Reporta Lauren Coleman-Lochner, na Bloomberg Businessweek, que a Amazon.com, maior varejista online do mundo, está em primeiro lugar no ranking de empresas de varejo com melhor saúde financeira nos EUA e Canadá, segundo avaliação da firma de investimentos Consensus Advisors. De acordo com o estudo, a Amazon usa a tecnologia para menter seus estoques controlados e as despesas baixas. Além da Amazon, as varejistas com maior pontuação no ranking são Aeropostale Inc., Urban Outfitters Inc., CVS Caremark Corp. e Wal-Mart Stores Inc.
Segundo a Consensus, a Amazon registrou três trimestres seguidos de crescimento nos lucros, com a retomada do consumo depois da crise econômica nos EUA. A firma observa que os varejistas online têm uma "vantagem inerente" sobre as lojas tradicionais, já que não precisam manter estoques em centenas de locais diferentes e podem otimizar custos em várias áreas.
A Consensus avaliou cerca de 160 grandes varejistas norte-americanos com ações na bolsa, usando critérios como crescimento, taxa de endividamento e capacidade de controlar preços.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Lojas online permitem personlização de produtos
A internet tem se mostrado um terreno fértil para negócios onde os produtos podem ser personalizados pelos consumidores. Seguem alguns bons exemplos:
The Magical Story Machine — Por cerca de 6 libras, os usuários da britânica Magical Story Machine podem gravar seu próprio audiolivro para crianças. Os usuários escolhem a história a partir de um menu e gravam a voz com o microfone do computador. Efeitos especiais e música são acrescentados automaticamente, criando um arquivo em MP3 pronto para download.
I Am a Stuffed Animal — Essa loja cria brinquedos que são caricaturas de pessoas reais. O usuário manda fotos e algumas informações (como hobbies e estilo de roupas). A loja cria então um "Mini Me", que é enviado entre 4 e 6 semanas -- um pouco mais se a encomenda for feita de fora dos EUA. O brinquedo custa US$ 69.
QuiltCreator — O site permite que os consumidores encomendem uma colcha rendada personalizada, selecionando a partir de uma grande variedad de temas, padrões e cores, usando uma ferramenta interativa. Os preços são a partir de US$ 129. Cerca de dois meses depois, a pessoa recebe a colcha feita a mão, de acordo com o desenho.
Fluid Forms — Essa loja de design na Áustria cria jóias e objetos a partir de desenhos enviados pelos usuários, através de uma ferramenta fácil de usar. A coleção mais recente é a Street Earrings: brincos que trazem mapas de ruas e cidades importantes para o usuário. Os brincos custam 30 euros.
The Magical Story Machine — Por cerca de 6 libras, os usuários da britânica Magical Story Machine podem gravar seu próprio audiolivro para crianças. Os usuários escolhem a história a partir de um menu e gravam a voz com o microfone do computador. Efeitos especiais e música são acrescentados automaticamente, criando um arquivo em MP3 pronto para download.
I Am a Stuffed Animal — Essa loja cria brinquedos que são caricaturas de pessoas reais. O usuário manda fotos e algumas informações (como hobbies e estilo de roupas). A loja cria então um "Mini Me", que é enviado entre 4 e 6 semanas -- um pouco mais se a encomenda for feita de fora dos EUA. O brinquedo custa US$ 69.
QuiltCreator — O site permite que os consumidores encomendem uma colcha rendada personalizada, selecionando a partir de uma grande variedad de temas, padrões e cores, usando uma ferramenta interativa. Os preços são a partir de US$ 129. Cerca de dois meses depois, a pessoa recebe a colcha feita a mão, de acordo com o desenho.
Fluid Forms — Essa loja de design na Áustria cria jóias e objetos a partir de desenhos enviados pelos usuários, através de uma ferramenta fácil de usar. A coleção mais recente é a Street Earrings: brincos que trazem mapas de ruas e cidades importantes para o usuário. Os brincos custam 30 euros.
Novo iPhone atrai mais varejistas para o m-commerce
Reporta Dana Mattioli, no Wall Street Journal, que o lançamento do novo iPhone pela Apple está estimulando mais varejistas nos EUA a desenvolver sistemas de comércio móvel. Segundo a firma de pesquisas ABI Research, os consumidores vão encomendar US$ 2,2 bilhões em mercadorias este ano, um bilhão de dólares a mais que no ano passado e cinco vezes mais do que em 2008.
O e-commerce tradicional deve crescer mais lentamente -- cerca de 11% este ano, atingindo US$ 144,8 bilhões, segundo a pesquisa. Já as vendas gerais do setor de varejo vão crescer apenas 2,5%, segundo dados da Nationall Retail Federation.
Atualmente, cerca de 30% dos varejistas norte-americanos já tem sites específicos para m-commerce: versões mais simples de seus websites, que facilitam a compra através de smartphones. Segundo Dave Sikora, CEO da empresa de software Digby, custa entre US$ 50.000 e US$ 100.000 para um varejista criar e lançar seu site de m-commerce.
Em agosto, a rede Home Depot vai lançar seu site de comércio móvel voltado para usuários de smartphones, lançando também um aplicativo para o iPhone. Hal Lawton, presidente do Homedepot.com, disse que em dois ou três anos, um percentual significativo das vendas será feito através dos celulares. Lawton prevê que em 2014, até 40% do tráfego online da empresa será feito por celulares.
A Armani Exchange, do grupo Giorgio Armani SpA, lançou um site de m-commerce em novembro passado que pemite a compra via celular. Em maio, a empresa anunciou que o m-commerce já representava 5% de suas vendas online, e esse número pode chegar a 6% em junho. Harlan Bratcher, executivo-chefe da Armani Exchange, se mostrou entusiasmado com esse rápido crescimento. Bratcher acredita que esse sucesso se explica porque a linha Armani Exchange é voltada para jovens urbanos entre 18 e 25 anos, que usam o celular como meio de comunicação preferencial.
O e-commerce tradicional deve crescer mais lentamente -- cerca de 11% este ano, atingindo US$ 144,8 bilhões, segundo a pesquisa. Já as vendas gerais do setor de varejo vão crescer apenas 2,5%, segundo dados da Nationall Retail Federation.
Atualmente, cerca de 30% dos varejistas norte-americanos já tem sites específicos para m-commerce: versões mais simples de seus websites, que facilitam a compra através de smartphones. Segundo Dave Sikora, CEO da empresa de software Digby, custa entre US$ 50.000 e US$ 100.000 para um varejista criar e lançar seu site de m-commerce.
Em agosto, a rede Home Depot vai lançar seu site de comércio móvel voltado para usuários de smartphones, lançando também um aplicativo para o iPhone. Hal Lawton, presidente do Homedepot.com, disse que em dois ou três anos, um percentual significativo das vendas será feito através dos celulares. Lawton prevê que em 2014, até 40% do tráfego online da empresa será feito por celulares.
