A economia que não usa dinheiro vivo, prevista há muito tempo, vai se tornando realidade lentamente, tanto em mercados maduros quanto em desenvolvimento. Nas economias mais maduras, o desejo dos consumidores por conveniência, combinado aos avanços tecnológicos, continua a conduzir a inovações em transações sem dinheiro vivo. Dê uma olhada nestes exemplos – apenas alguns do número crescente que não para de crescer lá fora:
* Em março de 2011, o Correio da Dinamarca lançou selos digitais que podem ser comprados por meio de mensagem de texto. Um código é enviado ao usuário, que o anota no envelope em vez de usar um selo tradicional.
* Em janeiro de 2011 a Starbucks lançou seu programa de pagamento Mobile Card (Cartão Móvel) nos EUA. Os consumidores adquirem o aplicativo Starbucks Card Mobile, que então cria um código de barras 2-D personalizado, que pode ser escaneado no caixa.
* Neste ano, o McDonald's pretende equipar 7 mil lojas na Europa com telas sensíveis ao toque e leitor de cartão nos pontos de venda, fazendo com que os caixas humanos sejam desnecessários e reduzindo o tempo das transações. A mesma maneira, o Burger King atualmente está testando o sistema de pagamento Visa payWave em vários de seus restaurantes.
* A tempo dos Jogos Olímpicos de 2012 em Londres, a Samsung (em aliança com o Lloyds TSB e o Visa) vai começar a vender smartphones capazes de administrar pagamentos sem contato em mais de 60 mil locais espalhados pela cidade.
(fonte: trendwatching.com)
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Walmart lança serviço de vídeo Vudu em seu portal
Reporta Sergio Damasceno, no Meio & Mensagem, que o Walmart lançou nesta terça-feira, 26, nos Estados Unidos, o Vudu, serviço de streaming de vídeo. A rede varejista adquiriu o Vudu em fevereiro do ano passado e, lentamente, desenvolveu o negócio. Assim como o Netflix, o Vudu está disponível em vários set-top boxes (como smart TV, Blu-Rays conectados, computadores, videogames etc.). São mais de 20 mil títulos, inclusive filmes que estão disponíveis para comercialização em DVD. O serviço já está disponível no portal principal da rede, o Walmart.com.
O modelo de negócios do Vudu é baseado em vídeo on demand, e não em assinatura. Os alugueis variam entre US$ 1 a US$ 5,99 e os filmes também estão disponíveis para compra a partir de US$ 4,99. Que é o mesmo modelo adotado pelo Vudu antes da venda para o Walmart.
O modelo de negócios do Vudu é baseado em vídeo on demand, e não em assinatura. Os alugueis variam entre US$ 1 a US$ 5,99 e os filmes também estão disponíveis para compra a partir de US$ 4,99. Que é o mesmo modelo adotado pelo Vudu antes da venda para o Walmart.
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terça-feira, 26 de julho de 2011
Supermercado virtual no metrô da Coreia
países asiáticos (em particular o Japão e a Coreia do Sul) sempre estiveram na vanguarda das tecnologias aplicadas ao varejo. Em boa parte devido a uma variedade de características sociais, esses países sempre foram pioneiros na aplicação de novas tecnologias ao comércio.
Questões como horários rígidos para o funcionamento de lojas, leis trabalhistas, as longas horas de trabalho dos consumidores e outros fatores contribuíram para que esses países buscassem soluções inovadoras no varejo.
Um bom exemplo é a iniciativa da rede Home Plus, uma subsidiária coreana da rede britânica de supermercados Tesco. A Home Plus instalou uma loja virtual do tamanho de uma vitrine nas plataformas do metrô em Seul, na Coreia. O painel eletrônico exibe os produtos em tamanho real, para facilitar a visualização e atrair o olhar do consumidor que passa pelos corredores.
Cada produto na vitrine eletrônica tem um código QR (quick response code, um diagrama em 2D que funciona como um código de barras). O consumidor seleciona os produtos de interesse e fotografa cada QR com o celular usando um aplicativo específico da rede Home Plus. Os produtos são colocados em um carrinho de compras virtual. Quando a compra for concluída, os produtos são enviados para a casa do consumidor em um período de 24 horas.
A Home Plus informa que o novo sistema representou um aumento de 130% nas vendas, com mais de 10.000 usuários regulares da vitrine virtual.
A loja virtual da Home Plus indica acima de tudo que há considerável espaço para inovação no setor de varejo cibernético. Os Estados Unidos, por exemplo, possuem um imenso mercado que é bastante maduro, mas que aproveita poucas oportunidades nessa fronteira do comércio tecnológico. Segundo dados do Censo de 2008, apenas 0,2% das compras de bebidas e alimentos feitas nos EUA são realizadas online.
Segundo o pesquisador Abel Sanchez, do Engineering Systems Laboratory do M.I.T., a tecnologia aplicada aos supermercados está em pleno processo de revolução. Sanchez compara as atuais tecnologias de comércio com a própria Web. Nos anos 90, a Web era unidirecional em seu modo de acesso. Hoje, a internet é feita de interatividade e transações bidirecionais. O pesquisador diz que as tecnologias do varejo vão seguir o mesmo caminho.
A Tesco está conquistando um novo público na Coreia com uma experiência virtual de compras que atrai os consumidores em trânsito.
Como o vizinho Japão, a Coreia já está acostumada à outra metade da transação virtual: os consumidores podem realizar toda a compra através de um smartphone -- o padrão G3 foi adotado lá há anos, antes mesmo dos EUA e Europa.
Com isso, o consumidor coreano vive um momento avançado do varejo: em seu cotidiano urbano apressado, o cliente pode ver em uma vistosa vitrine digital os produtos que precisa, sacar o celular, escanear os códigos dos itens desejados, somar a compra, obter descontos e cupons quando estiverem disponíveis, pagar através de uma conexão do celular com a conta bancária, e esperar a entrega dos produtos em no máximo um dia.
A comodidade tecnológica se adapta ao consumidor, e não o contrário -- não força o cliente a desviar de seu caminho, nem causa o temor diante do novo. É útil, prático e bem-vindo. Um exemplo para todas as iniciativas que buscam sucesso nessa área.
Veja o vídeo:
Questões como horários rígidos para o funcionamento de lojas, leis trabalhistas, as longas horas de trabalho dos consumidores e outros fatores contribuíram para que esses países buscassem soluções inovadoras no varejo.
Um bom exemplo é a iniciativa da rede Home Plus, uma subsidiária coreana da rede britânica de supermercados Tesco. A Home Plus instalou uma loja virtual do tamanho de uma vitrine nas plataformas do metrô em Seul, na Coreia. O painel eletrônico exibe os produtos em tamanho real, para facilitar a visualização e atrair o olhar do consumidor que passa pelos corredores.
Cada produto na vitrine eletrônica tem um código QR (quick response code, um diagrama em 2D que funciona como um código de barras). O consumidor seleciona os produtos de interesse e fotografa cada QR com o celular usando um aplicativo específico da rede Home Plus. Os produtos são colocados em um carrinho de compras virtual. Quando a compra for concluída, os produtos são enviados para a casa do consumidor em um período de 24 horas.
A Home Plus informa que o novo sistema representou um aumento de 130% nas vendas, com mais de 10.000 usuários regulares da vitrine virtual.
A loja virtual da Home Plus indica acima de tudo que há considerável espaço para inovação no setor de varejo cibernético. Os Estados Unidos, por exemplo, possuem um imenso mercado que é bastante maduro, mas que aproveita poucas oportunidades nessa fronteira do comércio tecnológico. Segundo dados do Censo de 2008, apenas 0,2% das compras de bebidas e alimentos feitas nos EUA são realizadas online.
Segundo o pesquisador Abel Sanchez, do Engineering Systems Laboratory do M.I.T., a tecnologia aplicada aos supermercados está em pleno processo de revolução. Sanchez compara as atuais tecnologias de comércio com a própria Web. Nos anos 90, a Web era unidirecional em seu modo de acesso. Hoje, a internet é feita de interatividade e transações bidirecionais. O pesquisador diz que as tecnologias do varejo vão seguir o mesmo caminho.
A Tesco está conquistando um novo público na Coreia com uma experiência virtual de compras que atrai os consumidores em trânsito.
Como o vizinho Japão, a Coreia já está acostumada à outra metade da transação virtual: os consumidores podem realizar toda a compra através de um smartphone -- o padrão G3 foi adotado lá há anos, antes mesmo dos EUA e Europa.
Com isso, o consumidor coreano vive um momento avançado do varejo: em seu cotidiano urbano apressado, o cliente pode ver em uma vistosa vitrine digital os produtos que precisa, sacar o celular, escanear os códigos dos itens desejados, somar a compra, obter descontos e cupons quando estiverem disponíveis, pagar através de uma conexão do celular com a conta bancária, e esperar a entrega dos produtos em no máximo um dia.
A comodidade tecnológica se adapta ao consumidor, e não o contrário -- não força o cliente a desviar de seu caminho, nem causa o temor diante do novo. É útil, prático e bem-vindo. Um exemplo para todas as iniciativas que buscam sucesso nessa área.
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Site de vendas coletivas oferece Mini Cooper por R$ 30 mil
Segundo nota da Folha.com, depois que a BMW e o Groupon anunciaram hoje (25) a venda de uma unidade do Mini One com 50% de desconto e finalização marcada para amanhã (26), outro site de vendas coletivas resolveu esquentar a briga.
O ClickOn acaba de anunciar que venderá ainda hoje o mesmo modelo com 57% de desconto. O carro, tabelado em R$ 69.950, sairá por R$ 29.999,99. As informações de compra estão na página da empresa no Facebook. A oferta será aberta a qualquer momento.
No Groupon o carro sai por R$ 34.975 e a venda termina amanhã (26).
O ClickOn acaba de anunciar que venderá ainda hoje o mesmo modelo com 57% de desconto. O carro, tabelado em R$ 69.950, sairá por R$ 29.999,99. As informações de compra estão na página da empresa no Facebook. A oferta será aberta a qualquer momento.
No Groupon o carro sai por R$ 34.975 e a venda termina amanhã (26).
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
Caixas de auto-pagamento perdem espaço no varejo
É uma tendência digna de nota: dez anos após o lançamento dos caixas de pagamento totalmente automatizados em muitos supermercados dos EUA, algumas grandes redes estão reavaliando o uso dessa tecnologia.
A partir deste mês, a rede Albertsons vai começar a retirar as máquinas de auto-pagamento em todas as suas 217 lojas em sete estados. A Albertsons declarou que as máquinas de auto-pagamento não se encaixam mais na experiência de compras desejada pelos consumidores.
Quando a Albertsons instalou as máquinas de pagamento automatizado há quase uma década, a rede adotava uma tendência em alta no varejo, que apostava no autoatendimento como uma vantagem competitiva. Agora, a rede vai trocar as máquinas automáticas por equipamentos operados por funcionários, com mais pessoal nos horários de pico.
Já a rede Kroger, que está remodelando suas lojas, está considerando o estilo "europeu" de filas de caixas, com fila única para caixas expressos com vários funcionários. No mês passado, a Kroger retirou as filas de auto-pagamento na sua loja mais movimentada em Houston, em resposta ao desejo dos clientes que queriam pagar mais rapidamente com poucos itens no carrinho.
Segundo a empresa, a substituição não é um teste, mas parte do projeto de remodelação das lojas. Uma loja da Kroger em Dallas agora opera com filas do estilo europeu e caixas de autoatendimento. O porta-voz da empresa diz que lojas em construção vão combinar as opções que sejam mais práticas e rápidas para o consumidores.
A rede de mercearias Whole Foods Markets usa o sistema de fila única em vez de máquinas de auto-pagamento. Segundo a loja, esse sistema faz a fila andar mais rapidamente e os clientes não ficam esperando em filas lentas ou atrás de clientes que não saber usar as máquinas automáticas.
Segundo o porta-voz da Kroger, o sistema de fila única com vários caixas operados por funcionários é três vezes mais rápido que os caixas rápidos comuns. A empresa estima que o tempo de espera nas filas do sistema europeu é entre 5 e 20 segundos.
A hiper-competição no setor de mercearias e supermercados nos Estados Unidos está obrigando as redes a repensar cuidadosamente cada estratégia. Segundo Bob Young, diretor do grupo de administração de redes de varejo Weitzman Group, o foco principal é atendimento cortês e o toque pessoal nas compras.
Isso não quer dizer que as redes de varejos estejam abandonando modernas tecnologias de pagamento. A Kroger, que também é dona das redes QFC e Fred Meyer nos EUA, está testando máquinas de "escaneamento de túnel" em uma de suas lojas. Nesse sistema, o cliente coloca suas compras em uma esteira rolante e todos os itens são escaneados em movimento, em um túnel com sensores.
Já a rede Home Depot usa um sistema onde os funcionários usam 30.000 First Phones fechar as compras do cliente em qualquer ponto da loja. Esses aparelhos de mão não são vistos como um substituto para auto-pagamento. Mas a Home Depot investiu US$ 64 milhões para desenvolver essa alternativa para as compras rápidas dos clientes.
A partir deste mês, a rede Albertsons vai começar a retirar as máquinas de auto-pagamento em todas as suas 217 lojas em sete estados. A Albertsons declarou que as máquinas de auto-pagamento não se encaixam mais na experiência de compras desejada pelos consumidores.
Quando a Albertsons instalou as máquinas de pagamento automatizado há quase uma década, a rede adotava uma tendência em alta no varejo, que apostava no autoatendimento como uma vantagem competitiva. Agora, a rede vai trocar as máquinas automáticas por equipamentos operados por funcionários, com mais pessoal nos horários de pico.
Já a rede Kroger, que está remodelando suas lojas, está considerando o estilo "europeu" de filas de caixas, com fila única para caixas expressos com vários funcionários. No mês passado, a Kroger retirou as filas de auto-pagamento na sua loja mais movimentada em Houston, em resposta ao desejo dos clientes que queriam pagar mais rapidamente com poucos itens no carrinho.
Segundo a empresa, a substituição não é um teste, mas parte do projeto de remodelação das lojas. Uma loja da Kroger em Dallas agora opera com filas do estilo europeu e caixas de autoatendimento. O porta-voz da empresa diz que lojas em construção vão combinar as opções que sejam mais práticas e rápidas para o consumidores.
A rede de mercearias Whole Foods Markets usa o sistema de fila única em vez de máquinas de auto-pagamento. Segundo a loja, esse sistema faz a fila andar mais rapidamente e os clientes não ficam esperando em filas lentas ou atrás de clientes que não saber usar as máquinas automáticas.
Segundo o porta-voz da Kroger, o sistema de fila única com vários caixas operados por funcionários é três vezes mais rápido que os caixas rápidos comuns. A empresa estima que o tempo de espera nas filas do sistema europeu é entre 5 e 20 segundos.
A hiper-competição no setor de mercearias e supermercados nos Estados Unidos está obrigando as redes a repensar cuidadosamente cada estratégia. Segundo Bob Young, diretor do grupo de administração de redes de varejo Weitzman Group, o foco principal é atendimento cortês e o toque pessoal nas compras.
Isso não quer dizer que as redes de varejos estejam abandonando modernas tecnologias de pagamento. A Kroger, que também é dona das redes QFC e Fred Meyer nos EUA, está testando máquinas de "escaneamento de túnel" em uma de suas lojas. Nesse sistema, o cliente coloca suas compras em uma esteira rolante e todos os itens são escaneados em movimento, em um túnel com sensores.
Já a rede Home Depot usa um sistema onde os funcionários usam 30.000 First Phones fechar as compras do cliente em qualquer ponto da loja. Esses aparelhos de mão não são vistos como um substituto para auto-pagamento. Mas a Home Depot investiu US$ 64 milhões para desenvolver essa alternativa para as compras rápidas dos clientes.
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
Wal-Mart descarta aquisições no Brasil em 2011
Segundo a Folha.com, o Wal-Mart, maior varejista do mundo, descarta realizar aquisições no Brasil em 2011, e irá se concentrar no crescimento orgânico neste ano, afirmou o presidente da subsidiária brasileira da companhia, Marcos Samaha.
Ao ser questionado sobre se o Wal-Mart teria interesse nos ativos do Carrefour no Brasil, após o colapso da negociação do grupo francês com o Pão de Açúcar, Samaha disse que não comentaria especulações.
O executivo lembrou que o Wal-Mart prevê abrir 80 novas lojas no Brasil em 2011. Em seguida, porém, afirmou que compras no país no futuro poderão ser estudadas.
Ao ser questionado sobre se o Wal-Mart teria interesse nos ativos do Carrefour no Brasil, após o colapso da negociação do grupo francês com o Pão de Açúcar, Samaha disse que não comentaria especulações.
O executivo lembrou que o Wal-Mart prevê abrir 80 novas lojas no Brasil em 2011. Em seguida, porém, afirmou que compras no país no futuro poderão ser estudadas.
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F-commerce, o varejo via Facebook
Analistas do setor de varejo e publicações especializadas estão usando o termo "F-commerce" para qualificar um novo tipo de comércio eletrônico, realizado a partir (e dentro) das páginas e perfis da rede social Facebook. De sapatos a passagens aéreas, tudo pode ser comprado no site.
