Um indicador de sucesso no varejo: as 336 lojas da rede Apple Store receberam mais clientes em um trimestre do que os 60 milhões de visitantes dos quatro parques temáticos da Disney em um ano.
Uma reportagem do Wall Street Journal indica alguns dos fatores do imenso sucesso das lojas da Apple, que acabam de completar dez anos no varejo. Segundo o jornal, a Apple não mede esforços para treinar os funcionários das lojas, com o objetivo de oferecer uma experiência de compras "otimizada" para os consumidores.
A reportagem destaca que a Apple criou manuais detalhados para o treinamento de funcionários e estabeleceu padrões minuciosos para o comportamento dos atendentes com os clientes.
O resultado dessa postura é que as lojas da Apple registram vendas anuais de US$ 4.406 por metro quadrado de loja -- e esse valor não inclui as vendas online, segundo dados do banco de investimentos Needham & Co. Somando-se as vendas online, que incluem o site iTunes, o valor sobe para US$ 5.914. Em comparação, a joalharia Tiffany & Co. teve vendas anuais de US$ 3.070 por metro quadrado, a loja de luxo Coach Inc chegou a US$ 1.776/m2 e a rede de produtos eletrônicos Best Buy atinge US$ 880/m2.
Com sua decoração arejada e moderna, as lojas da Apple sugerem um ambiente livre e casual. Mas a marca mantém um controle estrito sobre seus espaços comerciais. Os funcionários são proibidos de comentar boatos sobre os produtos, os técnicos não devem falar sobre notícias referentes a defeitos. Além disso, escrever na internet e em redes sociais sobre a empresa é motivo para demissão, como relatam atendentes atuais e ex-funcionários das lojas.
O criador do modelo de sucesso da Apple Store é Ron Johnson, que acaba de ser contratado para ser o novo CEO da rede de lojas de roupas J.C. Penney.
Os ótimos resultados das lojas da Apple são motivados em grande parte pela atração causada pelos produtos da marca. Segundo analistas do setor de varejo, muitas das vantagens da Apple sobre lojas rivais como a Best Buy são técnicas: a Apple Store vende uma única marca, tem muito menos produtos e conta com bem menos lojas -- a rede da Best Buy tem mais de 4.000 lojas. Com a expansão da rede, é provável que a Apple enfrente problemas já conhecidos por outras redes de varejo.
Mesmo assim, a Apple é considerada uma pioneira em vários aspectos de design de loja e atendimento ao cliente. Os manuais de treinamento contém uma filosofia pouco comum no varejo: os atendentes são orientados não para vender, mas para ajudar os consumidores a resolver seus problemas. Um dos manuais diz que a função do atendente é entender todas as necessidades do cliente, incluindo aquelas que ele ainda não sabe que tem. Por conta disso, os funcionários não recebem comissão e também não devem cumprir cotas mensais de vendas.
A Apple tem um "programa de passos" em seu serviço que é formado pelas iniciais APPLE: "Aborde os clientes com uma saudação calorosa"; "Pergunte educadamente para descobrir todas as necessidades dos clientes"; "Proponha uma solução que o cliente possa levar para casa ainda hoje"; "Ouça (Listen) e resolva quaisquer questões e preocupações"; "Encerre com uma saudação e um convite para nova visita".
O design da loja é crucial. Segundo Brian Dyches, presidente do Retail Design Institute, a maioria dos varejistas cria um modelo padrão que é repetido e mantido; já a Apple mantém seu design de varejo em constante evolução, oferecendo novas experiências para o consumidor.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
O Groupon está condenado ao fracasso?
O empresário Rocky Agrawal (que escreve o blog reDesign e pode ser seguido no Twitter em @rakeshlobster) escreveu uma série de artigos polêmicos sobre a explosão de sites de ofertas, como o Groupon.
Na visão de Agrawal, o Groupon (e sites similares) podem estar fadados aos fracasso porque o modelo de negócios desses sites é uma tentação (e um convite) para uma ampla variedade de golpes, com destaque para fraudes financeiras, evasão fiscal e abusos da boa-fé dos consumidores.
Agrawal argumenta que o Groupon cria brechas para que varejistas em dificuldades possam gerar fluxo de caixa e escapar de uma falência iminente, às custas do site e do dinheiro dos consumidores.
Muitos varejistas em crise nos EUA podem ver em sites como o Groupon uma saída escusa para problemas financeiros urgentes. E a consequência mais grave dessa ação é frustrar os consumidores -- um efeito em cascata que pode levar ao colapso total desse tipo de comércio online.
Segundo Agrawall, o maior erro cometido por varejistas, consumidores e investidores em relação a sites como o Groupon é o olhar apenas o faturamento, sem levar em conta os riscos desse tipo de operação -- que são muito elevados. O empresário critica a atitude das empresas, que escondem os riscos em suas campanhas de marketing.
Agrawall chega a comparar os sites de descontos com esquemas de agiotagem, que oferecem dinheiro fácil sem mencionar os altos juros e custos associados aos riscos das operações.
A análise de Agrawall é muito sensata e vale a pena ler o texto completo. As 3 primeiras partes do estudo estão aqui, aqui e aqui.
Na visão de Agrawal, o Groupon (e sites similares) podem estar fadados aos fracasso porque o modelo de negócios desses sites é uma tentação (e um convite) para uma ampla variedade de golpes, com destaque para fraudes financeiras, evasão fiscal e abusos da boa-fé dos consumidores.
Agrawal argumenta que o Groupon cria brechas para que varejistas em dificuldades possam gerar fluxo de caixa e escapar de uma falência iminente, às custas do site e do dinheiro dos consumidores.
Muitos varejistas em crise nos EUA podem ver em sites como o Groupon uma saída escusa para problemas financeiros urgentes. E a consequência mais grave dessa ação é frustrar os consumidores -- um efeito em cascata que pode levar ao colapso total desse tipo de comércio online.
Segundo Agrawall, o maior erro cometido por varejistas, consumidores e investidores em relação a sites como o Groupon é o olhar apenas o faturamento, sem levar em conta os riscos desse tipo de operação -- que são muito elevados. O empresário critica a atitude das empresas, que escondem os riscos em suas campanhas de marketing.
Agrawall chega a comparar os sites de descontos com esquemas de agiotagem, que oferecem dinheiro fácil sem mencionar os altos juros e custos associados aos riscos das operações.
A análise de Agrawall é muito sensata e vale a pena ler o texto completo. As 3 primeiras partes do estudo estão aqui, aqui e aqui.
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E-commerce fatura R$ 680 milhões no Dia dos Namorados
O Dia dos Namorados rendeu números favoráveis ao e-commerce em 2011. De acordo com a e-bit, somente no período de 29 de maio a 12 de junho foram faturados R$ 680 milhões no varejo online. Esse valor representou um acréscimo de 15% no ano se comparado com o mesmo período de 2010, com mais de 2 milhões de pedidos realizados.
“Mesmo com a desaceleração da economia nos últimos meses, o Dia dos Namorados contribuiu com números importantes para o e-commerce. Enfrentamos um período de desconfiança econômica e, mesmo assim, as vendas cresceram 15%, valor que entendemos como um alto índice. Vale lembrar que, no ano passado, a Copa do Mundo inflacionou as vendas na data, já que estávamos na iminência da competição”, esclarece Alexandre Umberti, diretor de Marketing e Produtos da e-bit.
Um fator importante a ser ressaltado para esse Dia dos Namorados foi a presença inédita da categoria Moda e Acessórios no “Top 5” no ranking das categorias mais vendidas entre os apaixonados, com 8% do volume total de pedidos, ocupando a 5ª colocação. Ainda figuraram no ranking “Saúde, Beleza e Medicamentos”, “Informática”, “Eletrodomésticos”, “Telefonia/Celulares”, respectivamente.
“O comércio eletrônico está aprendendo a vender roupas para seus consumidores que, além de terem acesso a opinião de outros consumidores através das redes sociais, estão cada vez mais seguros com o setor. Com os eventos esportivos da década sediados no Brasil, esse segmento deve ganhar ainda mais força com as vendas de artigos do gênero, como camisetas de times e acessórios”, afirma o executivo.
“Mesmo com a desaceleração da economia nos últimos meses, o Dia dos Namorados contribuiu com números importantes para o e-commerce. Enfrentamos um período de desconfiança econômica e, mesmo assim, as vendas cresceram 15%, valor que entendemos como um alto índice. Vale lembrar que, no ano passado, a Copa do Mundo inflacionou as vendas na data, já que estávamos na iminência da competição”, esclarece Alexandre Umberti, diretor de Marketing e Produtos da e-bit.
Um fator importante a ser ressaltado para esse Dia dos Namorados foi a presença inédita da categoria Moda e Acessórios no “Top 5” no ranking das categorias mais vendidas entre os apaixonados, com 8% do volume total de pedidos, ocupando a 5ª colocação. Ainda figuraram no ranking “Saúde, Beleza e Medicamentos”, “Informática”, “Eletrodomésticos”, “Telefonia/Celulares”, respectivamente.
“O comércio eletrônico está aprendendo a vender roupas para seus consumidores que, além de terem acesso a opinião de outros consumidores através das redes sociais, estão cada vez mais seguros com o setor. Com os eventos esportivos da década sediados no Brasil, esse segmento deve ganhar ainda mais força com as vendas de artigos do gênero, como camisetas de times e acessórios”, afirma o executivo.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
Regulamento para transação financeira por celular entra na reta final
Segundo nota do TI Inside, nos próximos dois meses, deve ser divulgada a regulamentação para que os bancos possam oferecer serviços de transação financeira de baixo valor pelo celular. A informação é de Claudio Almeida Prado, do comitê de trabalho de pagamentos móveis da Febraban, que participou de painel sobre o assunto no último dia do Ciab 2011. Segundo ele, os detalhes técnicos já obtiveram consenso e, agora, a última etapa será de acertos com as operadoras de telefonia móvel.
Do ponto de vista técnico, definiu-se que o número de celular do cliente será a chave do processo de transferência. Dessa forma, ele poderá enviar um SMS sem qualquer custo. A despesa será assumida pelos bancos e operadoras que aderirem ao serviço. Os acordos vão acontecer de forma bilateral e as conversações estão em andamento.
Apesar de o valor máximo para a transação não ter sido ainda definido pelo Banco Central, Prado acredita que não deverá ultrapassar R$ 500 (sem que haja um valor mínimo), mas cada banco poderá ter sua política própria para viabilizar o micropagamento e a bancarização das classes de menor renda. Outra exigência é da usabilidade para que operação não seja complexa e aconteça de forma instantânea.
Segundo Prado, os bancos ainda não definiram se terão uma câmara de compensação própria para esse sistema ou se irão usar um apêndice do atual Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Ele diz que a proposta é substituir a transação em dinheiro, o cash out, que hoje representa mais de 70% das transações em termos de quantidade. "Mais de 50% das pessoas ainda recebem salário em dinheiro no Brasil", enfatiza.
Do ponto de vista técnico, definiu-se que o número de celular do cliente será a chave do processo de transferência. Dessa forma, ele poderá enviar um SMS sem qualquer custo. A despesa será assumida pelos bancos e operadoras que aderirem ao serviço. Os acordos vão acontecer de forma bilateral e as conversações estão em andamento.
Apesar de o valor máximo para a transação não ter sido ainda definido pelo Banco Central, Prado acredita que não deverá ultrapassar R$ 500 (sem que haja um valor mínimo), mas cada banco poderá ter sua política própria para viabilizar o micropagamento e a bancarização das classes de menor renda. Outra exigência é da usabilidade para que operação não seja complexa e aconteça de forma instantânea.
Segundo Prado, os bancos ainda não definiram se terão uma câmara de compensação própria para esse sistema ou se irão usar um apêndice do atual Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Ele diz que a proposta é substituir a transação em dinheiro, o cash out, que hoje representa mais de 70% das transações em termos de quantidade. "Mais de 50% das pessoas ainda recebem salário em dinheiro no Brasil", enfatiza.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
E-commerce fatura R$ 680 milhões no Dia dos Namorados
O Dia dos Namorados rendeu números favoráveis ao e-commerce em 2011. De acordo com a e-bit, empresa especializada em informações do setor, somente no período de 29 de maio a 12 de junho foram faturados R$ 680 milhões no varejo online. Esse valor representou um acréscimo de 15% no ano se comparado com o mesmo período de 2010, com mais de 2 milhões de pedidos realizados.
“Mesmo com a desaceleração da economia nos últimos meses, o Dia dos Namorados contribuiu com números importantes para o e-commerce. Enfrentamos um período de desconfiança econômica e, mesmo assim, as vendas cresceram 15%, valor que entendemos como um alto índice. Vale lembrar que, no ano passado, a Copa do Mundo inflacionou as vendas na data, já que estávamos na iminência da competição”, esclarece Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da e-bit.
Um fator importante a ser ressaltado para esse Dia dos Namorados foi a presença inédita da categoria Moda e Acessórios no “Top 5” no ranking das categorias mais vendidas entre os apaixonados, com 8% do volume total de pedidos, ocupando a 5ª colocação. Ainda figuraram no ranking “Saúde, Beleza e Medicamentos”, “Informática”, “Eletrodomésticos”, “Telefonia/Celulares”, respectivamente.
Segundo Umberti, a evolução dessa categoria dentro do e-commerce só tende a crescer. “O comércio eletrônico está aprendendo a vender roupas para seus consumidores que, além de terem acesso a opinião de outros consumidores através das redes sociais, estão cada vez mais seguros com o setor. Com os eventos esportivos da década sediados no Brasil, esse segmento deve ganhar ainda mais força com as vendas de artigos do gênero, como camisetas de times e acessórios”, afirma o executivo.
“Mesmo com a desaceleração da economia nos últimos meses, o Dia dos Namorados contribuiu com números importantes para o e-commerce. Enfrentamos um período de desconfiança econômica e, mesmo assim, as vendas cresceram 15%, valor que entendemos como um alto índice. Vale lembrar que, no ano passado, a Copa do Mundo inflacionou as vendas na data, já que estávamos na iminência da competição”, esclarece Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da e-bit.
Um fator importante a ser ressaltado para esse Dia dos Namorados foi a presença inédita da categoria Moda e Acessórios no “Top 5” no ranking das categorias mais vendidas entre os apaixonados, com 8% do volume total de pedidos, ocupando a 5ª colocação. Ainda figuraram no ranking “Saúde, Beleza e Medicamentos”, “Informática”, “Eletrodomésticos”, “Telefonia/Celulares”, respectivamente.
Segundo Umberti, a evolução dessa categoria dentro do e-commerce só tende a crescer. “O comércio eletrônico está aprendendo a vender roupas para seus consumidores que, além de terem acesso a opinião de outros consumidores através das redes sociais, estão cada vez mais seguros com o setor. Com os eventos esportivos da década sediados no Brasil, esse segmento deve ganhar ainda mais força com as vendas de artigos do gênero, como camisetas de times e acessórios”, afirma o executivo.
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Grupo francês Casino aumenta participação no Pão de Açúcar
O grupo francês Casino anunciou nesta quinta-feira (16) que aumentou sua participação em ações preferenciais no Grupo Pão de Açúcar, de 3,3% para 37%, investindo US$ 363 milhões. “Esta operação mostra o compromisso contínuo do grupo com o Pão de Açúcar, assim como a posição do grupo em mercados de rápido crescimento”, informa o comunicado assinado pelo Casino, Guichard-Perrachon.
O aporte de investimento ocorre algumas semanas após o Casino entrar com pedido de arbitragem perante a Câmara de Comércio Internacional (ICC), em Paris, contra a família Diniz. A alegação era de que o Pão de Açúcar estaria negociando uma possível associação com o também francês Carrefour sem o aval do Casino. Na época, Abilio Diniz emitiu nota informando que não havia descumprido qualquer disposição dos acordos de acionistas da GPA, nem dos demais contratos celebrados entre os acionistas controladores, como o Casino.
A saia-justa entre o sócio francês e o grupo brasileiro aconteceu depois que a imprensa francesa divulgou que o Carrefour havia contratado um banco de investimentos para a possível negociação com o Grupo Pão de Açúcar. Em 2010, o Carrefour Brasil registrou uma fraude contábil estimada em 550 milhões de euros, originada por resultados inflados.
