domingo, 15 de março de 2009

Empresa alemã cria "quiosque instantâneo" para comércio


Os consumidores são cada vez mais móveis, em boa parte graças à tecnologia. O conceito do "pop-up retail", (lojas instantâneas e temporárias), ganha mais aceitação para uma multidão portadora de laptops, celulares, iPhones e outros gadgets móveis. Não há mais uma definição rígida de locais de trabalho ou de lazer nas grandes cidades.


Pensando nisso, a empresa alemã bboxx criou um quiosque pré-fabricado (chamado bboxx), que pode ser facilmente transportado, montado e desmontado.
O design do bboxx é baseado em um cilindro, que o comerciante pode customizar de acordo com suas necessidades. Ele pode acrescentar um terraço, um mezzanino, escadas, decoração personalizada, ar-condicionado, etc. Esses acréscimos podem ser alugados ou comprados por prazos que variam de um dia até 12 meses. A empresa começou seus negócios há dois anos em Berlim, e agora existem "bboxxes" em Frankfurt, Munique, Londres e locais na Suíça.
O bboxx mais básico custa 14.000 para comprar, ou 116 euros por dia num aluguel mínimo de duas semanas. As opções mais glamurosas, com todos os acessórios, podem chegar a 34.000 euros na compra, ou até 6.000 euros pelo aluguel de duas semanas.





.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Bar em Washington combina passado e futuro no atendimento ao cliente

O Gibson é um novo conceito de atendimento que pode se repetir como tendência em vários lugares do mundo. Neste bar não há filas na porta nem espera por uma mesa. O bar é propriedade de Eric Hilton (da Thievery Corporation) e criou uma política de "sem fila e sem espera".
O endereço e o telefone do Gibson não estão listados em lugar algum (nem na internet). Os interessados entram por uma porta sem qualquer placa ou outra indicação, e só podem se acomodar se houver uma mesa livre. Caso contrário, o porteiro anota o telefone do cliente e envia uma mensagem de texto assim que aparecer uma vaga. Enquanto isso, o cliente pode passear por outros lugares.
O Gibson combina o charme de um falso bar ilegal dos anos 30 (a decoração lembra os famosos "speak-easies" dos tempos da Lei Seca nos EUA) com a modernidade tecnológica.
O conceito de bar ou restaurante "oculto", "marginal", não é nenhuma novidade. Mas as tecnologias atuais de comunicação permitem um passo além nessa idéia -- novos "clubes virtuais" com locais de encontros físicos (tijolo-e-cimento). Há pouco tempo, "exclusividade" era sinônimo de "dinheiro". Hoje, esse conceito está em revisão. A exclusividade é um valor a ser explorado por empresas inteligentes, focalizadas em um público inteligente -- onde o foco é o discrição e o conforto dos clientes.
A propósito, o The Gibson fica no endereço 2009 14th St NW, Washington, DC 20009, e o telefone é 202-232-2156.

Vendas do comércio crescem 1,4% em janeiro

Segundo Juliana Ennes, na Folha Online, as vendas no comércio no País cresceram 1,4% em janeiro, na comparação com dezembro do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE. Trata-se do primeiro mês de incremento nas vendas após três meses de retração para o setor.O destaque no mês de janeiro ficou com o segmento de veículos e motos, partes e peças, com alta de 11,1% em relação a dezembro. Em seguida tiveram alta os segmentos de livros, jornais, revistas e papelaria (7,6%), móveis e eletrodomésticos (7,1%), artigos de uso pessoal e domésticos (5,8%) e tecidos, vestuário e calçados (2,2%). O setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo teve um ligeiro avanço de 0,3%, menor que o de dezembro, quando a alta foi de 0,6%. Em relação a janeiro de 2008, no entanto, o setor teve alta de 7%.

Varejistas dos EUA fecham lojas "conceito" e focalizam-se nas marcas básicas

Informa Nicholas Casey, no Wall Street Journal, que o varejo de roupas para adolescentes apostou muito nas chamadas "lojas conceito" nos últimos anos. Espaços exclusivos, criados por designers e artistas, e mercadorias com preço de boutique de adultos. As lojas conceituais surgiram para aproveitar uma grande variedade de nichos e "tribos" entre os adolescentes.
Agora, com a recessão nos EUA, muitas dessas iniciativas estão sendo reavaliadas pelos varejistas. Analistas do mercado dizem que há muitos conceitos similares brigando por poucos consumidores.
A rede Pacific Sunwear of California Inc. fechou duas iniciativas conceituais nos últimos 18 meses. A Abercrombie & Fitch e a American Eagle Outfitters investiram fortemente em lojas voltadas para camadas diferenciadas do mercado jovem adulto. Nenhuma das iniciativas funcionou muito bem.
Criar um conceito "quente" tem sido uma estratégia fundamental para as lojas de vestuário. As grandes redes usam a loja conceito como laboratório para testar novos produtos e tendências. Mas a desaceleração no consumo está forçando os varejistas a reduzir a experimentação para não perder dinheiro. Várias redes dos EUA informaram prejuízos no primeiro trimestre fiscal. A ordem agora é se concentrar nas linhas de maior venda e marcas mais conhecidas.

quinta-feira, 12 de março de 2009

EUA: Wal-Mart investe fortemente em relações públicas

Informa Ann Zimmerman, no Wall Street Journal, que a rede Wal-Mart é uma das empresas que mais tem ganhado com a recessão nos Estados Unidos -- seus preços baixos e promoções estão atraindo os consumidores em tempo de crise.
O Wal-Mart anunciou que vai contratar cinco empresas de relações públicas para promover seus produtos. Essa estratégia está se tornando uma norma dentro do mercado publicitário, fazendo com que as empresas de marketing briguem pelos maiores contratos do setor -- uma estratégia de guerra que beneficia os varejistas.

eBay quer voltar às raízes de "mercado de pulgas online"


Reporta Geoffrey A. Fowler, no Wall Street Journal, que o site de leilões online eBay está repensando sua estratégia de varejo. O site se tornou um sucesso meteórico nos últimos anos, agindo em várias frentes de vendas.. Mas também enfrentou vários processos escandalosos e teve dificuldades para se adaptar à volatilidade do gosto dos consumidores.
O executivo-chefe do eBay, John Donahoe, declarou que a empresa pretende se focalizar em itens de segunda mão e pontas de estoque, saindo do mercado de itens novos que é dominado por empresas como a Amazon.com.
A mudança de estratégia é uma reação à queda no tráfego do site. No final de 2008, as visitas ao eBay caíram 16%. O mercado online representa quase a metade do faturamento anual do eBay, estimado em US$ 8,5 bilhões.
O foco no "mercado secundário" inclui mercadorias usadas ou "vintage", que fizeram a fama original do site.

quarta-feira, 11 de março de 2009

EUA: consumidores usam cada vez menos cheques

Segundo informa o MSNBC, o uso de cheques como forma de pagamento no varejo dos EUA está em franco declínio. A aceleração de tecnologias de pagamento como cartões de débito e crédito e formas de reconhecimento biométrico estão levando o talão de cheques à extinção.
Além da praticidade do pagamento com os cartões, os consumidores se preocupam com a privacidade. Ao receber pagamentos com cheques, muitos estabelecimentos comerciais pedem informações adicionais -- como endereço e telefone do consumidor. O consumidor moderno está cada vez mais cauteloso com a veiculação de suas informações mais pessoais.

terça-feira, 10 de março de 2009

IKEA lança grande linha de luminárias solares

A rede sueca de móveis e artigos de decoração IKEA lançou uma série de novas luminárias que usam carregadores de energia solar para emitir luz durante a noite. Os modelos são bonitos e elegantes, e os preços variam entre US$ 10 e US$ 20.