O Facebook agora oferece várias opções aos varejistas para criar páginas customizadas, que parecem mais um mini-site do que um perfil tradicional da rede social. A função simplificada de "clique-e-pague" parece ser um fator atrativo para os consumidores. E com o aumento do interesse dos consumidores, também aumenta o número de varejistas oferecendo seus produtos e serviços no site.
Um fator que agrada os comerciantes no F-commerce é que a plataforma é totalmente gratuita. Ainda não são cobradas taxas de registro ou hospedagem, e o Facebook não fica com uma porcentagem dos lucros. Com o crescimento rápido do Facebook, o F-commerce deve crescer ainda mais e atrair mais varejistas.
Estima-se que o Facebook já tenha superado 700 milhões de membros, uma grande parte da população online no mundo. As pessoas buscam a socialização online, e as compras são uma atividade essencialmente social. Os varejistas mais antenados estão atentos às mudanças que ocorrem no mundo das compras virtuais.
Uma característica do Facebook que pode funcionar para as lojas é que as páginas permitem atualizações contínuas, e os usuários podem checar e "curtir" novos lançamentos e notícias. Essas ações se espalham pela rede de amigos do usuário. Em vez de compartilhar uma frase ou vídeo, os usuários do Facebook podem partilhar descontos ou dicas de novos produtos.
Grandes empresas como a Delta Airlines, Coca-Cola e Barneys New York estão criando campanhas cuidadosamente elaboradas para o Facebook, com uma página específica para compras. A rede de varejo Best Buy também está oferecendo mais opções aos clientes: a loja criou uma opção de "compre-e-comente", onde o usuário pode comentar suas compras com os amigos.
O F-commerce não substitui o e-commerce -- é mais uma ferramenta no arsenal de vendas eletrônicas dos varejistas. Os varejistas aprenderam que o consumidor não troca sistemas de compras eletrônicas; ele acrescenta e combina as opções, para obter os meios mais práticos e econômicos de comprar.
A loja especializada em decoração Kirkland's (www.kirklands.com/) descobriu que um dos grupos demográficos de maior crescimento no Facebook são mulheres acima dos 55 anos. A empresa detectou que esse grupo está aumentando na rede social justamente pelo interesse em compras, e decidiu atender preferencialmente essas consumidoras.
A Kirkland's era uma loja praticamente desconhecida nas redes sociais, e rapidamente se tornou a sexta maior página de fã no Facebook. A loja lançou um jogo interativo de promoções chamado Cha-Ching!, e em quatro dias o número de fãs da loja na rede social passou de 43.000 para 140.000, e chegou a 200.000 pouco tempo depois. E tudo isso sem vender mercadorias diretamente pela página no Facebook. A loja disse que está na fase inicial de seu projeto para a rede social, e procura estabelecer sua presença e conquistar a confiança dos consumidores.
A promoção incluiu um prêmio de US$ 25.000 e a possibilidade de ganhar produtos da Kirkland's em uma gincana onde as pessoas trocam mercadorias virtuais com outros jogadores. E todos os participantes do jogo ganham um cupom de desconto para compras na loja.
O Facebook agora oferece várias opções aos varejistas para criar páginas customizadas, que parecem mais um mini-site do que um perfil tradicional da rede social. A função simplificada de "clique-e-pague" parece ser um fator atrativo para os consumidores. E com o aumento do interesse dos consumidores, também aumenta o número de varejistas oferecendo seus produtos e serviços no site.
Um fator que agrada os comerciantes no F-commerce é que a plataforma é totalmente gratuita. Ainda não são cobradas taxas de registro ou hospedagem, e o Facebook não fica com uma porcentagem dos lucros. Com o crescimento rápido do Facebook, o F-commerce deve crescer ainda mais e atrair mais varejistas.
Estima-se que o Facebook já tenha superado 700 milhões de membros, uma grande parte da população online no mundo. As pessoas buscam a socialização online, e as compras são uma atividade essencialmente social. Os varejistas mais antenados estão atentos às mudanças que ocorrem no mundo das compras virtuais.
Uma característica do Facebook que pode funcionar para as lojas é que as páginas permitem atualizações contínuas, e os usuários podem checar e "curtir" novos lançamentos e notícias. Essas ações se espalham pela rede de amigos do usuário. Em vez de compartilhar uma frase ou vídeo, os usuários do Facebook podem partilhar descontos ou dicas de novos produtos.
Grandes empresas como a Delta Airlines, Coca-Cola e Barneys New York estão criando campanhas cuidadosamente elaboradas para o Facebook, com uma página específica para compras. A rede de varejo Best Buy também está oferecendo mais opções aos clientes: a loja criou uma opção de "compre-e-comente", onde o usuário pode comentar suas compras com os amigos.
O F-commerce não substitui o e-commerce -- é mais uma ferramenta no arsenal de vendas eletrônicas dos varejistas. Os varejistas aprenderam que o consumidor não troca sistemas de compras eletrônicas; ele acrescenta e combina as opções, para obter os meios mais práticos e econômicos de comprar.
A loja especializada em decoração Kirkland's (www.kirklands.com/) descobriu que um dos grupos demográficos de maior crescimento no Facebook são mulheres acima dos 55 anos. A empresa detectou que esse grupo está aumentando na rede social justamente pelo interesse em compras, e decidiu atender preferencialmente essas consumidoras.
A Kirkland's era uma loja praticamente desconhecida nas redes sociais, e rapidamente se tornou a sexta maior página de fã no Facebook. A loja lançou um jogo interativo de promoções chamado Cha-Ching!, e em quatro dias o número de fãs da loja na rede social passou de 43.000 para 140.000, e chegou a 200.000 pouco tempo depois. E tudo isso sem vender mercadorias diretamente pela página no Facebook. A loja disse que está na fase inicial de seu projeto para a rede social, e procura estabelecer sua presença e conquistar a confiança dos consumidores.
A promoção incluiu um prêmio de US$ 25.000 e a possibilidade de ganhar produtos da Kirkland's em uma gincana onde as pessoas trocam mercadorias virtuais com outros jogadores. E todos os participantes do jogo ganham um cupom de desconto para compras na loja.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Após rejeição, Abilio pedirá ao Casino novo encontro sobre fusão
Reporta Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, que o empresário Abilio Diniz vai pedir ao presidente do Casino, Jean-Charles Naouri, que divide com ele o controle do Pão de Açúcar, que convoque novamente o conselho de administração do grupo francês para analisar a possibilidade de fusão da rede varejista com o Carrefour no Brasil.
O conselho do Casino rejeitou a proposta de Abilio nesta manhã.
Ainda assim, o empresário acredita que, num novo encontro, o comitê pode mudar de opinião se analisar novos estudos que mostrariam as vantagens da operação.
O conselho do Casino rejeitou a proposta de Abilio nesta manhã.
Ainda assim, o empresário acredita que, num novo encontro, o comitê pode mudar de opinião se analisar novos estudos que mostrariam as vantagens da operação.
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Mercado Livre inaugura seção sobre turismo
Segundo nota da Folha Onine, a área de Classificados do site de compras on-line Mercado Livre acaba de lançar uma página focada no turismo.
A nova seção traz ofertas e serviços direcionados à área, como malas, câmeras fotográficas e guias eletrônicos; pacotes turísticos nacionais e internacionais; guia de viagens; hospedagem; parques e passeios pelo mundo; e imóveis para locação no Brasil.
Além disso, uma parceria entre o Mercado Livre e o site Booking.com, de reservas on-line, possibilita ao usuário pesquisar e reservar hospedagem em todo o mundo dentro da categoria Pousadas e Hotéis, entre mais de 135 mil estabelecimentos cadastrados.
Um recente estudo divulgado pela empresa de pesquisas PhocusWright indicou que os consumidores latino-americanos de serviços para turismo deixarão no comércio on-line US$ 3,4 bilhões até o final deste ano. Hoje, o comércio pela internet responde por 18% do total das vendas nesse setor.
A nova seção traz ofertas e serviços direcionados à área, como malas, câmeras fotográficas e guias eletrônicos; pacotes turísticos nacionais e internacionais; guia de viagens; hospedagem; parques e passeios pelo mundo; e imóveis para locação no Brasil.
Além disso, uma parceria entre o Mercado Livre e o site Booking.com, de reservas on-line, possibilita ao usuário pesquisar e reservar hospedagem em todo o mundo dentro da categoria Pousadas e Hotéis, entre mais de 135 mil estabelecimentos cadastrados.
Um recente estudo divulgado pela empresa de pesquisas PhocusWright indicou que os consumidores latino-americanos de serviços para turismo deixarão no comércio on-line US$ 3,4 bilhões até o final deste ano. Hoje, o comércio pela internet responde por 18% do total das vendas nesse setor.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Pagamento via celular dispara no mundo
O Yankee Group acaba de publicar uma novo estudo sobre o mercado de transações comerciais através do celular, e prevê que o volume mundial vai crescer de US$ 241 bilhões em 2011 para mais de US$ 1 trilhão em 2015.
Esse crescimento, somado a uma base de 500 milhões de usuários de mobile banking ao redor do mundo no mesmo período, deve criar uma série de novas oportunidades para as empresas.
O estudo do Yankee Group, chamado Mobile Money Strategies, indica que os varejistas mais criativos e empreendedores poderão ampliar muito seu faturamento com essas novas tecnologias. Segundo Gigi Wang, diretora de pesquisas do Yankee Group, há um crescimento muito acentuado na adoção dos sistemas de pagamento via celular. A executiva diz que os aparelhos móveis da nova geração abrem caminho para uma imensa variedade de aplicativos de pagamento.
O estudo é voltado para varejistas, bancos, redes de pagamentos, operadores de telefonia móvel e outros participantes do mercado. Entre as principais conclusões do estudo estão:
* O uso da tecnologia NFC (near field communications, ou comunicação de curto alcance) está deslanchando como meio seguro e prático de usar o celular para pagamentos no comércio. Basta aproximar o celular do caixa do estabelecimento comercial para autorizar a transação. O número de celulares equipados com NFC deve saltar de 7 milhões em 2011 para 203 milhões em 2015, uma taxa composta de crescimento anual de 208%.
* A região chamada de EMEA (Europa, Oriente Médio e África) é considerada o grande foco das transações via celular. A EMEA representa 41% do volume total das transações, a América do Norte atinge 35%, a Ásia-Pacífico chega a 22% e a América Latina tem apenas 1% do total.
* Os usuários estão adotando o mobile banking em ritmo acelerado. Atualmente, 27% dos entrevistados pela pesquisa já usam serviços bancários no celular -- muito mais que o m-commerce (13%), cupons digitais (11%) e pagamentos via celular (9%).
Uma demonstração de como esse mercado de pagamentos e serviços bancários móveis está aquecido é a notícia de que a Square anunciou a captação de US$ 100 milhões em investimentos, o que eleva o valor da empresa para US$ 1 bilhão.
A Square é uma empresa de transações monetárias via celular, e em 2009 lançou um aplicativo para o iPhone que rapidamente se tornou um grande sucesso. A Square está sendo saudada pela imprensa especializada como uma das melhores startups do setor móvel. O sistema desenvolvido pela Square permite que pequenas empresas e outros usuários aceitem pagamentos de débito e crédito usando um pequeno adaptador ligado na entrada de fone de ouvido do celular. A Square cobra uma tarifa de 2,75% em cada transação, e os usuários não precisam assinar contratos, pagar taxas mensais ou custos extras.
No final de junho, a Square lançou o Register, um aplicativo de ponto-de-venda que funciona no iPad da Apple, transformando o tablet numa alternativa para a caixa registradora e leitor de cartões. Com o aplicativo da Square, os varejistas têm novas ferramentas para gerenciar vendas, checar transações diárias, automatizar o fechamento de compras e gerar recibos digitais de compras. Keith Rabois, executivo operacional da Square, disse ao Wall Street Journal que a Square atingiu a marca de US$ 4 milhões em pagamentos processados por dia, e espera chegar a US$ 1 bilhão dentro de um ano.
O estudo completo pode ser encomendado no site do Yankee Group:
www.yankeegroup.com/research/mobileMoneyStrategies.html
Esse crescimento, somado a uma base de 500 milhões de usuários de mobile banking ao redor do mundo no mesmo período, deve criar uma série de novas oportunidades para as empresas.
O estudo do Yankee Group, chamado Mobile Money Strategies, indica que os varejistas mais criativos e empreendedores poderão ampliar muito seu faturamento com essas novas tecnologias. Segundo Gigi Wang, diretora de pesquisas do Yankee Group, há um crescimento muito acentuado na adoção dos sistemas de pagamento via celular. A executiva diz que os aparelhos móveis da nova geração abrem caminho para uma imensa variedade de aplicativos de pagamento.
O estudo é voltado para varejistas, bancos, redes de pagamentos, operadores de telefonia móvel e outros participantes do mercado. Entre as principais conclusões do estudo estão:
* O uso da tecnologia NFC (near field communications, ou comunicação de curto alcance) está deslanchando como meio seguro e prático de usar o celular para pagamentos no comércio. Basta aproximar o celular do caixa do estabelecimento comercial para autorizar a transação. O número de celulares equipados com NFC deve saltar de 7 milhões em 2011 para 203 milhões em 2015, uma taxa composta de crescimento anual de 208%.
* A região chamada de EMEA (Europa, Oriente Médio e África) é considerada o grande foco das transações via celular. A EMEA representa 41% do volume total das transações, a América do Norte atinge 35%, a Ásia-Pacífico chega a 22% e a América Latina tem apenas 1% do total.
* Os usuários estão adotando o mobile banking em ritmo acelerado. Atualmente, 27% dos entrevistados pela pesquisa já usam serviços bancários no celular -- muito mais que o m-commerce (13%), cupons digitais (11%) e pagamentos via celular (9%).
Uma demonstração de como esse mercado de pagamentos e serviços bancários móveis está aquecido é a notícia de que a Square anunciou a captação de US$ 100 milhões em investimentos, o que eleva o valor da empresa para US$ 1 bilhão.
A Square é uma empresa de transações monetárias via celular, e em 2009 lançou um aplicativo para o iPhone que rapidamente se tornou um grande sucesso. A Square está sendo saudada pela imprensa especializada como uma das melhores startups do setor móvel. O sistema desenvolvido pela Square permite que pequenas empresas e outros usuários aceitem pagamentos de débito e crédito usando um pequeno adaptador ligado na entrada de fone de ouvido do celular. A Square cobra uma tarifa de 2,75% em cada transação, e os usuários não precisam assinar contratos, pagar taxas mensais ou custos extras.
No final de junho, a Square lançou o Register, um aplicativo de ponto-de-venda que funciona no iPad da Apple, transformando o tablet numa alternativa para a caixa registradora e leitor de cartões. Com o aplicativo da Square, os varejistas têm novas ferramentas para gerenciar vendas, checar transações diárias, automatizar o fechamento de compras e gerar recibos digitais de compras. Keith Rabois, executivo operacional da Square, disse ao Wall Street Journal que a Square atingiu a marca de US$ 4 milhões em pagamentos processados por dia, e espera chegar a US$ 1 bilhão dentro de um ano.
O estudo completo pode ser encomendado no site do Yankee Group:
www.yankeegroup.com/research/mobileMoneyStrategies.html
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
Casino acusa Abilio Diniz e se opõe à fusão
Reporta Keila Guimarães, no Propmark, que é com hostilidade e acusações mútuas, trocadas publicamente, que as difíceis tratativas entre os sócios Grupo Pão de Açúcar (GPA) e Casino têm se desenrolado desde o dia 30 maio. Após tomar conhecimento de uma possível proposta de fusão entre a rede brasileira e o Carrefour do Brasil, seu principal concorrente no País, na França e nos outros oito países onde atua, o Casino acionou o Pão de Açúcar na Câmara Internacional do Comércio (ICC), numa clara demonstração de que a operação não está, definitivamente, nos seus planos.
O problema parece extrapolar o âmbito financeiro. O Casino tem visto a proposta de fusão como uma afronta ao contrato que firmou com o Pão de Açúcar, há seis anos. A rede francesa é sócia majoritária do Pão de Açúcar desde 2005, quando, afirma, pagou para assumir o controle acionário da companhia brasileira, previsto para ocorrer no ano que vem. Com a fusão apresentada, o acordo firmado não se concretizaria, possibilidade que parece ter enfurecido o Casino. Na última quinta- feira (28), a companhia solicitou com urgência que Abilio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Wilkes, holding que controla o GPA, convocasse imediatamente os membros do Conselho de Administração para discutir a proposta de fusão com o Carrefour.
O problema parece extrapolar o âmbito financeiro. O Casino tem visto a proposta de fusão como uma afronta ao contrato que firmou com o Pão de Açúcar, há seis anos. A rede francesa é sócia majoritária do Pão de Açúcar desde 2005, quando, afirma, pagou para assumir o controle acionário da companhia brasileira, previsto para ocorrer no ano que vem. Com a fusão apresentada, o acordo firmado não se concretizaria, possibilidade que parece ter enfurecido o Casino. Na última quinta- feira (28), a companhia solicitou com urgência que Abilio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Wilkes, holding que controla o GPA, convocasse imediatamente os membros do Conselho de Administração para discutir a proposta de fusão com o Carrefour.