O aporte de investimento ocorre algumas semanas após o Casino entrar com pedido de arbitragem perante a Câmara de Comércio Internacional (ICC), em Paris, contra a família Diniz. A alegação era de que o Pão de Açúcar estaria negociando uma possível associação com o também francês Carrefour sem o aval do Casino. Na época, Abilio Diniz emitiu nota informando que não havia descumprido qualquer disposição dos acordos de acionistas da GPA, nem dos demais contratos celebrados entre os acionistas controladores, como o Casino.
A saia-justa entre o sócio francês e o grupo brasileiro aconteceu depois que a imprensa francesa divulgou que o Carrefour havia contratado um banco de investimentos para a possível negociação com o Grupo Pão de Açúcar. Em 2010, o Carrefour Brasil registrou uma fraude contábil estimada em 550 milhões de euros, originada por resultados inflados.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Segredos de sucesso da Apple Store
Vídeo do Wall Street Journal aponta algumas estratégias de sucesso das lojas da Apple. Atendidmento dedicado, funcionários bem treinados e gentis (sem uma postura arrogante ou negativa), solução rápida de problemas e várias amenidades tornam mais interessante a compra na Apple Store.
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QR Code é nova arma do varejo
Misteriosos quadrados com desenhos e símbolos estão aparecendo em todos os lugares. Os quadrinhos com padrões em preto e branco podem ser vistos nos cantos de anúncios de jornais e revistas, em páginas da web e em corredores e gôndolas de supermercados. Chamados de "quick response codes" ("códigos de resposta rápida", ou QR Code), essa nova forma de interatividade tem grande potencial para o varejo.
Os códigos QR já são considerados como o código de barras da era digital -- só que podem conter muito mais informações, que podem ser acessadas pelos consumidores com smartphones e tablets. O QR pode abrir uma página na web, uma imagem ou vídeo, e até completar uma ligação telefônica com a marca ou loja.
A tecnologia não é exatamente nova, existe há vários anos. Mas apenas recentemente começou a ser adotada por varejistas nos EUA e Europa, na busca de novos meios de conexão com o consumidor. A indústria registra um crescimento muito acentuado: a maior empresa de códigos QR diz que o número de quadrinhos usados pelo varejo saltou de 80.000 por mês em 2009, para mais de 2 milhões de códigos mensais este ano.
Segundo Colin Gibbs, analista da firma GigaOm Pro, os anunciantes e agências consideram o QR como a ferramenta mais quente e promissora no marketing para aparelhos móveis. Gibbs destaca que os códigos QR são baratos e fáceis de usar nos pontos de venda, e permitem grande versatilidade em campanhas (os quadrinhos QR podem ser pequenos como um anúncio de jornal ou grandes o bastante para serem aplicados em assentos de estádios, ou até cobrir a fachada toda de um prédio)
A famosa loja Macy's de Nova York está usando códigos QR em todos os seus departamentos. Os compradores que apontam a câmera de seus smartphones para os códigos podem acessar vídeos diretamente na tela do celular, com dicas de uso dos produtos.
Os clientes da rede Home Depot podem usar os códigos QR para ver guias passo a passo de como usar os materiais comprados na loja.
A cervejaria Miller Beer estampou QRs nas latas da Lite Beer para uma grande promoção neste verão nos EUA.
Grandes marcas como Gap, Target, Starbucks e Ford estão usando QRs em suas atuais campanhas de marketing.
Os códigos QR foram inventados em meados dos anos 90 no Japão, o país que foi pioneiro no uso de smartphones. Há mais de uma década, as lojas japonesas do McDonald's usam QRs nas embalagens de seus hambúrgueres.
A explosão do uso dos QRs nos EUA e Europa se deve ao surgimento de novos celulares e tablets, com câmeras de alta qualidade e aplicativos atraentes e bem desenvolvidos. Segundo previsão da Nielsen, metade dos usuários americanos terão um smartphone até o final de 2011.
A penetração entre os consumidores ainda é relativamente baixa. Segundo avaliação da Forrester Research, apenas 5% dos usuários de smartphones nos EUA já escanearam um código QR no varejo. Mas o número está crescendo rapidamente. Cerca de 25% dos usuários de celulares do sistema Android e 7% dos usuários de iPhones testaram um QR no segundo trimestre de 2010, e esse número deve crescer significativamente este ano.
Os códigos QR já são considerados como o código de barras da era digital -- só que podem conter muito mais informações, que podem ser acessadas pelos consumidores com smartphones e tablets. O QR pode abrir uma página na web, uma imagem ou vídeo, e até completar uma ligação telefônica com a marca ou loja.
A tecnologia não é exatamente nova, existe há vários anos. Mas apenas recentemente começou a ser adotada por varejistas nos EUA e Europa, na busca de novos meios de conexão com o consumidor. A indústria registra um crescimento muito acentuado: a maior empresa de códigos QR diz que o número de quadrinhos usados pelo varejo saltou de 80.000 por mês em 2009, para mais de 2 milhões de códigos mensais este ano.
Segundo Colin Gibbs, analista da firma GigaOm Pro, os anunciantes e agências consideram o QR como a ferramenta mais quente e promissora no marketing para aparelhos móveis. Gibbs destaca que os códigos QR são baratos e fáceis de usar nos pontos de venda, e permitem grande versatilidade em campanhas (os quadrinhos QR podem ser pequenos como um anúncio de jornal ou grandes o bastante para serem aplicados em assentos de estádios, ou até cobrir a fachada toda de um prédio)
A famosa loja Macy's de Nova York está usando códigos QR em todos os seus departamentos. Os compradores que apontam a câmera de seus smartphones para os códigos podem acessar vídeos diretamente na tela do celular, com dicas de uso dos produtos.
Os clientes da rede Home Depot podem usar os códigos QR para ver guias passo a passo de como usar os materiais comprados na loja.
A cervejaria Miller Beer estampou QRs nas latas da Lite Beer para uma grande promoção neste verão nos EUA.
Grandes marcas como Gap, Target, Starbucks e Ford estão usando QRs em suas atuais campanhas de marketing.
Os códigos QR foram inventados em meados dos anos 90 no Japão, o país que foi pioneiro no uso de smartphones. Há mais de uma década, as lojas japonesas do McDonald's usam QRs nas embalagens de seus hambúrgueres.
A explosão do uso dos QRs nos EUA e Europa se deve ao surgimento de novos celulares e tablets, com câmeras de alta qualidade e aplicativos atraentes e bem desenvolvidos. Segundo previsão da Nielsen, metade dos usuários americanos terão um smartphone até o final de 2011.
A penetração entre os consumidores ainda é relativamente baixa. Segundo avaliação da Forrester Research, apenas 5% dos usuários de smartphones nos EUA já escanearam um código QR no varejo. Mas o número está crescendo rapidamente. Cerca de 25% dos usuários de celulares do sistema Android e 7% dos usuários de iPhones testaram um QR no segundo trimestre de 2010, e esse número deve crescer significativamente este ano.
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segunda-feira, 13 de junho de 2011
Magazine Luiza consolida vice-liderança no varejo com compra do Baú
De acordo com nota da Folha Online, o Magazine Luiza consolida a posição de segundo maior grupo varejista de eletrônicos e eletrodomésticos do país com a compra das lojas do Baú da Felicidade, do Grupo Silvio Santos.
O movimento de consolidação entre redes varejistas no Brasil ganhou força após o Grupo Pão de Açúcar alcançar a liderança absoluta do setor com as compras do Ponto Frio e Casas Bahia, anunciadas em 2009.
Depois de perder a disputa de Ponto Frio e Insinuante para Pão de Açúcar e Ricardo Eletro, respectivamente, o Magazine Luiza desembarcou no Nordeste, onde ainda não tinha operações, ao adquirir a Lojas Maia em julho do ano passado.
Com a compra --por R$ 83 milhões--, a rede comandada por Luiza Helena Trajano passará a ter mais 121 lojas, passando à marca de 732 estabelecimentos, com base em números de 2010.
A Máquina de Vendas, resultante da união de Ricardo Eletro e Insinuante -- e que incorporou a City Lar em junho de 2010-- tem mais lojas que o Magazine Luiza, com 750 unidades. Porém, somando as vendas do Baú de R$ 415 milhões, o Magazine Luiza teria faturamento bruto de R$ 6,1 bilhões de reais no último ano, contra 5,7 R$ bilhões da Máquina de Vendas.
O movimento de consolidação entre redes varejistas no Brasil ganhou força após o Grupo Pão de Açúcar alcançar a liderança absoluta do setor com as compras do Ponto Frio e Casas Bahia, anunciadas em 2009.
Depois de perder a disputa de Ponto Frio e Insinuante para Pão de Açúcar e Ricardo Eletro, respectivamente, o Magazine Luiza desembarcou no Nordeste, onde ainda não tinha operações, ao adquirir a Lojas Maia em julho do ano passado.
Com a compra --por R$ 83 milhões--, a rede comandada por Luiza Helena Trajano passará a ter mais 121 lojas, passando à marca de 732 estabelecimentos, com base em números de 2010.
A Máquina de Vendas, resultante da união de Ricardo Eletro e Insinuante -- e que incorporou a City Lar em junho de 2010-- tem mais lojas que o Magazine Luiza, com 750 unidades. Porém, somando as vendas do Baú de R$ 415 milhões, o Magazine Luiza teria faturamento bruto de R$ 6,1 bilhões de reais no último ano, contra 5,7 R$ bilhões da Máquina de Vendas.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
“Espelho Mágico” – Provador virtual inteligente da Intel
A Intel demonstrou durante o o Research@Intel Day 2011, que acontece esta semana em Mountain View, California, uma tecnologia que vai mudar a maneira como as pessoas compram roupas e se relacionam com a moda. Denominada “Magic Mirror” (Espelho Mágico), uma nova solução de “provador virtual” permite que os usuários experimentem versões virtuais de roupas em um avatar que simula as formas e os parâmetros exatos da pessoa que está a frente. Com o “Espelho Mágico”, é possível experimentar diferentes roupas em um avatar 3D antes de se encaminhar para um provador real.
O protótipo do “Espelho Mágico” apresentado é uma tela que funciona exatamente como um espelho de loja – exceto que, ao invés de uma superfície reflexiva, existe uma tela de alta resolução capaz de identificar tamanho e medidas de quem está na frente e criar um avatar 3D que responde em tempo real aos movimentos da pessoa.
O protótipo do “Espelho Mágico” apresentado é uma tela que funciona exatamente como um espelho de loja – exceto que, ao invés de uma superfície reflexiva, existe uma tela de alta resolução capaz de identificar tamanho e medidas de quem está na frente e criar um avatar 3D que responde em tempo real aos movimentos da pessoa.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Cliente do Grupo Pão de Açúcar consulta a qualidade dos produtos pelo celular
O Grupo Pão de Açúcar expandiu seu programa de Qualidade Desde a Origem, desenvolvido para oferecer um alto padrão de qualidade das frutas, legumes e verduras nas lojas Extra, Pão de Açúcar, CompreBem e Sendas. Agora, pelo celular, o cliente pode consultar toda a cadeia de produção e distribuição dos itens que chegam às lojas.
Reconhecido pela ANVISA como o programa de rastreabilidade e controle de agrotóxico exemplo no varejo brasileiro, o Qualidade Desde a Origem, criado em 2008, evolui para a plataforma móvel, tornando-se mais acessível, principalmente na hora da compra, quando você está em movimento e com o celular no bolso. O mobile site tem como principal função apresentar o produto e sua origem na tela adaptada ao celular. Você pode realizar buscas através do código do produto (ou scannear o QR-Code da embalagem), e acessar pelo celular a página do alimento, com informações e foto do produto, detalhes e localização do fornecedor; além de utilizar o localizador de lojas.
Mensalmente, o Grupo Pão de Açúcar movimenta cerca de 28 milhões de quilos de frutas, legumes e verduras nos 6 Centros de Distribuição. Desses, 80% já está rastreado no primeiro ano de Qualidade desde a Origem. A meta é estar 100% rastreado até segundo semestre de 2011.
O site www.qualidadedesdeaorigem.com.br oferece ao consumidor a oportunidade de conhecer melhor o programa “Qualidade desde a Origem”, com todos os passos de sua implantação. Basta clicar no link “Programa”. Para ter acesso ao código de todos os produtos comercializados nas lojas do grupo, embalados ou a granel, é só clicar no link “Origem”. Lá, o consumidor seleciona estado, categoria, produto e tipo de produto (Exemplo: SP, Frutas, Pêra e Pêra Williams). O site está hospedado no portal da empresa, www.grupopaodeacucar.com.br, e pode ser acessado por meio dos links disponibilizados nos demais endereços da companhia (www.paodeacucar.com.br www.extra.com.br www.comprebem.com.br e www.sendas.com.br).
Reconhecido pela ANVISA como o programa de rastreabilidade e controle de agrotóxico exemplo no varejo brasileiro, o Qualidade Desde a Origem, criado em 2008, evolui para a plataforma móvel, tornando-se mais acessível, principalmente na hora da compra, quando você está em movimento e com o celular no bolso. O mobile site tem como principal função apresentar o produto e sua origem na tela adaptada ao celular. Você pode realizar buscas através do código do produto (ou scannear o QR-Code da embalagem), e acessar pelo celular a página do alimento, com informações e foto do produto, detalhes e localização do fornecedor; além de utilizar o localizador de lojas.
Mensalmente, o Grupo Pão de Açúcar movimenta cerca de 28 milhões de quilos de frutas, legumes e verduras nos 6 Centros de Distribuição. Desses, 80% já está rastreado no primeiro ano de Qualidade desde a Origem. A meta é estar 100% rastreado até segundo semestre de 2011.
O site www.qualidadedesdeaorigem.com.br oferece ao consumidor a oportunidade de conhecer melhor o programa “Qualidade desde a Origem”, com todos os passos de sua implantação. Basta clicar no link “Programa”. Para ter acesso ao código de todos os produtos comercializados nas lojas do grupo, embalados ou a granel, é só clicar no link “Origem”. Lá, o consumidor seleciona estado, categoria, produto e tipo de produto (Exemplo: SP, Frutas, Pêra e Pêra Williams). O site está hospedado no portal da empresa, www.grupopaodeacucar.com.br, e pode ser acessado por meio dos links disponibilizados nos demais endereços da companhia (www.paodeacucar.com.br www.extra.com.br www.comprebem.com.br e www.sendas.com.br).
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Gigante japonesa de e-commerce compra a brasileira Ikeda
Reporta Erivelto Tadeu, no TI Inside, que a gigante varejista on-line japonesa Rakuten anunciou nesta terça-feira, 7, a compra do controle da empresa brasileira de comércio eletrônico Ikeda. O valor da transação não foi revelado e foi feita por meio da aquisição de 75% do capital da empresa e da manutenção de um percentual de participação na nova companhia dos quatro sócios remanescentes, que permanecem na operação. O negócio marca a primeira investida da companhia japonesa no mercado latino-americano, em mais uma etapa de sua expansão para mercados externos em busca de crescimento.
Avaliada na Bolsa de Valores de Tóquio em US$ 12,7 bilhões, a Rakuten opera como um e-marketplace, site para comércio eletrônico que funciona como intermediário entre varejistas e consumidores (B2C). No ano passado, a empresa comprou a norte-americana Buy.com por US$ 250 milhões e a francesa PriceMinister por 200 milhões de euros (US$ 263,3 milhões). Em outubro, a Rakuten lançou um serviço de vendas online na China, por meio de uma joint venture com a chinesa Baidu.
A meta da empresa no primeiro ano de operação no Brasil é crescer ao menos 40%, ou seja, a mesma taxa de expansão prevista para o setor neste ano, segundo Alessandro Gil, um dos sócios da Ikeda e que assumiu a diretoria de marketing de novos negócios da nova companhia. De acordo com ele, a Ikeda continuará como uma operação independente até que todo o processo de integração seja finalizado. Com uma carteira de 115 clientes atualmente, em que figuram nomes como WorldTennis, Cobasi, Etna e Le Postiche, entre outros, Gil diz que já está em conversações para que essas empresas mantenham a parceria com a Rakuten.
Avaliada na Bolsa de Valores de Tóquio em US$ 12,7 bilhões, a Rakuten opera como um e-marketplace, site para comércio eletrônico que funciona como intermediário entre varejistas e consumidores (B2C). No ano passado, a empresa comprou a norte-americana Buy.com por US$ 250 milhões e a francesa PriceMinister por 200 milhões de euros (US$ 263,3 milhões). Em outubro, a Rakuten lançou um serviço de vendas online na China, por meio de uma joint venture com a chinesa Baidu.
