Segundo reporta Eyk Henning, no WSJ.com, a loja Amazon.com anunciou a compra do site espanhol BuyVip por cerca de US$ 96,5 milhões. A BuyVip vende pontas de estoques de marcas de luxo como Dolce & Gabbana, Louis Vuitton ou Levi's, com grandes descontos. A empresa não compra as peças diretamente, mas funciona como agente entre as marcas e os consumidores, usando seus canais de venda online e distribuição. A BuyVip teve vendas de 60 milhões de euros em 2009 e deve atingir 130 milhões de euros este ano. O site era controlado por um consórcio de firmas de capital, incluindo o braço financeiro do conglomerado alemão Bertelsmann.
Também nesta semana, o site Privalia, que concorre com o BuyVip na Espanha, anunciou um financiamento de US$ 95 mihões liderado pela General Atlantic Partners, e planos de comprar concorrentes menores na Europa.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Amazon cria "vitrine" no Facebook
De modo relativamente discreto, a mega-loja online Amazon.com criou um canal de vendas na maior rede social do mundo, o Facebook. Desde a semana passada, a Amazon passou a vender fraldas Pampers da fabricante Procter & Gamble em uma página no Facebook. A página da Pampers no Facebook agora tem um link "compre agora" -- se o usuário quiser comprar fraldas, basta clicar e usar sua conta registrada na Amazon.
Pode parecer mais uma ação comum no mundo online, mas na verdade é um passo muito significativo na integração entre dois dos endereços mais populares na internet. Na opinião de vários analistas do setor, essa parceria define o horizonte estratégico do varejo eletrônico nos próximos anos, e abre caminho para várias iniciativas similares.
Segundo Colin Sebastian, analista de varejo da empresa financeira Lazard, essa associação entre a Amazon e o Facebook é a ponta de lança para uma grande fonte de faturamento para a rede social.
Inicialmente, o Facebook não está ganhando percentagens nem da Amazon nem da Procter & Gamble. Mas Sebastian observa que o Facebook também teve paciência com a empresa de jogos online Zynga, criadora de jogos mundialmente populares como Farmville e Mafia Wars. Depois de anos sem cobrar, o Facebook criou um acordo com a Zynga para ganhar uma parte do rendimento dos jogos.
O mesmo deve ocorrer nesta tendência do e-commerce, e não apenas no Facebook. Como os sites sociais se tornaram a maiores estrelas da web atual, aumenta o número de varejistas e fabricantes que buscam vender seus produtos através de parcerias com essas redes. O Facebook e seus concorrentes estão muito bem posicionados para ganhar com as vendas realizadas em suas páginas, que tem o potencial de atingir dezenas, ou centenas de milhões de usuários. Além disso, o Facebook ganha com o aumento em anúncios e campanhas de marketing criadas especificamente para seu espaço.
Na verdade, os sites sociais estão faturando com uma variedade crescente de opções. Como líder absoluto nessa categoria, o Facebook dá alguns exemplos interessantes de ações comerciais:
* Search ads -- os cliques no botão "curtir" do Facebook criam uma hierarquia de sites, que é similar (e concorrente) ao Pagerank do Google.
* Créditos do Facebook em jogos -- graças a jogos muito populares como o Farmville da Zynga, esses créditos podem representar até um terço do faturamento do Facebook em 2010.
* Pagamentos de sites de -e-commerce através do Facebook -- se o cartão de crédito do usuário estiver cadastrado, ele pode pagar através do Facebook, sem precisar passar pelo processo de checkout da loja online.
* Cupons e promoções locais -- o Facebook acaba de lançar uma função de "check-in" chamada "Places". A empresa de compras sociais Groupon (que tem filiais até no Brasil) usa essa função para indicar que comerciantes locais dão descontos e cupons quando há um número suficiente de interessados.
* Publicidade de marcas -- as grandes marcas gostam do Facebook porque ele atrai um grande número de usuários para suas páginas. Se um usuário "curtir" uma campanha, ela pode se espalhar automaticamente para toda a lista de amigos desse usuário, com muitos resultados positivos.
Pode parecer mais uma ação comum no mundo online, mas na verdade é um passo muito significativo na integração entre dois dos endereços mais populares na internet. Na opinião de vários analistas do setor, essa parceria define o horizonte estratégico do varejo eletrônico nos próximos anos, e abre caminho para várias iniciativas similares.
Segundo Colin Sebastian, analista de varejo da empresa financeira Lazard, essa associação entre a Amazon e o Facebook é a ponta de lança para uma grande fonte de faturamento para a rede social.
Inicialmente, o Facebook não está ganhando percentagens nem da Amazon nem da Procter & Gamble. Mas Sebastian observa que o Facebook também teve paciência com a empresa de jogos online Zynga, criadora de jogos mundialmente populares como Farmville e Mafia Wars. Depois de anos sem cobrar, o Facebook criou um acordo com a Zynga para ganhar uma parte do rendimento dos jogos.
O mesmo deve ocorrer nesta tendência do e-commerce, e não apenas no Facebook. Como os sites sociais se tornaram a maiores estrelas da web atual, aumenta o número de varejistas e fabricantes que buscam vender seus produtos através de parcerias com essas redes. O Facebook e seus concorrentes estão muito bem posicionados para ganhar com as vendas realizadas em suas páginas, que tem o potencial de atingir dezenas, ou centenas de milhões de usuários. Além disso, o Facebook ganha com o aumento em anúncios e campanhas de marketing criadas especificamente para seu espaço.
Na verdade, os sites sociais estão faturando com uma variedade crescente de opções. Como líder absoluto nessa categoria, o Facebook dá alguns exemplos interessantes de ações comerciais:
* Search ads -- os cliques no botão "curtir" do Facebook criam uma hierarquia de sites, que é similar (e concorrente) ao Pagerank do Google.
* Créditos do Facebook em jogos -- graças a jogos muito populares como o Farmville da Zynga, esses créditos podem representar até um terço do faturamento do Facebook em 2010.
* Pagamentos de sites de -e-commerce através do Facebook -- se o cartão de crédito do usuário estiver cadastrado, ele pode pagar através do Facebook, sem precisar passar pelo processo de checkout da loja online.
* Cupons e promoções locais -- o Facebook acaba de lançar uma função de "check-in" chamada "Places". A empresa de compras sociais Groupon (que tem filiais até no Brasil) usa essa função para indicar que comerciantes locais dão descontos e cupons quando há um número suficiente de interessados.
* Publicidade de marcas -- as grandes marcas gostam do Facebook porque ele atrai um grande número de usuários para suas páginas. Se um usuário "curtir" uma campanha, ela pode se espalhar automaticamente para toda a lista de amigos desse usuário, com muitos resultados positivos.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Amazon cria canal de vendas no Facebook
Reporta Eric Engleman, no TechFlash, que a Amazon.com deu um passo significativo no chamado "social commerce", que é o uso de redes sociais como canal de vendas. Desde julho, o site de e-commerce criou uma ponte entre as contas de seus usuários com o Facebook, para gerar recomendações de presentes para seus amigos no site social.
A Amazon está criando "vitrines" específicas de produtos no Facebook. A primeira ação deste tipo é para as fraldas Pampers, da Procter & Gamble. Os usuários do Facebook podem ter descontos na compras de fraldas da marca, e de outros produtos da empresa.
A Amazon está criando "vitrines" específicas de produtos no Facebook. A primeira ação deste tipo é para as fraldas Pampers, da Procter & Gamble. Os usuários do Facebook podem ter descontos na compras de fraldas da marca, e de outros produtos da empresa.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
PayPal chega ao Brasil e aumento concorrência em pagamentos online
Segundo informa Fernando Murad, no M&M Online, o setor de pagamentos online no Brasil vive um momento de grande expansão -- o que é muito positivo diante de um crescimento previsto de 35% no comércio eletrônico brasileiro, que deve faturar US$ 14,3 bilhões este ano.Prova deste bom momento e do potencial ainda a explorar, é o inicio da operação brasileira da PayPal, gigante mundial do setor pertencente ao Grupo eBay.
Enquanto isso, concorrentes de peso como o MercadoPago, lançado pelo MercadoLivre (que tem o eBay como um dos acionistas) em janeiro de 2004, e o Pagamento Digital, comprado pelo BuscaPé em abril de 2008, seguem apresentando novidades para os consumidores e vendedores virtuais brasileiros. O MercadoPago, por exemplo, disponibilizou em julho sua versão 3.0, que agora atende clientes fora da base de usuários do MercadoLivre. Já o BuscaPé colocou no ar no mês de agosto o Shopping do Pagamento Digital, portal que reúne produtos de sites de venda que utilizam a tecnologia.
A decisão da PayPal de entrar no Brasil foi tomada há dois anos. Depois de traduzir o site para o português em 2009, a empresa iniciou a operação física em maio deste ano, quando contratou Mário Mello para o posto de presidente. "O comércio eletrônico brasileiro é maduro. O mercado chegou a um nível que faz sentido a entrada da PayPal. A empresa tem como objetivo ser líder, como é nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Inglaterra. Não acredito que vamos atingir a meta no primeiro ano, mas estamos confiantes em atingir em três anos", projeta Mello.
Enquanto isso, concorrentes de peso como o MercadoPago, lançado pelo MercadoLivre (que tem o eBay como um dos acionistas) em janeiro de 2004, e o Pagamento Digital, comprado pelo BuscaPé em abril de 2008, seguem apresentando novidades para os consumidores e vendedores virtuais brasileiros. O MercadoPago, por exemplo, disponibilizou em julho sua versão 3.0, que agora atende clientes fora da base de usuários do MercadoLivre. Já o BuscaPé colocou no ar no mês de agosto o Shopping do Pagamento Digital, portal que reúne produtos de sites de venda que utilizam a tecnologia.
A decisão da PayPal de entrar no Brasil foi tomada há dois anos. Depois de traduzir o site para o português em 2009, a empresa iniciou a operação física em maio deste ano, quando contratou Mário Mello para o posto de presidente. "O comércio eletrônico brasileiro é maduro. O mercado chegou a um nível que faz sentido a entrada da PayPal. A empresa tem como objetivo ser líder, como é nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Inglaterra. Não acredito que vamos atingir a meta no primeiro ano, mas estamos confiantes em atingir em três anos", projeta Mello.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Oi faz parceria com BB e Cielo para m-payment
Segundo o M&M Online, o Banco do Brasil e a Cielo anunciaram nesta quarta-feira, 29, parceria com a Oi para operar um sistema de mobile payment (pagamento por celular ou m-payment) em larga escala em todo o Brasil. O objetivo é popularizar o acesso dos usuários aos serviços financeiros. Segundo as empresas, essa parceria amplia a aceitação da rede de pagamento por meio de celular de 75 mil para 1,8 milhão de estabelecimentos no País. O acordo envolve dois negócios simultâneos: o Banco do Brasil e a Oi fecharam parceira para emitir cartões de crédito co-branded e pré-pagos, no formato tradicional baseado na tecnologia m-payment. O outro negócio trata-se da criação de uma joint venture entre a Oi e a Cielo, cuja meta é trabalhar o desenvolvimento da aceitação de m-payment pelo mercado brasileiro.
O Oi Paggo, criado em 2006, é um sistema de compras pelo celular que tem cerca de 250 mil usuários e 75 mil lojistas cadastrados. O Banco do Brasil tem mais de 50 milhões de correntistas, quase 5 mil agências e mais de 43 mil terminais de autoatendimento em todo o Brasil. No exterior, tem mais de 40 pontos de atendimento. No total, são mais de 18 mil pontos de atendimento em território nacional, presentes em mais de 3 mil municípios. O BB tem 29 milhões de cartões de crédito e 57 milhões de cartões de débito. A atual infraestrutura da Cielo suporta 1,8 mil transações por segundo e tem uma rede com 1,8 milhão de lojistas credenciados, correspondentes a 98% do Brasil. A Oi tem 37,2 milhões de usuários na telefonia móvel.
O Oi Paggo, criado em 2006, é um sistema de compras pelo celular que tem cerca de 250 mil usuários e 75 mil lojistas cadastrados. O Banco do Brasil tem mais de 50 milhões de correntistas, quase 5 mil agências e mais de 43 mil terminais de autoatendimento em todo o Brasil. No exterior, tem mais de 40 pontos de atendimento. No total, são mais de 18 mil pontos de atendimento em território nacional, presentes em mais de 3 mil municípios. O BB tem 29 milhões de cartões de crédito e 57 milhões de cartões de débito. A atual infraestrutura da Cielo suporta 1,8 mil transações por segundo e tem uma rede com 1,8 milhão de lojistas credenciados, correspondentes a 98% do Brasil. A Oi tem 37,2 milhões de usuários na telefonia móvel.