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sexta-feira, 1 de julho de 2011
BNDES investe em varejista 61% francês
Segundo nota da Folha Online, o BNDES autorizou a injeção de R$ 3,9 bilhões numa operação de fusão que, se der certo, será majoritariamente francesa --do Carrefour e do Casino.
Os franceses terão, direta e indiretamente, 61% da empresa resultante da fusão entre o Pão de Açúcar e a unidade brasileira do Carrefour, se o projeto for aprovado pelo Casino, que resiste à oferta sob alegação de que não foi consultado.
Uma das justificativas do BNDESPar, braço de investimentos em empresas do banco estatal, para entrar no negócio é que o aporte ajudaria a fortalecer a presença internacional de um grupo brasileiro, o Pão de Açúcar.
No caso, a operação brasileira, chamada de NPA (Novo Pão de Açúcar), terá 11,7% do Carrefour mundial.
A proposta, feita pelo banco BTG Pactual, prevê a fusão do Pão de Açúcar/Casino com o Carrefour no Brasil.
O Casino é sócio do Pão de Açúcar desde 1999, quando entrou no capital da varejista brasileira para salvá-la da bancarrota. Em 2005, comprou o controle, que deveria assumir no próximo ano.
A Folha apurou que o BNDES exigiu que o poder de cada um dos sócios seja limitado a 15%, independente da quantidade de ações que ele possuir.
(gráfico: Editoria de Arte/Folhapress)
Os franceses terão, direta e indiretamente, 61% da empresa resultante da fusão entre o Pão de Açúcar e a unidade brasileira do Carrefour, se o projeto for aprovado pelo Casino, que resiste à oferta sob alegação de que não foi consultado.
Uma das justificativas do BNDESPar, braço de investimentos em empresas do banco estatal, para entrar no negócio é que o aporte ajudaria a fortalecer a presença internacional de um grupo brasileiro, o Pão de Açúcar.
No caso, a operação brasileira, chamada de NPA (Novo Pão de Açúcar), terá 11,7% do Carrefour mundial.
A proposta, feita pelo banco BTG Pactual, prevê a fusão do Pão de Açúcar/Casino com o Carrefour no Brasil.
O Casino é sócio do Pão de Açúcar desde 1999, quando entrou no capital da varejista brasileira para salvá-la da bancarrota. Em 2005, comprou o controle, que deveria assumir no próximo ano.
A Folha apurou que o BNDES exigiu que o poder de cada um dos sócios seja limitado a 15%, independente da quantidade de ações que ele possuir.
(gráfico: Editoria de Arte/Folhapress)
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Justiça concede liminar contra lei de sacolas plásticas
Segundo nota do Folha.com, o Tribunal de Justiça derrubou, em caráter liminar, a lei que proíbe a distribuição de sacolinhas plásticas em supermercados na cidade de São Paulo.
A decisão foi tomada na quarta-feira e publicada ontem no "Diário da Justiça".
A lei havia entrado em vigor em maio, mas garantia um período de adaptação aos estabelecimentos comerciais até 31 de dezembro.
O Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo foi quem entrou com a ação.
A decisão foi tomada na quarta-feira e publicada ontem no "Diário da Justiça".
A lei havia entrado em vigor em maio, mas garantia um período de adaptação aos estabelecimentos comerciais até 31 de dezembro.
O Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo foi quem entrou com a ação.
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quinta-feira, 30 de junho de 2011
Toys R Us projeta grande crescimento nas vendas online
Segundo Dhanya Skariachan e Alistair Barr, na Reuters, a maior varejista de brinquedos do mundo, Toys R Us, prevê que as vendas pela internet devem dobrar nos próximos cinco anos.
Segundo o CEO da rede, Jerry Storch, houve uma mudança de paradigma a respeito do comércio pela internet. O executivo diz que hoje não mais diferença entre o que é vendido em uma loja tradicional ou pela Web. E os consumidores que compram nas lojas de cimento e tijolo, hoje checam as ofertas via internet antes de se deslocarem.
Segundo o CEO da rede, Jerry Storch, houve uma mudança de paradigma a respeito do comércio pela internet. O executivo diz que hoje não mais diferença entre o que é vendido em uma loja tradicional ou pela Web. E os consumidores que compram nas lojas de cimento e tijolo, hoje checam as ofertas via internet antes de se deslocarem.
Iluminação inteligente: lâmpadas controladas via Wi-Fi
A empresa holandesa NPX Semiconductor criou uma solução de iluminação de espaços comerciais e residenciais que usa lâmpadas econômicas e a internet para controlar o sistema à distância. A solução GreenChip permite que cada lâmpada tenha um endereço individual de internet, e os usuários podem monitorar e controlar todas as luzes a partir de um aparelho conectado à internet.
Código de barras entra na "fase expressionista"
Segundo informa Sarah Nassauer, no Wall Street Journal, os códigos de barras presentes em todos os produtos estão passando por uma revolução visual. Muitas marcas estão buscando integrar os velhos códigos de identificação à identidade visual de seus produtos, com ideias interessantes nas embalagens.
A tendência é mais popular entre marcas menores, mas grande fabricantes como a Nestlé estão entrando na onda de códigos de barras customizados.
A moda abriu o mercado para um número crescente de empresas de design, que criam códigos de barras que parecem pequenas obras de arte. Algumas empresas usam departamentos internos de design para criar novos desenhos.
Alguns buscam a elegância, outros o humor e a ironia. A tendência teve origem no Japão, e está se espalhando rapidamente pelos EUA e Europa.
A tecnologia entrou em uso generalizado no começo dos anos 70, e é notável que tenha demorado tanto para as marcas pensarem em personalizar um elemento que faz parte de qualquer embalagem atualmente.
A tendência é mais popular entre marcas menores, mas grande fabricantes como a Nestlé estão entrando na onda de códigos de barras customizados.
A moda abriu o mercado para um número crescente de empresas de design, que criam códigos de barras que parecem pequenas obras de arte. Algumas empresas usam departamentos internos de design para criar novos desenhos.
Alguns buscam a elegância, outros o humor e a ironia. A tendência teve origem no Japão, e está se espalhando rapidamente pelos EUA e Europa.
A tecnologia entrou em uso generalizado no começo dos anos 70, e é notável que tenha demorado tanto para as marcas pensarem em personalizar um elemento que faz parte de qualquer embalagem atualmente.
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Amazon corta associados na Califórnia para evitar impostos
Reporta Tami Luhby, na CNNMoney, que a Amazon.com anunciou nesta quinta, 30/06, que vai encerrar os contratos com milhares de associados na Califórnia devido a uma nova lei que demanda a cobrança de impostos sobre vendas online feitas no estado.
O governador Jerry Brown acabou de assinar a medida, como parte do plano de redução do déficit orçamentário. A Califórnia espera coletar US$ 200 milhões com a nova lei.
Segundo o site de e-commerce, a lei é inconstitucional e contraprodutiva, e afirma que em outros estados leis similares levaram a queda no rendimento e perda de empregos.
Os legisladores da Califórnia dizem que a lei torna o mercado de varejo mais justo, uma vez que as lojas tradicionais de cimento e tijolo são obrigadas a recolher impostos.
O governador Jerry Brown acabou de assinar a medida, como parte do plano de redução do déficit orçamentário. A Califórnia espera coletar US$ 200 milhões com a nova lei.
Segundo o site de e-commerce, a lei é inconstitucional e contraprodutiva, e afirma que em outros estados leis similares levaram a queda no rendimento e perda de empregos.
Os legisladores da Califórnia dizem que a lei torna o mercado de varejo mais justo, uma vez que as lojas tradicionais de cimento e tijolo são obrigadas a recolher impostos.
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Ermenegildo Zegna inova com loja virtual 3D
A marca italiana de moda masculina Ermenegildo Zegna finalmente revelou seu projeto secreto: uma loja virtual em 3D (a in_STORE) e um aplicativo móvel que busca reproduzir a sensação de estar em uma loja de verdade. Antes do lançamento, a Zegna fez uma campanha para atrair os clientes, e mais de 1.000 pessoas se inscreveram para o evento, antes mesmo do lançamento.
Segundo Chris Ramey, presidente da consultoria de varejo de luxo Affluent Insights , a estratégia da Zegna criou uma grande expectativa em consumidores de alto poder aquisitivo. E é raro que uma marca de alto luxo deixe sua forma tradicional para investir em novas tecnologias de varejo. Ramey disse que a Zegna criou uma emoção positiva ao redor do lançamento da loja virtual.
A Zegna tem lojas de cimento e tijolo estrategicamente localizadas em Milão, Nova York, Las Vegas, Tóquio, Dubai, Hong Kong, Shanghai, Shenzhen, Hangzhou e Chengdu.
A loja virtual foi inaugurada oficialmente na manhã do dia 23 de junho. O ambiente em 3D cria uma sensação de passeio pela loja, com todos os detalhes característicos. O lançamento da loja virtual coincidiu com a inauguração da nova megaloja da marca em Paris, que foi desenhada pelo famoso arquiteto Peter Marino, também responsável pelo conceito visual da marca ao redor do mundo.
Ao entrar na loja virtual pela primeira vez, os usuários são saudados pela atriz e modelo Milla Jovovich, que explica como navegar no site e no aplicativo. Um vídeo curto mostra o layout dos dois pisos da loja virtual.
A partir desse layout, os usuários podem navegar por diferentes seções da loja. Ao clicar no ícone "mapa", o aplicativo oferece uma visão aérea de cada piso, onde podem ser vistas as mercadorias divididas por categorias (por exemplo, ternos, sapatos, acessórios)
Os consumidores podem então clicar em "navegar", e será apresentada uma série de fotos de produtos daquela seção, mostrando a variedade de modelos e cores. Ao selecionar qualquer item exposto nos balcões virtuais, o usuário é enviado para uma página com informações para a compra do produto.
A loja virtual foi criada por James Lima, o consultor visual do filme "Avatar". O que chama a atenção é que a Zegna desenvolveu um conceito de loja virtual que integra moda, efeitos visuais de Hollywood e tecnologias digitais, incorporando as três áreas de uma maneira nunca antes vista no varejo.
A loja pode ser vista no site www.zegna.com, e o aplicativo pode ser baixado na loja da Apple.
Apesar de ter sido muito bem recebida por consumidores e analistas do setor de varejo, a loja virtual de Ermenegildo Zegna não é uma unanimidade. O próprio Chris Ramey não aposta muito no impacto da loja 3D. Segundo ele, o aplicativo da Zegna, apesar de muito bem realizado, não deve causar uma revolução nas compras online, do mesmo modo que a TV 3D não mudou muito a forma de ver televisão.
Mesmo assim, uma "fila virtual" de 1.031 pessoas se formou nas horas que antecederam o lançamento oficial do site. E isso já é um bom indicador de que o investimento tem grande chance de sucesso.
A atriz Milla Jovovich estrela o vídeo de lançamento da in_STORE:
Segundo Chris Ramey, presidente da consultoria de varejo de luxo Affluent Insights , a estratégia da Zegna criou uma grande expectativa em consumidores de alto poder aquisitivo. E é raro que uma marca de alto luxo deixe sua forma tradicional para investir em novas tecnologias de varejo. Ramey disse que a Zegna criou uma emoção positiva ao redor do lançamento da loja virtual.
A Zegna tem lojas de cimento e tijolo estrategicamente localizadas em Milão, Nova York, Las Vegas, Tóquio, Dubai, Hong Kong, Shanghai, Shenzhen, Hangzhou e Chengdu.
A loja virtual foi inaugurada oficialmente na manhã do dia 23 de junho. O ambiente em 3D cria uma sensação de passeio pela loja, com todos os detalhes característicos. O lançamento da loja virtual coincidiu com a inauguração da nova megaloja da marca em Paris, que foi desenhada pelo famoso arquiteto Peter Marino, também responsável pelo conceito visual da marca ao redor do mundo.
Ao entrar na loja virtual pela primeira vez, os usuários são saudados pela atriz e modelo Milla Jovovich, que explica como navegar no site e no aplicativo. Um vídeo curto mostra o layout dos dois pisos da loja virtual.
A partir desse layout, os usuários podem navegar por diferentes seções da loja. Ao clicar no ícone "mapa", o aplicativo oferece uma visão aérea de cada piso, onde podem ser vistas as mercadorias divididas por categorias (por exemplo, ternos, sapatos, acessórios)
Os consumidores podem então clicar em "navegar", e será apresentada uma série de fotos de produtos daquela seção, mostrando a variedade de modelos e cores. Ao selecionar qualquer item exposto nos balcões virtuais, o usuário é enviado para uma página com informações para a compra do produto.
A loja virtual foi criada por James Lima, o consultor visual do filme "Avatar". O que chama a atenção é que a Zegna desenvolveu um conceito de loja virtual que integra moda, efeitos visuais de Hollywood e tecnologias digitais, incorporando as três áreas de uma maneira nunca antes vista no varejo.
A loja pode ser vista no site www.zegna.com, e o aplicativo pode ser baixado na loja da Apple.
Apesar de ter sido muito bem recebida por consumidores e analistas do setor de varejo, a loja virtual de Ermenegildo Zegna não é uma unanimidade. O próprio Chris Ramey não aposta muito no impacto da loja 3D. Segundo ele, o aplicativo da Zegna, apesar de muito bem realizado, não deve causar uma revolução nas compras online, do mesmo modo que a TV 3D não mudou muito a forma de ver televisão.
Mesmo assim, uma "fila virtual" de 1.031 pessoas se formou nas horas que antecederam o lançamento oficial do site. E isso já é um bom indicador de que o investimento tem grande chance de sucesso.
A atriz Milla Jovovich estrela o vídeo de lançamento da in_STORE:
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Pão de Açúcar e Carrefour já preparam proposta ao Cade
Segundo Claudia Facchini, do iG, o Grupo Pão de Açúcar e o Carrefour já estão preparando uma proposta para levar ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que terá de aprovar a fusão das suas das duas maiores cadeias de supermercados e hipermercados do País.
O órgão antitruste já deu sinais de que será duro no julgamento de fusões desse porte ao impor, recentemente, fortes restrições à união da Sadia e Perdigão. O processo está em fase de julgamento no órgão antitruste.
“Estamos trabalhando uma proposta para o Cade”, disse Pércio de Souza, sócio da Estáter, escritório que desenhou e coordenou o acordo para a fusão do Grupo Pão de Açúcar e do Carrefour no Brasil.
O grande entrave para a aprovação da fusão está na região Sudeste, sobretudo no Estado de São Paulo, onde o Grupo Pão de Açúcar e o Carrefour praticamente controlam o varejo alimentar. O Grupo Pão de Açúcar possui 481 lojas no Sudeste, enquanto o Carrefour possui 548 filiais, segundo informações divulgadas hoje pela Estáter. O número representa mais da metade das lojas das duas varejistas em todo País.
As duas varejistas possuem uma presença bem menor em outras regiões, diferentemente do Walmart, que se fortaleceu no Nordeste e no Sul. No Sul, por exemplo, o Grupo Pão de Açúcar só possui quatro supermercados e dois hipermercados, enquanto o Carrefour possui 14 filiais. No Nordeste, o Grupo Pão de Açúcar possui 34 lojas e o Carrefour, 53.
O órgão antitruste já deu sinais de que será duro no julgamento de fusões desse porte ao impor, recentemente, fortes restrições à união da Sadia e Perdigão. O processo está em fase de julgamento no órgão antitruste.
“Estamos trabalhando uma proposta para o Cade”, disse Pércio de Souza, sócio da Estáter, escritório que desenhou e coordenou o acordo para a fusão do Grupo Pão de Açúcar e do Carrefour no Brasil.
O grande entrave para a aprovação da fusão está na região Sudeste, sobretudo no Estado de São Paulo, onde o Grupo Pão de Açúcar e o Carrefour praticamente controlam o varejo alimentar. O Grupo Pão de Açúcar possui 481 lojas no Sudeste, enquanto o Carrefour possui 548 filiais, segundo informações divulgadas hoje pela Estáter. O número representa mais da metade das lojas das duas varejistas em todo País.
As duas varejistas possuem uma presença bem menor em outras regiões, diferentemente do Walmart, que se fortaleceu no Nordeste e no Sul. No Sul, por exemplo, o Grupo Pão de Açúcar só possui quatro supermercados e dois hipermercados, enquanto o Carrefour possui 14 filiais. No Nordeste, o Grupo Pão de Açúcar possui 34 lojas e o Carrefour, 53.
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Twitter pode ganhar sistema de compras coletivas
Reporta Tim Bradshaw, no Financial Times, que o Twitter está cada vez mais próximo de colocar propaganda em sua timeline. A ideia é dar uma encorpada no "Promoted Tweets", que atualmente mostra mensagens de anunciantes quando o usuário faz pesquisas. Outra novidade que deve aparecer é um sistema de compras coletivas interno.
Executivos do Twitter aproveitaram o Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions, na semana passada, para se encontrar com agências e especialistas em marketing e discutir maneiras viáveis de se fazer dinheiro com o microblog. E um dos formatos a que se chegou é parecido com o sistema do Groupon.
Mensagens com ofertas seriam postadas nos 140 caracteres por um perfil e os usuários teriam um tempo predeterminado para aceitarem, ou não. As marcas que usam o Twitter como plataforma empresarial terão mais opções no seu painel de controle, com a possibilidade, inclusive, de programar as mensagens a serem postadas.