Whole Foods Market implementa tecnologia de "fuel cell"

Segundo nota do Contracting Business, que a nova loja da rede Whole Foods Market nos EUA será o primeiro supermercado a gerar a maior parte de sua energia a partir de um sistema de "célula de combustível", criado pela empresa UTC Power. O sistema vai gerar 50% da eletricidade e aquecimento usados na loja, e quase 100% da água quente usada nas operações comerciais. Segundo a Whole Foods, o sistema de "fuel cell" permitirá uma grande economia de energia e uma redução no impacto ambiental do supermercado.
Mais da metade da energia de geradores convencionais se perde na atmosfera na forma de calor. Já o sistema da UTC Power permite a captura desse calor excedente em ciclos de aquecimento e resfriamento.
Uma célula de combustível é um equipamento que combina hidrogênio combustível com oxigênio do ar para gerar eletricidade, calor e água. As células não usam combustíveis fósseis, portanto praticamente não geram poluição.
A célula de combustível do supermercado da Whole Foods será capaz de gerar 200 Kw de força, suficiente para manter a loja em funcionamento total mesmo durante um blackout.
Vídeos sobre o funcionamento das "fuel cells" da UTC Power podem ser vistos aqui.

segunda-feira, 9 de março de 2009

EUA: mercearias buscam eliminar desperdícios

Reporta Laura Hancock, no Deseret News, que grandes redes de mercearias nos EUA estão buscando reduzir o nível de desperdício de mercadorias. As lojas querem minimizar as perdas de estoque e ao mesmo tempo se mostrarem mais ambientalmente responsáveis.
Nos últimos anos, os consumidores se tornaram cada vez mais atentos ao impacto ambiental causado pelo varejo. Foi uma evolução dramaticamente rápida: há cinco anos atrás, uma parcela mínima dos consumidores estava consciente dessas questões -- atualmente, já formam a maioria dos clientes do varejo.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Rede Circuit City encerra operações no domingo

Segundo o TI Inside, no domingo a Circuit City, que já foi a segunda maior rede de varejo de eletrônicos dos Estados Unidos, encerrará as suas operações neste domingo, 8, fechando todas as lojas que ainda se encontram abertas.
A empresa pediu concordata em novembro do ano passado e no mês de janeiro anunciou a falência, já que não conseguiu superar as dificuldades financeiras e não encontrou um comprador para assumir suas operações. Com isso, a varejista começou a realizar uma liquidação em suas lojas, para a queima de estoques.

Depois das gorduras trans, agora é a vez do sal

Reporta Louisa Kasdon, no Boston Globe, que depois da campanha global contra o uso das chamadas "gorduras trans" em produtos alimentícios, agora as atenções se voltam para o excesso de sal em produtos industrializados, e também nas refeições servidas em restaurantes e lanchonetes.
Walter Willett, professor da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, deu uma palestra recente para mais de uma centena de executivos de empresas do setor de alimentos nos EUA. Willett ganhou notoriedade ao assinar um importante relatório estratégico sobre o atual estado da nutrição nos Estados Unidos para o presidente Obama.
Segundo o cientista, a sociedade precisa de controles públicos para impedir que as pessoas comam mal. Willett diz que a falta de regulamentação do mercado alimentar está fazendo com a saúde humana o mesmo que a falta de controle financeiro fez com a economia dos EUA.
Willett diz que as gorduras trans foram praticamente banidas devido a uma intensa campanha mundial, mas a comida industrializada ainda esconde outros vilões. Entre eles, o excesso de cloreto de sódio em uma grande variedade de produtos. Até itens vendidos como sobremesas contém uma percentagem de sal bem acima do recomendado pelos órgãos de saúde. O consumo excessivo de sal pode causar doenças graves ou piorar condições já existentes.
Essa debate sobre o consumo de sal pode levar a uma política de informação sobre o uso racional do produto, e um alerta sobre os riscos relacionados a ele.

Máquinas automáticas distribuem amostras grátis de produtos


Segundo nota do site Springwise, a empresa belga de marketing Fosfor criou uma tecnologia de "vending machine" chamada Boobox, que distribui amostras gratuitas de produtos. Os consumidores interessados em experimentar um novo produto enviam um torpedo por celular (SMS) e recebem um código de ativação. Com o código, a pessoa pode pegar uma amostra nas máquinas espalhadas em vários locais de grande circulação, como terminais de transporte, shopping centers e avenidas.
Cada Boobox pode ser adaptada para cada cliente, com instalações para cada tipo de produto. As máquinas podem incluir sistemas de refrigeração no caso de amostras de refrigerantes ou outros produtos frios. As dimensões gerais (altura, largura, etc.) da máquina também podem ser ajustadas para atender as exigências da campanha de marketing do produto.
A Fosfor está refinando o conceito, e as primeiras máquinas estão em teste em estações de trem na Bélgica.

Varejo dos EUA teve resultado positivo em fevereiro

Segundo informa o Baltimore Sun, as vendas do varejo nos Estados Unidos tiveram em fevereiro o melhor resultado em cinco meses. As coleções de primavera e os feriados locais ajudaram as lojas a atingir esse resultado positivo.
As grandes redes tiveram o melhor resultado no período. No Wal-Mart, as vendas totais tiveram crescimento de 5,1% em fevereiro -- mais do que o dobro das previsões dos analistas. Mas sem o peso do Wal-Mart no cálculo, as vendas teriam uma queda de 4,1% no mês -- os maiores perdedores sendo as lojas de departamentos e de vestuário.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Casa do Futuro (como se pensava em 1988)



Este vídeo interessante mostra como se imaginava a "casa do futuro" no final dos anos 80. O vídeo é uma peça promocional da companhia telefônica Ameritech. Por um lado, a visão acerta ao prever casas com TVs de alta definição e videofones, e um comércio eletrônico bastante similar ao de hoje em dia. Por outro lado, a empresa imaginou uma "internet privada", um sistema fechado e não aberto e universal como o que existe atualmente.

eBay cria guia para compras sustentáveis


O site de leilões online eBay criou um guia para comprar (e vender) produtos de modo ecológico e sustentável. Segundo o guia, o comprador deve seguir algumas diretrizes simples na hora de comprar produtos pela internet -- deve procurar itens de segunda mão (ou "vintage", como se diz no mundo da moda), produtos produzidos de modo sustentável (feitos com materiais orgânicos, reciclados ou feitos com recursos renováveis) e produtos que economizem recursos (aparelhos que funcionam com energia solar ou do vento, por exemplo)

Venda de supermercados cresce 6,5% em janeiro

Reporta Tatiana Resende, na Folha de S. Paulo, que o ritmo de crescimento de vendas nos supermercados se desacelerou em relação à média de 2008 (8,98%), mas ainda mostrou um bom resultado em janeiro, quando cresceu 6,54% ante igual período do ano anterior, já descontada a inflação.
Para o presidente da Abras (associação do setor), Sussumu Honda, esse resultado se deve principalmente aos efeitos da crise no segmento de não-alimentos e à queda nas vendas de produtos importados. Devido à alta no preço, houve queda no volume vendido em 2008, em relação ao ano anterior, em produtos como arroz (5,9%) e farinha de trigo (6,6%). Na média entre os itens, houve estabilidade.

