Segundo uma pesquisa realizada pela Braspag, empresa do ramo de pagamentos em e-commerce, o número de compras em lojas que atuam apenas no mundo virtual (chamadas de pureplays) teve um aumento de 127% no primeiro quadrimestre, enquanto que Multicanais (lojas com operação de venda simultânea - canais físicos e online) cresceram apenas 76% no mesmo período. "O mercado está mais maduro, com os consumidores online crescendo, gerando uma forte migração para as compras pela Internet", afirma o CEO da Braspag e responsável pelo estudo, Gastão Mattos.
Mesmo com o crescimento elevado, o número de vendas não reflete no faturamento. O valor médio das vendas chegou a 196 reais nas pureplays, enquanto que no multicanal o valor chega a 411 reais.
O estudo apontou também que, há dez anos, quando as lojas virtuais começaram a conquistar terreno, elas eram predominantemente de Multicanais. Atualmente, as lojas online representam 20% das vendas totais no e-commerce e 2,3% do varejo total no País.
O Estudo Braspag Comparativo MultiCanal x Pureplayers foi apresentado pela primeira vez no fórum "Varejo Online no Brasil – Estudo comparativo na abordagem Multicanal x Pureplayers", que aconteceu na quinta-feira (14/6), na Feira e Congresso Internacional de E-commerce, Marketing Online, Hosting & Cloud, Social Media e Mobile eShow 2012, em São Paulo.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Naouri, o novo dono do Pão de Açúcar
Reporta Ralphe Manzoni Jr, na IstoÉ DINHEIRO, que a partir de sexta-feira, dia 22, o empresário Jean-Charles Naouri deve assumir o comando da rede Pão de Açúcar, em uma mudança histórica no varejo brasileiro.
Se tudo ocorrer conforme o enredo previsto – e nada indica, até agora, que isso deva ser alterado – Naouri, ou seu representante legal, chegará às 9 horas, à sede do Grupo Pão de Açúcar, na avenida Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo. Nessa ocasião, Naouri será eleito o presidente do conselho da Wilkes, a holding que controla o Pão de Açúcar, no lugar de Diniz. Duas horas mais tarde, os conselheiros da Wilkes terão uma reunião, a primeira desde que a holding foi criada, em 2006. Logo após o almoço, às 14 horas, é a vez do conselho do Pão de Açúcar se reunir. O encontro nomeará três novos conselheiros – Eleazar de Carvalho Filho (ex-Unibanco, UBS e BNDES), Luiz Augusto de Castro Neves (ex-embaixador) e Roberto Lima (ex-Vivo e Credicard).
Com essa nova composição, o Casino passará a contar com oito conselheiros no board da rede varejista. Diniz ficará com três e manterá o cargo de presidente. Outros quatro serão independentes. Esse é o rito que marcará a transição de controle do Grupo Pão de Açúcar, a maior rede varejista brasileira, que fatura R$ 52,6 bilhões e emprega 149 mil pessoas. Há ainda outras formalidades a ser cumpridas. A principal delas é a venda, por Diniz, de um lote de um milhão de ações ordinárias do GPA, o equivalente a 2,4% do capital da Wilkes. O empresário brasileiro tem dois meses para concluir essa operação, mas deverá finalizá-la logo na semana seguinte à reunião do conselho do Pão de Açúcar.
Veja a reportagem completa da DINHEIRO aqui.
Se tudo ocorrer conforme o enredo previsto – e nada indica, até agora, que isso deva ser alterado – Naouri, ou seu representante legal, chegará às 9 horas, à sede do Grupo Pão de Açúcar, na avenida Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo. Nessa ocasião, Naouri será eleito o presidente do conselho da Wilkes, a holding que controla o Pão de Açúcar, no lugar de Diniz. Duas horas mais tarde, os conselheiros da Wilkes terão uma reunião, a primeira desde que a holding foi criada, em 2006. Logo após o almoço, às 14 horas, é a vez do conselho do Pão de Açúcar se reunir. O encontro nomeará três novos conselheiros – Eleazar de Carvalho Filho (ex-Unibanco, UBS e BNDES), Luiz Augusto de Castro Neves (ex-embaixador) e Roberto Lima (ex-Vivo e Credicard).
Com essa nova composição, o Casino passará a contar com oito conselheiros no board da rede varejista. Diniz ficará com três e manterá o cargo de presidente. Outros quatro serão independentes. Esse é o rito que marcará a transição de controle do Grupo Pão de Açúcar, a maior rede varejista brasileira, que fatura R$ 52,6 bilhões e emprega 149 mil pessoas. Há ainda outras formalidades a ser cumpridas. A principal delas é a venda, por Diniz, de um lote de um milhão de ações ordinárias do GPA, o equivalente a 2,4% do capital da Wilkes. O empresário brasileiro tem dois meses para concluir essa operação, mas deverá finalizá-la logo na semana seguinte à reunião do conselho do Pão de Açúcar.
Veja a reportagem completa da DINHEIRO aqui.
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
Trendbriefing: "Retail Investment" - Investimento em varejo
A falta de esclarecimento sobre a produção e distribuição fez com
que os clientes fossem frequentemente ofertados com produtos que alguém
(ou seja, marcas distantes) pensavam que eles queriam.
A empresa de design MINIMAL, de Chicago, criou a TikToc, uma pulseira de relógio com encaixe
para o iPod Nano, que arrecadou mais de USD 900.000,00 de 13.500
pessoas no Kickstarter. Cerca de 1.500 pessoas prometeram USD 150,00 ou
mais para as edições assinadas a laser pelo designer.
Os inventores dos Coffee Joulies,
que são "grãos de café” de metal contendo um material termodinâmico que
resfria bebidas extremamente quentes e mantém o calor quando a bebida
esfriar, colocaram o projeto no Kickstarter e esperam arrecadar USD
9.500,00. Cerca de 5.000 pessoas se comprometeram com mais de USD
300.000,00.
