O uso de tecnologias de verificação biométrica no setor de varejo passou por um "boom" há alguns anos. A demanda por esses sistemas era plenamente justificada por uma série de fatores. Em primeiro lugar, a necessidade de atender melhor os clientes, reduzindo a espera em filas e facilitando o pagamento das compras. Igualmente importante (e atraente para os varejistas), as tecnologias biométricas permitiriam uma significativa economia nos custos, sem falar na redução de fraudes e outros desvios internos.
Mas, como outras tecnologias cercadas de grande antecipação e expectativa pelo setor varejista, a verificação biométrica falhou ao atender os desejos dos lojistas. Acima de tudo, essas tecnologias fracassaram no ponto mais crítico, que é a integração eficiente com o sistema de pagamentos da loja. O objetivo primordial do sistema biométrico é eliminar a necessidade do cliente carregar dinheiro ou cartões de débito ou crédito, podendo completar suas compras usando sua impressão digital, de palma ou de retina.
Muitos analistas do setor dizem que a culpa não é da tecnologia, mas sim de uma cultura estabelecida a respeito do pagamento de compras, e também do temor e desconfiança dos próprios consumidores.
Mas as tecnologias biométricas não foram abandonadas. Na verdade, outros setores da sociedade e da economia mantiveram as tecnologias ativas e em contínua evolução. Agências governamentais, órgãos públicos, empresas de segurança e o setor bancário estão entre os maiores clientes dessas tecnologias. Nos Estados Unidos e em vários países europeus, é cada vez mais comum o uso da verificação biométrica em uma ampla variedade de atividades.
Com esse crescimento paralelo da biometria como ferramenta, o varejo pode voltar a considerar sua aplicação. Os motivos para isso são vários:
• Prevenção de perdas: o uso das tecnologias biométricas no varejo elimina a necessidade de documentos de identidade e senhas. Internamente, um funcionário não poderá usar uma identificação de outro empregado para realizar uma transação ou fazer uma operação não autorizada, porque o gerente deverá estar fisicamente presente para completar a operação.
• Economia de tempo: cada vez mais, os varejistas percebem que as tecnologias que economizam tempo nas operações, como cartões de identificação, RFIDs, e relógios de ponto são soluções baratas de curto prazo, mas a longo prazo podem ser manipuladas ou ficarem expostas à fraudes. Os sistemas biométricos resolvem esse problema crítico ao eliminar riscos de perda e furto de cartões e senhas.
• Aumento na produtividade: os sistemas biométricos oferecem esse potencial muito atraente para o varejista, que é o aumento da produtividade da mão-de-obra. A tecnologia ajuda o varejista a cumprir obrigações e atingir suas metas para permanecer competitivo em um ambiente cada vez mais acirrado. A biometria também pode ser uma ferramenta importante no planejamento estratégico de objetivos de venda e desempenho da loja.
Um grande obstáculo para o crescimento da verificação biométrica no varejo é que boa parte dos sistemas era baseado na checagem de impressão digitais, e essa solução não é ideal devido a uma série de fatores (ferimentos nos dedos, cicatrizes, manchas, diferenças nas condições da pele, etc). Atualmente, a tecnologia que usa luz infravermelha para ler um padrão vascular dos dedos ou da palma da mão tem mostrado melhores resultados. A leitura vascular supera outras tecnologias, como a verificação de retina, por ser considerada menos invasiva.
terça-feira, 17 de maio de 2011
O turismo brasileiro navega veloz na internet
Reporta Rodrigo Caetano, na IstoÉ Dinheiro, que o setor brasileiro de agências online de viagens cresce em ritmo chinês na América Latina. Até 2012, as vendas de passagens e pacotes turísticos por meio dessas companhias devem dobrar na região, chegando a US$ 5 bilhões.
Só neste ano, os consumidores deixarão com o setor US$ 3,4 bilhões, estima a empresa de pesquisas PhocusWright. E as oportunidades são ainda maiores. Atualmente, o mercado online latino-americano, incluindo as vendas diretas, responde por 18% do total, porcentual bem abaixo do registrado nos mercados desenvol vidos, que gira em torno de 35%. O bom desempenho anima as empresas, que já falam em ampliar os setores de atuação.
A Decolar.com, empresa argentina líder em vendas online de passagens aéreas na região, está investindo US$ 8,5 milhões para entrar no segmento de hotéis e pacotes turísticos, incluindo cruzeiros. A companhia pretende ainda dobrar o número de funcionários, atualmente em cerca de 550. Os planos incluem o mapeamento de todos os hotéis brasileiros até o final deste ano e o lançamento de uma plataforma de pesquisas melhorada.
No negócio de pacotes de viagem, Decolar e Expedia vão enfrentar um osso duro de roer. Ele atende pelo nome de CVC, a maior agência de viagens do Brasil, líder absoluta do segmento, com cerca de 70% do mercado. Segundo Camanzano, a força das agências online está em dois pilares: facilidade de comparar preços e de realizar a compra.
Leia o restante da reportagem aqui.
Só neste ano, os consumidores deixarão com o setor US$ 3,4 bilhões, estima a empresa de pesquisas PhocusWright. E as oportunidades são ainda maiores. Atualmente, o mercado online latino-americano, incluindo as vendas diretas, responde por 18% do total, porcentual bem abaixo do registrado nos mercados desenvol vidos, que gira em torno de 35%. O bom desempenho anima as empresas, que já falam em ampliar os setores de atuação.
A Decolar.com, empresa argentina líder em vendas online de passagens aéreas na região, está investindo US$ 8,5 milhões para entrar no segmento de hotéis e pacotes turísticos, incluindo cruzeiros. A companhia pretende ainda dobrar o número de funcionários, atualmente em cerca de 550. Os planos incluem o mapeamento de todos os hotéis brasileiros até o final deste ano e o lançamento de uma plataforma de pesquisas melhorada.
No negócio de pacotes de viagem, Decolar e Expedia vão enfrentar um osso duro de roer. Ele atende pelo nome de CVC, a maior agência de viagens do Brasil, líder absoluta do segmento, com cerca de 70% do mercado. Segundo Camanzano, a força das agências online está em dois pilares: facilidade de comparar preços e de realizar a compra.
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Smartphone: um em cada cinco realiza check-in
Reporta Marcelo Castelo, no Meio & Mensagem, que a cada cinco norte-americanos usuários de smartphones, um já utiliza serviços de geolocalização como Foursquare, Facebook Places e Gowalla. É o que aponta o relatório divulgado pela comScore nesta semana.
Segundo o documento, tais serviços contam com 16.7 milhões de usuários, o equivalente a 17% da população detentora de smartphones. Deste total, 37% é usuário de Android e 34%, de iPhone. Dispositivos da Microsoft, Palm e Symbian representam menos de 5%, cada.
Ainda segundo a análise, pessoas entre 18 e 34 anos representam 58% do total de usuários destes sites.
Com o número cada vez maior de usuários, começam a surgir cases de marketing interessantes. Entre os mais recentes, uma empresa que troca rações para animais de estimação por check-ins, um taxista que oferece descontos e uma marca de bebidas que sorteia uma super viagem para os que passarem por um determinado outdoor e realizarem o check-in.
Segundo o documento, tais serviços contam com 16.7 milhões de usuários, o equivalente a 17% da população detentora de smartphones. Deste total, 37% é usuário de Android e 34%, de iPhone. Dispositivos da Microsoft, Palm e Symbian representam menos de 5%, cada.
Ainda segundo a análise, pessoas entre 18 e 34 anos representam 58% do total de usuários destes sites.
Com o número cada vez maior de usuários, começam a surgir cases de marketing interessantes. Entre os mais recentes, uma empresa que troca rações para animais de estimação por check-ins, um taxista que oferece descontos e uma marca de bebidas que sorteia uma super viagem para os que passarem por um determinado outdoor e realizarem o check-in.
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
Carrefour lança encurtador de URL solidário
O Carrefour anuncia uma iniciativa que visa engajar os internautas na doação de dez toneladas de alimentos. A rede lança nesta segunda-feira, 16 de maio, o site Virou.gr, que disponibiliza um encurtador de URL, que além de facilitar a vida dos usuários das redes sociais, será uma propagador de solidariedade entre os brasileiros.
Desenvolvido pela agência F/Nazca, o encurtador de URL do Carrefour foi batizado de Virou.gr, pois cada caractere reduzido pela ferramenta vira um grama de alimento doado. Na primeira etapa da ação, o objetivo do Carrefour é registrar a redução de dez milhões de caracteres, que serão convertidos em uma doação de dez toneladas de alimentos. A distribuição dos alimentos doados será feita por meio da Cruz Vermelha Brasileira, que garantirá que os produtos cheguem às famílias que precisam.
Desenvolvido pela agência F/Nazca, o encurtador de URL do Carrefour foi batizado de Virou.gr, pois cada caractere reduzido pela ferramenta vira um grama de alimento doado. Na primeira etapa da ação, o objetivo do Carrefour é registrar a redução de dez milhões de caracteres, que serão convertidos em uma doação de dez toneladas de alimentos. A distribuição dos alimentos doados será feita por meio da Cruz Vermelha Brasileira, que garantirá que os produtos cheguem às famílias que precisam.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Visa prepara "carteira virtual" para compras via smartphone
Informa Peter Svensson, no Seattle Times, que a operadora de cartões de crédito Visa está lançando um sistema que vai funcionar como uma "carteira virtual", com dados de crédito e débito do usuário que poderão ser usados para facilitar o pagamento em lojas físicas e sites de comércio eletrônico.
As "carteiras" devem estar disponíveis para os consumidores no segundo semestre nos EUA. Elas vão funcionar com smartphones que possuem um chip que se comunica com os terminais de caixas em lojas e mercados.
A Visa informou que já tem parceiros de peso para o sistema, incluindo os bancos U.S. Bancorp, TD Bank Group, BB&T Corp., PNC Bank e Barclaycard U.S.
A rival MasterCard e um consórcio formado pelas teles T-Mobile USA, AT&T Inc. e Verizon Wireless têm planos para suas próprias "carteiras".
As "carteiras" devem estar disponíveis para os consumidores no segundo semestre nos EUA. Elas vão funcionar com smartphones que possuem um chip que se comunica com os terminais de caixas em lojas e mercados.
A Visa informou que já tem parceiros de peso para o sistema, incluindo os bancos U.S. Bancorp, TD Bank Group, BB&T Corp., PNC Bank e Barclaycard U.S.
A rival MasterCard e um consórcio formado pelas teles T-Mobile USA, AT&T Inc. e Verizon Wireless têm planos para suas próprias "carteiras".
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quarta-feira, 11 de maio de 2011
Varejistas dos EUA ampliam investimentos em m-commerce
Informa Karen Talley, no MarketWatch, que as empresas de varejo norte-americanas estão considerando o comércio via celular como a nova fronteira na relação com os clientes. Mas as abordagens e investimentos variam muito entre as empresas.
As redes tradicionais de cimento-e-tijolo vão investir em média US$ 343.000 este ano em iniciativas de comércio móvel, um salto significativo em comparação com a média de US$ 50.000 em 2010. Mas os investimentos são muito irregulares -- na verdade, segundo avaliação da firma Forrester Research, apesar do aumento no investimento médio, o volume ainda é muito baixo levando em conta os grandes grupos de varejo, com capital na casa das centenas de milhões de dólares. A Forrester avalia que os investimentos são na verdade muito modestos, o que terá reflexos nas vendas.
A maioria dos varejistas ainda não criou versões adaptadas de seus sites de comércio para as telas menores do aparelhos, o que torna o acesso mais difícil. As lojas também não aproveitam adequadamente as diferenças entre smartphones e tablets, as duas principais categorias de aparelhos móveis atualmente. O smartphone é mais adequado para ofertas em tempo real nas lojas, tornando as compras mais fáceis e baratas. Os tablets, com telas maiores, são melhores para visualizar os produtos em oferta.
As redes tradicionais de cimento-e-tijolo vão investir em média US$ 343.000 este ano em iniciativas de comércio móvel, um salto significativo em comparação com a média de US$ 50.000 em 2010. Mas os investimentos são muito irregulares -- na verdade, segundo avaliação da firma Forrester Research, apesar do aumento no investimento médio, o volume ainda é muito baixo levando em conta os grandes grupos de varejo, com capital na casa das centenas de milhões de dólares. A Forrester avalia que os investimentos são na verdade muito modestos, o que terá reflexos nas vendas.
A maioria dos varejistas ainda não criou versões adaptadas de seus sites de comércio para as telas menores do aparelhos, o que torna o acesso mais difícil. As lojas também não aproveitam adequadamente as diferenças entre smartphones e tablets, as duas principais categorias de aparelhos móveis atualmente. O smartphone é mais adequado para ofertas em tempo real nas lojas, tornando as compras mais fáceis e baratas. Os tablets, com telas maiores, são melhores para visualizar os produtos em oferta.
- A loja de departamentos Macy's disse que as iniciativas online e móveis da empresa são estratégicas e vão representar "parte signficiativa" do orçamento de marketing de US$ 800 milhões este ano. A empresa disse que o comércio móvel é o futuro, e a empresa reconhece que o foco da conectividade do varejo está nas mãos do consumidor. A Macy's criou um sistema que permite que o website identifique qual aparelho é usado no acesso, oferecendo automaticamente a versão mais compatível para facilitar as compras.
- A rede Target informa que oferece aos usuários de smartphones com câmeras um aplicativo que permite a leitura de códigos de barras nas lojas, com informações e resenhas sobre os produtos. Os clientes podem renovar receitas de medicamentos e receber cupons de ofertas diárias.
- A rede Coach Inc. disse que está aperfeiçoando seu site para torná-lo mais adaptado aos aparelhos móveis. Os consumidores com celulares podem fazer pedidos diretamente de seus telefones no site. Atualmente, cerca de 10% dos clientes que acessam o site da loja usam smartphones, mas as vendas ainda estão baixas. A Coach espera que as melhorias no sistema atraiam mais vendas.
Varejo usa cada vez mais o Facebook nas vendas online
Reporta Bruce Horovitz, no USA TODAY, que grandes varejistas mundiais estão abandonando o modelo tradicional de e-commerce em seus próprios sites e criando campanhas e estratégias de marketing focalizadas no maior ponto de encontro atual da internet: a rede social Facebook.
Um número cada vez maior de internautas mantém o site do Facebook permanentemente aberto, atento a atualizações minuto a minuto. Essa constatação tem levado varejistas como Express, J.C. Penney e Delta Air Lines a modificar todas sua estratégia de vendas via internet, transferindo as ações de vendas dos sites próprios para páginas criadas dentro do Facebook.
Segundo alguns analistas do setor, o modelo de compras através de um website da própria loja pode ficar ultrapassada em pouco tempo. Em vez disso, as lojas vão se mudar em massa para o Facebook, para facilitar o contato com seus clientes e potenciais consumidores. Os números justificam a estratégia: o Facebook já supera a marca de 500 milhões de usuários, e estima-se que 250 milhões deles checam o site diariamente. Cada usuário tem em média 130 amigos. A cada mês, os usuários passam 700 bilhões de minutos no Facebook.
Os executivos do Facebook alertam que é essencial que os varejistas criem páginas na rede social que sejam mais amigáveis que os sites de e-commerce. Segundo David Fisch, diretor de parcerias comerciais do Facebook, os varejistas que criarem experiências de compras com grande envolvimento social (isto é, incluindo o usuário e sua comunidade de amigos) terão maior chance de sucesso.