Em crise, Starbucks aposta em preço menor

Segundo nota da Folha de S. Paulo, com as vendas em queda e com o fechamento de 300 lojas nos EUA e demissão de 6.700 funcionários, a rede Starbucks (que cobra US$ 4 por café) investe, agora, em preço menores para atrair "consumidores frugais" -os que, em tempos de crise, preferem poupar bebendo café em casa.
O mais novo esforço nesse sentido é o café da manhã a US$ 3,95, que passou a fazer parte das lojas dos EUA ontem.
O café da manhã reduzido não chegou ao Brasil.

terça-feira, 3 de março de 2009

Revendedora da Honda com energia eólica



A loja da Honda em Maple (Ontário, Canadá) fechou um acordo com a operadora local de energia elétrica para intalar uma turbina de vento capaz de gerar 50 Kwh -- energia suficiente para 17 casas. Com o uso da turbina, a empresa deixou de emitir 82,5 toneladas de CO2 anualmente.

Rede inglesa Tesco se adapta à crise nos EUA


Reporta Cecilie Rohwedder, no Wall Street Journal, que a rede de varejo britânica Tesco chegou aos Estados Unidos em 2007 com grandes planos para conquistar a faixa mais rica da população. A rede criou a bandeira "Fresh & Easy" de supermercados enfatizando o frescor e alta qualidade de seus produtos. Quinze meses e 114 lojas depois, a rede está tentando se adaptar à forte recessão no país. Sua estratégia inclui grandes descontos, uma publicidade dirigida a todas as camadas sociais e marcas mais baratas nas prateleiras. A Tesco é quarta maior rede de varejo do mundo, só perdendo para o Wal-Mart, Carrefour e Home Depot.
A expansão no mercado norte-americano foi um dos maiores projetos da empresa em vários anos, e corre o risco de naufragar devido à crise nos EUA. Para contornar o problema, a Tesco rapidamente buscou alternativas e agilidade para se adaptar.
Um dos destaques são prateleiras onde todos os pacotes de produtos custam menos de um dólar (foto ao lado).

Bell Canada compra 756 lojas da rede Circuit City


Segundo Dana Flavelle e Chris Sorensen, no The Star, a Bell Canada fez uma aposta milionária comprando 756 lojas de produtos eletrônicos que pertenciam à rede norte-americana Circuit City no Canadá. A operadora de telecomunicações anunciou que faria a aquisição aproveitando o preço das lojas em concordata, aumentando assim para 1.450 o número de lojas licenciadas para vender seus produtos no Canadá -- com isso, a Bell Canada supera largamente seus concorrentes no mercado de telefonia móvel, fixa e internet.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Retail Design 2



Este clipe da firma de design DMD mostra vários exemplos de design especificamente criados para o varejo.

Retail Design 1



A revendedora de motocicletas Ducati passou por uma reforma em seu design, pela firma The Stripe Design Group. Há uma forte tendência de empresas especializadas em design de varejo, que mudam toda a aparência e comunicação visual de uma loja.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Carrinho de compras computadorizado



Steve Carpenter, presidente e CEO da Media Cart, demonstra o carrinho de compras com "computador de bordo". A tecnologia está sendo testada na rede ShopRite, no estado de New Jersey (EUA).

O futuro das compras



A feira de varejo EuroCIS na Alemanha mostra o que poderá ser comum nas lojas do futuro: robôs assistentes de compras, pagamentos por celulares, painéis holográficos com informações e vários gadgets para facilitar a vida dos lojistas e consumidores.

Intoxicação alimentar atinge 1 a cada 4 norte-americanos

Reporta Mike Stobbe, no San Jose Mercury News, que todos os anos 1 em cada 4 residentes dos EUA é afetado por algum tipo de intoxicação alimentar. Apenas uma fração desses casos é relacionada com algum grande escândalo de contaminação de produtos comerciais (como o recente caso dos amendoins contaminados com salmonela). De acordo com centro de controle e prevenção de doenças (CDC) dos EUA, os grandes surtos são casos isolados e raros. Mas os cientistas contam mais de 250 tipos de intoxicações relacionadas com alimentos -- de vírus e bactérias até parasitas.
Estima-se que hoje 87 milhões de norte-americanos fiquem doentes anualmente devido a essas infecções relacionadas com alimentos, com cerca de 370.000 hospitalizações e mais de 5.000 mortes.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

EUA: Projeto de lei pode tornar ilegais pesquisas com RFIDs

Reporta Elinor Mills, na CNET News, que um projeto de lei no estado de Nevada (EUA) pode tornar crime várias pesquisas legítimas a respeito da segurança das etiquetas com microtransmissores de rádio (RFIDs). O alerta foi dado pela Electronic Frontier Foundation (EFF) uma organização que acompanha os desenvolvimentos da sociedade digital.
O projeto criminaliza a posse, a leitura e a captura de dados de um indivíduo através de um RFID. A pena prevista é de até 5 anos de prisão e multa de US$ 10.000.

Rede Target se reestrutura para competir com Wal-Mart


Segundo nota da CNN, a gigante de varejo norte-americana Target está passando por uma grande reestruturação para competir de frente com sua maior rival, o Wal-Mart.
Os planos da Target incluem mais destaque para os produtos relacionados com alimentos, saúde e higiene pessoal e outras necessidades essenciais. Segundo o presidente e CEO da rede, Gregg Steinhafel, as lojas vão aumentar os estoques de produtos alimentícios, especialmente secos, laticínios, congelados e produtos frescos. A Target vai ampliar seus investimentos em tecnologia e logística, e vai promover campanhas agressivas de preços baixos.
As maiores lojas da rede serão as primeiras a serem remodeladas para se adequarem às novas estratégias de vendas.

