segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Walmart planeja investir até R$ 2,2 bi no Brasil em 2010
Segundo nota da Reuters, o Walmart pretende investir de R$ 2 bilhões a R$ 2,2 bilhões no Brasil em 2010, anunciou nesta segunda-feira o presidente da unidade no país da maior rede varejista do mundo, Héctor Nuñez. Segundo a empresa, trata-se do maior investimento no país desde o início das operações da varejista no Brasil há 14 anos. O valor também é cerca de 40% maior que os investimentos deste ano, de R$ 1,6 bilhão.
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Brasileiros podem ter insenção de imposto em compras online no exterior
Segundo notícia do IDG Now!, Importações cuja combinação de custo e frete não passam de 50 dólares não são taxadas, desde que enviadas pelos Correios. Para ter direito à isenção, contudo, tanto o remetente quanto o destinatário devem ser pessoa física. A prática faz parte das regras do Regime de Tributação Simplificada, que prevê como norma geral a cobrança de 60% de imposto sobre o valor da importação (custo mais frete). Se o valor da compra mais o frete for menor que 500 dólares, o comprador pagará 60% desse valor a título de imposto, mas sem burocracia. Se for utilizado o serviço dos Correios, a taxa deverá ser paga numa agência postal.
Caso seja utilizado uma transportadora porta-a-porta, é ela que recolhe o imposto – o comprador terá, portanto, que reembolsar a empresa que trouxe o pacote. A isenção fica para os bens cujo valor (custo mais frete) não ultrapasse 50 dólares, e desde que tenha sido enviada por uma pessoa física a outra pessoa física.Como, então, comprar itens de pequeno valor em lojas de comércio eletrônico no exterior? É aqui que entram os parentes e amigos do exterior, que podem comprar ou receber a encomenda por você e despachar, depois, para seu endereço no Brasil.Em primeiro lugar, é preciso considerar os custos do transporte do item até aqui. As remessas internacionais de objetos via USPS, o correio americano, por exemplo, devem ser despachadas por um dos dois serviços: First Class International e Priority International.
Já o volume é calculado pelo correio americano somando-se o comprimento, a largura e a altura do pacote. Para ser despachado como First Class International, essa conta não pode superar 36 polegadas (91 cm). Além disso, o comprimento não pode exceder 24 polegadas (60 cm), o que deixa de fora muitos brinquedos – bonecas maiores, por exemplo.
Caso seja utilizado uma transportadora porta-a-porta, é ela que recolhe o imposto – o comprador terá, portanto, que reembolsar a empresa que trouxe o pacote. A isenção fica para os bens cujo valor (custo mais frete) não ultrapasse 50 dólares, e desde que tenha sido enviada por uma pessoa física a outra pessoa física.Como, então, comprar itens de pequeno valor em lojas de comércio eletrônico no exterior? É aqui que entram os parentes e amigos do exterior, que podem comprar ou receber a encomenda por você e despachar, depois, para seu endereço no Brasil.Em primeiro lugar, é preciso considerar os custos do transporte do item até aqui. As remessas internacionais de objetos via USPS, o correio americano, por exemplo, devem ser despachadas por um dos dois serviços: First Class International e Priority International.
Já o volume é calculado pelo correio americano somando-se o comprimento, a largura e a altura do pacote. Para ser despachado como First Class International, essa conta não pode superar 36 polegadas (91 cm). Além disso, o comprimento não pode exceder 24 polegadas (60 cm), o que deixa de fora muitos brinquedos – bonecas maiores, por exemplo.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Farmácia inglesa usa robô para gerenciar medicamentos
Segundo nota da BBC, os proprietários de uma farmácia em Denbigshire, na Inglaterra, instalaram um robô de US$ 350.000 para ajudar a organizar e entregar os medicamentos corretos para os clientes. O doutor Fraser Campbell e sua esposa Jacqui, proprietários da farmácia, disseram fizeram uma reforma no estoque para instalar a máquina robotizada, que é capaz de comportar 12.000 itens -- mais de 90% dos estoques da farmácia.O sistema lê as receitas dos clientes e entrega os medicamentos por uma janela especial. O robô também é capaz de repor os produtos das prateleiras durante a noite.