Um número cada vez maior de internautas mantém o site do Facebook permanentemente aberto, atento a atualizações minuto a minuto. Essa constatação tem levado varejistas como Express, J.C. Penney e Delta Air Lines a modificar todas sua estratégia de vendas via internet, transferindo as ações de vendas dos sites próprios para páginas criadas dentro do Facebook.
Segundo alguns analistas do setor, o modelo de compras através de um website da própria loja pode ficar ultrapassada em pouco tempo. Em vez disso, as lojas vão se mudar em massa para o Facebook, para facilitar o contato com seus clientes e potenciais consumidores. Os números justificam a estratégia: o Facebook já supera a marca de 500 milhões de usuários, e estima-se que 250 milhões deles checam o site diariamente. Cada usuário tem em média 130 amigos. A cada mês, os usuários passam 700 bilhões de minutos no Facebook.
Os executivos do Facebook alertam que é essencial que os varejistas criem páginas na rede social que sejam mais amigáveis que os sites de e-commerce. Segundo David Fisch, diretor de parcerias comerciais do Facebook, os varejistas que criarem experiências de compras com grande envolvimento social (isto é, incluindo o usuário e sua comunidade de amigos) terão maior chance de sucesso.
- A rede de lojas de roupas Express iniciou há poucas semanas uma campanha no Facebook que oferece a linha completa da marca. A página da Express na rede social inclui um aplicativo que informa em tempo real se um determinado item está em estoque.
- Outra rede de vestuário, a J.C. Penney, lançou um aplicativo no Facebook no final do ano passado. A empresa busca oferecer uma "experiência completa de compras", sem que o usuário precise sair do Facebook, disse uma porta-voz da empresa.
- A floricultura online 1-800-Flowers foi uma das primeiras empresas de varejo a abrir uma loja no Facebook, quase dois anos atrás.
- A companhia aérea Delta Air Lines começou a vender passagens em um balcão virtual chamado Ticket Counter no Facebook.
- A loja de videogames GameStop também lançou uma loja de grande sucesso no Facebook.
terça-feira, 10 de maio de 2011
A estratégia da loja Macy's no Facebook
Nos Estados Unidos, a rede de lojas de departamentos Macy's anunciou que as vendas de seus principais sites de comércio eletrônico, o www.macys.com e o www.bloomingdales.com, tiveram uma alta de 50,3% em comparação com o mesmo mês do ano passado, e 38,3% em comparação com o primeiro trimestre de 2010. Além de fatores como a recuperação da confiança do consumidor e a alta nos preços dos combustíveis, as estratégias de marketing da empresa no Facebook e outras redes sociais merecem destaque.
A página da Macy's no Facebook já recebeu 800.000 "curtir" em 2011, devido a uma série de iniciativas da empresa. A varejista tem agora um público de quase 1,8 milhão de usuários no site social.
Para o Dia das Mães, por exemplo, a Macy's lançou uma campanha de grande alcance chamada "Thank a Mom" ("agradeça a uma mãe"). O objetivo da campanha era levantar US$ 400.000 para cinco organizações de caridade conhecidas, como a America Heart Association e a Futures Without Violence, e enviar 80.000 cartões de felicitações para as mães no domingo. Os dois objetivos da campanha foram atingidos ainda na semana passada.
Um botão específico de um guia de presentes para o Dia das Mães foi colocado com destaque na página da Macy's. Ao clicar no botão, o usuário era levado para uma página da loja, criada especialmente para a ocasião.
Mas no final de 2010, a Macy's lançou sua maior campanha através do Facebook. Em 28 de dezembro, a varejista anunciou um programa de "makeover" de estilo, em parceria com o apresentador de TV Clinton Kelly, especializado em moda. O concurso chamado "Million Dollar Makeover" recebeu inscrições durante o mês de janeiro, adicionando milhares de "curtir" para a Macy's.
Os participantes tinham que "curtir" a loja, incluir um endereço de página pessoal, página do Facebook e página do YouTube. Depois de fazer upload de fotos e vídeos, os participantes tinham que detalhar seu estilo pessoal, com informações sobre o guarda-roupas, problemas com as peças atuais, sonhos profissionais, etc.
No final, oito participantes foram escolhidos para a final do programa em Nova York, para uma completa reforma no estilo e no guarda-roupa. Diante do sucesso estrondoso da campanha, uma segunda fase do "Million Dollar Makeover" foi lançado, e dois finalistas serão anunciados esta semana. Nas duas fases, o concurso ofereceu um prêmio de um milhão de dólares.
Além das iniciativas com o Facebook, a Macy's explora outra grande tendência da geração de consumidores digitais: a mobilidade. Em abril, a loja criou uma campanha unindo o Twitter, o site de localização Foursquare e o guia HopStop.com para atrair consumidores e turistas para o 37º festival anual de flores promovido pela Macy's.
A Macy's comprou espaços de publicidade nas páginas do HopStop em várias cidades dos EUA. A varejista ofereceu passeios guiados para os festivais temáticos "Tower of Flowers" em todas essas cidades. Cada cidade tinha sua própria especialidade ou variedade de flores. Por exemplo, na página de Washington, o destaque era a festa das cerejeiras em flor na capital do país. A loja usou a combinação Twitter-Foursquare ao longo do evento, incentivando os usuários a fotografar e postar imagens. A Macy's monitorou as "hashtags" e sorteou vales de presentes para os usuários.
A página da Macy's no Facebook já recebeu 800.000 "curtir" em 2011, devido a uma série de iniciativas da empresa. A varejista tem agora um público de quase 1,8 milhão de usuários no site social.
Para o Dia das Mães, por exemplo, a Macy's lançou uma campanha de grande alcance chamada "Thank a Mom" ("agradeça a uma mãe"). O objetivo da campanha era levantar US$ 400.000 para cinco organizações de caridade conhecidas, como a America Heart Association e a Futures Without Violence, e enviar 80.000 cartões de felicitações para as mães no domingo. Os dois objetivos da campanha foram atingidos ainda na semana passada.
Um botão específico de um guia de presentes para o Dia das Mães foi colocado com destaque na página da Macy's. Ao clicar no botão, o usuário era levado para uma página da loja, criada especialmente para a ocasião.
Mas no final de 2010, a Macy's lançou sua maior campanha através do Facebook. Em 28 de dezembro, a varejista anunciou um programa de "makeover" de estilo, em parceria com o apresentador de TV Clinton Kelly, especializado em moda. O concurso chamado "Million Dollar Makeover" recebeu inscrições durante o mês de janeiro, adicionando milhares de "curtir" para a Macy's.
Os participantes tinham que "curtir" a loja, incluir um endereço de página pessoal, página do Facebook e página do YouTube. Depois de fazer upload de fotos e vídeos, os participantes tinham que detalhar seu estilo pessoal, com informações sobre o guarda-roupas, problemas com as peças atuais, sonhos profissionais, etc.
No final, oito participantes foram escolhidos para a final do programa em Nova York, para uma completa reforma no estilo e no guarda-roupa. Diante do sucesso estrondoso da campanha, uma segunda fase do "Million Dollar Makeover" foi lançado, e dois finalistas serão anunciados esta semana. Nas duas fases, o concurso ofereceu um prêmio de um milhão de dólares.
Além das iniciativas com o Facebook, a Macy's explora outra grande tendência da geração de consumidores digitais: a mobilidade. Em abril, a loja criou uma campanha unindo o Twitter, o site de localização Foursquare e o guia HopStop.com para atrair consumidores e turistas para o 37º festival anual de flores promovido pela Macy's.
A Macy's comprou espaços de publicidade nas páginas do HopStop em várias cidades dos EUA. A varejista ofereceu passeios guiados para os festivais temáticos "Tower of Flowers" em todas essas cidades. Cada cidade tinha sua própria especialidade ou variedade de flores. Por exemplo, na página de Washington, o destaque era a festa das cerejeiras em flor na capital do país. A loja usou a combinação Twitter-Foursquare ao longo do evento, incentivando os usuários a fotografar e postar imagens. A Macy's monitorou as "hashtags" e sorteou vales de presentes para os usuários.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Rede Best Buy sofre nova invasão de dados privados
Segundo nota da RIS News, no fim da semana passada a rede varejista americana Best Buy notificou seus clientes que seus sistemas foram invadidos novamente por hackers. Menos de um mês depois da falha de segurança da empresa Epsilon, a Best Buy descobriu que a lista de emails de clientes foi invadida a partir do site um fornecedor da empresa.
A Best Buy disse que tomará todas as medidas legais para resolver o caso, mas não revelou o nome do fornecedor.
A Best Buy disse que tomará todas as medidas legais para resolver o caso, mas não revelou o nome do fornecedor.
Compras coletivas: muito peixe, pouca isca
Reporta Clayton Melo, na IstoÉ Dinheiro, que os sites de compras sociais no Brasil estão ampliando seu capital conquistando parceiros de peso -- e até celebridades, como é o caso do apresentador Luciano Huck, que se tornou sócio do Peixe Urbano.
Outra novidade é a chegada de dois investidores internacionais: depois de receber aporte, no segundo semestre de 2010, da empresa brasileira de venture capital Monashees e do fundo internacional Benchmark, o Peixe Urbano acaba de fechar com o Tiger Global Management e o General Atlantic, dos EUA.
Embora de modo mais discreto, a movimentação no setor se estende também à americana Groupon, que atua aqui há dez meses. Maior site do gênero do mundo, o Groupon vai expandir sua operação no dia 10 para a cidade de Bauru, no interior de São Paulo, além de ter fechado parcerias para descontos com a MTV e a Net. E o carioca Marcelo Macedo, fundador do site brasileiro Click On, anunciou a venda de 40% da empresa para a Mosaico, companhia de investimentos em negócios de internet das Organizações Globo, por um valor não revelado.
Embora haja mais de mil sites do gênero no País, apenas os três maiores, Peixe Urbano, Click On e Groupon, detêm entre 80% e 85% do setor, segundo levantamento da GMattos Projetos de Marketing, consultoria especializada em comércio eletrônico, de São Paulo.
Assim, o poder de fogo do trio tende a aumentar, pois eles têm mais fôlego para investimentos em comunicação, oferta de serviços e ganho de escala, complicando ainda mais a vida dos pequenos. É por essas e outras razões que os analistas do mercado digital não têm dúvida de que se assistirá a partir de agora a um forte processo de consolidação, com o desaparecimento de centenas de sites, seja por incorporações, seja pelo fechamento puro e simples.
Leia o restante da reportagem aqui.
Outra novidade é a chegada de dois investidores internacionais: depois de receber aporte, no segundo semestre de 2010, da empresa brasileira de venture capital Monashees e do fundo internacional Benchmark, o Peixe Urbano acaba de fechar com o Tiger Global Management e o General Atlantic, dos EUA.
Embora de modo mais discreto, a movimentação no setor se estende também à americana Groupon, que atua aqui há dez meses. Maior site do gênero do mundo, o Groupon vai expandir sua operação no dia 10 para a cidade de Bauru, no interior de São Paulo, além de ter fechado parcerias para descontos com a MTV e a Net. E o carioca Marcelo Macedo, fundador do site brasileiro Click On, anunciou a venda de 40% da empresa para a Mosaico, companhia de investimentos em negócios de internet das Organizações Globo, por um valor não revelado.
Embora haja mais de mil sites do gênero no País, apenas os três maiores, Peixe Urbano, Click On e Groupon, detêm entre 80% e 85% do setor, segundo levantamento da GMattos Projetos de Marketing, consultoria especializada em comércio eletrônico, de São Paulo.
Assim, o poder de fogo do trio tende a aumentar, pois eles têm mais fôlego para investimentos em comunicação, oferta de serviços e ganho de escala, complicando ainda mais a vida dos pequenos. É por essas e outras razões que os analistas do mercado digital não têm dúvida de que se assistirá a partir de agora a um forte processo de consolidação, com o desaparecimento de centenas de sites, seja por incorporações, seja pelo fechamento puro e simples.
Leia o restante da reportagem aqui.
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
Peixe Urbano anuncia nova rodada de investimentos
O site de compras coletivas Peixe Urbano, anunciou parceria com a empresa de growth equity General Atlantic (GA), em rodada de investimentos que contou também com a participação da Tiger Global Management. O investimento visa impulsionar o crescimento do Peixe Urbano, destinando recursos financeiros e estratégicos para a contratação de talentos, para novas campanhas de marketing e para a expansão geográfica da empresa.
Segundo nota à imprensa, em pouco mais de um ano desde seu lançamento em março de 2010, o Peixe Urbano aumentou a sua base de usuários cadastrados de 6 mil para 9 milhões, para os quais já vendeu mais de 5 milhões de cupons. A empresa tem hoje cerca de 600 funcionários e está presente em mais de 60 cidades no Brasil e na Argentina.
A GA já investiu cerca de US$750 milhões na América Latina, e é atualmente investidora do MercadoLibre e da BM&F Bovespa na região. Investimentos recentes feitos pela GA em empresas do setor de Internet incluem aportes na Privalia da Europe; nas empresas Alibaba, RenRen e SouFun da China; e nas companhias Dice, AKQA, Network Solutions e Gilt Groupe dos Estados Unidos. A GA investe anualmente cerca de US$ 2 bilhões em 6 setores globais, com investimentos médios acima de US$ 200 milhões no ano passado.
No último trimestre de 2010, o Peixe Urbano recebeu aportes de outras duas empresas: a Monashees Capital, uma das principais firmas brasileiras de venture capital, e a Benchmark Capital, um dos mais importantes fundos de venture capital dos Estados Unidos, que tem participações em empresas como eBay e Twitter e que fez o seu primeiro investimento na América Latina através do Peixe Urbano.
Segundo nota à imprensa, em pouco mais de um ano desde seu lançamento em março de 2010, o Peixe Urbano aumentou a sua base de usuários cadastrados de 6 mil para 9 milhões, para os quais já vendeu mais de 5 milhões de cupons. A empresa tem hoje cerca de 600 funcionários e está presente em mais de 60 cidades no Brasil e na Argentina.
A GA já investiu cerca de US$750 milhões na América Latina, e é atualmente investidora do MercadoLibre e da BM&F Bovespa na região. Investimentos recentes feitos pela GA em empresas do setor de Internet incluem aportes na Privalia da Europe; nas empresas Alibaba, RenRen e SouFun da China; e nas companhias Dice, AKQA, Network Solutions e Gilt Groupe dos Estados Unidos. A GA investe anualmente cerca de US$ 2 bilhões em 6 setores globais, com investimentos médios acima de US$ 200 milhões no ano passado.
No último trimestre de 2010, o Peixe Urbano recebeu aportes de outras duas empresas: a Monashees Capital, uma das principais firmas brasileiras de venture capital, e a Benchmark Capital, um dos mais importantes fundos de venture capital dos Estados Unidos, que tem participações em empresas como eBay e Twitter e que fez o seu primeiro investimento na América Latina através do Peixe Urbano.
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Controladora do Submarino entra na Justiça contra ICMS duplo
Segundo nota da Folha de São Paulo, a empresa B2W, que controla a Americanas.com, o Submarino e o Shoptime, entrará com ação judicial em 18 Estados e no Distrito Federal para evitar a dupla cobrança de ICMS sobre os produtos que vende pela internet.