EUA: cupons digitais de desconto são tendência

Reporta Timothy W. Martin, no Wall Street Journal, que os consumidores dos EUA sempre tiveram o hábito de recortar cupons de descontos encartados em jornais e revistas antes de ir à compras. A mudança agora é que o esses cupons migraram para a Web -- o consumidor entra nos sites que reunem essas promoções e imprimem os cupons de interesse. Esse hábito pode representar uma economia de mais de US$ 100 nas compras mensais. Em tempos de crise e orçamentos domésticos apertados, a tendência ganha cada vez mais espaço nos Estados Unidos. Com isso, várias empresas surgiram para aproveitar a onda, criando sites específicos para cupons de descontos.
Atualmente, os cupons online representam apenas 1% do total de cupons oferecidos nos EUA, mas esse volume está crescendo rapidamente. Um dos fatores importantes para o crescimento é a percentagem de uso dos cupons digitais, que chega a 13% -- muito acima do 1% dos cupons comuns de papel.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Starbucks inaugura torrefação "verde" nos EUA

Segundo nota da Forbes.com, a rede de cafés Starbucks anunciou a abertura de uma planta de torrefação "verde" no estado da Carolina do Sul nos EUA. A nova unidade tem 100 funcionários e vai fornecer café para as lojas da rede no sudeste do país.
Segundo a empresa, a planta recebeu um certificado de responsabilidade ambiental (LEED), concedido pelo U.S. Green Building Council. O certificado é dado para projetos usam elementos de design ecológico, que reduzam consumo de energia e emissão de resíduos. A unidade foi construída com 20% de materiais de construção reciclados e mais de 75% dos resíduos da produção serão reciclados. Parte da energia usada na planta será fornecida por turbinas de vento.
A Starbucks espera obter a certificação LEED para todas as novas lojas da rede até o final de 2010.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Linha de roupas ecológicas



Vídeo da Earth Collection Shop mostra uma linha de roupas com tecidos orgânicos -- uma forte tendência atual e para os próximos anos.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Energia solar: economia e lucros



Vídeo mostra como lojas da rede Whole Foods estão economizando dinheiro e protegendo o meio ambiente com o uso de painéis solares. O interessante neste caso é que o varejista não gastou um centavo para instalar os painéis -- a empresa SunEdison criou um sistema de financiamento que funciona como uma combinação entre patrocínio de outras empresas e leasing.

EUA: consumidores abandonam lojas de departamentos

Reporta Maria Halkias, no Dallas Morning News, que a recessão nos Estados Unidos está afetando uma das mais tradicionais instituições de varejo do país, a loja de departamentos. Analistas dizem que essa crise econômica terá efeitos graves e permanentes sobre esse tipo de comércio. Apenas algumas redes ainda mantêm vendas acima de US$ 3 bilhões: Neiman Marcus, Saks, Nordstrom, Macy's and Dillard's, J.C. Penney, Kohl's, Sears, Bon-Ton e Belk.
Nas próximas semanas, essa categoria de varejo deve anunciar resultados muito fracos referentes ao quarto trimestre. Na verdade, as lojas de departamentos estão perdendo vendas desde a década de 80. Juntas, as 10 maiores lojas de departamentos dos EUA tiveram vendas de US$ 110 bilhões no ano passado -- apenas um quarto das vendas do Wal-Mart.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

SunEdison vai instalar painéis solares na CSU



O estado da Califórnia fechou uma parceria com a empresa SunEdison para instalar painéis de energia solar em 15 campi da California State University (CSU). É uma parceria inédita entre a empresa e um governo estadual nos EUA, que vai representar uma grande economia para a universidade no consumo de energia, com ganho para o meio ambiente.

Tecnologia verde "floresce" no Vale do Silício

Segundo nota da Folha Online, as empresas dedicadas a energia limpa e outras "tecnologias verdes" devem reanimar a economia do Vale do Silício, no norte da Califórnia, que é lar de companhias como Intel, Apple, Google, Facebook e Yahoo!.
Enquanto as empresas tradicionais acumularam queda de 1,3% em novembro, o investimento em tecnologia limpa cresceu 94% desde 2005, com crescimento de 23% o período a partir desse ano. Os dados são de uma pesquisa conduzida pela Fundação da Comunidade no Vale do Silício, que é feita anualmente e avalia a economia da região.
Os investimentos de capital no Vale do Silício caíram 7,7% em 2008, interrompendo o crescimento progressivo desde 2005.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Projeção de imagens promovem marcas e eventos

Reporta Diego Vasquez, na Media Life Magazine, que o uso de projeções em grandes espaços evoluiu significativamente como mídia publicitária "out-of-home" nos últimos anos. As grandes projeções são uma forma de mídia alternativa que vai além dos outdoors e painéis eletrônicos.
Nos EUA, empresas como a Alt Terrain, Kinetic Lighting, GoGorilla Media, Technique Mirage, Wallspace Media e Projected-Ads criam campanhas de lojas, eventos e produtos com projeções sobre edifícios e muros. O tamanho pode variar bastante, chegando em alguns casos a ser maior que uma tela de cinema.
Muitas dessas campanhas são feitas no estilo "guerrilha"; quer dizer, sem permissão do proprietário do edifício ou das autoridades municipais. Nos EUA, muitas cidades exigem uma permissão prévia para esse tipo de publicidade.
Em algumas campanhas, as projeções são ambulantes: o sistema de projetores é montado em um caminhão ou van, que atravessa a cidade projetando as imagens em vários prédios.
Os sistemas podem ser simples ou muito sofisticados -- de meros slides a animações digitais interativas em alta definição.
Segundo as empresas, a publicidade com projeções pode funcionar em qualquer mercado. Mas os anunciantes preferem os grandes centros urbanos, porque podem atingir um número maior de pessoas.
Atualmente, os maiores clientes desse tipo de publicidade são empresas de telecomunicações (em especial as operadoras de celular), agências de turismo, canais de TV, estúdios de cinema, cassinos e vendedores de automóveis. Os clientes nos EUA incluem a AT&T, Carnival Cruise Lines, Motorola, Vitamin Water, Food Network, Fox Sports, Sony Music, DirecTV, Swatch, Mercedes, Lincoln e NBC.
Em média, as empresas cobram entre US$ 2.000 e US$ 4.000 por noite. As noites de quinta-feira, sexta e sábado são consideradas a "faixa nobre" de uma campanha, que pode durar entre 4 e 8 semanas.

EUA: em meio a crise, cresce o otimismo do consumidor

Reporta Jaclyn Trop, no Detroit News, que a pesquisa American Customer Satisfaction Index registrou a primeira elevação depois de 18 meses de queda. A alta foi de 0,9% no último trimestre. O índice leva em conta 12 setores da economia dos Estados Unidos e é calculado desde 1994 pela University of Michigan.
O supervisor da pesquisa, Claes Fornell, diz que a elevação do índice é um sinal de que o país está seguindo no rumo certo. Mas Fornell ressalta que a satisfação é apenas um indicador de recuperação econômica -- além disso, os consumidores precisam ter dinheiro para gastar. E ainda não é possível dizer se o pacote de estímulo do presidente Obama vai deixar os consumidores menos ansiosos.

Classes C, D e E valorizam bom atendimento

Informa Cristiane Marsola, no Propaganda & Marketing, que o consumidor de baixa renda adora experimentar, é exigente, valoriza o bom atendimento, sabe comparar juros e está mais consciente de seus direitos, de acordo com Allan Barros, presidente da Fala!. Barros abriu a segunda conferência Estratégias de Negócios para o Mercado de Baixa Renda, realizada pelo IQPC, de 16 a 18 de fevereiro, em São Paulo.
Barros apresentou cases em que sua agência trabalhou e falou da importância de usar diferentes mídias para atrair as classes C, D e E. "62% das pessoas com acesso à internet são de baixa renda. 25% desse público ficam mais de dez horas por semana conectados", falou Barros.
A segunda palestra do primeiro dia de conferência, "Marketing para a baixa renda - uma perspectiva global com enfoque na China", foi ministrada pela presidente da Top Trend International, Helena Wong. "Temos de ver esse consumidor primeiro como ser humano e, depois, como baixa renda. Temos de pensar que temos todos os mesmos sonhos, as mesmas emoções", disse. Para Helena, são quatro os pontos fundamentais para atender a esse público: entendê-lo e conectar-se a ele, desenvolver produtos adequados, criar a marca e comunicar-se de maneira adequada, e ter uma boa distribuição.