Segundo Jacqui Campbell, o robô tornou o atendimento mais eficiente, mais rápido e mais seguro para pacientes e clientes. Ela e o marido estão fazendo "noites de demonstração" em dezembro para mostrar as capacidades do robô para profissionais de saúde.
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Rede Target é campeã de "bugs" no e-commerce dos EUA

Segundo nota da Retail Information Systems, uma análise feita pela firma uTest entre os maiores varejistas online dos EUA (Amazon, Walmart e Target) indicou que o site da Target lidera no número de "bugs", ou defeitos de acesso. A pesquisa detectou mais de 500 bugs nos sites da três maiores redes.
O estudo também avaliou itens como preços, facilidade de uso, resenhas e notas, ferramentas de comparação de preços e usabilidade. A Amazon.com se destaca como líder, com o menor número de bugs e melhor índice de usabilidade. O Walmart.com vem em segundo lugar, e a Target.com está bem abaixo em terceiro. O estudo detectou 261 bugs no site da Target, 150 no site do Walmart e 94 no site da Amazon.
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Furtos aumentam no final do ano nos EUA
Reporta Parija B. Kavilanz, na CNNMoney.com, que o varejo dos EUA enfrenta uma grande onda de furtos neste final de ano. Segundo analistas, a tendência é um efeito negativo da recessão que afetou o país nos últimos 12 meses. Segundo Lee Pernice, especialista em segurança no varejo da ADT Security Services, os varejistas dos EUA contrataram menos seguranças para a temporada de festas, o que aumenta o risco de furtos nas lojas. A redução nas contratações de pessoal extra para a temporada chega a 62%, segundo dados do setor. Como consequência, os furtos em lojas aumentaram pela primeira vez em seis anos, chegando a US$ 36,3 bilhões em perdas -- ou 1,5% do total de vendas do setor.Segundo Pernice, aumentaram os casos de "pushouts", quando as pessoas literalmente "fogem" com os carrinhos de compras pela porta da loja, sem pagar. E como a maioria das lojas tem um política de não perseguir clientes que furtam (por razões de segurança), os varejistas acabaram absorvendo os custos dos "pushouts".
Nas lojas de departamentos, os produtos mais vulneráveis são roupas de grife. As mercadorias de marcas famosas são muito desejadas, tanto por indivíduos que furtam para si mesmos como para quadrilhas organizadas que atacam as lojas de modo sistemático, com a intenção de revender os produtos depois. Analistas do setor dizem que as quadrilhas se concentram em mercadorias que podem ser facilmente revendidas em mercados populares ou pela internet.
Nos supermercados e farmácias, os produtos mais visados para furtos são carnes, alimentos para bebês e medicamentos. Em lojas de ferramentas, furadeiras e outras ferramentas elétricas lideram a lista. Pernice diz que esse tipo de equipamento encontra compradores com facilidade.
Nas lojas de produtos eletrônicos, os itens mais furtados são consoles de videogames e TVs de tela plana. No caso de aparelhos mais volumosos, quase sempre há um funcionário da loja como cúmplice.
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
7-Eleven oferece bananas embaladas para manter o frescor

A rede de lojas de conveniência 7-Eleven anunciou a venda de bananas em embalagens plásticas para aumentar a vida útil das frutas nas prateleiras. O consumidor norte-americano tende a recusar bananas que tenham qualquer mancha escura, assim a rede pode manter o produto intacto por mais tempo, reduzindo as perdas. As embalagens são produzidas pela Del Monte, uma grande distribuidora de frutas nos EUA. A 7-Eleven vai testar as bananas embaladas em 27 lojas da área de Dallas. Se os testes forem bem sucedidos, a empresa pode distribuir as bananas embaladas para a maioria das 5.787 lojas da rede em 2010.
As embalagens de plástico despertaram críticas por serem pouco ecológicas. A Del Monte está procurando desenvolver embalagens biodegradáveis, mas diz que o uso das embalagens plásticas reduz a pegada de carbono ao permitir uma redução no número de entregas de frutas. A Del Monte também está lançando bananas embaladas para serem vendidas em máquinas automáticas.