A medida tenta barrar a decisão tomada pelos Estados que assinaram o protocolo 21. O documento determina que o imposto seja, a partir deste mês, dividido entre os Estados de origem e de destino das mercadorias vendidas on-line.(Editoria de arte: Folhapress)
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Carrefour testa cartão pré-pago com bônus
Reporta Janaina Langsdorff, no Meio & Mensagem, que Carrefour escolheu o Rio de Janeiro para testar o lançamento do Cartão Compra Pré-Paga, que oferece bônus proporcionais de 5%, 10% e 15% a cada vez que o consumidor gasta R$ 30, R$ 60 e R$ 100 para carregá-lo. A novidade chega às oito lojas do Rio de Janeiro (Barra, Engenho de Dentro, Sulacap, Manilha, Alcântara, Duque de Caxias, Campo Grande e Belford Roxo) nesse domingo, 8, e depois segue para as outras 170 unidades da rede em todo o Brasil.
Os portadores do Cartão Compra Pré-Paga podem escolher entre os mais de 60 mil itens disponíveis nas lojas Carrefour. O hipermercado disponibiliza ainda outras facilidades, como pagamentos parcelados em até 10 ou 15 vezes no cartão da rede, dependendo do produto adquirido.
Os portadores do Cartão Compra Pré-Paga podem escolher entre os mais de 60 mil itens disponíveis nas lojas Carrefour. O hipermercado disponibiliza ainda outras facilidades, como pagamentos parcelados em até 10 ou 15 vezes no cartão da rede, dependendo do produto adquirido.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Guerra dos Cupons: A&T, Google e Facebook desafiam o Groupon
Reporta Adam Blair, no Retail Information Systems, que além das dezenas de cópias descaradas, o site de compras coletivas Groupon agora vai enfrentar pesos-pesados da internet que também querem uma fatia desse mercado lucrativo.
Apesar dessa corrida do ouro, há indicações de que o interesse dos consumidores pelos coupons de "ofertas do dia" está diminuindo, e que os usuários estão buscando sites que oferecem promoções mais personlizadas. Muitos varejistas ainda desconfiam dos sites de cupons, principamente porque esses sites não fornecem os dados sobre os clientes, que coletam no processo.
Esta semana, a gigante de telecomunicações AT&T anunciou que oferecer um serviço de descontos no site yellowpages.com, que deve iniciar testes em Los Angeles, Atlanta e Dallas. Semana passada, o Facebook lançou o "Deals" em quatro grandes cidades dos EUA. E agora o Google também informou que vai começar a testar o "Google Offers" em Portland, com planos de expansão para San Francisco e Nova York.
Apesar dessa corrida do ouro, há indicações de que o interesse dos consumidores pelos coupons de "ofertas do dia" está diminuindo, e que os usuários estão buscando sites que oferecem promoções mais personlizadas. Muitos varejistas ainda desconfiam dos sites de cupons, principamente porque esses sites não fornecem os dados sobre os clientes, que coletam no processo.
Esta semana, a gigante de telecomunicações AT&T anunciou que oferecer um serviço de descontos no site yellowpages.com, que deve iniciar testes em Los Angeles, Atlanta e Dallas. Semana passada, o Facebook lançou o "Deals" em quatro grandes cidades dos EUA. E agora o Google também informou que vai começar a testar o "Google Offers" em Portland, com planos de expansão para San Francisco e Nova York.
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Stop & Shop testa aplicativo que lê códigos de barras via iPhone
Segundo nota da RIS News, a rede de supermercados Stop & Shop dos EUA iniciou os testes em algumas lojas com um aplicativo que permite que os consumidores chequem os códigos de barras dos produtos durante as compras. O aplicativo é sincronizado com o programa de fidelidade da loja, que permite que a Stop & Shop registre as informações de compras e envie promoções personalizadas para o iPhone do cliente.
Os compradores usam a câmera do celular para escanear códigos de barras das mercadorias, à medida que enchem seus carrinhos. Quando terminam as compras, é só ir até o caixa e exibir o cartão de fidelidade, acelerando o pagamento.
Os compradores usam a câmera do celular para escanear códigos de barras das mercadorias, à medida que enchem seus carrinhos. Quando terminam as compras, é só ir até o caixa e exibir o cartão de fidelidade, acelerando o pagamento.
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Compras via celular disparam
De acordo com um novo estudo da inMobi, indica que os consumidores com acesso móvel à internet preferem usar celulares e tablets para fazer compras, em vez de PCs ou laptops. A inMobi entrevistou 15.000 usuários em 14 países a respeito de seus hábitos de consumo. A pesquisa indica que nos EUA, as compras móveis já se tornaram comuns para um grande número de pessoas, e que o país tem 74 milhões de usuários móveis do total de 310 milhões de consumidores no mundo que já fazem compras pelo celular.
A inMobi prevê que as vendas de produtos e serviços via celular devem atingir US$ 9 bilhões nos Estados Unidos este ano. É um salto significativo em comparação a 2010, quando as vendas dessa categoria de varejo chegaram a US$ 2,4 bilhões. E em 2009, o valor foi de US$ 1,2 bilhões.
Os itens mais comprados pelos usuários americanos são games e outros conteúdos para o próprio celular, com 42% dos entrevistados afirmando que fizeram pelo menos uma compra nesta categoria. Já 19% disseram que compras aparelhos eletrônicos através do celular, 15% compras roupas e acessórios. Ingressos de espetáculos e cinema são mencionados por 13% e pacotes turísticos foram comprados por 12% dos usuários. E 63% dos entrevistados disseram que consideram satisfatória a experiência de comprar pelo celular.
Segundo James Lamberti, vice-presidente de pesquisas globais da inMobi, a pesquisa revela que o uso do celular como ferramenta de varejo vai "canibalizar" o PC. Essa rápida evolução do celular como aparelho preferencial nas compras vai causar um forte impacto nas estratégias de marketing e publicidade das empresas, e as agências devem criar novos modelos de anúncios adaptados às pequenas telas de smartphones e tablets.
Entre os consumidores que têm aparelhos com internet móvel, 49% disseram que ainda preferem comprar nas lojas físicas, enquanto 35% já se sentem confortáveis em fazer compras com o celular -- apenas 16% preferem fazer compras através do PC ou laptop, diz o estudo. E a curva de crescimento é acelerada, porque cada vez mais consumidores estão adotando smartphones com internet móvel.
Lamberti acredita que os consumidores já estão muito à frente das agências de marketing em termos de adaptação ao uso de aparelhos móveis. Segundo o executivo, de 30% a 40% dos americanos já acessam a web diariamente via smartphone ou tablet, e esse número deve dobrar nos próximos dois anos.
Os varejistas e agências de publicidade precisam entender esse fenômeno rapidamente, e buscar meios de aproveitar o crescimento do hábito. As empresas mais rápidas terão uma grande vantagem com essa multidão de novos consumidores.
Essa tendência é tema de um outro estudo, feito pela revista Advertising Age, que afirma que o smartphone vira do avesso os modelos consagrados da publicidade para atrair o consumidor. Em vez de seguir um caminho cuidadosamente traçado pelo marketing, agora o consumidor pode mudar de ideia a qualquer momento, fazendo consultas instantâneas em um aparelho de bolso.
A digitalização das compras beneficia o consumidor acima de tudo. O comprador tem agora meios para atingir o ideal das compras, a combinação entre preço, seleção e atendimento.
A inMobi prevê que as vendas de produtos e serviços via celular devem atingir US$ 9 bilhões nos Estados Unidos este ano. É um salto significativo em comparação a 2010, quando as vendas dessa categoria de varejo chegaram a US$ 2,4 bilhões. E em 2009, o valor foi de US$ 1,2 bilhões.
Os itens mais comprados pelos usuários americanos são games e outros conteúdos para o próprio celular, com 42% dos entrevistados afirmando que fizeram pelo menos uma compra nesta categoria. Já 19% disseram que compras aparelhos eletrônicos através do celular, 15% compras roupas e acessórios. Ingressos de espetáculos e cinema são mencionados por 13% e pacotes turísticos foram comprados por 12% dos usuários. E 63% dos entrevistados disseram que consideram satisfatória a experiência de comprar pelo celular.
Segundo James Lamberti, vice-presidente de pesquisas globais da inMobi, a pesquisa revela que o uso do celular como ferramenta de varejo vai "canibalizar" o PC. Essa rápida evolução do celular como aparelho preferencial nas compras vai causar um forte impacto nas estratégias de marketing e publicidade das empresas, e as agências devem criar novos modelos de anúncios adaptados às pequenas telas de smartphones e tablets.
Entre os consumidores que têm aparelhos com internet móvel, 49% disseram que ainda preferem comprar nas lojas físicas, enquanto 35% já se sentem confortáveis em fazer compras com o celular -- apenas 16% preferem fazer compras através do PC ou laptop, diz o estudo. E a curva de crescimento é acelerada, porque cada vez mais consumidores estão adotando smartphones com internet móvel.
Lamberti acredita que os consumidores já estão muito à frente das agências de marketing em termos de adaptação ao uso de aparelhos móveis. Segundo o executivo, de 30% a 40% dos americanos já acessam a web diariamente via smartphone ou tablet, e esse número deve dobrar nos próximos dois anos.
Os varejistas e agências de publicidade precisam entender esse fenômeno rapidamente, e buscar meios de aproveitar o crescimento do hábito. As empresas mais rápidas terão uma grande vantagem com essa multidão de novos consumidores.
Essa tendência é tema de um outro estudo, feito pela revista Advertising Age, que afirma que o smartphone vira do avesso os modelos consagrados da publicidade para atrair o consumidor. Em vez de seguir um caminho cuidadosamente traçado pelo marketing, agora o consumidor pode mudar de ideia a qualquer momento, fazendo consultas instantâneas em um aparelho de bolso.
A digitalização das compras beneficia o consumidor acima de tudo. O comprador tem agora meios para atingir o ideal das compras, a combinação entre preço, seleção e atendimento.
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E-Commerce Live aborda taxa de conversão das ações e estratégias em SP
Na próxima sexta-feira (06) ocorre a primeira edição do E-Commerce Live, voltado aos tomadores de decisão do comércio eletrônico nacional, com palestras e discussões com o tema “Como aumentar a taxa conversão de seu e-commerce”.
Realizado pela agencia digital CookieWeb em parceria com a VTEX o evento acontece no dia 06 de maio, no Hotel Blue Tree - Faria Lima, em São Paulo.
Haverá transmissão ao vivo via Facebook, das 11 palestras confirmados com Rodrigo Rodrigues, do Google Brasil; Maurício Salvador, da E-Commerce School, autor do livro “Como abrir uma loja virtual de sucesso”, Natan Sztamfater, fundador da loja virtual PortCasa e da agência digital CookieWeb; Alexandre Soncini, da VTEX; Helder Knidel, da Tuilux; Tiago Zana Girelli, da E-Commerce Search; Albert Deweik, da NeoAssist; Luiz Augusto Pereira, da Virid; Luís Fernando Vabo Jr, da Siev; além das palestras dos outros representantes das duas empresas realizadoras, CookieWeb, com Marcel Werdesheim, e VTEX, com Rafael Forte.
Para conferir temas das palestras, acesse aqui.
Realizado pela agencia digital CookieWeb em parceria com a VTEX o evento acontece no dia 06 de maio, no Hotel Blue Tree - Faria Lima, em São Paulo.
Haverá transmissão ao vivo via Facebook, das 11 palestras confirmados com Rodrigo Rodrigues, do Google Brasil; Maurício Salvador, da E-Commerce School, autor do livro “Como abrir uma loja virtual de sucesso”, Natan Sztamfater, fundador da loja virtual PortCasa e da agência digital CookieWeb; Alexandre Soncini, da VTEX; Helder Knidel, da Tuilux; Tiago Zana Girelli, da E-Commerce Search; Albert Deweik, da NeoAssist; Luiz Augusto Pereira, da Virid; Luís Fernando Vabo Jr, da Siev; além das palestras dos outros representantes das duas empresas realizadoras, CookieWeb, com Marcel Werdesheim, e VTEX, com Rafael Forte.
Para conferir temas das palestras, acesse aqui.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Representante do portal chinês Alibaba prepara nova investida no Brasil
Reporta Érica Polo, na IstoÉ Dinheiro, que Kenneth Ma, CEO da empresa de tecnologia Ludatrade, cuja sede fica em Hong Kong. A Ludatrade representa no Brasil o Alibaba.com, portal chinês de comércio eletrônico corporativo que desembarcou no País em março de 2010. Com foco em pequenas e médias empresas, ele é um dos 100 portais mais acessados do mundo e tem um faturamento global de US$ 845 milhões. No Brasil, no entanto, a operação ainda engatinha um ano depois da largada.
Antes de ingressar no mercado nacional por meio da Ludatrade, cujo escritório está localizado na avenida Paulista, em São Paulo, o Alibaba.com possuía 175 mil clientes brasileiros; hoje, são 220 mil – o faturamento local não é divulgado. É uma quantidade pequena, diante dos 15 milhões de usuários do portal no mundo ou em relação ao público potencial, formado por cinco milhões de micro e pequenas empresas que atuam aqui. Para acelerar o crescimento, a Ludatrade vai inaugurar, daqui a três meses, um portal destinado a negócios entre empresas dentro do Brasil.
O projeto, cujo valor de investimento não é revelado, será oferecido pela Ludatrade em seu endereço virtual (www.ludatrade.com). Trata-se de um negócio que a empresa de tecnologia tocará paralelamente às atividades desenvolvidas para o Alibaba.com. Mas o novo serviço funcionará como parceiro do portal chinês, pois será um canal a mais para levar clientes para lá.
Leia a íntegra da reportagem aqui.
Antes de ingressar no mercado nacional por meio da Ludatrade, cujo escritório está localizado na avenida Paulista, em São Paulo, o Alibaba.com possuía 175 mil clientes brasileiros; hoje, são 220 mil – o faturamento local não é divulgado. É uma quantidade pequena, diante dos 15 milhões de usuários do portal no mundo ou em relação ao público potencial, formado por cinco milhões de micro e pequenas empresas que atuam aqui. Para acelerar o crescimento, a Ludatrade vai inaugurar, daqui a três meses, um portal destinado a negócios entre empresas dentro do Brasil.
O projeto, cujo valor de investimento não é revelado, será oferecido pela Ludatrade em seu endereço virtual (www.ludatrade.com). Trata-se de um negócio que a empresa de tecnologia tocará paralelamente às atividades desenvolvidas para o Alibaba.com. Mas o novo serviço funcionará como parceiro do portal chinês, pois será um canal a mais para levar clientes para lá.
Leia a íntegra da reportagem aqui.
Em um ano, 20% dos sites de compras coletivas saem do ar
Reporta Camila Fusco, na Folha de S. Paulo, que cerca de 20% dos sites de compras coletivas no Brasil que operavam até o final do ano passado após o boom do setor foram extintos. Um ano após a chuva desses sites da web, 250 de 1200 páginas já saíram do ar.
O índice de mortalidade segue o padrão do tempo médio de duração das pequenas empresas, mas há motivos que explicam o fracasso do negócio aparentemente simples de ser comandado.
As compras coletivas dependem de parcerias com lojas, hotéis, restaurantes e prestadores de serviços em geral. Quem não tem força para vendas não sobrevive, pois tem dificuldade de manter e encontrar novos parceiros. Alguns empresários, quando descobriram a complexidade do negócio, desistiram.
Há quem tentou vender, mas poucos conseguiram. Um exemplo foi o Bom Proveito, vendido para o Clube do Desconto.
O índice de mortalidade segue o padrão do tempo médio de duração das pequenas empresas, mas há motivos que explicam o fracasso do negócio aparentemente simples de ser comandado.
As compras coletivas dependem de parcerias com lojas, hotéis, restaurantes e prestadores de serviços em geral. Quem não tem força para vendas não sobrevive, pois tem dificuldade de manter e encontrar novos parceiros. Alguns empresários, quando descobriram a complexidade do negócio, desistiram.