A Benfeitoria é uma plataforma brasileira financiada externamente
semelhante ao Kickstarter. Um projeto recente de sucesso financiado e
produzido é o Auire Prisma, um scanner para pessoas com deficiência visual que consegue "ler" notas de dinheiro e dizer sua denominação.
(Fonte: Trendwatching)
Agora o maior nível de transparência e colaboração em redes sociais significa que os consumidores podem apoiar a produção de projetos ou itens específicos que chamem sua atenção. Plataformas como a Kickstarter permitem que empreendedores, designers e criadores exponham os produtos diretamente aos consumidores.
E a flexibilidade quase infinita do e-commerce tem permitido preços diferenciados para irmos muito além de boxes ou edições limitadas. Os consumidores que estão procurando STATUS STORIES (HISTÓRIAS DE STATUS) cada vez mais valiosas são frequentemente capazes de apoiar projetos favorecidos não somente com uma compra, mas também com um investimento significativo. Veja em:
E a flexibilidade quase infinita do e-commerce tem permitido preços diferenciados para irmos muito além de boxes ou edições limitadas. Os consumidores que estão procurando STATUS STORIES (HISTÓRIAS DE STATUS) cada vez mais valiosas são frequentemente capazes de apoiar projetos favorecidos não somente com uma compra, mas também com um investimento significativo. Veja em:
TikTok: iPod Nano com pulseira
Coffee Joulies
Benfeitoria: identificador de notas para os deficientes visuais Auire Prisma
(Fonte: Trendwatching)
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Trendbriefing: Sell-your-own stores" -- Lojas de venda-suas-coisas
Os consumidores serão sempre atraídos por ambos ajuste perfeitamento
e prestígio de produtos personalizados e ajustados e, ainda bem, pelo
e-commerce, com sua separação entre pedido e realização, há muito
prometido para entregar a personalização em massa. E, claro, a mega tendência dos consumidores se tornarem produtores continua em ritmo acelerado.
Aberto para testadores selecionados a partir de dezembro de 2011, o Converse Made By
é um aplicativo do Facebook que permite aos usuários criarem seus
próprios tênis Converse e vendê-los aos seus amigos na rede social e
através de sua própria loja virtual; os usuários que venderem pares
suficientes são recompensados com pares de calçados Converse grátis.
Lançado em dezembro de 2011, o uFlavor
oferece aos consumidores a possibilidade de inventar seus próprios
refrigerantes. Os clientes podem escolher a partir de uma lista de 100
sabores e fazer o upload de imagens para criar rótulos personalizados.
As bebidas estão disponíveis para compra online através do uFlavor, e os
inventores são recompensados por cada venda.
Com sede em Glasgow, o Scottish Whisky Blender
permite aos visitantes criarem seus próprios blends de whisky
personalizados, escolhendo a partir de sete whiskies escolhidos
especialmente. As criações dos clientes também são registradas no
arquivo da marca e disponíveis para venda por qualquer pessoa, através
de um código único.
Em junho de 2011, a banda britânica Kaiser Chiefs
lançou o seu álbum "The Future is Medieval". A banda produziu vinte
faixas, e os fãs podem escolher dez para criarem um álbum em suas
próprias versões, os quais eles foram entusiasticamente encorajados a
venderem. Os criadores receberam GBP 1,00 por cada álbum vendido por GBP
7,50.
(fonte: Trendwatching)
Ainda, enquanto algumas marcas empreendedoras e pioneiras foram
deixando os consumidores criar, projetar, ajustar ou editar os seus
produtos por anos, as redes sociais tornam mais fácil do que nunca para
esses produtores-consumidores venderem (e, portanto, lucrar) com suas próprias criações também.
Aplicativo para “Faça seu Converse pelo Facebook”
uFlavor: faça-e-venda-seus-drinks
Personalizador de Blends de Scotch Whiskies
Kaiser Chiefs: faça seu próprio álbum
(fonte: Trendwatching)
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Trendbriefing: Cashing in on curation - "Lucrando com a formação de opinião"
O impulso de status que vem junto com o ato de
descobrir, compilar, comentar, recomendar e compartilhar produtos e
serviços desejáveis, inspiradores e úteis significa que a tendência dos consumidores se tornarem formadores de opinião irá continuar.
E, embora muitos consumidores não irão precisar de qualquer incentivo
para se tornarem SOCIAL-LITES, eles também acolherão marcas ou
plataformas que os recompense por seu compartilhamento.
Mas esteja avisado, isso não é sobre subornar as pessoas para twitar sobre você ou "assim como" você. Marcas inteligentes serão aquelas que encorajam ou incentivam o comportamento do consumidor existente de uma forma genuína e natural.
Mas esteja avisado, isso não é sobre subornar as pessoas para twitar sobre você ou "assim como" você. Marcas inteligentes serão aquelas que encorajam ou incentivam o comportamento do consumidor existente de uma forma genuína e natural.
RNKD: como ganhar roupeiros
VANCL Star: compartilhe seu estilo e ganhe
Gente da Zara!
Fopping.com: descontos baseados em quantidade de amigos
(fonte: Trendwatching)
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quinta-feira, 26 de abril de 2012
Trendbriefing: A web toda é uma vitrine
ALL THE WEB'S A (SHOP) WINDOW
Não é apenas no mundo offline que os consumidores são capazes de
facilmente comprar quase tudo o que encontram [veja o nosso Trend
Briefing de fevereiro/março de 2012 sobre POINT-KNOW-BUY (APONTE-SAIBA-COMPRE). Online também, cada vez mais as pessoas podem clicar, encontrar e comprar itens que vêem nas imagens ou vídeos*.
* Tal como acontece com muitas tecnologias novas, algumas editoras não serão capazes de resistir à tentação de cobrir as suas fotografias e vídeos com anúncios invasivos. Você não precisa que lhe digamos para só inserir links de produtos sutis, úteis e, sobretudo, bem-vindos. E não, pop-ups agressivos nunca se tornarão “cool”.
* Tal como acontece com muitas tecnologias novas, algumas editoras não serão capazes de resistir à tentação de cobrir as suas fotografias e vídeos com anúncios invasivos. Você não precisa que lhe digamos para só inserir links de produtos sutis, úteis e, sobretudo, bem-vindos. E não, pop-ups agressivos nunca se tornarão “cool”.