A Armani Exchange, do grupo Giorgio Armani SpA, lançou um site de m-commerce em novembro passado que pemite a compra via celular. Em maio, a empresa anunciou que o m-commerce já representava 5% de suas vendas online, e esse número pode chegar a 6% em junho. Harlan Bratcher, executivo-chefe da Armani Exchange, se mostrou entusiasmado com esse rápido crescimento. Bratcher acredita que esse sucesso se explica porque a linha Armani Exchange é voltada para jovens urbanos entre 18 e 25 anos, que usam o celular como meio de comunicação preferencial.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Site cria "lojas instantâneas" na web para pequenos varejistas
Há atualmente na internet uma onda de serviços baratos e práticos que criam vitrines virtuais para os varejistas. Já falamos aqui sobre o Payvment, que é um aplicativo do Facebook para pequenos comerciantes, que tem registrado grande sucesso.
Agora, o Vendr também oferece uma solução rápida e fácil para transformar sites e blogs em operações de e-commerce, com apenas algumas linhas de código. O Vendr cria um botão de "Loja" ("Store") no website -- quando clicado, surge uma loja virtual que oferece uma experiência de compras bem completa e atraente para o consumidor. Os comerciantes podem vender bens físicos e virtuais através do aplicativo, e o pagamento é integrado com o PayPal ou Google Checkout. É possível inserir várias fotos para dar opções aos consumidores. Um painel de controles intuitivo permite que os proprietários controlem todas as atividades da loja online. Há ainda opções de controle de estoque, incluindo alertas quando os estoques ficam baixos. Os usuários do Vendr podem ainda criar cupons online de ofertas, para produtos, categorias ou datas específicas.
O site foi criado pela empresa californiana Boxador, que tem várias opções de preços pelos serviços. Os itens básicos são gratuitos, e há opções que custam US$ 29,95 ao mês ou US$ 299,50 por ano. A empresa também oferece pacotes personalizados, com preços variáveis.
É interessante notar que o e-commerce já foi privilégio de grandes varejistas, e agora está cada vez mais acessível para os médios e pequenos comerciantes.
Agora, o Vendr também oferece uma solução rápida e fácil para transformar sites e blogs em operações de e-commerce, com apenas algumas linhas de código. O Vendr cria um botão de "Loja" ("Store") no website -- quando clicado, surge uma loja virtual que oferece uma experiência de compras bem completa e atraente para o consumidor. Os comerciantes podem vender bens físicos e virtuais através do aplicativo, e o pagamento é integrado com o PayPal ou Google Checkout. É possível inserir várias fotos para dar opções aos consumidores. Um painel de controles intuitivo permite que os proprietários controlem todas as atividades da loja online. Há ainda opções de controle de estoque, incluindo alertas quando os estoques ficam baixos. Os usuários do Vendr podem ainda criar cupons online de ofertas, para produtos, categorias ou datas específicas.
O site foi criado pela empresa californiana Boxador, que tem várias opções de preços pelos serviços. Os itens básicos são gratuitos, e há opções que custam US$ 29,95 ao mês ou US$ 299,50 por ano. A empresa também oferece pacotes personalizados, com preços variáveis.
É interessante notar que o e-commerce já foi privilégio de grandes varejistas, e agora está cada vez mais acessível para os médios e pequenos comerciantes.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Aplicativo leva menus de restaurantes para o iPhone
Segundo uma pesquisa recente, até 20% dos visitantes dos sites de restaurantes nos EUA chegam via celulares, o que significa que os menus disponíveis geralmente no formato PDF não funcionam para esses usuários. Há várias empresas que tentam resolver o problema criando aplicativos personalizados para cada restaurante, mas a empresa Mobile Hunger oferece uma solução genérica que simplesmente converte o cardápio de qualquer restaurante em um site específico para aparelhos móveis como o iPhone, com ferramentas interativas de navegação.
Os restaurantes interessados em usar o serviço gratuito do Mobile Hunger começam inserindo o menu, com as categorias e itens individuais do cardápio. O serviço converte as informações em um site formatado para o iPhone e iPod. Quando o usuário acessa o site do restaurante via celular, o sistema redireciona automaticamente para a página criada -- o consumidor não precisa fazer o download do aplicativo.
Os restaurantes têm uma série de vantagens com o Mobile Hunger: ferramentas de análise de tráfego, galerias de fotos, links para sites sociais, mapas do Google e possibilidade de escolher cores e fundos que combinem com o logotipo do restaurante. O aplicativo ainda permite conexões com outros serviços como Open Table, Urban Spoon, Four Square, Gowalla, e Yelp.
Os restaurantes interessados em usar o serviço gratuito do Mobile Hunger começam inserindo o menu, com as categorias e itens individuais do cardápio. O serviço converte as informações em um site formatado para o iPhone e iPod. Quando o usuário acessa o site do restaurante via celular, o sistema redireciona automaticamente para a página criada -- o consumidor não precisa fazer o download do aplicativo.
Os restaurantes têm uma série de vantagens com o Mobile Hunger: ferramentas de análise de tráfego, galerias de fotos, links para sites sociais, mapas do Google e possibilidade de escolher cores e fundos que combinem com o logotipo do restaurante. O aplicativo ainda permite conexões com outros serviços como Open Table, Urban Spoon, Four Square, Gowalla, e Yelp.
terça-feira, 8 de junho de 2010
O tryvertising chegou para ficar: o encanto das amostras grátis
Reporta Swetha Gopinath, na BNet Insight, que a tendência do marketing com amostras grátis (apelidado de tryvertising) está crescendo velozmente no mundo todo, desde o seu surgimento em meados de 2005. O conceito agrada tanto aos consumidores como as marcas. Para as empresas, é uma chance de apresentar e avaliar novos produtos, que poderão depois ser adotados de modo regular pelo consumidor. Há várias possibilidades de ação com o tryvertising:
Lojas de amostras: conhecidas como "sample labs", essas lojas surgiram originalmente na Ásia, e rapidamente se expandiram pela Europa e Américas. Em Barcelona, os clientes da loja Esloúltimo pagam 10 euros anuais para testar até 5 produtos novos a cada duas semanas. Se tornou tão popular que uma nova loja deve ser inaugurada em Madri.
Existem equivalentes online: TheFreeSite.com, www.startsampling.com, www.freechannel.net, www.freebielist.com. Todos esses sites agem como "portais de tryvertising", organizando as ofertas de amostras por categorias ou localização.
Amostras para grupos especiais: a Procter & Gamble criou um projeto de tryvertising chamado Tremor, que conseguiu reunir 280.000 adolescentes americanos entre 13 e 19 anos que são agentes para promover novos produtos, oferecendo amostras e cupons em escolas, residências e outros locais. Os adolescentes participantes ganham vales de compras.
