quinta-feira, 1 de outubro de 2009

E-commerce deve atingir R$ 10,5 bilhões este ano

Segundo nota do Meio & Mensagem, O comércio eletrônico no Brasil deverá fechar o ano de 2009 com um faturamento médio de R$ 10,5 bilhões e conquistar em torno de 4 milhões de novos consumidores. Os cálculos são frutos de um estudo realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em parceria com a Camara e-net e divulgados nessa última quarta-feira, 30, durante o Seminário e-commerce para Pequena e Média empresa. De acordo com as análises das entidades, a facilidade da obtenção de crédito pela classe C associada a difusão do acesso a internet colaboraram para a valorização do comércio online e impulsionaram o crescimento de seus números. Segundo a pesquisa, o Brasil possui uma média de 11,5 milhões de compradores online, cujo valor médio dos tíquetes de compra é de R$ 346.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Uniqlo lança linha de calçados no Japão


Conhecida pela suas linhas populares de jeans e blusas feminas, a marca japonesa Uniqlo acaba de lançar uma linha de calçados femininos.
A Uniqlo é extremamente popular no Japão e outros países do mundo, porque seus produtos são bem desenhados e bastante acessíveis Os sapatos, por exemplo, estão na faixa entre 20 e 50 dólares.
Outro grande motivo de seu sucesso é justamente o site da marca, que muda periodicamente, a cada nova coleção. Foi premiado mundialmente por mostrar bailarinas em "loop", vestindo as roupas da marca em vários cenários. O "site relógio", Uniclock, ganhou vários prêmios de publicidade digital.

Um portal para debates entre as marcas e seus consumidores

O Brands in Public é um novo site que agrega uma série de marcas e empresas de varejo em suas conversações com o público. O interessante é que o site dá a chance para a marca assumir a posição de destaque, agindo como "curadora" dos milhares de opiniões, críticas e elogios dos consumidores.
Cada marca patrocina sua própria página, e pode editar o texto de introdução, incluir tweets e posts de blogs, indicar sites, vídeos e outros conteúdos.
Não há censura: a geração de conversações é automatizada, por uma sistema que varre a web em busca de menções a cada empresa. No lado esquerdo da página, a empresa poderá responder a críticas e perguntas, destacar ações bem recebidas pelo público, etc -- em resumo, participando de fato de uma conversa com seu público, e não apenas monitorando passivamente as opiniões.
O custo para as empresas participantes é de US$ 400 mensais, mas não é preciso assinar um contrato de longo prazo. Além disso, as empresas interessantes podem se candidatar a uma "bolsa" gratuita.

Loja "rotativa" será inaugurada em aeroporto inglês

O conceito de "pop-up retail" já existe há alguns anos -- geralmente se refere a lojas especiais, temporárias, que são instaladas em locais inusitados ou poucos utilizados.
Agora a Planeshop deu um passo adiante nessa tendência. A loja que será inaugurada em breve no aeroporto de Glasgow funcionará em sistema rotativo: periodicamente, uma nova marca ocupará o mesmo espaço. A idéia foi criada pela firma Vacant (é possível acompanhar suas idéias pelo Twitter, http://twitter.com/vacantshop/). A Planeshop é classificada como uma "loja fixa, com ocupação flexível". A cada período, uma nova marca assume o comando do espaço, e poderá mudar tudo, até a decoração externa da loja para adequá-la à sua identidade. Os consumidores serão convidados a votar pelo tempo de permanência de uma marca, mas uma vez que esse tempo terminar, outra marca assumirá o espaço.
A Planeshop também vai oferecer o "Planemix", uma seleção de músicas que poderão ser baixadas de graça na loja, e "Foodflight", um menu de petiscos e sangria para consumir na loja ou...para viagem, claro.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Acionistas pressionam Carrefour a sair de Brasil

Segundo nota da Folha de S. Paulo, o fundo de investimento Colony Capital e o bilionário Bernard Arnault (dono do grupo de luxo LVMH, que tem marcas como Louis Vuitton), que têm juntos cerca de 13,5% de participação no Carrefour, querem que a empresa venda suas lojas na Ásia e na América Latina. A intenção seria recuperar os investimentos feitos no maior grupo varejista europeu, que perdeu cerca de 30% do seu valor de mercado desde março de 2007. O Carrefour Brasil informou, através da assessoria de imprensa, que estão mantidos os planos de investimento de R$ 1 bilhão e de abertura de 70 lojas neste ano.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