A meta da empresa no primeiro ano de operação no Brasil é crescer ao menos 40%, ou seja, a mesma taxa de expansão prevista para o setor neste ano, segundo Alessandro Gil, um dos sócios da Ikeda e que assumiu a diretoria de marketing de novos negócios da nova companhia. De acordo com ele, a Ikeda continuará como uma operação independente até que todo o processo de integração seja finalizado. Com uma carteira de 115 clientes atualmente, em que figuram nomes como WorldTennis, Cobasi, Etna e Le Postiche, entre outros, Gil diz que já está em conversações para que essas empresas mantenham a parceria com a Rakuten.
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Varejo do Brasil é o mais atrativo entre 30 países
Segundo nota do Propmark, o Brasil saltou, este ano, para a primeira posição do ranking da consultoria norte-americana A.T. Kearney entre os países e mercados emergentes mais atrativos em expansão de varejo. Em 2010, o Brasil ocupava a 5ª posição entre 30 pesquisados no 10º índice anual Global Retail Development Index (GRDI).
O ranking é constituído a partir de 25 variáveis, incluindo risco econômico e político, atrativos de mercado varejista, saturação e capacidade de crescimento do varejo local. Em 2011, a América Latina ainda tem, entre seus representantes, o Uruguai, na 2ª posição; o Chile (3º) e o Peru (8º).
Quanto à saturação, é o varejo de alimentos o segmento que mais sofre no País, dada a grande quantidade de empresas competidoras. Já em atratividade, o Brasil figura com 100 pontos, a máxima da métrica de avaliação, alcançada, de acordo com os consultores da A.T. Kearney devido a capacidade do varejo e da economia no País em superar crises incentivando o consumo.
O ranking é constituído a partir de 25 variáveis, incluindo risco econômico e político, atrativos de mercado varejista, saturação e capacidade de crescimento do varejo local. Em 2011, a América Latina ainda tem, entre seus representantes, o Uruguai, na 2ª posição; o Chile (3º) e o Peru (8º).
Quanto à saturação, é o varejo de alimentos o segmento que mais sofre no País, dada a grande quantidade de empresas competidoras. Já em atratividade, o Brasil figura com 100 pontos, a máxima da métrica de avaliação, alcançada, de acordo com os consultores da A.T. Kearney devido a capacidade do varejo e da economia no País em superar crises incentivando o consumo.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Brasil atrai varejistas internacionais
Reporta Janaina Langsdorff, no Meio & Mensagem, que as pesquisas despejam no mercado um número cada vez maior de dados capazes de sustentar as bases para um plano de investimento no Brasil. Os grupos varejistas, por exemplo, acabam de ganhar mais um parâmetro, divulgado pela consultoria ATKearney, e publicado na edição dessa segunda-feira pelo jornal Folha de S. Paulo, que posiciona o Brasil como o País mais promissor para gerar novos negócios nos países emergentes.
O levantamento foi feito com base nos riscos econômicos e políticos do País, a capacidade de atração e saturação do mercado e a diferença entre o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e o do varejo. De acordo com a pesquisa, as melhores oportunidades estão ligadas aos segmentos de vestuário, alimentos e eletroeletrônicos, cujo impulso deve acompanhar o ritmo de crescimento da renda do consumidor.
Somente o varejo têxtil nacional, por exemplo movimenta hoje cerca de R$ 130 bilhões ao ano, cifra que coloca o País na lista dos três maiores mercados do mundo, ao lado da China, Índia e Rússia. Os dados da indústria também comprovam o poder de atração do setor. De acordo com a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções), o segmento faturou US$ 52 bilhões em 2010, o que corresponde a uma média de 9,8 bilhões de peças confeccionadas ao ano. São mais de 30 mil indústrias divididas entre cerca de 40 pólos de confecção espalhados por todo o País. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram 53% da produção. Paraná e Santa Catarina respondem por 25% do volume e o restante fica distribuído entre as demais regiões.
O levantamento foi feito com base nos riscos econômicos e políticos do País, a capacidade de atração e saturação do mercado e a diferença entre o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e o do varejo. De acordo com a pesquisa, as melhores oportunidades estão ligadas aos segmentos de vestuário, alimentos e eletroeletrônicos, cujo impulso deve acompanhar o ritmo de crescimento da renda do consumidor.
Somente o varejo têxtil nacional, por exemplo movimenta hoje cerca de R$ 130 bilhões ao ano, cifra que coloca o País na lista dos três maiores mercados do mundo, ao lado da China, Índia e Rússia. Os dados da indústria também comprovam o poder de atração do setor. De acordo com a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções), o segmento faturou US$ 52 bilhões em 2010, o que corresponde a uma média de 9,8 bilhões de peças confeccionadas ao ano. São mais de 30 mil indústrias divididas entre cerca de 40 pólos de confecção espalhados por todo o País. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram 53% da produção. Paraná e Santa Catarina respondem por 25% do volume e o restante fica distribuído entre as demais regiões.
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sexta-feira, 3 de junho de 2011
Submarino lança o portal Radar
Reporta Bárbara Sacchitiello, no Meio & Mensagem, que o Submarino, portal de vendas de produtos e viagens pela internet -pertencente ao mesmo grupo da Americanas.com – decidiu investir na área de conteúdo e lança, na próxima semana, o portal Radar.
Voltado para a cobertura de assuntos e temas relacionados à arte, entretenimento e tecnologia, o site será atualizado constantemente por uma equipe formada por jornalistas, publicitários e blogueiros. Além de notícias, espaços para opinião, análises e discussão de temas cotidianos também devem figurar na página.
O novo site entra no ar na próxima segunda-feira, 6 de junho, e terá como primeiro convidadoo humorista e apresentador do programa CQC, Rafinha Bastos, que participará de um chat com os internautas. Para promover o portal, o Submarino fará uma grande campanha de divulgação em jornais, e-mail marketing para os usuários, banners no portal UOL e ações nas redes sociais como Twitter e Facebook.
Voltado para a cobertura de assuntos e temas relacionados à arte, entretenimento e tecnologia, o site será atualizado constantemente por uma equipe formada por jornalistas, publicitários e blogueiros. Além de notícias, espaços para opinião, análises e discussão de temas cotidianos também devem figurar na página.
O novo site entra no ar na próxima segunda-feira, 6 de junho, e terá como primeiro convidadoo humorista e apresentador do programa CQC, Rafinha Bastos, que participará de um chat com os internautas. Para promover o portal, o Submarino fará uma grande campanha de divulgação em jornais, e-mail marketing para os usuários, banners no portal UOL e ações nas redes sociais como Twitter e Facebook.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Consumidor de 35 a 44 anos lidera compras pela internet no Brasil
Segundo a Folha de S. Paulo, os consumidores que têm entre 35 a 44 anos lideram as compras feitas pela internet, informa pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgada nesta quinta-feira.
Eles representam 29% dos consumidores que fazem esse tipo de compra, seguidos por quem tem entre 45 e 59 anos (26%) e entre 25 e 34 anos (26%). Depois vêm os consumidores com mais de 60 anos (22%), de 16 a 24 anos (18%) e de 10 a 15 anos (4%).
A pesquisa "Vendas on-line no Brasil: uma análise do perfil dos usuários e da oferta pelo setor de comércio" aponta que, dos 73 milhões de internautas que havia em 2009, 19% deles (14,1 milhões) fizeram compras on-line.
Segundo o Ipea, quanto maior a escolaridade e a classe econômica, maior a proporção de usuários de comércio eletrônico. A classe A concentra 59% desses consumidores, seguida pelas classes B (33%), C (13%) e D/E (5%).
Eles representam 29% dos consumidores que fazem esse tipo de compra, seguidos por quem tem entre 45 e 59 anos (26%) e entre 25 e 34 anos (26%). Depois vêm os consumidores com mais de 60 anos (22%), de 16 a 24 anos (18%) e de 10 a 15 anos (4%).
A pesquisa "Vendas on-line no Brasil: uma análise do perfil dos usuários e da oferta pelo setor de comércio" aponta que, dos 73 milhões de internautas que havia em 2009, 19% deles (14,1 milhões) fizeram compras on-line.
Segundo o Ipea, quanto maior a escolaridade e a classe econômica, maior a proporção de usuários de comércio eletrônico. A classe A concentra 59% desses consumidores, seguida pelas classes B (33%), C (13%) e D/E (5%).
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Groupon quer captar US$ 750 milhões com oferta de ações
Segundo nota do Wall Street Journal, o site de de compras coletivas na internet Groupon fez um pedido de oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) nesta quinta-feira.
A empresa é a última de uma série de companhias do setor de redes sociais a buscar espaço no mercado acionário norte-americano.
O Groupon pretende levantar US$ 750 milhões em seu IPO. No entanto, esse número é preliminar e pode mudar.
O documento não especifica o número de ações a serem ofertadas no IPO, a faixa de preço e o cronograma da operação.
A oferta será coordenada pelo Morgan Stanley e pelo Goldman Sachs.
A empresa é a última de uma série de companhias do setor de redes sociais a buscar espaço no mercado acionário norte-americano.
O Groupon pretende levantar US$ 750 milhões em seu IPO. No entanto, esse número é preliminar e pode mudar.
O documento não especifica o número de ações a serem ofertadas no IPO, a faixa de preço e o cronograma da operação.
A oferta será coordenada pelo Morgan Stanley e pelo Goldman Sachs.
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Grupo Casino se irrita com interesse do Pão de Açúcar pelo Carrefour
Reporta Eliane Sobral, na IstoÉ Dinheiro, que o mercado foi abalado pela notícia de que o Carrefour e o empresário Abilio Diniz teriam iniciado uma aproximação que poderia resultar na venda da operação brasileira da rede de supermercados francesa para o grupo Pão de Açúcar. Entre os pegos de surpresa pela informação estava Jean-Charles Naouri, CEO e principal acionista do varejista Casino, a segunda maior rede de super e hipermercados da França e concorrente ferrenho do Carrefour, líder europeu do setor.
A surpresa de Naouri se justifica. Desde 2005, sua empresa é sócia de Diniz no Pão de Açúcar. Seria de bom tom – ou pelo menos era de se esperar – que o parceiro brasileiro o informasse da aproximação. Naouri, no entanto, soube das conversas entre ambos pelos jornais. E não gostou nem um pouco do que leu. Na segunda-feira 23, despachou uma carta endereçada ao executivo Lars Olofsson, CEO do Carrefour, e outra para o sócio brasileiro. Elegante no tom e duro no conteúdo, Naouri lembrou aos dois destinatários que nada se vende e nada se compra no Brasil sem que ele dê a última palavra.
O que se seguiu ao episódio foi uma sucessão de informações desencontradas. O “Le Figaro”, diário de maior circulação na França, reproduziu a informação do “Journal du Dimanche”, acrescentando que Diniz e Olofsson haviam conversado. Na terça-feira 24, Olofsson não confirmou, mas também não negou a informação. Apenas mandou a diretora de comunicação do Carrefour Group, Florence Baranes Cohen, dizer à DINHEIRO que não faria qualquer comentário sobre o tema.
Leia o restante da reportagem aqui.
A surpresa de Naouri se justifica. Desde 2005, sua empresa é sócia de Diniz no Pão de Açúcar. Seria de bom tom – ou pelo menos era de se esperar – que o parceiro brasileiro o informasse da aproximação. Naouri, no entanto, soube das conversas entre ambos pelos jornais. E não gostou nem um pouco do que leu. Na segunda-feira 23, despachou uma carta endereçada ao executivo Lars Olofsson, CEO do Carrefour, e outra para o sócio brasileiro. Elegante no tom e duro no conteúdo, Naouri lembrou aos dois destinatários que nada se vende e nada se compra no Brasil sem que ele dê a última palavra.
O que se seguiu ao episódio foi uma sucessão de informações desencontradas. O “Le Figaro”, diário de maior circulação na França, reproduziu a informação do “Journal du Dimanche”, acrescentando que Diniz e Olofsson haviam conversado. Na terça-feira 24, Olofsson não confirmou, mas também não negou a informação. Apenas mandou a diretora de comunicação do Carrefour Group, Florence Baranes Cohen, dizer à DINHEIRO que não faria qualquer comentário sobre o tema.
Leia o restante da reportagem aqui.
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terça-feira, 31 de maio de 2011
Web está "matando" as compras de impulso
Reporta Les Luchter, no Online Media Daily, que as compras por impulso estão diminuindo graças ao surgimento de ferramentas como a redes sociais, a conexão móvel e cupons digitais. A conclusão é de uma pesquisa feita pelo Yahoo e a UM, agência de mídia do grupo Interpublic. Em vez das compras por impulso, os consumidores agora fazem uma espécie de "jogo" com as compras.
O estudo é chamado "The Long and Winding Road: Gamesmanship of Shopping," e indica que o consumidor está agora envolvido em um complexo processo de descoberta, avaliação e socialização -- elementos de uma caça pela melhor oferta disponível.
66% dos 2.485 consumidores entrevistados fazem uso de sites de busca, portais de consumo, artigos e resenhas online, sites das marcas e sites de varejistas. E isso transforma as compras em um processo colaborativo, envolvendo outros "jogadores".
Outros dados interessantes do estudo:
• 55% dos compradores se dizem menos impulsivos graças à Internet, enquanto 17% se dizem mais impulsivos;
• 69% pesquisam em busca de ofertas e cupons online;
• 61% usam as ferramentas de avaliação online no processo de compra. E 49% usam ferramentas sociais, como conversas com amigos e familiares e grupos de interesse;
• 68% se informam mais sobre as marcas antes de comprar qualquer coisa, e 72% dizem que a internet facilita a seleção das melhores marcas;
• 59% acreditam que têm uma vantagem sobre anunciantes e varejistas, porque a internet permite a consulta de várias opiniões.
O estudo é chamado "The Long and Winding Road: Gamesmanship of Shopping," e indica que o consumidor está agora envolvido em um complexo processo de descoberta, avaliação e socialização -- elementos de uma caça pela melhor oferta disponível.
66% dos 2.485 consumidores entrevistados fazem uso de sites de busca, portais de consumo, artigos e resenhas online, sites das marcas e sites de varejistas. E isso transforma as compras em um processo colaborativo, envolvendo outros "jogadores".
Outros dados interessantes do estudo:
• 55% dos compradores se dizem menos impulsivos graças à Internet, enquanto 17% se dizem mais impulsivos;
• 69% pesquisam em busca de ofertas e cupons online;
• 61% usam as ferramentas de avaliação online no processo de compra. E 49% usam ferramentas sociais, como conversas com amigos e familiares e grupos de interesse;
• 68% se informam mais sobre as marcas antes de comprar qualquer coisa, e 72% dizem que a internet facilita a seleção das melhores marcas;
• 59% acreditam que têm uma vantagem sobre anunciantes e varejistas, porque a internet permite a consulta de várias opiniões.
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segunda-feira, 30 de maio de 2011
57% dos varejistas espera alta nas vendas no Dia dos Namorados
Segundo nota da Folha de S. Paulo, a maioria (57%) dos principais executivos do varejo nacional esperam aumentar o faturamento no Dia dos Namorados na comparação com 2010, quando 54% tinham a mesma percepção, segundo a pesquisa da Serasa Experian divulgada nesta segunda-feira.
Essa é a maior parcela de otimistas para a data comemorativa desde 2006, quando teve início o levantamento. Em 2011, 30% esperam manter o faturamento verificado no ano passado e 13% aguardam queda.
Essa é a maior parcela de otimistas para a data comemorativa desde 2006, quando teve início o levantamento. Em 2011, 30% esperam manter o faturamento verificado no ano passado e 13% aguardam queda.
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
Imaginarium: sexy demais para shoppings
Reporta Felipe Turlão, no Meio & Mensagem, que as lojas Imaginarium colocaram em suas vitrines uma decoração para o Dia dos Namorados, mostrando uma ilustração apoiada em uma máquina giratória que exibe ora um homem romântico ora uma mulher mais, digamos, apimentada. Os dois estão abraçados e com pensamentos bem distintos em relação ao par. O backlight luminoso “Só quero com você” destaca o slogan da iniciativa.