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pagamentos por celular
E-commerce já movimenta mais que shoppings de SP
Segundo o Meio&Mensagem, o comércio eletrônico faturou R$ 7,8 bilhões no Brasil no primeiro semestre de 2010, uma alta de 41,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados elevam o e-commerce a um novo patamar de importância, já que ele ultrapassa as vendas dos shopping centers da Grande São Paulo. Vale destacar que a base de comparação envolve diferentes geografias, pois os dados são nacionais para o comércio eletrônico e apenas da Grande São Paulo para shoppings. Se considerada apenas a região metropolitana para o e-commerce, o número cai para R$ 1,25 bilhão, o que não deixa de ser uma alta expressiva de quase 30% em relação ao ano passado.
A pesquisa foi desenvolvida pela Fecomercio em parceria com a empresa E-Bit.
A pesquisa foi desenvolvida pela Fecomercio em parceria com a empresa E-Bit.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Controle de qualidade na era do Twitter
Nos EUA, uma nova organização chamada TwitterMoms está trabalhando com as fabricantes Procter & Gamble e Quickie Manufacturing para levar avaliações dos consumidores para os produtos nas lojas. O TwitterMoms pretende ser o equivalente moderno do antigo selo de qualidade "Good Housekeeping Seal of Approval", que era procurado pelas consumidoras no século passado nos EUA. As avaliações e resenhas do TwitterMoms poderão ser consultadas diretamente nas embalagens dos produtos, com um código QR que é lido por celulares.
O TwitterMoms afirma reunir 30.000 "mães blogueiras". Segundo a CEO Megan Calhoun, a organização quer oferecer um meio rápido e eficiente de informações sobre os produtos mais consumidos por donas de casa. Segundo ela, cada participante da rede tem cerca de 1.000 seguidores no Twitter.
Megan disse que as resenhas de produtos antigamente não tinham credibilidade, e não eram facilmente acessíveis. A falta de acesso chegou a um ponto crítico, e a Comissão Federal de Comércio dos EUA foi forçada a intervir para disciplinar a relação entre os blogueiros e as marcas.
Neste cenário digital, há vários benefícios para as marcas e varejistas: eles obtém feedback quase instantâneo de suas estratégias de marketing e lançamento de produtos, e têm novas opções de contato com os consumidores da era digital. A tática anterior das empresas de tentar aliciar blogueiros enviando amostras de produtos nunca rendeu os resultados desejados.
No caso do TwitterMoms, as mulheres participantes da rede recebem amostras de produtos para testarem em casa, e depois são convidadas a oferecerem suas opiniões e críticas sinceras -- tanto para as marcas como para seus seguidores online. Os painéis de um produto tipicamente envolvem entre 20 e 30 "especialistas", e os grupos são selecionados a partir de um universo de 1.200 membros do TwitterMoms. Segundo Megan Calhoun, o objetivo é adequar cada produto a uma comunidade mais representativa dentro do TwitterMoms.
A organização então trabalha com o anunciante para definir uma conjunto de critérios para a avaliação do produto. Se o produto "atingir ou superar" todos os critérios em pelo menos 85% das avaliações, a marca recebe o selo de qualidade "Moms Like This".
As empresas pagam a TwitterMoms para montar os grupos de avaliação e pelos direitos de gerenciar as informações geradas pelos membros. O TwitterMoms se responsabiliza pela criação dos painéis específicos para cada novo produto. O sistema foi desenhado de modo que as participantes não recebam dinheiro diretamente das empresas que estão colocando seus produtos para análise.
Tanto a Procter & Gamble como a Guickie, parceiras do TwitterMoms, aprovam esse método de avaliação para suas marcas e produtos. As empresas reconhecem que mães e donas de casa são elementos muito ativos na internet, divulgando e compartilhando informações, dicas e críticas sobre produtos e serviços. Com os painéis online, as marcas podem economizar muito dinheiro ao reprogramar rumos de campanhas de marketing e alterar especificações de novos produtos, antes do lançamento em grande escala.
Stacy DeBroff, CEO da Mom Central, uma firma de consultoria em mídias sociais especializada em marketing dirigido para mães, disse que o TwitterMoms é uma boa iniciativa para criar uma comunidade crítica de produtos, para um grupo muito importante de consumidores.
O TwitterMoms afirma reunir 30.000 "mães blogueiras". Segundo a CEO Megan Calhoun, a organização quer oferecer um meio rápido e eficiente de informações sobre os produtos mais consumidos por donas de casa. Segundo ela, cada participante da rede tem cerca de 1.000 seguidores no Twitter.
Megan disse que as resenhas de produtos antigamente não tinham credibilidade, e não eram facilmente acessíveis. A falta de acesso chegou a um ponto crítico, e a Comissão Federal de Comércio dos EUA foi forçada a intervir para disciplinar a relação entre os blogueiros e as marcas.
Neste cenário digital, há vários benefícios para as marcas e varejistas: eles obtém feedback quase instantâneo de suas estratégias de marketing e lançamento de produtos, e têm novas opções de contato com os consumidores da era digital. A tática anterior das empresas de tentar aliciar blogueiros enviando amostras de produtos nunca rendeu os resultados desejados.
No caso do TwitterMoms, as mulheres participantes da rede recebem amostras de produtos para testarem em casa, e depois são convidadas a oferecerem suas opiniões e críticas sinceras -- tanto para as marcas como para seus seguidores online. Os painéis de um produto tipicamente envolvem entre 20 e 30 "especialistas", e os grupos são selecionados a partir de um universo de 1.200 membros do TwitterMoms. Segundo Megan Calhoun, o objetivo é adequar cada produto a uma comunidade mais representativa dentro do TwitterMoms.
A organização então trabalha com o anunciante para definir uma conjunto de critérios para a avaliação do produto. Se o produto "atingir ou superar" todos os critérios em pelo menos 85% das avaliações, a marca recebe o selo de qualidade "Moms Like This".
As empresas pagam a TwitterMoms para montar os grupos de avaliação e pelos direitos de gerenciar as informações geradas pelos membros. O TwitterMoms se responsabiliza pela criação dos painéis específicos para cada novo produto. O sistema foi desenhado de modo que as participantes não recebam dinheiro diretamente das empresas que estão colocando seus produtos para análise.
Tanto a Procter & Gamble como a Guickie, parceiras do TwitterMoms, aprovam esse método de avaliação para suas marcas e produtos. As empresas reconhecem que mães e donas de casa são elementos muito ativos na internet, divulgando e compartilhando informações, dicas e críticas sobre produtos e serviços. Com os painéis online, as marcas podem economizar muito dinheiro ao reprogramar rumos de campanhas de marketing e alterar especificações de novos produtos, antes do lançamento em grande escala.
Stacy DeBroff, CEO da Mom Central, uma firma de consultoria em mídias sociais especializada em marketing dirigido para mães, disse que o TwitterMoms é uma boa iniciativa para criar uma comunidade crítica de produtos, para um grupo muito importante de consumidores.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
29ª edição do Bate Papo sobre E-commerce em São Paulo
O Bate Papo sobre E-commerce está em sua 29ª Edição e como acontece há pouco mais de dois anos, Lígia Dutra, idealizadora do evento, traz para o evento profissionais com a missão de baterem papo e solucionarem dúvidas do público sobre o dia a dia do comércio eletrônico.
Nesta edição o apresentador será Lucio Dutra e os convidados à palestrar são Rafael Hernandez e Alexandre Soncini que falarão sobre “Como usar o BLOG como ferramentas de venda e atendimento para E-commerce” e “Como escolher a plataforma de loja virtual ideal para seu negócio?” respectivamente.
Depois das palestras e do coffee vem a parte mais divertida do evento, serão montados grupos na plateia onde todos discutirão, de forma colaborativa, como melhorar seus projetos. Além disso, um desafio será lançado e o grupo mais votado receberá prêmios disponibilizados pelos nossos parceiros.
Para participar deste evento que desenvolve e dissemina de forma estratégica e descontraída conhecimentos sobre comércio eletrônico, basta se inscrever através do link http://migre.me/CtE6 e no dia, levar 1 produto de limpeza.
A realização deste evento é a união do trabalho de muitas pessoas e conta com os patrocinadores Pagseguro e Internet Innovation, além do apoio das empresas Andre Santana Fotografia, byMK, iMasters, Mentes Digitais, Programa Alma do Negócio, Scup, Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento, Tecla, Treina Tom e Wine.
Conheça um pouco mais das pessoas que estarão no palco do Bate Papo este mês:
Lucio Dutra: Lúcio esteve na primeira edição do Bate Papo, há pouco mais de 2 anos. Segundo ele mesmo “naquela época a Lígia era filha do Lúcio, agora o Lúcio é pai da UpaLupa”. Sempre foi empreendedor nato e se considera “offline” por não participar de redes e usar pouco a internet, apesar de usar o email para contatos.
Rafael Hernandez: 9 anos como profissional de Internet, atuando em diversos segmentos. Especialista em SEO, Análise em Mídias/Redes Sociais e Consultor Tecnológico. Desenvolvedor de Lojas Virtuais, Blogs, Sites, Hotsites, E-mail Marketing e Campanhas. Atualmente Coordenador de projetos digitais em Santo André / ABC de São Paulo. Fundador da empresa Rafael Designer e administrador do Blog da Empresa.
Alexandre Soncini: é Diretor Comercial e Fundador da WX7 Solutions, empresa líder no desenvolvimento de soluções web para e-commerce. Engenheiro de Computadores pelo Centro Universitário da FEI e Pós-Graduado em Gestão de Projetos (PMI) pelo IBTA, com experiência profissional de mais de 10 anos na área de Internet.
Programação
14h00 Boas vindas com Lucio Dutra
14h10 "Como usar o BLOG como ferramentas de venda e atendimento para E-commerce" – Rafael Hernandez
14h40 Pausa
14h50 "Como escolher a plataforma de loja virtual ideal para seu negócio?” – Alexandre Soncini
15h30 Coffee
16h00 Grupos de Bate Papo
18h00 Hora de dar tchau
Serviço
29ª Edição do Bate Papo sobre E-commerce em São Paulo
Data: 25 de Setembro de 2010
Horário: 14hs às 18hs
Local: ESPM – Auditório "Philip Kotler" do Campus da ESPM/SP
Nesta edição o apresentador será Lucio Dutra e os convidados à palestrar são Rafael Hernandez e Alexandre Soncini que falarão sobre “Como usar o BLOG como ferramentas de venda e atendimento para E-commerce” e “Como escolher a plataforma de loja virtual ideal para seu negócio?” respectivamente.
Depois das palestras e do coffee vem a parte mais divertida do evento, serão montados grupos na plateia onde todos discutirão, de forma colaborativa, como melhorar seus projetos. Além disso, um desafio será lançado e o grupo mais votado receberá prêmios disponibilizados pelos nossos parceiros.
Para participar deste evento que desenvolve e dissemina de forma estratégica e descontraída conhecimentos sobre comércio eletrônico, basta se inscrever através do link http://migre.me/CtE6 e no dia, levar 1 produto de limpeza.
A realização deste evento é a união do trabalho de muitas pessoas e conta com os patrocinadores Pagseguro e Internet Innovation, além do apoio das empresas Andre Santana Fotografia, byMK, iMasters, Mentes Digitais, Programa Alma do Negócio, Scup, Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento, Tecla, Treina Tom e Wine.
Conheça um pouco mais das pessoas que estarão no palco do Bate Papo este mês:
Lucio Dutra: Lúcio esteve na primeira edição do Bate Papo, há pouco mais de 2 anos. Segundo ele mesmo “naquela época a Lígia era filha do Lúcio, agora o Lúcio é pai da UpaLupa”. Sempre foi empreendedor nato e se considera “offline” por não participar de redes e usar pouco a internet, apesar de usar o email para contatos.
Rafael Hernandez: 9 anos como profissional de Internet, atuando em diversos segmentos. Especialista em SEO, Análise em Mídias/Redes Sociais e Consultor Tecnológico. Desenvolvedor de Lojas Virtuais, Blogs, Sites, Hotsites, E-mail Marketing e Campanhas. Atualmente Coordenador de projetos digitais em Santo André / ABC de São Paulo. Fundador da empresa Rafael Designer e administrador do Blog da Empresa.
Alexandre Soncini: é Diretor Comercial e Fundador da WX7 Solutions, empresa líder no desenvolvimento de soluções web para e-commerce. Engenheiro de Computadores pelo Centro Universitário da FEI e Pós-Graduado em Gestão de Projetos (PMI) pelo IBTA, com experiência profissional de mais de 10 anos na área de Internet.