EUA: 71% dos varejistas não vêem proteção de dados com prioridade

Segundo nota da Retail Information Systems, as empresas de varejo dos EUA ainda não sabem lidar com a segurança de dados comerciais, colocando seus clientes em risco. De acordo com uma recente pesquisa das firmas Imperva e Ponemon Institute, 71% das empresas consultadas admitem que não consideram a segurança de dados comerciais como uma alta prioriedade na empresa, e 55% dizem que só se preocupam em proteger os números de cartões de crédito, e não dados críticos como números de segurança social, carteira de motorista e detalhes de contas bancárias.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Vendas on-line já respondem por 6% do faturamento das empresas

Segundo nota do TI Inside, a internet é uma ferramenta eficiente de vendas para 70% das empresas brasileiras, representando cerca de 6% do faturamento total, de acordo com estudo da consultoria Deloitte. Ainda segundo o levantamento, o celular foi apontado por 22% das companhias como principal meio de promoção de negócios.
A consultoria diz os consumidores estão sempre buscando meios com mais conectividade e mobilidade para fazer suas compras, e as empresas estão tendo que atender a essa demanda.
Das 109 empresas consultadas, o estudo indica que 40% delas acreditam que os consumidores usam a internet como ferramenta para obter informações mais detalhadas sobre seus produtos, enquanto 50% realizam pesquisas on-line para obter melhores condições de compra. O dado que chama atenção é que apenas 2% realiza pedidos por impulso.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O futuro dos provadores de roupas



Vídeo interessante mostra vários experimentos que podem revolucionar o velho provador de roupas em lojas e shopping centers.

Amazon.com expande entrega de produtos frescos em Seattle

Segundo nota no Seattle Times, a loja online Amazon.com está expandindo sua operação de entrega de mercadorias frescas para toda a região metropolitana de Seattle. A divisão Amazon Fresh está mantendo os preços competitivos economizando na publicidade e atendendo apenas uma cidade nessa fase inicial. A operação começou como um experimento em 2007 e permite a compra de verduras e outros produtos frescos, com valor mínimo de US$ 30. Compras abaixo de US$ 75 incluem uma taxa de entrega de US$ 5. Doug Herrington, vice-presidente de produtos perecíveis da empresa, diz que para parte significativa de população de Seattle, é vantajoso comprar esses itens pela Amazon, em termos de conveniência, seleção e preços.

Starbucks lança aplicativos para o iPhone

Reporta Lisa Jennings, no Restaurant News, que a rede de cafés Starbucks está oferecendo dois novos aplicativos gratuitos para o iPhone, que permitem a localização fácil de lojas da rede e para gerenciar pontos de fidelidade -- e até mesmo pagar por produtos em algumas lojas de teste.
Os novos "apps" serão os primeiros aplicativos oficiais da rede, apesar de já existirem vários outros programas que funcionam em iPhones e Ipods -- como "Find a Starbucks Coffee", "Expresso Pro" e "Sbux Card".
Os aplicativos oficiais (MyStarbucks App e Starbucks Card Mobile App) podem ser baixados no site www.starbucks.com/mobile-apps.

EUA: San Jose quer banir sacolas plásticas até 2011


Reporta Tracy Seipel, no San Jose Mercury News, que a câmara municipal de San Jose (Califórnia) votou a favor do fim do uso de sacolas plásticas no comércio. A medida tornará San Jose a maior cidade dos EUA com esse tipo de medida ecológica.
O varejo e a indústria terão um prazo para se adaptar à nova legislação, que deve entrar em vigor pleno a partir de 2011. San Jose está tentando ainda convencer outras cidades da região a aderir ao veto.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Produtos de luxo entram na internet com atraso

Reporta Natalie Zmuda, na Advertising Age, que as marcas de luxo sempre esnobaram a internet como canal de comunicação e negócios. Apenas 33% das empresas de luxo usavam a internet para vendas há um ano, segundo uma pesquisa realizada por Scott Galloway, professor de marketing da NYU Stern School of Business. Depois de um ano de severa crise econômica, 66% dessas marcas estão marcando presença na web. Galloway pesquisou 109 marcas em 11 categorias, incluindo moda, produtos eletrônicas, jóias, hotéis e automóveis. Segundo ele, esnobar a internet era aceitável quando as vendas cresciam 11% ao ano nas lojas. Porém, no final do ano passado, esses varejistas de luxo viram que as vendas em lojas tinham despencado, enquanto os sites mostravam alto crescimento.
Em seu estudo, Galloway descobriu que as marcas de automóveis e produtos eletrônicos são as que usam a web com mais desenvoltura, enquanto jóias e viagens estão entre as piores categorias.
Por terem ignorado a internet por tanto tempo, a maioria dessas marcas não usa bem as possibilidades do meio eletrônico. Mas as empresas já perceberam que não podem ignorar a tecnologia, e o cenário deve mudar radicalmente nos próximos dois anos.