Mas a ação parece ter sido um pouco mais “caliente” do que alguns shoppings poderiam suportar. “Alguns deles alegaram que a vitrine continha conteúdo impróprio para os padrões, ou que o centro de compras é um ambiente familiar em que não cabia uma imagem como aquela nas vitrines”, afirma Gilberto Carvalho, gerente de marketing da Imaginarium.
Mas a ação parece ter sido um pouco mais “caliente” do que alguns shoppings poderiam suportar. “Alguns deles alegaram que a vitrine continha conteúdo impróprio para os padrões, ou que o centro de compras é um ambiente familiar em que não cabia uma imagem como aquela nas vitrines”, afirma Gilberto Carvalho, gerente de marketing da Imaginarium.
Americanas.com é proibida de vender no Rio
Reporta Vinicius Aguiari, no INFO Online, que a loja online Americanas.com está proibida de fazer novas vendas no Estado do Rio de Janeiro até que regularize suas entregas atrasadas.
A ordem foi dada pela desembargadora Helda Lima Meireles, da 5ª Câmara Cível do Tribunal, que acatou pedido do Ministério Público local. A decisão passa a valer assim que a empresa for notificada. Caso não cumpra a ordem, a Americanas.com deverá pagar multa de R$ 20 mil por dia. As informações são do jornal O Globo.
A ordem foi dada pela desembargadora Helda Lima Meireles, da 5ª Câmara Cível do Tribunal, que acatou pedido do Ministério Público local. A decisão passa a valer assim que a empresa for notificada. Caso não cumpra a ordem, a Americanas.com deverá pagar multa de R$ 20 mil por dia. As informações são do jornal O Globo.
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
Apple Store completa 10 anos e revoluciona o varejo
A Apple acaba de completar dez anos do lançamento de sua primeira Apple Store, que se tornou um caso de sucesso global no varejo, a ponto de representar uma mudança de paradigma na indústria.
Os números falam por si. No último trimestre, as vendas na rede de lojas da Apple atingiram US$ 1,5 bilhão, um crescimento de 90% em comparação com o mesmo período de 2010. Além das boas vendas de computadores Mac, iPods e iPhones, a empresa lançou a segunda geração do tablet iPad, que era aguardado com ansiedade por uma imensa legião de consumidores.
A Apple vendeu quase 5 milhões de unidades do iPad no último trimestre, e a firma de análise iSuppli estima que a empresa deve vender 44 milhões de unidades até o final do ano. O anúncio do novo modelo atraiu 33% mais visitantes para as lojas da marca, em comparação com o ano anterior. Que outro varejista tem uma audiência que é capaz de passar uma madrugada em claro esperando a loja abrir?
A relação dos consumidores com a marca Apple é o destaque para o sucesso das lojas.
Segundo o analista Gene Munster, da firma Piper Jaffray, a Apple está triunfando no varejo porque virou do avesso as regras consagradas do setor. Munster observa que até pouco tempo atrás, ninguém acreditava que a Apple teria sucesso com lojas próprias -- o caminho tradicional para os fabricantes era se associar a revendedores já estabelecidos no varejo.
Ao quebrar esse padrão, a Apple reformulou toda sua estratégia de lançamentos. Ao assumir o papel tanto de fabricante como de varejista, a empresa de Steve Jobs pode avaliar suas ações de ponta a ponta, desde a prancheta de projetos até o consumidor final.
E o todo-poderoso Steve Jobs aponta a pessoa responsável por essa lucrativa mudança: Ron Johnson. Antes de entrar para a Apple em 2000, Johnson foi o executivo responsável pela bem sucedida renovação da rede Target. Seus admiradores dizem que a combinação de imaginação e simplicidade é a maior qualidade de Johnson.
O arquiteto Michael Graves, que foi colaborador de Johnson na Target, cita uma estratégia de sucesso, quando a loja criou relógios de parede, lustres e aparelhos de chá que se transformaram em uma exposição no Whitney Museum de Nova York. Graves disse que a curiosidade de Johnson e seu foco no design inovador chamavam a atenção, destoando da norma do varejo da época. Segundo Graves, Johnson estava consciente há uma década que o design seria um dos maiores motores do comércio neste século. Dito e feito.
O design é o verdadeiro divisor de águas do sucesso da Apple. Sob o comando de Johnson, a empresa abriu 323 lojas ao redor do mundo, que empregam 30.200 pessoas. A rede se apóia 16 super-lojas ("flagships") situadas em endereços exclusivos de cidades importantes, para promover e amplificar a imagem da Apple e seus lançamentos. O melhor exemplo é a imensa loja em forma de cubo de vidro em Nova York, que funciona 365 dias por ano, 24 horas por dia. Só essa loja fatura cerca de US$ 500 milhões por ano, segundo estimativas do mercado.
Não é a apenas a fachada que diferencia as lojas da Apple de seus concorrentes. O modo como os produtos são expostos, a atitude dos vendedores com os consumidores, várias amenidades exclusivas e promoções especiais transformam as compras numa loja da Apple em uma experiência de grande impacto, com grande atenção para os sentidos.
A Apple transformou o ato de comprar seus produtos em uma aventura, uma diversão, como um parque temático sensorial. E isso pode estabelecer o padrão do consumo no século XXI.
Os números falam por si. No último trimestre, as vendas na rede de lojas da Apple atingiram US$ 1,5 bilhão, um crescimento de 90% em comparação com o mesmo período de 2010. Além das boas vendas de computadores Mac, iPods e iPhones, a empresa lançou a segunda geração do tablet iPad, que era aguardado com ansiedade por uma imensa legião de consumidores.
A Apple vendeu quase 5 milhões de unidades do iPad no último trimestre, e a firma de análise iSuppli estima que a empresa deve vender 44 milhões de unidades até o final do ano. O anúncio do novo modelo atraiu 33% mais visitantes para as lojas da marca, em comparação com o ano anterior. Que outro varejista tem uma audiência que é capaz de passar uma madrugada em claro esperando a loja abrir?
A relação dos consumidores com a marca Apple é o destaque para o sucesso das lojas.
Segundo o analista Gene Munster, da firma Piper Jaffray, a Apple está triunfando no varejo porque virou do avesso as regras consagradas do setor. Munster observa que até pouco tempo atrás, ninguém acreditava que a Apple teria sucesso com lojas próprias -- o caminho tradicional para os fabricantes era se associar a revendedores já estabelecidos no varejo.
Ao quebrar esse padrão, a Apple reformulou toda sua estratégia de lançamentos. Ao assumir o papel tanto de fabricante como de varejista, a empresa de Steve Jobs pode avaliar suas ações de ponta a ponta, desde a prancheta de projetos até o consumidor final.
E o todo-poderoso Steve Jobs aponta a pessoa responsável por essa lucrativa mudança: Ron Johnson. Antes de entrar para a Apple em 2000, Johnson foi o executivo responsável pela bem sucedida renovação da rede Target. Seus admiradores dizem que a combinação de imaginação e simplicidade é a maior qualidade de Johnson.
O arquiteto Michael Graves, que foi colaborador de Johnson na Target, cita uma estratégia de sucesso, quando a loja criou relógios de parede, lustres e aparelhos de chá que se transformaram em uma exposição no Whitney Museum de Nova York. Graves disse que a curiosidade de Johnson e seu foco no design inovador chamavam a atenção, destoando da norma do varejo da época. Segundo Graves, Johnson estava consciente há uma década que o design seria um dos maiores motores do comércio neste século. Dito e feito.
O design é o verdadeiro divisor de águas do sucesso da Apple. Sob o comando de Johnson, a empresa abriu 323 lojas ao redor do mundo, que empregam 30.200 pessoas. A rede se apóia 16 super-lojas ("flagships") situadas em endereços exclusivos de cidades importantes, para promover e amplificar a imagem da Apple e seus lançamentos. O melhor exemplo é a imensa loja em forma de cubo de vidro em Nova York, que funciona 365 dias por ano, 24 horas por dia. Só essa loja fatura cerca de US$ 500 milhões por ano, segundo estimativas do mercado.
Não é a apenas a fachada que diferencia as lojas da Apple de seus concorrentes. O modo como os produtos são expostos, a atitude dos vendedores com os consumidores, várias amenidades exclusivas e promoções especiais transformam as compras numa loja da Apple em uma experiência de grande impacto, com grande atenção para os sentidos.
A Apple transformou o ato de comprar seus produtos em uma aventura, uma diversão, como um parque temático sensorial. E isso pode estabelecer o padrão do consumo no século XXI.
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terça-feira, 24 de maio de 2011
Sistema de iluminação solar com fibra óptica 2
No vídeo abaixo, mais uma interessante tecnologia que permite distribuir a luz solar em ambientes fechados, usando espelhos e fibra óptica:
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Rede Brasil une 16 supermercados para enfrentar Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart
Reporta Érica Polo, na IstoÉ Dinheiro, quem março deste ano, o paulista Antonio Monte, presidente do supermercado Coop, fundado na década de 1950 por funcionários da Rhodia em Santo André, na região do ABC, em São Paulo, deixou a gravata de lado e voou para São Luís, no Maranhão. Monte, apesar do traje informal, não estava de férias. Ele viajara até o Nordeste para se encontrar com um grupo de executivos para uma das reuniões bimestrais da Rede Brasil, associação que reúne, desde 2004, 16 pequenas e médias empresas supermercadistas de 11 Estados e do Distrito Federal (clique na imagem para ver o mapa ampliado).
Pequenas e médias é força de expressão. No grupo, há redes que faturam mais de R$ 1 bilhão, como o supermercado Condor, do Paraná. Isoladamente, no entanto, esse porte é pouco para competir com potências como o Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart, todos com receita acima de R$ 20 bilhões. Mas juntos, o cenário é diferente. O grupo, cujo faturamento deve atingir R$ 13,5 bilhões em 2011, seria, caso fosse consolidado numa única empresa, o quarto maior do setor. “Ficamos mais fortes no mercado”, afirmou Monte, que também é o atual presidente da Rede Brasil.
Com a união de suas forças, os supermercados da Rede Brasil ganham musculatura para negociar com os fornecedores – afinal, o volume da compra é maior, aumentando seu poder de barganha. “A estratégia permite que a rede ofereça melhores preços aos consumidores”, diz Maurício Morgado, professor do Centro de Excelência em Varejo, da Fundação Getulio Vargas. “Dessa forma, eles têm mais chance de competir com as líderes.” Ao mesmo tempo, os associados estão investindo no desenvolvimento de marcas exclusivas. Fornecedores como a Raiola, por exemplo, estão produzindo itens para uma linha de conservas batizada de Zuppa.
Clique aqui para ler o restante da reportagem aqui.
Pequenas e médias é força de expressão. No grupo, há redes que faturam mais de R$ 1 bilhão, como o supermercado Condor, do Paraná. Isoladamente, no entanto, esse porte é pouco para competir com potências como o Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart, todos com receita acima de R$ 20 bilhões. Mas juntos, o cenário é diferente. O grupo, cujo faturamento deve atingir R$ 13,5 bilhões em 2011, seria, caso fosse consolidado numa única empresa, o quarto maior do setor. “Ficamos mais fortes no mercado”, afirmou Monte, que também é o atual presidente da Rede Brasil.
Com a união de suas forças, os supermercados da Rede Brasil ganham musculatura para negociar com os fornecedores – afinal, o volume da compra é maior, aumentando seu poder de barganha. “A estratégia permite que a rede ofereça melhores preços aos consumidores”, diz Maurício Morgado, professor do Centro de Excelência em Varejo, da Fundação Getulio Vargas. “Dessa forma, eles têm mais chance de competir com as líderes.” Ao mesmo tempo, os associados estão investindo no desenvolvimento de marcas exclusivas. Fornecedores como a Raiola, por exemplo, estão produzindo itens para uma linha de conservas batizada de Zuppa.
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
Carrefour avalia fusão com Pão de Açúcar
Segundo nota do Meio & Mensagem, os rumores sobre uma possível fusão entre Carrefour e Grupo Pão de Açúcar voltam a circular pelo mercado. A notícia ganhou as páginas da imprensa francesa ontem, domingo, 22, com a divulgação de que o Carrefour contratou o banco de investimentos Lazard para avaliar uma possível negociação com a companhia de Abilio Diniz, de acordo com informações do "Journal du Dimanche", publicadas pelo site do "Le Figaro" e reproduzidas no Brasil pelo jornal "Valor Econômico".
A negociação seria uma tentativa de resgatar a saúde financeira do Carrefour Brasil, que no ano passado registrou uma fraude contábil estimada em € 550 milhões, originada por resultados inflados. A filial brasileira somou uma receita de R$ 29 bilhões em 2010, superando a Espanha, o que a posicionou como a segunda maior operação do grupo francês no mundo, atrás somente da França. Já o Pão de Açúcar, fechou o ano com vendas de R$ 36,1 bilhões, incluindo as operações do Ponto Frio e Casas Bahia. Estima-se que juntas, as empresas teriam cerca de 30% das vendas totais do segmento de supermercados, que acumularam R$ 201,6 bilhões em 2010.
A negociação seria uma tentativa de resgatar a saúde financeira do Carrefour Brasil, que no ano passado registrou uma fraude contábil estimada em € 550 milhões, originada por resultados inflados. A filial brasileira somou uma receita de R$ 29 bilhões em 2010, superando a Espanha, o que a posicionou como a segunda maior operação do grupo francês no mundo, atrás somente da França. Já o Pão de Açúcar, fechou o ano com vendas de R$ 36,1 bilhões, incluindo as operações do Ponto Frio e Casas Bahia. Estima-se que juntas, as empresas teriam cerca de 30% das vendas totais do segmento de supermercados, que acumularam R$ 201,6 bilhões em 2010.
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Walmart incentiva alternativas às sacolas plásticas
Diante da ampla campanha contra o uso de sacolas plásticas no varejo, a rede Walmart declarou em nota à imprensa que atuar na redução do uso deste tipo de material é fundamental para mitigar os impactos ambientais e tem na educação ambiental um dos principais vetores de mobilização e desenvolvimento de diferentes iniciativas.
Segundo a nota, o Walmart tem consciência de sua participação e responsabilidade neste processo e, por isso, definiu como meta reduzir o uso de sacolas plásticas em pelo menos 50% até 2013 nas suas lojas no Brasil.
A empresa informa que foi lançado um programa de redução do uso de sacolas plásticas, que compreende um mosaico de ações. A empresa entende que não existe uma única alternativa ou solução para o problema, mas sim um conjunto de iniciativas com foco no consumo consciente e na gestão dos resíduos sólidos. Estas iniciativas também não devem ser simplesmente padronizadas devem ser aplicadas e replicadas conforme as características de uma determinada região e público.
Desde 2008 a rede implementou o programa de sacolas retornáveis com os dizeres “Eu faço a diferença. Uso sacola retornável”. Em pouco mais de 2 anos foram comercializadas cerca de 2,5 milhões de peças em todo o Brasil. No mesmo conceito das sacolas retornáveis, o uso de caixas de papelão também tem sido incentivado para transportar as compras dos clientes.
O programa de redução de sacolas plásticas considerou também o desenvolvimento de treinamentos dos funcionários para o melhor aproveitamento das sacolas plásticas no ato de empacotar as compras. Para evitar o desperdício, cada caixa passou a ter um porta-sacolas que libera uma embalagem por vez, restringindo o uso indiscriminado.
Segundo a nota, o Walmart tem consciência de sua participação e responsabilidade neste processo e, por isso, definiu como meta reduzir o uso de sacolas plásticas em pelo menos 50% até 2013 nas suas lojas no Brasil.
A empresa informa que foi lançado um programa de redução do uso de sacolas plásticas, que compreende um mosaico de ações. A empresa entende que não existe uma única alternativa ou solução para o problema, mas sim um conjunto de iniciativas com foco no consumo consciente e na gestão dos resíduos sólidos. Estas iniciativas também não devem ser simplesmente padronizadas devem ser aplicadas e replicadas conforme as características de uma determinada região e público.
Desde 2008 a rede implementou o programa de sacolas retornáveis com os dizeres “Eu faço a diferença. Uso sacola retornável”. Em pouco mais de 2 anos foram comercializadas cerca de 2,5 milhões de peças em todo o Brasil. No mesmo conceito das sacolas retornáveis, o uso de caixas de papelão também tem sido incentivado para transportar as compras dos clientes.