Programação
14h00 Boas vindas com Lucio Dutra
14h10 "Como usar o BLOG como ferramentas de venda e atendimento para E-commerce" – Rafael Hernandez
14h40 Pausa
14h50 "Como escolher a plataforma de loja virtual ideal para seu negócio?” – Alexandre Soncini
15h30 Coffee
16h00 Grupos de Bate Papo
18h00 Hora de dar tchau
Serviço
29ª Edição do Bate Papo sobre E-commerce em São Paulo
Data: 25 de Setembro de 2010
Horário: 14hs às 18hs
Local: ESPM – Auditório "Philip Kotler" do Campus da ESPM/SP
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Guia urbano coletivo Guidu é lançado em SP
Acaba de estrear na web o Guidu, um guia de entretenimento e lazer focalizado em São Paulo. A diferença em relação a outros guias online é que o Guidu funciona como um site social, onde os usuários postam dicas, sugestões e críticas sobre bares, restaurantes, casas noturnas, eventos, filmes, etc.
Dentro do site existem usuários mais frequentes, apelidados apropriadamente de "guidus", que postam mais dicas e resenhas. Eles podem ser seguidos, como ocorre em outros sites sociais.
O conceito não é inédito, já existem sites similares em outros países, mas o Guidu se destaca pela sofisticação do site, com uma interface elegante e muitos recursos interativos. Outro destaque óbvio é o foco na cidade de São Paulo, uma das metrópoles mais agitadas e interessantes do mundo. É uma fórmula de sucesso, que tem grande chance de migrar para outras capitais do país.
O Guidu é um ótimo canal de divulgação para os varejistas do setor, porque gera atenção do público que mais interessa. Mas como as resenhas são feitas pelos usuários, os estabelecimentos devem redobrar seu cuidado com a qualidade e o atendimento -- da mesma forma que uma casa pode ser elogiada, ela pode ser criticada se a experiência não for boa para o consumidor.
Veja abaixo um vídeo promovendo o lançamento do site:
Dentro do site existem usuários mais frequentes, apelidados apropriadamente de "guidus", que postam mais dicas e resenhas. Eles podem ser seguidos, como ocorre em outros sites sociais.
O conceito não é inédito, já existem sites similares em outros países, mas o Guidu se destaca pela sofisticação do site, com uma interface elegante e muitos recursos interativos. Outro destaque óbvio é o foco na cidade de São Paulo, uma das metrópoles mais agitadas e interessantes do mundo. É uma fórmula de sucesso, que tem grande chance de migrar para outras capitais do país.
O Guidu é um ótimo canal de divulgação para os varejistas do setor, porque gera atenção do público que mais interessa. Mas como as resenhas são feitas pelos usuários, os estabelecimentos devem redobrar seu cuidado com a qualidade e o atendimento -- da mesma forma que uma casa pode ser elogiada, ela pode ser criticada se a experiência não for boa para o consumidor.
Veja abaixo um vídeo promovendo o lançamento do site:
Marcadores:
guias urbanos,
sites sociais,
web 2.0
Marcas apostam na venda de produtos virtuais
Intrigadas pelo interesse de milhões de consumidores em comprar produtos que não existem de verdade -- itens virtuais comercializados em diversos sites e redes de relacionamento -- algumas grandes empresas dos Estados Unidos estão testando seus próprios produtos imaginários, para aumentar a percepção do consumidor e também para obter lucro.
Segundo uma reportagem recente do New York Times, a Volvo Cars of North America, a marca de vestuário H&M e a rede de TV MTV Networks são algumas das empresas de renome que decidiram entrar no mercado de produtos virtuais, antes território exclusivo de jogos populares em redes sociais, aplicativos de smartphones e sites de jogos coletivos.
Marhal Cohen, analista de varejo da firma NPD Group, diz que a tendência é um reflexo da conectividade cada vez mais frequente dos consumidores, e as marcas não podem perder a chance de se manter em contato. Segundo Cohen, essa tendência pode ser uma oportunidade para as marcas estreitarem suas relações com a audiência, especialmente aqueles abaixo dos 40 anos.
Atualmente, o mercado de mercadorias virtuais é feito basicamente de "micro-compras". Os consumidores pagam por volta de US$ 1 a US$ 3 ao jogar games populares como Farmville ou Mafia Wars (ambos criados pela empresa Zynga), para ganhar vantagens sobre rivais. Os usuários de sites sociais também podem comprar itens virtuais como flores, doces e jóias, e dar de presente para outros usuários, ou fazer coleções de itens específicos. Apesar do preço dos itens individuais ser baixo, essas compras vão representar US$ 2 bilhões este ano nos EUA, segundo dados da firma ThinkEquity. A empresa estima que esse valor pode saltar para US$ 2,6 bilhões em 2011.
A criadora de jogos Zynga informa que lucrou US$ 100 milhões no ano passado, e boa parte desse faturamento veio da venda de mercadorias virtuais e de moedas que são usadas nos games. Existe atualmente um boom desses negócios na Ásia, América do Sul e Oriente Médio. Nos EUA, usuários de mundos virtuais como Second Life e IMVU gastam cerca de US$ 1 bilhão por ano comprando itens virtuais como roupas, acessórios, casas e móveis para seus avatares.
A Volvo não quer faturar com produtos virtuais, já que produz automóveis feitos de átomos, e não de bits. Mas a empresa lançou uma campanha no começo de setembro, oferecendo produtos virtuais através de um aplicativo para o iPhone. No aplicativo, os usuários compram terrenos virtuais e podem cobrar aluguel de suas "propriedades". É um game baseado em localização que já atraiu mais de dois milhões de jogadores, segundo informa a empresa criadora, a californiana Booyah.
A MTV busca uma abordagem diferente. Para promover seu prêmio anual, o Video Music Awards (que foi ao ar no dia 12), o canal fez uma campanha para vender réplicas virtuais de acessórios das celebridades, como o anel de diamantes da cantora Beyonce. O anel virtual foi posto à venda no Mall World, uma loja virtual do Facebook que recebe quase 5 milhões de visitas por mês.
A marca de roupas H&M está planejando uma venda de roupas virtuais para promover sua coleção do próximo ano. O site mostra itens e acessórios da linha chamada 'Blues', e encoraja os usuários a visitar uma loja da H&M e comprar as peças reais. Segundo a empresa, cerca de 700.000 visitantes compraram réplicas virtuais, que poderão depois ser trocadas por pontos na hora de comprar as mercadorias reais.
Segundo uma reportagem recente do New York Times, a Volvo Cars of North America, a marca de vestuário H&M e a rede de TV MTV Networks são algumas das empresas de renome que decidiram entrar no mercado de produtos virtuais, antes território exclusivo de jogos populares em redes sociais, aplicativos de smartphones e sites de jogos coletivos.
Marhal Cohen, analista de varejo da firma NPD Group, diz que a tendência é um reflexo da conectividade cada vez mais frequente dos consumidores, e as marcas não podem perder a chance de se manter em contato. Segundo Cohen, essa tendência pode ser uma oportunidade para as marcas estreitarem suas relações com a audiência, especialmente aqueles abaixo dos 40 anos.
Atualmente, o mercado de mercadorias virtuais é feito basicamente de "micro-compras". Os consumidores pagam por volta de US$ 1 a US$ 3 ao jogar games populares como Farmville ou Mafia Wars (ambos criados pela empresa Zynga), para ganhar vantagens sobre rivais. Os usuários de sites sociais também podem comprar itens virtuais como flores, doces e jóias, e dar de presente para outros usuários, ou fazer coleções de itens específicos. Apesar do preço dos itens individuais ser baixo, essas compras vão representar US$ 2 bilhões este ano nos EUA, segundo dados da firma ThinkEquity. A empresa estima que esse valor pode saltar para US$ 2,6 bilhões em 2011.
A criadora de jogos Zynga informa que lucrou US$ 100 milhões no ano passado, e boa parte desse faturamento veio da venda de mercadorias virtuais e de moedas que são usadas nos games. Existe atualmente um boom desses negócios na Ásia, América do Sul e Oriente Médio. Nos EUA, usuários de mundos virtuais como Second Life e IMVU gastam cerca de US$ 1 bilhão por ano comprando itens virtuais como roupas, acessórios, casas e móveis para seus avatares.
A Volvo não quer faturar com produtos virtuais, já que produz automóveis feitos de átomos, e não de bits. Mas a empresa lançou uma campanha no começo de setembro, oferecendo produtos virtuais através de um aplicativo para o iPhone. No aplicativo, os usuários compram terrenos virtuais e podem cobrar aluguel de suas "propriedades". É um game baseado em localização que já atraiu mais de dois milhões de jogadores, segundo informa a empresa criadora, a californiana Booyah.
A MTV busca uma abordagem diferente. Para promover seu prêmio anual, o Video Music Awards (que foi ao ar no dia 12), o canal fez uma campanha para vender réplicas virtuais de acessórios das celebridades, como o anel de diamantes da cantora Beyonce. O anel virtual foi posto à venda no Mall World, uma loja virtual do Facebook que recebe quase 5 milhões de visitas por mês.
A marca de roupas H&M está planejando uma venda de roupas virtuais para promover sua coleção do próximo ano. O site mostra itens e acessórios da linha chamada 'Blues', e encoraja os usuários a visitar uma loja da H&M e comprar as peças reais. Segundo a empresa, cerca de 700.000 visitantes compraram réplicas virtuais, que poderão depois ser trocadas por pontos na hora de comprar as mercadorias reais.
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Pocket PróXXima reúne craques do e-commerce
Segundo informa Robert Galbraith, no Meio & Mensagem, os pioneiros do comércio eletrônico brasileiro ainda estão longe de deixarem de ser protagonistas. A 4ª edição do PróXXIma Pocket, realizada na noite desta segunda-feira, dia 20, no Itaim Bibi, reuniu alguns dos principais craques do e-commerce do País para discutir o atual estágio de evolução do negócio no País e os rumos que devem ser tomados para que a democratização da internet também crie novos consumidores digitais. Pedro Guasti, diretor geral do E-Bit; Romero Rodrigues, fundador do Buscapé; e Emílio Maciel, diretor comercial do Groupon; foram os convidados do debate “O comércio eletrônico e as classes CD” que teve a moderação de Pyr Marcondes, diretor do PróXXIma, a plataforma digital do Grupo M&M; e patrocínio do RPC, que edita a Gazeta do Povo; e da AG2 Publicis Modem. Em comum, todos os palestrantes convidados tiveram um papel fundamental nos primórdios da internet brasileira na segunda metade dos anos 1990.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
App para iPhone permite fazer test-drive virtual de relógios
A marca canadense de relógios de pulso Nuevo Watches apresenta um meio inovador para o consumidor testar seus produtos, sem sequer tocar neles. Um aplicativo compatível com o iPhone Touch 4 permite que o usuário selecione relógios e veja como ficariam em seu pulso. A loja tem 45 modelos para teste. É um bom uso do conceito de tryvertising -- todo mundo quer testar um produto antes de comprá-lo. E certamente esse aplicativo deve gerar vendas para a marca.
McDonald’s dará cafés de graça
Segundo nota do Meio&Mensagem, por um período de duas semanas, os clientes que passarem pelas unidades do McDonald’s que oferece itens de café da manhã poderão experimentar os sabores da linha premium sem pagar nada por isso. Em uma diferente iniciativa de marketing, a Arcos Dourados – empresa que administra a marca McDonald’s no Brasil – decidiu oferecer os produtos gratuitamente com o objetivo de atrair um maior número de clientes as lojas e de fazer com que o público se interesse mais pelos itens de café da manhã.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Varejo testa novas tecnologias nas lojas
As empresas de varejo dos EUA estão se aliando a agências de publicidade e fabricantes para testar novas tecnologias de marketing no espaço das lojas. Alguns projetos são tão futuristas que lembram filme de ficção científica como "Minoritty Report" e "Filhos do Amanhã".
As iniciativas são lideradas pelo Media Lab do conglomerado publicitário Interpublic Group of Cos, localizado em Los Angeles. Em parceria com os varejistas, as agências estão testando várias tecnologias digitais para atrair a atenção dos consumidores no ambiente de compras: espelhos interativos nos provadores de roupas, quiosques com vendedores virtuais personalizados e carrinhos de compras que oferecem informações e descontos personalizados.
O Media Lab do Interpublic Group busca meios inovadores de diálogo entre as marcas e os consumidores, tentando entender o que motiva os consumidores na hora da compra. Os experimentos podem fornecer informações críticas para o planejamento estratégico das marcas no espaço das lojas.
A iniciativa está sendo bem recebida pelo setor nos Estados Unidos, em um momento em que as vendas estão mornas, e os consumidores estão preferindo comprar pela internet. Segundo um estudo do IGP Media Lab feito em 10.000 lojas na América do Norte, a satisfação do consumidor nas lojas tradicionais está caindo 15% ao ano.