Executivos do Twitter aproveitaram o Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions, na semana passada, para se encontrar com agências e especialistas em marketing e discutir maneiras viáveis de se fazer dinheiro com o microblog. E um dos formatos a que se chegou é parecido com o sistema do Groupon.
Mensagens com ofertas seriam postadas nos 140 caracteres por um perfil e os usuários teriam um tempo predeterminado para aceitarem, ou não. As marcas que usam o Twitter como plataforma empresarial terão mais opções no seu painel de controle, com a possibilidade, inclusive, de programar as mensagens a serem postadas.
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quarta-feira, 22 de junho de 2011
'Groupon ao contrário' é lançado nos Estados Unidos
Segundo nota do Olhar Digital, um outro conceito de compras coletivas acaba de ser lançado em San Francisco, EUA. A Loopt, uma startup famosa por lá que mistura FourSquare e compras coletivas (apresenta descontos de acordo com a sua localização), acaba de lançar um serviço chamado u-Deals no qual o próprio usuário é quem define a oferta a ser anunciada no site.
Funciona assim: você gosta muito de um bar ou loja, e quer ir com seus amigos em uma data específica. Aí, basta enviar a sugestão para a Loopt e, caso seja aprovada pela equipe, eles correrão atrás do desconto para você. A partir daí, você é quem convida os seus amigos e, no momento em que o desconto for oferecido, todos os cadastrados recebem o link para o cupom. Dessa forma, você só recebe os descontos que realmente te interessam.Por enquanto, o serviço está em testes apenas na California.
Funciona assim: você gosta muito de um bar ou loja, e quer ir com seus amigos em uma data específica. Aí, basta enviar a sugestão para a Loopt e, caso seja aprovada pela equipe, eles correrão atrás do desconto para você. A partir daí, você é quem convida os seus amigos e, no momento em que o desconto for oferecido, todos os cadastrados recebem o link para o cupom. Dessa forma, você só recebe os descontos que realmente te interessam.Por enquanto, o serviço está em testes apenas na California.
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Sem cotas nem comissões, Apple Store vende mais que Tiffany's
Um indicador de sucesso no varejo: as 336 lojas da rede Apple Store receberam mais clientes em um trimestre do que os 60 milhões de visitantes dos quatro parques temáticos da Disney em um ano.
Uma reportagem do Wall Street Journal indica alguns dos fatores do imenso sucesso das lojas da Apple, que acabam de completar dez anos no varejo. Segundo o jornal, a Apple não mede esforços para treinar os funcionários das lojas, com o objetivo de oferecer uma experiência de compras "otimizada" para os consumidores.
A reportagem destaca que a Apple criou manuais detalhados para o treinamento de funcionários e estabeleceu padrões minuciosos para o comportamento dos atendentes com os clientes.
O resultado dessa postura é que as lojas da Apple registram vendas anuais de US$ 4.406 por metro quadrado de loja -- e esse valor não inclui as vendas online, segundo dados do banco de investimentos Needham & Co. Somando-se as vendas online, que incluem o site iTunes, o valor sobe para US$ 5.914. Em comparação, a joalharia Tiffany & Co. teve vendas anuais de US$ 3.070 por metro quadrado, a loja de luxo Coach Inc chegou a US$ 1.776/m2 e a rede de produtos eletrônicos Best Buy atinge US$ 880/m2.
Com sua decoração arejada e moderna, as lojas da Apple sugerem um ambiente livre e casual. Mas a marca mantém um controle estrito sobre seus espaços comerciais. Os funcionários são proibidos de comentar boatos sobre os produtos, os técnicos não devem falar sobre notícias referentes a defeitos. Além disso, escrever na internet e em redes sociais sobre a empresa é motivo para demissão, como relatam atendentes atuais e ex-funcionários das lojas.
O criador do modelo de sucesso da Apple Store é Ron Johnson, que acaba de ser contratado para ser o novo CEO da rede de lojas de roupas J.C. Penney.
Os ótimos resultados das lojas da Apple são motivados em grande parte pela atração causada pelos produtos da marca. Segundo analistas do setor de varejo, muitas das vantagens da Apple sobre lojas rivais como a Best Buy são técnicas: a Apple Store vende uma única marca, tem muito menos produtos e conta com bem menos lojas -- a rede da Best Buy tem mais de 4.000 lojas. Com a expansão da rede, é provável que a Apple enfrente problemas já conhecidos por outras redes de varejo.
Mesmo assim, a Apple é considerada uma pioneira em vários aspectos de design de loja e atendimento ao cliente. Os manuais de treinamento contém uma filosofia pouco comum no varejo: os atendentes são orientados não para vender, mas para ajudar os consumidores a resolver seus problemas. Um dos manuais diz que a função do atendente é entender todas as necessidades do cliente, incluindo aquelas que ele ainda não sabe que tem. Por conta disso, os funcionários não recebem comissão e também não devem cumprir cotas mensais de vendas.
A Apple tem um "programa de passos" em seu serviço que é formado pelas iniciais APPLE: "Aborde os clientes com uma saudação calorosa"; "Pergunte educadamente para descobrir todas as necessidades dos clientes"; "Proponha uma solução que o cliente possa levar para casa ainda hoje"; "Ouça (Listen) e resolva quaisquer questões e preocupações"; "Encerre com uma saudação e um convite para nova visita".
O design da loja é crucial. Segundo Brian Dyches, presidente do Retail Design Institute, a maioria dos varejistas cria um modelo padrão que é repetido e mantido; já a Apple mantém seu design de varejo em constante evolução, oferecendo novas experiências para o consumidor.
Uma reportagem do Wall Street Journal indica alguns dos fatores do imenso sucesso das lojas da Apple, que acabam de completar dez anos no varejo. Segundo o jornal, a Apple não mede esforços para treinar os funcionários das lojas, com o objetivo de oferecer uma experiência de compras "otimizada" para os consumidores.
A reportagem destaca que a Apple criou manuais detalhados para o treinamento de funcionários e estabeleceu padrões minuciosos para o comportamento dos atendentes com os clientes.
O resultado dessa postura é que as lojas da Apple registram vendas anuais de US$ 4.406 por metro quadrado de loja -- e esse valor não inclui as vendas online, segundo dados do banco de investimentos Needham & Co. Somando-se as vendas online, que incluem o site iTunes, o valor sobe para US$ 5.914. Em comparação, a joalharia Tiffany & Co. teve vendas anuais de US$ 3.070 por metro quadrado, a loja de luxo Coach Inc chegou a US$ 1.776/m2 e a rede de produtos eletrônicos Best Buy atinge US$ 880/m2.
Com sua decoração arejada e moderna, as lojas da Apple sugerem um ambiente livre e casual. Mas a marca mantém um controle estrito sobre seus espaços comerciais. Os funcionários são proibidos de comentar boatos sobre os produtos, os técnicos não devem falar sobre notícias referentes a defeitos. Além disso, escrever na internet e em redes sociais sobre a empresa é motivo para demissão, como relatam atendentes atuais e ex-funcionários das lojas.
O criador do modelo de sucesso da Apple Store é Ron Johnson, que acaba de ser contratado para ser o novo CEO da rede de lojas de roupas J.C. Penney.
Os ótimos resultados das lojas da Apple são motivados em grande parte pela atração causada pelos produtos da marca. Segundo analistas do setor de varejo, muitas das vantagens da Apple sobre lojas rivais como a Best Buy são técnicas: a Apple Store vende uma única marca, tem muito menos produtos e conta com bem menos lojas -- a rede da Best Buy tem mais de 4.000 lojas. Com a expansão da rede, é provável que a Apple enfrente problemas já conhecidos por outras redes de varejo.
Mesmo assim, a Apple é considerada uma pioneira em vários aspectos de design de loja e atendimento ao cliente. Os manuais de treinamento contém uma filosofia pouco comum no varejo: os atendentes são orientados não para vender, mas para ajudar os consumidores a resolver seus problemas. Um dos manuais diz que a função do atendente é entender todas as necessidades do cliente, incluindo aquelas que ele ainda não sabe que tem. Por conta disso, os funcionários não recebem comissão e também não devem cumprir cotas mensais de vendas.
A Apple tem um "programa de passos" em seu serviço que é formado pelas iniciais APPLE: "Aborde os clientes com uma saudação calorosa"; "Pergunte educadamente para descobrir todas as necessidades dos clientes"; "Proponha uma solução que o cliente possa levar para casa ainda hoje"; "Ouça (Listen) e resolva quaisquer questões e preocupações"; "Encerre com uma saudação e um convite para nova visita".
O design da loja é crucial. Segundo Brian Dyches, presidente do Retail Design Institute, a maioria dos varejistas cria um modelo padrão que é repetido e mantido; já a Apple mantém seu design de varejo em constante evolução, oferecendo novas experiências para o consumidor.
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terça-feira, 21 de junho de 2011
O Groupon está condenado ao fracasso?
O empresário Rocky Agrawal (que escreve o blog reDesign e pode ser seguido no Twitter em @rakeshlobster) escreveu uma série de artigos polêmicos sobre a explosão de sites de ofertas, como o Groupon.
Na visão de Agrawal, o Groupon (e sites similares) podem estar fadados aos fracasso porque o modelo de negócios desses sites é uma tentação (e um convite) para uma ampla variedade de golpes, com destaque para fraudes financeiras, evasão fiscal e abusos da boa-fé dos consumidores.
Agrawal argumenta que o Groupon cria brechas para que varejistas em dificuldades possam gerar fluxo de caixa e escapar de uma falência iminente, às custas do site e do dinheiro dos consumidores.
Muitos varejistas em crise nos EUA podem ver em sites como o Groupon uma saída escusa para problemas financeiros urgentes. E a consequência mais grave dessa ação é frustrar os consumidores -- um efeito em cascata que pode levar ao colapso total desse tipo de comércio online.
Segundo Agrawall, o maior erro cometido por varejistas, consumidores e investidores em relação a sites como o Groupon é o olhar apenas o faturamento, sem levar em conta os riscos desse tipo de operação -- que são muito elevados. O empresário critica a atitude das empresas, que escondem os riscos em suas campanhas de marketing.
Agrawall chega a comparar os sites de descontos com esquemas de agiotagem, que oferecem dinheiro fácil sem mencionar os altos juros e custos associados aos riscos das operações.
A análise de Agrawall é muito sensata e vale a pena ler o texto completo. As 3 primeiras partes do estudo estão aqui, aqui e aqui.
Na visão de Agrawal, o Groupon (e sites similares) podem estar fadados aos fracasso porque o modelo de negócios desses sites é uma tentação (e um convite) para uma ampla variedade de golpes, com destaque para fraudes financeiras, evasão fiscal e abusos da boa-fé dos consumidores.
Agrawal argumenta que o Groupon cria brechas para que varejistas em dificuldades possam gerar fluxo de caixa e escapar de uma falência iminente, às custas do site e do dinheiro dos consumidores.
Muitos varejistas em crise nos EUA podem ver em sites como o Groupon uma saída escusa para problemas financeiros urgentes. E a consequência mais grave dessa ação é frustrar os consumidores -- um efeito em cascata que pode levar ao colapso total desse tipo de comércio online.
Segundo Agrawall, o maior erro cometido por varejistas, consumidores e investidores em relação a sites como o Groupon é o olhar apenas o faturamento, sem levar em conta os riscos desse tipo de operação -- que são muito elevados. O empresário critica a atitude das empresas, que escondem os riscos em suas campanhas de marketing.
Agrawall chega a comparar os sites de descontos com esquemas de agiotagem, que oferecem dinheiro fácil sem mencionar os altos juros e custos associados aos riscos das operações.
A análise de Agrawall é muito sensata e vale a pena ler o texto completo. As 3 primeiras partes do estudo estão aqui, aqui e aqui.
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E-commerce fatura R$ 680 milhões no Dia dos Namorados
O Dia dos Namorados rendeu números favoráveis ao e-commerce em 2011. De acordo com a e-bit, somente no período de 29 de maio a 12 de junho foram faturados R$ 680 milhões no varejo online. Esse valor representou um acréscimo de 15% no ano se comparado com o mesmo período de 2010, com mais de 2 milhões de pedidos realizados.
“Mesmo com a desaceleração da economia nos últimos meses, o Dia dos Namorados contribuiu com números importantes para o e-commerce. Enfrentamos um período de desconfiança econômica e, mesmo assim, as vendas cresceram 15%, valor que entendemos como um alto índice. Vale lembrar que, no ano passado, a Copa do Mundo inflacionou as vendas na data, já que estávamos na iminência da competição”, esclarece Alexandre Umberti, diretor de Marketing e Produtos da e-bit.
Um fator importante a ser ressaltado para esse Dia dos Namorados foi a presença inédita da categoria Moda e Acessórios no “Top 5” no ranking das categorias mais vendidas entre os apaixonados, com 8% do volume total de pedidos, ocupando a 5ª colocação. Ainda figuraram no ranking “Saúde, Beleza e Medicamentos”, “Informática”, “Eletrodomésticos”, “Telefonia/Celulares”, respectivamente.
“O comércio eletrônico está aprendendo a vender roupas para seus consumidores que, além de terem acesso a opinião de outros consumidores através das redes sociais, estão cada vez mais seguros com o setor. Com os eventos esportivos da década sediados no Brasil, esse segmento deve ganhar ainda mais força com as vendas de artigos do gênero, como camisetas de times e acessórios”, afirma o executivo.
“Mesmo com a desaceleração da economia nos últimos meses, o Dia dos Namorados contribuiu com números importantes para o e-commerce. Enfrentamos um período de desconfiança econômica e, mesmo assim, as vendas cresceram 15%, valor que entendemos como um alto índice. Vale lembrar que, no ano passado, a Copa do Mundo inflacionou as vendas na data, já que estávamos na iminência da competição”, esclarece Alexandre Umberti, diretor de Marketing e Produtos da e-bit.
Um fator importante a ser ressaltado para esse Dia dos Namorados foi a presença inédita da categoria Moda e Acessórios no “Top 5” no ranking das categorias mais vendidas entre os apaixonados, com 8% do volume total de pedidos, ocupando a 5ª colocação. Ainda figuraram no ranking “Saúde, Beleza e Medicamentos”, “Informática”, “Eletrodomésticos”, “Telefonia/Celulares”, respectivamente.
“O comércio eletrônico está aprendendo a vender roupas para seus consumidores que, além de terem acesso a opinião de outros consumidores através das redes sociais, estão cada vez mais seguros com o setor. Com os eventos esportivos da década sediados no Brasil, esse segmento deve ganhar ainda mais força com as vendas de artigos do gênero, como camisetas de times e acessórios”, afirma o executivo.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
Regulamento para transação financeira por celular entra na reta final
Segundo nota do TI Inside, nos próximos dois meses, deve ser divulgada a regulamentação para que os bancos possam oferecer serviços de transação financeira de baixo valor pelo celular. A informação é de Claudio Almeida Prado, do comitê de trabalho de pagamentos móveis da Febraban, que participou de painel sobre o assunto no último dia do Ciab 2011. Segundo ele, os detalhes técnicos já obtiveram consenso e, agora, a última etapa será de acertos com as operadoras de telefonia móvel.
Do ponto de vista técnico, definiu-se que o número de celular do cliente será a chave do processo de transferência. Dessa forma, ele poderá enviar um SMS sem qualquer custo. A despesa será assumida pelos bancos e operadoras que aderirem ao serviço. Os acordos vão acontecer de forma bilateral e as conversações estão em andamento.
Apesar de o valor máximo para a transação não ter sido ainda definido pelo Banco Central, Prado acredita que não deverá ultrapassar R$ 500 (sem que haja um valor mínimo), mas cada banco poderá ter sua política própria para viabilizar o micropagamento e a bancarização das classes de menor renda. Outra exigência é da usabilidade para que operação não seja complexa e aconteça de forma instantânea.
Segundo Prado, os bancos ainda não definiram se terão uma câmara de compensação própria para esse sistema ou se irão usar um apêndice do atual Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Ele diz que a proposta é substituir a transação em dinheiro, o cash out, que hoje representa mais de 70% das transações em termos de quantidade. "Mais de 50% das pessoas ainda recebem salário em dinheiro no Brasil", enfatiza.
Do ponto de vista técnico, definiu-se que o número de celular do cliente será a chave do processo de transferência. Dessa forma, ele poderá enviar um SMS sem qualquer custo. A despesa será assumida pelos bancos e operadoras que aderirem ao serviço. Os acordos vão acontecer de forma bilateral e as conversações estão em andamento.
Apesar de o valor máximo para a transação não ter sido ainda definido pelo Banco Central, Prado acredita que não deverá ultrapassar R$ 500 (sem que haja um valor mínimo), mas cada banco poderá ter sua política própria para viabilizar o micropagamento e a bancarização das classes de menor renda. Outra exigência é da usabilidade para que operação não seja complexa e aconteça de forma instantânea.
