terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Flawsome: marcas que assumem seus defeitos

O site estratégico Trendwatching revela uma interessante tendência: os consumidores não esperam que as marcas sejam completamente sem falhas. De fato, consumidores abraçarão marcas que são FLAWSOME*: marcas que são geniais apesar de suas falhas; mesmo com falhas (e elas são sinceras sobre isso) elas podem ser fantásticas. Estamos falando de marcas que mostram alguma empatia, generosidade, humildade, flexibilidade, maturidade, humor e (ousamos dizer) algum caráter e humanidade.
Há dois vetores chaves que alimentam a tendência FLAWSOME:
    HUMAN BRANDS: Sabemos que muitas coisas, inclusive o atual desdém geral com relação ao mundo corporativo e a influência da cultura online (com sua honestidade brutal e natureza imediatista), estão afastando os consumidores de marcas chatas e insossas e levando-os na direção de marcas que têm personalidade.
    TRANSPARENCY TRIUMPH: Os consumidores estão se beneficiando de uma transparência quase total e brutal (e assim estão descobrindo os defeitos das marcas de qualquer jeito), devido à enorme quantidade de avaliações de usuários, vazamentos de informações e índices de satisfação disponíveis na web.
* Em inglês, FLAWSOME é um termo que combina "flaw" e "awesome", em português "defeito" e "fantástico". E sim, FLAWSOME é de longe o nome de tendência mais atordoante que inventamos até hoje. Mas temos certeza que você não vai esquecê-lo ;-)
Quase 85% dos consumidores no mundo inteiro esperam que as empresas se envolvam ativamente no avanço do bem-estar coletivo, um aumento de 15% comparado com 2010 (Fonte: Havas Media, novembro de 2011).
Porém, somente 28% das pessoas acham que as empresas estão trabalhando bastante para resolver os grandes desafios sociais e ambientais (Fonte: Havas Media, novembro de 2011).
Os consumidores são cada vez mais conscientes de que personalidade e resultados podem ser compatíveis (exemplos: Zappos, Patagonia, Tom’s, Ben & Jerry’s, Michel et Augustin e Zalando, entre outros). A medida que certas empresas obtêm sucesso ao mesmo tempo em que continuam sendo justas, prestativas, divertidas ou até mesmo um pouco "humanas", os consumidores ficarão cada vez mais desiludidos ao lidar com marcas tradicionais, insossas e impessoais.
 A maioria das pessoas não se importaria se 70% das marcas deixassem de existir (Fonte: Havas Media, novembro de 2011).
    A cultura online é a cultura verdadeira, e as fachadas "corporativas" inflexíveis e insossas estão na contramão dos consumidores que vivem conectados e que têm o hábito de comunicar imediata, aberta e cruamente (veja também MATURIALISM). Além do mais, as pessoas hoje dividem e transmitem abertamente suas vidas online - inclusive seus defeitos - e assim esperam cada vez mais que as marcas façam o mesmo.
    Em fim, a natureza humana diz que as pessoas têm dificuldades em estabelecer um elo verdadeiro, se aproximar, ou realmente confiar em outros humanos que fingem não ter fraquezas, defeitos, ou erros - e tratam as marcas da mesma forma.
Além deste desejo por personalidade, há uma enxurrada de avaliações de consumidores, comentários, índices de satisfação, relatórios, vazamentos de informação e assim por diante. Lá em 2009, discutimos TRANSPARENCY TRIUMPH; três anos depois, os consumidores já têm o benefício de transparência quase-total.
E a "transparência" continuará a ser um dos mais importantes "grandes temas de negócios": desde a partilha sem atritos por indivíduos, ao acesso a dados previamente inacessíveis (veja nossa tendência DIY HEALTH [SAÚDE FAÇA-VOCÊ-MESMO]), e à transparência forçada que entidades como Wikileaks impõe a governos, marcas, instituições e indivíduos. Prepare-se para um mundo em que tudo (atitudes, preços, qualidade, comportamento) será totalmente acessível, e então onde todos os "defeitos" poderão ser descobertos.
Assim, agora que os consumidores provavelmente vão descobrir tudo sobre seus produtos, serviços e atividades, você não tem escolha a não ser recebê-los de braços abertos, e comemorar estas descobertas, com defeitos e tudo.
Duas coisas para se ter em mente:
    O conceito de algo "sem defeito" é uma ilusão, e pode até ser perigoso. Eventuais avaliações negativas de consumidores não matarão sua marca. Ao contrário: quando se publicam avaliações negativas e positivas lado a lado, a confiança das pessoas nas avaliações positivas aumenta. Os consumidores não são burros: sabem que nenhum produto vai satisfazer todo mundo o tempo todo. Algumas estatísticas:
68% de consumidores confiam em avaliações de consumidores quando vêem escores positivos e negativos juntos, enquanto 30% desconfia de censura ou avaliações falsas se não houver comentários e avaliações negativos juntos (Fonte: Reevoo.com, janeiro de 2012).Os consumidores que se esforçam para ler as avaliações negativas acabam comprando 67% mais vezes que a média (Fonte: Reevoo.com, janeiro de 2012).
As coisas podem dar errado. Da mesma forma que os consumidores nunca antes tiveram a oportunidade de fazer suas reclamações serem notadas tanto quanto hoje em dia, as marcas também têm a oportunidade de reagir e responder como nunca antes. Se elas fizerem direito, os defeitos de uma marca podem se tornar FLAWSOME, as reputações podem ser reparadas, senão reinventadas.76% das pessoas que reclamam via Twitter não recebem resposta da marca. Mas entre aquelas que foram contatadas, 83% gostou ou adorou que a marca respondeu, e 85% ficou satisfeito com a resposta (Fonte: Maritz Research, setembro de 2011).
E claro, ser FLAWSOME também se trata das empresas que se abrem do mesmo jeito que seus clientes já se abrem online faz tempo. Introduza uma versão Beta: produtos e serviços que ainda não foram aperfeiçoados*, e deixe que a multidão dê feedback e conselhos.
* Não estamos dizendo que você deve lançar produtos de baixa qualidade, mas muitas marcas poderiam aprender lições da indústria de software e sua abordagem "Beta". Muitas vezes, os seus clientes valorizarão a iniciativa e poderão até gostar de ajudá-lo melhorar seus produtos ou serviços.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Vendas no varejo online crescem 17% em São Paulo

Segundo nota do TI Inside, as vendas no varejo online na região metropolitana de São Paulo registraram aumento de 17% no ano passado, totalizando R$ 3,079 bilhões, enquanto o comércio varejista tradicional contabilizou R$ 151,4 bilhões, alta de 3,1% em relação a 2010, de acordo com levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), em conjunto com a empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Já no mês de dezembro de 2011 o faturamento do varejo como um todo atingiu R$ 15,7 bilhões com aumento de 3,5% das vendas reais frente ao mesmo mês de 2010.
Para a Fecomercio-SP, os dados apurados confirmam as previsões quanto ao bom desempenho de vendas do Natal, embora abaixo dos padrões observados em 2010. Para este ano, apesar da convergência de opiniões a respeito de uma eventual desaceleração nas vendas, a entidade avalia que os resultados podem surpreender devido ao expressivo aumento do salário mínimo e a queda na taxa de juros ao consumidor.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