O comércio pela internet dá aos consumidores um grande volume de informações para auxiliar nas compras. E os consumidores querem cada vez mais dados, informações detalhadas sobre os produtos, resenhas e críticas de outros consumidores, receitas, dados nutricionais, e muito mais.
Segundo John Ross, presidente da Shopper Sciences, da unidade Mediabrands da Interpublic, o papel das lojas tradicionais está mudando na mente dos consumidores. Ross, que já foi chefe de marketing da rede Home Depot, diz que hoje os consumidores entram nas lojas com uma nova mentalidade, um novo conjunto de expectativas.
Algumas redes já iniciaram testes com algumas tecnologias -- para grandes redes, o problema é o custo da implementação em larga escala. A loja de roupas J.C. Penney está testando o sistema "FindMore" em alguma lojas: do tamanho de um batente de porta, o equipamento inclui uma tela touch-screen de 52 polegadas, onde o consumidor pode ver todo o catálogo de produtos da loja. Os consumidores podem ainda enviar dados e imagens sobre um produto para si mesmos ou para amigos, e escanear um código de barras para saber mais sobre um produto, incluindo resenhas e recomendações de outros consumidores.
A rede de supermercados Stop & Shop está testando scanners de mão em 289 lojas. Com o aparelho, os clientes podem obter descontos personalizados durante as compras. As ofertas do sistema são baseadas em fatores como o histórico de compras anteriores e também as compras daquele momento (se o cliente comprou um pacote de macarrão, ele pode ter desconto na compra do molho ou de outros ingredientes para um prato).
Mas o laboratório de varejo do Interpublic vai além desses modelos. Entre as novas tecnologias em teste está um sistema que transforma a vitrine da loja em uma tela touch-screen gigante. Em vez de olhar para um manequim estático, o consumidor pode interagir com a tela para testar roupas em um avatar com um corpo e rosto iguais ao seu.
Outro aparelho é um espelho que permite que o cliente escaneie uma roupa e projete a imagem sobre uma foto de seu corpo antes de testá-la no provador.
As iniciativas são lideradas pelo Media Lab do conglomerado publicitário Interpublic Group of Cos, localizado em Los Angeles. Em parceria com os varejistas, as agências estão testando várias tecnologias digitais para atrair a atenção dos consumidores no ambiente de compras: espelhos interativos nos provadores de roupas, quiosques com vendedores virtuais personalizados e carrinhos de compras que oferecem informações e descontos personalizados.
O Media Lab do Interpublic Group busca meios inovadores de diálogo entre as marcas e os consumidores, tentando entender o que motiva os consumidores na hora da compra. Os experimentos podem fornecer informações críticas para o planejamento estratégico das marcas no espaço das lojas.
A iniciativa está sendo bem recebida pelo setor nos Estados Unidos, em um momento em que as vendas estão mornas, e os consumidores estão preferindo comprar pela internet. Segundo um estudo do IGP Media Lab feito em 10.000 lojas na América do Norte, a satisfação do consumidor nas lojas tradicionais está caindo 15% ao ano.
O comércio pela internet dá aos consumidores um grande volume de informações para auxiliar nas compras. E os consumidores querem cada vez mais dados, informações detalhadas sobre os produtos, resenhas e críticas de outros consumidores, receitas, dados nutricionais, e muito mais.
Segundo John Ross, presidente da Shopper Sciences, da unidade Mediabrands da Interpublic, o papel das lojas tradicionais está mudando na mente dos consumidores. Ross, que já foi chefe de marketing da rede Home Depot, diz que hoje os consumidores entram nas lojas com uma nova mentalidade, um novo conjunto de expectativas.
Algumas redes já iniciaram testes com algumas tecnologias -- para grandes redes, o problema é o custo da implementação em larga escala. A loja de roupas J.C. Penney está testando o sistema "FindMore" em alguma lojas: do tamanho de um batente de porta, o equipamento inclui uma tela touch-screen de 52 polegadas, onde o consumidor pode ver todo o catálogo de produtos da loja. Os consumidores podem ainda enviar dados e imagens sobre um produto para si mesmos ou para amigos, e escanear um código de barras para saber mais sobre um produto, incluindo resenhas e recomendações de outros consumidores.
A rede de supermercados Stop & Shop está testando scanners de mão em 289 lojas. Com o aparelho, os clientes podem obter descontos personalizados durante as compras. As ofertas do sistema são baseadas em fatores como o histórico de compras anteriores e também as compras daquele momento (se o cliente comprou um pacote de macarrão, ele pode ter desconto na compra do molho ou de outros ingredientes para um prato).
Mas o laboratório de varejo do Interpublic vai além desses modelos. Entre as novas tecnologias em teste está um sistema que transforma a vitrine da loja em uma tela touch-screen gigante. Em vez de olhar para um manequim estático, o consumidor pode interagir com a tela para testar roupas em um avatar com um corpo e rosto iguais ao seu.
Outro aparelho é um espelho que permite que o cliente escaneie uma roupa e projete a imagem sobre uma foto de seu corpo antes de testá-la no provador.
Amazon.com desenvolve serviço de TV online
Reportam Sam Schechner e Geoffrey A. Fowler, no Wall Street Journal, que a varejista online Amazon.com está tentando criar um serviço de assinatura que dê acesso ilimitado a seriados e filmes pela Internet, informou o jornal The Wall Street Journal nesta terça-feira. A Amazon.com teria proposto o serviço por assinatura online a diversas das principais produtoras dos Estados Unidos, incluindo NBC Universal, da General Electric, Time Warner, e Viacom , afirmou o jornal citando pessoas próximas ao caso. A notícia surge em meio a tentativas de companhias de entretenimento de impulsionar seus negócios de televisão.
E-commerce fatura R$ 23,4 bilhões em dois anos
Segundo nota do Meio & Mensagem, o e-commerce faturou US$ 13,23 bilhões (R$ 23,4 bilhões), o que representa um crescimento de 170% nos dois últimos anos, conforme estudo encomendado pela Visa e produzido pela AmericaEconomia Intelligence. Na América Latina e Caribe, o faturamento foi de US$ 21,8 bilhões (R$ 38,6 bilhões).
Pelo estudo, os fatores que contribuíram para essa expansão foram mudanças na percepção, demanda e comportamento dos consumidores; aumento no número de computadores e crescimento da banda larga; expansão de indústrias-chaves como viagens e turismo; e aumento da aceitação de grandes varejistas, principalmente no Brasil. Para 2011, a estimativa é que a região toda, inclusive o Brasil, registre aumento de 58% nas vendas online e chegue a US$ 34,5 bilhões (R$ 61,1 bilhões).
O levantamento da AmericaEconomia Intelligence para a Visa destaca ainda que, entre 2007 e 2009, os gastos com e-commerce aumentaram 106% na região, tendo o Brasil como o maior condutor dessa expansão, seguido pelo México (91%), Argentina (56%) e Chile (49%). No market share, o Brasil é o país principal, com 61% do consumo online total da região, seguido pelo México (12%) e Chile (5%).
Pelo estudo, os fatores que contribuíram para essa expansão foram mudanças na percepção, demanda e comportamento dos consumidores; aumento no número de computadores e crescimento da banda larga; expansão de indústrias-chaves como viagens e turismo; e aumento da aceitação de grandes varejistas, principalmente no Brasil. Para 2011, a estimativa é que a região toda, inclusive o Brasil, registre aumento de 58% nas vendas online e chegue a US$ 34,5 bilhões (R$ 61,1 bilhões).
O levantamento da AmericaEconomia Intelligence para a Visa destaca ainda que, entre 2007 e 2009, os gastos com e-commerce aumentaram 106% na região, tendo o Brasil como o maior condutor dessa expansão, seguido pelo México (91%), Argentina (56%) e Chile (49%). No market share, o Brasil é o país principal, com 61% do consumo online total da região, seguido pelo México (12%) e Chile (5%).
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Peixe Urbano atinge 1 milhão de usuários
O site de compras coletivas Peixe Urbano anunciou que ultrapassou a marca de 1 milhão de usuários cadastrados. Desde seu lançamento, há menos de 5 meses, foram mais de 400 promoções realizadas que geraram para os consumidores brasileiros uma economia de mais de R$ 20 milhões.
De acordo com dados da Nielsen/IBOPE, o site foi acessado por quase 2 milhões de pessoas apenas no mês de julho, o que aponta que mais pessoas entraram no Peixe Urbano do que a soma de todos os outros sites de compras coletivas contabilizados pela Nielsen/IBOPE. Dados do Google Trends também mostram que os internautas buscaram seis vezes mais o Peixe Urbano do que qualquer outro site de compras coletivas no Brasil.
Para comemorar a marca de um milhão de cadastrados, o Peixe Urbano vai dar R$ 25 milhões em crédito para seus usuários darem de presente. Cada um deles receberá 5 vale-presentes no valor de cinco reais cada para presentear amigos ou familiares que ainda não são cadastrados no site. Os cupons poderão ser usados para qualquer compra no site durante todo o mês de setembro.
Em cada cidade, o Peixe Urbano disponibiliza uma variedade de ofertas que ajudam seus assinantes a descobrir e a experimentar os melhores serviços e atividades locais. Em pouco tempo, o Peixe Urbano se expandiu para 11 cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Niterói, Campinas e Florianópolis e, em breve, será lançado em outras localidades.
De acordo com dados da Nielsen/IBOPE, o site foi acessado por quase 2 milhões de pessoas apenas no mês de julho, o que aponta que mais pessoas entraram no Peixe Urbano do que a soma de todos os outros sites de compras coletivas contabilizados pela Nielsen/IBOPE. Dados do Google Trends também mostram que os internautas buscaram seis vezes mais o Peixe Urbano do que qualquer outro site de compras coletivas no Brasil.
Para comemorar a marca de um milhão de cadastrados, o Peixe Urbano vai dar R$ 25 milhões em crédito para seus usuários darem de presente. Cada um deles receberá 5 vale-presentes no valor de cinco reais cada para presentear amigos ou familiares que ainda não são cadastrados no site. Os cupons poderão ser usados para qualquer compra no site durante todo o mês de setembro.
Em cada cidade, o Peixe Urbano disponibiliza uma variedade de ofertas que ajudam seus assinantes a descobrir e a experimentar os melhores serviços e atividades locais. Em pouco tempo, o Peixe Urbano se expandiu para 11 cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Niterói, Campinas e Florianópolis e, em breve, será lançado em outras localidades.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Na era das redes digitais, varejistas precisam proteger melhor sua imagem
O caso é exemplar, e deve servir de alerta para o setor: a rede varejista norte-americana Target aproveitou uma resolução da Suprema Corte dos EUA que autorizou doações de corporações para causas políticas e doou US$ 150.000 para um grupo chamado Minnesota Forward, que tem uma agenda focada no desenvolvimento de negócios e redução de impostos sobre o comércio. Mas o Minnesota Forward apóia o candidato republicano ao governo do estado, Tom Emmer, que defende de forma veemente e agressiva a proibição da união entre pessoas do mesmo sexo.
Quando a notícia da doação da Target se tornou pública (por exigência da lei), a empresa se viu envolvida em uma grande encrenca. Ironicamente, a Target tem uma política interna liberal, estendendo muitos dos benefícios trabalhistas a funcionários com parceiros do mesmo sexo. Mas a doação causou uma imensa reação negativa, que se espalhou como fogo de pólvora pelos sites sociais.
A organização de direitos civis MoveOn.org lançou um boicote nacional à rede, e no início de agosto várias demonstrações e piquetes foram realizados em frente de diversas lojas da Target. Para piorar, o caso incomodou os acionistas e investidores institucionais da Target -- muitos deles ameaçaram vender suas ações da empresa, o que reduziria seu valor de mercado.
Nem mesmo o pedido de desculpas público do CEO e presidente da Target, Gregg Steinhafel, feito no dia 5 de agosto, conseguiu conter a fúria do público. Em 10 de agosto, a página "Boycott Target" no Facebook tinha 52.000 seguidores, e o número saltou para quase 64.000 nesta semana. Além disso, um abaixo-assinado com mais de 240.000 assinaturas foi enviado à empresa.
Em resumo, uma modesta doação de US$ 150.000 com o objetivo de apoiar a modernização de políticas comerciais terminou por causar um prejuízo imenso para a Target, em valores que não podem ser avaliados -- podem chegar a milhões ou até dezenas de milhões de dólares.
Mesmo quando os protestos se acalmarem, a controvérsia pode deixar sequelas de longo prazo. Em julho, a Target havia anunciado planos de abrir duas novas lojas em San Francisco, uma cidade famosa por sua postura a favor dos direitos dos homossexuais. Agora, segundo declarações do membro da San Francisco Board of Supervisors, Bevan Duffy (que também é candidato ao cargo de prefeito), a autorização para as novas lojas está em suspenso, sujeita à novas avaliações.