IKEA & ThingLink: imagens compráveis
Stipple: loja por imagem
Gucci: compre o vídeo da Primavera/Verão de 2012
ClickBerry: marque vídeos para torná-los interativos
(fonte: Trendwatching)
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quarta-feira, 25 de abril de 2012
Trendbriefing: SCREEN CULTURE --"Cultura da Tela"
Nós olhamos para a penetrante SCREEN CULTURE em nossas 12 Tendências Cruciais do Consumidor para 2012.
Agora, para os (r)etailers (e-varejistas), qualquer coisa, desde
paradas de ônibus até programas de TV, podem ser um ponto de comércio,
pois os consumidores estão armados com seus smartphones ou tablets para
abraçar aplicações inovadoras e tecnologias para fazer compras onde e
quando quiserem*.
*Observação: É isso neste Trend Briefing para o m-commerce. Sim, as linhas entre o móvel e online estão ficando mais desfocadas a cada dia, especialmente para os primeiros consumidores de dispositivos móveis em mercados emergentes, mas para manter isso gerenciável para você e para nós, vamos continuar atentos para todos os desenvolvimentos de m-commerce, para outro Trend Briefing!
*Observação: É isso neste Trend Briefing para o m-commerce. Sim, as linhas entre o móvel e online estão ficando mais desfocadas a cada dia, especialmente para os primeiros consumidores de dispositivos móveis em mercados emergentes, mas para manter isso gerenciável para você e para nós, vamos continuar atentos para todos os desenvolvimentos de m-commerce, para outro Trend Briefing!
Tesco Homeplus: lojas com Código QR em pontos de ônibus
Lojas virtuais de Código QR
Glamour & L’Oreal: táxis Fashion
Aplicativo para iPad “Assista com eBay”
(fonte: trendwatching)
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Trendbriefing: (R)etail (R)evolution
Um novo informe de tendências do Trendwatching:
Exatamente como previsto por e-gurus há 15 anos, o e-commerce está mais em alta do que nunca. Tanto em mercados consolidados, onde os gastos do consumidor estão mudando online, ou em mercados em crescimento onde a urbanização rápida e a crescente penetração da Internet (em celulares) estão criando novos hábitos de compras, os consumidores estão "e-commercing".
Algumas estatísticas obrigatórias:
- As vendas por e-commerce nos EUA irão crescer 62% até 2016, para USD 327 bilhões (Fonte: Forrester, fevereiro de 2012).
- As vendas por e-commerce na Europa irão crescer 78% até 2016, para USD 230 bilhões (Fonte: Forrester, fevereiro de 2012).
- As vendas por e-commerce no Brasil irão crescer 21,9% em 2012, para USD 18,7 bilhões (Fonte: eMarketer, janeiro de 2012).
- As vendas por e-commerce na China foram CNY 780 bilhões (USD 124 bilhões) em 2011, um aumento de 66% desde 2010. O e-commerce deverá crescer de 3% do consumo total para 7%, até 2015 (Fonte: IDC, março de 2012).
- O mercado de e-commerce da Índia deve crescer para USD 70 bilhões até 2020, a partir de apenas USD 600 milhões em 2011 (Fonte: Technopak Advisors, fevereiro de 2012).
- As vendas por e-commerce na Indonésia deverão crescer de USD 120 milhões em 2010 para USD 650 milhões em 2015 (Fonte: Frost & Sullivan, fevereiro de 2012).
Agora, as experiências atuais dos consumidores on-line são, naturalmente, diferentes fundamentalmente daquelas durante o início do boom das empresas virtuais: o e-commerce não é mais apenas uma questão de escolha, preço, conveniência, opiniões e avaliações, mas também sobre tudo o que os consumidores procuram em qualquer compra: status, o produto certo e uma experiência convincente.
Assim, é o tempo para aprender e lucrar com as mais recentes inovações que estão transformando o e-commerce e, finalmente, remodelando o comportamento de compras. Tanto online quanto offline.
(fonte: trendwatching).
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Varejo dá impulso à SAP no país
Segundo nota do Valor, a SAP teve um crescimento de 18% na receita no Brasil no primeiro trimestre de 2011 na comparação com o mesmo período de 2011. A companhia alemã não divulga o número absoluto de vendas no país. De acordo com Luís César Verdi, presidente da SAP no Brasil, a expansão ocorreu mesmo em um período tradicionalmente mais fraco em termos de vendas.
O segmento que teve maior expansão foi o de varejo, com alta de 181%. As áreas de saúde e finanças também se destacaram, com aumentos de 50% e 22%, respectivamente.
O segmento que teve maior expansão foi o de varejo, com alta de 181%. As áreas de saúde e finanças também se destacaram, com aumentos de 50% e 22%, respectivamente.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Reporta Keila Guimarães, no Propmark, que as marcas estão cada vez mais adotando o marketing de performance na internet, estratégia que lhes permite calcular com precisão o retorno sobre investimentos (ROI) das ações. A prática é bastante utilizada pelo varejo, que basicamente busca na estratégia aumentar sua rentabilidade com maior número de vendas.
No marketing de performance, o anunciante só paga quando alcança resultados efetivos. “É uma estratégia indispensável para qualquer empresa que busca baixos custos sem perder a agressividade necessária”, afirma Cantão. Ferramentas como links patrocinados e comparativos de preços são exemplos de como investir no online com baixo risco operacional. As compras coletivas também têm sido adotadas: só no ano passado, o comércio com essa modalidade movimentou R$ 1,6 bilhão, segundo o último levantamento do e-bit, divulgado em março. Os anunciantes que participam da promoção de vendas só compensam o clube de compras quando os cupons são pagos.
