sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Varejo dos EUA aposta em futuro interativo e sustentável


Segundo nota do site NY1, em meio a tantas notícias ruins no cenário econômico, a associação de varejo dos EUA vê o futuro com otimismo. Os expositores reunidos na National Retail Federation Expo, realizada este mês em Nova York, apresentaram várias idéias e tecnologias que apontam para um futuro mais interativo e mais verde nas lojas.
Sistemas cada vez mais avançados e atraentes de auto-atendimento serão um diferencial importante para as lojas de cimento-e-tijolo competirem com o comércio online. Uma grande variedade de gadgets que convidam ao toque pelos consumidores, tornando a experiência de compra mais divertida. Entre esses gadgets está a Surface Table da Microsoft, uma mesa com tela sensível ao toque (imagem ao lado)
Outras tecnologias apresentadas no evento ajudam o consumidor a reduzir o impacto ambiental, estimulam o consumo consciente e facilitam a reciclagem.
Uma outra categoria importante de aparelhos auxilia no cálculo de orçamento de compras, o que pode interessar muito o cliente em tempos de vacas magras.
Um aparelho interessante, chamado EZface, permite que a pessoa faça uma "maquiagem virtual", para testar os efeitos dos cosméticos. A consumidora tira uma foto digital e pode manipular na tela uma grande variedade de batons, sombras, delineadores, etc.
O site NY1 tem um vídeo com essas tecnologias, veja aqui.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Cantina escolar testa pagamento com impressões digitais



Uma escola nos EUA está testando um sistema que usa impressões digitais para registrar o pagamento dos lanches.

Cliente enfrenta dificuldades para usar máquina de auto-pagamento no Wal-Mart



Tecnologias de self-checkout estão sendo testadas em diversas lojas e redes, mas ainda vai demorar para o público se acostumar com a novidade. Além da tecnologia confundir várias pessoas, questões culturais podem atrasar a implementação de sistemas desse tipo.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Digital signage é nova plataforma de marketing

Segundo informa Leonardo Lawrence, na Gazeta Mercantil, o "digital signage" (DS) é uma forma de comunicação baseada em displays eletrônicos. Geralmente é instalado em espaços públicos que possuem boa freqüência de pessoas e são utilizados para entreter, informar ou anunciar. O DS é uma forma de publicidade "out-of-home", na qual o conteúdo e as mensagens são exibidos em sinais digitais, com o objetivo de entregar mensagens orientadas para locais específicos em determinadas ocasiões, como elevadores, lojas de departamentos, ônibus, etc. Dessa maneira, oferece retorno superior sobre o investimento em comparação com os meios tradicionais, principalmente impressos, pois possui um custo-benefício melhor.
A China apresenta números impressionantes sobre o uso deste tipo de comunicação. Os chineses exibem uma movimentação de mais de US$ 10 bilhões somente nessa área, segundo dados oficiais, em 3 empresas listadas na Nasdaq (Focus Media, AirMedia e VisionChina).
O conteúdo exibido nas telas de digital signage pode variar de simples textos a imagens de vídeos "full-motion", com ou sem áudio. Alguns operadores de redes de digital signage, e empresas que já usam o serviço (principalmente na área de varejo), comparam o uso deste tipo de comunicação aos canais de televisão, mostrando entretenimento e conteúdo informativo intercalados com publicidade.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Colaboração entre internautas influencia consumo

Segundo nota da Meio & Mensagem Online, um levantamento feito pelo Ibope Inteligência entre os dias 20 e 21 de janeiro durante a Campus Party mostrou que, entre os internautas considerados "heavy-users", os hábitos de consumo são influenciados por comentários postados na rede. Feita com 600 entrevistados, a pesquisa mostrou que mais de 90% deles estão de alguma forma envolvidos em processos de colaboração online - seja como consumidores ou produtores de conteúdo.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Rede Best Buy vai reciclar eletroeletrônicos

Reporta Gita Sitaramiah, no TwinCities.com, que a rede de varejo Best Buy está lançando um programa para a reciclagem de aparelhos eletrônicos. A partir de fevereiro, as 1.006 lojas da rede vão aceitar aparelhos velhos para serem reciclados.
Cada consumidor poderá entregar até 2 unidades por dia. Será cobrada uma taxa de US$ 10 por aparelhos com telas, como TVs, laptops e monitores. O cliente receberá um bônus de compras na rede em troca da taxa de reciclagem.
A Best Buy vai aceitar a maioria dos aparelhos eletroeletrônicos, incluindo televisores, computadores, CPUS, videocassetes, DVDs, telefones e acessórios como teclados, mouses e controles remotos.

