quinta-feira, 2 de julho de 2009

Supermercados via internet são tendência no Japão


De acordo com um estudo da Yano Research, o mercado de entregas de mercadorias no Japão cresceu 4% entre 2007 e 2008, chegando a quase US$ 16 bilhões. Além disso, o valor das entregas de "net super" (mercadorias encomendadas via web) atingiu 23 bilhões de ienes no ano passado. O número cada vez maior de idosos na população japonesa é um dos fatores apontados na pesquisa para esse crescimento.
Além da conveniência do sistema, vários consumidores usam a web para fazer encomendas diretamente de produtores orgânicos, que fornecem alimentos sem pesticidas. As encomendas por esse motivo cresceram 12,6% em um ano (especialmente depois das notícias de alimentos contaminados vindos da China).
A Yano estima que o mercado de encomendas de itens de supermercado no Japão deve chegar a quase US$ 19 bilhões em 2013 -- dos quais US$ 488 serão de alimentos orgânicos.
A maioria das grandes redes de mercearias e mercados japoneses já tem opções de "net super", mas novos competidores estão ganhando espaço nesse nicho. Um exemplo é a Kunitachi Farm -- originalmente um restaurante de comida orgânica na região de Tóquio, a marca se expandiu e agora tem uma loja online no Rakuten, um mega-shopping digital. No site, os consumidores podem ver fotos das fazendas locais onde os produtos são cultivados.

Rede francesa une compras online com entregas

A cadeia francesa de supermercados E.Leclerc lançou um programa inovador que combina compras online com entregas práticas. Os clientes podem fazer suas encomendas pela internet, e duas horas depois pegar as compras em uma loja da rede -- as mercadorias são levadas diretamente ao carro do consumidor, sem custo adicional.
O programa da Leclerc já existe desde o final de 2007, quando o programa piloto "Express Drive" começou a funcionar na loja em Roques sur Garonne, perto de Toulouse. Hoje, o sistema permite a seleção de quase 3.000 itens pela internet. Os clientes também podem usar terminais com tela sensível ao toque nos estacionamentos das lojas, e aguardar a entrega diretamente no porta-malas do carro.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

A Amazon é o Wal-Mart do novo milênio?

Informa Clay Dillow, na Fast Company, que os egos na varejista online Amazon.com devem estar nas alturas. A empresa esgotou os estoques do seu produto mais famoso, o leitor eletrônico Kindle. E não apenas uma, mas duas vezes. E agora a empresa de pesquisas de mercado Cowen and Company classificou a Amazon como "o Wal-Mart da nova geração".
Segundo o analista da Cowen, Jim Friedland, a Amazon é o Wal-Mart da nova geração, e que o foco da empresa em preços baixo e uma boa experiência de compras em comparação com os concorrentes online e offline deve levar a empresa a ganhar mais espaço no mercado. O estudo aponta que enquanto o Wal-Mart tem 7,7% do total do varejo nos EUA, a Amazon tem apenas 0,3%. Há ainda muito espaço para crescimento.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Grandes fusões agitam varejo dos EUA

Segundo informa o portal Retail Information Technologies, enquanto 2008 será lembrado tristemente pelo fechamento de milhares de lojas e pela falência de muitas redes nos EUA, este ano tem se mostrado um período fértil para fusões e aquisições no setor. A recente compra da rede Tween Brands pela Dress Barn, por US$ 157 milhões, é o mais recente grande negócio nessa área. Unidas, as duas redes formarão um gigante no setor do vestuário.
Outros grandes negócios neste ano incluem a fusão das redes Syms e Filene's (por cerca de US$ 63 milhões); a união das lojas de brinquedos Toys "R" Us e FAO Schwarz; a aquisição das mercearias Giant Markets pela rede Weis Markets (criando uma grande rede nos estados de Pennsylvania, Maryland, New Jersey, New York e West Virginia); e a compra de rede de farmácias Drug Fair pela Walgreen, que vai remodelar totalmente as drogarias, com novos produtos e novas ofertas.
Além das fusões, outra tendência importante que afeta o setor é uma onda de consolidação entre as empresas de tecnologia. A Oracle anunciou a compra da Sun Microsystems em abril, e a DemandTec anunciou a aquisição da Connect3 Systems em fevereiro.

Consumo: Mais carne de porco, menos de boi e frango

Segundo nota do Supermercado Moderno, a pesquisa trimestral do IBGE de abate de animais mostra o crescimento da oferta de carne suína no mercado brasileiro, com aumento de 7,1% no primeiro trimestre do ano em relação ao mesmo período de 2008. Em números totais, foram abatidas 7,322 milhões de unidades de suínos pelos estabelecimentos industriais.No entanto, as outras duas principais proteínas animais, a carne de boi e a de frango, apresentaram queda no número de abates.

Os 25 "superstars" do varejo nos EUA


Um novo livro lançado nos EUA chamado "Retail Superstars" aborda 25 redes de varejo de grande sucesso no país, fora do circuito das mega-redes nacionais. Esses varejistas vendem de roupas a jóias, itens para o lar, móveis, eletrodomésticos, livros, verduras, brinquedos, etc. Algumas são de alto luxo, e outras são simples. As lojas variam entre 300 metros quadrados a 10.000 metros quadrados. O livro oferece insights sobre como essas redes são administradas por seus proprietários e executivos, relatando a história de seu crescimento.
As redes "estreladas" são:
1) A Southern Season
2) ABC Carpet & Home
3) Abt Electronics
4) Archie McPhee
5) Bering's
6) Bronner's Christmas Wonderland
7) Estes Ark
8) Gallery Furniture
9) Gump's
10) Hartville Hardware
11) In Celebration of Golf
12) Jungle Jim's International Market
13) Junkman's Daughter
14) Junkman's Daughter's Brother
15) LouisBoston
16) Nell Hill's
17) Powell's City of Books
18) Ron Jon Surf Shop
19) Rowena's
20) Smoky Mountain Knife Works
21) The Silver Queen
22) Toy House & Baby Too
23) Wanna Buy a Watch?
24) Wilkes Bashford
25) Zabar's

Starbucks procurar dar "cara local" às lojas


Reporta Greg Gilbert, no Seattle Times, que a rede de cafés Starbucks está investindo na reciclagem e elementos locais ao criar o design de suas novas lojas. A loja recém-inaugurada no University Village, em Seattle, usa lousas recicladas de uma escola secundária, luminárias reutilizadas de outras lojas e materiais locais na construção. Com isso, a rede reduz gastos com materais e reduz a poluição gerada pela produção e transporte. Os designers da Starbucks estão orientados a dar "cara local" às lojas, e criar ambientes mais aconchegantes e que durem mais.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Restaurante em uma caixa

Vem de Montreal, no Canadá, o conceito do Müvbox, o restaurante em uma caixa. Trata-se de um container de 7 por 2,5 metros, que se transforma em um restaurante chique com o toque de um botão. O Müvbox tem um cozinha completamente equipada, com capacidade para quatro funcionários. As paredes do container se expandem para criar um pátio coberto com área para servir 28 pessoas, no balcão e em pequenas mesinhas. O conceito é também ecológico: o restaurante móvel é criado a partir de um container usado, com algumas adaptações. O piso é feito de pneus reciclados e painéis solares no teto fornecem até 40% da energia necessária. O "restaurant-in-a-box" pode ser facilmente transportado por terra ou mar. Em Montreal, o conceito está sendo usado para servir pratos locais na área do porto, a maioria a base de frutos do mar.
Veja o vídeo:

Site quer substituir supermercados na venda de utilidades domésticas

Detergente, papel higiênico e pasta de dentes são alguns itens que as pessoas não costumam comprar online, mas em mercados e supermercados. O site Alice.com, que acaba de ser lançado, quer mudar a relação entre fabricantes e consumidores finais, oferecendo uma nova plataforma de compras pela internet -- que inclui entregas gratuitas nos EUA.
O Alice.com oferece mais de 6.000 produtos diferenes, de centenas de fabricantes. Os itens são cerca de 20% a 30% mais baratos que em outras lojas online, e a entrega é sempre gratuita. O consumidor cria um cadastro, depois seleciona seus produtos favoritos e encomenda o que estiver precisando. Os itens comprados são reunidos em uma única caixa, que é entregue diretamente na casa do cliente. Ao mesmo tempo, o site organiza todos os produtos na lista do consumidor, encontra cupons e descontos para eles e até lembra o cliente de pedir novamente, estimando o tempo para consumir os itens.
O diferencial interessante do Alice.com em relação a outros varejistas online é que ele funciona como um outlet, colocando os fabricantes em contato direto com os consumidores. Ao dispensar os intermediários (leia-se os mercados e supermercados), o consumidor pode encontrar grandes descontos. Além disso, as marcas podem criar relacionamentos diretos com seus consumidores, através de cupons personalizados, amostras e programas de fidelidade. O site ainda mantém um blog e presença no Twitter, para estimular mais relações com os clientes.

domingo, 28 de junho de 2009

O sucesso do "e-money" no Japão

O Japão é famoso por sua infraestrutura altamente desenvolvida de dinheiro eletrônico, ou "e-money". Com a integração de RFIDs nos telefones celulares, tíquetes de transporte e até cartões de fidelidade, é possível fazer um grande número de transações comerciais sem usar dinheiro ou cartões de crédito. O e-money foi introduzido de forma sistemática no Japão, e foi amplamente aceito pela população. Os vídeos abaixo mostram que é possível realizar uma grande variedade de ações com e-money -- desde o uso de máquinas automáticas (que no Japão vendem praticamente tudo) até pagar por passagens aéreas e fazer check-in em hotéis.










