sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Setor tecnológico lança produtos estratégicos para vendas no Natal

Reporta Paula Gil, na Folha Online, que as últimas novidades em livros eletrônicos, smartphones e aparelhos utilizados para "twittar" fazem parte das estratégias do setor tecnológico para aumentar suas vendas com a chegada do Natal, depois de duas campanhas desfavoráveis.
Não será uma tarefa fácil, contudo. Segundo a última enquete da organização Consumer Reports, 65% dos americanos planejam gastar menos este ano em presentes, viagens e entretenimento.
No entanto, o estudo também mostra que os artigos eletrônicos sairão melhor parados que outras opções e produtos como computadores portáteis, netbooks, celulares, videogames e sistemas GPS ao menos manterão seu nível de vendas.
No Natal, o saco do Papai Noel possivelmente estará cheio de livros eletrônicos, um produto cada vez mais popular e cujo preço caiu consideravelmente no último ano.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Google quer lucrar com varejo na web

Segundo nota do AD News, para tentar ampliar as receitas junto ao mercado de varejo on-line, o Google está comercializando um produto especial de busca. O produto foi anunciado na última quarta-feira com o nome de Google Commerce Search, colocado à venda pelo valor inicial de US$ 50 mil por ano. A experiência do Google como buscador atribui ao site de varejo uma qualidade especial: a capacidade do consumidor para localizar os produtos e serviços. Para isso, o buscador quer usar um canal de dados para os catálogos de cada grupo de varejo.
"Os varejistas me convenceram de que existia a necessidade de um produto desse tipo,", disse Nitin Mangtani (gerente de produtos de busca para empresas do Google) para a Reuters. “O desempenho lento de buscas em sites de varejo poderia enviar os usuários a outros sites, prejudicando os índices de conversão de uma loja” - acrescenta.

Loja Barnes & Noble é processada por plágio de e-reader

Segundo nota da Folha Online, a empresa Spring Design, da Califórnia, processou a livraria norte-americana Barnes & Noble, afirmando que esta copiou recursos e ideias fundamentais de seu próprio e-reader, divulgou o jornal britânico "The Daily Telegraph" nesta quarta-feira (4). O plágio teria sido feito sobre o e-reader de tela dupla Alex, da Spring, em benefício do Nook, da Barnes, lançado em outubro.
"Nós mostramos o design do e-book Alex para a Barnes & Noble com a intenção de trabalharmos juntos para fornecer um produto de tela dupla superior para o mercado", diz Eric Kmiec, vice-presidente de vendas da Spring Design.
O objetivo da parceria anterior entre as duas empresas era lançar um produto para competir com o Kindle, da Amazon. No entanto, ele diz que foi uma "completa surpresa" quando a Barnes & Noble anunciou o Nook.

Walmart vai testar venda pela TV paga

Segundo nota do Valor Econômico, o Walmart vai testar no Brasil a venda de produtos pela TV, algo que não faz nem nos Estados Unidos. No fim do ano, a varejista vai comprar espaços publicitários de um minuto em canais de TV por assinatura. Mas, em vez de anúncios, a rede fará a venda por telefone de alguns itens, no mesmo estilo da Polishop.
O Brasil tem se mostrado um fértil campo de experiências para o Walmart. A loja pontocom do grupo no país superou com folga todas as expectativas da multinacional, que só vendia, até então, bens duráveis pela internet nos Estados Unidos e Reino Unido.
Lançado há um ano, o site do Walmart já está as cinco maiores operações brasileiras de varejo on-line. A pontocom, que recebia menos de 50 mil visitações diárias nos primeiros meses, já atinge hoje 200 mil acessos por dia e possui 1 milhão de clientes cadastrados como "opt-in" - aqueles que aceitam receber propaganda por e-mail.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Rede 7-Eleven lança rede interna de televisão