Mercearia do futuro



O repórter Asa Aarons mostra que mesmo mercearias e sacolões podem (e devem) se modernizar no futuro próximo, aproveitando as vantagens das tecnologias de logística para manter a lucratividade em tempo de crise -- levando em conta que produtos frescos têm vida curta e o desperdício pode custar muito caro.

Vendas à vista reagem na 1ª quinzena do mês

Segundo nota da Folha de S. Paulo, as vendas à vista apontaram alguma recuperação na primeira quinzena de fevereiro, mas as realizadas no crédito estagnaram, segundo a ACSP (Associação Comercial de São Paulo). O resultado do mês, no entanto, depende do feriado do Carnaval.
As consultas ao SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) tiveram queda de 0,2% em relação a igual período em 2008. Já as consultas ao SCPC/Cheque subiram 5,6%.
Os registros recebidos (carnês que entraram para o cadastro) cresceram 9,3% na primeira quinzena de fevereiro, e os cancelados tiveram alta de 2%, indicando que prossegue a tendência de baixa recuperação do crédito.
Vendas têm alta de 2,34% em Ribeirão Preto
O consumidor de Ribeirão Preto ignorou a crise e foi às compras em janeiro, revela levantamento do Sincovarp (Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto) divulgado ontem. A alta nas vendas no comércio da cidade foi de 2,34% em relação a janeiro de 2008.
O consumo de bens duráveis foi o principal responsável pela alta do índice. O setor de eletrodomésticos, com alta de 12,75%, e móveis, com crescimento de 8,42%, lideraram o consumo na cidade.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Loja do futuro Vip-Systems



Entrevista com a CEO da Vip-Systems, Regiane Relva Romano, para a TV Wnews. RFIDs, quiosques eletrônicos de atendimento e araras automatizadas são algumas das tendências para o futuro das lojas.

Supermercado do Futuro da Tetra Pak



Ação ambiente que a agência de guerrilha Espalhe fez para a Tetra Pak com uma gôndola de supermercado do futuro.

Após falência, Circuit City pode continuar existindo online

Segundo reporta Sandra M. Jones, no Chicago Tribune, a rede norte-americana de produtos eletroeletrônicos Circuit City fechou suas lojas no final do ano passado, mas sua marca pode continuar existindo na internet.
A Hilco Trading LLC, empresa que cuidou do processo de liquidação da rede, está agora negociando a compra do nome Circuit City, que será usado no site de comércio eletrônico CircuitCity.com.
A rede decretou falência em novembro passado, pressionada por dívidas. Como não conseguiu um comprador, a Circuit City liquidou suas 567 lojas espalhadas nos EUA.
Apesar do interesse da Hilco Trading, analistas estão céticos quanto ao sucesso de um site com o nome de uma empresa que acabou de falir no mundo real.

Tesco investe em lojas "eco-friendly"



A rede inglesa de mercados Tesco mostra suas iniciativas para reduzir o consumo de energia e de produtos nocivos ao ambiente em suas lojas.

Re-imaginando o varejo para tempos difíceis

Em um artigo para o The Huffington Post, Jeffrey Hutchison diz que a atual crise financeira está forçando o varejo a entrar em um nova era, onde os valores e prioridades serão obrigatoriamente redefinidos. Mesmo os consumidores que mantém alto poder de compra estão pensando duas vezes na hora de consumir, preocupados em não parecer insensíveis aos problemas do mundo. Cria um ambiente de compras atraente para esses novos consumidores será um grande desafio para os varejistas.
A nova mentalidade de consumo exigirá uma conexão mais humanista com o ambiente de compras, e o cliente já espera encontrar lojas mais preocupadas com o meio ambiente, com a sustentabilidade e com eficiência energética.
Algumas tendências do "novo varejo" apontadas por Hutchison:
* Mais espaço para relaxar -- ao contrário das lojas atulhadas de mercadorias do passado, os consumidores querem espaços mais amplos, onde as pessoas podem se movimentar com facilidade e relaxar. A loja se torna mais parecida com uma área de lazer.
* Durabilidade em vez de modismo -- o consumidor busca produtos de design mais atemporal, que durem mais e não sejam facilmente descartados.
* Fluidez na área de compras -- o consumidor aprova lojas que se adaptam a mudanças no mercado, criando ambientes de compras flexíveis, como um organismo vivo.
* Auto-atendimento -- muitas redes reduziram suas equipes como medida de economia, e investiram em tecnologias e sistemas sofisticados de self-service.
* Ser verde não será exceção, mas a regra -- o varejo deve ir além do "ambientalismo de butique", e adotar iniciativas padronizadas para reduzir o impacto ambiental do setor como um todo.
* Produtos locais -- as lojas podem ganhar crédito com seus consumidores ao privilegiar os produtos locais. Não apenas os vegetais cultivados na região, mas também promover a arte e a cultura locais.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Pretérito do Futuro: O futuro do varejo no Japão...em 1986



Mais um exemplo de "paleo-futurismo".

Pretérito do Futuro: Newton, o robô doméstico (1989)



Um curioso anúncio do final dos anos 80, mostrando como seria o robô de uso doméstico...

"Smart cards" no futuro das compras



Mais um vídeo do grupo supermercadista alemão METRO, mostrando o uso de cartões inteligentes nas compras.

Elie Tahari usa tecnologia da IBM para identificar tendências de moda

Segundo informa a RIS News, a marca de roupas Elie Tahari está usando um sistema de 'business intelligence' da IBM para avaliar os hábitos de compras de seus clientes e atender melhor suas necessidades. Segundo a empresa, depois que o sistema foi implementado, as vendas aumentaram em mais de 10%, com grande economias nos custos.
A Elie Tahari opera lojas em diversos países, e suas coleções mudam a cada estação. Era importante para a rede aperfeiçoar sua cadeia de suprimentos para atender a demanda dos consumidores de acordo com as tendências de cada país ou região. O programa da IBM ajudou a marca a conseguir uma economia de mais de 30% nos estoques e no trânsito de mercadorias entre as lojas.
O sistema ajudou a Elie Tahari a ter uma visão mais ampla das informações do negócio, e detectar tendências a partir das vendas. O software identifica os modelos e tamanhos mais vendidos a cada coleção, mostra a popularidade de cada item, e até as cores preferidas em cada estação. Esses dados são usados para prever demandas futuras, e com isso a rede pode estocar as lojas de modo mais eficiente.