Supermercados promovem alternativas para sacolas plásticas

Segundo nota da Associação Paulista de Supermercados, grandes redes como Carrefour e Pão de Açúcar estão empenhadas em reduzir o uso de sacolas plásticas.
O Carrefour implementou um programa de sacolas reutilizáveis há um ano, e vendeu 400 mil unidades nesse período. A iniciativa faz parte da política mundial da rede para a redução do uso de sacolas plásticas.
Já o Pão de Açúcar divulgou que seu programa de redução representou uma economia de 35% com sacolas plásticas -- a rede vendeu 600 mil ecobags em todas as suas bandeiras.

É oficial: Amazon rompe com afiliados na Carolina do Norte

Reporta Geofrrey A. Fowler, no Wall Street Journal, que a Amazon.com anunciou oficialmente o rompimento das relações com afiliados de marketing no estado da Carolina do Norte, para evitar a cobrança de um imposto que deve entrar em vigor nas próximas semanas.
Os afiliados representam uma fatia relativamente pequena do tráfego comercial da Amazon, e a decisão da empresa não deve causar grandes prejuízos comerciais para a varejista. Mas a decisão mostra o grau de tensão entre as empresas de e-commerce e o estados dos EUA, desesperados por novas fontes de arrecadação. A Amazon já ameaçou romper relações com afiliados na Califórnia, Havaí, Rhode Island e outros estados. Já outros estados, como Maryland, Minnesota e Tennessee rejeitaram propostas de impostos similares.

Uso do código de barras no varejo completa 35 anos

Reporta Gerry C. Shih, no New York Times, que em junho de 1974, o primeiro produto com código de barras chegou às prateleiras do varejo -- era uma embalagem do chiclete Fruit Gun, que custava 67 cents. De lá para cá, a tecnologia explodiu ao redor do mundo, se tornando o padrão global de identificação para uma infinidade de produtos. Além de identificar mercadorias em lojas, o código com 59 barras pretas e brancas é usado, por exemplo, em cartões de embarque de aviões, na monitoração de encomendas e entregas, no controle de dosagens de medicamentos, e em muitas pesquisas científicas.
Hoje, os códigos de barras são escaneados mais de 10 bilhões de vezes todos os dias, ao redor do mundo.
George J. Laurer, um engenheiro da IBM que liderou o projeto de criação do sistema nos anos 70, declarou que o enorme sucesso da tecnologia se deve a três aspectos: é simples, barata e confiável.
Agora, o código de barras está ameaçado por novas tecnologias, como os RFIDs (etiquetas com microtransmissores de rádio). Mas enquanto um código de barras custa menos de meio cent de dólar, as etiquetas eletrônicas custam mais de 5 cents. Essa barreira de preço é o principal obstáculo para a adoção em massa dos RFIDs.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Depois da falência, Woolworths renasce na web

Reporta Lilly Vitorovich, no Wall Street Journal, que a rede de varejo Woolworths, uma das grandes vítimas da recessão na Inglaterra, voltou a operar como uma loja exclusivamente online, vendendo roupas infantis, brinquedos e artigos para festas.
A "reencarnação" da rede na web aposta em itens de grande sucesso, como a linha "pick 'n' mix" de doces -- agora rebatizada "click 'n' mix". A loja online também em novos itens como aparelhos de TV, celulares e aparelhos de MP3.
A rede física fechou suas 807 lojas em janeiro deste ano, causando a demissão de 27.000 funcionários, após 99 anos de existência.

Wal-Mart e MMA lançam campanha contra sacos plásticos

O Ministério do Meio Ambiente está veiculando em parceria com o Wal-Mart duas peças contra o excesso de sacos plásticos, e os males causados por seu acúmulo nas cidades:




quinta-feira, 25 de junho de 2009

Crise não afeta e-commerce nos EUA

Reporta Mariana Amaro, no INFO Online, que uma pesquisa da eMarketer indica que o e-commerce americano não foi tão afetado pela crise. Espera-se que o setor movimente 131,9 bilhões de dólares, apenas 0,4% menos que no ano passado.
Se, como preveem os economistas, a recessão dos Estados Unidos terminar esse ano, as vendas online de 2010 poderão crescer até quase 10%, acumulando 144,7 bilhões de dólares. A eMarketer indica ainda um crescimento superior a 10% ao ano a partir de 2011, até 2013.

Rede dos EUA testa sistema de energia solar

Reporta Brian Gaar, no American-Statesman, que a rede de mercearias H-E-B, que tem mais de 300 lojas nos EUA, está iniciando testes com painéis solares para gerar energia. O primeiro sistema foi instalado em uma loja da rede em Austin, Texas. Os painéis cobrem todo o telhado da loja, e custaram cerca de US$ 195.000. A rede estima que os painéis vão gerar 31.000 kilowatts/hora -- ainda uma fração pequena do consumo total da loja. Este não é o primeiro projeto de energia renovável da H-E-B: a empresa já usa uma turbina de vento em seu centro de distribução no estado.

Firma de hospedagem de sites cria "loja virtual em 10 minutos"

O datacenter MaxiHost anunciou o lançamento de um programa de sites de comércio eletrônico a partir de R$ 39,90. Segundo a empresa, o sistema é voltado para micro e pequenas empresas, que ainda enfrentam dificuldades na hora de montar uma loja na internet, especialmente na implementação de meios de pagamento com cartões de crédito, débitos e boletos. A MaxiHost diz que seu sistema permitirá a ativação imediata de todas as funções de compras pela internet, com várias ferramentas para facilitar o uso pelas empresas.
A MaxiHost oferece dois planos, um de R$ 39,90 e outro de R$ 49,90, com descontos de 10% para pacotes semestrais e de 20% para os anuais. Além disso, o domínio e hospedagem são gratuitos.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Amazon.com envia ameaça contra proposta de imposto na Califórnia

Reporta Geoffrey A. Fowler, no Wall Street Journal, que a varejista online Amazon.com enviou uma carta aos legisladores do estado da Califórnia, ameaçando encerrar as atividades com parceiros comerciais no estado se for aprovado um imposto sobre as transações comerciais online. A carta tem o mesmo tom de comunicações similares enviadas aos legisladores nos estados da Carolina do Norte e Havaí, onde impostos similares sobre o e-commerce estão prestes a serem aprovados. A Amazon conta com uma grande rede de afiliados de marketing espalhados pelos EUA, pessoas que ganham comissão por inserirem links da Amazon em seus próprios sites ou blogs -- mas a empresa não revela o número de afiliados ou quanto eles ganham pelo serviço.

600 mil sacolas plásticas a menos no RS

Segundo nota do portal da Associação Paulista de Supermercados, em apenas um mês de funcionamento do projeto “Cliente Consciente Merece Desconto” no Rio Grande do Sul, a rede de hipermercados Big – uma das bandeiras do grupo Wal-Mart – reduziu em 600 mil o número de sacolas plásticas solicitadas pelos clientes para embalar compras, o que significa R$ 18 mil em descontos concedidos no check-out das lojas. O programa concede desconto nas compras dos clientes que não utilizarem embalagens plásticas. Lançado também em Santa Catarina e no Paraná, o programa em todo o Sul alcançou, no período, a diminuição de um milhão de sacolas plásticas, e uma economia nas compras, para os clientes, de R$ 31 mil. No Nordeste, onde a ação existe desde o final do ano passado, o desconto já chegou a R$ 113 mil e a redução de uso de sacolas a 3,5 milhões de unidades. O objetivo da empresa é reduzir em 50% o uso de sacolas plásticas em suas lojas até 2013 e incentivar o uso de sacolas retornáveis.

Classes C e D elevam vendas no cartão

Segundo informa o site InfoMoney, o número de cartões de crédito e débito cresceu em torno de 300% no Brasil entre 2000 e 2008, segundo levantamento da Abecs (Associação Brasileira de Cartões de Crédito e Serviços). O valor total das transações com estes meios de pagamento também aumentou exponencialmente: pulou de R$ 1,4 bilhão em 2002 para R$ 3,9 bilhões no ano de 2007, de acordo com relatório apresentado pelo Banco Central. A Abecs atribui ambos os resultados à crescente utilização dos cartões por consumidores das classes C e D, uma vez que pessoas com maior poder aquisitivo já possuem amplo acesso ao “dinheiro de plástico”.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Wal-Mart Brasil lança Pacto pela Sustentabilidade

Reporta Andrea Martins, no Meio & Mensagem Online, que a rede Wal-Mart está promovendo esta semana uma série de ações para o lançamento do Pacto pela Sustentabilidade, com o objetivo de propor que a empresa, especialistas e fornecedores trabalhem com o foco na preservação do meio ambiente. Para marcar o início deste "pacto", o consultor norte-americano Andrew Winston, autor do livro "O Verde que Vale Ouro", falou à imprensa sobre as demandas e os desafios ambientais que as companhias enfrentam em tempos de crise. O encontro aconteceu na loja ecoeficiente do Wal-Mart, no Bairro do Morumbi, em São Paulo. Segundo o especialista, que fez centenas de entrevistas com executivos em todo mundo para escrever a obra, "tornar-se verde? não é um gasto para as empresas. É muito bom em tempos de crise investir em sustentabilidade porque reduz custos, economiza petróleo, energia e dinheiro. Sem contar que cria um valor para a marca e vende mais", destacou Winston.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Toronto cria taxa sobre o uso de sacolas plásticas

Reporta Leslie Scrivener, no Toronto Star, que a cidade canadense aprovou no início de junho um lei que estabelece uma taxa de 5 cents pelo uso de sacolas plásticas nas compras. A taxa causou uma onda de reações na cidade, tanto positivas como negativas. O fato que é a cobrança da taxa mudou a maneira como as pessoas compram na cidade -- muitos consumidores saem das lojas carregando as compras nas mãos, recusando-se a pagar os 5 cents por sacola.
Várias lojas já registram uma queda acentuada no uso de sacolas plásticas pelos clientes. A rede de mercearias Loblaw Companies informou uma queda de 75% no uso de plástico desde o início de seu programa nacional de redução em abril.
A Loblaws pretende doar 1 milhão de dólares canadenses para o World Wildlife Fund-Canada nos próximos 3 anos. Outros varejistas canadenses também anunciaram doações para programas ambientais.