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Google amplia relação entre lojas tradicionais e a web
Um novo serviço chamado Favorite Places on Google ajuda os consumidores a encontrarem as lojas mais procuraradas do sistema de busca. O Google identificou mais 100.000 estabelecimentos comerciais espalhados pelos EUA, que lideram as pesquisas no site. Esses pontos incluem restaurantes, lojas e outras atividades em mais de 9.000 cidades. Cada um desses estabelecimentos receberá um adesivo com um código QR escaneável para ser colocado na janela. Os clientes e outros passantes podem escanear o código com aparelhos móveis mais sofisticados, como iPhones, celulares que rodam o sistema Android e BlackBerry. O código abre imediatamente a página do estabelecimento no aparelho do usuário. Lá, ele pode encontrar resenhas e cupons de desconto, e pode dar uma "estrela" ao local, como uma nota para voltar em outra ocasião. Em breve, os próprios clientes poderão incluir suas opiniões no site do ponto comercial.O Google ainda planeja lançar novos adesivos para qualificar os estabelecimentos de forma mais precisa.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Zappos.com testa vendas com catálogos impressos
Reporta Stuart Elliot, no New York Times, que a Zappos.com, que vende calçados pela internet, está enviando 750.000 catálogos impressos para seus consumidores. A loja foi comprada recentemente pela Amazon.com. Os catálogos foram criados para aproveitar a temporada de compras do fim de ano e oferecem produtos como bolsas, jóias, roupas e perfumes, além dos calçados que são os principais produtos da varejista. Entre as marcas no catálogo estão Cole Haan, Guess, Calvin Klein, Lucky, Stila, True Religion e Stuart Weitzman. Os produtos podem ser comprados pelo site ou por um número 0800.
Aaron Magness, diretor de marketing de marcas e desenvolvimento de negócios da Zappos, diz que a empresa já lançou dois catálogos antes deste no ano. Os dois primeiros serviram para testar a idéia de que "consumidores diferentes reagem a diferentes mídias". A empresa está avaliando cuidadosamente cada aspecto desse experimento, incluindo o número de páginas (48 nesta edição) e o peso do papel. Segundo análises de mercado, um catálogo com tiragem entre 500.000 e 1 milhão de exemplares pode custar entre US$ 400.000 e US$ 900.000, incluindo impressão e distribuição.
Aaron Magness, diretor de marketing de marcas e desenvolvimento de negócios da Zappos, diz que a empresa já lançou dois catálogos antes deste no ano. Os dois primeiros serviram para testar a idéia de que "consumidores diferentes reagem a diferentes mídias". A empresa está avaliando cuidadosamente cada aspecto desse experimento, incluindo o número de páginas (48 nesta edição) e o peso do papel. Segundo análises de mercado, um catálogo com tiragem entre 500.000 e 1 milhão de exemplares pode custar entre US$ 400.000 e US$ 900.000, incluindo impressão e distribuição.
Fusão do Pão de Açúcar com Casas Bahia acirra disputa no e-commerce
Segundo nota do TI Inside, o anúncio da fusão do grupo Pão de Açúcar com as Casas Bahia, além de aumentar o número de lojas físicas das redes varejistas, vai acirrar a disputa no mercado de comércio eletrônico com a líder no ranking B2W, empresa de varejo on-line que engloba os sites Submarino, Americanas.com, Shoptime e Ingresso.com. Com o negócio, as operações de e-commerce do Extra, Ponto Frio e Casas Bahia, que iniciou em fevereiro as vendas pela internet, serão integradas em uma única empresa, denominada de Nova PontoCom. Com isso, as Casas Bahia passa a ter participação de 17% no capital social da Nova PontoCom.A expectativa do Pão de Açúcar é que as operações de e-commerce atinjam faturamento de R$ 2 bilhões já em 2010, o que, se confirmado, consolidará a empresa como a segunda maior do segmento de comércio eletrônico, atrás apenas da B2W.No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o conglomerado registrou faturamento de R$ 3,6 bilhões com comércio eletrônico. Em 2008, a B2W obteve faturamento de R$ 4,4 bilhões.
O primeiro reflexo da ameaça para o negócio à B2W já apareceu no desempeno das ações da companhia, que registraram queda de 4,77% no pregão da Bovespa desta sexta-feira, 4.