"Placement" de produtos no lugar certo: a idéia é criar uma associação positiva com um produto ou serviço. A Vacations Connections organiza demonstrações de novos produtos em locais onde os consumidores não encontram suas marcas de costume. A Senseo instalou máquinas de café em pontos de ônibus e bonde na Holanda, onde os passageiros podem tomar uma bebida grátis enquanto esperam.
Lojas de amostras: conhecidas como "sample labs", essas lojas surgiram originalmente na Ásia, e rapidamente se expandiram pela Europa e Américas. Em Barcelona, os clientes da loja Esloúltimo pagam 10 euros anuais para testar até 5 produtos novos a cada duas semanas. Se tornou tão popular que uma nova loja deve ser inaugurada em Madri.
Existem equivalentes online: TheFreeSite.com, www.startsampling.com, www.freechannel.net, www.freebielist.com. Todos esses sites agem como "portais de tryvertising", organizando as ofertas de amostras por categorias ou localização.
Amostras para grupos especiais: a Procter & Gamble criou um projeto de tryvertising chamado Tremor, que conseguiu reunir 280.000 adolescentes americanos entre 13 e 19 anos que são agentes para promover novos produtos, oferecendo amostras e cupons em escolas, residências e outros locais. Os adolescentes participantes ganham vales de compras.
"Placement" de produtos no lugar certo: a idéia é criar uma associação positiva com um produto ou serviço. A Vacations Connections organiza demonstrações de novos produtos em locais onde os consumidores não encontram suas marcas de costume. A Senseo instalou máquinas de café em pontos de ônibus e bonde na Holanda, onde os passageiros podem tomar uma bebida grátis enquanto esperam.
Tendências de grande impacto são imitadas no varejo dos EUA
Segundo nota do Retail Info Systems News, o primeiro semestre deste ano foi marcado por fortes tendências no varejo dos EUA. O setor luta para se recuperar de uma das piores crises da história, e nesse cenário qualquer boa ideia é rapidamente identificada e copiada. Segue abaixo a lista dos maiores sucessos desta primeira metade do ano.
1) Rede Kohl's atrai 900.000 fãs no Facebook (março/2010)
A rede de supermercados Kohl's lançou uma grande campanha de marketing em março, com destaque para as mídias sociais. Com isso, a empresa ganhou 900.000 seguidores no Facebook. Esse sucesso serviu como inspiração para outros varejistas dos EUA, que direcionaram mais investimentos de marketing para redes como Facebook, Twitter e YouTube. Um base de quase 1.000.000 de interessados é um grande chamariz paa o setor.
2) Walmart anuncia recorde nos lucros depois de reformular setor de TI (fevereiro/2010)
A maior rede de varejo anunciou que seus investimentos na área de tecnologia da informação foram cruciais para os excelentes resultados financeiros (em um período de crise). Isso chamou a atenção de outros varejistas, que buscaram imitar o exemplo.
3) Investimento da rede Best Buy em mídias sociais eleva as vendas em 20% (março/2010)
Quando o Best Buy criou um link direto com as redes sociais mais populares, suas vendas dispararam 20% e isso despertou o interesse de todos os concorrentes.
4) Sears passa por "make-over" completo (maio/2010)
A tradicional loja de departamentos anunciou uma transformação tão profunda em seus negócios que ficará "irreconhecível" dentro de alguns anos. A notícia animou outros varejistas a ousarem mais em transformações de modelos antigos de negócios.
5) Walmart pressiona seus fornecedores por rapidez nas entregas (março/2010)
O Walmart passou a exigir que os fornecedores entreguem as mercadorias dentro de prazos estritos (MABD, ou "must arrive by date"), ou o fornecedor correria o risco de perder o contrato com o Walmart. Essa decisão afetou todo o setor de varejo dos EUA, e outros varejistas passaram a fazer exigências semelhantes aos seus fornecedores.
6) Rede Saks anuncia fechamento de metade de suas lojas (abril/2010)
O setor de consumo de luxo foi fortemente afetado pela crise de 2008/2009, e a rede Saks reagiu ao aperto fechando metade de suas lojas nos EUA, para se ajustar à queda nas vendas.
7) Target investe em m-commerce e programas de fidelidade (maio/2010)
A rede de supermercados atribuiu seus ótimos resultados financeiros no 1o. trimestre aos grandes investimentos em tecnologias de comércio via celular, programas de fidelidade com os consumidores e reforma de suas lojas. A rede agiu estrategicamente, investindo nesses pontos críticos em um momento em que a maioria dos varejistas estava cortando gastos e reduzindo investimentos.
1) Rede Kohl's atrai 900.000 fãs no Facebook (março/2010)
A rede de supermercados Kohl's lançou uma grande campanha de marketing em março, com destaque para as mídias sociais. Com isso, a empresa ganhou 900.000 seguidores no Facebook. Esse sucesso serviu como inspiração para outros varejistas dos EUA, que direcionaram mais investimentos de marketing para redes como Facebook, Twitter e YouTube. Um base de quase 1.000.000 de interessados é um grande chamariz paa o setor.
2) Walmart anuncia recorde nos lucros depois de reformular setor de TI (fevereiro/2010)
A maior rede de varejo anunciou que seus investimentos na área de tecnologia da informação foram cruciais para os excelentes resultados financeiros (em um período de crise). Isso chamou a atenção de outros varejistas, que buscaram imitar o exemplo.
3) Investimento da rede Best Buy em mídias sociais eleva as vendas em 20% (março/2010)
Quando o Best Buy criou um link direto com as redes sociais mais populares, suas vendas dispararam 20% e isso despertou o interesse de todos os concorrentes.
4) Sears passa por "make-over" completo (maio/2010)
A tradicional loja de departamentos anunciou uma transformação tão profunda em seus negócios que ficará "irreconhecível" dentro de alguns anos. A notícia animou outros varejistas a ousarem mais em transformações de modelos antigos de negócios.
5) Walmart pressiona seus fornecedores por rapidez nas entregas (março/2010)
O Walmart passou a exigir que os fornecedores entreguem as mercadorias dentro de prazos estritos (MABD, ou "must arrive by date"), ou o fornecedor correria o risco de perder o contrato com o Walmart. Essa decisão afetou todo o setor de varejo dos EUA, e outros varejistas passaram a fazer exigências semelhantes aos seus fornecedores.
6) Rede Saks anuncia fechamento de metade de suas lojas (abril/2010)
O setor de consumo de luxo foi fortemente afetado pela crise de 2008/2009, e a rede Saks reagiu ao aperto fechando metade de suas lojas nos EUA, para se ajustar à queda nas vendas.