E a polêmica não para de crescer. A Target mantinha relações com a Human Rights Campaign, a maior organização LGBT dos Estados Unidos, mas o diálogo foi interrompido no dia 16. Segundo declaração oficial da HRC, a empresa "não tomou medidas corretivas para reparar o dano" causado pela doação ao candidato homofóbico. A organização anunciou que vai doar US$ 150.000 para o concorrente de Tom Emmer ao governo de Minnesota.
Mesmo em outros países, as empresas de varejo devem avaliar cuidadosamente suas ações na arena política. Aqui no Brasil, a legislação sobre doações de corporações para campanhas políticas é menos transparente que nos EUA, mas isso não quer dizer que uma empresa pode apoiar causas que desagradem os consumidores e sair impune. Na era da comunicações digitais, as informações fluem de modo muito veloz, e mesmo funcionários de uma empresa podem vazar as práticas "ocultas" da corporação para os sites sociais e blogs.
Como a rede Target descobriu de modo amargo, a velha ideia de que grandes corporações podem usar no seu poder econômico para manipular a política está em xeque.
Quando a notícia da doação da Target se tornou pública (por exigência da lei), a empresa se viu envolvida em uma grande encrenca. Ironicamente, a Target tem uma política interna liberal, estendendo muitos dos benefícios trabalhistas a funcionários com parceiros do mesmo sexo. Mas a doação causou uma imensa reação negativa, que se espalhou como fogo de pólvora pelos sites sociais.
A organização de direitos civis MoveOn.org lançou um boicote nacional à rede, e no início de agosto várias demonstrações e piquetes foram realizados em frente de diversas lojas da Target. Para piorar, o caso incomodou os acionistas e investidores institucionais da Target -- muitos deles ameaçaram vender suas ações da empresa, o que reduziria seu valor de mercado.
Nem mesmo o pedido de desculpas público do CEO e presidente da Target, Gregg Steinhafel, feito no dia 5 de agosto, conseguiu conter a fúria do público. Em 10 de agosto, a página "Boycott Target" no Facebook tinha 52.000 seguidores, e o número saltou para quase 64.000 nesta semana. Além disso, um abaixo-assinado com mais de 240.000 assinaturas foi enviado à empresa.
Em resumo, uma modesta doação de US$ 150.000 com o objetivo de apoiar a modernização de políticas comerciais terminou por causar um prejuízo imenso para a Target, em valores que não podem ser avaliados -- podem chegar a milhões ou até dezenas de milhões de dólares.
Mesmo quando os protestos se acalmarem, a controvérsia pode deixar sequelas de longo prazo. Em julho, a Target havia anunciado planos de abrir duas novas lojas em San Francisco, uma cidade famosa por sua postura a favor dos direitos dos homossexuais. Agora, segundo declarações do membro da San Francisco Board of Supervisors, Bevan Duffy (que também é candidato ao cargo de prefeito), a autorização para as novas lojas está em suspenso, sujeita à novas avaliações.
E a polêmica não para de crescer. A Target mantinha relações com a Human Rights Campaign, a maior organização LGBT dos Estados Unidos, mas o diálogo foi interrompido no dia 16. Segundo declaração oficial da HRC, a empresa "não tomou medidas corretivas para reparar o dano" causado pela doação ao candidato homofóbico. A organização anunciou que vai doar US$ 150.000 para o concorrente de Tom Emmer ao governo de Minnesota.
Mesmo em outros países, as empresas de varejo devem avaliar cuidadosamente suas ações na arena política. Aqui no Brasil, a legislação sobre doações de corporações para campanhas políticas é menos transparente que nos EUA, mas isso não quer dizer que uma empresa pode apoiar causas que desagradem os consumidores e sair impune. Na era da comunicações digitais, as informações fluem de modo muito veloz, e mesmo funcionários de uma empresa podem vazar as práticas "ocultas" da corporação para os sites sociais e blogs.
Como a rede Target descobriu de modo amargo, a velha ideia de que grandes corporações podem usar no seu poder econômico para manipular a política está em xeque.
Extra estreia t-commerce na TV digital
O Extra, do Grupo Pão de Açúcar, acaba de chegar à TV digital. Segundo informa Sérgio Damasceno, no Meio & Mensagem, a rede varejista oferecerá ofertas pela TV digital aos consumidores por meio do StickerCenter, portal gerenciador de aplicações baseado no padrão DTVi (que é o antigo Ginga, que permite a interatividade com a TV digital).
Essa tecnologia foi desenvolvida pela TOTVS e funciona como um módulo embarcado nos televisores ou nos set-top boxes. Os stickers podem ser acionados pelo controle remoto. Portanto, necessariamente, o usuário tem que ter conexão de banda larga na TV para ter canal de retorno e interagir via controle remoto. A compra será efetivada pelo televendas do Extra, com a informação do código do produto adquirido pelo cliente.
Os stickers da TOTVS, espécie de widgets, serão transmitidos e atualizados pelo sinal de TV de emissoras abertas parceiras ou também poderão ser obtidos pela internet no StickerShop e armazenados no set-top box. Depois de instalado o aplicativo, os acessos podem ser feitos pelo menu do StickerCenter. Tanto o sticker do Extra quanto da Climatempo são gratuitos. Outros stickers, disponíveis no StickerStore, podem ser pagos ou gratuitos, semelhante aos modelos de application store do iTunes, da Apple, ou da OVI, loja da Nokia.
Essa tecnologia foi desenvolvida pela TOTVS e funciona como um módulo embarcado nos televisores ou nos set-top boxes. Os stickers podem ser acionados pelo controle remoto. Portanto, necessariamente, o usuário tem que ter conexão de banda larga na TV para ter canal de retorno e interagir via controle remoto. A compra será efetivada pelo televendas do Extra, com a informação do código do produto adquirido pelo cliente.
Os stickers da TOTVS, espécie de widgets, serão transmitidos e atualizados pelo sinal de TV de emissoras abertas parceiras ou também poderão ser obtidos pela internet no StickerShop e armazenados no set-top box. Depois de instalado o aplicativo, os acessos podem ser feitos pelo menu do StickerCenter. Tanto o sticker do Extra quanto da Climatempo são gratuitos. Outros stickers, disponíveis no StickerStore, podem ser pagos ou gratuitos, semelhante aos modelos de application store do iTunes, da Apple, ou da OVI, loja da Nokia.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
PayPal, gigante do comércio eletrônico, chega ao Brasil
Reporta Julio Wiziack, na Folha de S. Paulo, que o crescimento do comércio eletrônico trouxe o PayPal ao Brasil. O anúncio da instalação de uma das maiores empresas de pagamentos do mundo no país será feito na próxima semana. Atualmente, 15% das vendas eletrônicas mundiais ocorrem via PayPal. Muitos consumidores preferem usá-lo para evitar abrir dados financeiros em sites desconhecidos. Para a companhia, é isso o que impede 85% dos internautas brasileiros de fazer compras on-line.Em outubro, a Folha revelou que o PayPal usaria o Brasil como base para sua expansão pela América Latina, prevendo que as vendas on-line movimentarão US$ 13 bilhões (cerca de R$ 23 bilhões) somente no Brasil até 2012.
No país existem concorrentes como PagSeguro e MoIP, mas eles estão restritos às compras on-line. Mesmo sem atuar no Brasil, o PayPal é usado por 2 milhões de empresas nacionais para adquirir importados. Elas movimentaram US$ 220 milhões no ano passado.
No país existem concorrentes como PagSeguro e MoIP, mas eles estão restritos às compras on-line. Mesmo sem atuar no Brasil, o PayPal é usado por 2 milhões de empresas nacionais para adquirir importados. Elas movimentaram US$ 220 milhões no ano passado.
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Best Buy premia pelo celular cliente que entra na loja
Segundo nota do Meio&Mensagem, a rede varejista norte-americana Best Buy se aproveitou de ferramentas de mobile marketing, internet e de geolocalização para criar um sistema que transmite descontos e avisos sobre promoções direto para o celular do cliente, quando ele entra na loja.
Trata-se de mais uma iniciativa da rede para se relacionar com o público de maneira não convencional, dando sequência à ação Twelp Force, da Crispin, Porter + Boguksy, pela qual a empresa criou um canal de atendimento ao consumidor pelo Twitter.
Segundo comunicado da empresa, lojas de cidades como Los Angeles, Nova York e San Francisco já receberão o sistema, que consiste em um aplicativo mobile da empresa Shopkick, que deve ser instalado pelo próprio consumidor. Ao todo, mais de 250 estabelecimentos (dos cerca de mil) nos Estados Unidos terão a novidade até 1º de outubro.
Assim que o consumidor pisar no interior da loja, ele será localizado pelo sistema da Best Buy por meio de um sinal específico, que será emitido por um equipamento dentro da loja. Instantaneamente, o consumidor receberá recompensas, chamadas de “kickbucks”, como descontos e promoções.
Veja o vídeo:
Trata-se de mais uma iniciativa da rede para se relacionar com o público de maneira não convencional, dando sequência à ação Twelp Force, da Crispin, Porter + Boguksy, pela qual a empresa criou um canal de atendimento ao consumidor pelo Twitter.
Segundo comunicado da empresa, lojas de cidades como Los Angeles, Nova York e San Francisco já receberão o sistema, que consiste em um aplicativo mobile da empresa Shopkick, que deve ser instalado pelo próprio consumidor. Ao todo, mais de 250 estabelecimentos (dos cerca de mil) nos Estados Unidos terão a novidade até 1º de outubro.
Assim que o consumidor pisar no interior da loja, ele será localizado pelo sistema da Best Buy por meio de um sinal específico, que será emitido por um equipamento dentro da loja. Instantaneamente, o consumidor receberá recompensas, chamadas de “kickbucks”, como descontos e promoções.
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
Um aplicativo de barganhas para as lojas
O aplicativo Shopkick combina telas espalhadas em lojas com os celulares dos consumidores para criar o mais incansável vendedor "não-humano" do varejo. Segundo reporta Stephanie Clifford, no New York Times, a mais recente inovação no varejo dos EUA está sendo testada por grandes varejistas do país para oferecer promoções e descontos desde o momento em que o cliente entra na loja até a hora em que ele sai, com telas de acesso espalhadas estrategicamente. O Shopkick funciona inicialmente com o iPhone, mas vai incluir smartphones do sistema Android nos próximos meses.
Entre as redes de varejo participantes estão a Macy’s, Best Buy, Sports Authority e a American Eagle Outfitters, e também a rede de shopping centers Simon Property Group -- esse elenco garante uma introdução de peso para o sistema.
Os clientes que usam o app Shopkick recebem pontos chamados "kickbucks", cada vez que entram em uma loja cadastrada. A cada compra, mais pontos são adicionados, e podem ser convertidos em descontos, vale-presentes, downloads de músicas e créditos em jogos online. Ainda é preciso juntar muitos pontos para conseguir um vale-presente de US$ 5, mas as lojas disseram que vão ajustar o sistema para tornar os pontos mais valiosos.
Os varejistas veem grandes vantagens no sistema, mas as associações de proteção à privacidade já criticam a tecnologia como mais uma invasão na vida pessoal dos consumidores. Jeffrey Chester, diretor do Center for Digital Democracy, ressalta que o Shopkick é capaz de saber onde o consumidor está a qualquer momento, o que ele compra, seus hábitos de consumo, itens favoritos, excessos, etc.
Diferente do sistema Foursquare, o Shopkick informa ao varejista quando o consumidor está dentro da loja, e não apenas próximo.
O aspecto mais inovador do Shopkick é o uso de telas digitais espalhadas nas lojas, que interagem com o celular do consumidor. As telas possuem sensores que detectam o celular, e apresentam ofertas e descontos personalizados.
O sistema ainda tem muitas limitações e pontos mal resolvidos, mas os varejistas esperam aprimorar o Shopkick nos próximos meses, de olho na temporada de compras do final do ano.
Entre as redes de varejo participantes estão a Macy’s, Best Buy, Sports Authority e a American Eagle Outfitters, e também a rede de shopping centers Simon Property Group -- esse elenco garante uma introdução de peso para o sistema.
Os clientes que usam o app Shopkick recebem pontos chamados "kickbucks", cada vez que entram em uma loja cadastrada. A cada compra, mais pontos são adicionados, e podem ser convertidos em descontos, vale-presentes, downloads de músicas e créditos em jogos online. Ainda é preciso juntar muitos pontos para conseguir um vale-presente de US$ 5, mas as lojas disseram que vão ajustar o sistema para tornar os pontos mais valiosos.