Segundo um press release das lojas 7-Eleven, a rede fechou um acordo com a Digital Display Networks para criar uma rede própria de TV, que terá programas exibidos em mais de 6.200 lojas nos EUA e Canadá.
Quando a instalação estiver completa, a 7-Eleven TV espera atingir 190 milhões de espectadores por mês. A programação da rede será 24 horas por dia, com entretenimento e notícias locais, e programas criados exclusivamente para os clientes das lojas. A TV exibirá anúncios com a marca 7-Eleven e de outras empresas, e dará destaque para as promoções da rede. A grade será dividida para promover itens específicos, nos horários em que são mais relevantes para os consumidores.
A programação será exibida em aparelhos LCD de alta definição, com áudio direcional -- só será ouvido pelas pessoas que estiveram em frente aos televisores.

Best Buy quer criar serviço de download de filmes

Informa a Reuters que a varejista norte-americana de eletrônicos Best Buy planeja abrir um serviço on-line para compra, locação e download de filmes e séries de televisão. O sistema, baseado na plataforma do serviço Roxia CinemaNow, da Sonic Solutions, será integrado aos aparelhos vendidos nas lojas da rede varejista, incluindo televisores, tocadores de música, computadores e celulares, entre outros, de diversos fabricantes diferentes. A empresa espera poder dar acesso a filmes novos e independentes, além de filmes de catálogo mais antigos, disponibilizando alguns títulos novos no mesmo dia que a versão em DVD chegar às prateleiras.

Apple atinge 100 mil aplicativos disponíveis na loja virtual

Segundo nota da Folha Online, a Apple anunciou que a loja virtual ultrapassou 100 mil aplicativos disponíveis, a partir desta quarta-feira (4). Em nota, a empresa informou que os consumidores que detêm o iPhone e o iPod Touch em 77 países podem escolher em uma gama de 20 categorias, incluindo jogos, negócios, notícias, esporte, saúde, informação e viagens. O total de downloads de aplicativos na App Store ultrapassa os 2 bilhões, em uma média de 10 mil downloads diários.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Rede Kohl's conquista 720.000 fãs no Facebook

Reporta Doris Hajewski, no Journal Sentinel de Milwaukee, que a rede de varejo Kohl's conquistou um grande fã-clube no site de relacionamentos Facebook. Isso porque o varejista descobriu como atrair o interesse de seus consumidores: oferecendo promoções e entregas gratuitas de compras.
Com essa isca atraente, a rede conquistou mais de 720.000 fãs em sua página no site.
A Kohl's aparece em terceiro lugar em número de fãs entre os varejistas dos EUA, só perdendo para a rede de cafés Starbucks (que reina soberana com 4,6 milhões de fãs no Facebook) e a Best Buy (com 843.000 fãs).
Segundo a vice-presidente de relações públicas da Kohl's, a página no Facebook criou um espaço onde os consumidores podem interagir, trocar experiências e aproveitar as promoções da rede.
A empresa mantém uma equipe específica no departamento de marketing para monitorar a página no Facebook e responder aos clientes. Em alguns casos, a equipe atende ou encaminha reclamações.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

PDV influencia brasileiros na hora da compra

Segundo nota do Meio & Mensagem, as ações e promoções feitas diretamente nos pontos de venda são os fatores que mais influenciam os consumidores brasileiros a tirar o dinheiro do bolso para adquirir produtos. Além disso, passado o período de maior instabilidade e de receio em relação à economia global, as pessoas já se sentem mais a vontade para voltar a colocar em seu carrinho de compras os seus itens preferidos, que tinham sido deixados de lado ou substituídos por outros mais baratos. As conclusões são alguns dos resultados principais do estudo "Crise ou Incerteza?", realizado pela Nielsen em 50 países, do qual participaram mais de 17 mil pessoas. Em termos de confiança, os brasileiros ocupam o quarto lugar entre os países pesquisados pela Nielsen, ficando atrás da Indonésia, Índia e das Filipinas. Enquanto a média global de confiança ficou em 82 pontos, a do Brasil atingiu 96. De acordo com a pesquisa, as ações de ponto de venda são responsáveis por incrementar em 55% as vendas dos produtos.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Uso de smartphones no varejo dispara, iPhone lidera a lista