No marketing de performance, o anunciante só paga quando alcança resultados efetivos. “É uma estratégia indispensável para qualquer empresa que busca baixos custos sem perder a agressividade necessária”, afirma Cantão. Ferramentas como links patrocinados e comparativos de preços são exemplos de como investir no online com baixo risco operacional. As compras coletivas também têm sido adotadas: só no ano passado, o comércio com essa modalidade movimentou R$ 1,6 bilhão, segundo o último levantamento do e-bit, divulgado em março. Os anunciantes que participam da promoção de vendas só compensam o clube de compras quando os cupons são pagos.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Comissão Europeia vai investigar Telefonica sobre m-payment
Segundo nota do TI Inside, a Comissão Europeia anunciou que vai investigar mais a fundo a parceria entre a Telefónica e duas operadoras na Europa, a Vodafone e a Everything Everywhere. Elas criaram uma joint venture para prestar serviços de pagamento por meio de dispositivos móveis (mobile payment) – a Everything Everywhere já é resultante da união das operadoras France Télécom e Deutsche Telekom no Reino Unido.
Segundo o órgão executivo da União Europeia, uma averiguação preliminar indicou "preocupação potencial" com o nascente mercado de mobile payment e as ofertas de serviços relacionados, nos quais a joint venture pode alcançar participação muito elevada e, possivelmente, criar um monopólio, informa o The Wall Street Journal.
"A comissão é a favor de qualquer iniciativa para desenvolvimento do promissor mercado de comércio móvel na Europa, que traga experiências inovadoras e interativas para usuários nos meios de pagamento”, afirmou o comissionário Joaquin Almunia, em nota. "Mas ,ao mesmo tempo, precisamos assegurar que os serviços concorrentes possam emergir nesse mercado, afim de incentivar inovação entre os remanescentes, e que os consumidores tenham os melhores serviços, a melhores custos", finalizou.
Segundo o órgão executivo da União Europeia, uma averiguação preliminar indicou "preocupação potencial" com o nascente mercado de mobile payment e as ofertas de serviços relacionados, nos quais a joint venture pode alcançar participação muito elevada e, possivelmente, criar um monopólio, informa o The Wall Street Journal.
"A comissão é a favor de qualquer iniciativa para desenvolvimento do promissor mercado de comércio móvel na Europa, que traga experiências inovadoras e interativas para usuários nos meios de pagamento”, afirmou o comissionário Joaquin Almunia, em nota. "Mas ,ao mesmo tempo, precisamos assegurar que os serviços concorrentes possam emergir nesse mercado, afim de incentivar inovação entre os remanescentes, e que os consumidores tenham os melhores serviços, a melhores custos", finalizou.
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quarta-feira, 11 de abril de 2012
Brasil terá fórum focalizado na "Internet das Coisas" (IoT)
No fim do mês de abril será formado o Fórum de Competitividade do IoT – Internet of Things (Internet das Coisas), com participação de relevantes profissionais, acadêmicos e entidades públicas e privadas. O principal objetivo do fórum é mobilizar o país para que ele participe como protagonista, contribua com pesquisa, desenvolvimento de produtos e soluções, além de incentivar a aplicação pelas empresas e a sociedade.
De acordo com um dos coordenadores do Fórum de Competitividade do IoT, Gabriel Marão, “é importante identificarmos padrões que sejam mundiais para que haja comunicação das coisas pela internet e o fórum será fundamental para mostrarmos à sociedade a influência da IoT”. O executivo revela que a fase atual é de definir o que é necessário para criação do fórum e sua pauta. Será concluída uma lista de ações que envolvem interoperabilidade de aparelhos, carros, geladeira, smart grid entre outras coisas.
“Os padrões da GS1 são sempre desenvolvidos para atender aos requisitos das empresas usuárias de tecnologia. E vários dos padrões da GS1 foram criados com base no conceito do IoT; por isso, temos muito a contribuir”, afirma Roberto Matsubayashi, gerente de Inovação e Alianças Estratégicas da GS1 Brasil.
A GS1 Brasil é uma das apoiadoras para formação do Fórum de Competitividade IoT. Na última reunião, em sua sede, no dia 09 de abril, foram coletadas contribuições para definição de uma agenda de ações e projetos para estimular o desenvolvimento da indústria, do mercado e, principalmente, social. Participaram técnicos, profissionais de centros de pesquisa, acadêmicos, entidades públicas e representantes da iniciativa privada. Entre eles, Gabriel Marão e João Neves Fernandes, da Perception; Roberto Matsubayashi, gerente de Inovação e Alianças Estratégicas da GS1 Brasil; José Roberto Amazonas, da Escola Politécnica da USP e José Vidal Bellineti, do ITS Brasil; Ricardo Takahira, Sindipeças; Marcio Martins, Programa CI-Brasil, do Ministério da Ciência e Tecnologia; Wilson Cruz, assessor da GS1 Brasil; Luís Fernandez Lopez, Coordenador do programa Tecnologia da Informação no Desenvolvimento da Internet Avançada (Tidia) e da Rede ANSP – Fapesp – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Regiane Relva, da VIP-Systems Informática; Victor Mammana, diretor do CTI-Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (unidade do Ministério da Ciência e Tecnologia); Gilson Schwartz, pesquisador da USP e da UFMG; Carla Guimarães, gerente de mercado indústria do CPqD; e capitão Robson Teles Peixoto, da Aeronáutica.
Internet das Coisas – O conceito de internet das Coisas (Internet of Things) nasceu no MIT-Massachusetts Institute of Technology quando se desenhava o cenário futuro da logística com tecnologias como o RFID (Radio-Frequency IDentification) e a Internet em uma iniciativa na qual participavam a GS1 e outras empresas visionárias. Desde então, o conceito vem sendo pesquisado, desenvolvido e ampliado por muitos países no mundo.
A GS1 Brasil, Associação Brasileira de Automação, é uma organização sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) de produtos e serviços na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos para o varejo, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 55 mil associados.
De acordo com um dos coordenadores do Fórum de Competitividade do IoT, Gabriel Marão, “é importante identificarmos padrões que sejam mundiais para que haja comunicação das coisas pela internet e o fórum será fundamental para mostrarmos à sociedade a influência da IoT”. O executivo revela que a fase atual é de definir o que é necessário para criação do fórum e sua pauta. Será concluída uma lista de ações que envolvem interoperabilidade de aparelhos, carros, geladeira, smart grid entre outras coisas.