7) Target investe em m-commerce e programas de fidelidade (maio/2010)
A rede de supermercados atribuiu seus ótimos resultados financeiros no 1o. trimestre aos grandes investimentos em tecnologias de comércio via celular, programas de fidelidade com os consumidores e reforma de suas lojas. A rede agiu estrategicamente, investindo nesses pontos críticos em um momento em que a maioria dos varejistas estava cortando gastos e reduzindo investimentos.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Marcas monitoram o olhar do consumidor
Informa Elaine Wong, na Brandweek, que a hipercompetividade no espaço das prateleiras está levando as marcas a usarem tecnologias que monitoram o olhar do consumidor.
Ao lançar o produto Frebreze Sport, a Procter & Gamble usou uma tecnologia desenvolvida pela empresa Tobii que acompanha os movimentos dos olhos, quando o usuário olha para uma tela que simula uma prateleira de supermercado cheia de produtos. A P&G está trabalhando com a Tobii desde 2005 para testar novos produtos, e agora anunciou uma relação estratégica ainda mais profunda com a firma de tecnologia. Com a parceria, a P&G espera lançar novos produtos e embalagens mais rapidamente, garantindo que esses lançamentos atraiam o olhar do consumidor no disputado espaço das prateleiras.
As tecnologias de monitoração de olhar ("eye-tracking") já existem há bastante tempo. Mas nos últimos anos, o setor de produtos de consumo investiu bastante nesses sistemas, para obter insights sobre os interesses dos clientes. Além da Procter & Gamble, a Unilever, Kimberly-Clark, ConAgra, Heinz e a Kellogg também fazem uso dessas tecnologias.
Há uma grande variedade de métodos, que vão de lasers que escaneiam o movimento dos olhos até óculos especiais que são usados pelos participantes das pesquisas.
O aumento na procura por essas tecnologias reflete o aumento da concorrência por espaço nas gôndolas e prateleiras -- nos últimos anos, os varejistas passaram a retirar os produtos que vendem menos, e substituir várias marcas por produtos próprios (a maioria dos grandes varejistas tem linhas próprias de produtos). Esse ambiente "darwinista" causa pressão sobre os fabricantes, que buscam alternativas para permanecerem em destaque.
Ao lançar o produto Frebreze Sport, a Procter & Gamble usou uma tecnologia desenvolvida pela empresa Tobii que acompanha os movimentos dos olhos, quando o usuário olha para uma tela que simula uma prateleira de supermercado cheia de produtos. A P&G está trabalhando com a Tobii desde 2005 para testar novos produtos, e agora anunciou uma relação estratégica ainda mais profunda com a firma de tecnologia. Com a parceria, a P&G espera lançar novos produtos e embalagens mais rapidamente, garantindo que esses lançamentos atraiam o olhar do consumidor no disputado espaço das prateleiras.
As tecnologias de monitoração de olhar ("eye-tracking") já existem há bastante tempo. Mas nos últimos anos, o setor de produtos de consumo investiu bastante nesses sistemas, para obter insights sobre os interesses dos clientes. Além da Procter & Gamble, a Unilever, Kimberly-Clark, ConAgra, Heinz e a Kellogg também fazem uso dessas tecnologias.
Há uma grande variedade de métodos, que vão de lasers que escaneiam o movimento dos olhos até óculos especiais que são usados pelos participantes das pesquisas.
O aumento na procura por essas tecnologias reflete o aumento da concorrência por espaço nas gôndolas e prateleiras -- nos últimos anos, os varejistas passaram a retirar os produtos que vendem menos, e substituir várias marcas por produtos próprios (a maioria dos grandes varejistas tem linhas próprias de produtos). Esse ambiente "darwinista" causa pressão sobre os fabricantes, que buscam alternativas para permanecerem em destaque.
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Zappos.com tem melhor nota em atendimento ao cliente
Reporta Mitch Betts, no Computerworld, que a loja de calçados online Zappos.com atingiu a melhor nota em um estudo sobre atendimento ao consumidor online, feito pela agência StellaService LLC de Nova York.
A agência avaliou os 150 maiores sites de varejo nos EUA usando 300 fatores, como ferramentas online disponíveis para o usuário e a interface gráfica do site. Além do Zappos.com, tiveram alta pontuação os sites Diapers.com, BlueNile.com, Amazon.com, Staples.com, Crutchfield.com, LLBean.com, BestBuy.com, Apple.com, Sears.com e REI.com.
A avaliação dos sites incluiu testes de usabilidade, pedidos (e devoluções) de vários produtos e mais de dez contatos com o serviço de atendimento ao clientes, por telefone, e-mail e chat.
A StellaService também consultou um painel de 304 consumidores e descobriu que o consumidor americano está em média disposto a pagar 10% a mais por um bom atendimento ao cliente. Os entrevistados disseram que a rapidez na entrega é o principal fator nas compras online, seguido por funcionários atenciosos e acesso fácil às informações no site.
A agência avaliou os 150 maiores sites de varejo nos EUA usando 300 fatores, como ferramentas online disponíveis para o usuário e a interface gráfica do site. Além do Zappos.com, tiveram alta pontuação os sites Diapers.com, BlueNile.com, Amazon.com, Staples.com, Crutchfield.com, LLBean.com, BestBuy.com, Apple.com, Sears.com e REI.com.
A avaliação dos sites incluiu testes de usabilidade, pedidos (e devoluções) de vários produtos e mais de dez contatos com o serviço de atendimento ao clientes, por telefone, e-mail e chat.
A StellaService também consultou um painel de 304 consumidores e descobriu que o consumidor americano está em média disposto a pagar 10% a mais por um bom atendimento ao cliente. Os entrevistados disseram que a rapidez na entrega é o principal fator nas compras online, seguido por funcionários atenciosos e acesso fácil às informações no site.
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quarta-feira, 2 de junho de 2010
Burger King usa realidade aumentada para mostrar ofertas por US$ 1
A rede de lanchonetes Burger King criou nos EUA um aplicativo de realidade aumentada que mostra suas ofertas mais baratas. Quando o usuário mostra uma nota de US$ 1 para a webcam, são exibidos os lanches que custam esse valor. Veja o vídeo:
Espelho digital simula aplicação de maquiagem
Um interessante exemplo de "realidade aumentada" está em teste no Japão. O sistema funciona como um espelho digital, que escaneia a face da cliente e simula a aplicação de vários produtos cosméticos. Veja o vídeo:
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Varejo aposta no conceito de "mordomos digitais"
Os comerciantes e as marcas estão fazendo uso cada vez mais frequente de novas tecnologias para refinar o atendimento aos seus clientes. São serviços e amenidades que mostram atenção ao conforto dos consumidores em diversas situações. É interessante notar que a grande maioria dessas "mordomias" são gratuitas -- mas o consumidor dificilmente esquecerá uma cortesia que aumente seu conforto ou resolva um problema imediato.