União entre RBS e Ferraz Moda, F-Hits lança e-commerce

Reporta Beatriz Almodova Lorente, no Meio & Mensagem, que um ano após o Grupo RBS e a empresária Alice Ferraz, da Ferraz Moda, lançarem o selo F-Hits (que agrega blogueiras de moda em apenas uma plataforma), os sócios acabam de inaugurar o e-commerce no produto. O comércio eletrônico revende roupas, sapatos e acessórios para os consumidores que se cadastrarem. Neste início, 20 marcas parceiras vestem as 25 blogueiras da rede e o objetivo ao usar as meninas como modelos é reforçar a proximidade com os leitores que já acompanham os seus blogs. Ao clicar na imagem das peças, o consumidor é direcionado para realizar a sua compra. “Nossa intenção é que essa seja uma boa experiência de compra, desde a navegação até o recebimento da embalagem em suas casas”, diz o CEO de negócios de internet e mobile do Grupo RBS, Fábio Bruggioni.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Osram lança projetor que pode substituir banner impresso

A Osram lançou o projetor de LED Kreios G1. O produto, que tem lojistas e outros anunciantes como público-alvo, visa “substituir” os banners impressos nos espaços comerciais como bares, shoppings e cinemas, por mensagens de luz. Segundo a companhia, essa é uma forma de se chamar a atenção de um jeito diferente e até economizar, apesar do investimento inicial.
“Se pensarmos que um banner geralmente é trocado a cada duas semanas, a instalação do Kreios se mostra um investimento eficiente, já que, com apenas um deles, você pode exibir a imagem que quiser pelo tempo que for necessário, incluindo palavras e desenhos”, afirmou Ricardo Oliveira, gerente do segmento de display optic da Osram, que avalia que o custo do produto seja “compensado” após um ano, tendo os banners comuns como ponto de referência.
O consumo de energia também seria baixo, devido à tecnologia LED aplicada no produto, que também conta com vida útil de 30.000 horas e garantia de dois anos.

Starbucks lidera em pagamentos móveis

A rede de cafés Starbucks está na vanguarda das transações de pagamento via celular na América do Norte. O aplicativo da empresa para celulares e tablets está conseguindo aumentar sensivelmente as compras, e mais ainda, aumentando a fidelidade dos clientes.
Segundo reportagem do site Mobile Commerce Daily, a Starbucks está cada vez mais consciente a respeito do papel que os pagamentos via celular representam para a economia da empresa.
Segundo Howard Schultz, presidente e CEO da Starbucks, a empresa já se tornou líder mundial na área de pagamentos por aparelhos móveis -- em termos de volume, transações e valor monetário.
Schultz disse que a Starbucks soube lidar bem com os diversos obstáculos relacionados com a tecnologia de pagamento móvel, e transformou essas dificuldades em uma vantagem estratégica em relação aos concorrentes. Em dezembro de 2011, a Starbucks atingiu a marca de 26 milhões de transações móveis, desde o lançamento de seu programa de pagamentos móveis em janeiro de 2011.
O app da Starbucks para iPhone e celulares do sistema Android permite que os clientes chequem seu saldo de compras e recarreguem o limite através das principais bandeiras de cartões de crédito e débito. O aplicativo gera um código de barras que pode ser usado pelos consumidores nas lojas da rede.
No trimestre fiscal encerrado em janeiro de 2012, a Starbucks informou que os lucros tiveram alta de 16%, chegando a US$ 3,4 bilhões -- um recorde histórico. A empresa disse que o número médio de transações diárias por loja subiu consideravelmente, e esse crescimento tem grande participação do cartão Starbucks Card Loyalty e das transações feitas através do aplicativo móvel.
Os clientes da Starbucks nos EUA carregaram US$ 500 milhões em seus cartões de fidelidade em dezembro de 2012, um crescimento de 23% em comparação com dezembro de 2011.
A rede também ganhou 413.000 novos assinantes do programa My Starbucks Rewards em dezembro passado, elevando o número total de participantes dessa promoção para mais de 3,7 milhões.
Um a cada quatro usuários usa o cartão da Starbucks para compras em outros estabelecimentos. A empresa não especifica quantos desses clientes usam o aplicativo para compras móveis em outras lojas.
Segundo Denée Carrington, analista da Forrester Research, a iniciativa da Starbucks é a maior ação voltada para a adoção de pagamentos móveis, e seu impacto é muito significativo. Carrignton observa que a Starbucks está liderando uma tendência que demonstra o valor econômico (e a economia) que pode ser atingida com o uso da tecnologia de pagamentos via aparelhos móveis.
A Starbucks está em uma categoria muito particular do varejo, já que seu produto (o café e variantes) é um item de consumo muito intenso e frequente por consumidores em centros urbanos. Além disso, os clientes normalmente esperam rapidez nesse tipo de compra. A Starbucks é proprietária dos sistemas de pagamento nos pontos de venda, o que também facilita a evolução tecnológica dos sistemas.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Trendwatching: POINT-KNOW-BUY (APONTE-SAIBA-COMPRE)

O site Trendwatching indica que a tendência POINT-KNOW-BUY (APONTE-SAIBA-COMPRE) reformulará as expectativas dos consumidores com relação à informação, além de seu comportamento de busca e os seus padrões de compra.
Não é nenhuma novidade que os consumidores são obcecados por informação. Informação e conhecimento dão poder, controle e segurança aos consumidores (ou pelo menos a sensação disso). Assim, informação e conhecimento sempre serão valorizados por aqueles que buscam o que há de melhor. Igualmente importante, o processo da descoberta de informação adiciona o fator da diversão à busca.
Agora, depois de uma década de quase obsessão pelo Google, o acesso instantâneo à informação através de uma busca precisa (por texto) é algo esperado, uma parte integral do estilo de vida moderno. A próxima fronteira é gratificação através de informação visual, onde consumidores possam acessar, de forma mais natural e em qualquer lugar, informações sobre objetos que encontrem pela vida real, simplesmente ao apontar seus smartphones* para qualquer coisa que acham interessante.
E assim como "estar conectado" não mais depende de um computador (de mesa!), o processo de descoberta também não dependerá apenas de uma busca por texto. As pessoas poderão imediatamente descobrir informações sobre (e eventualmente comprar) qualquer coisa que vêem ou ouvem, mesmo que não saibam o que é ou não consigam descrevê-la em palavras.
* Assim como em tantas outras tendências digitais, o smartphone (sempre-no-bolso-senão-na-mão) e a junção de um ambiente tecnológico "visual" (oferecendo tudo desde códigos QR a métodos avançados de busca visual) são vetores importantes, que alimentarão a revolução POINT-KNOW-BUY.

EXEMPLOS:

Vamos começar com a parte do "conhecimento" de POINT-KNOW-BUY:
  • leafsnap é um aplicativo gratuito que usa a tecnologia de reconhecimento visual para que usuários possam identificar diferentes espécies de árvores ao tirar uma foto de suas folhas.