Internet está transformando as ações de venda, diz pesquisa

Um estudo feita pela consultoria Deloitte no Brasil indica que as empresas consideram as relações online um meio eficiente para a promoção de suas vendas (a internet é apontada por quase 70% das empresas da amostra). O celular, em particular, foi apontado por 22% dos respondentes, o que revela a utilização de modelos com maior conectividade, interatividade e mobilidade perante seus consumidores ou clientes.
O estudo, que abordou entidades de diversos segmentos e portes econômicos, contou com a participação de 109 empresas que atuam no País, que responderam à pesquisa entre 20 de agosto e 8 de setembro. Segundo Patricia Sousa, gerente da área de varejo e bens de consumo da Deloitte, a pesquisa indica que as empresas estão diversificando seus métodos de comunicação e acompanhando os movimentos de mercado.
Na visão de 50% dos entrevistados que acompanham os hábitos de seu público na utilização da internet, os potenciais compradores buscam, principalmente, obter melhores condições de compra. Além disso, mais de 40% da empresas respondentes acreditam que o seu público utiliza a internet para visualizar melhor as características e tomar conhecimento dos produtos e/ou serviços. No entanto, percebem que as pessoas e as empresas, apesar de utilizarem a internet para consulta, na maioria das vezes, ainda acabam por efetuar ou finalizar suas compras em instalações físicas.
Outro ponto de destaque é que apenas 2% dos respondentes apontaram que o consumidor compra o produto e/ou serviço por impulso, sem uma avaliação criteriosa. “Essa percepção demonstra que as empresas sabem que estão lidando com consumidores mais exigentes e com maior poder de decisão”, avalia Patricia.

Evento debate varejo na era multicanal

Reporta Paula Ganem, no M&M Online, que começou nesta terça-feira, 22, em São Paulo o 12º Fórum de Varejo da América Latina, realizado pela Gouvêa de Souza. O encontro foi aberto pelo economista-chefe da consultoria Deloitte Research, Carl Steidtmann, que fez uma análise do mundo pós-crise e destacou o comportamento do Brasil durante os últimos 12 meses. Ele lembrou que, nos Estados Unidos, os consumidores gastaram muito nos últimos 15 anos e que em algum momento isso tinha de parar. "O resto do mundo, que dependia do consumo americano, precisa achar outra forma de crescer. E a resposta para essa questão é o consumo interno, o qual no Brasil foi estimulado", afirmou.
Steidtmann também ressaltou que a explosão mundial da classe média tem impacto direto sobre o varejo. "E essas pessoas compram não só produtos de consumo como tecnologia", lembrou. Isso exige das empresas habilidade para apresentar uma comunicação cada vez mais interativa com o consumidor, que começa a falar com a marca muito antes de chegar à loja - ou que interage com ela exclusivamente via web.

Empresas devem migrar para contabilidade eletrônica nos próximos anos

Segundo informações do Fórum Sped, o Fisco determinou que todas as empresas passem, gradativamente, a lançar seus dados fiscais e contábeis de forma eletrônica, através do Sistema de Escrituração Digital, conhecido pela sigla Sped, que inclui a nota fiscal eletrônica.
Em 1° de abril de 2008, cinco ramos de atividades foram listados a ingressar no novo sistema digital. No final deste mesmo ano, mais nove segmentos adotaram a NF-e. Em abril de 2009, mais 25 atividades aderiram o sistema. Agora, mês de setembro, 54 novos setores econômicos como cosméticos, produtos de limpeza, papel, componentes eletrônicos, equipamentos de informática, além de adubos, fertilizantes e defensivos agrícolas, passaram a ser obrigados a emitir nota fiscal eletrônica. Até o mês de agosto, as secretarias de Fazenda autorizaram a emissão de 41 milhões desses documentos, e o número só tende a crescer mais e mais, exponencialmente.
Nos próximos dois anos, todas as empresas devem se adaptar à vida virtual no campo fiscal e contábil. Em 2010, mais de 160 mil empresas terão de estar devidamente adaptadas ao novo sistema. Em contrapartida, terão benefícios como redução de custos com o armazenamento de notas, com papel, mais facilidade de logística empresarial e maior controle sobre sonegadores que faziam concorrência desleal.
Há empresas atrasadas para aderir à obrigatoriedade, seja da NF-e, seja do Sped Contábil ou Fiscal, mas também, existem outras que se anteciparam ao momento em que essa adaptação passará a ser compulsória.
No ano que vem, o processo continua e, no fim do 1º semestre, as empresas tributadas com base em lucro real terão ainda de entregar as informações contábeis de 2009 de forma virtual, outro passo do Sped, informa Paulo Sidney Ferreira, gerente de Soluções da Mastersaf. Em 2011, a nota fiscal em papel tende a virar história, uma vez que indústria e comércio atacadista e muitos produtores rurais já terão aderido ao Sistema.
Em breve, seguradoras, sociedades de capitalização, resseguradoras e entidades abertas de previdência complementar, devem se juntar às empresas no Sped, assunto em discussão em audiência pública aberta pela Superintendência de Seguros Privados.