Bares e restaurantes temem perda de receita com lei antifumo

Reporta Jordana Viotto, na Folha de São Paulo, que a nova legislação estadual antifumo preocupa proprietários de estabelecimentos que têm clientes fumantes. Há uma preocupação com a queda de receita de locais em que os clientes costumam poder fumar. Segundo a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), um fumante gasta 38% mais que um não fumante.
Com isso, empresários já começaram a mudar seus empreendimentos. O Casa Club, na Vila Madalena, local que reúne albergue da juventude e bar, separou o solário do estabelecimento para que os hóspedes possam fumar -antes, os cigarros eram permitidos em todas as dependências, com exceção de banheiros e quartos. Para quem vai só ao bar, no entanto, não restou alternativa. "Vamos permitir que o cliente saia para fumar", afirma Sávio Mourão, um dos proprietários. Há um segurança na porta, mas ele vê a medida com cautela. "Podemos perder receita com clientes que fujam."

domingo, 21 de junho de 2009

Amazon.com ameaça interromper negócios devido a impostos

Reporta Geoffrey A. Fowler, no Wall Street Journal, que a varejista online Amazon.com ameaçou romper relações comerciais com parceiros em estados dos EUA onde há riscos de impostos sobre o comércio eletrônico. A crise financeira dos Estados Unidos tem levado muitos estados a considerar a criação de taxas sobre o varejo online. O estado da Carolina do Norte, por exemplo, está prestes a aprovar um projeto de lei que criaria um imposto de 4,5% sobre as vendas via internet no território do estado. A Amazon.com, sediada no estado de Washington, informou seus parceiros na Carolina do Norte que interromperia seus negócios no estado a partir de julho, se o projeto de lei for aprovado.
Outros estados, como a Califórnia e o Havaí, estão avaliando projetos similares. Em Nova York, o imposto sobre o comércio eletrônico foi aprovado pelo Legislativo no ano passado -- a Amazon contestou a constitucionalidade da lei em tribunal, mas perdeu a causa.

Varejistas apostam no formato "míni" no Brasil


Reporta José Sergio Osse, na IstoÉ Dinheiro, que um número cada vez maior de varejistas aposta em lojas lojas de conveniência e nos pequenos pontos de venda para sua expansão. A estratégia tem dado bons frutos em diversos ramos do comércio.
Há mais de 30 anos, o economista inglês E. F. Schumacher lançou o livro "Small is Beautiful". Na obra, um clássico da literatura econômica, o estudioso defendia que as grandes organizações, devido ao seu gigantismo, se tornavam "inadministráveis". Pois o varejo parece ter descoberto as lições de Schumacher. Por muito tempo, o "quente" foram as mega-stores e pontos de venda cada vez maiores. Agora a tendência parece ser justamente o oposto.
De supermercados a livrarias, o objetivo desse formato era oferecer em um único lugar tudo o que um consumidor precisava. Nos últimos tempos, porém, inverteu-se a direção: a onda agora são as minilojas. Empresas de todos os portes e atividades, da Livraria Cultura às redes de supermercados, como Pão de Açúcar e Carrefour, aderiram à moda. O trânsito caótico, a questão da segurança e a comodidade estimulam a proliferação das pequenas lojas - além do acirramento da concorrência exercida pelos pequenos armazéns.
Para essas empresas, não se trata apenas de modismo. "A tendência de lojas menores não tem volta", diz Sylvia Leão, diretora-executiva do Extra, a rede de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. É ela que mantém as bandeiras Extra Perto e Extra Fácil, sendo que essa última oferece cerca de 3,5 mil produtos diferentes, contra 10 mil a 17 mil das lojas convencionais. Para o grupo, trata-se de uma investida estratégica. No final de 2008, apenas quatro lojas ostentavam a placa Extra Fácil. Atualmente, são 65. Até o final do ano, esse número baterá em 100.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Zappos.com lidera no e-commerce de vestuário nos EUA

Segundo o relatório April 2009 Monthly Retail Report da Compete, as lojas Zappos.com, Victoriassecret.com e Cafepress.com lideram a lista de sites de vestuários mais visitados nos EUA, levando em conta o número de compradores, crescimento de ano a ano e tempo médio por usuário no site.
Zappos.com e Victoriassecret.com são os dois únicos varejistas do setor a a superar a marca dos 5 milhões de compradores. Já o Bananarepublic.com teve o maior crescimento de ano a ano, registrando uma alta de 211% em comparação ao ano passado. O Victoriassecret.com teve o maior tempo médio de visita: 11,92 minutos por usuário.
Abaixo, a lista dos dez maiores sites, segundo a pesquisa:
1 zappos.com
2 victoriassecret.com
3 cafepress.com
4 shoebuy.com
5 llbean.com
6 oldnavy.com
7 ae.com
8 nike.com
9 bananarepublic.com
10 childrensplace.com

Confiança do consumidor brasileiro volta a crescer

Segundo nota da Folha de S. Paulo, a confiança do consumidor na economia brasileira cresceu pela primeira vez desde a piora da crise econômica global, em setembro de 2008. De acordo com levantamento da CNI (Confederação Nacional da Indústria), houve alta de 3,7% do índice no segundo trimestre ante o trimestre anterior. Em São Paulo, pesquisa da Fecomercio SP (Federação do Comércio de São Paulo) aponta que o endividamento das famílias paulistanas caiu pela segunda vez consecutiva: o total de famílias endividadas atingiu 49% em junho, ante 52% em maio.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Wal-Mart amplia mix de itens sustentáveis no Brasil

Segundo nota do Valor Econômico, o Wal-Mart Brasil anunciou que vai comercializar cerca de 300 produtos relacionados com sustentabilidade durante o mês de junho. A iniciativa é resultado de negociações com 50 dos principais fornecedores da rede, que renderam acordos para venda desses itens a preços próximos dos praticados nos produtos tradicionais.
A campanha está sendo realizada simultaneamente em todos os países onde a gigante varejista atua. No Brasil, a empresa espera que os produtos sustentáveis ocupem cada vez mais espaço nas gôndolas. Já há, inclusive, itens de marca própria com esse apelo. Exemplo disso é o sabão em barra Top Max, feito a partir do óleo de cozinha que os consumidores doaram após a utilização.

"Trunk Club" une web e compras personalizadas para homens

Enquanto a maioria das mulheres sente prazer ao comprar roupas em lojas, o mesmo não ocorre com os homens -- ao contrário, muitos homens consideram essa atividade uma tortura. E esse fato se tornou uma oportunidade de negócios para o Trunk Club, uma empresa que oferece serviços de "personal shoppers" para homens. O cliente entra no site e preenche um formulário, depois passa por uma rápida entrevista via webcam com um "personal shopper", que é um especialista que vai então localizar e enviar as roupas mais adequadas para o cliente experimentar. O cliente paga o preço de loja pelas roupas que escolher -- não há exigência de compra mínima e o frete é totalmente pago pelo Trunk Club, inclusive no caso de devoluções. Depois, o cliente pode fazer consultas com o personal shopper, tanto em pessoa como através do Skype com webcam. O cliente nunca precisará visitar alguma loja.
Os profissionais do Trunk Club ganham comissão das lojas, e o faturamento da empresa vem de descontos nos itens comprados por atacado.
O Trunk Club foi aberto há poucas semanas, mas já está procurando parceiros para oferecer esse serviço a clientes ao redor do mundo. O email para contato é info@trunkclub.com.
Veja abaixo um vídeo de apresentação do serviço:

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Microsoft é a marca mais citada no Twitter em maio

Reporta Jonas Furtado, no Meio & Mensagem, que a Microsoft foi a marca mais comentada pelos usuários brasileiros do Twitter em maio. Segundo estudo realizado pela E-Life, a empresa esteve em presente em 12,35% dos 36.777 tweets analisados entre 6 de maio e 2 de junho. Linux (10,64%) e Nokia (8,84%), completam a lista das mais citadas. A E.Life trabalha com monitoração e análise da comunicação boca a boca on-line sobre marcas, produtos e serviços.
Confira o ranking das dez marcas mais citadas:
1° Microsoft -12,35
2° Linux - 10,64%
3° Nokia - 8,84%
4° Dell - 4,35%
5° Fiat - 3,35%
6° Mac OS - 2,86%
7° Intel - 2,65%
8° LG Electronics - 2,65%
9° UOL - 2,22%
10° Samsung - 2,09%

Grupo Silvio Santos compra rede varejista

Segundo nota da Folha de S. Paulo, o Grupo Silvio Santos anunciou ontem a compra da rede de varejo Dudony, que tem 110 lojas no Paraná e no interior de São Paulo. A negociação foi finalizada em Maringá (428 km de Curitiba). Com o negócio, o Grupo Silvio Santos contará com 130 lojas.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Supermercado inglês usa energia cinética dos próprios clientes