Há quem tentou vender, mas poucos conseguiram. Um exemplo foi o Bom Proveito, vendido para o Clube do Desconto.
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
Tok&Stok ensina a montar móveis pelo Twitter
A Tok&Stok lança uma ação inédita no Twitter para provar que os seus móveis são realmente fáceis de montar. A empresa agora disponibiliza os manuais de instruções na rede social, pelo perfil @manuais_tokstok. Os consumidores poderão ver, em apenas 140 caracteres, como montar o móvel e ainda baixar um diagrama de montagem se preferir seguir a figura. A ação foi criada pela DM9DDB.
Além do uso diferenciado da mídia social, a ação também mostra a preocupação da Tok&Stok com o meio ambiente: cada manual em 140 caracteres no Twitter economizou uma folha de papel.
Além do uso diferenciado da mídia social, a ação também mostra a preocupação da Tok&Stok com o meio ambiente: cada manual em 140 caracteres no Twitter economizou uma folha de papel.
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quinta-feira, 28 de abril de 2011
Bancos e varejistas estreitam laços
Segundo reportagem de Juliana Schincariol e Lilian Sobral, na IstoÉ Dinheiro, o que vem fazendo brilhar os olhos dos executivos do mercado financeiro são as lojas populares, de preferência com muita gente comprando a crédito e em busca de promoções a perder de vista. Não se trata de um exercício de humildade, é pragmatismo mesmo. A associação entre bancos e redes de varejo é a mais nova arma do sistema financeiro para ampliar sua atuação entre os clientes de baixa renda.
O exemplo mais recente é o do Itaú Unibanco, que no dia 14 de abril anunciou a compra de 49% do Banco Carrefour, a financeira controlada pela varejista francesa, por R$ 725 milhões. Pelo acordo, a instituição terá acesso a 7,7 milhões de contas, presença em 163 hipermercados e supermercados e uma carteira de crédito de R$ 2,3 bilhões. Esse pode ser só um primeiro passo para o Itaú entrar com mais força ainda nas operações da rede. “Compramos 49%, pois é o que estava à venda. Se em algum momento houver outra condição, avaliaremos preço, retorno e expectativa”, diz Rogério Calderón, diretor do banco.
leia o restante da reportagem aqui.
O exemplo mais recente é o do Itaú Unibanco, que no dia 14 de abril anunciou a compra de 49% do Banco Carrefour, a financeira controlada pela varejista francesa, por R$ 725 milhões. Pelo acordo, a instituição terá acesso a 7,7 milhões de contas, presença em 163 hipermercados e supermercados e uma carteira de crédito de R$ 2,3 bilhões. Esse pode ser só um primeiro passo para o Itaú entrar com mais força ainda nas operações da rede. “Compramos 49%, pois é o que estava à venda. Se em algum momento houver outra condição, avaliaremos preço, retorno e expectativa”, diz Rogério Calderón, diretor do banco.
leia o restante da reportagem aqui.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Dia das Mães virtual deve faturar R$ 750 milhões em 2011
A temporada de datas sazonais no ecommerce deverá começar em alta em 2011. Segundo a e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, o Dia das Mães contribuirá com R$ 750 milhões no ano, o que significaria um acréscimo nominal de 20% em relação a 2010, quando faturou R$ 625 milhões. O período, contabilizado pela e-bit entre 24/04/2011 e 08/05/2011, é o segundo mais lucrativo para o setor, ficando atrás apenas do Natal.
Para Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, a data é um dos momentos mais esperados do ano pelos e-lojistas. “O Dia das Mães tem uma importância significativa no e-commerce brasileiro. Para o mercado, é um período de alto pico de vendas e faturamento. Os empresários virtuais devem estar atentos a esse fato e planejar bem a estrutura logística de suas lojas para atender a demanda de pedidos”, assinala o executivo.
A previsão de 20% de faturamento, inferior aos 30% esperados para 2011, tem uma razão: “nesse mesmo período no ano passado, a Copa do Mundo provocou uma forte expansão nas vendas de TVs de tela plana, elevando o tíquete médio e o faturamento da data”, explica Guasti.
A maior competitividade do mercado, buscando atrair a atenção dos novos consumidores que estão entrando no e-commerce, deve motivar ainda mais os filhos a presentearem suas mães virtualmente. Para a data, as categorias de produtos mais vendidos devem ser Cosméticos e Perfumaria, Eletrodomésticos, Flores e Cestas e Moda e Acessórios, categoria que ganha cada vez mais força no setor.
“O brasileiro gosta de dar presentes e, tratando-se de uma data com grande apelo emocional, projetamos um Dia das Mães profícuo para o comércio eletrônico brasileiro em 2011. Os consumidores que se planejaram devem tirar proveito, por exemplo, dos Clubes de Compras, que oferecem produtos de Moda e Cosméticos com grandes descontos”, finaliza o diretor da e-bit.
Para Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, a data é um dos momentos mais esperados do ano pelos e-lojistas. “O Dia das Mães tem uma importância significativa no e-commerce brasileiro. Para o mercado, é um período de alto pico de vendas e faturamento. Os empresários virtuais devem estar atentos a esse fato e planejar bem a estrutura logística de suas lojas para atender a demanda de pedidos”, assinala o executivo.
A previsão de 20% de faturamento, inferior aos 30% esperados para 2011, tem uma razão: “nesse mesmo período no ano passado, a Copa do Mundo provocou uma forte expansão nas vendas de TVs de tela plana, elevando o tíquete médio e o faturamento da data”, explica Guasti.
A maior competitividade do mercado, buscando atrair a atenção dos novos consumidores que estão entrando no e-commerce, deve motivar ainda mais os filhos a presentearem suas mães virtualmente. Para a data, as categorias de produtos mais vendidos devem ser Cosméticos e Perfumaria, Eletrodomésticos, Flores e Cestas e Moda e Acessórios, categoria que ganha cada vez mais força no setor.
“O brasileiro gosta de dar presentes e, tratando-se de uma data com grande apelo emocional, projetamos um Dia das Mães profícuo para o comércio eletrônico brasileiro em 2011. Os consumidores que se planejaram devem tirar proveito, por exemplo, dos Clubes de Compras, que oferecem produtos de Moda e Cosméticos com grandes descontos”, finaliza o diretor da e-bit.
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VestCasa aposta no dia das mães
Reporta Janaina Langsdorff, no Meio & Mensagem, que a criação de produtos de cama, mesa, banho e decoração ligados à datas comemorativas é a principal estratégia da VestCasa para praticamente dobrar o tamanho da sua rede, que deve saltar de 52 para 100 lojas até o fim de 2011. Somente com o Dia das Mães, por exemplo, a varejista espera aumentar o faturamento do mês de maio em 60% com as vendas de produtos alusivos à essa que é considerada a segunda data mais importante para o varejo depois do Natal.
O marketing de oportunidade sustenta a expansão da marca em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Os três próximos lançamentos estão programados para acontecer na capital paulista. Uma das lojas será inaugurada no Mais Shopping Largo 13, localizado em Santo Amaro, Zona Sul da cidade. As outras duas serão abertas nos bairros de Sapopemba e Cambuci.
O marketing de oportunidade sustenta a expansão da marca em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Os três próximos lançamentos estão programados para acontecer na capital paulista. Uma das lojas será inaugurada no Mais Shopping Largo 13, localizado em Santo Amaro, Zona Sul da cidade. As outras duas serão abertas nos bairros de Sapopemba e Cambuci.
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Facebook entra no mercado de compras coletivas
Segundo nota na Folha de S. Paulo, o Facebook começou nesta terça-feira a oferecer a usuários de cinco cidades nos Estados Unidos cupons de desconto em vários tipos de serviços, desde degustação de vinhos a ingressos para shows, aumentando a rivalidade em um mercado que já era muito competitivo.
Os cupons de desconto, que usuários da rede social podem comprar diretamente no serviço, oferecem preços menores ou acesso a bens com disponibilidade limitada. O Facebook ficará com uma parcela do valor de cada transação, embora a companhia não tenha revelado a porcentagem.
Com o novo serviço, o Facebook se torna a última grande empresa da internet a estrear no mercado de compras coletivas, cujo pioneiro foi o Groupon há alguns anos. Na semana passada, o Google começou a fazer publicidade de um novo serviço de descontos chamado Offers para usuários de Portland, no Oregon, com planos de expandi-lo para São Francisco e Nova York, e a Amazon.com investiu 175 milhões de dólares na LivingSocial em dezembro.
Os cupons de desconto, que usuários da rede social podem comprar diretamente no serviço, oferecem preços menores ou acesso a bens com disponibilidade limitada. O Facebook ficará com uma parcela do valor de cada transação, embora a companhia não tenha revelado a porcentagem.
Com o novo serviço, o Facebook se torna a última grande empresa da internet a estrear no mercado de compras coletivas, cujo pioneiro foi o Groupon há alguns anos. Na semana passada, o Google começou a fazer publicidade de um novo serviço de descontos chamado Offers para usuários de Portland, no Oregon, com planos de expandi-lo para São Francisco e Nova York, e a Amazon.com investiu 175 milhões de dólares na LivingSocial em dezembro.
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terça-feira, 26 de abril de 2011
Aplicativo facilita pagamento de compras
A integração do varejo com os dispositivos móveis está em rápida expansão. A tecnologia permite uma grande variedade de soluções, que podem atender várias necessidades dos consumidores -- antes, durante e depois das compras. Já destacamos aqui aplicativos criados especificamente por redes de varejo que funcionam como complemento das lojas físicas, de modo melhor e mais prático que o computador de mesa.
Agora, a rede de supermercados norte-americana Stop & Shop fechou uma parceria com a empresa de tecnologia Modiv Media para lançar um aplicativo para o iPhone da Apple que permite que o cliente escaneie as mercadorias nas lojas e envie a soma direto para o caixa, onde o pagamento fica mais rápido e prático. Com o aplicativo, o cliente entra na loja e sai "fotografando" os itens que coloca no carrinho, e as mercadorias são somadas automaticamente.
Apontando a câmera do iPhone para o código de barras dos produtos, o cliente pode ver automaticamente o preço do item e adicioná-lo a um carrinho de compras virtuais. No final da compra, o aplicativo transmite as informações para o caixa, onde o consumidor pode pagar as compras com dinheiro ou cartões. Não é necessário que um funcionário escaneie as mercadorias no caixa, o que acelera bastante o fechamento da compra.
A Modiv Media já oferecia o mesmo serviço em aparelhos próprios, que funcionam como scanners de mão, em 350 supermercados nos EUA, incluindo lojas da Stop & Shop. Nesta primeira fase, o aplicativo será testado nas lojas da rede em três cidades dos Estados Unidos. Até o final deste ano, a Stop & Shop deve espalhar o uso do aplicativo por todo o país.
Para usar o aplicativo, o cliente deve ter um iPhone 3GS ou iPhone 4 -- modelos mais antigos não são compatíveis. Ainda este ano, a Modiv Media vai lançar um aplicativo para usuários de smartphones que usam o sistema Android da Apple.
O aplicativo conecta-se com a rede Wi-Fi da loja, permitindo que o varejista registre e analise as informações sobre as compras. A partir desses dados, a loja pode oferecer cupons e descontos especiais para os clientes, baseados nos padrões individuais de compras.
A Modiv Media disse que a Kraft Foods, Nestle USA, Perdue Farms e SC Johnson and Son são algumas das grandes empresas que vão oferecer cupons e promoções de seus produtos através do aplicativo.
A firma de tecnologia está desenvolvendo também uma função que funcionará como uma lista de compras automatizada no celular -- o aparelho avisaria ao consumidor a respeito de produtos essenciais em falta, durante as compras na loja.
A Modiv Media foi criada em 2007, com a fusão de duas grandes empresas de tecnologia voltada para o varejo, a MobileLime e a Cuesol. Em 2003, a Cuesol lançou o primeiro scanner de mão para clientes de varejo, um aparelho pesado que parecia um laptop. Atualmente, o sistema da Modiv Media funciona em aparelhos ultraleves.
O presidente da Modiv Media, Paul Schaut, reconhece que o sistema ainda é caro demais para a maioria dos varejistas. Segundo o executivo, a loja precisa investir uma soma considerável para implementar o aplicativo. Atualmente, apenas as redes Stop & Shop e Giant Landover (que pertencem ao conglomerado holandês Royal Ahold) adotaram o sistema nos EUA. O custo elevado ainda é uma barreira para outras empresas. Mas já existem milhões de consumidores americanos com smartphones capazes de ler códigos de barra. O investimento em aplicativos para essa grande audiência deve ficar mais barato em pouco tempo. E a tendência deve demorar pouco para se espalhar mundialmente.
Agora, a rede de supermercados norte-americana Stop & Shop fechou uma parceria com a empresa de tecnologia Modiv Media para lançar um aplicativo para o iPhone da Apple que permite que o cliente escaneie as mercadorias nas lojas e envie a soma direto para o caixa, onde o pagamento fica mais rápido e prático. Com o aplicativo, o cliente entra na loja e sai "fotografando" os itens que coloca no carrinho, e as mercadorias são somadas automaticamente.
Apontando a câmera do iPhone para o código de barras dos produtos, o cliente pode ver automaticamente o preço do item e adicioná-lo a um carrinho de compras virtuais. No final da compra, o aplicativo transmite as informações para o caixa, onde o consumidor pode pagar as compras com dinheiro ou cartões. Não é necessário que um funcionário escaneie as mercadorias no caixa, o que acelera bastante o fechamento da compra.
A Modiv Media já oferecia o mesmo serviço em aparelhos próprios, que funcionam como scanners de mão, em 350 supermercados nos EUA, incluindo lojas da Stop & Shop. Nesta primeira fase, o aplicativo será testado nas lojas da rede em três cidades dos Estados Unidos. Até o final deste ano, a Stop & Shop deve espalhar o uso do aplicativo por todo o país.
Para usar o aplicativo, o cliente deve ter um iPhone 3GS ou iPhone 4 -- modelos mais antigos não são compatíveis. Ainda este ano, a Modiv Media vai lançar um aplicativo para usuários de smartphones que usam o sistema Android da Apple.
O aplicativo conecta-se com a rede Wi-Fi da loja, permitindo que o varejista registre e analise as informações sobre as compras. A partir desses dados, a loja pode oferecer cupons e descontos especiais para os clientes, baseados nos padrões individuais de compras.
A Modiv Media disse que a Kraft Foods, Nestle USA, Perdue Farms e SC Johnson and Son são algumas das grandes empresas que vão oferecer cupons e promoções de seus produtos através do aplicativo.
A firma de tecnologia está desenvolvendo também uma função que funcionará como uma lista de compras automatizada no celular -- o aparelho avisaria ao consumidor a respeito de produtos essenciais em falta, durante as compras na loja.
A Modiv Media foi criada em 2007, com a fusão de duas grandes empresas de tecnologia voltada para o varejo, a MobileLime e a Cuesol. Em 2003, a Cuesol lançou o primeiro scanner de mão para clientes de varejo, um aparelho pesado que parecia um laptop. Atualmente, o sistema da Modiv Media funciona em aparelhos ultraleves.