“Os padrões da GS1 são sempre desenvolvidos para atender aos requisitos das empresas usuárias de tecnologia. E vários dos padrões da GS1 foram criados com base no conceito do IoT; por isso, temos muito a contribuir”, afirma Roberto Matsubayashi, gerente de Inovação e Alianças Estratégicas da GS1 Brasil.
A GS1 Brasil é uma das apoiadoras para formação do Fórum de Competitividade IoT. Na última reunião, em sua sede, no dia 09 de abril, foram coletadas contribuições para definição de uma agenda de ações e projetos para estimular o desenvolvimento da indústria, do mercado e, principalmente, social. Participaram técnicos, profissionais de centros de pesquisa, acadêmicos, entidades públicas e representantes da iniciativa privada. Entre eles, Gabriel Marão e João Neves Fernandes, da Perception; Roberto Matsubayashi, gerente de Inovação e Alianças Estratégicas da GS1 Brasil; José Roberto Amazonas, da Escola Politécnica da USP e José Vidal Bellineti, do ITS Brasil; Ricardo Takahira, Sindipeças; Marcio Martins, Programa CI-Brasil, do Ministério da Ciência e Tecnologia; Wilson Cruz, assessor da GS1 Brasil; Luís Fernandez Lopez, Coordenador do programa Tecnologia da Informação no Desenvolvimento da Internet Avançada (Tidia) e da Rede ANSP – Fapesp – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; Regiane Relva, da VIP-Systems Informática; Victor Mammana, diretor do CTI-Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (unidade do Ministério da Ciência e Tecnologia); Gilson Schwartz, pesquisador da USP e da UFMG; Carla Guimarães, gerente de mercado indústria do CPqD; e capitão Robson Teles Peixoto, da Aeronáutica.
Internet das Coisas – O conceito de internet das Coisas (Internet of Things) nasceu no MIT-Massachusetts Institute of Technology quando se desenhava o cenário futuro da logística com tecnologias como o RFID (Radio-Frequency IDentification) e a Internet em uma iniciativa na qual participavam a GS1 e outras empresas visionárias. Desde então, o conceito vem sendo pesquisado, desenvolvido e ampliado por muitos países no mundo.
A GS1 Brasil, Associação Brasileira de Automação, é uma organização sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) de produtos e serviços na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos para o varejo, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 55 mil associados.
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terça-feira, 10 de abril de 2012
Celular já pode ser usado como carteira virtual no Brasil
Reporta Alexandre Orrico, na Folha Online, que a partir de hoje, portadores dos telefones celulares C7, N9 e 701, todos fabricados pela Nokia, podem usá-los como carteiras virtuais no Brasil.
É possível pagar contas em bares, restaurantes ou até mesmo transferir dinheiro entre duas pessoas. As transações financeiras, por enquanto, só funcionam entre os modelos citados.
Para isso, é preciso baixar o aplicativo do PagSeguro (serviço do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha), lançado hoje na loja virtual do sistema Symbian, que usa a tecnologia NFC, presente nos três modelos.
Veja o texto completo de Orrico aqui.
É possível pagar contas em bares, restaurantes ou até mesmo transferir dinheiro entre duas pessoas. As transações financeiras, por enquanto, só funcionam entre os modelos citados.
Para isso, é preciso baixar o aplicativo do PagSeguro (serviço do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha), lançado hoje na loja virtual do sistema Symbian, que usa a tecnologia NFC, presente nos três modelos.
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sexta-feira, 30 de março de 2012
Casino tira Abilio Diniz de seu Conselho de Administração
Reporta Adriana Mattos, no Valor, que devido a “conflitos em curso”, o Conselho de Administração da varejista francesa Casino decidiu não reconduzir o empresário Abilio Diniz para a função de conselheiro. A medida foi tomada hoje em reunião entre membros do órgão na sede da rede francesa hoje e não tem efeitos no Grupo Pão de Açúcar ou na Wilkes Participações, holding controladora do GPA.
Dos 15 conselheiros que estiveram na reunião hoje, 13 votaram pela não condução de Diniz e de Philippe Houzé, presidente da Galeria Lafayette. Os dois empresários tiveram desentendimentos recentes com o Casino, grupo comandado por Jean-Charles Naouri.
Dos 15 conselheiros que estiveram na reunião hoje, 13 votaram pela não condução de Diniz e de Philippe Houzé, presidente da Galeria Lafayette. Os dois empresários tiveram desentendimentos recentes com o Casino, grupo comandado por Jean-Charles Naouri.
Best Buy fechará 50 grandes lojas nos EUA
Reporta Felipe Machado, no Valor Econômico, que a varejista de eletrônicos Best Buy anunciou o fechamento de 50 grandes lojas após um prejuízo líquido de US$ 1,7 bilhão no trimestre terminado em 3 de março. A companhia, que tem cerca de 1.000 grandes lojas em território americano, divulgou seus resultados com base no padrão contábil GAAP dos Estados Unidos.
O déficit da Best Buy no período vem após um lucro de US$ 651 milhões no trimestre anterior. Durante o ano fiscal de 2011, a empresa registrou prejuízo de US$ 1,2 bilhão, revertendo o lucro alcançado em 2010, também de US$ 1,2 bilhão.
O déficit da Best Buy no período vem após um lucro de US$ 651 milhões no trimestre anterior. Durante o ano fiscal de 2011, a empresa registrou prejuízo de US$ 1,2 bilhão, revertendo o lucro alcançado em 2010, também de US$ 1,2 bilhão.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Walmart quer ser plataforma para marcas
O maior varejista do mundo tem tamanho e lastro sem comparação no mercado. Isso pode ser uma grande dor de cabeça para seus executivos, mas também permite que soluções inovadoras sejam testadas em uma escala inatingível para os concorrentes.
O executivo de marketing do Walmart divulgou um comunicado apresentando a empresa para a Association of National Advertisers dos EUA como uma "plataforma de experiências".