Reporta James Murray, no BusinessGreen, que a rede inglesa de supermercados Sainsbury's inaugurou um sistema de energia "movido a clientes", em sua nova loja em Gloucester. O novo sistema foi desenvolvido pela empresa Highway Energy Systems, usa placas que se movem com a passagem de carros, criando energia cinética que é usada para alimentar um gerador. O sistema tem capacidade para gerar 30 kW por hora, e mal chega a ser percebido pelos clientes que passam por ele em seus carros.
Uma porta-voz da rede Sainsbury's disse que a empresa acredita que o sistema pode se pagar após dois anos de uso, gerando energia para ser consumida na loja. Se os testes forem bem sucedidos, a rede pretende instalar sistemas assim em outras lojas.
Além das placas cinéticas, a loja de Gloucester exibe outras tecnologias eco-amigáveis, como coleta de água de chuva, painéis solares para aquecer a água, sistemas de distribuição de luz natural pela loja e gerenciamento computadorizado do consumo de energia.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Serviços financeiros via celular para classe D devem disparar

Segundo o AD News, o mercado de serviços financeiros em celular para as pessoas pobres de países emergentes subirá de zero para cinco bilhões de dólares em 2012, de acordo com o CGAP, um centro de pesquisa e planejamento sobre microcrédito sediado nos Estados Unidos.
Os serviços financeiros em celular são um dos temas mais quentes no mundo da comunicação sem fio, mas até o momento sua aceitação vem se limitando a alguns poucos mercados emergentes, já que nos países desenvolvidos a popularidade dos serviços bancários online limita a ascensão dos serviços bancários em celular.
Pickens disse que, além dos 5 bilhões de dólares, as operadoras de telefonia móvel poderiam economizar até 2 bilhões de dólares devido a um giro menor de clientes, e que a aceitação dos serviços financeiros poderia elevar sua receita média mensal de 1,10 dólar por usuário.

Varejo da América Latina é cada vez mais atrativo

Segundo o Supermercado Moderno, gigantes mundiais do setor de autosserviço reforçaram recentemente suas equipes de executivos na América Latina, o que demonstra o aumento da importância da região nos negócios globais das companhias.
Vicente Trius, ex-presidente do Wal-Mart no Brasil, volta de uma temporada na Ásia para comandar, a partir de Miami, os negócios latino-americanos da rede. A empresa americana comprou em janeiro por US$ 2,6 bilhões o maior grupo varejista do Chile, a D&S. No Carrefour, Eric Heiss está de volta para a operação brasileira, onde já atuou como diretor financeiro. Por aqui, ele passará a chefiar os hipermercados, cargo recém-criado.

Anúncios online podem esconder vírus

Reporta Emily Steel, no Wall Street Journal, que estão aumentando o número de ataques eletrônicos disfarçados de anúncios de e-commerce e leilões online. Os criminosos estão descobrindo meios de explorar a complexa estrutura de relacionamentos da publicidade online, que tem um grande número de intermediários e revendedores. Especialistas em segurança de internet estão detectando um aumento no número de anúncios que escondem programas nocivos ("malware"), que instalam vírus e outros sistemas de fraude. Um dos motivos apontados para esse crescimento de riscos é a crise econômica, que tem levado os publishers de sites a terceirizar as vendas de espaços publicitários para aumentar a renda.
Os vírus podem ser incorporados diretamente no anúncio, de modo que basta clicar no link ou entrar no site para que o computador seja infectado. Ou o anúncio pode redirecionar o browser para um site criminoso, onde dados pessoais do usuários podem ser furtados.
O que chama a atenção é que publishers respeitados e de grande porte (como a empresa inglesa Digital Spy, e as americanas Ziff Davis e News Corp, dona dos sites FoxNews.com e AmericanIdol.com) também estão exibindo anúncios com virus.
(ilustração de Rob Shepperson, Wall St. Journal)

Presidente do eBay diz que comércio eletrônico deve dobrar em 5 anos

Segundo nota do Portal Imprensa, John Donahoe, presidente-executivo do eBay, afirmou na última quinta-feira (11), que o comércio eletrônico deve dobrar nos próximos cinco anos, e que seu ritmo de crescimento será duas a três vezes superior que o do varejo comum.
Em entrevista ao Reuters Global Retail Summit, Donahoe declarou que está "cautelosamente otimista" sobre a economia e os gastos do consumidor, apesar do ambiente econômico incerto.
"O nosso foco, francamente, com uma empresa do nosso tamanho e escala, não pode estar em movimentos de mercado de curto prazo. O que precisamos é aproveitar bem a situação e garantir que ganhemos participação", disse ele sobre o eBay.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Pão de Açúcar quer criar mais 2 empresas

Reporta Cristiane Barbieri, na Folha de S. Paulo, o grupo Pão de Açúcar vive uma série de mudanças estruturais, com o objetivo de dobrar de tamanho em quatro anos e atingir R$ 40 bilhões de receita bruta até 2012. Entre elas, está a criação de uma empresa que abrigará os ativos imobiliários do grupo e a possibilidade do surgimento de outra companhia para comércio eletrônico.
O GPA Malls & Properties, a área imobiliária, começa a funcionar no próximo mês como uma estrutura independente do varejo. A nova empresa terá patrimônio líquido superior a R$ 2 bilhões, mais de cem imóveis próprios e, apenas com aluguel de 3.500 lojas nos hipermercados, receita anual de R$ 70 milhões.Outra área que pode seguir o mesmo caminho é a de comércio eletrônico. Ponto Frio.com e Extra.com deverão, somados, faturar R$ 1 bilhão em 2009. Apesar de Claudio Galeazzi, presidente do grupo, ressaltar que uma nova empresa ainda está no âmbito das ideias, Mattar diz que está sendo feito um profundo estudo sobre a B2W.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Casas Bahia compra rede Romelsa e amplia atuação no Nordeste

Segundo o Propaganda & Marketing, a rede Casas Bahia divulgou a aquisição da rede Romelsa, de Salvador. A aquisição dá fôlego extra à Casas Bahia em sua estratégia de consolidar o crescimento no Nordeste, tendo Salvador como porta de entrada. A negociação, cujo valor não foi divulgado, implica na incorporação de 17 novas filiais em Salvador e em municípios vizinhos. A rede varejista garante que os cerca de 200 funcionários da Romelsa, que existe há 20 anos em Salvador, serão incorporados pela empresa.
Com quatro filiais em funcionamento em Salvador, abertas em abril de 2009, a Casas Bahia revê com o novo negócio, suas metas de investimento e de faturamento no estado baiano. Até o primeiro semestre de 2010, o número de lojas inicialmente previsto terá praticamente dobrado das 32 projetadas para 49. Esse crescimento se reflete, também, no incremento de 25% na geração de empregos e acelera as obras do novo depósito da rede, em construção, no município de Camaçari, em substituição ao que funciona atualmente no bairro de Pirajá, com investimentos previstos de R$ 40 milhões.

Vendas semanais de redes de lojas voltam a subir nos EUA

Segundo nota da Folha Online, as vendas de redes de lojas voltaram a subir na semana encerrada em 6 de junho nos Estados Unidos, ficando 0,2% acima da semana anterior, anunciou nesta terça-feira o ICSC (Conselho Internacional de Centros Comerciais, na sigla em inglês). O índice que mede as vendas subiu 488,6 pontos, contra 487,4 unidades. A alta, porém, não compensa a baixa da semana anterior (-0,6%).

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Pão de Açúcar é o novo dono do Ponto Frio

Segundo nota do Meio&Mensagem Online, o Grupo Pão de Açúcar é o novo dono da rede varejista Ponto Frio. A corporação de Abílio Diniz anunciou na manhã desta segunda-feira, 8 de junho, a aquisição da rede Globex Utilidades S/A e suas controladas (detentora do Ponto Frio). O contrato foi fechado nesse último domingo, 7, pela quantia de R$ 824,5 milhões, o correspondente a 70,24% do capital da controladora do Ponto Frio. O negócio faz com que Grupo Pão de Açúcar retome sua força no segmento de eletroeletrônicos e alcance a liderança do varejo brasileiro. Levando em consideração as operações do Ponto Frio, o Grupo passa a contar com um faturamento anual de cerca de R$ 26 bilhões, com mais de mil lojas espalhadas por 18 Estados e pelo Distrito Federal, das quais fazem parte um conjunto de 79 mil funcionários.

domingo, 7 de junho de 2009

Wal-Mart usa a crise para ampliar fatia de mercado nos EUA

Reporta Tatiana Resende, na Folha de S. Paulo, que o Wal-Mart tenta aproveitar a crise para conquistar ainda mais espaço no mercado varejista, no qual já é líder mundial. No encontro anual que aconteceu na semana passada na sede, no Arkansas (EUA), essa era a mensagem que a companhia queria incutir em acionistas e funcionários. No primeiro trimestre, o Wal-Mart repetiu o lucro obtido no mesmo período do ano passado (US$ 3 bilhões), e o desafio é manter a equipe motivada e convencer os clientes de que estão fazendo sempre o melhor negócio.
No Brasil, onde ocupa a terceira posição no ranking do varejo, a meta é investir R$ 1,6 bilhão neste ano, o que inclui a abertura de 90 lojas -para se somar às mais de 340 que já existem-, com expansão focada nas bandeiras Todo Dia e Maxxi, direcionadas ao público de baixa renda. No primeiro trimestre, ante igual período de 2008, a companhia teve expansão de 7,6% nas vendas -acima da média de 6,8% nas operações internacionais.
O presidente do Wal-Mart Brasil, Héctor Núñez, destacou o bom resultado do comércio eletrônico, iniciado em outubro. "Estamos mais de 18 meses à frente do plano", disse, referindo-se às metas de lucro do site, mas sem revelar números.