Há vários exemplos de "serviços de mordomo" oferecidos por marcas no mundo offline, mas vamos nos concentrar aqui em alguns bons exemplos no mundo online, especialmente nos telefones celulares mais avançados:
* O aplicativo ATM Hunter da Mastercard para o iPhone facilita a localização de caixas eletrônicos mais próximos do usuário, usando a função de GPS do aparelho.
* Na Inglaterra, a Automobile Association criou o app Best of Britain para localizar os melhores hotéis, restaurantes, lojas e atrações durante viagens pelo país.
* Nos EUA, o Domino's Pizza Tracker permite que os clientes da rede de pizzarias acompanhem o percurso da pizza, do pedido, passando pela preparação até a entrega, em uma interface gráfica.
* O app True City da Nike para o iPhone oferece dicas sobre seis cidades da Europa, e permite que os usuários partilhem suas próprias descobertas -- além de informações e ofertas especiais da Nike.
* O Urban Art Guide da Adidas é um aplicativo para o iPhone que mostra a localização dos melhores grafites em Berlim. Os usuários podem clicar nas obras de arte encontradas nas ruas para obter mais informações sobre o artista.
* O app Gig Finder da Beck ajuda a localizar festas e eventos musicais, oferecendo instruções detalhadas para chegar ao local.
* A Smirnoff fez uma parceria com a revista Time Out para criar um app para o iPhone que oferece informações atualizadas sobre a vida noturna de Londres.
* A Nissan criou o app Nissan Prove It, com mapas de 45 resorts de ski na Europa, facilitando a localização de amigos nas trilhas e encostas, além de oferecer informações detalhadas sobre os próprios resorts.
* Outro aplicativo da Mastercard chama-se Priceless Picks, que permite que os usuários partilhem os melhores locais e ofertas, que são exibidos em um mapa interativo.
* O Google Labs desenvolveu um aplicativo chamado City Tours, que usa o Google Maps para exibir várias rotas de passeios a pé em diversas cidades do mundo. O app inclui horários de funcionamento de atrações e outras dicas.
* A cerveja Tiger celebrou o Ano Novo chinês com um app para o iPhone que oferece dicas para passeios na Chinatown de Londres. O aplicativo tem um guia interativo de bares e restaurantes, e um game chamado "Tuk Tuk Chalenge".
* A marca de rações Purina criou um aplicativo que ajuda os consumidores a localizarem as pet shops mais próximas de sua localização.
* No Brasil, o app Nivea Sun foi criado para que os usuários se bronzeiem com segurança. O aplicativo registra informações sobre o usuário, sugere o fator de proteção solar adequado para um determinado dia e alerta a pessoa sobre a hora de reaplicar o produto.
* O sistema de corrida Nike + oferece um painel online com dados sobre as atividades físicas, metas, desafios e contatos com outros corredores.
* A rede de supermercados Tesco criou o app Wine Finder, que é capaz de reconhecer qualquer vinho que estiver disponível nas lojas a partir de uma foto do rótulo tirada com o celular. O aplicativo mostra todas as informações sobre o vinho, recomenda bebidas por categoria de preço, e até sugestões de pratos para acompanhar o vinho selecionado.
Para ver mais exemplos inspiradores, é recomendável checar os portais de aplicativos mais populares, como o iPhone App Store, o Android Market do Google, e o App World da Blackberry.
Fonte: www.trendwatching.com.
Há vários exemplos de "serviços de mordomo" oferecidos por marcas no mundo offline, mas vamos nos concentrar aqui em alguns bons exemplos no mundo online, especialmente nos telefones celulares mais avançados:
* O aplicativo ATM Hunter da Mastercard para o iPhone facilita a localização de caixas eletrônicos mais próximos do usuário, usando a função de GPS do aparelho.
* Na Inglaterra, a Automobile Association criou o app Best of Britain para localizar os melhores hotéis, restaurantes, lojas e atrações durante viagens pelo país.
* Nos EUA, o Domino's Pizza Tracker permite que os clientes da rede de pizzarias acompanhem o percurso da pizza, do pedido, passando pela preparação até a entrega, em uma interface gráfica.
* O app True City da Nike para o iPhone oferece dicas sobre seis cidades da Europa, e permite que os usuários partilhem suas próprias descobertas -- além de informações e ofertas especiais da Nike.
* O Urban Art Guide da Adidas é um aplicativo para o iPhone que mostra a localização dos melhores grafites em Berlim. Os usuários podem clicar nas obras de arte encontradas nas ruas para obter mais informações sobre o artista.
* O app Gig Finder da Beck ajuda a localizar festas e eventos musicais, oferecendo instruções detalhadas para chegar ao local.
* A Smirnoff fez uma parceria com a revista Time Out para criar um app para o iPhone que oferece informações atualizadas sobre a vida noturna de Londres.
* A Nissan criou o app Nissan Prove It, com mapas de 45 resorts de ski na Europa, facilitando a localização de amigos nas trilhas e encostas, além de oferecer informações detalhadas sobre os próprios resorts.
* Outro aplicativo da Mastercard chama-se Priceless Picks, que permite que os usuários partilhem os melhores locais e ofertas, que são exibidos em um mapa interativo.
* O Google Labs desenvolveu um aplicativo chamado City Tours, que usa o Google Maps para exibir várias rotas de passeios a pé em diversas cidades do mundo. O app inclui horários de funcionamento de atrações e outras dicas.
* A cerveja Tiger celebrou o Ano Novo chinês com um app para o iPhone que oferece dicas para passeios na Chinatown de Londres. O aplicativo tem um guia interativo de bares e restaurantes, e um game chamado "Tuk Tuk Chalenge".
* A marca de rações Purina criou um aplicativo que ajuda os consumidores a localizarem as pet shops mais próximas de sua localização.
* No Brasil, o app Nivea Sun foi criado para que os usuários se bronzeiem com segurança. O aplicativo registra informações sobre o usuário, sugere o fator de proteção solar adequado para um determinado dia e alerta a pessoa sobre a hora de reaplicar o produto.
* O sistema de corrida Nike + oferece um painel online com dados sobre as atividades físicas, metas, desafios e contatos com outros corredores.
* A rede de supermercados Tesco criou o app Wine Finder, que é capaz de reconhecer qualquer vinho que estiver disponível nas lojas a partir de uma foto do rótulo tirada com o celular. O aplicativo mostra todas as informações sobre o vinho, recomenda bebidas por categoria de preço, e até sugestões de pratos para acompanhar o vinho selecionado.
Para ver mais exemplos inspiradores, é recomendável checar os portais de aplicativos mais populares, como o iPhone App Store, o Android Market do Google, e o App World da Blackberry.
Fonte: www.trendwatching.com.
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terça-feira, 1 de junho de 2010
Celulares são os novos cartões de fidelidade
Reporta Claire Cain Miller, no New York Times, que os antigos cartões de fidelidade (de papel ou plástico, que oferecem descontos, itens extras ou brindes depois de um número determinado de compras) estão migrando para o ambiente digital dos celulares. Com as novas opções tecnológicas, os varejistas testam novos meios de capturar o interesse do consumidor para fazê-lo retornar à loja -- e gastar mais. Vários novos aplicativos (apps) para iPhone e outros smartphones apostam nessa tendência.