O programa de redução de sacolas plásticas considerou também o desenvolvimento de treinamentos dos funcionários para o melhor aproveitamento das sacolas plásticas no ato de empacotar as compras. Para evitar o desperdício, cada caixa passou a ter um porta-sacolas que libera uma embalagem por vez, restringindo o uso indiscriminado.
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
Starbucks lança campanha com Lady Gaga, Facebook, Twitter e Foursquare
Reporta Bruce Horovitz, no USA TODAY, que a rede de cafeterias Starbucks anunciou uma promoção com a maior celebridade pop da atualidade, Lady Gaga. A campanha vai começar no início de junho, para aproveitar o começo da temporada de verão nos EUA.
A Starbucks está investindo pesadamente nos interesses de seu público jovem, que não é uma audiência de fácil acesso. Para a cantora Lady Gaga, o acordo é uma ótima promoção de sua imagem para uma multidão de fãs que frequentam as lojas da Starbucks.
Lady Gaga tem 32 milhões de fãs no Facebook e 10 milhões de seguidores no Twitter. A popstar faturou cerca de 90 milhões em 2010, segundo estimativa da revista Forbes.
A associação entre Starbucks e Lady Gaga é a suprema consagração em termos de marketing moderno nos EUA.
A partir da próxima semana, a campanha vai promover uma caça ao tesouro temática em torno da cantora, integrando o site da Starbucks, o site de geolocalização Foursquare e perfis no Facebook e Twitter. Os fãs poderão seguir pistas que leverão a prêmios -- o maior prêmio será um acesso VIP ao show da cantora na turnê de 2012.
A integração é sincronizada com o lançamento oficial do novo CD de Lady Gaga, "Born This Way", em 23 de maio. Nessa data, os clientes da Starbucks nos EUA poderão ouvir o álbum inteiro em streaming e baixar a canção "Edge of Glory", além de assistir um vídeo exclusivo no site Starbucks Digital Network.
A Starbucks está investindo pesadamente nos interesses de seu público jovem, que não é uma audiência de fácil acesso. Para a cantora Lady Gaga, o acordo é uma ótima promoção de sua imagem para uma multidão de fãs que frequentam as lojas da Starbucks.
Lady Gaga tem 32 milhões de fãs no Facebook e 10 milhões de seguidores no Twitter. A popstar faturou cerca de 90 milhões em 2010, segundo estimativa da revista Forbes.
A associação entre Starbucks e Lady Gaga é a suprema consagração em termos de marketing moderno nos EUA.
A partir da próxima semana, a campanha vai promover uma caça ao tesouro temática em torno da cantora, integrando o site da Starbucks, o site de geolocalização Foursquare e perfis no Facebook e Twitter. Os fãs poderão seguir pistas que leverão a prêmios -- o maior prêmio será um acesso VIP ao show da cantora na turnê de 2012.
A integração é sincronizada com o lançamento oficial do novo CD de Lady Gaga, "Born This Way", em 23 de maio. Nessa data, os clientes da Starbucks nos EUA poderão ouvir o álbum inteiro em streaming e baixar a canção "Edge of Glory", além de assistir um vídeo exclusivo no site Starbucks Digital Network.
Como a lei das sacolas plásticas afeta o bolso do consumidor
Reporta Julia Wiltgen, na EXAME.com, que a prefeitura de São Paulo sancionou nesta quinta-feira (19) uma lei que proíbe os estabelecimentos de varejo de fornecerem sacolas plásticas para seus clientes acondicionarem suas compras, sob pena de multa. A medida entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2012 e chega atrasada em relação a decisões já tomadas em diversas capitais. Belo Horizonte, Brasília, João Pessoa e Palmas já aprovaram leis que proíbem as sacolas plásticas, e outras oito capitais, além dos estados do Maranhão e do Rio, já aprovaram leis que preveem a substituição do plástico por materiais biodegradáveis.
Além da importante discussão ambiental, a proibição levanta uma série de dúvidas sobre o que vai acontecer com o bolso do consumidor. A ideia é incentivar todos a levarem suas próprias sacolas retornáveis – as ecobags – ou carrinhos e sacolas de feira. Mas e para quem os esquecer em casa, haverá alternativa? Outra questão é sobre o acondicionamento do lixo doméstico. As sacolas antes utilizadas para este fim deverão agora ser substituídas pela compra de sacos de lixo. Por outro lado, o varejo se livra dos custos com os sacos plásticos, atualmente repassados para o consumidor. Isso vai se traduzir em redução nos preços dos produtos?
Alternativas à sacola
Quando os supermercados pararem de fornecer sacolas plásticas, será preciso se planejar muito mais para ir às compras. Aquela passadinha no mercado para comprar alguns itens na volta do trabalho pode ser complicada se a pessoa não tiver uma ecobag no carro ou na bolsa. De qualquer maneira, ninguém está livre do esquecimento. Nesse caso, estariam os mercados planejando oferecer alternativas ao consumidor?
A princípio, a lei não impede que os estabelecimentos de varejo forneçam, gratuitamente ou mediante pagamento, qualquer outro tipo de sacola ou embalagem. Elas só não podem ser feitas de plástico ou conter as palavras “oxidegradáveis”, “oxibiodegradáveis”, “fotodegradáveis”, biodegradáveis” e outras expressões que sugiram sustentabilidade. Fica, então, a critério do estabelecimento escolher que alternativas vai oferecer aos clientes que não levarem ecobags ou carrinhos.
Leia o restante da reportagem aqui.
Além da importante discussão ambiental, a proibição levanta uma série de dúvidas sobre o que vai acontecer com o bolso do consumidor. A ideia é incentivar todos a levarem suas próprias sacolas retornáveis – as ecobags – ou carrinhos e sacolas de feira. Mas e para quem os esquecer em casa, haverá alternativa? Outra questão é sobre o acondicionamento do lixo doméstico. As sacolas antes utilizadas para este fim deverão agora ser substituídas pela compra de sacos de lixo. Por outro lado, o varejo se livra dos custos com os sacos plásticos, atualmente repassados para o consumidor. Isso vai se traduzir em redução nos preços dos produtos?
Alternativas à sacola
Quando os supermercados pararem de fornecer sacolas plásticas, será preciso se planejar muito mais para ir às compras. Aquela passadinha no mercado para comprar alguns itens na volta do trabalho pode ser complicada se a pessoa não tiver uma ecobag no carro ou na bolsa. De qualquer maneira, ninguém está livre do esquecimento. Nesse caso, estariam os mercados planejando oferecer alternativas ao consumidor?
A princípio, a lei não impede que os estabelecimentos de varejo forneçam, gratuitamente ou mediante pagamento, qualquer outro tipo de sacola ou embalagem. Elas só não podem ser feitas de plástico ou conter as palavras “oxidegradáveis”, “oxibiodegradáveis”, “fotodegradáveis”, biodegradáveis” e outras expressões que sugiram sustentabilidade. Fica, então, a critério do estabelecimento escolher que alternativas vai oferecer aos clientes que não levarem ecobags ou carrinhos.
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Internet influencia compra de 62% dos consumidores, aponta Google
Reporta Gabriel Baldocchi, na Folha de S. Paulo, que p poder da internet para influenciar consumidores tem impacto econômico superior do que a capacidade da rede de gerar compras virtuais. A conclusão a que chegou o Google a partir de suas pesquisas na América Latina é usada como estratégia de negociação com seus anunciantes.
"O comércio eletrônico é muito importante, mas não é a pedra regular na internet", afirmou o diretor do Google na Argentina, Alejandro Zuzenberg, durante conferência da empresa para a América Latina.
Em pesquisas feitas nos mercados da América Latina, a empresa apurou que 62% dos consumidores consultam informações on-line antes de fazer uma compra. Eles procuram indicações em sites de buscas e nas redes sociais.
Nesse universo, 32% dos consumidores conversam ou compartilham informações antes de comprar. Os dados da pesquisa mostram ainda que 83% dos usuários que buscaram informações na internet confiavam na opinião dos usuários da rede para as compras, com uma procura de quatro a sete opiniões.
"O comércio eletrônico é muito importante, mas não é a pedra regular na internet", afirmou o diretor do Google na Argentina, Alejandro Zuzenberg, durante conferência da empresa para a América Latina.
Em pesquisas feitas nos mercados da América Latina, a empresa apurou que 62% dos consumidores consultam informações on-line antes de fazer uma compra. Eles procuram indicações em sites de buscas e nas redes sociais.
Nesse universo, 32% dos consumidores conversam ou compartilham informações antes de comprar. Os dados da pesquisa mostram ainda que 83% dos usuários que buscaram informações na internet confiavam na opinião dos usuários da rede para as compras, com uma procura de quatro a sete opiniões.
Justiça dá parecer favorável ao Walmart em ação movida pelo Pão de Açúcar
Segundo nota do Propmark, a campanha “Desafio do preço baixo” do Walmart Brasil, criada pela Africa, desagradou a tal ponto o concorrente Pão de Açúcar que grupo entrou com liminar para probir a veiculação do filme publicitário de comparação de preços. O Walmart Brasil cassou a liminar e o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu a favor da rede norte-americana.
O Grupo Pão de Açucar questionou o teor do último filme publicitário veiculado pelo Walmart Brasil. Para a requerente, a forma como a comparação de preços foi feita no filme não seguiu certos requisitos para criar uma propaganda comparativa considerada leal transmitindo uma informação genérica com base em pesquisa feita em só uma loja.
Em nota desta sexta-feira (20), a assessoria do Walmart Brasil informou que a rede pretende colocar novos anúncios no ar em breve, mantendo o desafio à concorrência e estimulando os consumidores a comparar e comprovar sua liderança em preço baixo.
O Grupo Pão de Açucar questionou o teor do último filme publicitário veiculado pelo Walmart Brasil. Para a requerente, a forma como a comparação de preços foi feita no filme não seguiu certos requisitos para criar uma propaganda comparativa considerada leal transmitindo uma informação genérica com base em pesquisa feita em só uma loja.
Em nota desta sexta-feira (20), a assessoria do Walmart Brasil informou que a rede pretende colocar novos anúncios no ar em breve, mantendo o desafio à concorrência e estimulando os consumidores a comparar e comprovar sua liderança em preço baixo.
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
Nordstrom testa computadores de mão nas lojas
Segundo nota da RIS News, a rede de lojas de roupas e acessórios Nordstrom está aumentando seus investimentos em tecnologias que facilitam a vida dos clientes. Em novembro de 2010, a empresa instalou conexões de Wi-Fi em todas as principais lojas, e agora anuncia que vai usar 6.000 computadores de mão sem fio a partir de julho nas lojas, além de promover uma renovação de seus sites de comércio eletrônico.
Blake Nordstrom, presidente da empresa, disse que a iniciativa funcionará como um teste do funcionamento dos aparelhos nas lojas e que o plano é instalar um número ainda maior de aparelhos até o final do ano.
O varejista também está reformulando seu site de e-commerce para facilitar a busca de produtos e compras a partir de celulares e outros aparelhos móveis.
Recentemente, a Nordstrom ampliou sua presença online ao comprar o HauteLook, um site de "liquidação fechada", que oferece descontos em itens de grife para seus mais de 4 milhões de usuários por um curto período de tempo (geralmente entre 36 e 48 horas). A Nordstrom pagou US$ 180 milhões pelo site.
Blake Nordstrom, presidente da empresa, disse que a iniciativa funcionará como um teste do funcionamento dos aparelhos nas lojas e que o plano é instalar um número ainda maior de aparelhos até o final do ano.
O varejista também está reformulando seu site de e-commerce para facilitar a busca de produtos e compras a partir de celulares e outros aparelhos móveis.
Recentemente, a Nordstrom ampliou sua presença online ao comprar o HauteLook, um site de "liquidação fechada", que oferece descontos em itens de grife para seus mais de 4 milhões de usuários por um curto período de tempo (geralmente entre 36 e 48 horas). A Nordstrom pagou US$ 180 milhões pelo site.
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MoIP lança integração ente Facebook e meios de pagamentos no Brasil
O MoIP Pagamentos, uma empresa do setor de meios de pagamento online e que movimenta R$ 350 milhões em transações, anunciou a criação de um widget para Facebook, o primeiro no Brasil a tornar possível a integração da rede social de Mark Zuckerberg com as principais bandeiras de cartão de crédito, débito e bancos no País. Com a interface, desenvolvedores brasileiros já podem criar serviços de e-commerce para o Facebook, uma nova tendência na Europa e nos Estados Unidos. O primeiro a utilizar a inovação é a LikeStore, lançada nesta quarta-feira (18/05).
O objetivo do MoIP é fomentar o chamado Social Commerce, conceito que marca a integração entre as compras na web e as redes sociais. Com um widget, qualquer empresa ou desenvolvedor poderá criar a sua própria solução de e-commerce dentro do Facebook aceitando os principais meios de pagamento utilizados no Brasil, que inclui a maioria das bandeiras de cartões existentes (Visa, MasterCard, Diners, American Express, Diners e Hipercard), débito em conta no Bradesco, Itaú, Banco do Brasil ou ainda pagamento via boleto. “Com o nosso widget, o céu é o limite. O desenvolvedor poderá criar o que for necessário e nós damos a ele todo o processo de cobrança e pagamento, incluindo a credibilidade da marca MoIP”, comenta Mendes.
O funcionamento do widget é simples. Com ele, o MoIP recebe a informação da cobrança do aplicativo desenvolvido e, ao internauta, pergunta a forma de pagamento (crédito à vista, parcelado, débito ou boleto bancário). Tudo sem sair da rede social ou necessidade de abrir novas janelas, além detrazer a certificação da VeriSign. Em seguida, confere as informações com o banco ou com a adquirente, além de fazer a gestão de risco do comprador.
O primeiro serviço a utilizar a interface de meios de pagamento do MoIP é a LikeStore, que chega ao mercado nesta quarta-feira (18) com a sua primeira loja no Facebook, do site Show de Ingressos. Como ação de estreia, o portal está vendendo ingressos para o show do Jack Johnson em Recife.
O objetivo do MoIP é fomentar o chamado Social Commerce, conceito que marca a integração entre as compras na web e as redes sociais. Com um widget, qualquer empresa ou desenvolvedor poderá criar a sua própria solução de e-commerce dentro do Facebook aceitando os principais meios de pagamento utilizados no Brasil, que inclui a maioria das bandeiras de cartões existentes (Visa, MasterCard, Diners, American Express, Diners e Hipercard), débito em conta no Bradesco, Itaú, Banco do Brasil ou ainda pagamento via boleto. “Com o nosso widget, o céu é o limite. O desenvolvedor poderá criar o que for necessário e nós damos a ele todo o processo de cobrança e pagamento, incluindo a credibilidade da marca MoIP”, comenta Mendes.
O funcionamento do widget é simples. Com ele, o MoIP recebe a informação da cobrança do aplicativo desenvolvido e, ao internauta, pergunta a forma de pagamento (crédito à vista, parcelado, débito ou boleto bancário). Tudo sem sair da rede social ou necessidade de abrir novas janelas, além detrazer a certificação da VeriSign. Em seguida, confere as informações com o banco ou com a adquirente, além de fazer a gestão de risco do comprador.
O primeiro serviço a utilizar a interface de meios de pagamento do MoIP é a LikeStore, que chega ao mercado nesta quarta-feira (18) com a sua primeira loja no Facebook, do site Show de Ingressos. Como ação de estreia, o portal está vendendo ingressos para o show do Jack Johnson em Recife.
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terça-feira, 17 de maio de 2011
Verificação biométrica ensaia contra-ataque no varejo
O uso de tecnologias de verificação biométrica no setor de varejo passou por um "boom" há alguns anos. A demanda por esses sistemas era plenamente justificada por uma série de fatores. Em primeiro lugar, a necessidade de atender melhor os clientes, reduzindo a espera em filas e facilitando o pagamento das compras. Igualmente importante (e atraente para os varejistas), as tecnologias biométricas permitiriam uma significativa economia nos custos, sem falar na redução de fraudes e outros desvios internos.