A denominação é associada ao lançamento do "Retail Development Kit" (kit de desenvolvimento de varejo) da empresa. Esse kit é similar aos kits de desenvolvimento de software que as empresas de internet apresentam aos desenvolvedores para a criação de aplicativos e marcas. O kit inclui uma grande variedade de itens, como parcerias para anúncios em TV, promoções nas lojas e anúncios no site Walmart.com, e até a oportunidade de "pegar carona" em vários programas do Walmart nas redes sociais, como a campanha "My Local Walmart" no Facebook.
Outras grandes redes de varejo criaram campanhas para se estabelecerem como os canais preferenciais de mídia para várias marcas vendidas em suas lojas. A rede Target criou vários programas de co-patrocínio, com alto grau de sucesso. Kmart e Kohl's usam estratégias consagradas de cooperação, como circulares patrocinadas anunciando itens com descontos, e liquidações com a assinatura de um determinado fornecedor.
Mas os especialistas em marketing de consumo dizem que nenhuma grande empresa ousou tanto como o Walmart na cooperação com as marcas e fabricantes para criar campanhas.
O Walmart está apostando no seu kit de desenvolvimento de varejo para ampliar a venda de produtos em todas as lojas da rede. A diferença crucial e estratégica é que o Walmart conta com 3.600 lojas e uma ampla variedade de mídias tradicionais e digitais para atingir cerca de 200 milhões de residências nos Estados Unidos. Esse volume gigantesco torna o varejista uma das maiores plataformas direcionadas de mídia nos EUA, em um cenário onde as comunicações estão cada vez mais fragmentadas.
Na maioria dos casos, as opções de comunicações do varejista, incluindo a mídia no espaço das próprias lojas, são gerenciadas por empresas terceirizadas. A rede PRN é responsável pelas redes internas de televisão, Walmart Television Network e Walmart Smart Network. A editora Time vende os anúncios da revista All You, que está disponível nos caixas das lojas. E a Shopper Events, uma parceria entre as corretoras Crossmark e Advantage, é responsável pelas promoções com amostras de produtos nas lojas do Walmart.
Com ou sem a parceria com terceiros, um dos maiores atrativos do Walmart é a percepção de seu imenso tamanho em combinação com um público muito focalizado -- os compradores das lojas Walmart.
A TV Walmart é um dos maiores potenciais de anúncios para o setor publicitário nos EUA. Mas a rede interna dos supermercados ainda não pode ser avaliada pelos mesmos mecanismos de verificação de audiência dos canais de TV tradicional -- o que é uma barreira para muitos anunciantes mais tradicionais (e que têm os bolsos bem fundos, coincidentemente).
Apesar disso, o Walmart está em uma posição bem privilegiada para oferecer opções de mídia para anunciantes que buscam novos meios para atingir o consumidor -- na hora certa, no lugar certo, e com a disposição certa (e dinheiro na carteira).
O executivo de marketing do Walmart divulgou um comunicado apresentando a empresa para a Association of National Advertisers dos EUA como uma "plataforma de experiências".
A denominação é associada ao lançamento do "Retail Development Kit" (kit de desenvolvimento de varejo) da empresa. Esse kit é similar aos kits de desenvolvimento de software que as empresas de internet apresentam aos desenvolvedores para a criação de aplicativos e marcas. O kit inclui uma grande variedade de itens, como parcerias para anúncios em TV, promoções nas lojas e anúncios no site Walmart.com, e até a oportunidade de "pegar carona" em vários programas do Walmart nas redes sociais, como a campanha "My Local Walmart" no Facebook.
Outras grandes redes de varejo criaram campanhas para se estabelecerem como os canais preferenciais de mídia para várias marcas vendidas em suas lojas. A rede Target criou vários programas de co-patrocínio, com alto grau de sucesso. Kmart e Kohl's usam estratégias consagradas de cooperação, como circulares patrocinadas anunciando itens com descontos, e liquidações com a assinatura de um determinado fornecedor.
Mas os especialistas em marketing de consumo dizem que nenhuma grande empresa ousou tanto como o Walmart na cooperação com as marcas e fabricantes para criar campanhas.
O Walmart está apostando no seu kit de desenvolvimento de varejo para ampliar a venda de produtos em todas as lojas da rede. A diferença crucial e estratégica é que o Walmart conta com 3.600 lojas e uma ampla variedade de mídias tradicionais e digitais para atingir cerca de 200 milhões de residências nos Estados Unidos. Esse volume gigantesco torna o varejista uma das maiores plataformas direcionadas de mídia nos EUA, em um cenário onde as comunicações estão cada vez mais fragmentadas.
Na maioria dos casos, as opções de comunicações do varejista, incluindo a mídia no espaço das próprias lojas, são gerenciadas por empresas terceirizadas. A rede PRN é responsável pelas redes internas de televisão, Walmart Television Network e Walmart Smart Network. A editora Time vende os anúncios da revista All You, que está disponível nos caixas das lojas. E a Shopper Events, uma parceria entre as corretoras Crossmark e Advantage, é responsável pelas promoções com amostras de produtos nas lojas do Walmart.
Com ou sem a parceria com terceiros, um dos maiores atrativos do Walmart é a percepção de seu imenso tamanho em combinação com um público muito focalizado -- os compradores das lojas Walmart.
A TV Walmart é um dos maiores potenciais de anúncios para o setor publicitário nos EUA. Mas a rede interna dos supermercados ainda não pode ser avaliada pelos mesmos mecanismos de verificação de audiência dos canais de TV tradicional -- o que é uma barreira para muitos anunciantes mais tradicionais (e que têm os bolsos bem fundos, coincidentemente).
Apesar disso, o Walmart está em uma posição bem privilegiada para oferecer opções de mídia para anunciantes que buscam novos meios para atingir o consumidor -- na hora certa, no lugar certo, e com a disposição certa (e dinheiro na carteira).
quarta-feira, 14 de março de 2012
Gadgets substituem vendedores nas lojas
Grandes varejistas dos EUA estão trocando o atendimento humano por aparelhos de mão. Segundo uma reportagem do NY Times, redes como Nordstrom, Macy's e C. Wonder perceberam que os clientes mais jovens são mais receptivos ao uso de tecnologias no espaço das lojas.