Segundo nota da Retail Information Systems, os novos modelos de celulares, chamados smartphones, são cada vez mais populares no varejo dos EUA. Além dos programas de fidelização e promoções criados pelo varejo para atrair os consumidores, há um grande número de aplicativos criados especificamente para negócios do setor. Essas tendências alimentam a rápida adoção desses aparelhos. O iPhone da Apple lidera a lista, seguido pelo BlackBerry. Ao mesmo tempo, o interesse por aparelhos tradicionais está caindo rapidamente.
As conclusões aparecem no estudo 2009 Wireless Business Smartphone Customer Satisfaction, da firma J.D. Power & Associates.
Segundo o estudo, a queda nos preços dos smartphones está facilitando esse crescimento na adoção. Há atualmente no mercado dos EUA modelos que custam menos de US$ 100. E as operadoras estão dando descontos nos aparelhos mais sofisticados, em se o cliente assinar algum dos planos mais caros.
O estudo também indica que 22% dos usuários querem comprar aparelhos com Wi-Fi, e 21% querem telas tipo "touch-screen". 17% querem aparelhos com função GPS.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

CEO da 7-Eleven se disfarça de trainee em lojas da rede

Segundo nota da Convenience Store News, o presidente e CEO da rede 7-Eleven, Joe DePinto, passou uma semana incógnito em várias funções nas lojas da rede, se passando por um funcionário em treinamento chamado "Danny Rossi". A ação foi concebida originalmente como uma idéia para um programa de TV, segundo o blog Careers Blog da 7-Eleven.
DePinto classificou a experiência como "esclarecedora e educativa", e disse que o trabalho é duro. Durante sua experiência como funcionário, o executivo trabalhou na padaria assando pães e donuts, encaminhou pedidos em um centro de distribuição e entregou produtos frescos de madrugadada. Para não ser reconhecido, DePinto deixou a barba crescer e usou óculos e chapéu. As pessoas que ajudaram "Danny" em suas tarefas foram reconhecidas pelo executivo por seu empenho e lealdade à empresa.
As cenas foram gravadas para fazer parte de um programa de TV, cujos detalhes devem divulgados no futuro.

Microsoft abre sua primeira loja física no Arizona

Reporta Max Jarman, no Arizona Republic, que a Microsoft inaugurou ontem sua primeira loja de varejo em Scottsdale, na região de Phoenix. A loja é o primeiro passo para concorrer no mercado de varejo com a rival Apple, que tem 275 lojas no mundo todo. Mas enquanto a Apple vende basicamente seus próprios produtos, a Microsoft pretende oferecer itens de vários fabricantes. A loja de Scottsdale tem televisores da Panasonic, fones de ouvido da Bang & Olufsen, computadores da Dell e telefones da LG, entre outras marcas. Todos usam softwares da Microsoft, claro.
Segundo Kevin Turner, executivo operacional da Microsoft, a empresa quer ser uma varejista de sucesso. Os produtos antes eram vendidos através de outros vendedores, como Best Buy e Walmart, o que impedia a Microsoft de ter contato direto com seus consumidores.
A empresa planeja abrir a segunda loja na Califórnia, até o final do mês. Outras lojas serão abertas a partir dos resultados das primeiras unidades. Na noite anterior à inauguração em Scottsdale, cerca de 1.500 consumidores formaram filas para serem os primeiros a visitar a loja.
A decoração da loja da Microsoft lembra uma Apple Store, com piso de madeira clara, decoração minimalista e produtos disponíveis para testes.