Os varejistas veem grandes vantagens no sistema, mas as associações de proteção à privacidade já criticam a tecnologia como mais uma invasão na vida pessoal dos consumidores. Jeffrey Chester, diretor do Center for Digital Democracy, ressalta que o Shopkick é capaz de saber onde o consumidor está a qualquer momento, o que ele compra, seus hábitos de consumo, itens favoritos, excessos, etc.
Diferente do sistema Foursquare, o Shopkick informa ao varejista quando o consumidor está dentro da loja, e não apenas próximo.
O aspecto mais inovador do Shopkick é o uso de telas digitais espalhadas nas lojas, que interagem com o celular do consumidor. As telas possuem sensores que detectam o celular, e apresentam ofertas e descontos personalizados.
O sistema ainda tem muitas limitações e pontos mal resolvidos, mas os varejistas esperam aprimorar o Shopkick nos próximos meses, de olho na temporada de compras do final do ano.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Omo usa GPS em campanha
Na contramão das promoções tradicionais, onde o consumidor deve preencher cupons ou fazer ligações telefônicas para participar, o sabão em pó Omo está usando a tecnologia do GPS para atingir os consumidores e premiá-los em suas casas. A promoção, chamada "Experimente Algo Novo com Omo", escondeu equipamentos de GPS em 50 caixas de Omo espalhadas pelo Brasil. O GPS é ativado quando a caixa do sabão é removida da prateleira do mercado, enviando um sinal para a agência de publicidade (Bullet) que o produto foi comprado. Depois disso, equipes nas 35 cidades participantes usarão sensores para encontrar as caixas premiadas nas residências, e promoverão uma ação na casa do consumidor, com grande exposição de mídia. Os sorteados ganharão câmeras de vídeo digital e viagens pagas pela Unilever, fabricante do Omo. Se a caixa sorteada estiver em uma "área perigosa" (favela ou periferia de grande cidade), a caixa do produto poderá emitir um alerta sonoro, convidando o consumidor a seguir as instruções na embalagem. A Unilever pretende usar os vídeos com as premiações em suas campanhas de TV.
Veja abaixo um vídeo explicando a campanha:
Veja abaixo um vídeo explicando a campanha:
Varejo é alvo prioritário de crimes digitais
Segundo um novo estudo realizado pela Verizon com dados do Serviço Secreto dos EUA, o varejo está entre os três maiores alvos dos crimes cibernéticos, ficando atrás apenas do setor financeiro e da área de hotelaria.
O estudo, chamado "2010 Verizon Data Breach Investigations Report" (o PDF gratuito pode ser baixado aqui), oferece um quadro bastante amplo da natureza e das causas do cibercrime em vários países do mundo. O estudo destaca a participação de funcionários das empresas, a chamada "engenharia social" e a participação cada vez maior do crime organizado nesse tipo de delito. Porém, em termos gerais, o número de crimes com dados eletrônicos caiu em 2009, em comparação com o ano anterior.
O varejo está entre os três setores mais afetados pelo furto e vazamento de dados sigilosos (informações privadas de consumidores, como documentos e números de cartões de crédito), representando 15% do total de crimes. O setor financeiro lidera com 33% dos casos, seguido pela área de hospitalidade e hotelaria (23%).
A inclusão de dados do Serviço Secreto do governo americano, que investiga crimes financeiros, permitiu que o estudo incluísse e comparasse dados sobre crimes eletrônicos ocorridos nos últimos seis anos. O estudo inclui mais de 900 ocorrências, que causaram quase 1 milhão de dados sigilosos furtados.
Entre as principais conclusões do estudo estão:
* A grande maioria dos vazamentos de dados (69%) foi comandada por fontes externas, enquanto apenas 11% incluem a participação de parceiros comerciais.
* Quase metade dos crimes (49%) foram causados por agentes internos, um crescimento significativo que o estudo atribui à inclusão de dados do Serviço Secreto.
* 48% dos vazamentos foram atribuídos a usuários que abusaram de seu acesso privilegiado aos dados empresariais, com intenções criminosas. Outros 40% dos casos tiveram a participação de hackers, enquanto 28% foram causados pela manipulação de contatos sociais e 14% resultaram de ataques físicos aos computadores de empresas.
* Como em anos anterior, quase todos os casos de 2009 indicam o furto através de servidores e aplicativos online, e 85% dos casos foram considerados "de baixa dificuldade" pela pesquisa.
* Um dado importante é que 79% das vítimas não adotavam o padrão de encriptação PCI-PSS, considerado o mais eficiente para a proteção de dados privados.
A queda do número total de casos em 2009 em comparação a 2008 é atribuída a uma série de fatores, incluindo a maior eficiência das políticas de segurança, tanto públicas como privadas. O estudo não detectou nenhuma correlação entre o tamanho de uma empresa e seu risco de sofrer um ataque cibernético. Segundo os pesquisadores da Verizon, os criminosos geralmente escolhem seus alvos em função do possível valor do furto e do custo do delito, sem dar grande importância para características como tamanho e localização da vítima.
O estudo, chamado "2010 Verizon Data Breach Investigations Report" (o PDF gratuito pode ser baixado aqui), oferece um quadro bastante amplo da natureza e das causas do cibercrime em vários países do mundo. O estudo destaca a participação de funcionários das empresas, a chamada "engenharia social" e a participação cada vez maior do crime organizado nesse tipo de delito. Porém, em termos gerais, o número de crimes com dados eletrônicos caiu em 2009, em comparação com o ano anterior.
O varejo está entre os três setores mais afetados pelo furto e vazamento de dados sigilosos (informações privadas de consumidores, como documentos e números de cartões de crédito), representando 15% do total de crimes. O setor financeiro lidera com 33% dos casos, seguido pela área de hospitalidade e hotelaria (23%).
A inclusão de dados do Serviço Secreto do governo americano, que investiga crimes financeiros, permitiu que o estudo incluísse e comparasse dados sobre crimes eletrônicos ocorridos nos últimos seis anos. O estudo inclui mais de 900 ocorrências, que causaram quase 1 milhão de dados sigilosos furtados.
Entre as principais conclusões do estudo estão:
* A grande maioria dos vazamentos de dados (69%) foi comandada por fontes externas, enquanto apenas 11% incluem a participação de parceiros comerciais.
* Quase metade dos crimes (49%) foram causados por agentes internos, um crescimento significativo que o estudo atribui à inclusão de dados do Serviço Secreto.
* 48% dos vazamentos foram atribuídos a usuários que abusaram de seu acesso privilegiado aos dados empresariais, com intenções criminosas. Outros 40% dos casos tiveram a participação de hackers, enquanto 28% foram causados pela manipulação de contatos sociais e 14% resultaram de ataques físicos aos computadores de empresas.
* Como em anos anterior, quase todos os casos de 2009 indicam o furto através de servidores e aplicativos online, e 85% dos casos foram considerados "de baixa dificuldade" pela pesquisa.
* Um dado importante é que 79% das vítimas não adotavam o padrão de encriptação PCI-PSS, considerado o mais eficiente para a proteção de dados privados.
A queda do número total de casos em 2009 em comparação a 2008 é atribuída a uma série de fatores, incluindo a maior eficiência das políticas de segurança, tanto públicas como privadas. O estudo não detectou nenhuma correlação entre o tamanho de uma empresa e seu risco de sofrer um ataque cibernético. Segundo os pesquisadores da Verizon, os criminosos geralmente escolhem seus alvos em função do possível valor do furto e do custo do delito, sem dar grande importância para características como tamanho e localização da vítima.
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furto de dados,
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Privalia usa Facebook para vender na internet
Segundo nota do Meio & Mensagem, a Privalia, clube de compras online, aproveita a crescente popularidade do Facebook no Brasil (quase 6 milhões de usuários) para lançar a Fan Shop, voltada exclusivamente para fãs (fan page, ferramenta de adesão no Facebook a alguma personalidade, marca ou iniciativa), que podem comprar antecipadamente produtos de marcas premium - como Adidas, Umbro, Puma, M.Officer, Iódice, Lewis, Polo Ralph Lauren, Valisère - com até 70% de desconto. "São ofertas relevantes para os sócios, em períodos curtos (duram quatro dias). Essas ofertas são feitas, no máximo, três vezes por ano com cada marca", explica o CEO da Privalia, André Shinohara. A loja virtual da Privalia inaugura o que a empresa chama de "social shopping", na qual o usuário tanto compra quanto interage com os demais fãs. A Privalia tem 1,5 milhão de sócios cadastrados e registrou expansão de 1.500% nos primeiros seis meses deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Com a criação da Fan Shop, a empresa pretende elevar as vendas em 30% até o final deste ano.
A empresa foi fundada há quatro anos na Espanha e vende diversas categorias de produtos - roupas, acessórios, utilidade domésticas , relógios, joias e objetos de decoração com até 90% de desconto para usuários cadastrados (agora, tanto no portal da loja virtual quanto na Fan Shop). A Privalia opera na Espanha, Brasil, Itália e México.
A empresa foi fundada há quatro anos na Espanha e vende diversas categorias de produtos - roupas, acessórios, utilidade domésticas , relógios, joias e objetos de decoração com até 90% de desconto para usuários cadastrados (agora, tanto no portal da loja virtual quanto na Fan Shop). A Privalia opera na Espanha, Brasil, Itália e México.
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Fóton apresenta solução multicanal de atendimento bancário
A Fóton Informática apresentou ao mercado uma solução que possibilita o banco a se relacionar com o cliente, onde ele estiver, através de variados tipos de equipamentos eletrônicos fixos ou móveis, tais como celulares, computadores portáteis, e-mail, telefone fixo e fax.
A solução utiliza a transmissão de dados via rede wireless, de telefonia fixa ou móvel, o que viabiliza o acesso aos serviços do banco com mobilidade e segurança. O sigilo das informações é rigorosamente garantido por meio da criptografia dos documentos eletrônicos e informações trafegadas no sistema.
A ferramenta está disponível em cinco módulos: SMS, Email, WAP, PDA e Fax. Cada um destes recursos permite diferentes consultas. O módulo de mensagens curtas (SMS ou “torpedo”) provê o envio de informações como saldo, ocorrência de débito ou crédito acima do valor selecionado pelo cliente ou a ocorrência de certos tipos de transações na conta.
De acordo com o diretor de Produtos e Serviços da Fóton, Marcelo Malagutti, “O objetivo do My Bank é universalizar os meios de acesso a serviços e informações para os clientes bancários tornando cada vez mais rápido e automático o acesso a informações e a habilitação de algumas transações básicas.”
“Os bancos querem oferecer comodidade e mobilidade aos seus clientes, evitando que vão até ATM ou enfrentem filas nas agências. A proposta do My Bank é explorar qualquer dispositivo de comunicação como um canal de atendimento de fato”, disse o diretor.
A solução utiliza a transmissão de dados via rede wireless, de telefonia fixa ou móvel, o que viabiliza o acesso aos serviços do banco com mobilidade e segurança. O sigilo das informações é rigorosamente garantido por meio da criptografia dos documentos eletrônicos e informações trafegadas no sistema.
A ferramenta está disponível em cinco módulos: SMS, Email, WAP, PDA e Fax. Cada um destes recursos permite diferentes consultas. O módulo de mensagens curtas (SMS ou “torpedo”) provê o envio de informações como saldo, ocorrência de débito ou crédito acima do valor selecionado pelo cliente ou a ocorrência de certos tipos de transações na conta.
De acordo com o diretor de Produtos e Serviços da Fóton, Marcelo Malagutti, “O objetivo do My Bank é universalizar os meios de acesso a serviços e informações para os clientes bancários tornando cada vez mais rápido e automático o acesso a informações e a habilitação de algumas transações básicas.”
“Os bancos querem oferecer comodidade e mobilidade aos seus clientes, evitando que vão até ATM ou enfrentem filas nas agências. A proposta do My Bank é explorar qualquer dispositivo de comunicação como um canal de atendimento de fato”, disse o diretor.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Varejo mais tecnológico na volta às aulas nos EUA
Segundo um novo estudo da firma Deloitte sobre a volta às aulas nos Estados Unidos, os pais e estudantes não apenas vão gastar mais este ano, mas usarão novas mídias e tecnologias nas compras. Segundo a pesquisa, 28% dos consumidores planejam gastar mais este ano do que em 2009, e apenas 17% planejam gastar mais menos.
Allison Paul, diretora da Deloitte para o setor de varejo no país, observa que 8 em cada 10 entrevistados disseram que vão gastar o mesmo ou mais que no ano passado. Os consumidores disseram também que vão comprar alguns itens mais caros, incluindo PCs e celulares -- compras que foram adiadas nos anos anteriores. O estudo revela que as famílias americanas estão começando a relaxar a estrita vigilância financeira que foi imposta pela crise dos últimos anos: 58% disseram que vão comprar itens em promoção este ano, comparado com 70% em 2009, e 90% em 2008. Mas, segundo Allison, mais de dois terços dos consultados disseram que farão as compras com dinheiro vivo ou cartões de débito, mostrando a preocupação com o endividamento.