A geração atual de consumidores já cresceu com o e-commerce e sistemas de busca como o Google, e geralmente respondem "não" quando um atendente pergunta "posso ajudar com suas compras?". Mesmo redes que construíram sua reputação com o atendimento personalizado, como a loja de roupas Nordstrom, estão cedendo a essa tendência cada vez mais presente.
Os "consumidores turbinados" da nova geração compram de modo sistemático e pragmático: pesquisam detalhadamente os itens desejados, checam opiniões sobre os produtos nas redes sociais, comparam preços e checam promoções e descontos.
Em vez de adotar uma posição defensiva, algumas lojas e marcas estão abraçando a tendência, oferecendo gadgets para os clientes. A loja Bobbi Brown agora oferece TVs de alta resolução com tecnologia de toque, para demonstrações detalhadas de maquiagem -- algo que antes era feito por profissionais na loja. A loja de calçados do jogador de basquete LeBron James agora tem 50 iPads disponíveis para os clientes, com todas as informações sobre os produtos disponíveis. A Macy's está testando quiosques de cosméticos onde os clientes podem usar tablets para ver avaliações e dicas de uso. Na C. Wonder, os provadores de roupas têm um painel de toque onde a cliente pode personalizar a iluminação e a música.
Essa onda de aparelhos nas lojas é na verdade a ponta mais recente do conceito de self-service automatizado, que começou anos atrás em supermercados e mercearias. Agora, o cliente pode entrar na loja e realizar suas compras sem qualquer interferência -- o que é um ponto positivo para as lojas. Afinal, muitos consumidores simplesmente desistem de uma compra se forem abordados por um atendente.
O fator chave para a adoção cada vez maior dessas tecnologias é a aguda queda nos preços dos equipamentos, com uma intensa concorrência entre os fabricantes (isto é, entre a Apple e todos os outros).
E as lojas não querem perder clientes que se dão ao trabalho de ir pessoalmente a uma loja, mas preferem usar recomendações do Pinterest, resenhas da Zappos e do Fashism e comentários no Facebook, do que interagir com um vendedor.
Ricardo Quintero, diretor de desenvolvimento de mercado da Clinique, diz que há uma tendência entre os consumidores jovens que considera a interação com o vendedor uma perda de tempo, onde o profissional da loja vai tentar convencê-lo a comprar algo que você não quer ou não precisa. O uso dos gadgets alivia uma parte da pressão para esses consumidores.
Os clientes surpreendem os varejistas mais antenados. A Nordstrom lançou um app no ano passado, para facilitar compras a distância, quando o consumidor estivesse em casa ou em trânsito. Mas os clientes passaram a usar o aplicativo para comprar mercadorias na própria loja, evitando a ajuda dos vendedores.
Erik Nordstrom, presidente da rede de lojas, avalia que há uma grande mudança na definição de serviços ao consumidor no varejo, onde a tecnologia desempenha um papel cada vez mais importante. Em função dessa percepção, a Nordstrom instalou Wi-Fi em quase todas as lojas, para que as conexões com os celulares e tablets seja mais veloz, e também está testando áreas de recarregamento de baterias desses aparelhos.
A geração atual de consumidores já cresceu com o e-commerce e sistemas de busca como o Google, e geralmente respondem "não" quando um atendente pergunta "posso ajudar com suas compras?". Mesmo redes que construíram sua reputação com o atendimento personalizado, como a loja de roupas Nordstrom, estão cedendo a essa tendência cada vez mais presente.
Os "consumidores turbinados" da nova geração compram de modo sistemático e pragmático: pesquisam detalhadamente os itens desejados, checam opiniões sobre os produtos nas redes sociais, comparam preços e checam promoções e descontos.
Em vez de adotar uma posição defensiva, algumas lojas e marcas estão abraçando a tendência, oferecendo gadgets para os clientes. A loja Bobbi Brown agora oferece TVs de alta resolução com tecnologia de toque, para demonstrações detalhadas de maquiagem -- algo que antes era feito por profissionais na loja. A loja de calçados do jogador de basquete LeBron James agora tem 50 iPads disponíveis para os clientes, com todas as informações sobre os produtos disponíveis. A Macy's está testando quiosques de cosméticos onde os clientes podem usar tablets para ver avaliações e dicas de uso. Na C. Wonder, os provadores de roupas têm um painel de toque onde a cliente pode personalizar a iluminação e a música.
Essa onda de aparelhos nas lojas é na verdade a ponta mais recente do conceito de self-service automatizado, que começou anos atrás em supermercados e mercearias. Agora, o cliente pode entrar na loja e realizar suas compras sem qualquer interferência -- o que é um ponto positivo para as lojas. Afinal, muitos consumidores simplesmente desistem de uma compra se forem abordados por um atendente.
O fator chave para a adoção cada vez maior dessas tecnologias é a aguda queda nos preços dos equipamentos, com uma intensa concorrência entre os fabricantes (isto é, entre a Apple e todos os outros).
E as lojas não querem perder clientes que se dão ao trabalho de ir pessoalmente a uma loja, mas preferem usar recomendações do Pinterest, resenhas da Zappos e do Fashism e comentários no Facebook, do que interagir com um vendedor.
Ricardo Quintero, diretor de desenvolvimento de mercado da Clinique, diz que há uma tendência entre os consumidores jovens que considera a interação com o vendedor uma perda de tempo, onde o profissional da loja vai tentar convencê-lo a comprar algo que você não quer ou não precisa. O uso dos gadgets alivia uma parte da pressão para esses consumidores.
Os clientes surpreendem os varejistas mais antenados. A Nordstrom lançou um app no ano passado, para facilitar compras a distância, quando o consumidor estivesse em casa ou em trânsito. Mas os clientes passaram a usar o aplicativo para comprar mercadorias na própria loja, evitando a ajuda dos vendedores.