Microsoft quer abrir sua própria rede de lojas

Reporta Jessica Hodgson, no Wall Street Journal, que a Microsoft anunciou que pretende abrir lojas próprias, repetindo uma estratégia já adotada pela rival Apple. Segundo a empresa, ela pretende usar essas unidades "para melhorar a articulação e a demonstração da inovação e da proposta de valor da Microsoft".
Para comandar essas operações, a maior fabricante de softwares mundial contratou David Porter, que trabalhou no estúdio DreamWorks e no Wal-Mart.
"Existem tremendas oportunidades pela frente para a Microsoft criar uma experiência de compra maravilhosa para os nossos consumidores", disse o executivo em comunicado.
Com a decisão, a Microsoft quer entrar em um nicho que a Apple hoje já ocupa, mas em um período extremamente complicado para o varejo nos EUA. A Circuit City, que era a segunda maior rede de eletrônicos norte-americana, quebrou no mês passado e mandou embora todos os seus 34 mil funcionários.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

EUA: vendas do varejo crescem 1% em janeiro

Reporta Jack Healy, no New York Times, que as vendas do varejo surpreenderam os analistas em janeiro. Em plena crise, as vendas do setor subiram 1% devido a uma agressiva política de descontos, promoções e eventos especiais nas maiores redes e também em lojas individuais. A alta é uma ótima notícia, depois que setor amargou uma queda de 3% em dezembro, o que marcou um dos piores finais de ano para o verejo dos EUA.

LEDs podem se tornar tão baratos quanto lâmpadas comuns


Reporta Colin Barras, na New Scientist, que uma equipe de cientistas da University of Cambridge está desenvolvendo um método de produção que vai baratear o custo dos LEDs nos próximos anos. É uma ótima notícia: a iluminação com LEDs consome muito menos energia elétrica que as lâmpadas incandescentes e não usa elementos tóxicos como o mercúrio presente nas fluorecentes. Além disso, os LEDs têm uma vida útil muito mais longa -- 10 vezes mais que as fluorescentes e até 1000 vezes mais que as lâmpadas incandescentes comuns.
A equipe de Cambridge está testando o uso de nitrito de gálio-alumínio na produção, que permitirá a fabricação em massa por um preço muito menor. Segundo os cientistas, uma placa de 15 centímetros poderá conter 150.000 LEDs por apenas US$ 15.

Gadget ecológico: veneziana "Blight"

O site Core77 está promovendo um concurso de gadgets e aparelhos ecológicos para serem usados em casa ou em ambientes comerciais.
Um dos finalistas (votados pelos internautas) é a cortina veneziana Blight". A idéia é ótima: as lâminas da cortina são formadas por células solares, que captam energia durante o dia acompanhando o sol. A outra metade das lâminas é coberta com um filme eletroluminescente, que emite luz durante a noite, com baixo consumo de energia. A energia captada pelas venezianas pode ainda carregar baterias para fazer funcionar outros equipamentos no ambiente. Clique na imagem abaixo para ver o diagrama ampliado.
Veja outros gadgets do concurso aqui.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Maior edifício comercial do mundo se torna "verde"

Reporta Hank Green, no EcoGeek, que em 2008 o gigantesco Chicago Merchandise Mart passou por uma mudança total. Inaugurado em 1930, o famoso Merch Mart tem mais de 370.000 metros quadrados e é o local de trabalho de mais de 20.000 pessoas. Tem até seu próprio código postal. Na época de sua construção, foi o maior edifício do mundo.
Agora, o Merch ganhou uma nova referência no livro Guinness de recordes: é o maior prédio ecológico do mundo. Uma grande reforma tornou o mercado mais eficiente e sustentável.
O Merch hoje usa 35% menos água e 10% menos energia do que antes da reforma. Foram várias mudanças:
* Quase 4.000 janelas substituídas.
* Substituição de toda a parte hidráulica para corrigir vazamentos.
* Conserto de todo o sistema de ar-condicionado.
* Cada unidade comercial tem agora seu próprio relógio de energia, para cobrança separada.
* Lâmpadas comuns foram trocadas por modelos econômicos.
* Um sistema de reciclagem de lâmpadas usadas foi instalado no porão.

Série: O Pretérito do Futuro



Na Feira Mundial de 1970 em Osaka, Japão, a Sanyo demonstrou vários protótipos de eletrodomésticos para o futuro. Entre eles estava a "Banheira Ultrassônica", um sistema que substituiria o banho tradicional com água e (teoricamente) faria uma limpeza completa em apenas 15 minutos.

"Shoplifters"



O vídeo mostra uma compilação de imagens feitas por câmeras de segurança em lojas na Inglaterra, mostrando a ação de pessoas furtando nas lojas -- os "shoplifters". É notável a tranquilidade de muitos desses criminosos, e o vídeo deve servir como alerta e reflexão para os varejistas.

Homens "donos-de-casa" são ignorados pelas empresas


Reporta Abigail Posner, na Advertising Age, que vários estudos de tendências indicam que os homens se envolvem cada mais com o cuidado da casa e a criação dos filhos. É uma mudança social muito significativa, mas os fabricantes e o varejo ainda não estão investindo nesse importante grupo da população.
Posner é vice-presidente de estratégia da Publicis, em Nova York. Segundo ela, o marketing das empresas vê os homens como um grupo que não compra tanto quanto as mulheres, nem está interessado em mensagens sobre produtos de uso doméstico. É claro que os homens vão ignorar campanhas que apelem para as sensibilidades e necessidades femininas, mas as empresas perdem uma grande oportunidade ao não criar mensagens que atraiam o público masculino.
Um exemplo de sucesso é o videogame Wii, na Nintendo. Originalmente criado para adolescentes e jovens, o aparelho começou a ser anunciado como uma diversão para toda a família. O resultado: o Wii vendeu mais unidades no primeiro semestre de 2007 do que a soma dos concorrentes Xbox 360 e PlayStation 3.
Outro caso é o do canal Spike TV, voltado para o público masculino nos EUA. Foi o primeiro canal masculino que ousou ir além da programação esportiva. Apesar da resistência inicial dos anunciantes, o canal é hoje é mais popular que ESPN entre os homens jovens, com um grande número de anunciantes.
Os fabricantes e varejistas devem criar campanhas específicas para os homens. Especialmente em tempos de crise econômica, é estratégico capturar um novo segmento da população.
Criar campanhas que mostrem homens como guardiões da família, que fazem compras importantes para cuidar melhor da casa e dos filhos, pode ser crucial para conquistar esse público. Campanhas bem feitas vão interessar os homens em produtos que resolvam problemas e aumentem o conforto da casa e a diversão da família.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Leonis Luminaire



Uma bela luminária ecológica para ambientes externos, que alia design e sustentabilidade. A instalação usa fibras ópticas e LEDs para economizar mais de 50% de energia em relação a uma lâmpada comum. Veja mais no site da empresa.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

"Janelas" em vídeo de alta definição



Este outro sistema de publicidade usa telas digitais em alta definição para criar painéis muito atraentes. E a empresa WindowGain parece estar com boa saúde financeira (pelo menos é o que indica o seu site...)

"Reactrix" mídia interativa para grandes áreas



Um interessante sistema de publicidade que usa projeções com sensores no piso de áreas movimentadas em shopping centers.

Infelizmente, a Reactrix Systems, que produz esses sistemas interativos, foi posta à venda em outubro de 2008. A empresa tentava uma parceria com a Samsung para continuar comercializando seus produtos, mas aparentemente o negócio foi cancelado.