Governo pode investigar cartel no setor de cartões

Reporta Marcio Aith, na Folha de S. Paulo, que o governo planeja mudar as leis e as portarias que regulam o mercado de cartões de pagamento no país. E poderá ser investigada a existência de cartel entre as duas empresas que dominam o setor -a VisaNet, que detém a exclusividade para credenciar a bandeira Visa, e a Redecard, que monopoliza a licença da bandeira MasterCard. A ações serão resultado de um amplo estudo sobre o setor, estudo foi feito pelo Banco Central, pela Secretaria de Direito Econômico (do Ministério da Justiça) e pela Secretaria de Acompanhamento Econômico (da Fazenda).
O levantamento concluiu que o mercado brasileiro de cartões é extremamente concentrado, impede a entrada de novos participantes e, por isso, precisa passar por profunda reformulação para repassar ganhos de escala e beneficiar a economia como um todo.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Varejo e fabricantes dos EUA respondem a blogs

Reporta Anne D'Innocenzio, no Kansas City Star, que os varejistas e grandes fabricantes dos EUA estão atentos aos blogs criados por consumidores desde o início da crise financeira como um meio de adaptar suas estratégias de venda a uma nova realidade no consumo. Melissa Garcia (foto ao lado), que mantém o blog ConsumerQueen, tem 30.000 leitores mensais -- seu estilo direto e irônico é um dos atrativos do site. Erin Chase é outra blogueira que escreve o site $5 Dinners, cujo foco são refeições que custam no máximo 5 dólares. Erin começou a escrever inspirada na necessidade de alimentar sua família em tempos de cinto apertado -- ela tem dois filhos, de 2 e 3 anos. Além de darem dicas sobre ofertas e descontos, "mães blogueiras" como Melissa e Erin usam seus blogs para reclamar de produtos caros, de promoções mal direcionadas, de ofertas enganosas ou frustrantes. E as empresas estão lendo essas mensagens com enorme atenção e até preocupação.
No atual período de recessão, esses blogs escritos por donas de casa e consumidores comuns são o termômetro mais sensível dos erros e acertos dos varejistas e marcas de consumo. Empresas como Wal-Mart, Procter & Gamble, Gap, Old Navy e várias outras estão dedicando tempo e pessoal para acompanhar essa explosão de blogs de consumidores, e tentar oferecer soluções e respostas para as reclamações mais frequentes.

Loja “verde” do Pão de Açúcar completa um ano

Segundo o Supermercado Moderno, o Pão de Açúcar Indaiatuba, concebido para ser o primeiro supermercado “verde” do Brasil, completa um ano neste domingo. No período, foram integradas à operação da loja mais de 60 iniciativas de responsabilidade sócioambiental. Alguns números divulgados pelo GPA (Grupo Pão de Açúcar) mostram que foram vendidas 2.580 sacolas retornáveis e recebidas mais de 20 mil embalagens para reciclagem. Houve também redução de 38% no consumo mensal de energia elétrica, e de 27% no de água.

Número de clientes que usam internet banking sobe 9,1%

Segundo nota da Folha de São Paulo, o número de clientes dos bancos que fazem transações pela internet cresceu 9,1% no ano passado e atingiu 32,5 milhões, o equivalente a 75% dos 43 milhões de internautas no país, segundo o Ibope NetRatings.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Wal-Mart se livra do excesso de papelada com BPO

Segundo nota do TI Inside Outsourcing, a rede Wal-Mart transferiu a responsabilidade do gerenciamento da papelada gerada por documentos fiscais, trabalhistas, dentre outros, para a Keepers Brasil - empresa especializada em BPO. Hoje, a rede de supermercados ocupa cerca de 80 mil caixas para guardar sete milhões de bobinas.
Se tivesse que armazenar em arquivo próprio, precisaria investir R$ 1,5 milhão em infraestrutura, contratar ao menos 40 profissionais, manter uma área de cinco mil metros quadrados e gastar continuamente em tecnologia e logística. Por baixo, o gerenciamento apenas desta montanha de papéis custaria cerca de R$ 300 mil por mês. Com a ação adotada – também utilizada nos Estados Unidos e demais países onde atua – a rede conseguiu reduzir em 60% seu custo mensal na área.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Governo regulamenta produção de alimentos orgânicos

Segundo nota do site Supermercado Moderno, os produtores de alimentos orgânicos deverão se adaptar às deliberações conjuntas do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento e do Ministério da Saúde publicadas no Diário Oficial da União do último dia 29 de maio. O texto foi noticiado em Brasília num dos eventos ligado à Semana Nacional de Alimentos Orgânicos, encerrada no último dia 28. Os produtores terão até o final do ano para se ajustar às regras.
A procura por esses alimentos aumenta a cada ano. Nas unidades do Rio Grande do Sul do gigante Wal-Mart – bandeiras BIG e Nacional – as vendas de orgânicos na mercearia cresceram 22% em um ano. Para acompanhar a demanda, os supermercados ampliaram a oferta dos produtos sem agrotóxicos em 15%. Os produtos são de 20% a 40% mais caros que as versões normais.
(Fonte: Agência Brasil e Zero Hora)

Recessão pode ter efeito permanente nos hábitos de consumo

Reporta Nat Ives, no Advertising Age, que a recessão nos EUA causou a perda de emprego para 5,7 milhões de pessoas, enquanto 16% dos assalariados sofreram redução nos salários (de acordo com dados do Bureau of Labor Statistics). A situação financeira mais difícil está causando grandes mudanças nos hábitos de consumo: as pessoas gastam menos dinheiro com roupas novas, deixam de comer em restaurantes, cancelam assinaturas de TV a cabo e fazem por conta própria tarefas que antes eram serviços contratados. São atitudes esperadas e normais, diante de um orçamento mais apertado.
Porém, as empresas de varejo e os fabricantes estão preocupados que a crise cause um efeito psicológico de grande duração nos consumidores, que perdure mesmo depois do final da recessão. A frugalidade forçada pela falta de dinheiro pode se tornar uma atitude permanente.
Varejistas como Home Depot e Whole Foods e grandes fabricantes/anunciantes como a Procter & Gamble estão preocupados com o declínio nas vendas, especialmente de itens mais caros. A.G. Lafley, chairman da P&G, disse no final de maio que acredita que boa parte das vendas não deve se recuperar no futuro, porque o o consumidor mudou seu padrão de compras. O consumidor está usando mais a internet (blogs e sites sociais em particular) para se informar sobre ofertas e produtos mais baratos, e planeja melhor suas compras.
A percepção da indústria é que a recessão fará surgir um consumidor mais prudente e econômico, com menos inclinação para compras de impulso e mais cauteloso com o cartão de crédito. Os varejistas e fabricantes terão de se adaptar a esse novo consumidor -- reduzindo preços, oferecendo linhas mais econômicas de produtos e criando estratégias para atrair esse cliente mais relutante em separar-se de seu dinheiro.

Safeweb e SafeNet fecham parceria para oferta de gestão de NFe

A SafeNet anunciou um acordo de parceira tecnológica com a empresa gaúcha Safeweb, desenvolvedora da solução web service Safeweb eNota, para gestão de Notas Fiscais Eletrônicas (NFe) de produto. Com a parceria, o HSM (Hardware Security Module) Protect Server External passa a ser ofertado como parte integrante da solução garantindo a segurança do processo de emissão de NFe. O equipamento simplifica a integração e instalação em diferentes plataformas e aplicativos, salvaguardando as chaves criptográficas para assinaturas digitais.

domingo, 31 de maio de 2009

Classe C vira grande vedete do consumo no Brasil

Reportam Ocimara Balmant e Rafael Balsemão, na Revista da Folha, que os trabalhadores com renda individual de até R$ 1.500 se tornaram a classe consumidora de maior destaque nos últimos anos. Esses "consumidores emergentes" gastam boa parte do salário com roupas, aparelhos tecnológicos e educação. Eles correspondem a 52,7% da população da Grande São Paulo (eram 42,5% em 2003) e estão na mira de empresas de diferentes segmentos e da publicidade.
Principalmente em tempos de crise, quando mantiveram o seu poder de compra, ao contrário das classes A e B, as mais afetadas pelos abalos na economia mundial. "A classe C está um pouco mais comedida, mas não deixou de comprar", afirma Marco Quintarelli, consultor especializado em varejo.
Para ser eficaz, a propaganda dirigida à classe C não deve usar termos em inglês e precisa focar os detalhes técnicos do produto. É um erro não caprichar na apresentação visual, mas nada de exagerar na sofisticação.
"Vender para a classe C não é simplificar o discurso", explica Mari Zampol, da CO.R Inovação, agência de tendências que "mapeou" o comportamento de consumo de famílias paulistanas com renda entre R$ 1.115 e R$ 4.807, universo que compõe a classe C, segundo parâmetros definidos pela FGV. "É preciso descobrir e respeitar seus valores."
O primeiro mito a ser derrubado: não é o mais barato que importa. Trata-se de um comprador informado, que sabe detectar o que é bom e investe pesado se julgar que compensa. Pode gastar em um produto até mais do que ganha.