Segundo Prado, os bancos ainda não definiram se terão uma câmara de compensação própria para esse sistema ou se irão usar um apêndice do atual Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Ele diz que a proposta é substituir a transação em dinheiro, o cash out, que hoje representa mais de 70% das transações em termos de quantidade. "Mais de 50% das pessoas ainda recebem salário em dinheiro no Brasil", enfatiza.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
E-commerce fatura R$ 680 milhões no Dia dos Namorados
O Dia dos Namorados rendeu números favoráveis ao e-commerce em 2011. De acordo com a e-bit, empresa especializada em informações do setor, somente no período de 29 de maio a 12 de junho foram faturados R$ 680 milhões no varejo online. Esse valor representou um acréscimo de 15% no ano se comparado com o mesmo período de 2010, com mais de 2 milhões de pedidos realizados.
“Mesmo com a desaceleração da economia nos últimos meses, o Dia dos Namorados contribuiu com números importantes para o e-commerce. Enfrentamos um período de desconfiança econômica e, mesmo assim, as vendas cresceram 15%, valor que entendemos como um alto índice. Vale lembrar que, no ano passado, a Copa do Mundo inflacionou as vendas na data, já que estávamos na iminência da competição”, esclarece Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da e-bit.
Um fator importante a ser ressaltado para esse Dia dos Namorados foi a presença inédita da categoria Moda e Acessórios no “Top 5” no ranking das categorias mais vendidas entre os apaixonados, com 8% do volume total de pedidos, ocupando a 5ª colocação. Ainda figuraram no ranking “Saúde, Beleza e Medicamentos”, “Informática”, “Eletrodomésticos”, “Telefonia/Celulares”, respectivamente.
Segundo Umberti, a evolução dessa categoria dentro do e-commerce só tende a crescer. “O comércio eletrônico está aprendendo a vender roupas para seus consumidores que, além de terem acesso a opinião de outros consumidores através das redes sociais, estão cada vez mais seguros com o setor. Com os eventos esportivos da década sediados no Brasil, esse segmento deve ganhar ainda mais força com as vendas de artigos do gênero, como camisetas de times e acessórios”, afirma o executivo.
“Mesmo com a desaceleração da economia nos últimos meses, o Dia dos Namorados contribuiu com números importantes para o e-commerce. Enfrentamos um período de desconfiança econômica e, mesmo assim, as vendas cresceram 15%, valor que entendemos como um alto índice. Vale lembrar que, no ano passado, a Copa do Mundo inflacionou as vendas na data, já que estávamos na iminência da competição”, esclarece Alexandre Umberti, Diretor de Marketing e Produtos da e-bit.
Um fator importante a ser ressaltado para esse Dia dos Namorados foi a presença inédita da categoria Moda e Acessórios no “Top 5” no ranking das categorias mais vendidas entre os apaixonados, com 8% do volume total de pedidos, ocupando a 5ª colocação. Ainda figuraram no ranking “Saúde, Beleza e Medicamentos”, “Informática”, “Eletrodomésticos”, “Telefonia/Celulares”, respectivamente.
Segundo Umberti, a evolução dessa categoria dentro do e-commerce só tende a crescer. “O comércio eletrônico está aprendendo a vender roupas para seus consumidores que, além de terem acesso a opinião de outros consumidores através das redes sociais, estão cada vez mais seguros com o setor. Com os eventos esportivos da década sediados no Brasil, esse segmento deve ganhar ainda mais força com as vendas de artigos do gênero, como camisetas de times e acessórios”, afirma o executivo.
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Grupo francês Casino aumenta participação no Pão de Açúcar
O grupo francês Casino anunciou nesta quinta-feira (16) que aumentou sua participação em ações preferenciais no Grupo Pão de Açúcar, de 3,3% para 37%, investindo US$ 363 milhões. “Esta operação mostra o compromisso contínuo do grupo com o Pão de Açúcar, assim como a posição do grupo em mercados de rápido crescimento”, informa o comunicado assinado pelo Casino, Guichard-Perrachon.
O aporte de investimento ocorre algumas semanas após o Casino entrar com pedido de arbitragem perante a Câmara de Comércio Internacional (ICC), em Paris, contra a família Diniz. A alegação era de que o Pão de Açúcar estaria negociando uma possível associação com o também francês Carrefour sem o aval do Casino. Na época, Abilio Diniz emitiu nota informando que não havia descumprido qualquer disposição dos acordos de acionistas da GPA, nem dos demais contratos celebrados entre os acionistas controladores, como o Casino.
A saia-justa entre o sócio francês e o grupo brasileiro aconteceu depois que a imprensa francesa divulgou que o Carrefour havia contratado um banco de investimentos para a possível negociação com o Grupo Pão de Açúcar. Em 2010, o Carrefour Brasil registrou uma fraude contábil estimada em 550 milhões de euros, originada por resultados inflados.
O aporte de investimento ocorre algumas semanas após o Casino entrar com pedido de arbitragem perante a Câmara de Comércio Internacional (ICC), em Paris, contra a família Diniz. A alegação era de que o Pão de Açúcar estaria negociando uma possível associação com o também francês Carrefour sem o aval do Casino. Na época, Abilio Diniz emitiu nota informando que não havia descumprido qualquer disposição dos acordos de acionistas da GPA, nem dos demais contratos celebrados entre os acionistas controladores, como o Casino.
A saia-justa entre o sócio francês e o grupo brasileiro aconteceu depois que a imprensa francesa divulgou que o Carrefour havia contratado um banco de investimentos para a possível negociação com o Grupo Pão de Açúcar. Em 2010, o Carrefour Brasil registrou uma fraude contábil estimada em 550 milhões de euros, originada por resultados inflados.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Segredos de sucesso da Apple Store
Vídeo do Wall Street Journal aponta algumas estratégias de sucesso das lojas da Apple. Atendidmento dedicado, funcionários bem treinados e gentis (sem uma postura arrogante ou negativa), solução rápida de problemas e várias amenidades tornam mais interessante a compra na Apple Store.
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QR Code é nova arma do varejo
Misteriosos quadrados com desenhos e símbolos estão aparecendo em todos os lugares. Os quadrinhos com padrões em preto e branco podem ser vistos nos cantos de anúncios de jornais e revistas, em páginas da web e em corredores e gôndolas de supermercados. Chamados de "quick response codes" ("códigos de resposta rápida", ou QR Code), essa nova forma de interatividade tem grande potencial para o varejo.
Os códigos QR já são considerados como o código de barras da era digital -- só que podem conter muito mais informações, que podem ser acessadas pelos consumidores com smartphones e tablets. O QR pode abrir uma página na web, uma imagem ou vídeo, e até completar uma ligação telefônica com a marca ou loja.
A tecnologia não é exatamente nova, existe há vários anos. Mas apenas recentemente começou a ser adotada por varejistas nos EUA e Europa, na busca de novos meios de conexão com o consumidor. A indústria registra um crescimento muito acentuado: a maior empresa de códigos QR diz que o número de quadrinhos usados pelo varejo saltou de 80.000 por mês em 2009, para mais de 2 milhões de códigos mensais este ano.
Segundo Colin Gibbs, analista da firma GigaOm Pro, os anunciantes e agências consideram o QR como a ferramenta mais quente e promissora no marketing para aparelhos móveis. Gibbs destaca que os códigos QR são baratos e fáceis de usar nos pontos de venda, e permitem grande versatilidade em campanhas (os quadrinhos QR podem ser pequenos como um anúncio de jornal ou grandes o bastante para serem aplicados em assentos de estádios, ou até cobrir a fachada toda de um prédio)
A famosa loja Macy's de Nova York está usando códigos QR em todos os seus departamentos. Os compradores que apontam a câmera de seus smartphones para os códigos podem acessar vídeos diretamente na tela do celular, com dicas de uso dos produtos.
Os clientes da rede Home Depot podem usar os códigos QR para ver guias passo a passo de como usar os materiais comprados na loja.
A cervejaria Miller Beer estampou QRs nas latas da Lite Beer para uma grande promoção neste verão nos EUA.
Grandes marcas como Gap, Target, Starbucks e Ford estão usando QRs em suas atuais campanhas de marketing.
Os códigos QR foram inventados em meados dos anos 90 no Japão, o país que foi pioneiro no uso de smartphones. Há mais de uma década, as lojas japonesas do McDonald's usam QRs nas embalagens de seus hambúrgueres.
A explosão do uso dos QRs nos EUA e Europa se deve ao surgimento de novos celulares e tablets, com câmeras de alta qualidade e aplicativos atraentes e bem desenvolvidos. Segundo previsão da Nielsen, metade dos usuários americanos terão um smartphone até o final de 2011.
A penetração entre os consumidores ainda é relativamente baixa. Segundo avaliação da Forrester Research, apenas 5% dos usuários de smartphones nos EUA já escanearam um código QR no varejo. Mas o número está crescendo rapidamente. Cerca de 25% dos usuários de celulares do sistema Android e 7% dos usuários de iPhones testaram um QR no segundo trimestre de 2010, e esse número deve crescer significativamente este ano.
Os códigos QR já são considerados como o código de barras da era digital -- só que podem conter muito mais informações, que podem ser acessadas pelos consumidores com smartphones e tablets. O QR pode abrir uma página na web, uma imagem ou vídeo, e até completar uma ligação telefônica com a marca ou loja.
A tecnologia não é exatamente nova, existe há vários anos. Mas apenas recentemente começou a ser adotada por varejistas nos EUA e Europa, na busca de novos meios de conexão com o consumidor. A indústria registra um crescimento muito acentuado: a maior empresa de códigos QR diz que o número de quadrinhos usados pelo varejo saltou de 80.000 por mês em 2009, para mais de 2 milhões de códigos mensais este ano.
Segundo Colin Gibbs, analista da firma GigaOm Pro, os anunciantes e agências consideram o QR como a ferramenta mais quente e promissora no marketing para aparelhos móveis. Gibbs destaca que os códigos QR são baratos e fáceis de usar nos pontos de venda, e permitem grande versatilidade em campanhas (os quadrinhos QR podem ser pequenos como um anúncio de jornal ou grandes o bastante para serem aplicados em assentos de estádios, ou até cobrir a fachada toda de um prédio)
A famosa loja Macy's de Nova York está usando códigos QR em todos os seus departamentos. Os compradores que apontam a câmera de seus smartphones para os códigos podem acessar vídeos diretamente na tela do celular, com dicas de uso dos produtos.
Os clientes da rede Home Depot podem usar os códigos QR para ver guias passo a passo de como usar os materiais comprados na loja.
A cervejaria Miller Beer estampou QRs nas latas da Lite Beer para uma grande promoção neste verão nos EUA.
Grandes marcas como Gap, Target, Starbucks e Ford estão usando QRs em suas atuais campanhas de marketing.
Os códigos QR foram inventados em meados dos anos 90 no Japão, o país que foi pioneiro no uso de smartphones. Há mais de uma década, as lojas japonesas do McDonald's usam QRs nas embalagens de seus hambúrgueres.
A explosão do uso dos QRs nos EUA e Europa se deve ao surgimento de novos celulares e tablets, com câmeras de alta qualidade e aplicativos atraentes e bem desenvolvidos. Segundo previsão da Nielsen, metade dos usuários americanos terão um smartphone até o final de 2011.
A penetração entre os consumidores ainda é relativamente baixa. Segundo avaliação da Forrester Research, apenas 5% dos usuários de smartphones nos EUA já escanearam um código QR no varejo. Mas o número está crescendo rapidamente. Cerca de 25% dos usuários de celulares do sistema Android e 7% dos usuários de iPhones testaram um QR no segundo trimestre de 2010, e esse número deve crescer significativamente este ano.
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segunda-feira, 13 de junho de 2011
Magazine Luiza consolida vice-liderança no varejo com compra do Baú
De acordo com nota da Folha Online, o Magazine Luiza consolida a posição de segundo maior grupo varejista de eletrônicos e eletrodomésticos do país com a compra das lojas do Baú da Felicidade, do Grupo Silvio Santos.
O movimento de consolidação entre redes varejistas no Brasil ganhou força após o Grupo Pão de Açúcar alcançar a liderança absoluta do setor com as compras do Ponto Frio e Casas Bahia, anunciadas em 2009.
Depois de perder a disputa de Ponto Frio e Insinuante para Pão de Açúcar e Ricardo Eletro, respectivamente, o Magazine Luiza desembarcou no Nordeste, onde ainda não tinha operações, ao adquirir a Lojas Maia em julho do ano passado.
Com a compra --por R$ 83 milhões--, a rede comandada por Luiza Helena Trajano passará a ter mais 121 lojas, passando à marca de 732 estabelecimentos, com base em números de 2010.
A Máquina de Vendas, resultante da união de Ricardo Eletro e Insinuante -- e que incorporou a City Lar em junho de 2010-- tem mais lojas que o Magazine Luiza, com 750 unidades. Porém, somando as vendas do Baú de R$ 415 milhões, o Magazine Luiza teria faturamento bruto de R$ 6,1 bilhões de reais no último ano, contra 5,7 R$ bilhões da Máquina de Vendas.
O movimento de consolidação entre redes varejistas no Brasil ganhou força após o Grupo Pão de Açúcar alcançar a liderança absoluta do setor com as compras do Ponto Frio e Casas Bahia, anunciadas em 2009.
Depois de perder a disputa de Ponto Frio e Insinuante para Pão de Açúcar e Ricardo Eletro, respectivamente, o Magazine Luiza desembarcou no Nordeste, onde ainda não tinha operações, ao adquirir a Lojas Maia em julho do ano passado.
Com a compra --por R$ 83 milhões--, a rede comandada por Luiza Helena Trajano passará a ter mais 121 lojas, passando à marca de 732 estabelecimentos, com base em números de 2010.
A Máquina de Vendas, resultante da união de Ricardo Eletro e Insinuante -- e que incorporou a City Lar em junho de 2010-- tem mais lojas que o Magazine Luiza, com 750 unidades. Porém, somando as vendas do Baú de R$ 415 milhões, o Magazine Luiza teria faturamento bruto de R$ 6,1 bilhões de reais no último ano, contra 5,7 R$ bilhões da Máquina de Vendas.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
“Espelho Mágico” – Provador virtual inteligente da Intel
A Intel demonstrou durante o o Research@Intel Day 2011, que acontece esta semana em Mountain View, California, uma tecnologia que vai mudar a maneira como as pessoas compram roupas e se relacionam com a moda. Denominada “Magic Mirror” (Espelho Mágico), uma nova solução de “provador virtual” permite que os usuários experimentem versões virtuais de roupas em um avatar que simula as formas e os parâmetros exatos da pessoa que está a frente. Com o “Espelho Mágico”, é possível experimentar diferentes roupas em um avatar 3D antes de se encaminhar para um provador real.
O protótipo do “Espelho Mágico” apresentado é uma tela que funciona exatamente como um espelho de loja – exceto que, ao invés de uma superfície reflexiva, existe uma tela de alta resolução capaz de identificar tamanho e medidas de quem está na frente e criar um avatar 3D que responde em tempo real aos movimentos da pessoa.
O protótipo do “Espelho Mágico” apresentado é uma tela que funciona exatamente como um espelho de loja – exceto que, ao invés de uma superfície reflexiva, existe uma tela de alta resolução capaz de identificar tamanho e medidas de quem está na frente e criar um avatar 3D que responde em tempo real aos movimentos da pessoa.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Cliente do Grupo Pão de Açúcar consulta a qualidade dos produtos pelo celular
O Grupo Pão de Açúcar expandiu seu programa de Qualidade Desde a Origem, desenvolvido para oferecer um alto padrão de qualidade das frutas, legumes e verduras nas lojas Extra, Pão de Açúcar, CompreBem e Sendas. Agora, pelo celular, o cliente pode consultar toda a cadeia de produção e distribuição dos itens que chegam às lojas.
Reconhecido pela ANVISA como o programa de rastreabilidade e controle de agrotóxico exemplo no varejo brasileiro, o Qualidade Desde a Origem, criado em 2008, evolui para a plataforma móvel, tornando-se mais acessível, principalmente na hora da compra, quando você está em movimento e com o celular no bolso. O mobile site tem como principal função apresentar o produto e sua origem na tela adaptada ao celular. Você pode realizar buscas através do código do produto (ou scannear o QR-Code da embalagem), e acessar pelo celular a página do alimento, com informações e foto do produto, detalhes e localização do fornecedor; além de utilizar o localizador de lojas.
Mensalmente, o Grupo Pão de Açúcar movimenta cerca de 28 milhões de quilos de frutas, legumes e verduras nos 6 Centros de Distribuição. Desses, 80% já está rastreado no primeiro ano de Qualidade desde a Origem. A meta é estar 100% rastreado até segundo semestre de 2011.
O site www.qualidadedesdeaorigem.com.br oferece ao consumidor a oportunidade de conhecer melhor o programa “Qualidade desde a Origem”, com todos os passos de sua implantação. Basta clicar no link “Programa”. Para ter acesso ao código de todos os produtos comercializados nas lojas do grupo, embalados ou a granel, é só clicar no link “Origem”. Lá, o consumidor seleciona estado, categoria, produto e tipo de produto (Exemplo: SP, Frutas, Pêra e Pêra Williams). O site está hospedado no portal da empresa, www.grupopaodeacucar.com.br, e pode ser acessado por meio dos links disponibilizados nos demais endereços da companhia (www.paodeacucar.com.br www.extra.com.br www.comprebem.com.br e www.sendas.com.br).