A "revolução verde" do Wal-Mart

Reportam Stephanie Rosenbloom e Michael Barbaro, no New York Times, que a gigante Wal-Mart está colhendo os frutos de um encontro secreto realizado em 2005. O "Choice Meeting" reuniu os executivos da maior rede de supermercados do mundo com os principais especialistas em meio ambiente dos EUA.
Na época, a rede estava sob forte ataque, devido à práticas trabalhistas questionáveis e pelo seu imenso impacto ambiental. O Wal-Mart era sinônimo do capitalismo feroz e insensível, o tipo de operação comercial que tem o lucro como único objetivo. Em 2004, um relatório apontou que 8% dos consumidores deixaram de comprar no Wal-Mart devido à má publicidade cercando a empresa.
O CEO da rede, H. Lee Scott Jr., pressionou a direção da empresa a mudar radicalmente essa visão, adotando um imenso programa de sustentabilidade. A gigante do varejo se tornaria verde a partir de então. E isso causou uma mudança no mercado varejista inteiro -- afinal, a gravidade do Wal-Mart é grande demais, e outras redes não podem ignorar as iniciativas da líder. Não apenas os varejistas, mas grandes fornecedores como a General Electric e a Procter & Gamble mudaram suas práticas comerciais nesses últimos anos em função do programa do Wal-Mart.
Hoje, cerca de 200 milhões de consumidores passam anualmente pelas lojas do Wal-Mart para comprar lâmpadas fluorescentes que consomem 75% menos energia, detergentes concentrados que usam 50% menos água e medicamentos embalados com a metade do papelão de antes. Só em 2007, a rede vendeu 100 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas. Para o fabricante, é menos lucrativo vender lâmpadas que duram mais -- mas nem a GE se atreveria a perder um cliente do porte do Wal-Mart. Ao vender apenas sabão concentrado para máquinas de lavar, o Wal-Mart estima que seus clientes economizaram cerca de 1,4 bilhão de litros de água, 47 milhões de quilos de plásticos, 62 milhões de quilos de papelão e quase 2 milhões de litros de óleo diesel nos últimos 3 anos.
O Wal-Mart diz que agora economiza US$ 3,5 milhões ao ano reciclando o plástico nas próprias lojas. A frota de caminhões foi redesenhada para ser 25% mais eficiente no consumo de combustível. Segundo um analista, a empresa vai economizar US$ 500 milhões em combustível até 2020.
E o programa se mostra muito eficiente onde realmente interessa: os lucros atingiram US$ 12,7 bilhões em 2008, comparado com US$ 11,2 bilhões em 2006. As vendas saltaram de US$ 312,4 bilhões para US$ 375 bilhões no mesmo período.

Iluminação de ruas comerciais com LEDs



Na cidade de Banff, no Canadá, a Osram criou e implementou um sistema de iluminação das ruas comerciais com LEDs de baixo consumo de energia. A tecnologia dos LEDs evoluiu muito nos últimos anos, permitindo uma grande variedade de cores e também uma luz branca mais natural, capaz de manter a cor natural das mercadorias.

No vídeo abaixo, uma luminária para iluminação externa com LED:

Sinalização digital



O vídeo mostra como um sistema de sinalização digital pode ser implementado em uma loja ou supermercado.

"Obamania" cresce no varejo dos EUA

Reporta Dave Benjamin, no SouthtownStar, que o varejo dos Estados Unidos vive uma onda de produtos inspirados no presidente Barack Obama e sua família. Entre os destaques, está o refrigerante 'You Glad for Change' da Jones Soda. Muitos itens oportunistas estão sendo vistos pelos consumidores como itens de coleção, o que aumenta a procura nas lojas.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Uso de RFIDs na rede alemã METRO



O vídeo ilustra o uso dos chips com microtransmissores de rádio (RFIDs) nos sistemas de logística e distribuição da rede alemã de supermercados METRO, uma das mais avançadas na Europa.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Sinalização eletrônica no varejo vive forte expansão

Segundo o Retail Info Systems, o mercado de sinalização eletrônica dentro de lojas deve dobrar nos próximos 5 anos nos EUA. O uso de painéis eletrônicos e grandes TVs de plasma e LCD deve subir de US$ 641 milhões em 2008 para US$ 1,4 bilhão em 2013, de acordo com um estudo da ABI Research.
Apesar da crise econômica, esse setor deve ter crescimento vigoroso porque os varejistas entendem que a sinalização eletrônica é um meio de atrair a atenção dos consumidores -- e os equipamentos e sistemas estão com preços cada vez mais atraentes.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Anúncios futuristas de cartões de crédito no Japão