O estudo indica que as famílias estão fazendo compras de modo diferente: 29% dos entrevistados disseram que vão usar celulares e outros aparelhos móveis para tornar suas compras mais eficientes. É um salto significativo em comparação com os 6% que disseram o mesmo em 2009. Além disso, 30% disseram que vão usar dicas e informações de redes sociais nas compras, comparado com 10% no ano passado.
A pesquisa da Delloite também mostra que os consumidores estão voltando a comprar em lojas de departamentos -- 31% planejam comprar nessas lojas, comparado com 26% em 2009. As lojas de descontos e de promoções continuam sendo os locais preferidos para as compras de material escolar para 89% dos entrevistados, e as lojas de artigos para escritório aparecem em segundo. As lojas de um dólar, que foram as campeãs de preferência durante a recessão, perderam o destaque: apenas 33% disseram que vão fazer as compras de volta às aulas nessas lojas, comparado com 40% no ano passado.
O período de volta às aulas é crítico no calendário do varejo dos EUA, e serve como um termômetro de tendências, que repercutem em praticamente todos os países. Os varejistas estão cada vez mais atentos ao impacto dos sites sociais como Facebook, Twitter ou YouTube sobre suas marcas e vendas. Aumentar a confiança e fidelidade dos consumidores em um mercado cada vez mais tecnológico, diversificado e globalizado exige mais que a mera presença do varejista na internet. Requer atenção e inteligência para criar promoções focalizadas e relevantes.
No auge dessa temporada de volta às aulas, a rede J.C. Penney captou a tendência dos vídeos amadores chamados "hauls": adolescentes que registram as roupas interessantes que encontraram por um bom preço em lojas populares. Um "haul" postado no YouTube serve para mostrar que a adolescente é descolada e sabe garimpar itens chamativos. A rede de varejo adotou o conceito de forma ampla, e vídeos criados segundo essa tendência podem ser vistos no site www.jcp.com.
Segundo Kate Coutlas, gerente de relações públicas da marca, a J.C. Penney associou sua fama de ter bons produtos por preços acessíveis com uma nova geração de consumidores, na sua maioria mulheres jovens, que usam os vídeos online para mostrar e comentar seus achados e novas aquisições para o guarda-roupa. Kate diz que a promoção eleva a percepção da Penney como uma marca "cool", com estilo -- o que atrai novos compradores. Os criadores dos "hauls" da J.C. Penney são bem diversificados em termos de idade, localização geográfica e experiência com vídeos. Os participantes ganharam US$ 500 para criar os vídeos ou para usar em compras nas lojas -- e essa informação está presente em todos os vídeos. Para completar, os vídeos são postados nas páginas online da marca no Facebook, Twitter e YouTube.
Allison Paul, diretora da Deloitte para o setor de varejo no país, observa que 8 em cada 10 entrevistados disseram que vão gastar o mesmo ou mais que no ano passado. Os consumidores disseram também que vão comprar alguns itens mais caros, incluindo PCs e celulares -- compras que foram adiadas nos anos anteriores. O estudo revela que as famílias americanas estão começando a relaxar a estrita vigilância financeira que foi imposta pela crise dos últimos anos: 58% disseram que vão comprar itens em promoção este ano, comparado com 70% em 2009, e 90% em 2008. Mas, segundo Allison, mais de dois terços dos consultados disseram que farão as compras com dinheiro vivo ou cartões de débito, mostrando a preocupação com o endividamento.
O estudo indica que as famílias estão fazendo compras de modo diferente: 29% dos entrevistados disseram que vão usar celulares e outros aparelhos móveis para tornar suas compras mais eficientes. É um salto significativo em comparação com os 6% que disseram o mesmo em 2009. Além disso, 30% disseram que vão usar dicas e informações de redes sociais nas compras, comparado com 10% no ano passado.
A pesquisa da Delloite também mostra que os consumidores estão voltando a comprar em lojas de departamentos -- 31% planejam comprar nessas lojas, comparado com 26% em 2009. As lojas de descontos e de promoções continuam sendo os locais preferidos para as compras de material escolar para 89% dos entrevistados, e as lojas de artigos para escritório aparecem em segundo. As lojas de um dólar, que foram as campeãs de preferência durante a recessão, perderam o destaque: apenas 33% disseram que vão fazer as compras de volta às aulas nessas lojas, comparado com 40% no ano passado.
O período de volta às aulas é crítico no calendário do varejo dos EUA, e serve como um termômetro de tendências, que repercutem em praticamente todos os países. Os varejistas estão cada vez mais atentos ao impacto dos sites sociais como Facebook, Twitter ou YouTube sobre suas marcas e vendas. Aumentar a confiança e fidelidade dos consumidores em um mercado cada vez mais tecnológico, diversificado e globalizado exige mais que a mera presença do varejista na internet. Requer atenção e inteligência para criar promoções focalizadas e relevantes.
No auge dessa temporada de volta às aulas, a rede J.C. Penney captou a tendência dos vídeos amadores chamados "hauls": adolescentes que registram as roupas interessantes que encontraram por um bom preço em lojas populares. Um "haul" postado no YouTube serve para mostrar que a adolescente é descolada e sabe garimpar itens chamativos. A rede de varejo adotou o conceito de forma ampla, e vídeos criados segundo essa tendência podem ser vistos no site www.jcp.com.
Segundo Kate Coutlas, gerente de relações públicas da marca, a J.C. Penney associou sua fama de ter bons produtos por preços acessíveis com uma nova geração de consumidores, na sua maioria mulheres jovens, que usam os vídeos online para mostrar e comentar seus achados e novas aquisições para o guarda-roupa. Kate diz que a promoção eleva a percepção da Penney como uma marca "cool", com estilo -- o que atrai novos compradores. Os criadores dos "hauls" da J.C. Penney são bem diversificados em termos de idade, localização geográfica e experiência com vídeos. Os participantes ganharam US$ 500 para criar os vídeos ou para usar em compras nas lojas -- e essa informação está presente em todos os vídeos. Para completar, os vídeos são postados nas páginas online da marca no Facebook, Twitter e YouTube.
TAM vende passagem nas Casas Bahia
Segundo informa o Propaganda & Marketing, a TAM Linhas Aéreas busca atrair as classes emergentes com o novo conceito “Você vai e vai de TAM”, criado pela Y&R, que reforça que a companhia é acessível para diferentes públicos. A cantora Ivete Sangalo é a estrela da campanha, que estreia a partir desse domingo (8), no programa Fantástico, da Rede Globo.
Em paralelo à flexibilização da comunicação, a TAM ampliou os canais de distribuição e meios de pagamento, montando estandes de venda em locais de grande concentração do público que pretende atingir – como nas lojas da Casas Bahia. De acordo com Manoela Amaro, diretora de marketing da TAM, o conceito “Você vai e vai de TAM” traduz com muita eficiência esse novo momento da companhia aérea. “Em pesquisas, constatamos que a classe emergente acredita que viajar de TAM não é para ela. Por isso, não olha nossos preços para, pelo menos, tentar comprar uma passagem. Uma das missões da agência era justamente desmitificar essa imagem e a Ivete, com certeza, nos ajudará a mostrar que a TAM é para todos”, explica.
A nova campanha contempla 12 filmes com veiculação em emissoras de TV aberta e fechada, merchandising, anúncios impressos - jornais e revistas-, publieditoriais, mídia online e material de ponto-de-venda.
Em paralelo à flexibilização da comunicação, a TAM ampliou os canais de distribuição e meios de pagamento, montando estandes de venda em locais de grande concentração do público que pretende atingir – como nas lojas da Casas Bahia. De acordo com Manoela Amaro, diretora de marketing da TAM, o conceito “Você vai e vai de TAM” traduz com muita eficiência esse novo momento da companhia aérea. “Em pesquisas, constatamos que a classe emergente acredita que viajar de TAM não é para ela. Por isso, não olha nossos preços para, pelo menos, tentar comprar uma passagem. Uma das missões da agência era justamente desmitificar essa imagem e a Ivete, com certeza, nos ajudará a mostrar que a TAM é para todos”, explica.
A nova campanha contempla 12 filmes com veiculação em emissoras de TV aberta e fechada, merchandising, anúncios impressos - jornais e revistas-, publieditoriais, mídia online e material de ponto-de-venda.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Consumidores mais cautelosos nos EUA
Um estudo feito em parceria pela agência Deloitte e o Harrison Group indica que a recessão forçou o consumidor americano a adaptar seus padrões de compras, fazendo surgir um comprador mais informado, cauteloso e estratégico, que cede menos a compras de impulso e aos apelos da publicidade e das marcas. O estudo, chamado "The 2010 American Pantry Study: The New Rules of the Shopping Game" ("A Despensa dos EUA em 2010: As Novas Regras do Jogo nas Compras", numa tradução livre) revela que 92% dos entrevistados mudaram seus hábitos de consumo de gêneros alimentícios -- 89% disseram que se informam melhor antes das compras, e 84% disseram que passaram a fazer compras mais focalizadas.
Entre as principais constatações do estudo estão:
* 93% esperam continuar gastando com cautela, mesmo com a recuperação econômica
* 92% fizeram adaptações em seus hábitos de compras de alimentos
* 89% se consideram consumidores mais bem informados por causa da recessão
* 84% disseram fazer compras mais focalizadas
* 81% estão mais atentos com a economia gerada com cupons e cartões de fidelidade
* 55% dos que estão gastando menos não tiveram queda de renda, mas agem como se fosse o caso.
Além disso, a pesquisa mostrou que mesmo que os consumidores gastem menos, 65% disseram que não sentem a atitude como um grande sacrifício. 79% dos consultados disseram que estão comprando de modo mais inteligente em comparação com dois anos atrás. O impacto da recessão na mentalidade do consumidor deve ser prolongado, já que 93% disseram que vão permanecer cautelosos com as compras, e manter os níveis atuais de consumo mesmo com uma recuperação financeira.
O estudo mostrou ainda que os cartões de fidelidade das lojas ganharam maior relevância, com 65% dos entrevistados declarando que esses cartões são um método muito importante para economizar dinheiro. Os cupons de desconto também ganharam destaque: 45% estão usando cupons recebidos por email, 43% recortam e usam cupons de jornais e outras publicações impressas e 43% usam os cupons oferecidos no próprio espaço das lojas.
Entre as principais constatações do estudo estão:
* 93% esperam continuar gastando com cautela, mesmo com a recuperação econômica
* 92% fizeram adaptações em seus hábitos de compras de alimentos
* 89% se consideram consumidores mais bem informados por causa da recessão
* 84% disseram fazer compras mais focalizadas
* 81% estão mais atentos com a economia gerada com cupons e cartões de fidelidade
* 55% dos que estão gastando menos não tiveram queda de renda, mas agem como se fosse o caso.
Além disso, a pesquisa mostrou que mesmo que os consumidores gastem menos, 65% disseram que não sentem a atitude como um grande sacrifício. 79% dos consultados disseram que estão comprando de modo mais inteligente em comparação com dois anos atrás. O impacto da recessão na mentalidade do consumidor deve ser prolongado, já que 93% disseram que vão permanecer cautelosos com as compras, e manter os níveis atuais de consumo mesmo com uma recuperação financeira.
O estudo mostrou ainda que os cartões de fidelidade das lojas ganharam maior relevância, com 65% dos entrevistados declarando que esses cartões são um método muito importante para economizar dinheiro. Os cupons de desconto também ganharam destaque: 45% estão usando cupons recebidos por email, 43% recortam e usam cupons de jornais e outras publicações impressas e 43% usam os cupons oferecidos no próprio espaço das lojas.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Aplicativo para celular permite abrir e pagar contas em bares
O aplicativo TabbedOut para iPhone e celulares do sistema Android é uma boa demonstração de como a tecnologia facilitará o pagamento de contas no futuro. Criado pela empresa texana ATX Innovation, o aplicativo gratuito permite que consumidores nas cidades de Austin e Dallas e também em Chico (Califórnia) possam pagar suas contas eletronicamente em bares e restaurantes. O usuário baixa o aplicativo e insere as informações de um cartão de crédito ou débito para cobrança. O TabbedOut então exibe uma lista de bares e restaurantes cadastrados no sistema. Na próxima visita a um bar, o usuário abre automaticamente uma conta do consumo da noite, onde cada item consumido é registrado com um código. Quando o cliente quiser ir embora, basta abrir o aplicativo, checar os itens consumidos, incluir uma gorgeta e clicar em "pagar". O aplicativo pode enviar uma cópia da fatura para o email, e também arquiva as faturas para quem precisa prestar contas de consumo.