Erik Nordstrom, presidente da rede de lojas, avalia que há uma grande mudança na definição de serviços ao consumidor no varejo, onde a tecnologia desempenha um papel cada vez mais importante. Em função dessa percepção, a Nordstrom instalou Wi-Fi em quase todas as lojas, para que as conexões com os celulares e tablets seja mais veloz, e também está testando áreas de recarregamento de baterias desses aparelhos.
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Procon-SP determina suspensão de Americanas.com e Submarino
Segundo nota da Folha Online, a Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, determinou nesta quarta-feira a suspensão por 72 horas, a partir de amanhã (15), do comércio eletrônico nos sites Americanas.com, Submarino e Shoptime, da B2W Companhia Global do Varejo.
Além da paralisação das vendas em todo o Estado de São Paulo, a empresa deve pagar multa de R$ 1,744 milhão.
Além da paralisação das vendas em todo o Estado de São Paulo, a empresa deve pagar multa de R$ 1,744 milhão.
O varejo usa a web para contornar a mídia
Escreve Alan D. Mutter, no excelente blog Reflections of a Newsosaur, que os jornais dos EUA estão sofrendo mais um golpe pesado: alguns dos maiores varejistas do país estão usando seus próprios sites de e-commerce para publicar conteúdos editoriais e vender anúncios.
Ao se transformarem em publishers, essas empresas que antes dependiam dos jornais para atingir seus clientes estão criando conexões diretas e poderosas com os consumidores -- uma estratégia que pode reduzir ainda mais a demanda pela publicidade tradicional.
A não ser que os jornais americanos criem uma nova estratégia para esse problema, eles não vão conseguir deter a queda na publicidade, que fez o faturamento despencar de US$ 49,4 bilhões em 2005 para US$ 24 bilhões em 2011. Só para efeito de comparação, o faturamento dos jornais é menos de dois terços da publicidade vendida pelo Google -- US$ 37,9 bilhões.
Leia o texto completo de Mutter aqui.
Ao se transformarem em publishers, essas empresas que antes dependiam dos jornais para atingir seus clientes estão criando conexões diretas e poderosas com os consumidores -- uma estratégia que pode reduzir ainda mais a demanda pela publicidade tradicional.
A não ser que os jornais americanos criem uma nova estratégia para esse problema, eles não vão conseguir deter a queda na publicidade, que fez o faturamento despencar de US$ 49,4 bilhões em 2005 para US$ 24 bilhões em 2011. Só para efeito de comparação, o faturamento dos jornais é menos de dois terços da publicidade vendida pelo Google -- US$ 37,9 bilhões.
Leia o texto completo de Mutter aqui.
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quarta-feira, 7 de março de 2012
Pesquisa mapeia a utilidade das marcas na Internet brasileira
Segundo nota do IDG Now, a RMA Comunicação, uma das maiores agências de comunicação corporativa do País, divulgou nesta terça-feira, durante o evento #MarcaUtil, o resultado de uma pesquisa de mesmo nome feita na Internet, em fevereiro, com o objetivo de entender o uso das redes sociais pelo internauta brasileiro e sua percepção de utilidade das marcas dentro desse meio.
A pesquisa ficou aberta na Internet ao público geral durante 15 dias e teve mais de 1200 respondentes. As perguntas (11 ao todo) visavam identificar a percepção de utilidade da marca (Brand Utility) online. Nesse sentido, 69% dos participantes declarou considerar apenas razoável a utilidade da presença online das marcas. Ao responderem em que rede social seria mais importante uma marca participar para ser útil na Internet, 69% dos usuários apontaram o Facebook, seguido do Twitter, com 18% das respostas, Google+ com 6% e Linkedin com 3%.
Sobre o que faz a marca ser útil na Internet, o atendimento rápido ao cliente foi considerado imprescindível por 68% dos respondentes, seguido de compartilhamento de conteúdos relevantes (62%), prestação de serviços (59%) e educação sobre produtos e tendências (46%). No ranking de marcas úteis (respostas espontâneas) os cinco primeiros lugares ficaram com Ponto Frio, em primeiro lugar, seguido de Coca-Cola, Google, Itaú e Guaraná Antartica.
O resultado da pesquisa mostra a prevalência do Facebook como plataforma importante de relacionamento para os usuários: 84% dos respondentes declararam serem participantes ativos da rede social, seguida do Twitter, com 13% das respostas e Linkedin, com 3%. O declínio da preferência do brasileiro pelo Orkut fica evidente: apenas 1% dos entrevistados disse ser membro ativo da rede social da Google.
Para saber mais sobre o estudo, acesse o site.
A pesquisa ficou aberta na Internet ao público geral durante 15 dias e teve mais de 1200 respondentes. As perguntas (11 ao todo) visavam identificar a percepção de utilidade da marca (Brand Utility) online. Nesse sentido, 69% dos participantes declarou considerar apenas razoável a utilidade da presença online das marcas. Ao responderem em que rede social seria mais importante uma marca participar para ser útil na Internet, 69% dos usuários apontaram o Facebook, seguido do Twitter, com 18% das respostas, Google+ com 6% e Linkedin com 3%.
Sobre o que faz a marca ser útil na Internet, o atendimento rápido ao cliente foi considerado imprescindível por 68% dos respondentes, seguido de compartilhamento de conteúdos relevantes (62%), prestação de serviços (59%) e educação sobre produtos e tendências (46%). No ranking de marcas úteis (respostas espontâneas) os cinco primeiros lugares ficaram com Ponto Frio, em primeiro lugar, seguido de Coca-Cola, Google, Itaú e Guaraná Antartica.
O resultado da pesquisa mostra a prevalência do Facebook como plataforma importante de relacionamento para os usuários: 84% dos respondentes declararam serem participantes ativos da rede social, seguida do Twitter, com 13% das respostas e Linkedin, com 3%. O declínio da preferência do brasileiro pelo Orkut fica evidente: apenas 1% dos entrevistados disse ser membro ativo da rede social da Google.
Para saber mais sobre o estudo, acesse o site.
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