Do site Pink Tentacle, imagens de uma campanha dos anos 70 para o cartão JCB no Japão. O texto proclama o "fim do dinheiro" -- nas viagens para Marte, encontros com garotas de Vênus, jantares em restaurantes espaciais e outras atividades "comuns" na passagem para o século 21. Quem dera!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

'Natural' é forte tendência em alimentos e bebidas

Reporta Karlene Lukovitz, no Marketing Daily, que as expressões "natural" e "orgânico" foram as mais frequentes nos lançamentos da indústria de alimentos e bebidas em 2008 no mundo. Termos como "100% natural", "sem aditivos ou conservantes", "orgânico" e "integral" estiveram presentes em 23% dos novos produtos ao redor do globo (comparado com 20% em 2007). Nos EUA, esse percentual ficou em 33% (comparado com 27% em 2007).
Já os alimentos "fortificados" (com vitaminas extras ou cálcio) tiveram declínio de 6% para 5% nos lançamentos mundiais e estacionaram em 6% nos EUA. Os alimentos com "menos" no rótulo (menos gordura, menos calorias, etc) também experimentaram declínio no mercado mundial.
Segundo a especialista em novos produtos da Mintel, Lynn Dornblaser, no passado os produtos com baixas calorias e sem gordura eram sinônimo de boa alimentação. Agora esse visão parece ultrapassada -- hoje, os produtos integrais e puros estão dominando as prateleiras.

Mais tecnologias para a loja do futuro



O METRO Group Future Store Initiative reúne mais de 80 empresas na União Européia para desenvolver e testar novas tecnologias para supermercados. Este vídeo demonstra algumas dessas tecnologias já em uso em um grande supermercado da rede na Alemanha.

O provador de roupas do futuro



A rede alemã Metro tem um grande projeto para investigar o futuro do varejo. Neste vídeo, uma idéia de como poderá ser o provador de roupas no futuro -- incorporando tecnologias digitais para facilitar as compras e o conforto do consumidor.

Samsung Concept Store, New York



Interessante loja-conceito da Samsung para exibir modelos de TV. O design e a decoração do interior da loja convidam o consumidor a tocar e interagir com os aparelhos.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

EUA: Circuit City vai fechar 567 lojas e demitir 30 mil

Segundo nota da Folha de S. Paulo, a Circuit City, segunda maior rede de eletroeletrônicos dos Estados Unidos, anunciou ontem que liquidará suas operações, após ver fracassadas suas tentativas de venda e de refinanciamento de suas dívidas. A empresa vai fechar 567 lojas e cortar 30 mil empregos.
Última vítima da retração no consumo nos EUA, que levou outras redes de varejo à bancarrota, a empresa deve começar a encerrar suas operações já a partir de hoje.
"Esse é o único caminho possível para nossa companhia", disse James Marcum, diretor da Circuit City. "Estamos extremamente decepcionados com esse resultado." Fundada em 1949, a empresa havia pedido concordata em novembro; analistas preveem novas quebras no setor de varejo.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Rede varejista americana Circuit City pede falência

Segundo a Folha Online, a Circuit City, segunda maior cadeia dos EUA de lojas de produtos eletrônicos, informou nesta sexta-feira que chegou a um acordo com as autoridades americanas para liquidar suas operações e fechar as portas, após meses de procura por um comprador ou por um refinanciamento de suas dívidas, sem sucesso. Quatro administradores irão supervisionar a venda das mercadorias nas 567 lojas da rede nos EUA antes do fechamento da empresa.
A rede de lojas, espalhada por 28 Estados, vinha lutando contra o gasto menor dos consumidores e o aperto do crédito. O anúncio do pedido de proteção sob o "Capítulo 11" ocorreu dias depois do fechamento de 155 lojas (cerca de 20% do total) por parte da Circuit City e da redução de 17% de seus trabalhadores nos Estados Unidos.

Após ação da PF, rede Casa & Vídeo pode demitir 3.000

Segundo nota da Folha de S. Paulo, a rede de lojas Casa & Vídeo enfrenta problemas de caixa que devem levar à dispensa de 3.000 funcionários, metade no Rio. A informação é do Sindicato dos Empregados no Comércio do Estado, que diz ter sido procurado pela empresa para intermediar acordo com funcionários.