Muitas empresas estão procurando criar uma "ponte" entre os programas de fidelidade do mundo físico e o espaço digital na hora das compras. Algumas, como CardStar e CardBank, possibilitam a transferência de cupons e cartões de papel para o celular, através da leitura de códigos de barras.
Outras, como Loopt, Foursquare, Shopkick e Gowalla, estão tentando transformar os cupons e programas de fidelidade em games para celulares.
A Loopt acaba de lançar o Loopt Star, um jogo para celular que premia o usuário que visita determinadas lojas com frequência. Os consumidores competem para conquistar pontos e se tornarem "líderes" de certos locais. Empresas como Burger King, Gap e Universal Music planejam usar o Loopt Star para premiar clientes mais frequentes.
Para os varejistas, esses games e apps oferecem uma nova forma de marketing móvel que vai além dos tradicionais banners, criando prêmios e descontos individualizados. Segundo Drew Sievers, CEO da agência mFoundry, o marketing personalizado sempre foi um sonho da publicidade digital, mas o telefone móvel é a plataforma que finalmente vai permitir que isso se torne realidade. Sievers observa que o celular está sempre com a pessoa, e sempre conectado.
Sam Altman, co-fundador e executivo-chefe da Loopt, disse que esses programas premiam o "bom comportamento" dos consumidores. A Loopt foi criada em 2005, como um sistema que informava a localização do usuário para seus amigos. Com isso, o serviço cresceu e atinge hoje 3,4 milhões de assinantes nos EUA. Já a Foursquare, criada em 2009, está ganhando popularidade rapidamente com seus jogos que dão prêmios e pontos. Já tem 1,4 milhão de usuários e atrai o interesse de anunciantes de peso como Pepsi e Tasti D-lite.
Muitas empresas estão procurando criar uma "ponte" entre os programas de fidelidade do mundo físico e o espaço digital na hora das compras. Algumas, como CardStar e CardBank, possibilitam a transferência de cupons e cartões de papel para o celular, através da leitura de códigos de barras.
Outras, como Loopt, Foursquare, Shopkick e Gowalla, estão tentando transformar os cupons e programas de fidelidade em games para celulares.
A Loopt acaba de lançar o Loopt Star, um jogo para celular que premia o usuário que visita determinadas lojas com frequência. Os consumidores competem para conquistar pontos e se tornarem "líderes" de certos locais. Empresas como Burger King, Gap e Universal Music planejam usar o Loopt Star para premiar clientes mais frequentes.
Para os varejistas, esses games e apps oferecem uma nova forma de marketing móvel que vai além dos tradicionais banners, criando prêmios e descontos individualizados. Segundo Drew Sievers, CEO da agência mFoundry, o marketing personalizado sempre foi um sonho da publicidade digital, mas o telefone móvel é a plataforma que finalmente vai permitir que isso se torne realidade. Sievers observa que o celular está sempre com a pessoa, e sempre conectado.
Sam Altman, co-fundador e executivo-chefe da Loopt, disse que esses programas premiam o "bom comportamento" dos consumidores. A Loopt foi criada em 2005, como um sistema que informava a localização do usuário para seus amigos. Com isso, o serviço cresceu e atinge hoje 3,4 milhões de assinantes nos EUA. Já a Foursquare, criada em 2009, está ganhando popularidade rapidamente com seus jogos que dão prêmios e pontos. Já tem 1,4 milhão de usuários e atrai o interesse de anunciantes de peso como Pepsi e Tasti D-lite.
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Walmart lança o E-Solidário
Reporta Karan Novas, no Propaganda & Marketing, que a rede Walmart anunciou uma novidade que une a evolução de sua ferramenta de e-commerce, lançada em outubro de 2008, com a ampliação de seus esforços ligados à sustentabilidade e ecologia, que inspirou a fundação do Instituto Walmart em 2005 e que este ano deve receber investimentos de aproximadamente R$ 8,5 milhões.
Em parceria com a Solidarium, empresa social que tem como objetivo promover o acesso ao mercado para micro e pequenos produtores brasileiros, a rede coloca no ar o E-Solidário, espaço que comercializará produtos criados e produzidos por entidades formadas por profissionais de comunidades de baixa renda em todo o Brasil.
Para Flávio Dias, diretor do e-commerce do Walmart Brasil, a parceria é interessante por permitir que a empresa atinja novos clientes e mercados, de um perfil econômico distinto dos consumidores das lojas físicas, além de abranger todo o País e facilitar a logística para produtos tão particulares. “É difícil a distribuição e estoque de itens com produção limitada. Pelo e-commerce podemos atender a demanda no Brasil inteiro de forma mais eficiente”, explica.
O E-Solidário está inserido na loja virtual do Walmart, como uma seção específica, e pode ser acessado por links na home da empresa. Já estão disponíveis produtos de diferentes fins e preços, como um bloco de ramy e bambu, de R$ 9,90; e uma cesta grande em fibra de Taboa trançada, também produzida manualmente, por R$ 199,00.
Em parceria com a Solidarium, empresa social que tem como objetivo promover o acesso ao mercado para micro e pequenos produtores brasileiros, a rede coloca no ar o E-Solidário, espaço que comercializará produtos criados e produzidos por entidades formadas por profissionais de comunidades de baixa renda em todo o Brasil.
Para Flávio Dias, diretor do e-commerce do Walmart Brasil, a parceria é interessante por permitir que a empresa atinja novos clientes e mercados, de um perfil econômico distinto dos consumidores das lojas físicas, além de abranger todo o País e facilitar a logística para produtos tão particulares. “É difícil a distribuição e estoque de itens com produção limitada. Pelo e-commerce podemos atender a demanda no Brasil inteiro de forma mais eficiente”, explica.
O E-Solidário está inserido na loja virtual do Walmart, como uma seção específica, e pode ser acessado por links na home da empresa. Já estão disponíveis produtos de diferentes fins e preços, como um bloco de ramy e bambu, de R$ 9,90; e uma cesta grande em fibra de Taboa trançada, também produzida manualmente, por R$ 199,00.
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
McDonald's passa por processo de "reimagem" no Brasil
Reporta Daniela Dahrouge, no Propaganda & Marketing, que a rede de lanchonetes que por anos era reconhecida de longe pelo visual de suas unidades, agora passa por mudanças em sua apresentação. O lema mundial é testar padrões, sem ficar amarrado a conceitos. Segundo Mauro Multedo, VP de marketing do McDonald’s no Brasil, a única meta preestabelecida é dar ao ambiente ares de restaurante. Objetivo é abandonar aos poucos o rótulo de fast-food.