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Terra lança canal de compras pelo celular
Segundo nota do Propaganda & Marketing, o portal Terra lançou esta semana no Terra Mobile (m.terra.com.br) um canal para compras pelo celular, o Terra Ofertas Mobile. O serviço é o primeiro no mercado brasileiro que permite ao consumidor pesquisar e finalizar a compra por meio do aparelho celular. Na home do Terra Mobile o usuário encontra promoções dos principais varejistas do país. Ao realizar a busca pelo produto escolhido, é possível ver a descrição do objeto, além do preço e avaliações sobre a loja. Entre os varejistas que já estão no Terra Oferta Mobile estão: Dell, Wal Mart, Extra, Fast Shop, Saraiva.com.br, Ponto Frio, Magazine Luiza e Americanas.com, além de Centauro.com.br, Colombo.com.br, Commcenter, Comprafacil.com, COMPRETUDOAKI, E-Fácil, ITAUTEC Brasil, Kalunga.com, Mania Virtual, Marisa, Meu Carro Novo, MOTO.com.br, Nokia, Obabox, Passarela, Polishop, Sacks , Safari Shop , SexToy SexShop, Shoptime, Submarino, Ultrafarma, Videolar.com ,WebMotors e Zap Internet.
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Varejistas online turbinaram ofertas na 'Cyber Monday' dos EUA

Reporta Mae Anderson, no Seattle Times, que as lojas online dos Estados Unidos dispararam uma verdadeira guerra de ofertas e promoções durante a chamada "Cyber Monday" -- a primeira segunda-feira depois do Dia de Ação de Graças, e que rapidamente está se tornando o equivalente online da 'Black Friday', com as grandes liquidações do varejo tradicional. Apesar da web ainda representar apenas 10% das vendas de fim de ano no varejo americano, é o setor de maior crescimento este ano -- um sinal positivo em comparação com a queda nas vendas do ano passado. Segundo dados da Coremetrics, as vendas este ano pela web foram 19,6% maiores do que em 2008. De acordo com uma pesquisa da BIGresearch divulgada na semana passada, a previsão era que 100 milhões de consumidores americanos fariam suas compras de fim de ano na segunda-feira pela web. Os resultados da 'Black Friday', das lojas tradicionais, não foram tão bons quanto o esperado -- os consumidores compraram muitos itens, mas de menor valor.
A web brilha tanto como plataforma de varejo que os investidores reagiram rapidamente. As ações da Amazon.com subiram 3,2%, a maior alta de sua história em um único dia.
O termo 'Cyber Monday' foi criado em 2005 pela National Retail Federation para descrever a segunda pós-feriado de Ação de Graças. A idéia era que as pessoas que não tinham banda larga em casa esperariam o retorno ao trabalho na segunda para ver ofertas no computador do escritório. Hoje, com boa parte das residências já tem conexões rápidas, a razão para o nome deixou de existir -- mas a tradição se firmou. É interessante notar que a 'Cyber Monday' não é o dia mais movimentado de compras na web dos EUA, mas está entre os 10 maiores.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Site ajuda usuários a comprar em lojas tradicionais

Reporta Claire Cain Miller, no New York Times, que o site Milo lançou um conceito interessante nos EUA. Em vez de promover as compras pela internet, o site ajuda as pessoas a encontrarem o que desejam nas lojas tradicionais de cimento e tijolo. Os usuários acessam o Milo, realizam uma busca por um item e incluem um endereço ou código postal. O site então apresenta descrições e resenhas dos produtos pesquisados, e uma lista de varejistas locais que têm os itens em estoque -- incluindo tamanhos, cores e modelos.
Segundo Jack Abraham, o fundador de 23 anos do Milo, o site é um "anti-Amazon.com", e realiza pesquisas em tempo real nas lojas mais próximas do cliente.
O conceito atraiu o interesse de alguns investidores de peso. Esta semana, a empresa anunciou que conseguiu um investimento de US$ 4 milhões da firma True Ventures e de investidores do Vale do Silício como Ron Conway (um dos primeiros a investir no Google) e Keith Rabois, que foi pioneiro ao investir no YouTube.
