar os próprios consumidores para gerar informações valiosas para o seu negócio, e por um custo irrelevante ou muito baixo. As tecnologias digitais possibilitam a redução a praticamente zero de um dos maiores custos do varejo: as informações dos clientes.
E quanto às críticas negativas na imprensa? A Amazon é regularmente apontada como uma grande vilã do setor de varejo, o equivalente online da rede Wal-Mart: ambas são constantemente criticada por suas práticas comerciais e trabalhistas. Os analistas mais calejados (ou cínicos) dizem que publicidade negativa não deixa de ser publicidade. A reclamação dos concorrentes na mídia tem o efeito óbvio de aumentar a percepção dos consumidores sobre um aplicativo que pode gerar uma economia significativa nas compras. Não custa lembrar que os consumidores norte-americanos estão agudamente conscientes de seus orçamentos, em busca permanente de melhores ofertas, promoções e descontos.
Uma consequência secundária de aplicativos como o Price Check e outras práticas do e-commerce pode ser a criação de uma norma federal nos EUA, permitindo que todos os estados do país possam recolher impostos sobre as vendas online, independente da presença física do varejista eletrônico no estado em questão. E mesmo se isso ocorrer, a Amazon.com continuará em uma posição vantajosa. Mesmo que uma taxa entre 6% e 10% seja aplicada sobre as vendas, a Amazon ainda poderá oferecer preços mais atraentes que a maioria dos seus concorrentes, tanto as redes de tijolo-e-cimento como outros varejistas eletrônicos.
O novo app da Amazon (para iPhone e Android) causou polêmica ao permitir que os clientes escaneiem códigos de barras em lojas físicas e comparem os preços com as ofertas da Amazon. Muitos disseram que esse aplicativo dá à gigante online uma vantagem injusta -- afetando especialmente os varejistas de menor porte.
Um dos motivos para a reação contrária no setor é que os varejistas eletrônicos não pagam impostos sobre as vendas nos EUA nos estados onde não possuem presença física (escritórios, centrais de distribuição e logística, armazéns, etc.). Essa brecha fiscal permite que a Amazon e similares tenham vantagens sobre os concorrentes tradicionais.
Apesar disso, muitos analistas do setor reconhecem que aplicativos como o Price Check são um passo lógico na evolução do varejo. Até recentemente, os consumidores precisavam visitar as lojas físicas, verificar os preços manualmente e testar os produtos antes de comprar. Agora, o cliente pode fazer essa verificação de preços em tempo real, no espaço da loja concorrente. O Price Check acabar tornando as lojas concorrentes em verdadeiras "vitrines" da Amazon -- o consumidor pode tocar e testar um produto exposto e depois comprá-lo na loja virtual.
É motivo de sobra para incomodar os concorrentes. E o lançamento do aplicativo já está gerando muita repercussão negativa na imprensa, devido às reclamações dos varejistas.
Um detalhe muito interessante do Price Check é que ele transfere para o consumidor a tarefa de pesquisar preços para a Amazon. Cada vez que um cliente usa o app para comparar o preço de algum produto, esse dado é registrado pela Amazon e passa a integrar uma base de preços. Em vez de gastar milhões de dólares com esse tipo de levantamento de preços, a Amazon passa a contar com uma enorme multidão de "voluntários" que checam preços diariamente, em lojas de todo o país.
E isso é uma das maiores vantagens da era moderna: usar os próprios consumidores para gerar informações valiosas para o seu negócio, e por um custo irrelevante ou muito baixo. As tecnologias digitais possibilitam a redução a praticamente zero de um dos maiores custos do varejo: as informações dos clientes.
E quanto às críticas negativas na imprensa? A Amazon é regularmente apontada como uma grande vilã do setor de varejo, o equivalente online da rede Wal-Mart: ambas são constantemente criticada por suas práticas comerciais e trabalhistas. Os analistas mais calejados (ou cínicos) dizem que publicidade negativa não deixa de ser publicidade. A reclamação dos concorrentes na mídia tem o efeito óbvio de aumentar a percepção dos consumidores sobre um aplicativo que pode gerar uma economia significativa nas compras. Não custa lembrar que os consumidores norte-americanos estão agudamente conscientes de seus orçamentos, em busca permanente de melhores ofertas, promoções e descontos.
Uma consequência secundária de aplicativos como o Price Check e outras práticas do e-commerce pode ser a criação de uma norma federal nos EUA, permitindo que todos os estados do país possam recolher impostos sobre as vendas online, independente da presença física do varejista eletrônico no estado em questão. E mesmo se isso ocorrer, a Amazon.com continuará em uma posição vantajosa. Mesmo que uma taxa entre 6% e 10% seja aplicada sobre as vendas, a Amazon ainda poderá oferecer preços mais atraentes que a maioria dos seus concorrentes, tanto as redes de tijolo-e-cimento como outros varejistas eletrônicos.
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