O velho "homem-sanduíche", em versão digital

Uma das formas mais antigas de publicidade urbana está finalmente sendo modernizada. Presente nas ruas desde o século 19, o "homem-sanduíche" é um tema frequente de cartuns e tiras em quadrinhos.
Agora, uma empresa de publicidade de Las Vegas, a Big Traffic Mobile Billboards Worldwide, criou um modelo onde painéis iluminados são vestidos por pessoas à noite. Os sinais são elevados, assim podem ser vistos por mais pessoas à distância. Isso torna esse tipo de anúncio adequado para eventos movimentados, como convenções e feiras, onde milhares de pessoas transitam.
Já a Brand Marketers criou um sistema onde as pessoas carregam telas de LCD de 19 polegadas no alto de um suporte com 4 metros de altura. As telas exibem anúncios, intercalados com clipes esportivos, notícias e outros conteúdos.

PeopleVox lança leitor de RFIDs para setor de moda e vestuário

Segundo release da Retail Technology Review, a empresa britânica de tecnologia PeopleVox está lançando um novo scanner de mão para RFIDs, voltado especificamente para o setor de vestuário. Segundo a empresa, os aparelhos da série PVX permitem um nível inédito de eficiência no reconhecimento de etiquetas com microtransmissores de rádio.
Em testes realizados pela empresa, o PVX se mostrou mais rápido que os equipamentos concorrentes, escaneando 350 roupas penduradas em cabides em menos de 40 segundos. O equipamento concorrente registrou 325 itens, com taxa média de erro de 7%.

Veja mais informações no site da empresa.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Loja conceito da Nike em Londres



Uma filmagem amadora da inauguração de uma loja da Nike em Londres mostra o interesse dos consumidores.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Como capitalizar a "TI Verde" a favor de sua empresa

Segundo nota do ComputerWorld, executivos de TI, analistas e defensores ambientais afirmam haver uma série de oportunidades para empresas de tecnologia criarem operações mais ‘verdes’ que reduzam custos de energia, aumentem o crédito de carbono das empresas e, também, economizem dinheiro.
Mas a maioria das empresas ainda não estão capitalizando suas iniciativas, mesmo aquelas relativamente fáceis e baratas de se implementar. Uma pesquisa anual realizada pelo Computerworld norte-americano mostrou que os executivos de TI ainda relutam. Quase a metade deles (42%) disse que seus departamentos não têm planejados, para os próximos doze meses, projetos para redução de consumo de energia ou emissão de carbono, e quase três quartos reconheceram não ter planos para a criação de comitês que coordenem estas iniciativas.
Veja o restante deste artigo aqui.

Lojas para adolescentes lucram apesar da crise


Reporta Natalie Zmuda, na Advertising Age, que a crise financeira mundial afetou muito o setor de varejo, com algumas exceções notáveis. As lojas voltadas para o público adolescente estão conseguindo ótimos resultados apesar do clima pessimista da economia dos EUA.
Entre os destaques está a rede Aeropostale, que teve um ótimo resultado com uma campanha de distribuição de vale-compras.
Outras redes voltadas para teens tiveram resultados surpreendentemente bons em janeiro, um mês tradicionalmente fraco no comércio dos EUA.
Todd Slater, diretor da Lazard Capital Markets, observou que mesmo esses consumidores mais jovens estão comprando o estritamente necessário, evitando compras de impulso.

RFID será arma contra furtos em tempos de crise

Em artigo para o site da Association for Automatic Identification and Mobility, Bert Moore diz que os varejistas tiveram perdas por desvios de mercadorias ("shrinkage") estimadas em US$ 105 bilhões em 2008. Os dados são da Global Retail Theft Barometer. Dentro do termo "shrinkage" (que quer dizer "encolhimento" em inglês) estão incluídos os furtos cometidos por consumidores e usuários, discrepâncias na contabilidade dos estoques e diversos erros internos.
Com as economias em crise, essas ocorrências tendem a crescer. Para reduzir essas perdas, os RFIDs podem ser uma arma importante. Ao incluir uma etiqueta eletrônica com identificação única a cada caixa de mercadorias, a cadeia de suprimentos se torna mais transparente e visível, ajudando a localizar gargalos e potenciais riscos de furto.
Recentemente, o Wal-Mart suspendeu a multa para fornecedores que não incluíssem RFIDs nos paletes de mercadorias -- o que indica que a tecnologia foi absorvida pelos grandes fornecedores, e sua aplicação se tornou algo trivial.
Moore reconhece que a adoção dos RFIDs está longe do ritmo ideal, mesmo em uma economia avançada como a dos EUA. Mas a atual crise pode ser justamente o estímulo que faltava para a adoção generalizada da tecnologia, motivada por uma relação custo-benefício muito atraente.
E se a maioria das grandes redes de varejo usarem os RFIDs, seu preço global deverá cair rapidamente.

Loja conceito da Fiat na Inglaterra



A loja de automóveis usou grandes painéis interativos para atrair a atenção do consumidor. O painel maior usa 40 telas de LCD e 48 sensores de infravermelho montados no teto e laterais, que registram o movimento das pessoas e geram animações em tempo real no painel. A loja conceito foi criada para lançar o modelo Fiat 500 no Reino Unido.

IKEA investe em práticas verdes


Reporta Lloyd Alter, no TreeHugger, que a gigante sueca de móveis e decoração IKEA está buscando reduzir o impacto ambiental de suas operações. Apesar de sua grande popularidade por oferecer "design para as massas", a rede também é criticada por suas lojas imensas e pelo fato da maior parte da produção ser terceirizada (o que acarreta o uso de caminhões que queimam combustíveis fósseis).
Mas a IKEA está implementando práticas mais sustentáveis em sua rede. As lojas pararam de usar sacolas plásticas. A empresa investiu US$ 77 milhões em empresas de energia alternativa. Hoje, 71% de todos os produtos da marca são recicláveis, feitos com materiais reciclados ou ambos. As lojas reciclam 84% de seus resíduos. A IKEA também pratica as regras mais estritas de emissão de poluentes, baseadas nas normas japonesas.

Apesar da crise, venda de alimentos orgânicos continua em alta


Segundo Jeff Nield, no site TreeHugger, apesar da crise financeira ter atingido também o varejo de alimentos orgânicos, o setor continua em crescimento no mundo todo. De acordo com a firma de pesquisas Euromonitor International, as vendas de bebidas e alimentos orgânicos atingiram quase US$ 23 bilhões em 2007 -- e o EUA responderam por cerca de 45% desse total. Em 2008, o setor continuou crescendo, mas em ritmo mais lento. Nos EUA, as vendas de produtos orgânicos cresceram 5,6% em dezembro, comparado com 25,6% no ano anterior.
Analistas do setor acreditam que as vendas continuarão a crescer este ano, apesar do ritmo menor. Os consumidores estão mais cautelosos com seus gastos, mas a tendência de consumo orgânico parece bem sedimentada.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Sistema de iluminação solar com fibra óptica



Um interessante sistema de iluminação que capta a luz do sol no telhado através de espelhos móveis. A luz então é distribuída dentro do edifício por cabos de fibra óptica, criando uma iluminação natural e ecológica mesmo nos andares mais baixos. O vídeo é parte de um documentário do Discovery Channel.