  • Word Lens é um aplicativo que traduz texto impresso (tais como cardápios ou avisos) de francês ou espanhol para inglês (e vice-versa), através da câmera no iPhone.

  • O Skymap, da Google, continua sendo um belo exemplo de POINT & KNOW. Usuários podem apontar seus telefones ao céu para descobrir detalhes sobre os corpos celestes ou constelações que veem. Star Chart e Star Walk são aplicativos semelhantes para o iPhone.

E não podemos esquecer do aspecto áudio do POINT & KNOW:
  • O pioneiro Shazam, com o que usuários podem identificar qualquer faixa de música que ouvem, onde quer que estejam, anunciou em setembro de 2011 que seus usuários estavam marcando mais de um bilhão de músicas por ano, e que o serviço oferecerá marcação gratuita sem limites.
  • Com WeBIRD e um smartphone, usuários podem gravar o canto de um pássaro, mandá-lo para um servidor e (depois de alguns minutos) receber uma identificação da espécie de pássaro. Espera-se que WeBIRD seja disponível para o público antes da migração da primavera de 2012.

De fato, tudo está se tornando KNOWN (CONHECIDO), até mesmo as pessoas:
  • Criada por Carnegie Mellon University, PittPatt é uma ferramenta de reconhecimento facial. PittPatt foi adquirida por Google, e é a tecnologia por trás do Google+ Find My Face. Lançado em dezembro de 2011, a ferramenta automaticamente identifica pessoas nas fotos dos usuários. Assustador? Talvez. Interessante? Com certeza.

2012 Premium Service

As tecnologias POINT & KNOW podem ser facilmente transformadas em ferramentas POINT & KNOW-HOW TO (APONTAR & SABER COMO):
  • Aurasma, um aplicativo desenvolvido pela Autonomy (recentemente comprada por HP por mais de US$ 7 bilhões), oferece realidade aumentada baseada em objetos. Recentemente, a empresa lançou um vídeo para mostrar aos usuários como poderiam ver instruções sobre como montar uma TV de parede, projetadas na própria parede em tempo real. Enquanto isso, Metaio apresentou um guia de realidade aumentada para trocar cartuchos de impressora (perfeito para consumidores confusos, que, ao encarar a parte de dentro da impressora, não conseguem encontrar o raios da "Porta B" ;-).


  • E tem ainda um lance inovador de POINT & KNOW para os cegos: VizWiz é um aplicativo que ajuda os usuários cegos a "ver", ao explicar-lhes quais objetos eles acabaram de fotografar.

Nunca mais perca um Trend Briefing

E quando a tecnologia falha, ainda há CROWDSOURCED POINT & KNOW:
  • No site francês WhereToGet.It, usuários podem postar fotos da rua, revistas, blogs ou filmes e perguntar à comunidade onde os objetos em questão podem ser adquiridos.
  • A revista belga Flair lançou seu aplicativo para Facebook, chamado fashiontag, em março de 2011. Com este aplicativo, usuários podem marcar fotos das roupas dos amigos e perguntar onde elas podem ser compradas.

Mas para um verdadeiro insight sobre o que está por vir com relação a POINT-KNOW-BUY, vale a pena dar uma olhada no que os grandes atuantes no segmento de tecnologia estão desenvolvendo com relação a sistemas mais "inteligentes" de reconhecimento de imagem e busca visual.
  • Com Google Goggles, usuários podem buscar informações na internet sobre os objetos que fotografam. A atualização mais recente oferece um modo de filmagem contínua, onde usuários nem precisam mais fotografar o objeto. Ao invés disso, o aplicativo escaneia, de forma contínua, tudo no visor e automaticamente mostra resultados relevantes ao reconhecer diferentes objetos.
  • Em setembro de 2011, Layar anunciou uma parceira com Telefonica para fornecer tecnologia de busca visual para o multinacional de telecomunicações.

Ninguém ficará surpreso quando os grandes varejistas começam a adicionar o elemento BUY (COMPRAR) às buscas visuais nos próximos meses.
  • O aplicativo Amazon Flow, lançado em novembro de 2011, também oferece tecnologia de escaneamento continuo. Quando usuários apontam seus aparelhos para livros, games, DVDs ou CDs, informação adicional aparece imediatamente, inclusive faixas de áudio e vídeo, opiniões de consumidores e informação sobre como comprar.
  • Em novembro de 2011, o presidente da eBay, John Donahoe anunciou que reconhecimento de imagens será uma característica chave em futuros aplicativos móveis da empresa. Usuários poderão tirar fotos de objetos no mundo real e encontrar itens semelhantes para venda no site da eBay.

  • IQ Engines é uma plataforma de reconhecimento de imagens desenvolvida por UC Berkeley e UC Davis. Em conjunto com oMoby, um motor de busca visual (parecido com Google Goggles), o software também comanda o modo de busca dos aplicativos móveis da Best Buy e NextTag para compras e comparação de preços.

  • Os usuários do aplicativo Originals para iPhone da Adidas, lançado em agosto de 2011, podem tirar uma foto de qualquer tênis da Adidas e fazer uma busca pela linha de produtos da marca para achar informação sobre um determinado produto e estoques do mesmo em varejistas locais.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O Varejo Total

Uma das tendências que merecem atenção neste começo de ano está sendo apelidada de "Varejo Total", ou "Varejo 3.0". Os analistas do setor definem o Varejo Total como o passo seguinte do varejo multicanal, indo além da integração entre lojas de tijolos e online para envolver todas as etapas do varejo moderno: cadeia de suprimentos, marketing, vendas, atendimento e outros elementos.
O Varejo Total é estimulado em grande parte pela explosão das plataformas móveis, como smartphones e tablets. Esses aparelhos (e os aplicativos criados para eles) representam o maior salto tecnológico no varejo nos últimos anos. O fato do consumidor não precisar mais ir até uma loja física ou usar um computador de mesa para fazer uma compra representa uma transformação sem precedentes na indústria.
Hoje, o comprador que estiver no espaço da loja pode usar o aparelho móvel para consultar catálogos de produtos, ver comparações de preços, resenhas e críticas -- e usar todas essas informações para otimizar a experiência de compras.
Esse arsenal portátil na mão do consumidor forçou as empresas a mudarem muitas práticas e estratégias consagradas. As empresas vencedoras na segunda década do século XXI são aquelas que agem de forma proativa, antecipando as mudanças nos hábitos dos clientes e implementando mudanças rapidamente.
A temporada de compras de final de ano é sempre o termômetro e bola de cristal para a indústria de varejo. Nos EUA e na combalida Europa, os melhores resultados do setor foram de empresas que melhor souberam usar a tecnologia para integrar todas as operações. E o final de 2011 deu corpo e substância à ideia do Varejo Total.
Além do uso dos celulares de última geração e tablets como assistentes nas compras, também avança o uso dos aparelhos em sistemas de pagamentos móveis. Nos Estados Unidos e em vários países da Europa, vários consórcios disputam o interesse do consumidor.  Ainda não há um padrão dominante, mas está claro que os clientes desejam poder pagar suas compras de modo prático e rápido, através do smartphone ou tablet.
Grandes redes como McDonalds, Starbucks e Walmart estão testando sistemas de pagamento "contactless" -- basta aproximar o celular do caixa para efetuar a transação. Os varejistas também apostam em serviços baseados na localização do usuário ("geolocalização") para detectar a presença do consumidor e oferecer promoções quando esse consumidor estiver próximo da loja.
A tecnologia dos códigos QR também tem um papel importante nesse movimento de Varejo Total. Os códigos gráficos que podem ser lidos por celulares (e que são considerados como substitutos dos antigos códigos de barras) permitem uma grande variedade de ações de marketing, logística e planejamento.
Os pagamentos móveis, em conjunto com a tecnologia NFC ("near field communication", ou comunicação de pequeno alcance) e os códigos QR permitem que o varejista complete transações comerciais dinâmicas e praticamente instantâneas.
É claro que cada elemento desse "combo" tecnológico do varejo moderno terá seus custos e tarifas, além de taxas e impostos de praxe. Mas esses custos não reduzem a atração dos varejistas pelas novas tecnologias, diante dos números de vendas. O "Consumidor 3.0" é importante demais para ser ignorado ou subestimado no atual cenário econômico mundial.  O varejo tradicional deve se tornar um nicho cada vez menor e mais especializado, enquanto o Varejo Total conquista cada vez mais espaço no mundo.