Multedo disse que no Brasil, a unidade da Avenida Bandeirantes (São Paulo) antecipa esse conceito no País. "A gente era uma lanchonete que queria ser chamada de fast-food, agora a gente é um fast-food que quer ser visto como restaurante. Queremos apresentar um ambiente familiar, no qual as pessoas se sintam à vontade, sem abrir mão dos preços acessíveis e da qualidade. Tudo tem que ser pensado para o cliente. Agora vamos reformar a unidade da Henrique Schaumann (São Paulo), que é uma flagship da rede e já vai ter outra proposta. Estamos testando padrões no mundo inteiro", disse o executivo.
Multedo disse que a rede tem uma previsão de reformar 17 restaurantes este ano. A rede chama esse projeto de “reimagem”. Mas não há um padrão. A decoração interna, por exemplo, vai mudar mais que a parte externa.
Falando sobre a concorrência com redes como Burger King e Subway, Multedo disse que " O mercado de alimentação tende a ficar mais diversificado, isso é fato. O McDonald’s vai procurar fórmulas de estar cada vez mais próximo de seus clientes e de seus potenciais clientes. Mas todas as demais empresas vão fazer a mesma coisa. Então o futuro vai depender de você estar mais próximo, ser melhor reconhecido, ter alimentos de contato mais presente. A vantagem é de a gente ter estabelecido um paradigma de mercado, mas esse é o ônus de quem está na liderança. Eu não estou em um negócio de dizer não ao meu cliente. Certamente estou em um negócio de dizer não à concorrência. Acho que vai dar uma briga boa."
Multedo disse que no Brasil, a unidade da Avenida Bandeirantes (São Paulo) antecipa esse conceito no País. "A gente era uma lanchonete que queria ser chamada de fast-food, agora a gente é um fast-food que quer ser visto como restaurante. Queremos apresentar um ambiente familiar, no qual as pessoas se sintam à vontade, sem abrir mão dos preços acessíveis e da qualidade. Tudo tem que ser pensado para o cliente. Agora vamos reformar a unidade da Henrique Schaumann (São Paulo), que é uma flagship da rede e já vai ter outra proposta. Estamos testando padrões no mundo inteiro", disse o executivo.
Multedo disse que a rede tem uma previsão de reformar 17 restaurantes este ano. A rede chama esse projeto de “reimagem”. Mas não há um padrão. A decoração interna, por exemplo, vai mudar mais que a parte externa.
Falando sobre a concorrência com redes como Burger King e Subway, Multedo disse que " O mercado de alimentação tende a ficar mais diversificado, isso é fato. O McDonald’s vai procurar fórmulas de estar cada vez mais próximo de seus clientes e de seus potenciais clientes. Mas todas as demais empresas vão fazer a mesma coisa. Então o futuro vai depender de você estar mais próximo, ser melhor reconhecido, ter alimentos de contato mais presente. A vantagem é de a gente ter estabelecido um paradigma de mercado, mas esse é o ônus de quem está na liderança. Eu não estou em um negócio de dizer não ao meu cliente. Certamente estou em um negócio de dizer não à concorrência. Acho que vai dar uma briga boa."
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Rede Target moderniza atendimento e investe em m-commerce
Segundo nota do Retail InfoSystems, a rede Target anunciou uma série de projetos ambiciosos para modernizar suas operações. A rede registrou alta de 5,5% nas vendas no último trimestre, e agora quer investir na modernização do atendimento ao consumidor.
A rede vai dar destaque para o m-commerce. Segundo dados da Nielsen, a Target é a rede multi-marcas com o maior crescimento em iniciativas de comércio via aparelhos móveis nos EUA. Em março deste ano, as lojas da rede começaram a oferecer a opção de escaneamento de ofertas nos caixas. Essa tecnologia permite que os clientes escaneiem códigos de barras em vale-presentes e cupons com seus celulares, para obter descontos na hora de pagar. Em abril, a rede lançou um sistema que permite a criação de listas de compras automáticas com o celular. O aplicativo da Target para o iPhone permite que os consumidores escaneiem itens em lojas e vejam preços comparativos, resenhas e opções de modelos -- e se o item procurado estiver em falta naquela loja, o aplicativo informa a loja mais próxima onde o produto pode ser encontrado.
Mais recentemente, a empresa começou a desenvolver novas ferramentas de compras para aparelhos móveis que vão facilitar as compras dos consumidores, criando listas baseadas em número de pessoas na família e orçamento disponível.
A Target também está testando um novo programa de fidelidade com cartões de crédito em Kansas City e San Antonio, no Texas. O sistema dá 5% de desconto em todos os itens na hora de pagar. O teste tem mostrado um aumento no número de compras com os cartões de crédito.
A rede completou no último trimestre a renovação de 96 lojas em 13 mercados como parte de um amplo processo de remodelação. Segundo Gregg Steinhafel, CEO da Target, esse processo está bastante acelerado. A renovação atinge os setores de produtos para o lar, cosméticos, eletrônicos, videogames e calçados. A Target planeja atingir mais de 450 lojas este ano com esse processo de renovação, que muda o layout e a apresentação de várias seções.
A rede vai dar destaque para o m-commerce. Segundo dados da Nielsen, a Target é a rede multi-marcas com o maior crescimento em iniciativas de comércio via aparelhos móveis nos EUA. Em março deste ano, as lojas da rede começaram a oferecer a opção de escaneamento de ofertas nos caixas. Essa tecnologia permite que os clientes escaneiem códigos de barras em vale-presentes e cupons com seus celulares, para obter descontos na hora de pagar. Em abril, a rede lançou um sistema que permite a criação de listas de compras automáticas com o celular. O aplicativo da Target para o iPhone permite que os consumidores escaneiem itens em lojas e vejam preços comparativos, resenhas e opções de modelos -- e se o item procurado estiver em falta naquela loja, o aplicativo informa a loja mais próxima onde o produto pode ser encontrado.
Mais recentemente, a empresa começou a desenvolver novas ferramentas de compras para aparelhos móveis que vão facilitar as compras dos consumidores, criando listas baseadas em número de pessoas na família e orçamento disponível.
A Target também está testando um novo programa de fidelidade com cartões de crédito em Kansas City e San Antonio, no Texas. O sistema dá 5% de desconto em todos os itens na hora de pagar. O teste tem mostrado um aumento no número de compras com os cartões de crédito.
A rede completou no último trimestre a renovação de 96 lojas em 13 mercados como parte de um amplo processo de remodelação. Segundo Gregg Steinhafel, CEO da Target, esse processo está bastante acelerado. A renovação atinge os setores de produtos para o lar, cosméticos, eletrônicos, videogames e calçados. A Target planeja atingir mais de 450 lojas este ano com esse processo de renovação, que muda o layout e a apresentação de várias seções.