Mas, como outras tecnologias cercadas de grande antecipação e expectativa pelo setor varejista, a verificação biométrica falhou ao atender os desejos dos lojistas. Acima de tudo, essas tecnologias fracassaram no ponto mais crítico, que é a integração eficiente com o sistema de pagamentos da loja. O objetivo primordial do sistema biométrico é eliminar a necessidade do cliente carregar dinheiro ou cartões de débito ou crédito, podendo completar suas compras usando sua impressão digital, de palma ou de retina.
Muitos analistas do setor dizem que a culpa não é da tecnologia, mas sim de uma cultura estabelecida a respeito do pagamento de compras, e também do temor e desconfiança dos próprios consumidores.
Mas as tecnologias biométricas não foram abandonadas. Na verdade, outros setores da sociedade e da economia mantiveram as tecnologias ativas e em contínua evolução. Agências governamentais, órgãos públicos, empresas de segurança e o setor bancário estão entre os maiores clientes dessas tecnologias. Nos Estados Unidos e em vários países europeus, é cada vez mais comum o uso da verificação biométrica em uma ampla variedade de atividades.
Com esse crescimento paralelo da biometria como ferramenta, o varejo pode voltar a considerar sua aplicação. Os motivos para isso são vários:
• Prevenção de perdas: o uso das tecnologias biométricas no varejo elimina a necessidade de documentos de identidade e senhas. Internamente, um funcionário não poderá usar uma identificação de outro empregado para realizar uma transação ou fazer uma operação não autorizada, porque o gerente deverá estar fisicamente presente para completar a operação.
• Economia de tempo: cada vez mais, os varejistas percebem que as tecnologias que economizam tempo nas operações, como cartões de identificação, RFIDs, e relógios de ponto são soluções baratas de curto prazo, mas a longo prazo podem ser manipuladas ou ficarem expostas à fraudes. Os sistemas biométricos resolvem esse problema crítico ao eliminar riscos de perda e furto de cartões e senhas.
• Aumento na produtividade: os sistemas biométricos oferecem esse potencial muito atraente para o varejista, que é o aumento da produtividade da mão-de-obra. A tecnologia ajuda o varejista a cumprir obrigações e atingir suas metas para permanecer competitivo em um ambiente cada vez mais acirrado. A biometria também pode ser uma ferramenta importante no planejamento estratégico de objetivos de venda e desempenho da loja.
Um grande obstáculo para o crescimento da verificação biométrica no varejo é que boa parte dos sistemas era baseado na checagem de impressão digitais, e essa solução não é ideal devido a uma série de fatores (ferimentos nos dedos, cicatrizes, manchas, diferenças nas condições da pele, etc). Atualmente, a tecnologia que usa luz infravermelha para ler um padrão vascular dos dedos ou da palma da mão tem mostrado melhores resultados. A leitura vascular supera outras tecnologias, como a verificação de retina, por ser considerada menos invasiva.
Mas, como outras tecnologias cercadas de grande antecipação e expectativa pelo setor varejista, a verificação biométrica falhou ao atender os desejos dos lojistas. Acima de tudo, essas tecnologias fracassaram no ponto mais crítico, que é a integração eficiente com o sistema de pagamentos da loja. O objetivo primordial do sistema biométrico é eliminar a necessidade do cliente carregar dinheiro ou cartões de débito ou crédito, podendo completar suas compras usando sua impressão digital, de palma ou de retina.
Muitos analistas do setor dizem que a culpa não é da tecnologia, mas sim de uma cultura estabelecida a respeito do pagamento de compras, e também do temor e desconfiança dos próprios consumidores.
Mas as tecnologias biométricas não foram abandonadas. Na verdade, outros setores da sociedade e da economia mantiveram as tecnologias ativas e em contínua evolução. Agências governamentais, órgãos públicos, empresas de segurança e o setor bancário estão entre os maiores clientes dessas tecnologias. Nos Estados Unidos e em vários países europeus, é cada vez mais comum o uso da verificação biométrica em uma ampla variedade de atividades.
Com esse crescimento paralelo da biometria como ferramenta, o varejo pode voltar a considerar sua aplicação. Os motivos para isso são vários:
• Prevenção de perdas: o uso das tecnologias biométricas no varejo elimina a necessidade de documentos de identidade e senhas. Internamente, um funcionário não poderá usar uma identificação de outro empregado para realizar uma transação ou fazer uma operação não autorizada, porque o gerente deverá estar fisicamente presente para completar a operação.
• Economia de tempo: cada vez mais, os varejistas percebem que as tecnologias que economizam tempo nas operações, como cartões de identificação, RFIDs, e relógios de ponto são soluções baratas de curto prazo, mas a longo prazo podem ser manipuladas ou ficarem expostas à fraudes. Os sistemas biométricos resolvem esse problema crítico ao eliminar riscos de perda e furto de cartões e senhas.
• Aumento na produtividade: os sistemas biométricos oferecem esse potencial muito atraente para o varejista, que é o aumento da produtividade da mão-de-obra. A tecnologia ajuda o varejista a cumprir obrigações e atingir suas metas para permanecer competitivo em um ambiente cada vez mais acirrado. A biometria também pode ser uma ferramenta importante no planejamento estratégico de objetivos de venda e desempenho da loja.
Um grande obstáculo para o crescimento da verificação biométrica no varejo é que boa parte dos sistemas era baseado na checagem de impressão digitais, e essa solução não é ideal devido a uma série de fatores (ferimentos nos dedos, cicatrizes, manchas, diferenças nas condições da pele, etc). Atualmente, a tecnologia que usa luz infravermelha para ler um padrão vascular dos dedos ou da palma da mão tem mostrado melhores resultados. A leitura vascular supera outras tecnologias, como a verificação de retina, por ser considerada menos invasiva.
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O turismo brasileiro navega veloz na internet
Reporta Rodrigo Caetano, na IstoÉ Dinheiro, que o setor brasileiro de agências online de viagens cresce em ritmo chinês na América Latina. Até 2012, as vendas de passagens e pacotes turísticos por meio dessas companhias devem dobrar na região, chegando a US$ 5 bilhões.
Só neste ano, os consumidores deixarão com o setor US$ 3,4 bilhões, estima a empresa de pesquisas PhocusWright. E as oportunidades são ainda maiores. Atualmente, o mercado online latino-americano, incluindo as vendas diretas, responde por 18% do total, porcentual bem abaixo do registrado nos mercados desenvol vidos, que gira em torno de 35%. O bom desempenho anima as empresas, que já falam em ampliar os setores de atuação.
A Decolar.com, empresa argentina líder em vendas online de passagens aéreas na região, está investindo US$ 8,5 milhões para entrar no segmento de hotéis e pacotes turísticos, incluindo cruzeiros. A companhia pretende ainda dobrar o número de funcionários, atualmente em cerca de 550. Os planos incluem o mapeamento de todos os hotéis brasileiros até o final deste ano e o lançamento de uma plataforma de pesquisas melhorada.
No negócio de pacotes de viagem, Decolar e Expedia vão enfrentar um osso duro de roer. Ele atende pelo nome de CVC, a maior agência de viagens do Brasil, líder absoluta do segmento, com cerca de 70% do mercado. Segundo Camanzano, a força das agências online está em dois pilares: facilidade de comparar preços e de realizar a compra.
Leia o restante da reportagem aqui.
Só neste ano, os consumidores deixarão com o setor US$ 3,4 bilhões, estima a empresa de pesquisas PhocusWright. E as oportunidades são ainda maiores. Atualmente, o mercado online latino-americano, incluindo as vendas diretas, responde por 18% do total, porcentual bem abaixo do registrado nos mercados desenvol vidos, que gira em torno de 35%. O bom desempenho anima as empresas, que já falam em ampliar os setores de atuação.
A Decolar.com, empresa argentina líder em vendas online de passagens aéreas na região, está investindo US$ 8,5 milhões para entrar no segmento de hotéis e pacotes turísticos, incluindo cruzeiros. A companhia pretende ainda dobrar o número de funcionários, atualmente em cerca de 550. Os planos incluem o mapeamento de todos os hotéis brasileiros até o final deste ano e o lançamento de uma plataforma de pesquisas melhorada.
No negócio de pacotes de viagem, Decolar e Expedia vão enfrentar um osso duro de roer. Ele atende pelo nome de CVC, a maior agência de viagens do Brasil, líder absoluta do segmento, com cerca de 70% do mercado. Segundo Camanzano, a força das agências online está em dois pilares: facilidade de comparar preços e de realizar a compra.
Leia o restante da reportagem aqui.
Smartphone: um em cada cinco realiza check-in
Reporta Marcelo Castelo, no Meio & Mensagem, que a cada cinco norte-americanos usuários de smartphones, um já utiliza serviços de geolocalização como Foursquare, Facebook Places e Gowalla. É o que aponta o relatório divulgado pela comScore nesta semana.
Segundo o documento, tais serviços contam com 16.7 milhões de usuários, o equivalente a 17% da população detentora de smartphones. Deste total, 37% é usuário de Android e 34%, de iPhone. Dispositivos da Microsoft, Palm e Symbian representam menos de 5%, cada.
Ainda segundo a análise, pessoas entre 18 e 34 anos representam 58% do total de usuários destes sites.
Com o número cada vez maior de usuários, começam a surgir cases de marketing interessantes. Entre os mais recentes, uma empresa que troca rações para animais de estimação por check-ins, um taxista que oferece descontos e uma marca de bebidas que sorteia uma super viagem para os que passarem por um determinado outdoor e realizarem o check-in.
Segundo o documento, tais serviços contam com 16.7 milhões de usuários, o equivalente a 17% da população detentora de smartphones. Deste total, 37% é usuário de Android e 34%, de iPhone. Dispositivos da Microsoft, Palm e Symbian representam menos de 5%, cada.
Ainda segundo a análise, pessoas entre 18 e 34 anos representam 58% do total de usuários destes sites.
Com o número cada vez maior de usuários, começam a surgir cases de marketing interessantes. Entre os mais recentes, uma empresa que troca rações para animais de estimação por check-ins, um taxista que oferece descontos e uma marca de bebidas que sorteia uma super viagem para os que passarem por um determinado outdoor e realizarem o check-in.
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
Carrefour lança encurtador de URL solidário
O Carrefour anuncia uma iniciativa que visa engajar os internautas na doação de dez toneladas de alimentos. A rede lança nesta segunda-feira, 16 de maio, o site Virou.gr, que disponibiliza um encurtador de URL, que além de facilitar a vida dos usuários das redes sociais, será uma propagador de solidariedade entre os brasileiros.
Desenvolvido pela agência F/Nazca, o encurtador de URL do Carrefour foi batizado de Virou.gr, pois cada caractere reduzido pela ferramenta vira um grama de alimento doado. Na primeira etapa da ação, o objetivo do Carrefour é registrar a redução de dez milhões de caracteres, que serão convertidos em uma doação de dez toneladas de alimentos. A distribuição dos alimentos doados será feita por meio da Cruz Vermelha Brasileira, que garantirá que os produtos cheguem às famílias que precisam.
Desenvolvido pela agência F/Nazca, o encurtador de URL do Carrefour foi batizado de Virou.gr, pois cada caractere reduzido pela ferramenta vira um grama de alimento doado. Na primeira etapa da ação, o objetivo do Carrefour é registrar a redução de dez milhões de caracteres, que serão convertidos em uma doação de dez toneladas de alimentos. A distribuição dos alimentos doados será feita por meio da Cruz Vermelha Brasileira, que garantirá que os produtos cheguem às famílias que precisam.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Visa prepara "carteira virtual" para compras via smartphone
Informa Peter Svensson, no Seattle Times, que a operadora de cartões de crédito Visa está lançando um sistema que vai funcionar como uma "carteira virtual", com dados de crédito e débito do usuário que poderão ser usados para facilitar o pagamento em lojas físicas e sites de comércio eletrônico.
As "carteiras" devem estar disponíveis para os consumidores no segundo semestre nos EUA. Elas vão funcionar com smartphones que possuem um chip que se comunica com os terminais de caixas em lojas e mercados.
A Visa informou que já tem parceiros de peso para o sistema, incluindo os bancos U.S. Bancorp, TD Bank Group, BB&T Corp., PNC Bank e Barclaycard U.S.
A rival MasterCard e um consórcio formado pelas teles T-Mobile USA, AT&T Inc. e Verizon Wireless têm planos para suas próprias "carteiras".
As "carteiras" devem estar disponíveis para os consumidores no segundo semestre nos EUA. Elas vão funcionar com smartphones que possuem um chip que se comunica com os terminais de caixas em lojas e mercados.
A Visa informou que já tem parceiros de peso para o sistema, incluindo os bancos U.S. Bancorp, TD Bank Group, BB&T Corp., PNC Bank e Barclaycard U.S.
A rival MasterCard e um consórcio formado pelas teles T-Mobile USA, AT&T Inc. e Verizon Wireless têm planos para suas próprias "carteiras".
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quarta-feira, 11 de maio de 2011
Varejistas dos EUA ampliam investimentos em m-commerce
Informa Karen Talley, no MarketWatch, que as empresas de varejo norte-americanas estão considerando o comércio via celular como a nova fronteira na relação com os clientes. Mas as abordagens e investimentos variam muito entre as empresas.
As redes tradicionais de cimento-e-tijolo vão investir em média US$ 343.000 este ano em iniciativas de comércio móvel, um salto significativo em comparação com a média de US$ 50.000 em 2010. Mas os investimentos são muito irregulares -- na verdade, segundo avaliação da firma Forrester Research, apesar do aumento no investimento médio, o volume ainda é muito baixo levando em conta os grandes grupos de varejo, com capital na casa das centenas de milhões de dólares. A Forrester avalia que os investimentos são na verdade muito modestos, o que terá reflexos nas vendas.
A maioria dos varejistas ainda não criou versões adaptadas de seus sites de comércio para as telas menores do aparelhos, o que torna o acesso mais difícil. As lojas também não aproveitam adequadamente as diferenças entre smartphones e tablets, as duas principais categorias de aparelhos móveis atualmente. O smartphone é mais adequado para ofertas em tempo real nas lojas, tornando as compras mais fáceis e baratas. Os tablets, com telas maiores, são melhores para visualizar os produtos em oferta.
As redes tradicionais de cimento-e-tijolo vão investir em média US$ 343.000 este ano em iniciativas de comércio móvel, um salto significativo em comparação com a média de US$ 50.000 em 2010. Mas os investimentos são muito irregulares -- na verdade, segundo avaliação da firma Forrester Research, apesar do aumento no investimento médio, o volume ainda é muito baixo levando em conta os grandes grupos de varejo, com capital na casa das centenas de milhões de dólares. A Forrester avalia que os investimentos são na verdade muito modestos, o que terá reflexos nas vendas.
A maioria dos varejistas ainda não criou versões adaptadas de seus sites de comércio para as telas menores do aparelhos, o que torna o acesso mais difícil. As lojas também não aproveitam adequadamente as diferenças entre smartphones e tablets, as duas principais categorias de aparelhos móveis atualmente. O smartphone é mais adequado para ofertas em tempo real nas lojas, tornando as compras mais fáceis e baratas. Os tablets, com telas maiores, são melhores para visualizar os produtos em oferta.
- A loja de departamentos Macy's disse que as iniciativas online e móveis da empresa são estratégicas e vão representar "parte signficiativa" do orçamento de marketing de US$ 800 milhões este ano. A empresa disse que o comércio móvel é o futuro, e a empresa reconhece que o foco da conectividade do varejo está nas mãos do consumidor. A Macy's criou um sistema que permite que o website identifique qual aparelho é usado no acesso, oferecendo automaticamente a versão mais compatível para facilitar as compras.
- A rede Target informa que oferece aos usuários de smartphones com câmeras um aplicativo que permite a leitura de códigos de barras nas lojas, com informações e resenhas sobre os produtos. Os clientes podem renovar receitas de medicamentos e receber cupons de ofertas diárias.
- A rede Coach Inc. disse que está aperfeiçoando seu site para torná-lo mais adaptado aos aparelhos móveis. Os consumidores com celulares podem fazer pedidos diretamente de seus telefones no site. Atualmente, cerca de 10% dos clientes que acessam o site da loja usam smartphones, mas as vendas ainda estão baixas. A Coach espera que as melhorias no sistema atraiam mais vendas.
Varejo usa cada vez mais o Facebook nas vendas online
Reporta Bruce Horovitz, no USA TODAY, que grandes varejistas mundiais estão abandonando o modelo tradicional de e-commerce em seus próprios sites e criando campanhas e estratégias de marketing focalizadas no maior ponto de encontro atual da internet: a rede social Facebook.