Maior prestadora de serviços de alimentação da Espanha prepara chegada ao Brasil


Reporta Adriana Mattos, na IstoÉ DINHEIRO que o grupo espanhol Áreas decidiu abrir os seus primeiros restaurantes, cafeterias e pequenos supermercados no Brasil até meados de 2010. Existe a possibilidade de a companhia instalar pontos próprios ou fechar parcerias com empresas brasileiras que já operam no segmento varejista, em postos e aeroportos. Os primeiros contatos começaram a ser feitos três anos atrás, mas o projeto não avançou. Na época, a expansão no mercado norte-americano acabou tornando-se prioridade para a companhia, com 1.165 estabelecimentos em nove países e receita em 720 milhões de euros.
Neste momento, há uma boa probabilidade de fechamento de acordos com grupos de distribuição de combustíveis, como Ipiranga e Petrobras, apurou a DINHEIRO. A empresa não comenta. Ainda há um segundo caminho possível. A espanhola pretende abrir lojas ou restaurantes nos aeroportos, mas para isso são necessárias licenças concedidas pela Infraero, órgão do governo que administra a atividade aeroportuária.
No ano passado, a receita bruta da Áreas cresceu menos de 2% (contra uma média anual entre 9% e 10% desde 2002). E o quadro de funcionários teve a mais discreta expansão dos últimos dez anos. O pífio desempenho em mercados fortemente afetados pela crise global travou a operação. Em 2009, o grupo espera elevação de 10% na receita global.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Tablóides de ofertas são arma para o varejo

Reporta Fernando Salles, no Supermercado Moderno, que os tablóides de oferta são comuns em super e hipermercados de todo o Brasil. Bem trabalhados, eles cumprem perfeitamente sua função principal, a de atrair clientes à loja. “Para muitos supermercados, os jornais de oferta são a única forma de comunicação com o público fora da loja. Por isso, além de bonitos e bem diagramados, devem ser cuidadosamente planejados”, afirma José Carmo de Oliveira, consultor do Sebrae/SP. Por planejamento cuidadoso, entenda-se pesquisar as preferências do público-alvo, negociar corretamente com as indústrias os produtos ofertados e definir a periodicidade da publicação.

Fusão no varejo de brinquedos nos EUA

Reporta Yinka Adegoke, na Reuters, que a gigante do varejo de brinquedos Toys R US anunciou a compra das tradicionais lojas FAO Schwarz. O valor da negociação não foi revelado. A Toy R Us disse que vai manter a independência das operações da FAO Schwarz, nas lojas em Nova York e Las Vegas.
A FAO Schwartz, fundada em 1862, é considerada a mais antiga loja de brinquedos nos EUA. A Toys R Us opera 1.500 lojas em 33 países, além dos sites eToys.com, babyuniverse.com, Toys.com e ePregnancy.com.

Anunciantes usam menos direct mail nos EUA

Reporta Diego Vasquez, no Media Life Magazine, que o setor de direct mail é mais uma mídia de publicidade a sofrer com o impacto da internet nos EUA. Segundo estudo da Borrell Associates, o uso de mala direta como publicidade deve cair 39% nos próximos cinco anos, caindo de US$ 49,7 bilhões em 2008 para US$ 29,8 bilhões em 2013. O investimento dos anunciantes nesse tipo de meio publicitário ficará atrás da internet, TV aberta e jornais impressos. Em contrapartida, a publicidade por email (em campanhas cuidadosamente desenvolvidas para não serem confundidas com spam) deve crescer de US$ 12,1 bilhões em 2008 para US$ 15,7 bilhões este ano. A publicidade local via email deve atingir US$ 2 bilhões este ano.

E-commerce movimenta US$ 190 milhões no Brasil em 2008

Reporta Victor Hugo Cardoso Alves, no TI Inside, que no ano passado, o comércio eletrônico brasileiro movimentou aproximadamente US$ 190 milhões em transações financeiras, segundo dados da 11ª edição da Pesquisa de Comércio Eletrônico no mercado brasileiro, realizada pelo Centro de Tecnologia e Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (EAESP-FGV). Deste total, US$ 140 milhões foram provenientes de negócios entre empresas (B2B), o que representou um crescimento de 18% na comparação com 2007. Já as transações entre empresas e consumidores (B2C), totalizaram US$ 50 milhões, o que significou alta de 31%.
De acordo com o estudo, o valor transacionado no comércio eletrônico entre empresas representa cerca de 58,32% do mercado total, enquanto que os negócios entre empresas e consumidores respondem por 25,12%. Os números representam um incremento no e-commerce em relação a 2007, já que eram de cerca de 50% e de 20%, respectivamente.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Consumidores prontos para o consumo via celular

Reporta Mike Shields, no Mediaweek, que os consumidores dos EUA estão cada vez mais confortáveis com a idéia de comprar produtos através de aparelhos móveis como celulares e smartphones. Um estudo recente da Harris Interactive indica que os jovens e os homens são os consumidores mais inclinados a usar essa tecnologia para fazer compras.
A pesquisa foi encomeda pela empresa de segurança de cartões de crédito Billing Revolution. A Harris entrevistou 2.029 adultos no final de abril, dos quais 1.883 possuiam um telefone móvel (93%). Cerca de 45% dos consultados disseram que acham as compras via celular "relativamente seguras", enquanto 26% acham o meio "totalmente seguro".
Os jovens parecem mais dispostos a fazer compras pelo celular: 59% dos entrevistados na faixa entre 18 e 34 anos disseram achar seguras as compras por celular, comparado com apenas 34% da faixa acima de 55 anos. E 50% dos homens têm essa opinião, comparado com 39% das mulheres.
Os representantes da Billing Revolution acreditam que a pesquisa indica que o m-commerce deve crescer consideravelmente no futuro próximo, especialmente com a nova geração de smartphones (como o iPhone da Apple e outros).

terça-feira, 26 de maio de 2009

CircuitCity.com volta a funcionar

Segundo nota do Minneapolis/St. Paul Business Journal, a rede varejista Circuit City foi à falência no começo do ano, mas suas operações de comércio eletrônico vão voltar a existir. A Systemax Inc. anunciou a compra dos negócios de e-commerce da marca e planeja competir com outros varejistas online do setor de eletroeletrônicos. A Systemax também já havia comprado o TigerDirect.com e o CompUSA, o que torna a empresa uma das maiores do setor na internet.

Wal-Mart gera economia de R$ 22 milhões em genéricos

Segundo nota do portal APAS, o programa de medicamentos genéricos do Wal-Mart Brasil completa em junho dois anos de atuação, registrando economia de R$ 22 milhões aos consumidores, nas 183 farmácias da rede espalhadas pelo País. Mais de 500 medicamentos são oferecidos ao preço máximo de R$ 9,90. Segundo dados da Pró Genéricos - Associação das Indústrias de Medicamentos Genéricos, o mercado apresentou incremento nas vendas de 19% no primeiro trimestre deste ano, ante o mesmo período de 2008. Nas drogarias do Wal-Mart, a alta foi de 40% em todo o Brasil. A Região Sudeste foi a que registrou o melhor desempenho, com vendas 152% superiores às de 2008, seguido pela Região Sul, com 50%, e o Nordeste, com 37%.

Feira de setor de supermercados cresce, apesar da crise

Reporta Cristiane Marsola, no Propaganda & Marketing, que o 25º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados, a Apas 2009, recebeu um público de 70,5 mil pessoas, o que representa um aumento de 12,8% em relação à edição anterior, no ano passado. A feira aconteceu no Expo Center Norte, em São Paulo, entre os dias 18 e 21 de maio, em uma área de 68 mil metros quadrados, 6 mil metros quadrados a mais que a área usada em 2008. “Conseguimos superar todos os resultados do ano passado, apesar da crise. A Apas cresceu em qualidade, principalmente”, disse João Sanzovo Neto, presidente da Apas (Associação Paulista de Supermercados).
Entre os atributos procurados em uma loja pelos consumidores, segundo pesquisa da Latin Panel, estão a limpeza (100%), organização (98%), atendimento (98%), oferta de produtos (97%), sinalização de preço (98%) e rapidez no caixa (95%). No entanto, apenas 19% estão muito satisfeitos com a limpeza das lojas que frequentam, 13% com a organização, 16% com o atendimento e com a oferta de produtos, 11% com sinalização de preço e 12% com a rapidez no caixa.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Sharp pode voltar a fabricar eletrônicos no Brasil


Informa Roberta Namour, na IstoÉ Dinheiro, que depois de muitos tropeços e nove anos ausente das prateleiras, a Sharp do Brasil quer (e precisa) voltar. Foram três diferentes tentativas de reiniciar a produção local e finalmente os primeiros equipamentos produzidos no Brasil começam a reaparecer no varejo. A princípio, empresas terceirizadas são responsáveis pela fabricação, mas a primeira unidade, possivelmente na Zona Franca de Manaus, pode ser inaugurada em breve. "De acordo com a demanda do mercado nacional, a companhia estudará a implantação de uma fábrica própria", disse Guilherme Coletti, diretor-executivo da Divisão de Produtos de Consumo da Sharp. A responsável pelo retorno da Sharp ao Brasil é a MPE, uma empresa criada pela japonesa Mitsui & Co Ltda. (80%) e pela Mitsui Brasileira Importação e Exportação S.A. (20%), que obtiveram da Sharp Corporation a representação da marca no País.