O presidente da Modiv Media, Paul Schaut, reconhece que o sistema ainda é caro demais para a maioria dos varejistas. Segundo o executivo, a loja precisa investir uma soma considerável para implementar o aplicativo. Atualmente, apenas as redes Stop & Shop e Giant Landover (que pertencem ao conglomerado holandês Royal Ahold) adotaram o sistema nos EUA. O custo elevado ainda é uma barreira para outras empresas. Mas já existem milhões de consumidores americanos com smartphones capazes de ler códigos de barra. O investimento em aplicativos para essa grande audiência deve ficar mais barato em pouco tempo. E a tendência deve demorar pouco para se espalhar mundialmente.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Número de pageviews em smartphones cresce 100% em 6 meses
Segundo nota do RIS News, mais de 8 bilhões de páginas online foram vistas em celulares em março deste ano, um crescimento de 100% em comparação ao semestre anterior, segundo dados da firma Netbiscuits, especializada em em softwares de nuvem para sites e aplicativos móveis. A empresa identificou algumas tendências importantes:
* 83% dos novos sites e aplicativos dos clientes da Netbiscuits estabeleceram a tecnologia touch-screen como essencial.
* 34% de todos os sites e apps já incluem a tecnologia de tela de toque.
* 20% dos clientes da Netbiscuits usam um endereço unificado (URL) de internet para todas as plataformas, incluindo smartphones e tablets. Os tablets aparecem como uma classe adicional de aparelhos, com um layout próprio.
* 3% do total de sites atendidos pela Netbiscuits já têm uma versão otimizada para tablests.
* 68% dos clientes da empresa têm sites que funcionam tanto nos smartphones como tablets dos clientes.
* 83% dos novos sites e aplicativos dos clientes da Netbiscuits estabeleceram a tecnologia touch-screen como essencial.
* 34% de todos os sites e apps já incluem a tecnologia de tela de toque.
* 20% dos clientes da Netbiscuits usam um endereço unificado (URL) de internet para todas as plataformas, incluindo smartphones e tablets. Os tablets aparecem como uma classe adicional de aparelhos, com um layout próprio.
* 3% do total de sites atendidos pela Netbiscuits já têm uma versão otimizada para tablests.
* 68% dos clientes da empresa têm sites que funcionam tanto nos smartphones como tablets dos clientes.
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
Shiseido prepara vendas online nos EUA
Informa Mariko Sanchanta, no Wall Street Journal, que a marca japonesa Shiseido está lançando um muito aguardado site de e-commerce nos EUA. A intenção da marca é aumentar o market share e faturar no lucrativo mercado americano de cosméticos.
A Shiseido está empenhada em globalizar seus negócios e aumentar as vendas fora do Japão -- algo que tornou ainda mais urgente, já que o consumo doméstico foi afetado pelos terremotos e tsunamis.
O mercado americano de cosméticos é muito competitivo, mas a Shiseido tem a vantagem de ser percebida como uma marca de "prestígio", com produtos mais sofisticados que geralmente são vendidos em grandes lojas de departamentos.
A Shiseido ficou para trás em relação ao seus rivais no comércio eletrônico, em parte devido à dependência de seus canais de varejo no Japão, que continua sendo seu maior mercado. Agora a empresa que usar a web para dar um grande salto quantitativo no mercado internacional.
A Shiseido está empenhada em globalizar seus negócios e aumentar as vendas fora do Japão -- algo que tornou ainda mais urgente, já que o consumo doméstico foi afetado pelos terremotos e tsunamis.
O mercado americano de cosméticos é muito competitivo, mas a Shiseido tem a vantagem de ser percebida como uma marca de "prestígio", com produtos mais sofisticados que geralmente são vendidos em grandes lojas de departamentos.
A Shiseido ficou para trás em relação ao seus rivais no comércio eletrônico, em parte devido à dependência de seus canais de varejo no Japão, que continua sendo seu maior mercado. Agora a empresa que usar a web para dar um grande salto quantitativo no mercado internacional.
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terça-feira, 19 de abril de 2011
Novo cupom digital nos EUA tem alcance nacional e usa programas de fidelidade
Um novo sistema de cupons digitais acaba de ser lançado nos Estados Unidos e promete ser diferente da atual onda de sites de promoções e descontos.
O serviço criado pela empresa SavingStar Inc. vai funcionar com os programas de fidelidade de grandes redes de varejo e supermercados dos EUA, como a Shaw's, Stop & Shop e CVS. O sistema vai oferecer ofertas e promoções em itens como sucos, toalhas de papel, fraldas e medicamentos.
Segundo David Rochon, CEO da SavingStar, a abordagem é diferente dos sites de descontos. Não se trata de oferecer uma promoção em um spa ou em restaurante japonês, mas em itens de uso diário, que atingem um número maior de consumidores.
O sistema funciona assim: os usuários se cadastram no site do SavingStar ou acessam o serviço através de um aplicativo para smartphones, e inserem os números de seus cartões de fidelidade das redes de varejo que participam do programa. Depois, é só clicar nos cupons de ofertas de cada loja.
Quando o cliente visita uma das lojas participantes e compra algum produto em oferta, o valor economizado é automaticamente depositado em uma conta da SavingStar. Depois, os usuários da SavingStar podem usar os valores acumulados de várias maneiras, incluindo um depósito em dinheiro na conta bancária ou a conversão em vales de compras para a Amazon.com. O executivo David Rochon ressalta que não é preciso imprimir qualquer cupom ou comprovante, reduzindo o impacto ambiental da operação.
É interessante que a empresa preferiu lançar primeiro o aplicativo para celulares, antes da estreia do site oficial. O app está disponível nos EUA a partir desta semana, com mais de 50 ofertas de produtos -- incluindo toalhas de papel da marca Bounty, salsichas Ball Park e molho para salada Hidden Valley Ranch (todos produtos muito populares e procurados pelos consumidores norte-americanos). David Rochon disse que o número de ofertas vai crescer rapidamente.
É interessante notar que o o foco estratégico do serviço não são ofertas como jantares em restaurantes de luxo ou tratamentos estéticos, mas produtos da cesta básica americana.
O lançamento do SavingStar merece atenção porque é o primeiro serviço do gênero com alcance nacional nos EUA. Já existem serviços similares, mas eram todos restritos a cidades e regiões. Kathy Spencer, autora do livro "How to Shop for Free" ("como comprar de graça", numa tradução livre), diz que está muito animada com o lançamento do SavingStar. Ela disse que aguardava há tempos o surgimento de um sistema assim, aproveitando a convergência das tecnologias e os interesses dos varejistas e consumidores. Segundo ela, a solução é atraente para o consumidor médio americano, que se acostumou a procurar as melhores ofertas desde a crise econômica de 2008. Com um sistema que reúne os cartões de fidelidade e avisa via celular sobre novas promoções, o SavingStar tem grandes chances de se tornar o maior sucesso do ano no varejo dos EUA.
Segundo Mike Tesler, da consultoria Retail Concepts, o SavingStar é uma ótima ideia. Para ele, o desafio para a empresa será se estabelecer em um cenário já lotado de concorrentes que oferecem ofertas e cupons eletrônicos. Tesler diz que a SavingStar deve focalizar sua atenção na educação dos consumidores a respeito das vantagens de seu sistema.
Tesler disse que o sistema da SavingStar terá mais chances de sucesso se os usuários puderem usar os descontos imediatamente. O analista diz que os consumidores vão adotar mais rapidamente um sistema que demonstre claramente suas vantagens em curto prazo, em contraste com um esquema onde o cliente precise fazer muitas compras antes de poder usufruir das promoções.
O serviço criado pela empresa SavingStar Inc. vai funcionar com os programas de fidelidade de grandes redes de varejo e supermercados dos EUA, como a Shaw's, Stop & Shop e CVS. O sistema vai oferecer ofertas e promoções em itens como sucos, toalhas de papel, fraldas e medicamentos.
Segundo David Rochon, CEO da SavingStar, a abordagem é diferente dos sites de descontos. Não se trata de oferecer uma promoção em um spa ou em restaurante japonês, mas em itens de uso diário, que atingem um número maior de consumidores.
O sistema funciona assim: os usuários se cadastram no site do SavingStar ou acessam o serviço através de um aplicativo para smartphones, e inserem os números de seus cartões de fidelidade das redes de varejo que participam do programa. Depois, é só clicar nos cupons de ofertas de cada loja.
Quando o cliente visita uma das lojas participantes e compra algum produto em oferta, o valor economizado é automaticamente depositado em uma conta da SavingStar. Depois, os usuários da SavingStar podem usar os valores acumulados de várias maneiras, incluindo um depósito em dinheiro na conta bancária ou a conversão em vales de compras para a Amazon.com. O executivo David Rochon ressalta que não é preciso imprimir qualquer cupom ou comprovante, reduzindo o impacto ambiental da operação.
É interessante que a empresa preferiu lançar primeiro o aplicativo para celulares, antes da estreia do site oficial. O app está disponível nos EUA a partir desta semana, com mais de 50 ofertas de produtos -- incluindo toalhas de papel da marca Bounty, salsichas Ball Park e molho para salada Hidden Valley Ranch (todos produtos muito populares e procurados pelos consumidores norte-americanos). David Rochon disse que o número de ofertas vai crescer rapidamente.
É interessante notar que o o foco estratégico do serviço não são ofertas como jantares em restaurantes de luxo ou tratamentos estéticos, mas produtos da cesta básica americana.
O lançamento do SavingStar merece atenção porque é o primeiro serviço do gênero com alcance nacional nos EUA. Já existem serviços similares, mas eram todos restritos a cidades e regiões. Kathy Spencer, autora do livro "How to Shop for Free" ("como comprar de graça", numa tradução livre), diz que está muito animada com o lançamento do SavingStar. Ela disse que aguardava há tempos o surgimento de um sistema assim, aproveitando a convergência das tecnologias e os interesses dos varejistas e consumidores. Segundo ela, a solução é atraente para o consumidor médio americano, que se acostumou a procurar as melhores ofertas desde a crise econômica de 2008. Com um sistema que reúne os cartões de fidelidade e avisa via celular sobre novas promoções, o SavingStar tem grandes chances de se tornar o maior sucesso do ano no varejo dos EUA.
Segundo Mike Tesler, da consultoria Retail Concepts, o SavingStar é uma ótima ideia. Para ele, o desafio para a empresa será se estabelecer em um cenário já lotado de concorrentes que oferecem ofertas e cupons eletrônicos. Tesler diz que a SavingStar deve focalizar sua atenção na educação dos consumidores a respeito das vantagens de seu sistema.
Tesler disse que o sistema da SavingStar terá mais chances de sucesso se os usuários puderem usar os descontos imediatamente. O analista diz que os consumidores vão adotar mais rapidamente um sistema que demonstre claramente suas vantagens em curto prazo, em contraste com um esquema onde o cliente precise fazer muitas compras antes de poder usufruir das promoções.
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Walmart paga US$ 300 milhões pela rede social Kosmix
Reporta Kara Swisher, no blog All Things Digital, que a rede de supermercados pagou mais de US$ 300 milhões para assumir o controle da empresa Kosmix, que criou uma plataforma social que organiza conteúdos da internet em tópicos.
O Walmart não revelou os detalhes do negócio, mas o plano é ampliar sua presença em sites sociais e ofertas de comércio via celular.
O preço salgado se justifica porque os varejistas tradicionais precisam investir pesado para ter vantagem estratégica no atual cenário digital, com uma nova geração de consumidores extremamente conectados e móveis.
O Kosmix foi criado pela equipe que criou a empresa pioneira de e-commerce Junglee, que foi comprado pela Amazon em 1998.
Outro produto da empresa é o TweetBeat, que é um filtro do Twitter para eventos ao vivo.
O Kosmix será parte do @WalmartLabs, recém-criado pela empresa.
O Walmart não revelou os detalhes do negócio, mas o plano é ampliar sua presença em sites sociais e ofertas de comércio via celular.
O preço salgado se justifica porque os varejistas tradicionais precisam investir pesado para ter vantagem estratégica no atual cenário digital, com uma nova geração de consumidores extremamente conectados e móveis.
O Kosmix foi criado pela equipe que criou a empresa pioneira de e-commerce Junglee, que foi comprado pela Amazon em 1998.
Outro produto da empresa é o TweetBeat, que é um filtro do Twitter para eventos ao vivo.
O Kosmix será parte do @WalmartLabs, recém-criado pela empresa.
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Groupon lança aplicativo para iPhone no Brasil
O Groupon anuncia o lançamento oficial do aplicativo para iPhone e iPod touch na App Store. Agora as ofertas diárias do Groupon também estão disponíveis nestes equipamentos da Apple em todo o Brasil.
A ferramenta é mais um facilitador para que as pessoas garantam as melhores ofertas em suas localidades, independente de onde estiverem. A companhia já está presente em 44 cidades no Brasil, com mais de 10 milhões de cadastrados, mais de 10 mil ofertas publicadas e mais de três milhões de cupons vendidos.
Para ter acesso, os usuários devem baixar o aplicativo na loja online da Apple, buscar por ofertas do dia e adquirir as que mais os interessarem. Também é possível visualizar e organizar as compras anteriores ou criar novas contas, diretamente no aplicativo. Outro benefício é a possibilidade de apresentar na tela do telefone seu voucher, sem a necessidade de impressão do mesmo. Além disso, o usuário consegue localizar estabelecimentos credenciados ao Groupon em tempo real e os localizar pelo GPS do celular.
Para download do aplicativo, visite a Apple Store.
A ferramenta é mais um facilitador para que as pessoas garantam as melhores ofertas em suas localidades, independente de onde estiverem. A companhia já está presente em 44 cidades no Brasil, com mais de 10 milhões de cadastrados, mais de 10 mil ofertas publicadas e mais de três milhões de cupons vendidos.
Para ter acesso, os usuários devem baixar o aplicativo na loja online da Apple, buscar por ofertas do dia e adquirir as que mais os interessarem. Também é possível visualizar e organizar as compras anteriores ou criar novas contas, diretamente no aplicativo. Outro benefício é a possibilidade de apresentar na tela do telefone seu voucher, sem a necessidade de impressão do mesmo. Além disso, o usuário consegue localizar estabelecimentos credenciados ao Groupon em tempo real e os localizar pelo GPS do celular.
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Subway quer cortar teor de sódio em 50%
Reporta Bruce Horovitz, no USA Today, que a rede de lanchonetes Subway anunciou um plano para reduzir significativamente o teor de sódio nos sanduíches vendidos nos EUA. Com 34.433 lojas no mundo, a Subway tem maior presença global que o McDonald's, e uma diretriz nesse sentido pode afetar todo o setor de fast-food no mundo.
A partir desta semana, os sanduíches mais consumidos da Subway terão uma redução de 28% no teor de sódio em comparação a 2009, quando a rede iniciou o corte de sal nos lanches. No cardápio geral da rede, a redução de sódio deve chegar a 15% este ano. O objetivo é reduzir o teor de sal pela metade até o próximo ano.
Essa iniciativa da Subway é uma reação à impressão negativa que a empresa tem sofrido recentemente, com seus produtos apontados por críticos e consumidores como bombas calóricas carregadas de sal. Em um momento onde a junk food é apontada como grande vilã das sociedades modernas, as empresas de comida rápida precisam se adaptar para não perder a clientela.
Comer sem culpa é uma utopia, que só pode se sustentar através da cumplicidade entre empresas e consumidores -- são muitos desejos conflitantes.
A partir desta semana, os sanduíches mais consumidos da Subway terão uma redução de 28% no teor de sódio em comparação a 2009, quando a rede iniciou o corte de sal nos lanches. No cardápio geral da rede, a redução de sódio deve chegar a 15% este ano. O objetivo é reduzir o teor de sal pela metade até o próximo ano.