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Bar combina online e offline para promover encontros
Os bares MiWorld, na África do Sul, combinam o espaço físico com tecnologias de internet para facilitar as conversas e paqueras entre clientes. Para frequentar os bares, os consumidores precisam receber um convite, que inclui um código secreto que funciona como registro online. Com o registro, o cliente pode escolher entre dois endereços em áreas badaladas de Johanneburgo: o MiBar Martini e o MiLounge Martini. Em agosto, deve ser lançado o MiCafe. Há ainda os MiEvents, festas promovidas em diversos locais.
Os frequentadores precisam se logar na entrada -- dentro do bar, telas nas mesas apresentam o menu, um calendário de eventos, informam sobre os outros frequentadores e permitem a comunicação entre pessoas, tanto no próprio bar como em outros locais.
O conceito foi criado pela empresa sul-africana LiquidChefs.
Os frequentadores precisam se logar na entrada -- dentro do bar, telas nas mesas apresentam o menu, um calendário de eventos, informam sobre os outros frequentadores e permitem a comunicação entre pessoas, tanto no próprio bar como em outros locais.
O conceito foi criado pela empresa sul-africana LiquidChefs.
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Sears passa por grande transformação nos EUA
Segundo nota do Retail InfoSystems, a rede Sears anunciou um projeto de completa transformação de seus negócios, com destaque para um grande investimento na presença online e uma redução no número de lojas de cimento e tijolo.
Segundo Edward Lampert, presidente e maior acionista da Sears Holdings, a transformação deve tornar a rede "irreconhecível" para quem a conheceu há 30 anos. O maior foco do investimento será na Web, que incluirá um site de negócios imobiliários, com quase 4.000 propriedades do grupo para aluguel ou venda. A lista de imóveis inclui lojas, espaços comerciais em shoppings e estacionamentos em vários estados dos EUA.
Segundo Edward Lampert, presidente e maior acionista da Sears Holdings, a transformação deve tornar a rede "irreconhecível" para quem a conheceu há 30 anos. O maior foco do investimento será na Web, que incluirá um site de negócios imobiliários, com quase 4.000 propriedades do grupo para aluguel ou venda. A lista de imóveis inclui lojas, espaços comerciais em shoppings e estacionamentos em vários estados dos EUA.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Chocolateria inglesa convida os clientes a comprar ações -- resgatáveis em chocolate
A rede inglesa de chocolaterias Hotel Chocolat, que tem 40 lojas no Reino Unido, EUA e Oriente Médio, quer expandir suas operações. Para isso, em vez de buscar grandes investidores ou empréstimos bancários, a rede está convidando seus consumidores a comprar ações da loja. O detalhe é que os dividendos são caixas de chocolates.
As ações "Chocolate Bond" terão duas categorias, e ambas vão garantir entregas mensais de caixas de chocolates especiais para os acionistas. Os compradores da categoria de 2.000 libras vão receber 6 caixas de chocolates especiais por ano, no valor de 107,70 libras. Os que comprarem o pacote de 4.000 libras vão receber 13 caixas, valendo 233,35 libras. Depois de um período inicial de três anos, e a cada aniversário do investimento, os acionistas podem optar por receber o valor total em dinheiro. Se decidirem manter as ações, as caixas de chocolate continuarão chegando pelo correio.
Apesar da ideia ser inovadora, a empresa já tem experiência com a logística -- ela já mantém um clube de degustação com mais de 100.000 membros, que recebem amostras de chocolates em casa. A Hotel Chocolat infoma que o dinheiro será usado para ampliar a fábrica na Inglaterra, e abrir novas lojas pelo mundo.
As ações "Chocolate Bond" terão duas categorias, e ambas vão garantir entregas mensais de caixas de chocolates especiais para os acionistas. Os compradores da categoria de 2.000 libras vão receber 6 caixas de chocolates especiais por ano, no valor de 107,70 libras. Os que comprarem o pacote de 4.000 libras vão receber 13 caixas, valendo 233,35 libras. Depois de um período inicial de três anos, e a cada aniversário do investimento, os acionistas podem optar por receber o valor total em dinheiro. Se decidirem manter as ações, as caixas de chocolate continuarão chegando pelo correio.
Apesar da ideia ser inovadora, a empresa já tem experiência com a logística -- ela já mantém um clube de degustação com mais de 100.000 membros, que recebem amostras de chocolates em casa. A Hotel Chocolat infoma que o dinheiro será usado para ampliar a fábrica na Inglaterra, e abrir novas lojas pelo mundo.
Oi Paggo lançará transferência financeira para celulares
Reporta Fernando Paiva, no Teletime News, que o uso do celular para realização de transferências financeiras entre usuários tem ganhado força em países emergentes, especialmente na África e na Ásia. No Brasil, nenhum banco ou operadora móvel lançou esse serviço ainda. Quem está disposta a sair na frente é a Oi Paggo: a empresa promete disponibilizar o serviço no segundo semestre. Ele será uma funcionalidade do "Oi Paggo Débito", que permitirá aos usuários da Oi depositar e sacar dinheiro atrelado a uma conta pessoal do cartão. Para tanto, a Oi pretende fechar parceria com alguma rede de correspondentes bancários, como lotéricas ou Correios, complementada pela rede de postos de recargas da Oi e alguns lojistas: eles serão responsáveis por receber e entregar o dinheiro aos clientes. O serviço terá limites de transações por mês e de valor por transação, ainda não definidos. O modelo de negócios deve seguir o mesmo utilizado em outros países, com cobrança de uma pequena taxa por cada transferência realizada.
A Oi Paggo lançará também o "Oi Paggo Recarga", serviço de micro-crédito para recargas da Oi. O limite deve ser de até R$ 50 por mês e poderá ser oferecido a pessoas com situação de crédito menos robusta, pois o valor não é tão alto. Na prática, o serviço torna o usuário pré-pago em um pós-pago. A Oi estima que os assinantes que utilizarem o "Oi Paggo recarga" aumentarão, em média, 30% suas recargas mensais. Por fim, a Oi Paggo criará, também no segundo semestre, um plano de fidelidade, batizado de "Paggue e fale". Para cada R$ 10 gastos com o cartão, R$ 1 será dado de bônus em ligações.
A Oi Paggo lançará também o "Oi Paggo Recarga", serviço de micro-crédito para recargas da Oi. O limite deve ser de até R$ 50 por mês e poderá ser oferecido a pessoas com situação de crédito menos robusta, pois o valor não é tão alto. Na prática, o serviço torna o usuário pré-pago em um pós-pago. A Oi estima que os assinantes que utilizarem o "Oi Paggo recarga" aumentarão, em média, 30% suas recargas mensais. Por fim, a Oi Paggo criará, também no segundo semestre, um plano de fidelidade, batizado de "Paggue e fale". Para cada R$ 10 gastos com o cartão, R$ 1 será dado de bônus em ligações.
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