Grandes embalagens atraem o consumidor

Segundo nota publicado no Supermercado Moderno, está cada vez mais comum encontrar produtos em versões maiores que as usuais nos supermercados. Um estudo da Nielsen mostra que no primeiro trimestre deste ano, os pacotes de cerveja em lata com 18 unidades (seis a mais que o regular) tiveram 33% de aumento nas vendas. Os pacotes com 15 latas venderam 9% a mais e os com 24 unidades, 15%. Já os regulares, com 12 latas, permaneceram estáveis.
Acompanhando a nova tendência, a AmBev vem lançando uma série de embalagens econômicas, como a Skol e a Brahma de 1 litro. Nos refrigerantes, a companhia colocou no mercado as versões Guaraná Antarctica e Pepsi em garrafas de 3,3 litros. Já a Danone está ampliando a oferta de iogurtes em potes de 900 ml e também em bandejas com oito unidades. A Química Amparo, dona da marca Ypê, lançou recentemente seu detergente no garrafão de 5 litros, assim como o amaciante de roupas e o sabão em pó no pacote de 5 quilos. A Reckitt Benckiser também aderiu à onda da embalagem econômica. Há menos de um mês lançou o alvejante Vanish Líquido em frasco de 3 litros. Enquanto a embalagem tradicional, de 500 ml custa em média R$ 5, a nova sai por cerca de R$ 19. Para o consumidor, com o frasco maior, cada 500 ml do produto custaria R$ 3,16, com 36% de economia. (Fonte: Valor Econômico)

domingo, 24 de maio de 2009

Um caso exemplar do e-commerce


Na semana passada, ocorreu um interessante fenômeno na Amazon.com. Uma camiseta aparentemente ordinária, com uma estampa de três lobos uivando para a lua, chegou ao topo da lista de roupas mais vendidas pelo site, vencendo os tradicionais jeans e calçados esportivos.
O ponto de partida foi um comentário engraçado a respeito da estampa no site humorístico CollegeHumor.com, que se espalhou rapidamente pela Internet e levou centenas de pessoas a deixarem comentários na página da camiseta na Amazon.com. Os usuários começaram a dizer que a camiseta tinha mudado suas vidas, atraído sorte e mulheres, curado doenças e outros exageros cômicos. Os usuários podem votar nos produtos da Amazon.com e, em poucos dias, a camiseta (que custa entre US$ 7,65 e US$ 17,93) se tornou um absoluto hit de vendas. Na página, os comentários engraçados já são mais de 600.
E não parou por aí. Como legítimo fenômeno de Internet, a piada se expandiu e sofreu mutações. Montagens em photoshop começaram a pipocar em vários sites, com inúmeras variações dos lobos uivando para a lua. Assim, uma simples camiseta com uma estampa de gosto duvidoso se tornou um "hit", um item de colecionador para um determinado grupo demográfico. E nesse meio tempo, a Amazon.com fatura com as vendas.
Varejistas, publicitários, empresas de mídia e até órgãos públicos quebram a cabeça para conseguir se conectar de modo efetivo com o público online. A lição aqui é clara: qualquer pessoa ou grupo, usando apenas um computador com acesso à Web, pode alterar o equilíbrio do jogo e manipular o mercado, em sites onde o feedback dos usuários é determinante. E isso pode ocorrer tanto por lucro, como por diversão -- como parece ser este caso.
Segundo Tim Hwang, que organiza o ROLFcon, um evento e site dedicado a "memes" e fenômenos da Internet, esse tipo de ação cômica está crescendo cada vez mais. E os sites onde os usuários são convidados a votar ou dar notas são os alvo mais frequentes dessas brincadeiras. Às vezes, com resultados positivos para o varejista ou dono da marca. Outras nem tanto.
Segundo Josh Abramson, co-fundador do CollegeHumor, o sucesso da camiseta dos lobos é que ela é tão cafona que passa a ser considerada "cool". Um grande número de "hard users" de Internet tem atração especial por esse tipo de itens. O próprio CollegeHumor mantém uma loja online onde vende centenas de camisetas com frases e desenhos irônicos, que pode ser visitado no BustedTees.com. Detalhe: nenhuma das camisetas à venda no site faz tanto sucesso quanto os lobos uivando para a lua.
A camiseta é feita por uma empresa de New Hampshire, que diz não se importar com o fato de seu produto ter se tornado uma piada na Internet. Michael McGloin, diretor da confecção, diz que é "importante saber rir de si mesmo". Ele certamente está rindo com a explosão de vendas do item. A "Three Wolf Moon" está esgotada, e empresa se apressa para produzir um novo lote, além de novos motivos com lobos. McGloin diz que os lobos já estavam fazendo sucesso antes do fenômeno em si. "Talvez seja o ano do lobo", arrisca ele.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Nos EUA, o novo mantra são os "produtos de um dólar"

Reporta Theresa Howard, no USA TODAY, que as empresas de alimentos e varejistas dos EUA estão copiando uma lição das redes de fast-food para oferecer o maior número possível de itens que custam no máximo um dólar. Em um momento de recessão e controle de gastos, o Wal-Mart, a Kraft, Unilever e a Campbell estão usando o valor simbólico de US$ 1,00 como meio de atrair os consumidores.
Segundo Tom Vierhile, diretor de pesquisas da firma Datamonitor, esse valor tem forte apelo entre os consumidores, e a empresas estão criando um setor inteiro de consumo ao redor dele. Já Phil Lempert, especialista no setor de supermercados, observa que com produtos que custam no máximo um dólar é possível encher um carrinho de compras com pouco dinheiro, e isso tem um enorme efeito psicológico.
Cada empresa tem sua estratégia. A Kraft criou uma linha para "solteiros", onde vários produtos e refeições custam US$ 1. A Unilever está distribuindo milhões de cupons de descontos para seus produtos, que reduzem o preço de alguns itens para 85 cents. O Wal-Mart promove dezenas de itens alimentícios que custam cerca de um dólar, e são apresentados como "alternativa saudável" aos lanches. A Campbell está testando uma linha de sopas condensadas que custam US$ 1, em vez dos tradicionais US$ 1,59.

McDonald's vai testar ovos de galinhas criadas sem gaiola


Reporta David Sterrett, no Chicago Business, que a rede americana de lanchonetes McDonald's vai testar o uso de ovos de galinhas criadas em condições mais abertas do que as tradicionais granjas. Seriam os nossos populares "ovos caipiras". A Humane Society, equivalente americana da Sociedade Protetora dos Animais, está fazendo campanha junto aos acionistas do McDonald's para que eles votem a favor de ovos que venham de criações onde as galinhas não fiquem confinadas em gaiolas minúsculas, como é o padrão industrial nos EUA. A organização ressalta que o concorrente Burger King já usa ovos caipiras há dois anos, e outras grandes redes de restaurantes também adotaram essa postura. A Humane Society defende que os ovos de galinhas criadas mais livremente são mais saudáveis para o consumo.
O McDonald's informou que vai realizar testes sobre o uso desses ovos em parceria com acadêmicos, com a corporação Cargill e com a Associação de Medicina Veterinária dos EUA.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Fecomercio-SP e ACSP discordam sobre cadastro positivo

Reporta Gladys Ferraz Magalhães, no InfoMoney, que as principais instituições de representatividade do comércio paulista não avaliam da mesma forma o texto sobre o Cadastro Positivo, aprovado na última terça-feira (19) pela Câmara dos Deputados. Para a ACSP (Associação Comercial de São Paulo), o projeto aprovado pela Câmara tem diversos pontos negativos."É lamentável que, depois de mais de um ano de discussões, seja aprovado um texto como este, cheio de absurdos. Caso eles sejam retirados pelo Senado, aí sim, será uma ferramenta importante", avalia o economista chefe e superintendente institucional da Associação, Marcel Solimeo.
Um dos pontos mais criticados pelo economista é a necessidade, quando da inclusão de dados sobre inadimplência, de comunicação prévia, por escrito e com aviso de recebimento, ao consumidor, se a transação for com o setor privado. Solimeo acredita que a medida estaria, na realidade, inviabilizando o cadastro negativo, em vez de criar um cadastro positivo.
Já o economista da Fecomercio-SP (Federação do Comércio do Estado do São Paulo), Fábio Pina, acredita que é melhor ter um cadastro positivo nestas condições do que nenhum. Na visão dele, a não inclusão das contas públicas e dos débitos menores do que R$ 60 farão falta, mas não são imprescindíveis.
Para entrar em vigor, o Cadastro Positivo ainda precisa ser analisado pelo Senado e, se não houver mudanças, deve aguardar ser sancionado pelo Presidente da República.

Mercearia faz parte de shopping "verde" na Carolina do Sul

Reporta Warren Wise, no The Post and Courier de Charleston, que a mercearia da rede Harris Teeter em Mount Pleasant será um modelo de construção eco-amigável. A loja faz parte do primeiro shopping center no estado da Carolina do Sul a ser certificado pelo programa Leadership in Energy and Environmental Design (LEED) do Green Building Council.
A loja da Harris Teeter foi construída com materiais reciclados, tem privadas de baixo consumo de água, iluminação econômica e novos métodos de refrigeração.
O shopping terá um amplo acompanhamento de itens de sustentabilidade, incluindo o paisagismo, prevenção à poluição, controle de qualidade do ar, eficiência energética, reciclagem e uso de materiais renováveis.