Se o sucesso de sites com Amazon.com se deve ao fato de que as pessoas acham cômodo fazer compras sem sair de casa, Abraham diz que as pessoas na verdade preferem tocar um produto antes de comprá-lo, e gostam de levá-lo para casa imediatamente após pagar por ele. Além disso, fazer compras localmente é uma forte atual tendência nos EUA -- é mais ecológico e em muitas ocasiões é mais barato.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
McDonald's muda de cor para passar imagem mais ecológica
Segundo nota do Propaganda & Marketing, o McDonald's trocou o tradicional fundo vermelho de sua marca pelo verde. A mudança reflete a tentativa da empresa de promover uma imagem mais "eco-friendly" na Europa. Cerca de 100 restaurantes da rede na Alemanha farão a mudança até o final de 2009, informou a empresa. Algumas franquias na Grã-Bretanha e França também já estão utilizando o novo padrão.A franquia que possui mais de 32 mil restaurantes em 118 países tem sido alvo de ativistas que alegam que as atividades da rede são prejudiciais ao meio ambiente. Por causa disso, a rede está tentando adotar práticas "verdes", convertendo o óleo usado nos restaurantes em biodiesel, por exemplo.
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
Estratégia do eBay para aumentar tráfego causa colapso do site
Reporta David Gelles, no Financial Times, que o eBay, um dos sites mais visitados do mundo, ficou paralisado por quase todo o fim de semana, devido ao fracasso de uma estratégia para aumentar sua capacidade de tráfego. As vendas caíram praticamente a zero, em uma época especialmente sensível (véspera do feriado de Ação de Graças nos EUA e pouco mais de um mês antes do Natal).
Aparentemente, a tentativa da empresa de atrair grandes varejistas e atacadistas para seu mercado eletrônico não deu certo -- ou deu certo demais: o site registrou cerca de 200 milhões de ofertas, um aumento de 33% em comparação com o mesmo período no ano passado. Ina Steiner, diretora do AuctionBytes (que monitora o desempenho do eBay), disse que o apagão online do fim de semana mostra que o site da empresa não comporta esse crescimento súbito, o que é motivo de grande preocupação. Em tese, a estratégia seria uma arma para recuperar compradores e vendedores que migraram para concorrentes como Amazon.com e Craiglist. Mas os problemas revelaram que a arquitetura do site não estava preparada para essa mudança no volume. Analistas preveem que o apagão pode custar caro para o eBay em termos de faturamento. A empresa já anunciou que deve compensar os vendedores e compradores que foram afetados pelo problema. E o caso pode ainda espantar os consumidores, justamente na época de comprar presentes para as festas do final de ano.
Aparentemente, a tentativa da empresa de atrair grandes varejistas e atacadistas para seu mercado eletrônico não deu certo -- ou deu certo demais: o site registrou cerca de 200 milhões de ofertas, um aumento de 33% em comparação com o mesmo período no ano passado. Ina Steiner, diretora do AuctionBytes (que monitora o desempenho do eBay), disse que o apagão online do fim de semana mostra que o site da empresa não comporta esse crescimento súbito, o que é motivo de grande preocupação. Em tese, a estratégia seria uma arma para recuperar compradores e vendedores que migraram para concorrentes como Amazon.com e Craiglist. Mas os problemas revelaram que a arquitetura do site não estava preparada para essa mudança no volume. Analistas preveem que o apagão pode custar caro para o eBay em termos de faturamento. A empresa já anunciou que deve compensar os vendedores e compradores que foram afetados pelo problema. E o caso pode ainda espantar os consumidores, justamente na época de comprar presentes para as festas do final de ano.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
E-commerce deve crescer 30% neste Natal
Reporta Kelly Dores, no Propaganda & Marketing, que as vendas de Natal no comércio eletrônico também devem crescer e impulsionar o faturamento das lojas na internet. Estimativas da e-bit apontam que as vendas no período de festas devem resultar em um faturamento de R$ 1,63 bilhão, um crescimento nominal de 30% em relação a 2008, quando o setor atingiu R$ 1,25 bilhão em vendas no Natal. A aposta do Magazine Luiza para o e-commerce é ainda maior: 80% de expansão. A rede também está com campanha online da Ogilvy para anunciar promoção “Agarre o Que Puder”.
Acompanhando o ritmo, os investimentos online também cresceram cerca de 30% neste final de ano. A F.Biz, que abriu este ano uma área de e-commerce com 20 pessoas, informa que na agência o investimento em mídia quase que dobrou em relação ao mesmo período do ano passado. Na F.Biz, a estratégia online é baseada em links patrocinados, ações de e-mail marketing, serviços e muita segmentação.
“Acreditamos que o consumidor online cada ano fica mais exigente, além de buscar melhor produto, preços e boas oportunidades, ele quer entrega garantida e boas opções de pagamento”, disse Pedro Reis, sócio-diretor da F. Biz. Segundo o executivo, o resultado do e-commerce depende muito da capacidade de entrega de pedidos da marca.