Livrarias querem investigação de guerra de preços entre Amazon e Walmart

Segundo nota do Star Tribune de Minneapolis, a American Booksellers Association (a associação de livreiros dos EUA) quer que o governo investigue a atual guerra de preços de livros novos, travada pelos gigantes Walmart e Amazon.com na internet. A Associação enviou um requerimento ao Departamento de Justiça, dizendo que a venda de lançamentos muito aguardados por menos de US$ 10 "desvaloriza o conceito do livro" e torna impossível a concorrência para pequenas livrarias.
Já algumas pequenas lojas dizem que essa guerra de preços não é tão prejudicial -- ela afetaria apenas os livros mais comerciais, que não são tão essenciais para as livrarias especializadas. Os maiores afetados seriam as grandes redes e os clubes de descontos.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Consumidores preferem gastar mais para economizar tempo

Reporta Alex Palmer, na AdWeek, que muitos consumidores estão optando por gastar mais dinheiro nas compras, se isso representar uma economia de seu tempo. A conclusão é de um novo estudo das firmas de marketing The Integer Group e M/A/R/C.
O estudo "The Checkout" descobriu que 28% dos entrevistados disseram em junho que preferem gastar mais dinheiro em compras que possam ser feitas em menos tempo. Esse percentual era de 23% em maio. Em comparação, as pessoas que "andam para procurar ofertas melhores" caiu de 33% para 28% no mesmo período.
Essa mudança nos hábitos de compras das pessoas pode representar uma boa notícia para lojas de conveniência. Segundo Randy Wahl, vice-presidente da M/A/R/C, as lojas de conveniência têm a oportunidade de atrair mais clientes ao se focalizarem em alguns fatores chave -- que incluem manter a loja perfeitamente organizada e oferecer uma experiência de compras agradável e veloz. Entre os critérios positivos apontados pelos entrevistados, ganharam destaque "facilidade de encontrar itens desejados" e "rapidez na hora de pagar". A maioria dos consumidores quer entrar e sair da loja o mais rápido possível, assim a pessoa com mais tempo livre para fazer outras coisas.

Intenção de compra de consumidores bate recorde

Reporta Cristiane Marsola, no Propaganda & Marketing, que a intenção de compras dos consumidores para o quarto trimestre do ano bateu novo recorde. De acordo com a pesquisa realizada pelo do Provar&Labfin/FIA, 77% dos entrevistados pretendem adquirir algum bem de consumo durável entre outubro e dezembro deste ano. No mesmo período do ano passado, a intenção de compra foi manifestada por 74,2% dos entrevistados.
Entre as categorias de produtos mais citadas na pesquisa estão Cine e Foto, com 14,4% das intenções de compra, Informática, com 12,8%, Eletro-eletrônicos, com 10,8%, e Telefonia e Celulares, com 10,6%.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Rede CVS dá cupons de US$ 1 por reuso de sacolas plásticas

Segundo nota do Fort Wayne News-Sentinel, a rede CVS Caremark anunciou o lançamento de um programa para estimular a reutilização de sacolas plásticas pelos consumidores. Os associados da rede receberão um bônus de US$ 1 se usarem a mesma sacola quatro vezes.
Por 99 cents, os membros do programa ExtraCare receberão um cartão especial que pode ser preso a uma bolsa ou sacola de pano. Quando completam suas compras, o cartão é escaneado. Depois da quarta visita, um desconto de um dólar será registrado na nota fiscal.
A rede informou que a maioria de suas 7.000 lojas terão o sistema implementado nas próximas duas semanas, e a rede toda deverá usar o programa até o final de novembro. A tarifa de 99 cents do cartão será doada para uma causa ecológica em 2010.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Walmart e Amazon.com entram em guerra de preços por livros