Um número cada vez maior de internautas mantém o site do Facebook permanentemente aberto, atento a atualizações minuto a minuto. Essa constatação tem levado varejistas como Express, J.C. Penney e Delta Air Lines a modificar todas sua estratégia de vendas via internet, transferindo as ações de vendas dos sites próprios para páginas criadas dentro do Facebook.
Segundo alguns analistas do setor, o modelo de compras através de um website da própria loja pode ficar ultrapassada em pouco tempo. Em vez disso, as lojas vão se mudar em massa para o Facebook, para facilitar o contato com seus clientes e potenciais consumidores. Os números justificam a estratégia: o Facebook já supera a marca de 500 milhões de usuários, e estima-se que 250 milhões deles checam o site diariamente. Cada usuário tem em média 130 amigos. A cada mês, os usuários passam 700 bilhões de minutos no Facebook.
Os executivos do Facebook alertam que é essencial que os varejistas criem páginas na rede social que sejam mais amigáveis que os sites de e-commerce. Segundo David Fisch, diretor de parcerias comerciais do Facebook, os varejistas que criarem experiências de compras com grande envolvimento social (isto é, incluindo o usuário e sua comunidade de amigos) terão maior chance de sucesso.
Um número cada vez maior de internautas mantém o site do Facebook permanentemente aberto, atento a atualizações minuto a minuto. Essa constatação tem levado varejistas como Express, J.C. Penney e Delta Air Lines a modificar todas sua estratégia de vendas via internet, transferindo as ações de vendas dos sites próprios para páginas criadas dentro do Facebook.
Segundo alguns analistas do setor, o modelo de compras através de um website da própria loja pode ficar ultrapassada em pouco tempo. Em vez disso, as lojas vão se mudar em massa para o Facebook, para facilitar o contato com seus clientes e potenciais consumidores. Os números justificam a estratégia: o Facebook já supera a marca de 500 milhões de usuários, e estima-se que 250 milhões deles checam o site diariamente. Cada usuário tem em média 130 amigos. A cada mês, os usuários passam 700 bilhões de minutos no Facebook.
Os executivos do Facebook alertam que é essencial que os varejistas criem páginas na rede social que sejam mais amigáveis que os sites de e-commerce. Segundo David Fisch, diretor de parcerias comerciais do Facebook, os varejistas que criarem experiências de compras com grande envolvimento social (isto é, incluindo o usuário e sua comunidade de amigos) terão maior chance de sucesso.
- A rede de lojas de roupas Express iniciou há poucas semanas uma campanha no Facebook que oferece a linha completa da marca. A página da Express na rede social inclui um aplicativo que informa em tempo real se um determinado item está em estoque.
- Outra rede de vestuário, a J.C. Penney, lançou um aplicativo no Facebook no final do ano passado. A empresa busca oferecer uma "experiência completa de compras", sem que o usuário precise sair do Facebook, disse uma porta-voz da empresa.
- A floricultura online 1-800-Flowers foi uma das primeiras empresas de varejo a abrir uma loja no Facebook, quase dois anos atrás.
- A companhia aérea Delta Air Lines começou a vender passagens em um balcão virtual chamado Ticket Counter no Facebook.
- A loja de videogames GameStop também lançou uma loja de grande sucesso no Facebook.
terça-feira, 10 de maio de 2011
A estratégia da loja Macy's no Facebook
Nos Estados Unidos, a rede de lojas de departamentos Macy's anunciou que as vendas de seus principais sites de comércio eletrônico, o www.macys.com e o www.bloomingdales.com, tiveram uma alta de 50,3% em comparação com o mesmo mês do ano passado, e 38,3% em comparação com o primeiro trimestre de 2010. Além de fatores como a recuperação da confiança do consumidor e a alta nos preços dos combustíveis, as estratégias de marketing da empresa no Facebook e outras redes sociais merecem destaque.
A página da Macy's no Facebook já recebeu 800.000 "curtir" em 2011, devido a uma série de iniciativas da empresa. A varejista tem agora um público de quase 1,8 milhão de usuários no site social.
Para o Dia das Mães, por exemplo, a Macy's lançou uma campanha de grande alcance chamada "Thank a Mom" ("agradeça a uma mãe"). O objetivo da campanha era levantar US$ 400.000 para cinco organizações de caridade conhecidas, como a America Heart Association e a Futures Without Violence, e enviar 80.000 cartões de felicitações para as mães no domingo. Os dois objetivos da campanha foram atingidos ainda na semana passada.
Um botão específico de um guia de presentes para o Dia das Mães foi colocado com destaque na página da Macy's. Ao clicar no botão, o usuário era levado para uma página da loja, criada especialmente para a ocasião.
Mas no final de 2010, a Macy's lançou sua maior campanha através do Facebook. Em 28 de dezembro, a varejista anunciou um programa de "makeover" de estilo, em parceria com o apresentador de TV Clinton Kelly, especializado em moda. O concurso chamado "Million Dollar Makeover" recebeu inscrições durante o mês de janeiro, adicionando milhares de "curtir" para a Macy's.
Os participantes tinham que "curtir" a loja, incluir um endereço de página pessoal, página do Facebook e página do YouTube. Depois de fazer upload de fotos e vídeos, os participantes tinham que detalhar seu estilo pessoal, com informações sobre o guarda-roupas, problemas com as peças atuais, sonhos profissionais, etc.
No final, oito participantes foram escolhidos para a final do programa em Nova York, para uma completa reforma no estilo e no guarda-roupa. Diante do sucesso estrondoso da campanha, uma segunda fase do "Million Dollar Makeover" foi lançado, e dois finalistas serão anunciados esta semana. Nas duas fases, o concurso ofereceu um prêmio de um milhão de dólares.
Além das iniciativas com o Facebook, a Macy's explora outra grande tendência da geração de consumidores digitais: a mobilidade. Em abril, a loja criou uma campanha unindo o Twitter, o site de localização Foursquare e o guia HopStop.com para atrair consumidores e turistas para o 37º festival anual de flores promovido pela Macy's.
A Macy's comprou espaços de publicidade nas páginas do HopStop em várias cidades dos EUA. A varejista ofereceu passeios guiados para os festivais temáticos "Tower of Flowers" em todas essas cidades. Cada cidade tinha sua própria especialidade ou variedade de flores. Por exemplo, na página de Washington, o destaque era a festa das cerejeiras em flor na capital do país. A loja usou a combinação Twitter-Foursquare ao longo do evento, incentivando os usuários a fotografar e postar imagens. A Macy's monitorou as "hashtags" e sorteou vales de presentes para os usuários.
A página da Macy's no Facebook já recebeu 800.000 "curtir" em 2011, devido a uma série de iniciativas da empresa. A varejista tem agora um público de quase 1,8 milhão de usuários no site social.
Para o Dia das Mães, por exemplo, a Macy's lançou uma campanha de grande alcance chamada "Thank a Mom" ("agradeça a uma mãe"). O objetivo da campanha era levantar US$ 400.000 para cinco organizações de caridade conhecidas, como a America Heart Association e a Futures Without Violence, e enviar 80.000 cartões de felicitações para as mães no domingo. Os dois objetivos da campanha foram atingidos ainda na semana passada.
Um botão específico de um guia de presentes para o Dia das Mães foi colocado com destaque na página da Macy's. Ao clicar no botão, o usuário era levado para uma página da loja, criada especialmente para a ocasião.
Mas no final de 2010, a Macy's lançou sua maior campanha através do Facebook. Em 28 de dezembro, a varejista anunciou um programa de "makeover" de estilo, em parceria com o apresentador de TV Clinton Kelly, especializado em moda. O concurso chamado "Million Dollar Makeover" recebeu inscrições durante o mês de janeiro, adicionando milhares de "curtir" para a Macy's.
Os participantes tinham que "curtir" a loja, incluir um endereço de página pessoal, página do Facebook e página do YouTube. Depois de fazer upload de fotos e vídeos, os participantes tinham que detalhar seu estilo pessoal, com informações sobre o guarda-roupas, problemas com as peças atuais, sonhos profissionais, etc.
No final, oito participantes foram escolhidos para a final do programa em Nova York, para uma completa reforma no estilo e no guarda-roupa. Diante do sucesso estrondoso da campanha, uma segunda fase do "Million Dollar Makeover" foi lançado, e dois finalistas serão anunciados esta semana. Nas duas fases, o concurso ofereceu um prêmio de um milhão de dólares.
Além das iniciativas com o Facebook, a Macy's explora outra grande tendência da geração de consumidores digitais: a mobilidade. Em abril, a loja criou uma campanha unindo o Twitter, o site de localização Foursquare e o guia HopStop.com para atrair consumidores e turistas para o 37º festival anual de flores promovido pela Macy's.
A Macy's comprou espaços de publicidade nas páginas do HopStop em várias cidades dos EUA. A varejista ofereceu passeios guiados para os festivais temáticos "Tower of Flowers" em todas essas cidades. Cada cidade tinha sua própria especialidade ou variedade de flores. Por exemplo, na página de Washington, o destaque era a festa das cerejeiras em flor na capital do país. A loja usou a combinação Twitter-Foursquare ao longo do evento, incentivando os usuários a fotografar e postar imagens. A Macy's monitorou as "hashtags" e sorteou vales de presentes para os usuários.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Rede Best Buy sofre nova invasão de dados privados
Segundo nota da RIS News, no fim da semana passada a rede varejista americana Best Buy notificou seus clientes que seus sistemas foram invadidos novamente por hackers. Menos de um mês depois da falha de segurança da empresa Epsilon, a Best Buy descobriu que a lista de emails de clientes foi invadida a partir do site um fornecedor da empresa.
A Best Buy disse que tomará todas as medidas legais para resolver o caso, mas não revelou o nome do fornecedor.
A Best Buy disse que tomará todas as medidas legais para resolver o caso, mas não revelou o nome do fornecedor.
Compras coletivas: muito peixe, pouca isca
Reporta Clayton Melo, na IstoÉ Dinheiro, que os sites de compras sociais no Brasil estão ampliando seu capital conquistando parceiros de peso -- e até celebridades, como é o caso do apresentador Luciano Huck, que se tornou sócio do Peixe Urbano.
Outra novidade é a chegada de dois investidores internacionais: depois de receber aporte, no segundo semestre de 2010, da empresa brasileira de venture capital Monashees e do fundo internacional Benchmark, o Peixe Urbano acaba de fechar com o Tiger Global Management e o General Atlantic, dos EUA.
Embora de modo mais discreto, a movimentação no setor se estende também à americana Groupon, que atua aqui há dez meses. Maior site do gênero do mundo, o Groupon vai expandir sua operação no dia 10 para a cidade de Bauru, no interior de São Paulo, além de ter fechado parcerias para descontos com a MTV e a Net. E o carioca Marcelo Macedo, fundador do site brasileiro Click On, anunciou a venda de 40% da empresa para a Mosaico, companhia de investimentos em negócios de internet das Organizações Globo, por um valor não revelado.
Embora haja mais de mil sites do gênero no País, apenas os três maiores, Peixe Urbano, Click On e Groupon, detêm entre 80% e 85% do setor, segundo levantamento da GMattos Projetos de Marketing, consultoria especializada em comércio eletrônico, de São Paulo.
Assim, o poder de fogo do trio tende a aumentar, pois eles têm mais fôlego para investimentos em comunicação, oferta de serviços e ganho de escala, complicando ainda mais a vida dos pequenos. É por essas e outras razões que os analistas do mercado digital não têm dúvida de que se assistirá a partir de agora a um forte processo de consolidação, com o desaparecimento de centenas de sites, seja por incorporações, seja pelo fechamento puro e simples.
Leia o restante da reportagem aqui.
Outra novidade é a chegada de dois investidores internacionais: depois de receber aporte, no segundo semestre de 2010, da empresa brasileira de venture capital Monashees e do fundo internacional Benchmark, o Peixe Urbano acaba de fechar com o Tiger Global Management e o General Atlantic, dos EUA.
Embora de modo mais discreto, a movimentação no setor se estende também à americana Groupon, que atua aqui há dez meses. Maior site do gênero do mundo, o Groupon vai expandir sua operação no dia 10 para a cidade de Bauru, no interior de São Paulo, além de ter fechado parcerias para descontos com a MTV e a Net. E o carioca Marcelo Macedo, fundador do site brasileiro Click On, anunciou a venda de 40% da empresa para a Mosaico, companhia de investimentos em negócios de internet das Organizações Globo, por um valor não revelado.
Embora haja mais de mil sites do gênero no País, apenas os três maiores, Peixe Urbano, Click On e Groupon, detêm entre 80% e 85% do setor, segundo levantamento da GMattos Projetos de Marketing, consultoria especializada em comércio eletrônico, de São Paulo.
Assim, o poder de fogo do trio tende a aumentar, pois eles têm mais fôlego para investimentos em comunicação, oferta de serviços e ganho de escala, complicando ainda mais a vida dos pequenos. É por essas e outras razões que os analistas do mercado digital não têm dúvida de que se assistirá a partir de agora a um forte processo de consolidação, com o desaparecimento de centenas de sites, seja por incorporações, seja pelo fechamento puro e simples.
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
Peixe Urbano anuncia nova rodada de investimentos
O site de compras coletivas Peixe Urbano, anunciou parceria com a empresa de growth equity General Atlantic (GA), em rodada de investimentos que contou também com a participação da Tiger Global Management. O investimento visa impulsionar o crescimento do Peixe Urbano, destinando recursos financeiros e estratégicos para a contratação de talentos, para novas campanhas de marketing e para a expansão geográfica da empresa.
Segundo nota à imprensa, em pouco mais de um ano desde seu lançamento em março de 2010, o Peixe Urbano aumentou a sua base de usuários cadastrados de 6 mil para 9 milhões, para os quais já vendeu mais de 5 milhões de cupons. A empresa tem hoje cerca de 600 funcionários e está presente em mais de 60 cidades no Brasil e na Argentina.
A GA já investiu cerca de US$750 milhões na América Latina, e é atualmente investidora do MercadoLibre e da BM&F Bovespa na região. Investimentos recentes feitos pela GA em empresas do setor de Internet incluem aportes na Privalia da Europe; nas empresas Alibaba, RenRen e SouFun da China; e nas companhias Dice, AKQA, Network Solutions e Gilt Groupe dos Estados Unidos. A GA investe anualmente cerca de US$ 2 bilhões em 6 setores globais, com investimentos médios acima de US$ 200 milhões no ano passado.
No último trimestre de 2010, o Peixe Urbano recebeu aportes de outras duas empresas: a Monashees Capital, uma das principais firmas brasileiras de venture capital, e a Benchmark Capital, um dos mais importantes fundos de venture capital dos Estados Unidos, que tem participações em empresas como eBay e Twitter e que fez o seu primeiro investimento na América Latina através do Peixe Urbano.
Segundo nota à imprensa, em pouco mais de um ano desde seu lançamento em março de 2010, o Peixe Urbano aumentou a sua base de usuários cadastrados de 6 mil para 9 milhões, para os quais já vendeu mais de 5 milhões de cupons. A empresa tem hoje cerca de 600 funcionários e está presente em mais de 60 cidades no Brasil e na Argentina.
A GA já investiu cerca de US$750 milhões na América Latina, e é atualmente investidora do MercadoLibre e da BM&F Bovespa na região. Investimentos recentes feitos pela GA em empresas do setor de Internet incluem aportes na Privalia da Europe; nas empresas Alibaba, RenRen e SouFun da China; e nas companhias Dice, AKQA, Network Solutions e Gilt Groupe dos Estados Unidos. A GA investe anualmente cerca de US$ 2 bilhões em 6 setores globais, com investimentos médios acima de US$ 200 milhões no ano passado.
No último trimestre de 2010, o Peixe Urbano recebeu aportes de outras duas empresas: a Monashees Capital, uma das principais firmas brasileiras de venture capital, e a Benchmark Capital, um dos mais importantes fundos de venture capital dos Estados Unidos, que tem participações em empresas como eBay e Twitter e que fez o seu primeiro investimento na América Latina através do Peixe Urbano.