Lojistas brasileiros são maioria em evento do varejo em Nova York

Reporta Camila Fusco, na Folha Online,  que os  lojistas brasileiros estiveram em peso na feira anual do setor em Nova York, há duas semanas, em busca de inovação.
Pelo segundo ano seguido os brasileiros somaram o maior número de participantes e chegaram a 4.300 pessoas.
Além das vitrines inteligentes sensíveis ao toque, do uso de tablets dentro das lojas, e do comércio em redes sociais, outras novidades que estão mais baratas chamaram a atenção dos varejistas brasileiros.
Entre elas estão os provadores virtuais, que com adaptações tecnológicas já podem ser implantados por cerca de US$ 150, segundo modelo apresentado na NRF.
A tecnologia que há um ano custava perto de US$ 1.200 ganhou adaptação com um videogame Kinect da Microsoft -- que reproduz movimentos do jogador na tela -- e permite a interação com as roupas reais.
Começa agora a corrida para ver quem vai chegar primeiro ao mercado com tais inovações ao consumidor brasileiro.
De olho na demanda crescente por modernização, fornecedores de tecnologia ampliam sua oferta de tecnologias para o país, que junto com os emergentes deve registrar crescimento acima da média global no setor, de 4,6%. Segundo o Gartner, o mercado brasileiro de tecnologia da informação poderá avançar mais de 10%, beirando US$ 145 bilhões.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Magazine Luiza prevê 10 mil lojas nas redes sociais

O "Magazine Você", iniciativa da varejista Magazine Luiza nas redes sociais, vai antecipar a abertura para o público geral, prevista para março deste ano. A partir de agora, qualquer pessoa pode ter sua própria loja nas redes sociais e ganhar comissão por cada produto vendido. Esse é o novo comércio e a prova de que o digital commerce é aqui e agora.
 A proposta permite ao usuário de redes sociais abrir uma loja no Orkut e/ou Facebook com até 60 produtos do www.magazineluiza.com, divulgar entre seus amigos e ganhar uma comissão de 2,5% ou 4,5 % por cada produto vendido.  Toda a operação de compra, incluindo o pagamento e a entrega, é de responsabilidade do Magazine Luiza, o que garante total segurança e confiabilidade à plataforma. 
Inicialmente, apenas familiares de funcionários da rede poderiam se tornar divulgadores. Essa primeira fase alcançou a marca de mil lojas em menos de quatro meses. Com a abertura para o público em geral, nesta quinta-feira, a meta da varejista é atingir 10 mil divulgadores em 2012, impactando um milhão de clientes.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Varejistas buscam "Santo Graal" digital

O encontro anual da National Retail Federation, a federação de varejo dos EUA, reuniu na semana passada um número recorde de 24.000 visitantes de 85 países, todos em busca de novas tendências de consumo e novas tecnologias para o setor.
Essa multidão de comerciantes, fabricantes e fornecedores de serviços e tecnologias tinha apenas um objetivo em mente: como conquistar o consumidor em tempos de crise econômica?
Durante quatro dias, esse tópico e suas variações foram discutidos em "keynotes", painéis temáticos e mesas-redondas. Segundo Deborah Weinswig, analista do Citigroup presente ao evento, a análise de dados dos consumidores deve ser o principal foco dos varejistas em 2012. Ela observa que os comerciantes estão passando da defensiva para a ofensiva na conquista dos clientes, usando a tecnologia como arma.
Dentro desse cenário,  a Microsoft apresentou uma tecnologia de paredes digitais que podem substituir as tradicionais vitrines de lojas, onde os consumidores poderão consultar e comprar os produtos usando a tecnologia de identificação de gestos Kinect, já empregada em vários videogames da Microsoft.
Kip Tindell, membro do conselho da NRF, disse que a tecnologia e o atendimento ao consumidor estão convergindo, se tornando uma coisa só. A oferta de tecnologias para atender o cliente a qualquer momento e em qualquer lugar deve ser obrigatoriamente associada a uma estratégia cuidadosamente planejada de atendimento personalizado. Em outras palavras, a tecnologia mais avançada não terá valor se não for combinada com um atendimento humano, pessoal e sensível. A inteligência dos computadores ainda é e continuará sendo por um bom tempo uma ferramenta de boas decisões estratégicas de vendas, traçadas e implementadas por executivos de visão no varejo.
Com uma combinação equilibrada entre tecnologia e planejamento, as recompensas podem ser bem atraentes. A marca de artigos esportivos Adidas instalou uma vitrine virtual em sua maior loja em Londres para promover o modelo de tênis F50 AdiZero, que custa US$ 265. Em apenas 15 dias, a loja vendeu 121 pares do calçado -- seriam necessárias seis semanas em três lojas normais para vender a mesma quantidade, segundo Jan Vogel, diretor do projeto da Adidas.
Se por um lado atrair novos consumidores é fundamental, manter os clientes existentes é ainda mais importante. Segundo Stuart Aitken, CEO da consultoria Dunnhumby USA, os clientes são extremamente sensíveis ao interesse e o cuidado que as marcas e lojas demonstram por eles. Aitken revela que são necessário de 12 a 20 novos consumidores para compensar a perda de um único cliente fiel. O uso inteligente dos canais digitais de comunicação, para transmitir (e receber) mensagens relevantes é crítico nesse cenário. Não é mais uma comunicação unidirecional -- não basta o varejista anunciar suas ofertas e promoções, ou criar facilidades de acesso: a empresa precisa estar atenta ao feedback, ao retorno de cada uma dessas ações de marketing e estratégia, e avaliar o sucesso ou fracasso de cada iniciativa.
A famosa rede Macy's contratou a Dunnhumby para avaliar os hábitos de consumo de seus cerca de 33 milhões de clientes nos últimos 3 anos. Como resultado, o varejista passou a enviar 500.000 versões diferentes de emails personalizados para os consumidores, em comparação com apenas 10 modelos há alguns anos.
Esse uso mais integrado entre tecnologia e atendimento permite que os varejistas estabeleçam parcerias mais lucrativas com seus fornecedores. Em vez de fazer promoções por tentativa e erro, uma abordagem mais sensível permite o uso mais eficiente dos recursos de marketing, criando ofertas que realmente se traduzem em mais vendas e mais fidelidade dos clientes.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Varejo sentirá impacto do "fim" das sacolas plásticas em SP