Varejistas vão discutir os desafios da crise

Na sexta-feira (13), o setor varejista irá se reunir durante o 1° FSRC - Fórum Setorial de Relacionamento com o Cliente voltado para o Varejo. O encontro é promovido pelo IBRC (Instituto Brasileiro de Relações com o Cliente), com apoio e parceria da Associação Comercial de São Paulo.
O evento acontece na sala Plenária da Associação Comercial de São Paulo, a partir das 13h. Mais informações podem ser obtidas no site http://www.ibrc.com.br/ibrc/eventos/setorialVarejo.php

Dicas para o supermercado do futuro


O site especializado Consumer Reports destaca as iniciativas da rede de mercados Bloom, nos EUA. Com lojas espalhadas pelo sudeste do país, a Bloom está investindo em tornar a experiência de compras mais agradável e interessante. São idéias sensatas, que fazem toda a diferença:
*Conveniência -- a área do estacionamento mais próxima da entrada da loja é reservada para famílias com crianças pequenas e para pessoas que pretendem fazer compras rápidas. As prateleiras são mais baixas e os corredores são mais largos.
* High tech -- telas espalhadas pelos corredores e em quiosques permitem a consultas de preços, informações nutricionais, receitas, etc. É possível criar uma lista de compras no site www.shopbloom.com, e imprimir a lista na loja, com o mapa de localização de cada item.
* Espaço racional -- As mercadorias estão organizadas: alimentos de um lado, produtos não-alimentares do outro lado. Todos os produtos orgânicos estão no mesmo lugar, e o leite fica ao lado dos caixas.
* Atendimento por especialistas -- as lojas da Bloom incluem chefs de cozinha que respondem dúvidas sobre o preparo de alimentos.
* Facilidade para pagar -- no Bloom, o cliente pode usar um scanner de mão para registrar os itens no carrinho e pagar o total diretamente no caixa. A loja se reserva o direito de checar o conteúdo das sacolas para verificar se o total está correto -- se estiver tudo certo, esse cliente ganha um "voto de confiança" no futuro.

Um vídeo feito pela Consumer Reports sobre a Bloom pode ser visto aqui.

Sinalização digital interativa para supermercados



Uma solução da empresa Winmate Communication Inc para supermercados fornece informações e dicas sobre produtos. Telas de toque espalhadas pelos corredores podem ser consultadas pelos consumidores. Os fornecedores podem usar o sistema como uma mídia para promoções e oferecer sugestões de uso. Veja mais detalhes no site da empresa.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

RFID avança de modo irregular nos EUA

Segundo Toby Gooley, no site DC Velocity (especializado no setor de logística), as iniciativas de implementação de etiquetas com radiotransmissores (RFIDs) estão caminhando de modo irregular nos Estados Unidos. Um caso significativo é o da rede de supemercados Albertsons, que lançou um amplo programa de RFIDs em 2004 para seus maiores fornecedores, com o objetivo de agilizar as operações nos centros de distribuição espalhados pelo país. Mas a rede foi comprada pela gigante SuperValu em 2006, que cancelou o programa de RFIDs devido aos custos.
Segundo o vice-presidente de distribuição da SuperValu, Matt Smith, a rede prefere investir em outras tecnologias neste momento, mas não descarta voltar a usar RFIDs no futuro.
Em vários outros casos, as empresas estão adotando os RFIDs como uma solução específica, para resolver um problema localizado nas operações de varejo, e não como uma tecnologia geral.

Compras no futuro



Mais um vídeo produzido pelo grupo alemão METRO mostra como a tecnologia poderá facilitar as compras no futuro. Neste caso, a geladeira na casa do consumidor será capaz de escanear seu próprio interior e registrar os produtos que faltam -- e enviar a lista de compras para o celular do consumidor. Na loja, basta transferir a lista para o computador do carrinho de compras, que vai auxiliar o comprador na localização dos itens.

Radioatividade contra a contaminação dos alimentos


Reporta Andrew Martin, no New York Times, que os EUA tiveram recentemente vários casos de contaminação maciça de alimentos -- de carne para hamburger até espinafre e amendoim. A contaminação de cargas de espinafre pela bactéria E. coli em 2006 matou 3 pessoas e deixou mais de 200 doentes.
Para impedir a reprodução de bactérias, a indústria de alimentos do país está há anos pedindo autorização para irradiar os produtos in natura -- sem muito sucesso. A técnica de usar radioatividade para esterilizar alimentos existe há mais de meio século, mas ainda é usada timidamente -- mesmo nos mercados mais desenvolvidos, com enorme trânsito de mercadorias frescas, como é o caso dos Estados Unidos.
A tecnologia de irradiação é considerada segura por especialistas, e poderia eliminar o pânico em relação a vários alimentos. As ocorrências de contaminação estão cada vez mais frequentes nos EUA.
Mas alguns grupos de consumidores acham que aplicar radiação no processamento dos alimentos serviria apenas para mascarar os problemas de higiene das indústrias. E outros questionam a segurança da radioatividade a longo prazo.
Enquanto isso, os centros de controle de doenças dos EUA estimam que ocorrem 76 milhões de casos de intoxicação alimentar anualmente no país, com 325.000 hospitalizações a cada ano.

Na imagem, sacas de ração para animais são tratadas com radiação em um a instalação em Sioux City, Iowa (foto de Dave Weaver, The New York Times)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Sistema usa veias humanas para fazer identificação


Segundo nota da Folha Online, a Sony anunciou o desenvolvimento de um sistema que permite a identificação por veias humanas.Batizado de Morfiria, o sistema é "compacto, muito veloz, muito preciso na tecnologia de autenticação de veias", de acordo com a empresa.
A nova tecnologia, anunciada em Tóquio, foi desenvolvida para aplicação em dispositivos móveis (como celulares e pen-drives, por exemplo), com a intenção de proteger produtos de possíveis espionagens.
Segundo o site Techradar, a Sony afirma que o sistema de identificação usa diretamente as veias do dedo. Devido a isso, a identificação não pode ser clonada.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Ray-Ban cria "espelho virtual"



A marca de óculos Ray-Ban criou um programa que permite que o consumidor teste vários modelos de óculos de sol de modo virtual.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Morre João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, visionário e emprendedor


Vale o registro dessa notícia publicada hoje pela Folha de S. Paulo:

O empresário João Augusto Conrado do Amaral Gurgel, dono da extinta fábrica de carros Gurgel Motores, morreu anteontem aos 83 anos em São Paulo. O empresário sofria de mal de Alzheimer havia 12 anos e estava internado no hospital São Luiz (zonal sul). O enterro ocorreu no início da tarde de ontem, no cemitério do Morumby (zona sul).
Os primeiros sinais da doença surgiram pouco após a falência da companhia, decretada em 1996, embora a fábrica já tivesse fechado as portas em 1994. Para a filha de Gurgel, o Alzheimer o impediu de ver o fim da empresa, leiloada por R$ 15,7 milhões, em 2007, quando a dívida da companhia chegou a R$ 250 milhões.
Em 27 anos, a fábrica produziu cerca de 40 mil veículos. Sua história começou nas salas da Universidade de São Paulo, onde Gurgel tentou se formar em engenharia mecânica com o projeto de um carro batizado de "Tião". Ouviu do professor que carro, no Brasil, não se fazia, comprava-se. Teve, então, de passar a noite concluindo o projeto de um guindaste só para garantir o diploma. Aprovado, passou a vida às voltas do plano inicial de construir carros 100% nacionais.
(***)

Veja o restante da matéria aqui:
Link