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Controladora do Submarino entra na Justiça contra ICMS duplo
Segundo nota da Folha de São Paulo, a empresa B2W, que controla a Americanas.com, o Submarino e o Shoptime, entrará com ação judicial em 18 Estados e no Distrito Federal para evitar a dupla cobrança de ICMS sobre os produtos que vende pela internet.
A medida tenta barrar a decisão tomada pelos Estados que assinaram o protocolo 21. O documento determina que o imposto seja, a partir deste mês, dividido entre os Estados de origem e de destino das mercadorias vendidas on-line.(Editoria de arte: Folhapress)
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Carrefour testa cartão pré-pago com bônus
Reporta Janaina Langsdorff, no Meio & Mensagem, que Carrefour escolheu o Rio de Janeiro para testar o lançamento do Cartão Compra Pré-Paga, que oferece bônus proporcionais de 5%, 10% e 15% a cada vez que o consumidor gasta R$ 30, R$ 60 e R$ 100 para carregá-lo. A novidade chega às oito lojas do Rio de Janeiro (Barra, Engenho de Dentro, Sulacap, Manilha, Alcântara, Duque de Caxias, Campo Grande e Belford Roxo) nesse domingo, 8, e depois segue para as outras 170 unidades da rede em todo o Brasil.
Os portadores do Cartão Compra Pré-Paga podem escolher entre os mais de 60 mil itens disponíveis nas lojas Carrefour. O hipermercado disponibiliza ainda outras facilidades, como pagamentos parcelados em até 10 ou 15 vezes no cartão da rede, dependendo do produto adquirido.
Os portadores do Cartão Compra Pré-Paga podem escolher entre os mais de 60 mil itens disponíveis nas lojas Carrefour. O hipermercado disponibiliza ainda outras facilidades, como pagamentos parcelados em até 10 ou 15 vezes no cartão da rede, dependendo do produto adquirido.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Guerra dos Cupons: A&T, Google e Facebook desafiam o Groupon
Reporta Adam Blair, no Retail Information Systems, que além das dezenas de cópias descaradas, o site de compras coletivas Groupon agora vai enfrentar pesos-pesados da internet que também querem uma fatia desse mercado lucrativo.
Apesar dessa corrida do ouro, há indicações de que o interesse dos consumidores pelos coupons de "ofertas do dia" está diminuindo, e que os usuários estão buscando sites que oferecem promoções mais personlizadas. Muitos varejistas ainda desconfiam dos sites de cupons, principamente porque esses sites não fornecem os dados sobre os clientes, que coletam no processo.
Esta semana, a gigante de telecomunicações AT&T anunciou que oferecer um serviço de descontos no site yellowpages.com, que deve iniciar testes em Los Angeles, Atlanta e Dallas. Semana passada, o Facebook lançou o "Deals" em quatro grandes cidades dos EUA. E agora o Google também informou que vai começar a testar o "Google Offers" em Portland, com planos de expansão para San Francisco e Nova York.
Apesar dessa corrida do ouro, há indicações de que o interesse dos consumidores pelos coupons de "ofertas do dia" está diminuindo, e que os usuários estão buscando sites que oferecem promoções mais personlizadas. Muitos varejistas ainda desconfiam dos sites de cupons, principamente porque esses sites não fornecem os dados sobre os clientes, que coletam no processo.
Esta semana, a gigante de telecomunicações AT&T anunciou que oferecer um serviço de descontos no site yellowpages.com, que deve iniciar testes em Los Angeles, Atlanta e Dallas. Semana passada, o Facebook lançou o "Deals" em quatro grandes cidades dos EUA. E agora o Google também informou que vai começar a testar o "Google Offers" em Portland, com planos de expansão para San Francisco e Nova York.
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Stop & Shop testa aplicativo que lê códigos de barras via iPhone
Segundo nota da RIS News, a rede de supermercados Stop & Shop dos EUA iniciou os testes em algumas lojas com um aplicativo que permite que os consumidores chequem os códigos de barras dos produtos durante as compras. O aplicativo é sincronizado com o programa de fidelidade da loja, que permite que a Stop & Shop registre as informações de compras e envie promoções personalizadas para o iPhone do cliente.
Os compradores usam a câmera do celular para escanear códigos de barras das mercadorias, à medida que enchem seus carrinhos. Quando terminam as compras, é só ir até o caixa e exibir o cartão de fidelidade, acelerando o pagamento.
Os compradores usam a câmera do celular para escanear códigos de barras das mercadorias, à medida que enchem seus carrinhos. Quando terminam as compras, é só ir até o caixa e exibir o cartão de fidelidade, acelerando o pagamento.
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Compras via celular disparam
De acordo com um novo estudo da inMobi, indica que os consumidores com acesso móvel à internet preferem usar celulares e tablets para fazer compras, em vez de PCs ou laptops. A inMobi entrevistou 15.000 usuários em 14 países a respeito de seus hábitos de consumo. A pesquisa indica que nos EUA, as compras móveis já se tornaram comuns para um grande número de pessoas, e que o país tem 74 milhões de usuários móveis do total de 310 milhões de consumidores no mundo que já fazem compras pelo celular.
A inMobi prevê que as vendas de produtos e serviços via celular devem atingir US$ 9 bilhões nos Estados Unidos este ano. É um salto significativo em comparação a 2010, quando as vendas dessa categoria de varejo chegaram a US$ 2,4 bilhões. E em 2009, o valor foi de US$ 1,2 bilhões.
Os itens mais comprados pelos usuários americanos são games e outros conteúdos para o próprio celular, com 42% dos entrevistados afirmando que fizeram pelo menos uma compra nesta categoria. Já 19% disseram que compras aparelhos eletrônicos através do celular, 15% compras roupas e acessórios. Ingressos de espetáculos e cinema são mencionados por 13% e pacotes turísticos foram comprados por 12% dos usuários. E 63% dos entrevistados disseram que consideram satisfatória a experiência de comprar pelo celular.
Segundo James Lamberti, vice-presidente de pesquisas globais da inMobi, a pesquisa revela que o uso do celular como ferramenta de varejo vai "canibalizar" o PC. Essa rápida evolução do celular como aparelho preferencial nas compras vai causar um forte impacto nas estratégias de marketing e publicidade das empresas, e as agências devem criar novos modelos de anúncios adaptados às pequenas telas de smartphones e tablets.
Entre os consumidores que têm aparelhos com internet móvel, 49% disseram que ainda preferem comprar nas lojas físicas, enquanto 35% já se sentem confortáveis em fazer compras com o celular -- apenas 16% preferem fazer compras através do PC ou laptop, diz o estudo. E a curva de crescimento é acelerada, porque cada vez mais consumidores estão adotando smartphones com internet móvel.
Lamberti acredita que os consumidores já estão muito à frente das agências de marketing em termos de adaptação ao uso de aparelhos móveis. Segundo o executivo, de 30% a 40% dos americanos já acessam a web diariamente via smartphone ou tablet, e esse número deve dobrar nos próximos dois anos.
Os varejistas e agências de publicidade precisam entender esse fenômeno rapidamente, e buscar meios de aproveitar o crescimento do hábito. As empresas mais rápidas terão uma grande vantagem com essa multidão de novos consumidores.
Essa tendência é tema de um outro estudo, feito pela revista Advertising Age, que afirma que o smartphone vira do avesso os modelos consagrados da publicidade para atrair o consumidor. Em vez de seguir um caminho cuidadosamente traçado pelo marketing, agora o consumidor pode mudar de ideia a qualquer momento, fazendo consultas instantâneas em um aparelho de bolso.
A digitalização das compras beneficia o consumidor acima de tudo. O comprador tem agora meios para atingir o ideal das compras, a combinação entre preço, seleção e atendimento.
A inMobi prevê que as vendas de produtos e serviços via celular devem atingir US$ 9 bilhões nos Estados Unidos este ano. É um salto significativo em comparação a 2010, quando as vendas dessa categoria de varejo chegaram a US$ 2,4 bilhões. E em 2009, o valor foi de US$ 1,2 bilhões.
Os itens mais comprados pelos usuários americanos são games e outros conteúdos para o próprio celular, com 42% dos entrevistados afirmando que fizeram pelo menos uma compra nesta categoria. Já 19% disseram que compras aparelhos eletrônicos através do celular, 15% compras roupas e acessórios. Ingressos de espetáculos e cinema são mencionados por 13% e pacotes turísticos foram comprados por 12% dos usuários. E 63% dos entrevistados disseram que consideram satisfatória a experiência de comprar pelo celular.
Segundo James Lamberti, vice-presidente de pesquisas globais da inMobi, a pesquisa revela que o uso do celular como ferramenta de varejo vai "canibalizar" o PC. Essa rápida evolução do celular como aparelho preferencial nas compras vai causar um forte impacto nas estratégias de marketing e publicidade das empresas, e as agências devem criar novos modelos de anúncios adaptados às pequenas telas de smartphones e tablets.
Entre os consumidores que têm aparelhos com internet móvel, 49% disseram que ainda preferem comprar nas lojas físicas, enquanto 35% já se sentem confortáveis em fazer compras com o celular -- apenas 16% preferem fazer compras através do PC ou laptop, diz o estudo. E a curva de crescimento é acelerada, porque cada vez mais consumidores estão adotando smartphones com internet móvel.
Lamberti acredita que os consumidores já estão muito à frente das agências de marketing em termos de adaptação ao uso de aparelhos móveis. Segundo o executivo, de 30% a 40% dos americanos já acessam a web diariamente via smartphone ou tablet, e esse número deve dobrar nos próximos dois anos.
Os varejistas e agências de publicidade precisam entender esse fenômeno rapidamente, e buscar meios de aproveitar o crescimento do hábito. As empresas mais rápidas terão uma grande vantagem com essa multidão de novos consumidores.
Essa tendência é tema de um outro estudo, feito pela revista Advertising Age, que afirma que o smartphone vira do avesso os modelos consagrados da publicidade para atrair o consumidor. Em vez de seguir um caminho cuidadosamente traçado pelo marketing, agora o consumidor pode mudar de ideia a qualquer momento, fazendo consultas instantâneas em um aparelho de bolso.
A digitalização das compras beneficia o consumidor acima de tudo. O comprador tem agora meios para atingir o ideal das compras, a combinação entre preço, seleção e atendimento.
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E-Commerce Live aborda taxa de conversão das ações e estratégias em SP
Na próxima sexta-feira (06) ocorre a primeira edição do E-Commerce Live, voltado aos tomadores de decisão do comércio eletrônico nacional, com palestras e discussões com o tema “Como aumentar a taxa conversão de seu e-commerce”.
Realizado pela agencia digital CookieWeb em parceria com a VTEX o evento acontece no dia 06 de maio, no Hotel Blue Tree - Faria Lima, em São Paulo.
Haverá transmissão ao vivo via Facebook, das 11 palestras confirmados com Rodrigo Rodrigues, do Google Brasil; Maurício Salvador, da E-Commerce School, autor do livro “Como abrir uma loja virtual de sucesso”, Natan Sztamfater, fundador da loja virtual PortCasa e da agência digital CookieWeb; Alexandre Soncini, da VTEX; Helder Knidel, da Tuilux; Tiago Zana Girelli, da E-Commerce Search; Albert Deweik, da NeoAssist; Luiz Augusto Pereira, da Virid; Luís Fernando Vabo Jr, da Siev; além das palestras dos outros representantes das duas empresas realizadoras, CookieWeb, com Marcel Werdesheim, e VTEX, com Rafael Forte.
Para conferir temas das palestras, acesse aqui.
Realizado pela agencia digital CookieWeb em parceria com a VTEX o evento acontece no dia 06 de maio, no Hotel Blue Tree - Faria Lima, em São Paulo.
Haverá transmissão ao vivo via Facebook, das 11 palestras confirmados com Rodrigo Rodrigues, do Google Brasil; Maurício Salvador, da E-Commerce School, autor do livro “Como abrir uma loja virtual de sucesso”, Natan Sztamfater, fundador da loja virtual PortCasa e da agência digital CookieWeb; Alexandre Soncini, da VTEX; Helder Knidel, da Tuilux; Tiago Zana Girelli, da E-Commerce Search; Albert Deweik, da NeoAssist; Luiz Augusto Pereira, da Virid; Luís Fernando Vabo Jr, da Siev; além das palestras dos outros representantes das duas empresas realizadoras, CookieWeb, com Marcel Werdesheim, e VTEX, com Rafael Forte.
Para conferir temas das palestras, acesse aqui.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Representante do portal chinês Alibaba prepara nova investida no Brasil
Reporta Érica Polo, na IstoÉ Dinheiro, que Kenneth Ma, CEO da empresa de tecnologia Ludatrade, cuja sede fica em Hong Kong. A Ludatrade representa no Brasil o Alibaba.com, portal chinês de comércio eletrônico corporativo que desembarcou no País em março de 2010. Com foco em pequenas e médias empresas, ele é um dos 100 portais mais acessados do mundo e tem um faturamento global de US$ 845 milhões. No Brasil, no entanto, a operação ainda engatinha um ano depois da largada.
Antes de ingressar no mercado nacional por meio da Ludatrade, cujo escritório está localizado na avenida Paulista, em São Paulo, o Alibaba.com possuía 175 mil clientes brasileiros; hoje, são 220 mil – o faturamento local não é divulgado. É uma quantidade pequena, diante dos 15 milhões de usuários do portal no mundo ou em relação ao público potencial, formado por cinco milhões de micro e pequenas empresas que atuam aqui. Para acelerar o crescimento, a Ludatrade vai inaugurar, daqui a três meses, um portal destinado a negócios entre empresas dentro do Brasil.
O projeto, cujo valor de investimento não é revelado, será oferecido pela Ludatrade em seu endereço virtual (www.ludatrade.com). Trata-se de um negócio que a empresa de tecnologia tocará paralelamente às atividades desenvolvidas para o Alibaba.com. Mas o novo serviço funcionará como parceiro do portal chinês, pois será um canal a mais para levar clientes para lá.
Leia a íntegra da reportagem aqui.
Antes de ingressar no mercado nacional por meio da Ludatrade, cujo escritório está localizado na avenida Paulista, em São Paulo, o Alibaba.com possuía 175 mil clientes brasileiros; hoje, são 220 mil – o faturamento local não é divulgado. É uma quantidade pequena, diante dos 15 milhões de usuários do portal no mundo ou em relação ao público potencial, formado por cinco milhões de micro e pequenas empresas que atuam aqui. Para acelerar o crescimento, a Ludatrade vai inaugurar, daqui a três meses, um portal destinado a negócios entre empresas dentro do Brasil.
O projeto, cujo valor de investimento não é revelado, será oferecido pela Ludatrade em seu endereço virtual (www.ludatrade.com). Trata-se de um negócio que a empresa de tecnologia tocará paralelamente às atividades desenvolvidas para o Alibaba.com. Mas o novo serviço funcionará como parceiro do portal chinês, pois será um canal a mais para levar clientes para lá.
Leia a íntegra da reportagem aqui.
Em um ano, 20% dos sites de compras coletivas saem do ar
Reporta Camila Fusco, na Folha de S. Paulo, que cerca de 20% dos sites de compras coletivas no Brasil que operavam até o final do ano passado após o boom do setor foram extintos. Um ano após a chuva desses sites da web, 250 de 1200 páginas já saíram do ar.
O índice de mortalidade segue o padrão do tempo médio de duração das pequenas empresas, mas há motivos que explicam o fracasso do negócio aparentemente simples de ser comandado.
As compras coletivas dependem de parcerias com lojas, hotéis, restaurantes e prestadores de serviços em geral. Quem não tem força para vendas não sobrevive, pois tem dificuldade de manter e encontrar novos parceiros. Alguns empresários, quando descobriram a complexidade do negócio, desistiram.
Há quem tentou vender, mas poucos conseguiram. Um exemplo foi o Bom Proveito, vendido para o Clube do Desconto.
O índice de mortalidade segue o padrão do tempo médio de duração das pequenas empresas, mas há motivos que explicam o fracasso do negócio aparentemente simples de ser comandado.
As compras coletivas dependem de parcerias com lojas, hotéis, restaurantes e prestadores de serviços em geral. Quem não tem força para vendas não sobrevive, pois tem dificuldade de manter e encontrar novos parceiros. Alguns empresários, quando descobriram a complexidade do negócio, desistiram.
Há quem tentou vender, mas poucos conseguiram. Um exemplo foi o Bom Proveito, vendido para o Clube do Desconto.
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