Reporta Érica de Fraga, na Folha de S. Paulo, que a indústria de embalagens já sente o impacto do fim da distribuição das sacolas plásticas pelos supermercados do Estado de São Paulo a partir do próximo dia 25: as encomendas despencaram.
"O varejo já cortou pedidos, e isso começa a gerar demissões e cortes de gastos pelas empresas do setor", diz Miguel Bahiense, presidente do Instituto Socioambiental dos Plásticos, entidade que representa a indústria.
Segundo um empresário que pediu para não ter o nome revelado, "a maioria dos clientes de São Paulo não renovou os pedidos".
Bahiense diz que ainda não é possível estimar o prejuízo inicial do acordo firmado entre o governo de São Paulo e a entidade que representa os supermercados para o banimento das sacolas.
A partir de quarta-feira (25), as sacolinhas plásticas deixarão de ser distribuídas gratuitamente em São Paulo. Quem não quiser sair do estabelecimento com as coisas na mão terá de levar a sua própria ecobag ou carrinho de feira.
Na melhor das hipóteses, o consumidor vai ganhar do supermercado uma caixa de papelão usada (há risco de contaminação) ou, novidade, terá de comprar uma sacolinha biodegradável por R$ 0,19 --alvo das mais ferozes críticas e resistências, respondidas pelos supermercado por um simples "não compre e leve sua ecobag".

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Consumidores online optam por pequenas lojas

Uma reportagem do New York Times aponta uma tendência surpreendente: os consumidores que fazem compras online estão trocando os grandes sites como a Amazon.com por pequenas empresas, por uma variedade de motivos.
O ponto principal apontado por esses clientes é que os maiores portais de e-commerce estão imitando maus comportamentos das grandes redes varejistas de cimento e tijolo. As megalojas online são acusadas de ações predatórias contra os pequenos concorrentes, além práticas trabalhistas e fiscais que despertam a desconfiança do consumidor.
Curiosamente, são justamente as melhores estratégias dos grandes sites que despertam esse sentimento negativo. Lojas como a Amazon levaram mais de uma década para atingir um patamar elevado em termos de ofertas, descontos, vantagens, atendimento e entrega -- e agora são criticadas por colher os frutos desse longo planejamento.
Nos EUA, os maiores varejistas online tiveram um aumento de 19% no faturamento no final de 2011 em comparação ao mesmo período de 2010, enquanto os pequenos sites de varejo tiveram crescimento de apenas 7% -- ainda bem acima das lojas do varejo tradicional.
Os sites menores estão lutando com suas próprias armas. Alguns não autorizam acesso a aplicativos de comparação de preços, enquanto outros tentam atrair os clientes com brindes personalizados e ofertas que os sites maiores não têm condições para oferecer.
Mas o que mais chama a atenção é que muitos consumidores estão reagindo negativamente ao crescimento dos sites de comércio eletrônico, um dos poucos setores de sucesso em tempos de crise financeira nos países desenvolvidos. Comparar a Amazon com o Wal-Mart é uma visão no mínimo injusta.
Mas a tendência atual é um reflexo da "sub-revolução" da classe média dos EUA e alguns países da Europa ocidental. Os protestos contra a elite, contra a faixa de "1%" que seria a causadora e maior beneficiada pelo arrocho financeiro, acabam tendo reflexos inesperados.
Um desses reflexos ocorre justamente na relação de varejo moderno. As queixas que atingem o Wal-Mart e outras grandes redes de lojas físicas são agora reproduzidas pela nova geração de consumidores, que se sentem tão prejudicados quantos seus antecessores. Se os críticos das grandes redes de supermercados ficaram revoltados com o fim das pequenas lojas de bairro, os novos consumidores culpam a Amazon e similares pelo desaparecimento da variedade de lojas de nicho na internet.
E esses consumidores são muito mais ativos (e ativistas) que seus antecessores, que seus pais e avós. Enquanto as gerações antigas mal podiam reclamar (no máximo enviando cartas indignadas aos jornais impressos), esses novos consumidores dispõem de uma imensa variedade de canais para ventilarem sua ira e descontentamento. E eles não podem ser facilmente ignorados.
A Amazon não pode ignorar essas reclamações, mesmo que muitas sejam injustas e sem fundamento. Ao contrário da grande rede de supermercados de tijolo, as megalojas online terão que ouvir com extrema atenção essas reclamações -- não apenas o conjunto de queixas, mas cada reclamação individual.
Isso porque cada queixa individual no mercado online tem o poder de se reproduzir e amplificar centenas ou milhares de vezes através da internet, pelas redes sociais, blogs e sites de críticas especializadas.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Vendas on-line crescem 21% no Brasil em 2011

Reporta Camila Fusco, na Folha Online, que o comércio eletrônico brasileiro cresceu 21% em 2011 e chegou a R$ 21,5 bilhões.
O volume representou 2,2% das vendas on-line mundiais, de acordo com dados da consultoria Forrester Research apresentados ontem no evento evento anual da Federação Nacional do Varejo, em Nova York.
No ano passado, o comércio eletrônico global totalizou R$ 805,5 bilhões (US$ 450 bilhões), impulsionado principalmente pelos Estados Unidos e por países da Europa Ocidental.
A expectativa é que a participação brasileira passe para cerca de 3% do comércio eletrônico mundial - ou R$ 39,3 bilhões de R$ 1,25 trilhão - nos próximos três anos, segundo a consultoria.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Brasil deve ser o quarto maior país em vendas on-line em 2015