CGI.br cria código que regulamenta e-mail marketing

Segundo nota do TI Inside, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) lançou o Código de Autorregulamentação para a Prática do E-mail Marketing (Capem). Pela primeira vez, o documento, além de formalizar a prática, tem como objetivo torná-la mais profissional e eficiente.
Jaime Wagner, conselheiro representante dos provedores de acesso e conteúdo da internet do CGI.br, conta que é a primeira vez que se cria uma separação clara entre publicidade via e-mail e mensagens eletrônicas indesejadas (spams). Segundo ele, o código contribui para que as agências de publicidade criem departamentos de e-mail marketing.

EUA: com crise, lojas para teens se adaptam para atrair os pais


Reporta Elizabeth Holmes, no Wall Street Journal, que as lojas de roupas para teens dos EUA estão adaptando seus espaços para atrair a clientela que realmente tem dinheiro: mães e pais. A rede Aeropostale, por exemplo, está mudando o design das lojas -- criando corredores mais largos e instalando mais bancos, para que os pais possam passar mais tempo na loja. Os funcionários estão sendo treinados para abordar diretamente a mães. A Buckle Inc. está oferecendo horários de compras diferenciados, para encaixar no cronograma de pais atarefados.
As lojas de roupas para jovens sempre enfrentaram o dilema que é agradar os teens que usam as roupas e os pais que pagam por elas. Em tempos de recessão, essa balança pende para os pais -- são eles que pagam a conta, e precisam se preocupar com o orçamento doméstico, incertezas econômicas e o risco de desemprego.
Além de ampliar os corredores, as lojas mudaram a disposição de mercadorias, para torná-las mais atraentes para os pais; uma iluminação mais clara e até volume mais baixo nas músicas tocadas na loja. Além disso, várias redes espalharam caixas registradoras pela loja, para facilitar compras rápidas.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Jetro promove exposição Japan Design em SP

Entre 22 de setembro a 4 de outubro, a Jetro (Japan External Trade Organization) - órgão oficial de comércio exterior do Japão -, realiza em São Paulo, o Japan Design. A iniciativa pretende mostrar trabalhos artesanais de catorze marcas de diversas províncias do país do sol nascente. São 64 peças em exposição entre bonecas, cadeiras, animais feitos de papelão, facas artesanais, entre outros. Todos os produtos estarão à venda. São Paulo é a quarta cidade onde ocorre a mostra, anteriormente realizada em Paris, Milão e Nova York.

Pré-pagos são desafio para o mobile payment

Segundo nota do Telecom Online, ainda não existe um modelo de negócios definitivo para o uso do terminal móvel como meio de pagamento, mas a grande massa de usuários pré-pagos é um desafio para as operadoras da América Latina. A identificação desses usuários é fundamental para o desenvolvimento do mobile payment, na avaliação da consultoria Signals Telecom, que lançou um estudo sobre o mercado de transações móveis na América Latina. A conclusão é de que a identificação dos assinantes é necessária não só pela estruturação da base de clientes, mas também porque um cadastro de usuário será um pré-requisito para futuras aplicações baseadas em CRM (gestão de relacionamento com o cliente) que visam aumentar a receita média por usuário (ARPU).
No Brasil, a identificação dos usuários pré-pagos é obrigatória, mas não existe rigor na atualização deste cadastro. A incompatibilidade de informações chegou a ser um empecilho para a portabilidade numérica, o que obrigou a Anatel a editar uma resolução flexibilizando as exigências, como forma de não inibir a troca de operadora.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

50% dos lojistas online dos EUA pretendem trocar de plataforma de e-commerce

Segubndo informa o RIS News, 50% dos varejistas online dos EUA estão planejando a troca de suas plataformas de e-commerce nos próximos meses. A conclusão é de uma pesquisa recente feita pela firma de consultoria FitForCommerce e pelo Lyons Consulting Group.
Segundo a pesquisa, 50% dos entrevistados pretendem substituir sua plataforma de e-commerce no próximo ano, 4% em 12-24 meses, 4% em mais de 24 meses, enquanto 43% não pretendem substituir suas plataformas no futuro próximo.
Os motivos para substituir a plataforma incluem: falta de inovação/flexibilidade na plataforma atual (48%), tecnologia ultrapassada (24%), insatisfação com o suporte (14%), lentidão nos upgrades (10%) e preço atual alto demais (5%).
Entre aqueles que pretendem mudar de plataforma, 36% consideram uma solução sob medida, 21% optam por um sistema licenciado. 14% querem sistemas abertos, 7% vão desenvolver internamente e 21% ainda não definiram a abordagem.