Reconhecido pela ANVISA como o programa de rastreabilidade e controle de agrotóxico exemplo no varejo brasileiro, o Qualidade Desde a Origem, criado em 2008, evolui para a plataforma móvel, tornando-se mais acessível, principalmente na hora da compra, quando você está em movimento e com o celular no bolso. O mobile site tem como principal função apresentar o produto e sua origem na tela adaptada ao celular. Você pode realizar buscas através do código do produto (ou scannear o QR-Code da embalagem), e acessar pelo celular a página do alimento, com informações e foto do produto, detalhes e localização do fornecedor; além de utilizar o localizador de lojas.
Mensalmente, o Grupo Pão de Açúcar movimenta cerca de 28 milhões de quilos de frutas, legumes e verduras nos 6 Centros de Distribuição. Desses, 80% já está rastreado no primeiro ano de Qualidade desde a Origem. A meta é estar 100% rastreado até segundo semestre de 2011.
O site www.qualidadedesdeaorigem.com.br oferece ao consumidor a oportunidade de conhecer melhor o programa “Qualidade desde a Origem”, com todos os passos de sua implantação. Basta clicar no link “Programa”. Para ter acesso ao código de todos os produtos comercializados nas lojas do grupo, embalados ou a granel, é só clicar no link “Origem”. Lá, o consumidor seleciona estado, categoria, produto e tipo de produto (Exemplo: SP, Frutas, Pêra e Pêra Williams). O site está hospedado no portal da empresa, www.grupopaodeacucar.com.br, e pode ser acessado por meio dos links disponibilizados nos demais endereços da companhia (www.paodeacucar.com.br www.extra.com.br www.comprebem.com.br e www.sendas.com.br).
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Gigante japonesa de e-commerce compra a brasileira Ikeda
Reporta Erivelto Tadeu, no TI Inside, que a gigante varejista on-line japonesa Rakuten anunciou nesta terça-feira, 7, a compra do controle da empresa brasileira de comércio eletrônico Ikeda. O valor da transação não foi revelado e foi feita por meio da aquisição de 75% do capital da empresa e da manutenção de um percentual de participação na nova companhia dos quatro sócios remanescentes, que permanecem na operação. O negócio marca a primeira investida da companhia japonesa no mercado latino-americano, em mais uma etapa de sua expansão para mercados externos em busca de crescimento.
Avaliada na Bolsa de Valores de Tóquio em US$ 12,7 bilhões, a Rakuten opera como um e-marketplace, site para comércio eletrônico que funciona como intermediário entre varejistas e consumidores (B2C). No ano passado, a empresa comprou a norte-americana Buy.com por US$ 250 milhões e a francesa PriceMinister por 200 milhões de euros (US$ 263,3 milhões). Em outubro, a Rakuten lançou um serviço de vendas online na China, por meio de uma joint venture com a chinesa Baidu.
A meta da empresa no primeiro ano de operação no Brasil é crescer ao menos 40%, ou seja, a mesma taxa de expansão prevista para o setor neste ano, segundo Alessandro Gil, um dos sócios da Ikeda e que assumiu a diretoria de marketing de novos negócios da nova companhia. De acordo com ele, a Ikeda continuará como uma operação independente até que todo o processo de integração seja finalizado. Com uma carteira de 115 clientes atualmente, em que figuram nomes como WorldTennis, Cobasi, Etna e Le Postiche, entre outros, Gil diz que já está em conversações para que essas empresas mantenham a parceria com a Rakuten.
Avaliada na Bolsa de Valores de Tóquio em US$ 12,7 bilhões, a Rakuten opera como um e-marketplace, site para comércio eletrônico que funciona como intermediário entre varejistas e consumidores (B2C). No ano passado, a empresa comprou a norte-americana Buy.com por US$ 250 milhões e a francesa PriceMinister por 200 milhões de euros (US$ 263,3 milhões). Em outubro, a Rakuten lançou um serviço de vendas online na China, por meio de uma joint venture com a chinesa Baidu.
A meta da empresa no primeiro ano de operação no Brasil é crescer ao menos 40%, ou seja, a mesma taxa de expansão prevista para o setor neste ano, segundo Alessandro Gil, um dos sócios da Ikeda e que assumiu a diretoria de marketing de novos negócios da nova companhia. De acordo com ele, a Ikeda continuará como uma operação independente até que todo o processo de integração seja finalizado. Com uma carteira de 115 clientes atualmente, em que figuram nomes como WorldTennis, Cobasi, Etna e Le Postiche, entre outros, Gil diz que já está em conversações para que essas empresas mantenham a parceria com a Rakuten.
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Varejo do Brasil é o mais atrativo entre 30 países
Segundo nota do Propmark, o Brasil saltou, este ano, para a primeira posição do ranking da consultoria norte-americana A.T. Kearney entre os países e mercados emergentes mais atrativos em expansão de varejo. Em 2010, o Brasil ocupava a 5ª posição entre 30 pesquisados no 10º índice anual Global Retail Development Index (GRDI).
O ranking é constituído a partir de 25 variáveis, incluindo risco econômico e político, atrativos de mercado varejista, saturação e capacidade de crescimento do varejo local. Em 2011, a América Latina ainda tem, entre seus representantes, o Uruguai, na 2ª posição; o Chile (3º) e o Peru (8º).
Quanto à saturação, é o varejo de alimentos o segmento que mais sofre no País, dada a grande quantidade de empresas competidoras. Já em atratividade, o Brasil figura com 100 pontos, a máxima da métrica de avaliação, alcançada, de acordo com os consultores da A.T. Kearney devido a capacidade do varejo e da economia no País em superar crises incentivando o consumo.
O ranking é constituído a partir de 25 variáveis, incluindo risco econômico e político, atrativos de mercado varejista, saturação e capacidade de crescimento do varejo local. Em 2011, a América Latina ainda tem, entre seus representantes, o Uruguai, na 2ª posição; o Chile (3º) e o Peru (8º).
Quanto à saturação, é o varejo de alimentos o segmento que mais sofre no País, dada a grande quantidade de empresas competidoras. Já em atratividade, o Brasil figura com 100 pontos, a máxima da métrica de avaliação, alcançada, de acordo com os consultores da A.T. Kearney devido a capacidade do varejo e da economia no País em superar crises incentivando o consumo.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Brasil atrai varejistas internacionais
Reporta Janaina Langsdorff, no Meio & Mensagem, que as pesquisas despejam no mercado um número cada vez maior de dados capazes de sustentar as bases para um plano de investimento no Brasil. Os grupos varejistas, por exemplo, acabam de ganhar mais um parâmetro, divulgado pela consultoria ATKearney, e publicado na edição dessa segunda-feira pelo jornal Folha de S. Paulo, que posiciona o Brasil como o País mais promissor para gerar novos negócios nos países emergentes.
O levantamento foi feito com base nos riscos econômicos e políticos do País, a capacidade de atração e saturação do mercado e a diferença entre o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e o do varejo. De acordo com a pesquisa, as melhores oportunidades estão ligadas aos segmentos de vestuário, alimentos e eletroeletrônicos, cujo impulso deve acompanhar o ritmo de crescimento da renda do consumidor.
Somente o varejo têxtil nacional, por exemplo movimenta hoje cerca de R$ 130 bilhões ao ano, cifra que coloca o País na lista dos três maiores mercados do mundo, ao lado da China, Índia e Rússia. Os dados da indústria também comprovam o poder de atração do setor. De acordo com a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções), o segmento faturou US$ 52 bilhões em 2010, o que corresponde a uma média de 9,8 bilhões de peças confeccionadas ao ano. São mais de 30 mil indústrias divididas entre cerca de 40 pólos de confecção espalhados por todo o País. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram 53% da produção. Paraná e Santa Catarina respondem por 25% do volume e o restante fica distribuído entre as demais regiões.
O levantamento foi feito com base nos riscos econômicos e políticos do País, a capacidade de atração e saturação do mercado e a diferença entre o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e o do varejo. De acordo com a pesquisa, as melhores oportunidades estão ligadas aos segmentos de vestuário, alimentos e eletroeletrônicos, cujo impulso deve acompanhar o ritmo de crescimento da renda do consumidor.
Somente o varejo têxtil nacional, por exemplo movimenta hoje cerca de R$ 130 bilhões ao ano, cifra que coloca o País na lista dos três maiores mercados do mundo, ao lado da China, Índia e Rússia. Os dados da indústria também comprovam o poder de atração do setor. De acordo com a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções), o segmento faturou US$ 52 bilhões em 2010, o que corresponde a uma média de 9,8 bilhões de peças confeccionadas ao ano. São mais de 30 mil indústrias divididas entre cerca de 40 pólos de confecção espalhados por todo o País. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram 53% da produção. Paraná e Santa Catarina respondem por 25% do volume e o restante fica distribuído entre as demais regiões.
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sexta-feira, 3 de junho de 2011
Submarino lança o portal Radar
Reporta Bárbara Sacchitiello, no Meio & Mensagem, que o Submarino, portal de vendas de produtos e viagens pela internet -pertencente ao mesmo grupo da Americanas.com – decidiu investir na área de conteúdo e lança, na próxima semana, o portal Radar.
Voltado para a cobertura de assuntos e temas relacionados à arte, entretenimento e tecnologia, o site será atualizado constantemente por uma equipe formada por jornalistas, publicitários e blogueiros. Além de notícias, espaços para opinião, análises e discussão de temas cotidianos também devem figurar na página.
O novo site entra no ar na próxima segunda-feira, 6 de junho, e terá como primeiro convidadoo humorista e apresentador do programa CQC, Rafinha Bastos, que participará de um chat com os internautas. Para promover o portal, o Submarino fará uma grande campanha de divulgação em jornais, e-mail marketing para os usuários, banners no portal UOL e ações nas redes sociais como Twitter e Facebook.
Voltado para a cobertura de assuntos e temas relacionados à arte, entretenimento e tecnologia, o site será atualizado constantemente por uma equipe formada por jornalistas, publicitários e blogueiros. Além de notícias, espaços para opinião, análises e discussão de temas cotidianos também devem figurar na página.
O novo site entra no ar na próxima segunda-feira, 6 de junho, e terá como primeiro convidadoo humorista e apresentador do programa CQC, Rafinha Bastos, que participará de um chat com os internautas. Para promover o portal, o Submarino fará uma grande campanha de divulgação em jornais, e-mail marketing para os usuários, banners no portal UOL e ações nas redes sociais como Twitter e Facebook.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Consumidor de 35 a 44 anos lidera compras pela internet no Brasil
Segundo a Folha de S. Paulo, os consumidores que têm entre 35 a 44 anos lideram as compras feitas pela internet, informa pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgada nesta quinta-feira.
Eles representam 29% dos consumidores que fazem esse tipo de compra, seguidos por quem tem entre 45 e 59 anos (26%) e entre 25 e 34 anos (26%). Depois vêm os consumidores com mais de 60 anos (22%), de 16 a 24 anos (18%) e de 10 a 15 anos (4%).
A pesquisa "Vendas on-line no Brasil: uma análise do perfil dos usuários e da oferta pelo setor de comércio" aponta que, dos 73 milhões de internautas que havia em 2009, 19% deles (14,1 milhões) fizeram compras on-line.
Segundo o Ipea, quanto maior a escolaridade e a classe econômica, maior a proporção de usuários de comércio eletrônico. A classe A concentra 59% desses consumidores, seguida pelas classes B (33%), C (13%) e D/E (5%).
Eles representam 29% dos consumidores que fazem esse tipo de compra, seguidos por quem tem entre 45 e 59 anos (26%) e entre 25 e 34 anos (26%). Depois vêm os consumidores com mais de 60 anos (22%), de 16 a 24 anos (18%) e de 10 a 15 anos (4%).
A pesquisa "Vendas on-line no Brasil: uma análise do perfil dos usuários e da oferta pelo setor de comércio" aponta que, dos 73 milhões de internautas que havia em 2009, 19% deles (14,1 milhões) fizeram compras on-line.
Segundo o Ipea, quanto maior a escolaridade e a classe econômica, maior a proporção de usuários de comércio eletrônico. A classe A concentra 59% desses consumidores, seguida pelas classes B (33%), C (13%) e D/E (5%).
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Groupon quer captar US$ 750 milhões com oferta de ações
Segundo nota do Wall Street Journal, o site de de compras coletivas na internet Groupon fez um pedido de oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) nesta quinta-feira.
A empresa é a última de uma série de companhias do setor de redes sociais a buscar espaço no mercado acionário norte-americano.
O Groupon pretende levantar US$ 750 milhões em seu IPO. No entanto, esse número é preliminar e pode mudar.
O documento não especifica o número de ações a serem ofertadas no IPO, a faixa de preço e o cronograma da operação.
A oferta será coordenada pelo Morgan Stanley e pelo Goldman Sachs.
A empresa é a última de uma série de companhias do setor de redes sociais a buscar espaço no mercado acionário norte-americano.
O Groupon pretende levantar US$ 750 milhões em seu IPO. No entanto, esse número é preliminar e pode mudar.
O documento não especifica o número de ações a serem ofertadas no IPO, a faixa de preço e o cronograma da operação.
A oferta será coordenada pelo Morgan Stanley e pelo Goldman Sachs.
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Grupo Casino se irrita com interesse do Pão de Açúcar pelo Carrefour
Reporta Eliane Sobral, na IstoÉ Dinheiro, que o mercado foi abalado pela notícia de que o Carrefour e o empresário Abilio Diniz teriam iniciado uma aproximação que poderia resultar na venda da operação brasileira da rede de supermercados francesa para o grupo Pão de Açúcar. Entre os pegos de surpresa pela informação estava Jean-Charles Naouri, CEO e principal acionista do varejista Casino, a segunda maior rede de super e hipermercados da França e concorrente ferrenho do Carrefour, líder europeu do setor.
A surpresa de Naouri se justifica. Desde 2005, sua empresa é sócia de Diniz no Pão de Açúcar. Seria de bom tom – ou pelo menos era de se esperar – que o parceiro brasileiro o informasse da aproximação. Naouri, no entanto, soube das conversas entre ambos pelos jornais. E não gostou nem um pouco do que leu. Na segunda-feira 23, despachou uma carta endereçada ao executivo Lars Olofsson, CEO do Carrefour, e outra para o sócio brasileiro. Elegante no tom e duro no conteúdo, Naouri lembrou aos dois destinatários que nada se vende e nada se compra no Brasil sem que ele dê a última palavra.
O que se seguiu ao episódio foi uma sucessão de informações desencontradas. O “Le Figaro”, diário de maior circulação na França, reproduziu a informação do “Journal du Dimanche”, acrescentando que Diniz e Olofsson haviam conversado. Na terça-feira 24, Olofsson não confirmou, mas também não negou a informação. Apenas mandou a diretora de comunicação do Carrefour Group, Florence Baranes Cohen, dizer à DINHEIRO que não faria qualquer comentário sobre o tema.
Leia o restante da reportagem aqui.
A surpresa de Naouri se justifica. Desde 2005, sua empresa é sócia de Diniz no Pão de Açúcar. Seria de bom tom – ou pelo menos era de se esperar – que o parceiro brasileiro o informasse da aproximação. Naouri, no entanto, soube das conversas entre ambos pelos jornais. E não gostou nem um pouco do que leu. Na segunda-feira 23, despachou uma carta endereçada ao executivo Lars Olofsson, CEO do Carrefour, e outra para o sócio brasileiro. Elegante no tom e duro no conteúdo, Naouri lembrou aos dois destinatários que nada se vende e nada se compra no Brasil sem que ele dê a última palavra.
O que se seguiu ao episódio foi uma sucessão de informações desencontradas. O “Le Figaro”, diário de maior circulação na França, reproduziu a informação do “Journal du Dimanche”, acrescentando que Diniz e Olofsson haviam conversado. Na terça-feira 24, Olofsson não confirmou, mas também não negou a informação. Apenas mandou a diretora de comunicação do Carrefour Group, Florence Baranes Cohen, dizer à DINHEIRO que não faria qualquer comentário sobre o tema.
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terça-feira, 31 de maio de 2011
Web está "matando" as compras de impulso
Reporta Les Luchter, no Online Media Daily, que as compras por impulso estão diminuindo graças ao surgimento de ferramentas como a redes sociais, a conexão móvel e cupons digitais. A conclusão é de uma pesquisa feita pelo Yahoo e a UM, agência de mídia do grupo Interpublic. Em vez das compras por impulso, os consumidores agora fazem uma espécie de "jogo" com as compras.
O estudo é chamado "The Long and Winding Road: Gamesmanship of Shopping," e indica que o consumidor está agora envolvido em um complexo processo de descoberta, avaliação e socialização -- elementos de uma caça pela melhor oferta disponível.
66% dos 2.485 consumidores entrevistados fazem uso de sites de busca, portais de consumo, artigos e resenhas online, sites das marcas e sites de varejistas. E isso transforma as compras em um processo colaborativo, envolvendo outros "jogadores".