Reportam Miguel Bustillo e Jeffrey A. Trachtenberg, no Wall Street Journal, que o Walmart.com iniciou uma guerra de preços de livros com a rival Amazon.com. A Amazon anunciou que venderia títulos muito esperados pelos leitores por apenas US$ 10 no site. Entre eles, o novo romance de Stephen King, "Under The Dome" e a autobiografia da ex-governadora do Alasca, Sarah Palin. Poucas horas depois, o Wal-Mart anunciou que venderia os mesmos livros por US$ 9. Segundo Raul Vasquez, CEO do Walmart.com, "se vai existir um 'Wal-Mart da web', esse site vai ser o proprio Walmart.com'. Vasquez diz que a empresa está empenhada em se tornar o maior e mais visitado website de varejo no mundo.
Além da promoção de livros novos por menos de US$ 10, o Walmart.com também está oferecendo 200 best-sellers com 50% de desconto. A guerra de preços não foi bem recebida pelo setor editorial dos EUA -- as editoras temem que a estratégia condicione os consumidores a esperarem novos títulos por US$ 10, uma faixa de preço que forçaria a reformulação do modelo comercial do setor como um todo, afetando até o pagamento para os autores. Alguns autores, porém, se mostraram otimistas com a idéia. Dean Koontz, autor de vários best-sellers policiais, diz que os descontos podem representar um volume maior de vendas. Koontz se mostrou mais preocupado com o efeito dessa ação sobre as livrarias independentes, que podem ser muito prejudicadas por uma estratégia tão agressiva de descontos.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Mercado do futuro na Alemanha



Novas tecnologias podem tornar as compras mais agradáveis e rápidas.

Mulheres se mostram menos interessadas em anúncios no iPhone

Reporta Rita Chang, na Advertsing Age, que a agência de mobile marketing Brand in Hand pesquisou os dados de suas mais de 60 campanhas nos últimos dois anos e descobriu que as mulheres usuárias de iPhones se mostram menos interessadas nos anúncios criados especificamente para esse aparelho -- mesmo em comparação com mulheres que usam celulares convencionais. De modo geral, as usuárias de iPhones geram 1,3 clique por pageview, enquanto as que usam celulares convencionais geram entre 3 e 3,5 cliques. Os cliques são contados como as ações que o usuário faz depois de ver o anúncio, como assistir um vídeo ou pedir mais informações. De modo mais constrastante, as usuárias de iPhones abandonam a página patrocinada sem qualquer ação extra em 80% dos casos; enquanto nos celulares comuns isso ocorre apenas em 12% dos casos.
De acordo com John Hadl, co-fundador da Brand in Hand, as mulheres que usam o iPhone, especialmente as chamadas "super-mães", são muito focalizadas em suas tarefas e usam os smartphones para ajudar na solução de problemas, o que deixa pouco tempo para interagir com anúncios. Essas usuárias usam muitos aplicativos práticos -- a maior parte do tráfego dos iPhones ocorre dentro desse aplicativos, e não na web móvel.

Amazon.com lança entregas no mesmo dia

Reporta Brad Stone, no New York Times, que a loja online Amazon.com anunciou o lançamento nos EUA do serviço "Local Express Delivery Option": dependendo do item comprado e da cidade do consumidor, a mercadoria comprada entre 10 da manhã e 1 da tarde será entregue no mesmo dia pela empresa. O novo serviço está disponível inicialmente em sete grandes cidades: Nova York, Philadelphia, Boston, Washington, Baltimore, Las Vegas and Seattle (Chicago, Indianapolis e Phoenix devem ser incluídas em breve).
Algumas empresas da 1a Era da Internet (pré-bolha) tentaram lucrar com esse tipo de serviço, mas não suportaram os custos da distribuição e as baixas margens de lucros. A Amazon, ao contrário, tem uma imensa rede de distribuição, sólida e testada ao longo de vários anos em praticamente todos os grandes centros urbanos dos EUA. Além disso, a empresa vai usar os serviços das entregadoras Dynamex e A1. A Amazon vai obviamente cobrar uma taxa extra pela entrega expressa. Para os membros do Amazon Prime (que pagam US$ 79 ao ano por entregas gratuitas), a entrega expressa custará US$ 6 por item. Para os não-membros, a tarifa será de US$ 15.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Agência ambiental critica 7-Eleven por embalagem de bananas