Reis diz que os serviços são diferenciais importantes para uma marca se destacar no e-commerce. Ele cita o case do Netshoes.com.br, que vende artigos esportivos na rede e que passou a oferecer ferramenta em que os usuários conseguem avaliar produtos e trocar impressões com outros compradores. Rede Ipiranga, Cobasi e Le Postiche também são clientes da F.Biz com e-commerce.
Fernando Taralli, presidente da Energy, ressalta que o crescimento na internet é contínuo. Entre os clientes da agência que possuem e-commerce estão Casas Bahia, Tenda e Hoteis.com. “Os três negócios estão indo muito bem neste final de ano”, comentou.
Vale lembrar que este será o primeiro ano de Casas Bahia no e-commerce. Taralli comenta que o fato da Casas Bahia ter inaugurado o portal em fevereiro deste ano reforça a importância da internet nas estratégias da maior rede de varejo nacional. “O portal é um reflexo dos produtos na loja física. Tem sido muito interessante acompanhar o quanto esse negócio complementa a bem-sucedida atuação da rede”, falou.
Acompanhando o ritmo, os investimentos online também cresceram cerca de 30% neste final de ano. A F.Biz, que abriu este ano uma área de e-commerce com 20 pessoas, informa que na agência o investimento em mídia quase que dobrou em relação ao mesmo período do ano passado. Na F.Biz, a estratégia online é baseada em links patrocinados, ações de e-mail marketing, serviços e muita segmentação.
“Acreditamos que o consumidor online cada ano fica mais exigente, além de buscar melhor produto, preços e boas oportunidades, ele quer entrega garantida e boas opções de pagamento”, disse Pedro Reis, sócio-diretor da F. Biz. Segundo o executivo, o resultado do e-commerce depende muito da capacidade de entrega de pedidos da marca.
Reis diz que os serviços são diferenciais importantes para uma marca se destacar no e-commerce. Ele cita o case do Netshoes.com.br, que vende artigos esportivos na rede e que passou a oferecer ferramenta em que os usuários conseguem avaliar produtos e trocar impressões com outros compradores. Rede Ipiranga, Cobasi e Le Postiche também são clientes da F.Biz com e-commerce.
Fernando Taralli, presidente da Energy, ressalta que o crescimento na internet é contínuo. Entre os clientes da agência que possuem e-commerce estão Casas Bahia, Tenda e Hoteis.com. “Os três negócios estão indo muito bem neste final de ano”, comentou.
Vale lembrar que este será o primeiro ano de Casas Bahia no e-commerce. Taralli comenta que o fato da Casas Bahia ter inaugurado o portal em fevereiro deste ano reforça a importância da internet nas estratégias da maior rede de varejo nacional. “O portal é um reflexo dos produtos na loja física. Tem sido muito interessante acompanhar o quanto esse negócio complementa a bem-sucedida atuação da rede”, falou.
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Vendas online de Natal devem ser 30% maiores do que em 2008
Segundo nota do Meio&Mensagem, o natal de 2009 deverá aquecer o setor de comércio online. De acordo com previsões divulgadas nessa última quarta-feira, 11, pela empresa de monitoramento e-bit, o volume de negócios gerados pelas vendas de e-commerce neste ano poderá atingir o patamar de R$ 1,63 bilhão. Caso a estimativa do e-bit se cumpra, as vendas pela internet realizadas entre o período de 15 de novembro e 24 de novembro serão 30% maior do que as de 2008, quando o setor de comércio online movimentou a quantia de R$ 1,25 bilhão. Até o dia 31 de dezembro, estima-se que o País fature R$ 10,5 bilhões com as transações efetuadas via internet, o que configura um crescimento de 28% em relação ao faturamento do ano passado.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Varejo dos EUA tem primeiro trimestre positivo em 2 anos
Reporta Andria Cheng, no Wall Street Journal, que o setor de varejo dos Estados Unidos deve informar o primeiro resultado financeiro positivo no trimestre em mais de dois anos. Os bons números se devem a sistemas mais eficientes de comparação de preços, controle maior de estoques e aumento no consumo. Um resultado positivo vai separar o varejo de outros setores da economia dos EUA, onde o trimestre deve ainda ser de prejuízos.