Essa iniciativa da Subway é uma reação à impressão negativa que a empresa tem sofrido recentemente, com seus produtos apontados por críticos e consumidores como bombas calóricas carregadas de sal. Em um momento onde a junk food é apontada como grande vilã das sociedades modernas, as empresas de comida rápida precisam se adaptar para não perder a clientela.
Comer sem culpa é uma utopia, que só pode se sustentar através da cumplicidade entre empresas e consumidores -- são muitos desejos conflitantes.
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
Sony lança sistema de veiculação de filmes de varejo em 24 horas
A Sony Pictures Television lançou um novo projeto publicitário para o setor de varejo, com o objetivo de otimizar o tempo entre o fechamento do negócio e a veiculação do comercial. Os filmes publicitários de marcas varejistas entregues entre segunda e quinta-feira poderão entrar no ar em 24 horas, processo que, segundo o canal, leva normalmente 72 horas ou mais para acontecer.
A primeira marca a aderir ao projeto é a Casas Bahia, cliente da agência Young & Rubbican. A princípio, o sistema de veiculação em 24 horas está disponível para os canais Sony, AXN, History, A&E e Bio, mas a programadora informa que deve disponibilizar o sistema para os outros canais do grupo em breve.
A primeira marca a aderir ao projeto é a Casas Bahia, cliente da agência Young & Rubbican. A princípio, o sistema de veiculação em 24 horas está disponível para os canais Sony, AXN, History, A&E e Bio, mas a programadora informa que deve disponibilizar o sistema para os outros canais do grupo em breve.
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
Radio Shack fatura mais com usuários do aplicativo Foursquare
Reporta Christopher Heine, no site ClickZ, que a rede de produtos eletrônicos Radio Shack é um bom exemplo de como os usuários mais conectados podem aumentar o faturamento do varejo tradicional. Segundo Lee Applbaum, diretor de marketing da Radio Shack, os usuários do sistema de geolocalização Foursquare gastam 3,5 mais tempo nas lojas da rede, comparado com não-usuários.
A maioria das mais de 5.000 lojas da rede nos Estados Unidos estão incluídas na parceria com o Foursquare, e o contrato deve ser prolongado diante dos bons resultados. O sistema de localização já atingiu 8 milhões de usuários nos EUA.
Adrian Parker, diretor de mídias sociais da Radio Shack, apontou que os usuários do Foursquare são consumidores mais sofisticados, que tendem a comprar itens mais caros na loja -- com destaque para aparelhos de conexão sem fio. Parker disse que são consumidores jovens, com conhecimentos de tecnologia e com folga financeira para compras.
De acordo com a estatística do site Foursquarebrands.com, a Radio Shack aparece em terceiro lugar entre os varejistas dos EUA, com 27.400 usuários, logo abaixo da Starbucks (41.400 usuários) e Walgreens (38.200).
Os usuários do aplicativo não precisam ser seguidores da Radio Shack para serem alertados sobre ofertas e promoções. Se uma das lojas próximas do usuário estiver em campanha promocional, qualquer usuário do Foursquare verá um ícone de "Special Nearby", no canto superior direito do smartphone. Com um clique, o usuário poderá checar detalhes da promoção na tela. O mesmo sistema funciona para qualquer marca que esteja em promoção através do Foursquare.
A maioria das mais de 5.000 lojas da rede nos Estados Unidos estão incluídas na parceria com o Foursquare, e o contrato deve ser prolongado diante dos bons resultados. O sistema de localização já atingiu 8 milhões de usuários nos EUA.
Adrian Parker, diretor de mídias sociais da Radio Shack, apontou que os usuários do Foursquare são consumidores mais sofisticados, que tendem a comprar itens mais caros na loja -- com destaque para aparelhos de conexão sem fio. Parker disse que são consumidores jovens, com conhecimentos de tecnologia e com folga financeira para compras.
De acordo com a estatística do site Foursquarebrands.com, a Radio Shack aparece em terceiro lugar entre os varejistas dos EUA, com 27.400 usuários, logo abaixo da Starbucks (41.400 usuários) e Walgreens (38.200).
Os usuários do aplicativo não precisam ser seguidores da Radio Shack para serem alertados sobre ofertas e promoções. Se uma das lojas próximas do usuário estiver em campanha promocional, qualquer usuário do Foursquare verá um ícone de "Special Nearby", no canto superior direito do smartphone. Com um clique, o usuário poderá checar detalhes da promoção na tela. O mesmo sistema funciona para qualquer marca que esteja em promoção através do Foursquare.
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Aeroportos para Copa não estarão prontos até 2014, alerta Ipea
Informa Dimmi Amora, na Folha Online, que um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada), órgão ligado à presidência da República, prevê que as obras em nove aeroportos de cidades sedes da Copa 2014 não ficarão prontas até o evento.
A Infraero, estatal que administra o aeroporto, informou que "sobre o estudo em questão, desconhece as bases técnicas utilizadas e não participou de qualquer discussão, de modo que não pode fazer qualquer tipo de avaliação a respeito."
O estudo, assinado pelos pesquisadores Carlos Alvares da Silva Campos Neto e Frederico Hartmann de Souza, aponta que a média de prazo de obras de infraestrutura de transporte no país é de 80 meses após o fim da fase de projetos.
A Infraero, estatal que administra o aeroporto, informou que "sobre o estudo em questão, desconhece as bases técnicas utilizadas e não participou de qualquer discussão, de modo que não pode fazer qualquer tipo de avaliação a respeito."
O estudo, assinado pelos pesquisadores Carlos Alvares da Silva Campos Neto e Frederico Hartmann de Souza, aponta que a média de prazo de obras de infraestrutura de transporte no país é de 80 meses após o fim da fase de projetos.
Supermercados apostam nas classes D e E para crescer
Reporta Mariana Sallowicz, na Folha de S. Paulo, que o crescimento no setor de supermercados tem sido impulsionado pela classe C nos últimos anos, mas o segmento já vê mudança de cenário. A previsão é que a partir de 2011 a alta venha das faixas de renda mais baixas.
"Os níveis econômicos da base, como as classes DE [renda familiar média de até R$ 680], ainda estão privados do consumo de algumas categorias de produtos", afirma Claudio Czarnobai, da Nielsen, que desenvolveu a pesquisa "Mudanças no Mercado Brasileiro 2011".
Segundo Czarnobai, em 2010, a alta no consumo de 139 categorias de produtos (alimentos e bebidas, higiene, saúde e limpeza) veio das classes C1 e C2 (renda familiar de R$ 962 a R$ 1.459).
Em 2011, virá da C2 e DE, enquanto em 2012 será basicamente da DE. "As classes da base da pirâmide assumem papel fundamental."
Martinho Paiva, economista da Apas (Associação Paulista de Supermercados), afirma que o setor já vem percebendo essa mudança e tem buscado se adaptar.
(imagem: Editoria de Arte/Folhapress)
"Os níveis econômicos da base, como as classes DE [renda familiar média de até R$ 680], ainda estão privados do consumo de algumas categorias de produtos", afirma Claudio Czarnobai, da Nielsen, que desenvolveu a pesquisa "Mudanças no Mercado Brasileiro 2011".
Segundo Czarnobai, em 2010, a alta no consumo de 139 categorias de produtos (alimentos e bebidas, higiene, saúde e limpeza) veio das classes C1 e C2 (renda familiar de R$ 962 a R$ 1.459).
Em 2011, virá da C2 e DE, enquanto em 2012 será basicamente da DE. "As classes da base da pirâmide assumem papel fundamental."
Martinho Paiva, economista da Apas (Associação Paulista de Supermercados), afirma que o setor já vem percebendo essa mudança e tem buscado se adaptar.
(imagem: Editoria de Arte/Folhapress)
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
Peixe Urbano lança promoções voltadas para arte e cultura
O site de compras coletivas Peixe Urbano lançou uma campanha para trazer as artes para o cotidiano das pessoas, com diversas promoções de teatro, dança e música.
"Percebemos que este nicho de cultura e entretenimento tem feito bastante sucesso entre os nossos usuários. Ao mesmo tempo em que as ofertas ajudam as pessoas a descobrirem o que há de melhor em suas cidades, elas também colaboram para que diversos tipos de eventos culturais possam ser disseminados e tenham uma boa presença do publico", afirma Emerson Andrade, Sócio-Fundador e COO do Peixe Urbano.
Uma das ofertas de maior sucesso proporcionou um desconto de 66% para assistir à estreia mundial do espetáculo "Light" da Kataklò Athletic Dance Theatre no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A promoção, que entrou no ar à meia-noite do dia 7 de Abril, 1 mês antes da data de estreia do evento, esgotou antes das 10 horas da manhã, tendo atraído o número máximo de 800 espectadores neste curto período.
"Percebemos que este nicho de cultura e entretenimento tem feito bastante sucesso entre os nossos usuários. Ao mesmo tempo em que as ofertas ajudam as pessoas a descobrirem o que há de melhor em suas cidades, elas também colaboram para que diversos tipos de eventos culturais possam ser disseminados e tenham uma boa presença do publico", afirma Emerson Andrade, Sócio-Fundador e COO do Peixe Urbano.
Uma das ofertas de maior sucesso proporcionou um desconto de 66% para assistir à estreia mundial do espetáculo "Light" da Kataklò Athletic Dance Theatre no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A promoção, que entrou no ar à meia-noite do dia 7 de Abril, 1 mês antes da data de estreia do evento, esgotou antes das 10 horas da manhã, tendo atraído o número máximo de 800 espectadores neste curto período.
Motorola lança tablet no Brasil para competir com iPad
Reporta Murilo Roncolato, no Estado de S.Paulo, que a Motorola lançou ontem seu tablet Xoom e o smartphone Atrix para o mercado brasileiro e demais países da América Latina. Os aparelhos, grande esperança da Motorola de confirmar sua recuperação no mercado, tiveram vendas abaixo das expectativas nos Estados Unidos, muito em razão dos aparelhos Apple - iPad 2 e iPhone 4 -, dizem analistas. O presidente e CEO da Motorola, Sanjay Jha, veio ao Brasil para a ocasião e se declarou "feliz com as vendas" por lá e disse acreditar em uma boa recepção no mercado latino-americano.
Para competir com a empresa de Steve Jobs, a Motorola construiu dois aparelhos com processadores potentes (dual-core, 2 Ghz no total) para garantir desempenho e permitir bom uso do sistema operacional Android, o 2.2 no caso do Atrix e, pela primeira vez em um tablet, o Honeycomb, versão 3.0, para o Xoom. As demais características são relativamente comuns: câmeras frontais e traseiras, espaço de armazenamento e telas com boas definições. A distinção, daqui para frente, se dará pelo conteúdo e não mais pelos aparelhos em si, aposta a Motorola.
Para competir com a empresa de Steve Jobs, a Motorola construiu dois aparelhos com processadores potentes (dual-core, 2 Ghz no total) para garantir desempenho e permitir bom uso do sistema operacional Android, o 2.2 no caso do Atrix e, pela primeira vez em um tablet, o Honeycomb, versão 3.0, para o Xoom. As demais características são relativamente comuns: câmeras frontais e traseiras, espaço de armazenamento e telas com boas definições. A distinção, daqui para frente, se dará pelo conteúdo e não mais pelos aparelhos em si, aposta a Motorola.
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terça-feira, 12 de abril de 2011
Vazamento de dados nos EUA afeta 250 milhões
Há menos de 10 dias, a Epsilon era uma firma de email marketing pouco conhecida, um mero provedor de serviços no setor de marketing online. Nesta semana, a empresa é o foco de um gigantesco escândalo de vazamento de dados privados, onde hackers tiveram acesso a nomes, endereços e outras informações de milhões de consumidores nos EUA. Entre os clientes da Epsilon estão bancos, financeiras e algumas das maiores redes de varejo dos Estados Unidos.
Entre os afetados, estão clientes do Citibank, Chase, Capital One, American Express, Walgreens, Target, Best Buy, TiVo, TD Ameritrade, Verizon, e Ritz Carlton. As empresas estão tentando medidas extremas para alertar seus consumidores sobre o problema, o que não é uma coisa fácil -- desde que a imprensa anunciou o vazamento, qualquer email vindo dessas empresas passou a ser considerado como suspeito pelos clientes.
A rede de drogarias Walgreens é um nome amplamente conhecido na América do Norte, mas pouco se sabia sobre a Epsilon e seus sistemas de dados de clientes. Na verdade, a Epsilon é uma empresa muito procurada nos EUA para terceirização de serviços de marketing por email. Além de oferecer serviços de gerenciamento de bancos de dados e email marketing, a Epsilon monitora redes sociais e outros sites para captar opiniões sobre as empresas, oferecer indicações de mercados potenciais e desenvolver programas de fidelidade.
No final da semana passada, a Epsilon divulgou um comunicado pedindo desculpas pelo incidente, mas informou apenas que os nomes e endereços de email de "uma parte" de seus 2.5000 clientes foram invadidos pelos hackers. O ataque foi detectado no dia 30 de março. Ainda não se sabe ao certo quantos clientes da Epsilon foram afetados, e qual o número total de consumidores desses clientes. Segundo informa o site especializado em vazamentos de dados Databreaches.net, o número de empresas afetadas passa de 100 (veja a lista completa aqui).
A Epsilon disse que está trabalhando em conjunto com as autoridades federais dos EUA na investigação do caso, e que reforçou os protocolos de segurança que controlam o acesso aos seus sistemas.
No começo de abril, a empresa Return Path, que é parceira da Epsilon e fornece serviços de monitoramento de email, informou que no ano passado milhares de endereços de email haviam sido furtados em um grande ataque de "phishing" direcionado a várias empresas de email marketing, Não está claro ainda se a Epsilon estava entre as vítimas desse ataque em 2010, nem se o ataque é relacionado com a atual invasão. Mas esse anúncio pode indicar que esta não é a primeira tentativa de invadir os dados privados mantidos pela Epsilon.
O ataque ao banco de dados da Epsilon não é o primeiro do gênero,e pode nem ser o maior da história. A questão aqui é que um número crescente de consumidores confia em sistemas online para gerenciar seus dados privados, com informações muito sensíveis que incluem nomes, endereços, números de documentos, dados de contas de débito e crédito.
Essa rápida expansão da base de clientes online é motivada pela multiplicação de plataformas de acesso ao mundo virtual. Há poucos anos, as pessoas usavam apenas computadores de mesa e notebooks. Hoje, existem milhões de acessos via smartphones, PDAs e tablets, o que multiplica as oportunidades para golpes eletrônicos.
Os consumidores estão indefesos diante desse tipo de ameaça, porque confiaram na existência de mecanismos de proteção criados pelas empresas e fiscalizados pelas autoridades. Em um caso escandaloso como esse, esses usuários descobrem que não há proteção alguma: as empresas se preocuparam apenas com seus lucros, e os governos faltaram com a obrigação essencial de zelar pela segurança dos cidadãos -- mas os impostos foram cobrados pontualmente.
O comércio digital tem necessidade urgente de regras próprias. Até quando os consumidores vão esperar?
Entre os afetados, estão clientes do Citibank, Chase, Capital One, American Express, Walgreens, Target, Best Buy, TiVo, TD Ameritrade, Verizon, e Ritz Carlton. As empresas estão tentando medidas extremas para alertar seus consumidores sobre o problema, o que não é uma coisa fácil -- desde que a imprensa anunciou o vazamento, qualquer email vindo dessas empresas passou a ser considerado como suspeito pelos clientes.