Segundo nota do Seattle Times, a rede de lojas de conveniência 7-Eleven começou a testar nos EUA a venda de bananas embaladas individualmente em plástico -- um sistema que pode manter a banana amarela e firme por até cinco dias, em vez de amadurecer totalmente em dois dias. O consumidor norte-americano tende a recusar bananas que tenham qualquer mancha marrom.
Mas a agência Natural Resources Defense Council (NRDC) criticou a iniciativa da rede, que está testando a embalagem em 27 lojas na área de Dallas (Texas). Segundo a porta-voz da NRDC Jenny Powers, criar uma nova embalagem plástica no varejo não é um solução sustentável. Ela disse que deve existir um modo melhor de envolver as bananas -- que afinal de contas, já têm uma embalagem natural.
A empresa Fresh Del Monte, que está fornecendo as bananas para o teste, disse que está procurando uma versão mais sustentável para as embalagens. A Fresh Del Monte alega que aumentar a duração das bananas na prateleira pode reduzir as emissões de carbono, ao diminuir a frequência de entregas nas lojas.
Se for bem sucedido, a 7-Eleven pode adotar a embalagem em suas quase 5.800 lojas até 2010. A rede vende mais de 27 milhões de bananas por ano.

Site vende "camisetas surpresa"


A loja online Hipstery aposta que, em mundo cada vez mais lotado de informações e escolhas, os consumidores podem sentir falta de surpresas. É por isso que não há estampas para escolher no site: em vez disso, o usuário define o tamanho, paga 17 euros (mais entrega) e responde um rápido questionário. A partir daí, os "cientistas de design" da Hipstery processam as respostas usando um algoritmo para escolher uma camiseta exclusiva, a partir de um estoque que é formado em boa parte por modelos fora de linha, de pequenos fabricantes. O cliente só saberá a estampa escolhida quando abrir o pacote enviado pelo correio.
O site é sediado em Leipzig (Alemanha) e é um bom exemplo do modelo "opaco" de negócios, uma "anti-tendência" oposta à transparência absoluta que muitos preferem. O site informa que trocará as camisetas que o consumidor não gostar, e uma garantia de devolução do dinheiro se errarem na segunda vez.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Lojas online tentam resolver o dilema do "carrinho abandonado"

Reporta Claire Cain Miller, no New York Times, que um dos maiores problemas do comércio eletrônico é o abandono das compras antes do pagamento. Isso ocorre por uma série de motivos -- as compras pela web podem ser interrompidas por outras atividades do usuário, por falhas no design do site e por defeitos técnicos.
Esse dilema do "carrinho de compras abandonado" existe desde o surgimento do comércio eletrônico, mas os varejistas online estão dando uma atenção muito maior a ele nos últimos meses, devido aos efeitos da crise econômica. Muitos sites estão testando várias técnicas para convencer os usuários a finalizar suas compras.
Os compradores online dos EUA gastaram US$ 130 bilhões no ano passado, de acordo com dados da comScore. Mas as lojas perderam (e perdem) muito mais porque os clientes tendem a abandonar o carrinho quando encontram problemas na hora de finalizar a compra.
Muitos consumidores enchem seus carrinhos apenas para registrar itens de interesse ou para calcular os custos de entrega e impostos, sem de fato terem intenção de comprar. Não há dados precisos, mas algumas empresas avaliam que apenas 3% dos usuários de sites de e-commerce realmente fecham as compras. O medo do arrependimento é um dos maiores motivos para o abandono das compras online, segundo diz Dan Ariely, professor de economia comportamental do M.I.T. Afinal, na web é muito mais fácil descobrir que o item que você comprou ontem está em liquidação em outro site.
As lojas estão tentando combater esses comportamentos. As lojas Zappos.com e Overstock.com criam uma sensação de urgência nos consumidores, alertando que um item colocado no carrinho está quase esgotado no estoque.
Outros sites desenvolveram liquidições de tempo extremamente curto. A Gilt.com oferece itens com descontos por 36 horas ou até os estoques acabarem, e a Neiman Marcus faz liquidações relâmpago de apenas duas horas, exclusivamente no site.
Essas estratégias fazem as pessoas ficarem ansiosas por perder as ofertas, e se arrependerem de não finalizar a compra.
Outros sites usam as resenhas feitas por consumidores em redes sociais como incentivo. Para consumidores de produtos como computadores, tênis ou móveis, a opinião em redes sociais é um fator importante.
Outros sites tentam facilitar o processo de check-out, oferecendo meios alternativos de pagamento. O eBay comprou o sistema "Bill Me Later", que permite que a pessoa finalize a compra com um único clique, e recebe a conta depois pelo correio.
A empresa TrialPay oferece um produto gratuito se o cliente comprar outro item. O consumidor pode pagar US$ 30 por um software, por exemplo, ou ganhar o programa de graça se assinar o serviço Netflix. A Netflix paga a TrialPay por novos consumidores.