O grupo dos 122 maiores varejistas do país, liderado pela rede Walmart, deve ter crescimento médio de 2,1% no 3o. trimestre, segundo dados da Retail Metrics. Sem o Wamart, o setor indicaria crescimento de apenas 0,6%.
O número positivo surge ao mesmo tempo em que o desemprego nos EUA chega a 10,2% da população. O varejo está conseguindo superar as dificuldades oferecendo descontos e pechinchas -- que atraem novos consumidores e clientes de renda mais alta. Com a proximidade do final do ano, o Walmart lançou várias guerras de preços de produtos como livros, DVDs, eletrônicos e brinquedos, contra rivais como Target, Amazon.com, Best Buy e Toys "R" Us.
O grupo dos 122 maiores varejistas do país, liderado pela rede Walmart, deve ter crescimento médio de 2,1% no 3o. trimestre, segundo dados da Retail Metrics. Sem o Wamart, o setor indicaria crescimento de apenas 0,6%.
O número positivo surge ao mesmo tempo em que o desemprego nos EUA chega a 10,2% da população. O varejo está conseguindo superar as dificuldades oferecendo descontos e pechinchas -- que atraem novos consumidores e clientes de renda mais alta. Com a proximidade do final do ano, o Walmart lançou várias guerras de preços de produtos como livros, DVDs, eletrônicos e brinquedos, contra rivais como Target, Amazon.com, Best Buy e Toys "R" Us.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Pão de Açúcar planeja operadora de telefonia celular
Segundo nota do Propaganda & Marketing, o Grupo Pão de Açúcar estaria se preparando para lançar uma operadora de telefonia celular. A empresa aguarda apenas a autorização da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para dar início ao projeto. Consultado pela reportagem da Folha, o Pão de Açúcar confirmou que tem interesse no negócio, afirmando que "no momento certo e condições adequadas poderá iniciar o projeto". A ideia da rede é atrair, em um primeiro momento, os clientes do cartão Mais. O Carrefour também teria feito consultas a fornecedores para saber sobre a viabilidade de negócio semelhante no Brasil.
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A Mesbla está de volta...na internet
Reporta Alexandre Zaghi Lemos, no Meio & Mensagem, que a Mesbla sua volta à ativa. Está prevista para ser lançada em abril a operação de e-commerce da Mesbla, que terá foco em artigos femininos. O endereço mesbla.com.br já exibe um site teaser. Ainda neste mês passará a atender em circuito fechado, para cerca de 75 mil consumidores convidados a testá-lo. O projeto é tocado pela Mercantil Brasileira, que assinou contrato de cessão com o empresário Ricardo Mansur, dono da marca Mesbla. A agência J3P foi contratada para cuidar do conceito do site de compras e da estratégia de comunicação do relançamento da Mesbla.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Setor tecnológico lança produtos estratégicos para vendas no Natal
Reporta Paula Gil, na Folha Online, que as últimas novidades em livros eletrônicos, smartphones e aparelhos utilizados para "twittar" fazem parte das estratégias do setor tecnológico para aumentar suas vendas com a chegada do Natal, depois de duas campanhas desfavoráveis.
Não será uma tarefa fácil, contudo. Segundo a última enquete da organização Consumer Reports, 65% dos americanos planejam gastar menos este ano em presentes, viagens e entretenimento.
No entanto, o estudo também mostra que os artigos eletrônicos sairão melhor parados que outras opções e produtos como computadores portáteis, netbooks, celulares, videogames e sistemas GPS ao menos manterão seu nível de vendas.
No Natal, o saco do Papai Noel possivelmente estará cheio de livros eletrônicos, um produto cada vez mais popular e cujo preço caiu consideravelmente no último ano.
Não será uma tarefa fácil, contudo. Segundo a última enquete da organização Consumer Reports, 65% dos americanos planejam gastar menos este ano em presentes, viagens e entretenimento.
No entanto, o estudo também mostra que os artigos eletrônicos sairão melhor parados que outras opções e produtos como computadores portáteis, netbooks, celulares, videogames e sistemas GPS ao menos manterão seu nível de vendas.
No Natal, o saco do Papai Noel possivelmente estará cheio de livros eletrônicos, um produto cada vez mais popular e cujo preço caiu consideravelmente no último ano.
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