Pequeno varejo cresce na web brasileira, diz estudo

Segundo nota do Advillage, o último levantamento da e-bit aponta que o comércio eletrônico nacional faturou R$ 2,3 bilhões no 1° trimestre de 2009, um crescimento nominal de 25% em comparação ao mesmo período de 2008.
Levantamento comparativo sobre a participação no mercado do 1° trimestre de 2009 em relação ao 1° trimestre de 2008 aponta que os dez maiores varejistas perderam 6,45 pontos percentuais. Em contrapartida, o “long tail”, que engloba pequenas e médias varejistas, ganhou 1,62% de participação.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Compras virtuais, resultados reais

Reporta Todd Wasserman, no BrandWeek, que os varejistas e fornecedores estão usando cada vez mais aplicativos de realidade virtual para testar os ambientes de compras e o comportamento dos consumidores. Há anos, empresas como Procter & Gamble, Frito-Lay e ConAgra usam simulações de lojas para avaliar hábitos de compras.
Agora, com a queda no custo dessas tecnologias de realidade virtual, empresas menores também estão usando simulações de lojas e supermercados em seus estudos sobre consumo.
A firma de pesquisas IRI, sediada em Chicago, contratou a empresa de software Vision Critical para criar uma representação muito aproximada do interior de uma loja do Wal-Mart, com produtos específicos nos corredores e seções. A IRI usou um painel de cerca de 60.000 participantes para avaliar o que chama a atenção dos consumidores nas gôndolas e prateleiras. A simulação permite o registro de cliques, que podem contados depois, e a indicação de "áreas quentes" na loja. A simulação ajuda a melhorar a disposição de mercadorias e a planejar promoções. Fazer testes de produtos numa loja de verdade seria muito caro e consumiria muito tempo. Já o preço de uma simulação em realidade virtual pode variar entre US$ 30.000 a cerca de US$ 1 milhão. Mas os dados podem representar uma economia muito maior para os fornecedores e para os varejistas.

50% dos consumidores online cancelam compra se meio preferido de pagamento não estiver disponível

Segundo o Retail Technology Review, várias lojas online estão perdendo negócios por não oferece uma variedade suficientemente ampla de meios de de pagamentos aos clientes. A conclusão é de um novo estudo da ClickandBuy, uma empresa de pagamentos online.
A pesquisa foi conduzida pela firma YouGov, que entrevistou 2.000 consumidores adultos no Reino Unido. 50% dos entrevistados disseram que se o site de compras não oferecer seu sistema preferido de pagamento, eles abandonam as compras. 40% dos entrevistados disseram que se sentem mais confortáveis comprando em sites de e-commerce que ofereçam uma ampla variedade de meios de pagamento, em vez daqueles que ofereçam apenas um sistema.

Varejo eletrônico cresce 25% no País

Segundo informa o SM, o comércio eletrônico nacional faturou R$ 2,3 bilhões no 1° trimestre do ano. Isso corresponde a um crescimento nominal de 25% em comparação ao mesmo período de 2008, conforme o último levantamento da e-bit (empresa de pesquisas sobre vendas pela internet).
Levantamento comparativo sobre a participação no mercado do 1° trimestre de 2009 em relação a iguais meses de 2008 aponta que os dez maiores varejistas perderam 6,45 pontos percentuais de participação. Em contrapartida, o “long tail”, que engloba pequenas e médias varejistas, ganhou 1,62% em market share. Isso comparando o mesmo período analisado.

Estudo aponta aumento de consumo em 2008

Segundo o portal Supermercado Moderno, uma pesquisa realizada pela LatinPanel e GfK mostra que o consumo médio das famílias brasileiras nos supermercados aumentou em 13% em comparação com 2007. Em valor, gastaram em média de R$ 397,33 por mês no canal. Entre as categorias de produtos, o maior desembolso foi com alimentação – cerca de 74% das despesas. Higiene e beleza representaram 15%; as bebidas, 6%; e limpeza, 5%.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Wal-Mart reformula área de eletrônicos nos EUA

Reporta Miguel Bustillo, no Wall Street Journal, que a rede Wal-Mart está reformulando os departamentos de produtos eletrônicos em mais de 3.500 lojas nos EUA. A ação é para combater o crescimento de concorrentes como Best Buy e Amazon.com, que brigam por uma fatia maior desse mercado depois da falência da rede Circuit City Stores.
Os novos departamentos de eletrônicos do Wal-Mart serão mais espaçosos e atraentes, com grande destaque para os novos lançamentos de celulares e computadores portáteis, e com corredores dedicados a marcas mais populares, como Nintendo e Apple.

Dona do Submarino e Americanas.com enfrenta novos desafios

Reporta Adriana Mattos, na IstoÉ Dinheiro, que a Holding B2W engloba negócios como Americanas.com, Submarino e Shop Time – e tem em sua linha de frente os inseparáveis Carlos Alberto Sicupira, Marcel Telles e Jorge Paulo Lemann. Pouco antes de a crise global congelar planos e travar investimentos, a imprensa divulgou o plano de internacionalização da marca. A primeira parada seria o México. Mas os latinos terão de esperar. A B2W enfrenta a sua hora da verdade. Pela primeira vez, a B2W perdeu mercado – quase cinco pontos de market share em 2008. Sua receita subiu 23,5%, mas o mercado se expandiu 30%. A participação caiu de 44,8% para 39,5% – o que significa que deixou de incorporar R$ 410 milhões à sua receita anual.
Em 2009, a B2W prevê crescimento de 8% a 18%. O problema é que analistas estimam que o mercado saltará 25%. Ou seja, a líder do comércio eletrônico pode perder mais participação de mercado. Para piorar, um novo (e preocupante) dado chegou aos ouvidos dos executivos da holding nas últimas semanas. Juntas, Wal-Mart e Casas Bahia, ao lado de Extra, Ponto Frio, Magazine Luiza e Saraiva, têm potencial para chegar a uma participação de mercado de 30% em 2009, conforme calculou o Bradesco.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Imagens projetadas em fumaça



A empresa FogScreen criou uma tecnologia que usa uma "tela" de fumaça e vapor para projetar imagens, criando uma inovadora plataforma para a publicidade e promoções. Veja mais no site da empresa.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Coca-Cola lidera ranking que calcula valor segundo emoções do consumidor

Segundo nota da Propaganda & Marketing, aA Sart Dreamaker divulgou a primeira edição do BrandTouch 09, um estudo que revela as 75 marcas mais valiosas do mercado brasileiro com base no Índice de Conexão Humana das Marcas (ICHM). O ranking traz marcas de diversos segmentos. A Coca-Cola, que está incluida em Alimentos & Bebidas, ficou em primeiro lugar, seguida por Nestlé, Sadia, Natura, Rede Globo e McDonalds. Depois de dois anos de estudos, planejamento e uma série de conversas com filósofos, antropólogos e empresários, a empresa lançou, em janeiro de 2009, o Índice de Conexão Humana da Marca (ICHM) como uma nova forma de medir o impacto desse ativo levando em consideração, entre outros critérios, as respostas emocionais relacionadas às marcas.
Os ICHMs apresentados pelas 10 marcas mais valiosas foram: Coca-Cola (82,05); Nestlé (77,53); Sadia (75,13); Natura (73,59); Globo (72,75), McDonald’s (68,64); Adidas (67,36); Danone (67,19); O Boticário (65,79) e Brastemp (65,21).

Vendas no varejo sobem 3,8% no trimestre, diz IBGE

Reporta Cirilo Junior, na Folha Online, que as vendas no comércio varejista em março cresceram 0,3%, na comparação com fevereiro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo o IBGE, o resultado de março indica desaceleração no ritmo de crescimento das vendas do setor, após aumentos a taxas acima de 1% nos dois primeiros meses de 2009.
A desaceleração das vendas no comércio varejista em março não aponta uma tendência de queda, segundo o coordenador da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), Reinaldo Pereira. Segundo ele, a alta de 1,8% em relação a igual período em 2008, a pior desde novembro de 2003, teve influência decisiva do calendário, já que no ano passado, a Páscoa foi celebrada em março, e este ano, em abril.
'Acredito que o resultado poderia ter sido um pouco melhor se não fosse o efeito calendário. As vendas de hiper e supermercados foram fracas, e puxaram o resultado para baixo', afirmou Pereira.
Segundo a PME, as vendas de hiper e supermercados cresceram apenas 0,7% em relação a março de 2008, desempenho bem inferior ao que fora constatado em janeiro (7%) e fevereiro (5,7%). Em relação a fevereiro, as vendas deste segmento ficaram estáveis, após elevação de 2,4% no mês anterior.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Loja automatizada da ZoomSystems



Um interessante conceito de atendimento automatizado, para lojas de conveniência e eventos. Veja mais no site da empresa.

Agência Barrows abre operação no Brasil

Informa o Meio & Mensagem que a agência sul-africana Barrows TradeShop escolheu o Brasil para ser a sede do seu primeiro escritório na América Latina. A nova unidade é a quarta operação da agência, que já está presente na Turquia, no Reino Unido e na própria África do Sul. A Barrows é especializada em ações em pontos de venda (POS).
Em 15 anos de existência, a agência já realizou ações para clientes como KFC, GM, Coca-Cola, Kellogg's, Puma, Phillips Morris, entre outras. Para estrear as operações nacionais, a Barrows TradeShop será a responsável pela ações de ponto-de-venda da Unilever, parceria global da agência.

Softwares pretendem "analisar sentimentos" dos consumidores

Segundo nota da Folha Online, um novo tipo de rastreamento ganha força internet --e promete compreender o conteúdo emocional daquilo que se escreve. Essas ferramentas de "análise de sentimentos", segundo o site da revista NewS cientist, são um ramo da ciência da computação, que está "ensinando" os computadores para compreensão, tão bem quanto os próprios humanos, de sentimentos expressos no texto. As aplicações desse tipo de tecnologia já estão sendo realizadas, afirmam as empresas.
Os primeiros a adotar essas ferramentas são os proprietários de grandes marcas -- "em um mundo no qual as reputações de empresas são afetadas por blogs de clientes tanto como pelas campanhas de publicidade", lembra o site. Um pequeno, mas crescente, grupo de empresas desenvolve ferramentas que possam rastrear blogs e comentários on-line, a partir da medição sobre a resposta emocional provocada pela empresa ou pelos seus produtos.