Varejistas dos EUA ampliam uso de vales-presentes em promoções

Reportam Elizabeth Holmes e Ann Zimmerman, no Wall Street Journal, que os varejistas norte-americanos estão usando cada vez mais os vales-presentes como estratégia para atrair consumidores em tempos de crise e aumentar as vendas de fim de ano.
A rede de produtos de luxo Neiman Marcus vai distribuir gratuitamente milhares de vales de US$ 50 para atrair os clientes. A Target vai dar vales de US$ 10 para os clientes que fizeram compras de pelo menos US$ 100 até o Dia de Ação de Graças. Já a Best Buy criou um sistema de "bolão", onde vários clientes podem contribuir para um único vale-presente que pode usado para comprar itens mais caros, como TVs de tela plana e outros produtos eletrônicos.
Os cartões e vales sempre foram uma boa estratégia para os varejistas. Os clientes tendem a comprar os produtos pelo preço integral e a gastar mais na loja. Mas este ano, os vales assumiram um papel ainda mais importante: atrair os consumidores para fazer compras sem os descontos do ano passado, que deixaram muitas empresas no vermelho.

Propostas do BC confirmam fim da verticalização para cartões

Segundo nota do site da Associação Brasileira de Supermercados, o Banco Central (BC) apresentou ontem os pilares das medidas que deverá tomar para oferecer maior concorrência ao mercado de cartão de crédito. O tripé de propostas - abertura da atividade de credenciamento; interoperabilidade de redes e de POS (máquinas) e neutralidade nas atividades de compensação e liquidação preconiza o fim da verticalização do setor.
Em nota, a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), reconheceu que as medidas anunciadas são mais abrangentes do que as propostas iniciais apresentadas pela indústria. O setor avalia que "ocorrerão alterações significativas nos atuais padrões de funcionamento e concorrência do setor", mas fará uma análise pormenorizada dos impactos das medidas somente após o detalhamento das propostas.
Ontem, em reação a antecipação das mudanças, as ações ordinárias da Redecard tiveram queda de 1,28% e terminaram o dia cotadas a R$ 26,90. Já os papéis ON da VisaNet tiveram queda de 3,29%, a R$ 17,00. "Há muita especulação ainda e pouca clareza. É difícil saber como o BC vai operacionalizar estas medidas", disse Boanerges Ramos Freire, diretor da Boanerges & Associados Consultoria, especializada em varejo

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Funcionários são maiores responsáveis pelos furtos no varejo

Reporta Carlos Sambrana, na IstoÉ Dinheiro, que de acordo com um estudo elaborado pelo Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (Provar) em parceria com a Felisoni Consultores Associados, as cadeias varejistas brasileiras perderam R$ 11,6 bilhões em 2008 com furtos nas lojas. Desse total, o furto interno responde por 31,7%. Muitos dos casos, aliás, são escondidos para debaixo do tapete. "As empresas não gostam de revelar os dados oficiais porque isso mostra a fragilidade no processo de gestão", diz Luiz Fernando Biasetto, sócio sênior da Gouvêa de Souza, consultoria especializada em varejo. Já uma pesquisa realizada pela consultoria KPMG com companhias dos mais diversos segmentos revelou que 61% das fraudes sofridas por elas são causadas pelos próprios empregados. Existem até quadrilhas internas. Além de assustar, esses indicadores mostram quanto as empresas são "complacentes" com os gatunos. Isso porque, de certa forma, a maioria dos casos acaba bem para os fraudadores.