Segundo nota do TI Inside, de acordo com o T-Index, índice estatístico que indica a participação do mercado on-line de cada país, por meio da associação da população com acesso à internet com o PIB per capita correspondente, o Brasil deve ser o quarto maior mercado de comércio eletrônico do mundo em 2015, atrás apenas da China, Estados Unidos e Japão. Segundo as projeções, o país, que hoje ocupa o sexto lugar no ranking, com participação de mercado de 3%, aumentará sua fatia para 4,3%, assumindo o quarto lugar dentro de três anos. A variação da participação de mercado do Brasil em 2015 em relação a 2011 deve registrar crescimento de 43,3%, deixando para trás a Alemanha com uma variação negativa em relação a 2011 de 16,3%.
Ainda de acordo com o índice, se a China mantiver a mesma taxa de crescimento de 2005 a 2009, poderá efetivamente superar os Estados Unidos em 2015. Entretanto, comparando os dados de 2005 a 2009 com os dos últimos dois anos, parece que a tendência da China sofrerá uma pequena desaceleração, o que poderá influenciar a projeção . Conforme o T-Index 2015, a China, com uma participação de mercado de 18,8%, contra 11,5% de 2011, poderá destronar os Estados Unidos do primeiro lugar. Os EUA passarão, de fato, de um poder de compra on-line de 24,4% em 2011 para 16,8% em 2015.
O Japão permanecerá no terceiro lugar, apesar da variação negativa da parcela de mercado em relação a 2011, de 25,7%, enquanto a Rússia passará do oitavo para o sexto lugar, com uma variação positiva de 27,5%. A França cairá de uma posição, com uma variação negativa de 2,9%, e o Reino Unido passará da quinta à oitava posição com uma variação da participação de mercado também negativa de 27% em relação a 2011. A Coreia do Sul ficará estável no nono lugar, apesar de uma variação negativa de 12%. A surpresa ficará por conta do México, que estará entre os dez principais países, tomando o lugar da Itália (em 2015 -43,4% em relação a 2011).
Segundo a previsão, os países emergentes como China, Brasil, Rússia, Índia, Indonésia, Turquia e Polônia estarão todos em ascensão, com exceção da Coreia do Sul e de Taiwan que terão uma queda de 12% e 15,4%, respectivamente.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Procon denuncia sites de comércio virtual à polícia

Segundo nota da Folha.com, o Procon-SP acionou a polícia para tenta encontrar os responsáveis por 29 sites que receberam reclamações de consumidores e não respondem às tentativas de contato.
A principal queixa dos denunciantes é a não entrega de mercadorias. Diante das reclamações, o Procon tentou entrar em contato por meio do registro oficial das páginas e chegou a enviar correspondências.
Consumidores que tiverem problemas e não conseguirem um canal para falar com o site devem comunicar o Procon, que ajudará na busca pelos responsáveis e poderá encaminha-los à polícia caso também não consiga encontrá-los.
A reportagem da Folha tentou contato com os 29 nomes da lista pelo e-mail disponível no registro dos sites. Também tentou pela seção "Fale Conosco" e pelos telefones nas páginas ativas. Até o momento, quase ninguém retornou os contatos.
O site www.foxmegastore.com.br, por mensagem automática, informou que compras feitas por cartão de crédito entre os dias 18 de agosto e 20 de setembro, e que estão em atraso ou foram cancelados, estão sendo estornadas.
O site www.selmarecife.com.br disse que não trabalha com entrega de produtos, "mas liberação de assinaturas para site". Informou ainda que, após confirmação do pagamento "equipe especializada libera as assinaturas de acordo com a ordem de chegada, sendo o tempo variável de acordo com o número de pessoas. A pessoa tem até 15 dias para concordar ou não com nossos serviços, podendo pedir ressarcimento do valor investido, integralmente e sem perguntas", informou. "Ficamos surpresos com tal denúcia, já que fazemos tudo dentro do acordado. Jamais oferecemos algo que não fornecemos". disse.
Já o www.apostilaconcursos.com.br afirmou no início da noite desta terça-feira que não tem nenhum problema, e que o erro estaria em um site de nome similar. O site disse que o Procon errou na divulgação do endereço que teria o problema. A reportagem não conseguiu, após isso, contato com o Procon.
O site www.eletrorezende.com.br afirmou que precisa saber quem são os clientes que se queixaram, já que, disse, já teve problemas com a entrega feita pelos Correios. "Somos uma empresa séria e vendemos em mais de 15 países. Não tempos problemas com nossos clientes", afirmou.
Veja abaixo a lista dos sites:
ATIVOS:
www.apostilaconcursos.com.br
www.celulartablet.com.br
www.creatinauniversal.com.br
www.eletrorezende.com.br
www.forfemmeshop.com.br
www.foxmegastore.com.br
www.leiloesgyn.com.br
www.megabisashop.com.br
www.passagemrapida.com.br
www.seriadostv.net
www.shopbeautynow.com.br
FORA DO AR:
www.analar.com.br
www.cassysbrazil.com
www.cjseletroshop.com.br
www.eletromanaus.com.br
www.extraclube.com.br
www.extralance.com.br
www.ghaleria.com.br
www.gigasuplementos.com.br
www.gocarshop.com.br
www.haneltt.com
www.inforsettecnologia.com.br
www.ippon.com.br
www.leilaodeelite.com.br e
www.goldenlance.com.br
www.mastercellnet.com.br
www.netboxcomputadores.com.br
www.qlojao.com.br
www.selmarecife.com.br
www.shopinet.com.br

Varejo aprendeu lições com comércio móvel em 2011

O balanço do impacto da tecnologia móvel no varejo nas compras de final de ano não poderia ser mais positivo. Nos EUA, as firmas de pesquisa apontam os aparelhos móveis como smartphones e tablets como as maiores estrelas da temporada. Mas nem tudo foram rosas nesse cenário, e há lições valiosas para o planejamento estratégico do varejo.
A opinião mais generalizada dos analistas e sites especializados é que a mobilidade do consumidor será cada vez mais importante para o varejo. As empresas mais antenadas estão investindo cada vez mais recursos para atender o consumidor que usa o celular ou tablet como ferramenta de compras.
Segundo Paul Gelb, vice-presidente da área móvel da agência digital Razorfish, é um risco muito grande para o comerciante ficar para trás nessa tendência. O uso desses aparelhos pelos consumidores cresce exponencialmente, e esse crescimento é acompanhado por uma explosão de aplicativos e campanhas voltadas para essa nova plataforma de compras.
Dados do varejo americano apontam que os comerciantes que não levaram o consumidor móvel em consideração perderam entre 5% e 18% do tráfego de consumidores no final de 2011, com óbvios reflexos nas vendas e faturamento.
Os varejistas que se deram melhor na temporada de compras de dezembro foram aqueles que criaram versões de seus sites específicas para celulares e tablets. Segundo Matt Coffman, executivo de tecnologia da agência iGoDigital, essa adaptação é a mudança mais significativa do varejo digital nos últimos dois anos. A iGoDigital é especializada em plataformas digitais para o varejo, e seus clientes incluem grandes redes varejistas como Walmart, Best Buy, Home Depot e Staples.
Uma das ações mais recomendadas para os varejistas nessa área é criar uma versão "agnóstica" do site de e-commerce, que pode ser acessada em qualquer plataforma ou aparelho. O desafio aqui é desenhar um portal de compras que seja eficiente em um universo cada vez maior de telas, com sistemas operacionais diferentes (conflitantes e até concorrentes) e tamanhos muito variados.
Em muitos casos, os varejistas passaram a oferecer uma opção no site tradicional para os usuários de apaelhos móveis. Na maioria desses casos, o comerciante apresenta uma versão simplificada do site principal, onde as principais funcionalidades estão presentes -- como um catálogo dos produtos e seus preços, e instruções para comprar e receber as encomendas.
Longo prazo
Apesar de muitos varejistas terem adotado estratégias imediatas para não perder vendas no final de 2011, a questão mais importante deve ser o planejamento de longo prazo para atender os consumidores móveis.
Os consumidores modernos são cada vez mais impacientes com sites de comércio que são lentos ou complicados. Com a variedade cada vez maior de aparelhos e plataformas, torna-se muito mais fácil trocar um site frustrante por um concorrente. Os consumidores esperam cada vez mais que o atendimento seja instantâneo, agradável e econômico.
Os varejistas de sucesso em 2012 serão aqueles que puderem combinar em suas vitrines digitais a memória de um elefante com a fidelidade de um cachorro e a velocidade de um leopardo.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Trendwatching: 12 tendências e idéias de novos negócios para 2012