A rede de drogarias Walgreens é um nome amplamente conhecido na América do Norte, mas pouco se sabia sobre a Epsilon e seus sistemas de dados de clientes. Na verdade, a Epsilon é uma empresa muito procurada nos EUA para terceirização de serviços de marketing por email. Além de oferecer serviços de gerenciamento de bancos de dados e email marketing, a Epsilon monitora redes sociais e outros sites para captar opiniões sobre as empresas, oferecer indicações de mercados potenciais e desenvolver programas de fidelidade.
No final da semana passada, a Epsilon divulgou um comunicado pedindo desculpas pelo incidente, mas informou apenas que os nomes e endereços de email de "uma parte" de seus 2.5000 clientes foram invadidos pelos hackers. O ataque foi detectado no dia 30 de março. Ainda não se sabe ao certo quantos clientes da Epsilon foram afetados, e qual o número total de consumidores desses clientes. Segundo informa o site especializado em vazamentos de dados Databreaches.net, o número de empresas afetadas passa de 100 (veja a lista completa aqui).
A Epsilon disse que está trabalhando em conjunto com as autoridades federais dos EUA na investigação do caso, e que reforçou os protocolos de segurança que controlam o acesso aos seus sistemas.
No começo de abril, a empresa Return Path, que é parceira da Epsilon e fornece serviços de monitoramento de email, informou que no ano passado milhares de endereços de email haviam sido furtados em um grande ataque de "phishing" direcionado a várias empresas de email marketing, Não está claro ainda se a Epsilon estava entre as vítimas desse ataque em 2010, nem se o ataque é relacionado com a atual invasão. Mas esse anúncio pode indicar que esta não é a primeira tentativa de invadir os dados privados mantidos pela Epsilon.
O ataque ao banco de dados da Epsilon não é o primeiro do gênero,e pode nem ser o maior da história. A questão aqui é que um número crescente de consumidores confia em sistemas online para gerenciar seus dados privados, com informações muito sensíveis que incluem nomes, endereços, números de documentos, dados de contas de débito e crédito.
Essa rápida expansão da base de clientes online é motivada pela multiplicação de plataformas de acesso ao mundo virtual. Há poucos anos, as pessoas usavam apenas computadores de mesa e notebooks. Hoje, existem milhões de acessos via smartphones, PDAs e tablets, o que multiplica as oportunidades para golpes eletrônicos.
Os consumidores estão indefesos diante desse tipo de ameaça, porque confiaram na existência de mecanismos de proteção criados pelas empresas e fiscalizados pelas autoridades. Em um caso escandaloso como esse, esses usuários descobrem que não há proteção alguma: as empresas se preocuparam apenas com seus lucros, e os governos faltaram com a obrigação essencial de zelar pela segurança dos cidadãos -- mas os impostos foram cobrados pontualmente.
O comércio digital tem necessidade urgente de regras próprias. Até quando os consumidores vão esperar?
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Comércio fatura R$ 8,1 bilhões em fevereiro
Segundo dados da Fecomercio, o comércio faturou R$ 8,1 bilhões em fevereiro, 7,1% a mais do que no mesmo mês do ano anterior. Os números são os mais positivos já registrados para o mês de fevereiro pela Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (e-PCCV), realizada pela federação desde a década de 1970 e que, em 2008, passou a contar com a parceria da e-Bit, monitorando também o comércio eletrônico. Com o resultado, o primeiro bimestre de 2011 apresentou movimentação 6,9% superior ao do mesmo período de 2010, resultado que evidencia a continuidade do ciclo positivo que prevaleceu ao longo do ano anterior.
A exemplo do que aconteceu em janeiro, a assessoria técnica da Fecomercio destaca a disseminação dos resultados positivos por todos os ramos da atividade, exceção feita às Lojas de Departamento que, em comparação com fevereiro de 2010 apresentaram faturamento 0,4% inferior. O resultado demonstra que o consumo de início de ano não está restrito ao chamado efeito carry over, mas ancorado no otimismo dos consumidores que, conforme mostra o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), também apurado pela Fecomercio, permanece em patamar bastante elevado.
O bom desempenho do comércio de bens e serviços reforça a previsão da Fecomercio de que a economia deve permanecer aquecida ao longo do primeiro semestre, apresentando uma possível desaceleração somente na segunda metade do ano. O contínuo aquecimento do setor também demonstra, até aqui, a ineficácia das medidas adotadas pelo Banco Central (BC) para restringir o crédito e reduzir o nível de consumo – em fevereiro, a taxa média de juros para Pessoa Física (PF) permaneceu estável enquanto o prazo para pagamento dos empréstimos foi estendido e o volume de crédito diário concedido às famílias aumentou 8,8% em relação ao mês anterior. O efeito calendário também foi uma variável positiva este ano, já que fevereiro contou com maior número de dias uteis em razão do Carnaval ter sido realizado em março.
A exemplo do que aconteceu em janeiro, a assessoria técnica da Fecomercio destaca a disseminação dos resultados positivos por todos os ramos da atividade, exceção feita às Lojas de Departamento que, em comparação com fevereiro de 2010 apresentaram faturamento 0,4% inferior. O resultado demonstra que o consumo de início de ano não está restrito ao chamado efeito carry over, mas ancorado no otimismo dos consumidores que, conforme mostra o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), também apurado pela Fecomercio, permanece em patamar bastante elevado.
O bom desempenho do comércio de bens e serviços reforça a previsão da Fecomercio de que a economia deve permanecer aquecida ao longo do primeiro semestre, apresentando uma possível desaceleração somente na segunda metade do ano. O contínuo aquecimento do setor também demonstra, até aqui, a ineficácia das medidas adotadas pelo Banco Central (BC) para restringir o crédito e reduzir o nível de consumo – em fevereiro, a taxa média de juros para Pessoa Física (PF) permaneceu estável enquanto o prazo para pagamento dos empréstimos foi estendido e o volume de crédito diário concedido às famílias aumentou 8,8% em relação ao mês anterior. O efeito calendário também foi uma variável positiva este ano, já que fevereiro contou com maior número de dias uteis em razão do Carnaval ter sido realizado em março.
Varejistas dos EUA empilham mercadorias nas lojas como estratégia
Reporta Stephanie Clifford, no New York Times, que as lojas dos Estados Unidos estão apostando em grandes pilhas de mercadorias espalhadas por todos os espaços como uma maneira de levar o consumidor a comprar mais.
Depois dos anos de recessão com cortes nos estoques e prateleiras com poucos produtos, as lojas estão revertendo a tendência e lotando corredores e áreas de circulação com verdadeiras montanhas de produtos.
A rede Dollar General está elevando a altura padrão de suas prateleiras para quase dois metros; a J.C. Penney está cobrindo paredes antes vazias com mostruários de acessórios e bijuterias; a Old Navy está incluindo corredores com itens como cantis, doces e lancheiras; e a rede de produtos eletrônicos Best Buy está pensando em vender itens de grande porte, como Segways e bicicletas, para ocupar o espaço livre de lojas que vendem aparelhos de som em miniatura e TVs cada vez mais finas.
O Walmart dá um bom exemplo dessa nova tendência -- há dois anos, as lojas da redes nos EUA passaram por uma remodelação para atrair os "consumidores da crise". A mudança limpou corredores e esquinas de pilhas de produtos, fez sumir as caixas cheias de produtos espalhadas pelas lojas e reduziu o número de itens vendidos em 9%. Isso teve uma ótima aceitação pelos clientes, e as vendas dispararam.
Agora, o Walmart não está achando que fez uma boa jogada. Os consumidores se acostumaram a comprar menos nas lojas da rede, e isso não é uma boa estratégia de longo prazo. Assim, muitas lojas estão passando por uma "re-remodelação", voltando a exibir pilhas gigantes de produtos e aumentando a variedade das mercadorias nas prateleiras.
São muitos fatores econômicos que influenciam essa tendência. Os contratos de aluguel de muitas lojas são longos e caros, e faz sentido aproveitar melhor os metros quadrados ociosos.
As redes de varejo também reduziram seus programas de construção de mais lojas próprias, e isso faz com que as lojas tentem aumentar o faturamento vendendo mais produtos nas lojas existentes.
Depois dos anos de recessão com cortes nos estoques e prateleiras com poucos produtos, as lojas estão revertendo a tendência e lotando corredores e áreas de circulação com verdadeiras montanhas de produtos.
A rede Dollar General está elevando a altura padrão de suas prateleiras para quase dois metros; a J.C. Penney está cobrindo paredes antes vazias com mostruários de acessórios e bijuterias; a Old Navy está incluindo corredores com itens como cantis, doces e lancheiras; e a rede de produtos eletrônicos Best Buy está pensando em vender itens de grande porte, como Segways e bicicletas, para ocupar o espaço livre de lojas que vendem aparelhos de som em miniatura e TVs cada vez mais finas.
O Walmart dá um bom exemplo dessa nova tendência -- há dois anos, as lojas da redes nos EUA passaram por uma remodelação para atrair os "consumidores da crise". A mudança limpou corredores e esquinas de pilhas de produtos, fez sumir as caixas cheias de produtos espalhadas pelas lojas e reduziu o número de itens vendidos em 9%. Isso teve uma ótima aceitação pelos clientes, e as vendas dispararam.
Agora, o Walmart não está achando que fez uma boa jogada. Os consumidores se acostumaram a comprar menos nas lojas da rede, e isso não é uma boa estratégia de longo prazo. Assim, muitas lojas estão passando por uma "re-remodelação", voltando a exibir pilhas gigantes de produtos e aumentando a variedade das mercadorias nas prateleiras.
São muitos fatores econômicos que influenciam essa tendência. Os contratos de aluguel de muitas lojas são longos e caros, e faz sentido aproveitar melhor os metros quadrados ociosos.
As redes de varejo também reduziram seus programas de construção de mais lojas próprias, e isso faz com que as lojas tentem aumentar o faturamento vendendo mais produtos nas lojas existentes.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Groupon chega a 10 milhões de usuários no Brasil
O Groupon completa a marca de 10 milhões de cadastrados no país em menos de um ano de operação. Presente em 44 municípios, a empresa planeja expandir atuação em mais 20 cidades até o final do ano.
“Estamos entre as quatro maiores operações do Groupon no mundo e o nosso desafio é chegar a segundo lugar, ainda este ano. Grande sites como Facebook e Orkut demoraram anos para atingir esse número. Este rápido crescimento no Brasil, mostra que o brasileiro realmente adotou esta nova forma de comprar e confia nos benefícios da modalidade”, explica Florian Otto, CEO do Groupon.
Para comemorar a data, o Groupon está com ofertas especiais com 90% de desconto em diversas cidades. Além disso, promoções nas mídias sociais também marcam a celebração dos 10 milhões de usuários.
“Estamos entre as quatro maiores operações do Groupon no mundo e o nosso desafio é chegar a segundo lugar, ainda este ano. Grande sites como Facebook e Orkut demoraram anos para atingir esse número. Este rápido crescimento no Brasil, mostra que o brasileiro realmente adotou esta nova forma de comprar e confia nos benefícios da modalidade”, explica Florian Otto, CEO do Groupon.
Para comemorar a data, o Groupon está com ofertas especiais com 90% de desconto em diversas cidades. Além disso, promoções nas mídias sociais também marcam a celebração dos 10 milhões de usuários.
Abril lança e-commerce para mulheres
A Abril se apoiou na paixão das mulheres por sapatos para lançar o Click-à-Porter - primeiro site de compras especializado em moda feminina do Brasil. Em breve, a página contará também com acessórios, bolsas e roupas femininas.
O site estreia com mais de 120 marcas de sapatos, comercializadas pelos parceiros do site. As lojas online das redes Carmim, Dafiti, AnitaOnline, Passarela, Carolina Martori, Mil Shoes, Doctor Shoes, Jack Boots, Carrano e Di Santini estão presentes.
Além de reunir ofertas do mundo da moda, o Click-à-Porter apresenta informações sobre tendências, atualidades e referências desse segmento por especialistas do mercado. O site permite ainda salvar lista de favoritos/desejados, compartilhar ofertas nas redes sociais, realizar buscas e comparações de produtos e muito mais.
O site estreia com mais de 120 marcas de sapatos, comercializadas pelos parceiros do site. As lojas online das redes Carmim, Dafiti, AnitaOnline, Passarela, Carolina Martori, Mil Shoes, Doctor Shoes, Jack Boots, Carrano e Di Santini estão presentes.
Além de reunir ofertas do mundo da moda, o Click-à-Porter apresenta informações sobre tendências, atualidades e referências desse segmento por especialistas do mercado. O site permite ainda salvar lista de favoritos/desejados, compartilhar ofertas nas redes sociais, realizar buscas e comparações de produtos e muito mais.
Walmart tem baixa popularidade nas redes sociais
Segundo nota da firma de pesquisas Amplicate, a rede Walmart está enfrentando uma grave crise de imagem nos EUA. Várias funcionárias estão processando a empresa, alegando discriminação em salários e promoções em relação aos colegas do sexo masculino. Além disso, o Walmart aparece como a loja de departamentos menos querida pelos usuários das redes sociais.
Segundo a avaliação da Amplicate, foram quase 10.000 opiniões negativas em relação ao Walmart publicadas em sites como Facebook e Twitter nos últimos três meses.
Os comentários incluem desde as condições de ambiente de trabalho nas lojas, baixa qualidade dos produtos e mau atendimento aos clientes.
Há também comentários positivos, mas eles são apenas 34% do total, bem abaixo da média de 47% de opiniões positivas sobre lojas de departamentos nos EUA.
O Walmart está há seis meses no último lugar da lista de 20 lojas mais apreciadas pelos consumidores nas redes sociais. A concorrente Costco Wholesales ocupa o topo da lista, com 84% de opiniões positivas.
Segundo a avaliação da Amplicate, foram quase 10.000 opiniões negativas em relação ao Walmart publicadas em sites como Facebook e Twitter nos últimos três meses.
Os comentários incluem desde as condições de ambiente de trabalho nas lojas, baixa qualidade dos produtos e mau atendimento aos clientes.
Há também comentários positivos, mas eles são apenas 34% do total, bem abaixo da média de 47% de opiniões positivas sobre lojas de departamentos nos EUA.
O Walmart está há seis meses no último lugar da lista de 20 lojas mais apreciadas pelos consumidores nas redes sociais. A concorrente Costco Wholesales ocupa o topo da lista, com 84% de opiniões positivas.
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
Lojas tentam modernizar os provadores de roupas
Reportam Elizabeth Holmes e Ray A. Smith, no Wall Street Journal, que muitas lojas perdem vendas devido a problemas em seus provadores de roupas. O cliente escolhe uma peça de roupa, e na hora de experimentá-la, a porta do provador não fecha direito, a iluminação é inadequada e mesmo os espelhos não são ideais.
Os varejistas estão agora investindo mais nessa área crucial das lojas, para tornar o espaço mais convidativo -- e mais lucrativo. Os consumidores que experimentam roupas em provadores têm uma "taxa de conversão" (quer dizer, que acabam comprando algo) de 67%, segundo dados da consultoria britânica Envision Retail. Clientes que não usam os provadores têm uma taxa de conversão de apenas 10%. Os clientes que usam provadores costumam passar nesse espaço um terço do tempo de sua visita à loja.
Então, é essencial transformar os provadores em um ambiente convidativo e confortável. Uma decoração cuidadosa, que seja agradável e não assustadora. Iluminação que favoreça a imagem pessoal, espelhos amplos e sem distorções.
São as lojas de roupas femininas que mais investem nessa mudança nos provadores. Segundo Paco Underhill, presidente da firma de análise de varejo Envirosell, os homens tendem a comprar roupas sem prová-las antes.