Acordo histórico une ecologistas, redes de varejo e ambientalistas

Reporta Rosenildo Gomes Ferreira, na IstoÉ Dinheiro, que os diretores do JBS, Marfrig e Minerva, os maiores frigoríficos brasileiros, e representantes da Associação Brasileira dos Supermercados (Abras) e do Greenpeace assinaram o pacto pelo "desmatamento zero" na Amazônia.
Um compromisso que, caso seja cumprido integralmente, deverá colocar não só a pecuária como o próprio País em um novo patamar global em matéria de sustentabilidade. O acordo prevê por exemplo que, em um prazo de seis meses, o JBSFriboi, o Marfrig e o Minerva elaborem um cadastro dos fornecedores de boi para abate. Com isso, os frigoríficos poderão garantir que a matéria-prima provém de fazendas comprometidas com as causas ambientais e sociais.
A pecuária responde por 80% dessa conta. O acordo foi assinado em um momento em que o setor se lança em um processo de consolidação internacional. Recentemente, a goiana JBS-Friboi assumiu o controle da paulista Bertin e da americana Pilgrim's Pride. Como resultado, se tornou o maior frigorífico do mundo. Pratini de Moraes, presidente do conselho estratégico do JBS-Friboi, reconhece o caráter histórico da iniciativa.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Máquina no EUA recolhe celulares usados


De acordo com a Agência de Proteção Ambiental dos EUA, apenas 10% dos 140 milhões de celulares vendidos no país em 2007 foram reciclados. Para tentar solucionar o problema, foi criada a EcoATM, uma máquina automática que facilita o descarte de aparelhos, com incentivo finaneiro para os usuários.
O processo é simples: o usuário deposita o celular na máquina, que analisa o aparelho e dá um valor a ele. Se o aparelho tiver valor de revenda, o consumidor ganha um crédito para ser usado na loja, ou pode doar o valor para caridade. Se não tiver valor monetário, o cliente pode optar pela reciclagem do aparelho.
A primeira EcoATM foi instalada na cidade de Omaha (Nebraska), e se mostrou um sucesso, com mais de 20 celulares coletados em um dia. A máquina é bastantes interessante para os varejistas e fabricantes, e ajuda no cumprimento de leis federais. Atualmente, a máquina só recebe telefones, mas em breve poderá aceitar vários outros produtos eletrônicos, como tocadores de MP3, câmeras digitais e até computadores e impressoras. Estima-se que os equipamentos eletrônicos abandonados (e não reciclados) representem um valor de cerca de US$ 12 bilhões nos EUA, além do risco de poluição do ambiente.

Na Alemanha, máquinas automáticas vendem produtos locais


Os pequenos produtores rurais vivem um dilema no mundo moderno: ganham menos se venderem sua produção para as grandes redes, e gastam muito se quiserem vender diretamente aos consumidores. Já os consumidores estão inclinados a comprar mais produtos locais, mas querem as comodidades das grandes redes.
Uma fazenda alemã, a Peter-und-Paul-Hof, solucionou o problema através de uma parceria com a empresa de máquinas automáticas Steuwer. Juntas, criaram a Regiomat, uma máquina que vende leite fresco, manteiga, queijo, ovos, mel, batatas e embutidos. As máquinas estão disponíveis em trezes cidades e comunidades na Alemanha.
As Regiomats podem ser instaladas ao ar livre, ao lado de pousadas e ao longo de estradas e trilhas, criando um mercado de produtos locais, 24 horas por dia. Os produtores abastecem as máquinas, e conseguem reduzir seus custos em relação às redes.
Uma boa idéia, que pode ser adaptada para outros países.