Outros dados interessantes do estudo:
• 55% dos compradores se dizem menos impulsivos graças à Internet, enquanto 17% se dizem mais impulsivos;
• 69% pesquisam em busca de ofertas e cupons online;
• 61% usam as ferramentas de avaliação online no processo de compra. E 49% usam ferramentas sociais, como conversas com amigos e familiares e grupos de interesse;
• 68% se informam mais sobre as marcas antes de comprar qualquer coisa, e 72% dizem que a internet facilita a seleção das melhores marcas;
• 59% acreditam que têm uma vantagem sobre anunciantes e varejistas, porque a internet permite a consulta de várias opiniões.
O estudo é chamado "The Long and Winding Road: Gamesmanship of Shopping," e indica que o consumidor está agora envolvido em um complexo processo de descoberta, avaliação e socialização -- elementos de uma caça pela melhor oferta disponível.
66% dos 2.485 consumidores entrevistados fazem uso de sites de busca, portais de consumo, artigos e resenhas online, sites das marcas e sites de varejistas. E isso transforma as compras em um processo colaborativo, envolvendo outros "jogadores".
Outros dados interessantes do estudo:
• 55% dos compradores se dizem menos impulsivos graças à Internet, enquanto 17% se dizem mais impulsivos;
• 69% pesquisam em busca de ofertas e cupons online;
• 61% usam as ferramentas de avaliação online no processo de compra. E 49% usam ferramentas sociais, como conversas com amigos e familiares e grupos de interesse;
• 68% se informam mais sobre as marcas antes de comprar qualquer coisa, e 72% dizem que a internet facilita a seleção das melhores marcas;
• 59% acreditam que têm uma vantagem sobre anunciantes e varejistas, porque a internet permite a consulta de várias opiniões.
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segunda-feira, 30 de maio de 2011
57% dos varejistas espera alta nas vendas no Dia dos Namorados
Segundo nota da Folha de S. Paulo, a maioria (57%) dos principais executivos do varejo nacional esperam aumentar o faturamento no Dia dos Namorados na comparação com 2010, quando 54% tinham a mesma percepção, segundo a pesquisa da Serasa Experian divulgada nesta segunda-feira.
Essa é a maior parcela de otimistas para a data comemorativa desde 2006, quando teve início o levantamento. Em 2011, 30% esperam manter o faturamento verificado no ano passado e 13% aguardam queda.
Essa é a maior parcela de otimistas para a data comemorativa desde 2006, quando teve início o levantamento. Em 2011, 30% esperam manter o faturamento verificado no ano passado e 13% aguardam queda.
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
Imaginarium: sexy demais para shoppings
Reporta Felipe Turlão, no Meio & Mensagem, que as lojas Imaginarium colocaram em suas vitrines uma decoração para o Dia dos Namorados, mostrando uma ilustração apoiada em uma máquina giratória que exibe ora um homem romântico ora uma mulher mais, digamos, apimentada. Os dois estão abraçados e com pensamentos bem distintos em relação ao par. O backlight luminoso “Só quero com você” destaca o slogan da iniciativa.
Mas a ação parece ter sido um pouco mais “caliente” do que alguns shoppings poderiam suportar. “Alguns deles alegaram que a vitrine continha conteúdo impróprio para os padrões, ou que o centro de compras é um ambiente familiar em que não cabia uma imagem como aquela nas vitrines”, afirma Gilberto Carvalho, gerente de marketing da Imaginarium.
Mas a ação parece ter sido um pouco mais “caliente” do que alguns shoppings poderiam suportar. “Alguns deles alegaram que a vitrine continha conteúdo impróprio para os padrões, ou que o centro de compras é um ambiente familiar em que não cabia uma imagem como aquela nas vitrines”, afirma Gilberto Carvalho, gerente de marketing da Imaginarium.
Americanas.com é proibida de vender no Rio
Reporta Vinicius Aguiari, no INFO Online, que a loja online Americanas.com está proibida de fazer novas vendas no Estado do Rio de Janeiro até que regularize suas entregas atrasadas.
A ordem foi dada pela desembargadora Helda Lima Meireles, da 5ª Câmara Cível do Tribunal, que acatou pedido do Ministério Público local. A decisão passa a valer assim que a empresa for notificada. Caso não cumpra a ordem, a Americanas.com deverá pagar multa de R$ 20 mil por dia. As informações são do jornal O Globo.
A ordem foi dada pela desembargadora Helda Lima Meireles, da 5ª Câmara Cível do Tribunal, que acatou pedido do Ministério Público local. A decisão passa a valer assim que a empresa for notificada. Caso não cumpra a ordem, a Americanas.com deverá pagar multa de R$ 20 mil por dia. As informações são do jornal O Globo.
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
Apple Store completa 10 anos e revoluciona o varejo
A Apple acaba de completar dez anos do lançamento de sua primeira Apple Store, que se tornou um caso de sucesso global no varejo, a ponto de representar uma mudança de paradigma na indústria.
Os números falam por si. No último trimestre, as vendas na rede de lojas da Apple atingiram US$ 1,5 bilhão, um crescimento de 90% em comparação com o mesmo período de 2010. Além das boas vendas de computadores Mac, iPods e iPhones, a empresa lançou a segunda geração do tablet iPad, que era aguardado com ansiedade por uma imensa legião de consumidores.
A Apple vendeu quase 5 milhões de unidades do iPad no último trimestre, e a firma de análise iSuppli estima que a empresa deve vender 44 milhões de unidades até o final do ano. O anúncio do novo modelo atraiu 33% mais visitantes para as lojas da marca, em comparação com o ano anterior. Que outro varejista tem uma audiência que é capaz de passar uma madrugada em claro esperando a loja abrir?
A relação dos consumidores com a marca Apple é o destaque para o sucesso das lojas.
Segundo o analista Gene Munster, da firma Piper Jaffray, a Apple está triunfando no varejo porque virou do avesso as regras consagradas do setor. Munster observa que até pouco tempo atrás, ninguém acreditava que a Apple teria sucesso com lojas próprias -- o caminho tradicional para os fabricantes era se associar a revendedores já estabelecidos no varejo.
Ao quebrar esse padrão, a Apple reformulou toda sua estratégia de lançamentos. Ao assumir o papel tanto de fabricante como de varejista, a empresa de Steve Jobs pode avaliar suas ações de ponta a ponta, desde a prancheta de projetos até o consumidor final.
E o todo-poderoso Steve Jobs aponta a pessoa responsável por essa lucrativa mudança: Ron Johnson. Antes de entrar para a Apple em 2000, Johnson foi o executivo responsável pela bem sucedida renovação da rede Target. Seus admiradores dizem que a combinação de imaginação e simplicidade é a maior qualidade de Johnson.
O arquiteto Michael Graves, que foi colaborador de Johnson na Target, cita uma estratégia de sucesso, quando a loja criou relógios de parede, lustres e aparelhos de chá que se transformaram em uma exposição no Whitney Museum de Nova York. Graves disse que a curiosidade de Johnson e seu foco no design inovador chamavam a atenção, destoando da norma do varejo da época. Segundo Graves, Johnson estava consciente há uma década que o design seria um dos maiores motores do comércio neste século. Dito e feito.
O design é o verdadeiro divisor de águas do sucesso da Apple. Sob o comando de Johnson, a empresa abriu 323 lojas ao redor do mundo, que empregam 30.200 pessoas. A rede se apóia 16 super-lojas ("flagships") situadas em endereços exclusivos de cidades importantes, para promover e amplificar a imagem da Apple e seus lançamentos. O melhor exemplo é a imensa loja em forma de cubo de vidro em Nova York, que funciona 365 dias por ano, 24 horas por dia. Só essa loja fatura cerca de US$ 500 milhões por ano, segundo estimativas do mercado.
Não é a apenas a fachada que diferencia as lojas da Apple de seus concorrentes. O modo como os produtos são expostos, a atitude dos vendedores com os consumidores, várias amenidades exclusivas e promoções especiais transformam as compras numa loja da Apple em uma experiência de grande impacto, com grande atenção para os sentidos.
A Apple transformou o ato de comprar seus produtos em uma aventura, uma diversão, como um parque temático sensorial. E isso pode estabelecer o padrão do consumo no século XXI.
Os números falam por si. No último trimestre, as vendas na rede de lojas da Apple atingiram US$ 1,5 bilhão, um crescimento de 90% em comparação com o mesmo período de 2010. Além das boas vendas de computadores Mac, iPods e iPhones, a empresa lançou a segunda geração do tablet iPad, que era aguardado com ansiedade por uma imensa legião de consumidores.
A Apple vendeu quase 5 milhões de unidades do iPad no último trimestre, e a firma de análise iSuppli estima que a empresa deve vender 44 milhões de unidades até o final do ano. O anúncio do novo modelo atraiu 33% mais visitantes para as lojas da marca, em comparação com o ano anterior. Que outro varejista tem uma audiência que é capaz de passar uma madrugada em claro esperando a loja abrir?
A relação dos consumidores com a marca Apple é o destaque para o sucesso das lojas.
Segundo o analista Gene Munster, da firma Piper Jaffray, a Apple está triunfando no varejo porque virou do avesso as regras consagradas do setor. Munster observa que até pouco tempo atrás, ninguém acreditava que a Apple teria sucesso com lojas próprias -- o caminho tradicional para os fabricantes era se associar a revendedores já estabelecidos no varejo.
Ao quebrar esse padrão, a Apple reformulou toda sua estratégia de lançamentos. Ao assumir o papel tanto de fabricante como de varejista, a empresa de Steve Jobs pode avaliar suas ações de ponta a ponta, desde a prancheta de projetos até o consumidor final.
E o todo-poderoso Steve Jobs aponta a pessoa responsável por essa lucrativa mudança: Ron Johnson. Antes de entrar para a Apple em 2000, Johnson foi o executivo responsável pela bem sucedida renovação da rede Target. Seus admiradores dizem que a combinação de imaginação e simplicidade é a maior qualidade de Johnson.
O arquiteto Michael Graves, que foi colaborador de Johnson na Target, cita uma estratégia de sucesso, quando a loja criou relógios de parede, lustres e aparelhos de chá que se transformaram em uma exposição no Whitney Museum de Nova York. Graves disse que a curiosidade de Johnson e seu foco no design inovador chamavam a atenção, destoando da norma do varejo da época. Segundo Graves, Johnson estava consciente há uma década que o design seria um dos maiores motores do comércio neste século. Dito e feito.
O design é o verdadeiro divisor de águas do sucesso da Apple. Sob o comando de Johnson, a empresa abriu 323 lojas ao redor do mundo, que empregam 30.200 pessoas. A rede se apóia 16 super-lojas ("flagships") situadas em endereços exclusivos de cidades importantes, para promover e amplificar a imagem da Apple e seus lançamentos. O melhor exemplo é a imensa loja em forma de cubo de vidro em Nova York, que funciona 365 dias por ano, 24 horas por dia. Só essa loja fatura cerca de US$ 500 milhões por ano, segundo estimativas do mercado.
Não é a apenas a fachada que diferencia as lojas da Apple de seus concorrentes. O modo como os produtos são expostos, a atitude dos vendedores com os consumidores, várias amenidades exclusivas e promoções especiais transformam as compras numa loja da Apple em uma experiência de grande impacto, com grande atenção para os sentidos.
A Apple transformou o ato de comprar seus produtos em uma aventura, uma diversão, como um parque temático sensorial. E isso pode estabelecer o padrão do consumo no século XXI.
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terça-feira, 24 de maio de 2011
Sistema de iluminação solar com fibra óptica 2
No vídeo abaixo, mais uma interessante tecnologia que permite distribuir a luz solar em ambientes fechados, usando espelhos e fibra óptica:
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Rede Brasil une 16 supermercados para enfrentar Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart
Reporta Érica Polo, na IstoÉ Dinheiro, quem março deste ano, o paulista Antonio Monte, presidente do supermercado Coop, fundado na década de 1950 por funcionários da Rhodia em Santo André, na região do ABC, em São Paulo, deixou a gravata de lado e voou para São Luís, no Maranhão. Monte, apesar do traje informal, não estava de férias. Ele viajara até o Nordeste para se encontrar com um grupo de executivos para uma das reuniões bimestrais da Rede Brasil, associação que reúne, desde 2004, 16 pequenas e médias empresas supermercadistas de 11 Estados e do Distrito Federal (clique na imagem para ver o mapa ampliado).
Pequenas e médias é força de expressão. No grupo, há redes que faturam mais de R$ 1 bilhão, como o supermercado Condor, do Paraná. Isoladamente, no entanto, esse porte é pouco para competir com potências como o Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart, todos com receita acima de R$ 20 bilhões. Mas juntos, o cenário é diferente. O grupo, cujo faturamento deve atingir R$ 13,5 bilhões em 2011, seria, caso fosse consolidado numa única empresa, o quarto maior do setor. “Ficamos mais fortes no mercado”, afirmou Monte, que também é o atual presidente da Rede Brasil.
Com a união de suas forças, os supermercados da Rede Brasil ganham musculatura para negociar com os fornecedores – afinal, o volume da compra é maior, aumentando seu poder de barganha. “A estratégia permite que a rede ofereça melhores preços aos consumidores”, diz Maurício Morgado, professor do Centro de Excelência em Varejo, da Fundação Getulio Vargas. “Dessa forma, eles têm mais chance de competir com as líderes.” Ao mesmo tempo, os associados estão investindo no desenvolvimento de marcas exclusivas. Fornecedores como a Raiola, por exemplo, estão produzindo itens para uma linha de conservas batizada de Zuppa.
Clique aqui para ler o restante da reportagem aqui.
Pequenas e médias é força de expressão. No grupo, há redes que faturam mais de R$ 1 bilhão, como o supermercado Condor, do Paraná. Isoladamente, no entanto, esse porte é pouco para competir com potências como o Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart, todos com receita acima de R$ 20 bilhões. Mas juntos, o cenário é diferente. O grupo, cujo faturamento deve atingir R$ 13,5 bilhões em 2011, seria, caso fosse consolidado numa única empresa, o quarto maior do setor. “Ficamos mais fortes no mercado”, afirmou Monte, que também é o atual presidente da Rede Brasil.
Com a união de suas forças, os supermercados da Rede Brasil ganham musculatura para negociar com os fornecedores – afinal, o volume da compra é maior, aumentando seu poder de barganha. “A estratégia permite que a rede ofereça melhores preços aos consumidores”, diz Maurício Morgado, professor do Centro de Excelência em Varejo, da Fundação Getulio Vargas. “Dessa forma, eles têm mais chance de competir com as líderes.” Ao mesmo tempo, os associados estão investindo no desenvolvimento de marcas exclusivas. Fornecedores como a Raiola, por exemplo, estão produzindo itens para uma linha de conservas batizada de Zuppa.
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
Carrefour avalia fusão com Pão de Açúcar
Segundo nota do Meio & Mensagem, os rumores sobre uma possível fusão entre Carrefour e Grupo Pão de Açúcar voltam a circular pelo mercado. A notícia ganhou as páginas da imprensa francesa ontem, domingo, 22, com a divulgação de que o Carrefour contratou o banco de investimentos Lazard para avaliar uma possível negociação com a companhia de Abilio Diniz, de acordo com informações do "Journal du Dimanche", publicadas pelo site do "Le Figaro" e reproduzidas no Brasil pelo jornal "Valor Econômico".
A negociação seria uma tentativa de resgatar a saúde financeira do Carrefour Brasil, que no ano passado registrou uma fraude contábil estimada em € 550 milhões, originada por resultados inflados. A filial brasileira somou uma receita de R$ 29 bilhões em 2010, superando a Espanha, o que a posicionou como a segunda maior operação do grupo francês no mundo, atrás somente da França. Já o Pão de Açúcar, fechou o ano com vendas de R$ 36,1 bilhões, incluindo as operações do Ponto Frio e Casas Bahia. Estima-se que juntas, as empresas teriam cerca de 30% das vendas totais do segmento de supermercados, que acumularam R$ 201,6 bilhões em 2010.
A negociação seria uma tentativa de resgatar a saúde financeira do Carrefour Brasil, que no ano passado registrou uma fraude contábil estimada em € 550 milhões, originada por resultados inflados. A filial brasileira somou uma receita de R$ 29 bilhões em 2010, superando a Espanha, o que a posicionou como a segunda maior operação do grupo francês no mundo, atrás somente da França. Já o Pão de Açúcar, fechou o ano com vendas de R$ 36,1 bilhões, incluindo as operações do Ponto Frio e Casas Bahia. Estima-se que juntas, as empresas teriam cerca de 30% das vendas totais do segmento de supermercados, que acumularam R$ 201,6 bilhões em 2010.
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Walmart incentiva alternativas às sacolas plásticas
Diante da ampla campanha contra o uso de sacolas plásticas no varejo, a rede Walmart declarou em nota à imprensa que atuar na redução do uso deste tipo de material é fundamental para mitigar os impactos ambientais e tem na educação ambiental um dos principais vetores de mobilização e desenvolvimento de diferentes iniciativas.
Segundo a nota, o Walmart tem consciência de sua participação e responsabilidade neste processo e, por isso, definiu como meta reduzir o uso de sacolas plásticas em pelo menos 50% até 2013 nas suas lojas no Brasil.
A empresa informa que foi lançado um programa de redução do uso de sacolas plásticas, que compreende um mosaico de ações. A empresa entende que não existe uma única alternativa ou solução para o problema, mas sim um conjunto de iniciativas com foco no consumo consciente e na gestão dos resíduos sólidos. Estas iniciativas também não devem ser simplesmente padronizadas devem ser aplicadas e replicadas conforme as características de uma determinada região e público.