Em 2012, tanto quanto em anos anteriores, algumas marcas podem estar olhando para o abismo, ao mesmo tempo em que outras vão obter resultados exuberantes. E, apesar de não podermos oferecer ajuda a nações com dívidas nem a empresas à beira da falência, acreditamos que existam mais oportunidades do que nunca para marcas e empreendedores criativos atenderem às necessidades cambiantes dos consumidores. Do Canadá à Coreia. Por isso, apresentamos este apanhado geral de 12 tendências de consumo que é obrigatório conhecer (em ordem aleatória) para você aplicar nos próximos 12 meses. Para o alto e avante:

1.

Em 2012, lojas de departamentos, empresas aéreas, hotéis, parques temáticos e museus, se não cidades e nações inteiras estenderão o tapete vermelho para os novos imperadores, inundando os visitantes e clientes chineses com serviços e regalias feitos sob medida para, de maneira geral, enchê-los de atenção e respeito.
Leia RED CARPET na íntegra aqui (incluindo exemplos da rede Hilton, da Starwood e da Harrods)

2. DIY HEALTH

Espere ver os consumidores aproveitando novas tecnologias e novos aplicativos para acompanhar sua saúde pessoal e cuidar dela de maneira discreta e contínua, além de receber alertas sobre qualquer mudança.
Leia DIY HEALTH na íntegra aqui (incluindo exemplos da Jawbone, da Ford e da Lifelens)

3. DEALER-CHIC

Em 2012, os consumidores, além de continuar em busca de ofertas e descontos, também farão isso com prazer, ou até com orgulho. Hoje, ofertas estão relacionadas com mais do que a simples economia de dinheiro: tem que ver com a emoção, a caça, o controle e a sensação de esperteza e, portanto, é também uma fonte de status.
Leia DEALER-CHIC na íntegra aqui (incluindo exemplos da American Express, da Nokitum e da Daitan)

4. ECO-CYCOLOGY

As marcas vão, cada vez mais, recolher todos os seus produtos para reciclagem (às vezes forçadas por novas legislações), além de reciclá-los de maneira responsável e inovadora.
Leia ECO-CYCOLOGY na íntegra aqui (incluindo exemplos da Dell, da Nike e da Garnier)

5. CASH-LESS
 

Será que as moedas e notas de dinheiro vão desaparecer completamente em 2012? Não. Mas um futuro sem dinheiro vivo (finalmente) está de fato chegando, na medida em que grandes marcas como MasterCard e Google trabalham para construir um ecossistema todo novo de pagamentos, recompensas e ofertas que giram em torno das novas tecnologias móveis.
Leia CASH-LESS na íntegra aqui (incluindo exemplos do Google, do PayPal e da Square)

6. BOTTOM OF THE URBAN PYRAMID

A maioria dos consumidores mora em cidades e, no entanto, na maior parte do mundo, a vida urbana é caótica, apertada e geralmente não muito agradável. Ao mesmo tempo, a criatividade e a vibração desses consumidores aspirantes cria oportunidades globais promissoras para marcas que se propõem a atender as centenas de milhões de CITYSUMERS de renda mais baixa.
Leia BOUP na íntegra aqui (incluindo exemplos da PepsiCo, da NCR e da Aakash)

7. IDLE SOURCING

Qualquer coisa que faça com que seja absolutamente simples – ou que não exija esforço nenhum – para que os consumidores contribuam com alguma coisa vai fazer mais sucesso do que nunca em 2012. Devido à disseminação de sensores cada vez mais inteligentes nos telefones móveis, as pessoas serão capazes de – e estarão cada vez mais dispostas a – difundir informações a respeito de onde estão e do que estão fazendo, para ajudar a aprimorar produtos e serviços.
Leia IDLE SOURCING na íntegra aqui (incluindo exemplos da Street Bump e da Waze)

8. FLAWSOME

Por que, para os consumidores, as marcas que se comportarem de maneira mais humana, inclusive mostrando suas falhas, serão fantásticas.
Leia FLAWSOME na íntegra aqui

9. SCREEN CULTURE

Graças à explosão em andamento de smartphones e tablets com tela sensível ao toque e da "nuvem", 2012 verá uma SCREEN CULTURE (cultura da tela) que será, além de mais difundida, também mais pessoal, mais envolvente e mais interativa do que nunca.
Leia SCREEN CULTURE na íntegra aqui (incluindo exemplos da Sky, da 8ta e da Huawei)

10. RECOMMERCE
 

Nunca foi tão fácil para consumidores espertos revender ou trocar compras antigas por descontos e aproveitar o valor que suas coisas têm no momento. Em 2012, a "troca por desconto" é a nova compra.
Leia RECOMMERCE na íntegra aqui (incluindo exemplos da Decathlon, da Amazon e da Levi's)

11. EMERGING MATURIALISM

Ao mesmo tempo em que as diferenças culturais continuarão a dar forma aos desejos dos consumidores, as pessoas de classe média e/ou mais jovens em quase todos os mercados vão adotar marcas que vão além dos limites convencionais. Saiba que os produtos, serviços e campanhas sinceros, arriscados ou não-corporativos de mercados emergentes estarão em alta em 2012.
Leia EMERGING MATURIALISM na íntegra aqui (incluindo exemplos da Diesel, da Johnson & Johnson e da Sanitol)

12. POINT & KNOW
 

Os consumidores estão acostumados a ser capazes de encontrar praticamente qualquer coisa que esteja online ou que tenha base em texto, mas 2012 trará gratificação instantânea de informação visual ao mundo real com objetos e até pessoas.
Leia POINT & KNOW na íntegra aqui (incluindo exemplos da Starbucks, do eBay e da Amazon)

(fonte: http://www.trendwatching.com)

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Comércio móvel deve dominar 2012