As lojas de departamentos e lojas estão prestando atenção em detalhes e no comportamento dos clientes. Percebendo que suas clientes gostam de entrar juntas nos provadores, a Urban Outfitters criou cabines amplas, com conforto para mais de uma pessoa.
Para mulheres que compram com os filhos ou o marido, as lojas estão criando "salas de espera", com TVs sintonizadas em canais esportivos ou desenhos. Com as crianças ou companheiro entretidos, a mulher se sente menos pressionada na hora de provar roupas -- pelos menos essa é a teoria.
Normalmente, a lojas destinam 80% da área para exibir seus produtos e 20% para os provadores. Mas Robin Kramer, diretora do Kramer Design Group, está fazendo campanha para que as lojas aumentem o espaço dos provadores. Segundo ela, é nos provadores que o cliente entra em contato direto com a marca e toma a decisão de compras.
Veja um vídeo com a reportagem do WSJ sobre provadores:
Os varejistas estão agora investindo mais nessa área crucial das lojas, para tornar o espaço mais convidativo -- e mais lucrativo. Os consumidores que experimentam roupas em provadores têm uma "taxa de conversão" (quer dizer, que acabam comprando algo) de 67%, segundo dados da consultoria britânica Envision Retail. Clientes que não usam os provadores têm uma taxa de conversão de apenas 10%. Os clientes que usam provadores costumam passar nesse espaço um terço do tempo de sua visita à loja.
Então, é essencial transformar os provadores em um ambiente convidativo e confortável. Uma decoração cuidadosa, que seja agradável e não assustadora. Iluminação que favoreça a imagem pessoal, espelhos amplos e sem distorções.
São as lojas de roupas femininas que mais investem nessa mudança nos provadores. Segundo Paco Underhill, presidente da firma de análise de varejo Envirosell, os homens tendem a comprar roupas sem prová-las antes.
As lojas de departamentos e lojas estão prestando atenção em detalhes e no comportamento dos clientes. Percebendo que suas clientes gostam de entrar juntas nos provadores, a Urban Outfitters criou cabines amplas, com conforto para mais de uma pessoa.
Para mulheres que compram com os filhos ou o marido, as lojas estão criando "salas de espera", com TVs sintonizadas em canais esportivos ou desenhos. Com as crianças ou companheiro entretidos, a mulher se sente menos pressionada na hora de provar roupas -- pelos menos essa é a teoria.
Normalmente, a lojas destinam 80% da área para exibir seus produtos e 20% para os provadores. Mas Robin Kramer, diretora do Kramer Design Group, está fazendo campanha para que as lojas aumentem o espaço dos provadores. Segundo ela, é nos provadores que o cliente entra em contato direto com a marca e toma a decisão de compras.
Veja um vídeo com a reportagem do WSJ sobre provadores:
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Danone aposta em ação no mercado de compras coletivas
A partir do dia 15 de abril entra no ar a primeira oferta de uma indústria do setor de alimentos, que aposta em um site de compras coletivas no Brasil. Líder em produtos lácteos frescos, o Grupo Danone, em parceria com a rede Mambo Supermercados, apresentará no site OfertaDia a promoção do Activia, um dos principais produtos da companhia atualmente e marca líder de sua categoria
A parceria entre Danone, Lojas Mambo e OfertaDia garantirá um desconto expressivo para o varejo na compra de quatro bandejas de Activia [Polpa 400g]. Os consumidores que adquirirem os cupons poderão retirar os produtos em qualquer uma da seis lojas do Mambo Supermercados, localizadas na cidade de São Paulo. A expectativa das empresas envolvidas é comercializar no mínimo 32.000 embalagens de Activia durante os dias da oferta. “Essa não será uma ação comercial, mas sim de relacionamento, pois, além de propiciar visibilidade às marcas envolvidas, contribuirá para aumentar o fluxo de clientes na rede varejista”, diz Helder Santos, CEO do OfertaDia.
A parceria entre Danone, Lojas Mambo e OfertaDia garantirá um desconto expressivo para o varejo na compra de quatro bandejas de Activia [Polpa 400g]. Os consumidores que adquirirem os cupons poderão retirar os produtos em qualquer uma da seis lojas do Mambo Supermercados, localizadas na cidade de São Paulo. A expectativa das empresas envolvidas é comercializar no mínimo 32.000 embalagens de Activia durante os dias da oferta. “Essa não será uma ação comercial, mas sim de relacionamento, pois, além de propiciar visibilidade às marcas envolvidas, contribuirá para aumentar o fluxo de clientes na rede varejista”, diz Helder Santos, CEO do OfertaDia.
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Varejistas dos EUA sofrem grande invasão de privacidade
Best Buy, Kroger e Walgreens são algumas das grandes redes de varejo dos Estados Unidos afetadas em 30 de março por um mega-ataque de hackers, que conseguiram acesso a milhares de dados privados de clientes, como endereços, emails e possivelmente informações sobre contas bancárias.
As vítimas do ataque, que também incluem bancos e outras empresas de serviços, são todas clientes da firma Epsilon, que fornece serviços de marketing digital. A Épsilon, sediada no estado do Texas, divulgou um curto comunicado neste final de semana, dizendo que está realizando uma ampla investigação sobre o caso. A porta-voz da Epsilon, Jessica Simon, não quis dar declarações para a imprensa.
A Epsilon disse aos seus clientes que a invasão de dados não representa risco sério para os consumidores dessas empresas.
A rede Best Buy divulgou um comunicado no domingo, informando que vai conduzir uma investigação própria sobre o vazamento de dados. A maior rede de produtos eletrônicos dos EUA avisou os consumidores para ignorarem emails pedindo dados confidenciais.
Outra vítima do ataque, o banco Barclays, que emite cartões de crédito da marca Visa, enviou emails para seus clientes alertando sobre o ataque e reforçando a segurança dos cartões de crédito. O banco informou os clientes sobre o risco de emails solicitando dados pessoais.
A rede de mercados Walgreens e a empresa de gravação de programas de TV TiVo enviaram alertas similares aos seus clientes.
A rede de mercearias Kroger e o banco JPMorgan Chase, que também usam o serviço da Epsilon para enviar comunicados aos clientes, declararam na sexta-feira que foram afetados pela invasão. O JPMorgan informou que os arquivos afetados não incluem os detalhes financeiros de seus clientes. A rede Kroger disse que um banco de dados com nomes e endereços de emails dos clientes foi invadido, mas esse banco de dados não continha informações sobre o programa conectado aos números de cartões de crédito MasterCard usados pelos clientes.
A Epsilon ainda não divulgou a lista completa as empresas afetadas pela invasão dos hackers. Todos os clientes já afetados divulgaram comunicados informando medidas de proteção e investigação do incidente.
Esse tipo de crime está se tornando mais frequente nos Estados Unidos e Europa, e também em outras partes do mundo. Há pouco mais de um ano e meio, a rede de lojas de vestuário J.C. Penney foi vítima de um ataque gigantesco, onde as informações confidenciais de milhões de consumidores ficaram expostas. O caso se tornou símbolo de uma nova geração de crimes eletrônicos contra empresas, e revelou ao mesmo tempo o baixo nível de proteção de dados sigilosos pelas empresas e o grau de sofisticação dos bandidos em seu ataque. O FBI divulgou um relatório indicando que os criminosos passaram meses estudando os pontos fracos do sistema de proteção de dados pessoais antes de darem o golpe.
O que chama a atenção neste novo caso é que as empresas parecem ter ignorado os avisos de crimes anteriores. Aparentemente, continua sendo fácil para criminosos explorarem as fraquezas no acesso a dados sigilosos, o que pode representar um prejuízo de milhões ou até bilhões de dólares para empresas e consumidores. Além do dano financeiro para as empresas, uma ocorrência desse tipo prejudica seriamente a imagem de um varejista.
As vítimas do ataque, que também incluem bancos e outras empresas de serviços, são todas clientes da firma Epsilon, que fornece serviços de marketing digital. A Épsilon, sediada no estado do Texas, divulgou um curto comunicado neste final de semana, dizendo que está realizando uma ampla investigação sobre o caso. A porta-voz da Epsilon, Jessica Simon, não quis dar declarações para a imprensa.
A Epsilon disse aos seus clientes que a invasão de dados não representa risco sério para os consumidores dessas empresas.
A rede Best Buy divulgou um comunicado no domingo, informando que vai conduzir uma investigação própria sobre o vazamento de dados. A maior rede de produtos eletrônicos dos EUA avisou os consumidores para ignorarem emails pedindo dados confidenciais.
Outra vítima do ataque, o banco Barclays, que emite cartões de crédito da marca Visa, enviou emails para seus clientes alertando sobre o ataque e reforçando a segurança dos cartões de crédito. O banco informou os clientes sobre o risco de emails solicitando dados pessoais.
A rede de mercados Walgreens e a empresa de gravação de programas de TV TiVo enviaram alertas similares aos seus clientes.
A rede de mercearias Kroger e o banco JPMorgan Chase, que também usam o serviço da Epsilon para enviar comunicados aos clientes, declararam na sexta-feira que foram afetados pela invasão. O JPMorgan informou que os arquivos afetados não incluem os detalhes financeiros de seus clientes. A rede Kroger disse que um banco de dados com nomes e endereços de emails dos clientes foi invadido, mas esse banco de dados não continha informações sobre o programa conectado aos números de cartões de crédito MasterCard usados pelos clientes.
A Epsilon ainda não divulgou a lista completa as empresas afetadas pela invasão dos hackers. Todos os clientes já afetados divulgaram comunicados informando medidas de proteção e investigação do incidente.
Esse tipo de crime está se tornando mais frequente nos Estados Unidos e Europa, e também em outras partes do mundo. Há pouco mais de um ano e meio, a rede de lojas de vestuário J.C. Penney foi vítima de um ataque gigantesco, onde as informações confidenciais de milhões de consumidores ficaram expostas. O caso se tornou símbolo de uma nova geração de crimes eletrônicos contra empresas, e revelou ao mesmo tempo o baixo nível de proteção de dados sigilosos pelas empresas e o grau de sofisticação dos bandidos em seu ataque. O FBI divulgou um relatório indicando que os criminosos passaram meses estudando os pontos fracos do sistema de proteção de dados pessoais antes de darem o golpe.
O que chama a atenção neste novo caso é que as empresas parecem ter ignorado os avisos de crimes anteriores. Aparentemente, continua sendo fácil para criminosos explorarem as fraquezas no acesso a dados sigilosos, o que pode representar um prejuízo de milhões ou até bilhões de dólares para empresas e consumidores. Além do dano financeiro para as empresas, uma ocorrência desse tipo prejudica seriamente a imagem de um varejista.
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
Clube do Desconto passa a vender pelo Facebook
Segundo informa o AdNews, o Clube do Desconto lançou o primeiro F-Commerce do Brasil (Facebook commerce). Com este aplicativo, os usuários do Facebook que acompanham o Clube do Desconto pela rede social podem fazer suas compras sem sair dela.
O aplicativo funciona da seguinte forma: quando o usuário acessar a página do Clube do Desconto pelo Facebook, todas as ofertas válidas para aquele momento podem ser adquiridas através do próprio portal, sem que o usuário precise alternar a página para finalizar sua compra.
Atualmente, o grupo conta com mais de 110 mil fãs no Facebook e a expectativa com este novo aplicativo é dobrar o número de usuários em 30 dias. “Esta ação demonstra a tendência de pioneirismo da empresa. As redes sociais já são o principal canal de comunicação mundial e um dos principais meios de divulgação de ofertas. Desta forma, nada mais válido do que ter uma loja para os nossos consumidores 100% no Facebook, facilitando a compra para nossos usuários e ampliando nossa comunicação com eles”, comenta Sérgio Blacheriene, diretor de marketing do Clube do Desconto.
O aplicativo funciona da seguinte forma: quando o usuário acessar a página do Clube do Desconto pelo Facebook, todas as ofertas válidas para aquele momento podem ser adquiridas através do próprio portal, sem que o usuário precise alternar a página para finalizar sua compra.
Atualmente, o grupo conta com mais de 110 mil fãs no Facebook e a expectativa com este novo aplicativo é dobrar o número de usuários em 30 dias. “Esta ação demonstra a tendência de pioneirismo da empresa. As redes sociais já são o principal canal de comunicação mundial e um dos principais meios de divulgação de ofertas. Desta forma, nada mais válido do que ter uma loja para os nossos consumidores 100% no Facebook, facilitando a compra para nossos usuários e ampliando nossa comunicação com eles”, comenta Sérgio Blacheriene, diretor de marketing do Clube do Desconto.
sábado, 2 de abril de 2011
Com Gisele Bündchen, Hope quer ser a "Victoria's Secret brasileira"
Reporta Érica Polo, na IstoÉ Dinheiro, que a marca de lingeries Hope foi criada pelo libanês Nissim Hara, que veio de Belém do Pará para São Paulo aos 29 anos, disposto a criar uma empresa de roupas íntimas femininas. Mais de quatro décadas depois, seu pequeno empreendimento ficou conhecido como uma das mais tradicionais marcas de calcinhas e soutiens do País.
Com faturamento de R$ 170 milhões em 2010 e 1,2 mil funcionários, a companhia se aproxima do modelo de negócio da grife americana Victoria's Secret, famosa por vestir suas lingeries em desfiles com beldades internacionais e nacionais, como Adriana Lima e Gisele Bündchen.
Não por acaso, é Gisele Bündchen quem, desde maio de 2010, estrela as campanhas publicitárias da Hope. “Toda mulher quer ser linda e sofisticada. E Gisele representa a sofisticação”, disse Hara, hoje com 74 anos, à DINHEIRO. “Infelizmente ainda não a conheci, mas vai acontecer em maio. Antes, claro, tenho de me exercitar e ficar bem bonito”, brinca o empresário.
Desde 2005, quando entrou no mercado de varejo por meio de franquias, a companhia montou uma rede com 55 pontos de venda no Brasil. Em 2011, a ideia é mais do que dobrar o tamanho alcançado nos últimos seis anos, abrindo mais 60 novas lojas. “A batalha agora é para firmar nossa presença no varejo”, afirma Hara. Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e alguns Estados do Nordeste são os principais candidatos a receber lojas da marca de lingerie. Outra novidade: a Hope vai estrear no comércio de rua.
Leia o restante da reportagem aqui.
Com faturamento de R$ 170 milhões em 2010 e 1,2 mil funcionários, a companhia se aproxima do modelo de negócio da grife americana Victoria's Secret, famosa por vestir suas lingeries em desfiles com beldades internacionais e nacionais, como Adriana Lima e Gisele Bündchen.
Não por acaso, é Gisele Bündchen quem, desde maio de 2010, estrela as campanhas publicitárias da Hope. “Toda mulher quer ser linda e sofisticada. E Gisele representa a sofisticação”, disse Hara, hoje com 74 anos, à DINHEIRO. “Infelizmente ainda não a conheci, mas vai acontecer em maio. Antes, claro, tenho de me exercitar e ficar bem bonito”, brinca o empresário.
Desde 2005, quando entrou no mercado de varejo por meio de franquias, a companhia montou uma rede com 55 pontos de venda no Brasil. Em 2011, a ideia é mais do que dobrar o tamanho alcançado nos últimos seis anos, abrindo mais 60 novas lojas. “A batalha agora é para firmar nossa presença no varejo”, afirma Hara. Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e alguns Estados do Nordeste são os principais candidatos a receber lojas da marca de lingerie. Outra novidade: a Hope vai estrear no comércio de rua.
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