Desde 2008 a rede implementou o programa de sacolas retornáveis com os dizeres “Eu faço a diferença. Uso sacola retornável”. Em pouco mais de 2 anos foram comercializadas cerca de 2,5 milhões de peças em todo o Brasil. No mesmo conceito das sacolas retornáveis, o uso de caixas de papelão também tem sido incentivado para transportar as compras dos clientes.
O programa de redução de sacolas plásticas considerou também o desenvolvimento de treinamentos dos funcionários para o melhor aproveitamento das sacolas plásticas no ato de empacotar as compras. Para evitar o desperdício, cada caixa passou a ter um porta-sacolas que libera uma embalagem por vez, restringindo o uso indiscriminado.
Segundo a nota, o Walmart tem consciência de sua participação e responsabilidade neste processo e, por isso, definiu como meta reduzir o uso de sacolas plásticas em pelo menos 50% até 2013 nas suas lojas no Brasil.
A empresa informa que foi lançado um programa de redução do uso de sacolas plásticas, que compreende um mosaico de ações. A empresa entende que não existe uma única alternativa ou solução para o problema, mas sim um conjunto de iniciativas com foco no consumo consciente e na gestão dos resíduos sólidos. Estas iniciativas também não devem ser simplesmente padronizadas devem ser aplicadas e replicadas conforme as características de uma determinada região e público.
Desde 2008 a rede implementou o programa de sacolas retornáveis com os dizeres “Eu faço a diferença. Uso sacola retornável”. Em pouco mais de 2 anos foram comercializadas cerca de 2,5 milhões de peças em todo o Brasil. No mesmo conceito das sacolas retornáveis, o uso de caixas de papelão também tem sido incentivado para transportar as compras dos clientes.
O programa de redução de sacolas plásticas considerou também o desenvolvimento de treinamentos dos funcionários para o melhor aproveitamento das sacolas plásticas no ato de empacotar as compras. Para evitar o desperdício, cada caixa passou a ter um porta-sacolas que libera uma embalagem por vez, restringindo o uso indiscriminado.
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
Starbucks lança campanha com Lady Gaga, Facebook, Twitter e Foursquare
Reporta Bruce Horovitz, no USA TODAY, que a rede de cafeterias Starbucks anunciou uma promoção com a maior celebridade pop da atualidade, Lady Gaga. A campanha vai começar no início de junho, para aproveitar o começo da temporada de verão nos EUA.
A Starbucks está investindo pesadamente nos interesses de seu público jovem, que não é uma audiência de fácil acesso. Para a cantora Lady Gaga, o acordo é uma ótima promoção de sua imagem para uma multidão de fãs que frequentam as lojas da Starbucks.
Lady Gaga tem 32 milhões de fãs no Facebook e 10 milhões de seguidores no Twitter. A popstar faturou cerca de 90 milhões em 2010, segundo estimativa da revista Forbes.
A associação entre Starbucks e Lady Gaga é a suprema consagração em termos de marketing moderno nos EUA.
A partir da próxima semana, a campanha vai promover uma caça ao tesouro temática em torno da cantora, integrando o site da Starbucks, o site de geolocalização Foursquare e perfis no Facebook e Twitter. Os fãs poderão seguir pistas que leverão a prêmios -- o maior prêmio será um acesso VIP ao show da cantora na turnê de 2012.
A integração é sincronizada com o lançamento oficial do novo CD de Lady Gaga, "Born This Way", em 23 de maio. Nessa data, os clientes da Starbucks nos EUA poderão ouvir o álbum inteiro em streaming e baixar a canção "Edge of Glory", além de assistir um vídeo exclusivo no site Starbucks Digital Network.
A Starbucks está investindo pesadamente nos interesses de seu público jovem, que não é uma audiência de fácil acesso. Para a cantora Lady Gaga, o acordo é uma ótima promoção de sua imagem para uma multidão de fãs que frequentam as lojas da Starbucks.
Lady Gaga tem 32 milhões de fãs no Facebook e 10 milhões de seguidores no Twitter. A popstar faturou cerca de 90 milhões em 2010, segundo estimativa da revista Forbes.
A associação entre Starbucks e Lady Gaga é a suprema consagração em termos de marketing moderno nos EUA.
A partir da próxima semana, a campanha vai promover uma caça ao tesouro temática em torno da cantora, integrando o site da Starbucks, o site de geolocalização Foursquare e perfis no Facebook e Twitter. Os fãs poderão seguir pistas que leverão a prêmios -- o maior prêmio será um acesso VIP ao show da cantora na turnê de 2012.
A integração é sincronizada com o lançamento oficial do novo CD de Lady Gaga, "Born This Way", em 23 de maio. Nessa data, os clientes da Starbucks nos EUA poderão ouvir o álbum inteiro em streaming e baixar a canção "Edge of Glory", além de assistir um vídeo exclusivo no site Starbucks Digital Network.
Como a lei das sacolas plásticas afeta o bolso do consumidor
Reporta Julia Wiltgen, na EXAME.com, que a prefeitura de São Paulo sancionou nesta quinta-feira (19) uma lei que proíbe os estabelecimentos de varejo de fornecerem sacolas plásticas para seus clientes acondicionarem suas compras, sob pena de multa. A medida entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2012 e chega atrasada em relação a decisões já tomadas em diversas capitais. Belo Horizonte, Brasília, João Pessoa e Palmas já aprovaram leis que proíbem as sacolas plásticas, e outras oito capitais, além dos estados do Maranhão e do Rio, já aprovaram leis que preveem a substituição do plástico por materiais biodegradáveis.
Além da importante discussão ambiental, a proibição levanta uma série de dúvidas sobre o que vai acontecer com o bolso do consumidor. A ideia é incentivar todos a levarem suas próprias sacolas retornáveis – as ecobags – ou carrinhos e sacolas de feira. Mas e para quem os esquecer em casa, haverá alternativa? Outra questão é sobre o acondicionamento do lixo doméstico. As sacolas antes utilizadas para este fim deverão agora ser substituídas pela compra de sacos de lixo. Por outro lado, o varejo se livra dos custos com os sacos plásticos, atualmente repassados para o consumidor. Isso vai se traduzir em redução nos preços dos produtos?
Alternativas à sacola
Quando os supermercados pararem de fornecer sacolas plásticas, será preciso se planejar muito mais para ir às compras. Aquela passadinha no mercado para comprar alguns itens na volta do trabalho pode ser complicada se a pessoa não tiver uma ecobag no carro ou na bolsa. De qualquer maneira, ninguém está livre do esquecimento. Nesse caso, estariam os mercados planejando oferecer alternativas ao consumidor?
A princípio, a lei não impede que os estabelecimentos de varejo forneçam, gratuitamente ou mediante pagamento, qualquer outro tipo de sacola ou embalagem. Elas só não podem ser feitas de plástico ou conter as palavras “oxidegradáveis”, “oxibiodegradáveis”, “fotodegradáveis”, biodegradáveis” e outras expressões que sugiram sustentabilidade. Fica, então, a critério do estabelecimento escolher que alternativas vai oferecer aos clientes que não levarem ecobags ou carrinhos.
Leia o restante da reportagem aqui.
Além da importante discussão ambiental, a proibição levanta uma série de dúvidas sobre o que vai acontecer com o bolso do consumidor. A ideia é incentivar todos a levarem suas próprias sacolas retornáveis – as ecobags – ou carrinhos e sacolas de feira. Mas e para quem os esquecer em casa, haverá alternativa? Outra questão é sobre o acondicionamento do lixo doméstico. As sacolas antes utilizadas para este fim deverão agora ser substituídas pela compra de sacos de lixo. Por outro lado, o varejo se livra dos custos com os sacos plásticos, atualmente repassados para o consumidor. Isso vai se traduzir em redução nos preços dos produtos?
Alternativas à sacola
Quando os supermercados pararem de fornecer sacolas plásticas, será preciso se planejar muito mais para ir às compras. Aquela passadinha no mercado para comprar alguns itens na volta do trabalho pode ser complicada se a pessoa não tiver uma ecobag no carro ou na bolsa. De qualquer maneira, ninguém está livre do esquecimento. Nesse caso, estariam os mercados planejando oferecer alternativas ao consumidor?
A princípio, a lei não impede que os estabelecimentos de varejo forneçam, gratuitamente ou mediante pagamento, qualquer outro tipo de sacola ou embalagem. Elas só não podem ser feitas de plástico ou conter as palavras “oxidegradáveis”, “oxibiodegradáveis”, “fotodegradáveis”, biodegradáveis” e outras expressões que sugiram sustentabilidade. Fica, então, a critério do estabelecimento escolher que alternativas vai oferecer aos clientes que não levarem ecobags ou carrinhos.
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Internet influencia compra de 62% dos consumidores, aponta Google
Reporta Gabriel Baldocchi, na Folha de S. Paulo, que p poder da internet para influenciar consumidores tem impacto econômico superior do que a capacidade da rede de gerar compras virtuais. A conclusão a que chegou o Google a partir de suas pesquisas na América Latina é usada como estratégia de negociação com seus anunciantes.
"O comércio eletrônico é muito importante, mas não é a pedra regular na internet", afirmou o diretor do Google na Argentina, Alejandro Zuzenberg, durante conferência da empresa para a América Latina.
Em pesquisas feitas nos mercados da América Latina, a empresa apurou que 62% dos consumidores consultam informações on-line antes de fazer uma compra. Eles procuram indicações em sites de buscas e nas redes sociais.
Nesse universo, 32% dos consumidores conversam ou compartilham informações antes de comprar. Os dados da pesquisa mostram ainda que 83% dos usuários que buscaram informações na internet confiavam na opinião dos usuários da rede para as compras, com uma procura de quatro a sete opiniões.
"O comércio eletrônico é muito importante, mas não é a pedra regular na internet", afirmou o diretor do Google na Argentina, Alejandro Zuzenberg, durante conferência da empresa para a América Latina.
Em pesquisas feitas nos mercados da América Latina, a empresa apurou que 62% dos consumidores consultam informações on-line antes de fazer uma compra. Eles procuram indicações em sites de buscas e nas redes sociais.
Nesse universo, 32% dos consumidores conversam ou compartilham informações antes de comprar. Os dados da pesquisa mostram ainda que 83% dos usuários que buscaram informações na internet confiavam na opinião dos usuários da rede para as compras, com uma procura de quatro a sete opiniões.
Justiça dá parecer favorável ao Walmart em ação movida pelo Pão de Açúcar
Segundo nota do Propmark, a campanha “Desafio do preço baixo” do Walmart Brasil, criada pela Africa, desagradou a tal ponto o concorrente Pão de Açúcar que grupo entrou com liminar para probir a veiculação do filme publicitário de comparação de preços. O Walmart Brasil cassou a liminar e o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu a favor da rede norte-americana.
O Grupo Pão de Açucar questionou o teor do último filme publicitário veiculado pelo Walmart Brasil. Para a requerente, a forma como a comparação de preços foi feita no filme não seguiu certos requisitos para criar uma propaganda comparativa considerada leal transmitindo uma informação genérica com base em pesquisa feita em só uma loja.
Em nota desta sexta-feira (20), a assessoria do Walmart Brasil informou que a rede pretende colocar novos anúncios no ar em breve, mantendo o desafio à concorrência e estimulando os consumidores a comparar e comprovar sua liderança em preço baixo.
O Grupo Pão de Açucar questionou o teor do último filme publicitário veiculado pelo Walmart Brasil. Para a requerente, a forma como a comparação de preços foi feita no filme não seguiu certos requisitos para criar uma propaganda comparativa considerada leal transmitindo uma informação genérica com base em pesquisa feita em só uma loja.
Em nota desta sexta-feira (20), a assessoria do Walmart Brasil informou que a rede pretende colocar novos anúncios no ar em breve, mantendo o desafio à concorrência e estimulando os consumidores a comparar e comprovar sua liderança em preço baixo.
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
Nordstrom testa computadores de mão nas lojas
Segundo nota da RIS News, a rede de lojas de roupas e acessórios Nordstrom está aumentando seus investimentos em tecnologias que facilitam a vida dos clientes. Em novembro de 2010, a empresa instalou conexões de Wi-Fi em todas as principais lojas, e agora anuncia que vai usar 6.000 computadores de mão sem fio a partir de julho nas lojas, além de promover uma renovação de seus sites de comércio eletrônico.
Blake Nordstrom, presidente da empresa, disse que a iniciativa funcionará como um teste do funcionamento dos aparelhos nas lojas e que o plano é instalar um número ainda maior de aparelhos até o final do ano.
O varejista também está reformulando seu site de e-commerce para facilitar a busca de produtos e compras a partir de celulares e outros aparelhos móveis.
Recentemente, a Nordstrom ampliou sua presença online ao comprar o HauteLook, um site de "liquidação fechada", que oferece descontos em itens de grife para seus mais de 4 milhões de usuários por um curto período de tempo (geralmente entre 36 e 48 horas). A Nordstrom pagou US$ 180 milhões pelo site.
Blake Nordstrom, presidente da empresa, disse que a iniciativa funcionará como um teste do funcionamento dos aparelhos nas lojas e que o plano é instalar um número ainda maior de aparelhos até o final do ano.
O varejista também está reformulando seu site de e-commerce para facilitar a busca de produtos e compras a partir de celulares e outros aparelhos móveis.
Recentemente, a Nordstrom ampliou sua presença online ao comprar o HauteLook, um site de "liquidação fechada", que oferece descontos em itens de grife para seus mais de 4 milhões de usuários por um curto período de tempo (geralmente entre 36 e 48 horas). A Nordstrom pagou US$ 180 milhões pelo site.
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MoIP lança integração ente Facebook e meios de pagamentos no Brasil
O MoIP Pagamentos, uma empresa do setor de meios de pagamento online e que movimenta R$ 350 milhões em transações, anunciou a criação de um widget para Facebook, o primeiro no Brasil a tornar possível a integração da rede social de Mark Zuckerberg com as principais bandeiras de cartão de crédito, débito e bancos no País. Com a interface, desenvolvedores brasileiros já podem criar serviços de e-commerce para o Facebook, uma nova tendência na Europa e nos Estados Unidos. O primeiro a utilizar a inovação é a LikeStore, lançada nesta quarta-feira (18/05).
O objetivo do MoIP é fomentar o chamado Social Commerce, conceito que marca a integração entre as compras na web e as redes sociais. Com um widget, qualquer empresa ou desenvolvedor poderá criar a sua própria solução de e-commerce dentro do Facebook aceitando os principais meios de pagamento utilizados no Brasil, que inclui a maioria das bandeiras de cartões existentes (Visa, MasterCard, Diners, American Express, Diners e Hipercard), débito em conta no Bradesco, Itaú, Banco do Brasil ou ainda pagamento via boleto. “Com o nosso widget, o céu é o limite. O desenvolvedor poderá criar o que for necessário e nós damos a ele todo o processo de cobrança e pagamento, incluindo a credibilidade da marca MoIP”, comenta Mendes.
O funcionamento do widget é simples. Com ele, o MoIP recebe a informação da cobrança do aplicativo desenvolvido e, ao internauta, pergunta a forma de pagamento (crédito à vista, parcelado, débito ou boleto bancário). Tudo sem sair da rede social ou necessidade de abrir novas janelas, além detrazer a certificação da VeriSign. Em seguida, confere as informações com o banco ou com a adquirente, além de fazer a gestão de risco do comprador.
O primeiro serviço a utilizar a interface de meios de pagamento do MoIP é a LikeStore, que chega ao mercado nesta quarta-feira (18) com a sua primeira loja no Facebook, do site Show de Ingressos. Como ação de estreia, o portal está vendendo ingressos para o show do Jack Johnson em Recife.
O objetivo do MoIP é fomentar o chamado Social Commerce, conceito que marca a integração entre as compras na web e as redes sociais. Com um widget, qualquer empresa ou desenvolvedor poderá criar a sua própria solução de e-commerce dentro do Facebook aceitando os principais meios de pagamento utilizados no Brasil, que inclui a maioria das bandeiras de cartões existentes (Visa, MasterCard, Diners, American Express, Diners e Hipercard), débito em conta no Bradesco, Itaú, Banco do Brasil ou ainda pagamento via boleto. “Com o nosso widget, o céu é o limite. O desenvolvedor poderá criar o que for necessário e nós damos a ele todo o processo de cobrança e pagamento, incluindo a credibilidade da marca MoIP”, comenta Mendes.
O funcionamento do widget é simples. Com ele, o MoIP recebe a informação da cobrança do aplicativo desenvolvido e, ao internauta, pergunta a forma de pagamento (crédito à vista, parcelado, débito ou boleto bancário). Tudo sem sair da rede social ou necessidade de abrir novas janelas, além detrazer a certificação da VeriSign. Em seguida, confere as informações com o banco ou com a adquirente, além de fazer a gestão de risco do comprador.
O primeiro serviço a utilizar a interface de meios de pagamento do MoIP é a LikeStore, que chega ao mercado nesta quarta-feira (18) com a sua primeira loja no Facebook, do site Show de Ingressos. Como ação de estreia, o portal está vendendo ingressos para o show do Jack Johnson em Recife.
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