Janeiro é tradicionalmente o mês de se fazer previsões para o ano todo. Em um setor tão dinâmico e complexo como o varejo, são muitas firmas e consultorias olhando em suas bolas de cristal para identificar tendências. A firma Strange Loop é um grupo multidisciplinar que avalia o impacto de novas tecnologias sobre o varejo. Seu presidente Joshua Bixby acaba de divulgar algumas previsões interessantes para o setor no ano que começa:
1.    As empresas vão aumentar o foco no desenvolvimento do comércio móvel. As compras no final de 2011 provaram que a web móvel deixou de ser uma simples novidade. Cerca de 15% do tráfego do varejo nos EUA nesse final de ano veio de aparelhos móveis como smartphones e tablets, um crescimento de mais de 100% em comparação com 2010. Além disso, os consumidores móveis gastaram mais na média que os usuários de computadores de mesa.
2.    O comportamento dos consumidores móveis continuará em rápida evolução, com o aumento da expectativa por novas ofertas.  A rede de hotéis Marriot informou que 47% das reservas feitas por aparelhos móveis ocorrem no mesmo dia do check-in -- indicando que os clientes se acostumaram com a ideia de atendimento instantâneo. Esses consumidores não voltam a visitar um site com desempenho fraco, e procuram imediatamente um concorrente que atenda sua necessidade imediata.
3.    O tamanho médio de uma página na web vai superar 1 MB. Segundo a Strange Loop, entre janeiro e novembro de 2011, os 1.000 sites mais visitados elevaram o tamanho médio da página de 716 KB para 926 KB -- um crescimento de 30% em menos de um ano. Em 1995, o tamanho médio da página era de apenas 14,1 KB. Imagens e aplicativos de terceiros são os maiores responsáveis por esse crescimento.
4.    Os varejistas online vão exigir mais transparência e controle sobre conteúdos e scripts gerados por terceiros. Um dilúvio de queixas de violação de privacidade nos sites de e-commerce é o principal motivo para essa tendência.  Um site de varejo tem em média sete scripts ou aplicativos de terceiros, e alguns sites chegam a ter 25 scripts terceirizados. Esses itens são potenciais focos de vírus, invasões e outras ameaças.
5.    O Chrome se tornará o browser mais usado no mundo. No ano passado, os browsers Internet Explorer e Firefox perderam lentamente sua popularidade, enquanto o Chrome do Google foi ganhando terreno. O IE da Microsoft ainda é dominante, mas o Chrome já superou o Firefox. Com a integração entre o Chrome e o sistema operacional Android (também do Google), o uso do browser deve crescer rapidamente em 2012.
6.    O Windows deve surpreender com iniciativas de comércio móvel. Para muitos analistas, a grande batalha no cenário móvel é entre o IOS da Apple e o Android da Apple, mas aparelhos móveis com Windows 7 podem surpreender na nova geração de aparelhos da Nokia. Talvez o Windows 7 não repita o sucesso do Internet Explorer na superação do Netscape na década de 90, mas certamente será um player de grande importância.
7.    O Amazon Silk não deve gerar uma "revolução" no setor de browsers. Quando a varejista online Amazon.com anunciou o Amazon Silk, houve uma grande comoção no setor. A proposta era um design hibrido, chamado "split browser", que permitiria tarefas complexas baseadas na nuvem da Amazon, em tempo muito menor. Mas a iniciativa não deve se espalhar por uma série de fatores técnicos e por preocupações quanto à privacidade dos usuários. As páginas estão se tornando cada vez mais complexas e dinâmicas. A otimização avançada de conteúdos está despontando como o meio mais confiável de otimizar os sites, sem arriscar a violação de dados privados do consumidor.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Brasil deve ser o 4° maior mercado de e-commerce em 2015

O ano de 2011 foi promissor para o mercado de vendas online no Brasil, que figura em 6° lugar entre os dez maiores neste segmento. Mas as previsões são mais promissoras ainda. Segundo projeção do T-Index 2015, que associa participação da população no e-commerce com o PIB per capta estimado, o faturamento no setor deve aumentar e garantir ao país, em 2015, a quarta colocação. 
Atualmente, participação do Brasil corresponde a 3% e a projeção é que chegue a 4,3% com a queda dos Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido. O estudo aponta o mercado brasileiro como o sétimo entre os dez com maior potencial de vendas pela web, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Em oitavo lugar vem a Rússia, seguida da Coreia do Sul e Itália.
Os Estados Unidos, em 2011, é primeiro colocado, com participação de 24,4%. As estatísticas dizem que ele será desbancado pela China nos próximos quatro anos.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Social Commerce é maior aposta para 2012

O encontro (ou fusão) do comércio eletrônico com as redes sociais é apontado como uma das maiores transformações do varejo em 2011, e essa tendência deve continuar em 2012, com força cada vez maior. Comerciantes de todos os tamanhos estão cada vez mais conscientes da importante de sites como o Facebook e Twitter em seus negócios.
A firma britânica de comércio social Bazaarvoice acaba de publicar o estudo Social Commerce Trends Report 2012, destacando quatro fatores chave que devem impulsionar o crescimento desse setor no próximo ano. Esses fatores foram debatidos durante um evento promovido pela empresa em outubro, reunindo líderes de agentes importantes como Facebook, Dell, John Lewis e várias outras empresas de tecnologia e varejo.
1. A internet social é uma mudança de paradigma. Graças ao surgimento dos canais digitais, o modo como as pessoas compram foi alterado de modo profundo e irreversível. Em poucos anos, o marketing de varejo passou de mensagens controladas pelas marcas para um mundo onde os consumidores detém cada vez mais poder, em uma oferta crescente de canais. A procura por produtos nos sites de busca ainda é importante, mas o tempo gasto com isso cresceu apenas 1%, enquanto o tempo nas redes sociais subiu 50%.
2. Os dados sociais revelam os motivos por trás das compras. As opiniões de amigos são a fonte mais confiável para as decisões de compras -- segundo o estudo, 90% dos consumidores confiam em recomendações de seus amigos nas redes sociais, comparado com 14% que confiam na publicidade dos produtos. Para as empresas, a importância estratégica de ouvir as opiniões sobre os produtos nas redes sociais nunca foi tão grande. E, mais importante do que reunir montanhas de dados, as empresas precisam usar as informações para criar campanhas mais eficientes e atraentes. Identificar e entender as tendências que emergem dos dados dos consumidores permitem que as empresas fiquem mais focalizadas em seus clientes -- e isso aumenta as vendas, reduz o encalhe e a devolução de mercadorias, inspira a inovação e estimula novas abordagens de marketing.
3. O foco no consumidor exige uma transformação cultural e organizacional. Os sites sociais aproximam as empresas de seus clientes -- as pessoas que realmente se interessam, pesquisam, compram e usam os produtos e serviços. Vivemos hoje uma transição crítica: da distribuição generalizada para a comunicação personalizada, da marca para o consumidor, das mídias tradicionais para as mídias colaborativas. A coletivização do varejo exige um novo foco dos negócios. As empresas, mais do que nunca na história, terão que destinar a maior parte de seus investimentos, tempo e talento para entender e atrair os consumidores.
Não é uma transformação desprezível, e seria muito imprudente para o varejista ignorar seus impactos hoje, e ainda mais nos próximos anos. Todos os analistas do setor, dos mais conservadores aos mais visionários, concordam que a transição de poder das empresas para a mão dos clientes é real e cada vez mais dominante.
4. O contexto é o fator dominante nos dados sociais. Colocar as redes sociais em seu contexto correto para cada empresa deve ser a principal preocupação do varejo em 2012. Segundo Erin Nelson, executivo de marketing da Bazaarvoice, contextualizar os dados das redes sociais vai além de uma mera estratégia de negócios, ou de uma abordagem desse segmento de consumo. O impacto das redes sociais no varejo é uma mudança de grande porte entre as empresas e os clientes, em um nível pessoal e individual.
O estudo completo da Bazaarvoice pode ser baixado gratuitamente no link.