A ATX agora está procurando uma expansão nacional de seu programa.
Veja abaixo um vídeo mostrando o funcionamento do sistema do TabbedOut:
A ATX agora está procurando uma expansão nacional de seu programa.
Veja abaixo um vídeo mostrando o funcionamento do sistema do TabbedOut:
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Portal reúne barganhas de mais de 80 sites em vários países
Com a explosão dos sites que oferecem "pechinchas do dia", a única dificuldade para o consumidor é localizar a melhor oferta em sua cidade ou região. O portal de ofertas Dealradar foi criado em Chicago para atender essa necessidade. O serviço gratuito localiza e indexa ofertas de sites como Groupon e LivingSocial em mais de 60 cidades nos EUA, Reino Unido, Austrália e Canadá. São mais de 80 sites pesquisados para reunir ofertas, organizadas por tipos de produtos ou serviços. Os consumidores podem assinar o Dealradar por email, Twitter, Facebook ou RSS, e há também um aplicativo para celulares. Quando o usuário encontra uma oferta de seu interesse, basta clicar no link para ser direcionado para o site original. Se o consumidor fizer uma compra, o site parceiro dá uma percentagem para o Dealradar.
Uma boa ideia é geralmente simples, e neste caso parece que todos ganham: o consumidor, os sites parceiros e o portal agregador.
Uma boa ideia é geralmente simples, e neste caso parece que todos ganham: o consumidor, os sites parceiros e o portal agregador.
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E-commerce movimentará R$ 590 milhões no Dia dos Pais
Segundo nota do Meio&Mensagem, dados da consultoria e-bit, o Dia dos Pais deverá ser responsável por uma grande movimentação do comércio online o faturamento obtido com as vendas digitais deverá ser 35% superior ao do ano passado. Segundo a empresa especializada, o Dia dos Pais deste ano deverá movimentar R$ 590 milhões, um montante bem superior aos R$ 437 milhões gerados em 2009. O valor deverá provir, sobretudo, de compras de itens eletrônicos (como televisores, MP3 players, DVD's, etc) e de artigos de informática e acessórios automotivos.O e-bit acredita que o incremento do comércio online para a compra de produtos de valor mais elevado está ligado também à facilidade de pagamento concedida pelos varejistas online, que costumam oferecer um longo prazo para a quitação dos produtos.O faturamento do e-commerce no Dia dos Pais vem crescendo anualmente desde 2007, quando o setor passou a ser avaliado pelo e-bit. No primeiro ano da análise, o Dia dos Pais conseguiu movimentar um total de R$ 231 milhões em comércio eletrônico; em 2008, o número ficou em R$ 338 milhões, saltando para R$ 437 milhões em 2009.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Wal-Mart lança programa ambicioso de etiquetas eletrônicas em roupas
A rede Wal-Mart anunciou programa para instalar sofisticadas etiquetas com microtransmissores de rádio em jeans e roupas de baixo a partir do próximo mês. Segundo reporta Miguel Bustillo, no Wall Street Journal, as etiquetas serão fixadas em peças individuais de vestuário e poderão ser lidas com equipamentos de mão pelos funcionários. Com as etiquetas, a equipe do hipermercado poderá saber rapidamente que tamanho de jeans está em falta, assegurando um controle eficiente de estoques e reposição de mercadorias nas prateleiras. Se os testes com essas peças de roupa forem bem sucedidos, a empresa pretende instalar RFIDs em outros produtos, vendidos em mais de 3.750 lojas nos EUA.
Segundo Raul Vazquez, diretor das lojas da rede na costa oeste dos EUA, o atrativo das etiquetas com ID eletrônico é a capacidade de avaliar os estoques em segundos, o que pode revolucionar as operações de estoque nas lojas. O Wal-Mart já havia sido pioneiro na adoção de RFIDs nos centros de distribuição, onde as etiquetas serviam para o controle de caixas e paletes de mercadorias. Com o uso das etiquetas eletrônicas, o Wal-Mart conseguiu reduzir custos operacionais, que se traduziram em preços menores para os consumidores. O exemplo foi imitado por um grande número de concorrentes no mundo todo.
A tecnologia tem seus críticos. Entre eles está Katherine Albrecht, fundadora de um grupo chamado Consumidores Contra a Invasão da Privacidade por Supermercados, e autora do livro "Spychips". Segundo ela, apesar das vantagens logísticas de monitorar mercadorias, há o o risco dos supermercados usarem a tecnologia para monitorar os próprios consumidores -- dentro e fora do espaço da loja. O grupo de Katherine já promoveu protestos e boicotes contra marcas conhecidas, por incluir etiquetas eletrônicas em produtos sem informar os consumidores.
O Wal-Mart está determinando que os fornecedores usem apenas etiquetas removíveis, e não costuradas dentro da peça de roupa, para reduzir os temores de invasão de privacidade. A rede também vai informar através de cartazes nas lojas sobre o uso das etiquetas.
(foto: Marc F. Henning/ The Wall Street Journal)
Segundo Raul Vazquez, diretor das lojas da rede na costa oeste dos EUA, o atrativo das etiquetas com ID eletrônico é a capacidade de avaliar os estoques em segundos, o que pode revolucionar as operações de estoque nas lojas. O Wal-Mart já havia sido pioneiro na adoção de RFIDs nos centros de distribuição, onde as etiquetas serviam para o controle de caixas e paletes de mercadorias. Com o uso das etiquetas eletrônicas, o Wal-Mart conseguiu reduzir custos operacionais, que se traduziram em preços menores para os consumidores. O exemplo foi imitado por um grande número de concorrentes no mundo todo.
A tecnologia tem seus críticos. Entre eles está Katherine Albrecht, fundadora de um grupo chamado Consumidores Contra a Invasão da Privacidade por Supermercados, e autora do livro "Spychips". Segundo ela, apesar das vantagens logísticas de monitorar mercadorias, há o o risco dos supermercados usarem a tecnologia para monitorar os próprios consumidores -- dentro e fora do espaço da loja. O grupo de Katherine já promoveu protestos e boicotes contra marcas conhecidas, por incluir etiquetas eletrônicas em produtos sem informar os consumidores.
O Wal-Mart está determinando que os fornecedores usem apenas etiquetas removíveis, e não costuradas dentro da peça de roupa, para reduzir os temores de invasão de privacidade. A rede também vai informar através de cartazes nas lojas sobre o uso das etiquetas.
(foto: Marc F. Henning/ The Wall Street Journal)
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
Rede Office Depot abre primeira loja com certificação ambiental do LEED
A rede de lojas de materiais para escritório Office Depot anunciou a inauguração em Austin (Texas) de sua primeira loja com certificado ambiental para espaços comerciais do U.S. Green Building Council LEED. A partir dessa loja piloto, todas as novas lojas da rede na América do Norte deverão receber a certificação, incluindo 14 lojas que devem ser inauguradas ainda em 2010.
A "loja verde" da Office Depot inclui vários itens ambientalmente responsáveis:
* Clarabóias para receber luz solar em 90% da área da loja.
* Telhado com membrana refletora, para impedir a absorção de calor e manter o interior da loja mais fresco.
* Iluminação no padrão Energy Star HVAC, de baixo consumo.
* Sensores de luz diurna e de presença, para reduzir consumo de energia.
* Sistemas de economia de água, incluindo aquecedores sem reservatório, descargas de baixo volume, mictórios econômicos e sensores de consumo para reduzir o uso médio de água em 30% nos banheiros.
* Uso de material de construção reciclado em todas as ocasiões possíveis.
* Material de construção geral inclui 10% de materiais reciclados.
* Pelo menos 50% da madeira é certificada pelo Forest Stewardship Council.
* Acabamento e tintas de baixa toxicidade.
* Gerenciamento centralizado do consumo de energia em todos os pontos da loja.
* Materiais e aparelhos elétricos certificados.
* Estacionamento com vagas preferenciais para veículos de baixa emissão, motores a etanol ou elétricos, e para usuários em programas de carona.
* Centro local para reciclagem de produtos de escritório, como cartuchos de impressoras, papéis, produtos eletrônicos e baterias.
A "loja verde" da Office Depot inclui vários itens ambientalmente responsáveis:
* Clarabóias para receber luz solar em 90% da área da loja.
* Telhado com membrana refletora, para impedir a absorção de calor e manter o interior da loja mais fresco.
* Iluminação no padrão Energy Star HVAC, de baixo consumo.
* Sensores de luz diurna e de presença, para reduzir consumo de energia.
* Sistemas de economia de água, incluindo aquecedores sem reservatório, descargas de baixo volume, mictórios econômicos e sensores de consumo para reduzir o uso médio de água em 30% nos banheiros.
* Uso de material de construção reciclado em todas as ocasiões possíveis.
* Material de construção geral inclui 10% de materiais reciclados.
* Pelo menos 50% da madeira é certificada pelo Forest Stewardship Council.
* Acabamento e tintas de baixa toxicidade.
* Gerenciamento centralizado do consumo de energia em todos os pontos da loja.
* Materiais e aparelhos elétricos certificados.
* Estacionamento com vagas preferenciais para veículos de baixa emissão, motores a etanol ou elétricos, e para usuários em programas de carona.
* Centro local para reciclagem de produtos de escritório, como cartuchos de impressoras, papéis, produtos eletrônicos e baterias.
Etiquetas com RFIDs contam histórias de produtos doados
Uma aplicação bastante interessante da tecnologia de etiquetas com microtransmissores de rádio (RFIDs) é o projeto britânico Remembe Me, uma parceria entre o TOTeM (Tales of Things and Electronic Memory, Histórias das Coisas e Memória Eletrônica) e a organização Oxfam.
O projeto pediu que as pessoas que doaram itens para a loja beneficente da Oxfam em Manchester gravassem o histórico do objeto com um microfone, incluindo detalhes e casos interessantes relacionados ao item. Os audioclipes foram lincados com uma etiqueta RFID e código QR, que fazem parte de cada item em exibição. Quando um comprador aproxima seu smartphone da etiqueta, o sistema acessa o clipe de som e a pessoa pode ouvir as histórias, na voz dos donos originais dos objetos.
O conceito faz com que as pessoas deixem de pensar em um produto exposto na loja em termos puramente financeiros -- neste caso específico, levando à reflexão sobre seu valor sentimental. A idéia pode ser expandida (e muito) para outras iniciativas de varejo.
Por exemplo, etiquetas RFID poderiam contar sobre a origem de produtos artesanais, sobre as comunidades que os produzem, sobre a consciência social e ambiental dos produtos. Isso aumentaria a percepção de valor dos itens.
Esse conceito também é usado na loja japonesa de segunda mão Pass The Baton, onde os produtos incluem histórias sobre os donos originais dos itens.
Veja abaixo um vídeo sobre o uso de RFIDs no projeto Remember Me:
O projeto pediu que as pessoas que doaram itens para a loja beneficente da Oxfam em Manchester gravassem o histórico do objeto com um microfone, incluindo detalhes e casos interessantes relacionados ao item. Os audioclipes foram lincados com uma etiqueta RFID e código QR, que fazem parte de cada item em exibição. Quando um comprador aproxima seu smartphone da etiqueta, o sistema acessa o clipe de som e a pessoa pode ouvir as histórias, na voz dos donos originais dos objetos.
O conceito faz com que as pessoas deixem de pensar em um produto exposto na loja em termos puramente financeiros -- neste caso específico, levando à reflexão sobre seu valor sentimental. A idéia pode ser expandida (e muito) para outras iniciativas de varejo.
Por exemplo, etiquetas RFID poderiam contar sobre a origem de produtos artesanais, sobre as comunidades que os produzem, sobre a consciência social e ambiental dos produtos. Isso aumentaria a percepção de valor dos itens.
Esse conceito também é usado na loja japonesa de segunda mão Pass The Baton, onde os produtos incluem histórias sobre os donos originais dos itens.
Veja abaixo um vídeo sobre o uso de RFIDs no projeto Remember Me:
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terça-feira, 20 de julho de 2010
Redes de varejo reinventam o velho catálogo
Por muito tempo, lojas de departamento e grandes magazines se valeram dos catálogos de produtos para estimular vendas. Grossos volumes de papel brilhante, com muitas fotos coloridas, chegavam pelo correio nas casas de milhões de consumidores. Mas essa época passou, e muita coisa mudou. A recente crise econômica forçou a maioria das grandes de varejo a fazer cortes. Além do aumento dos custos de impressão e postagem, a crescente preocupação ambiental dos consumidores fez com que os sites das lojas assumissem o papel dos antigos catálogos.
Mas essa forma de divulgação de produtos não morreu, e volta agora com nova cara e novas estratégias. Depois de uma pausa de sete anos, a marca de roupas Abercrombie & Fitch relançou seu catálogo A&F Quarterly, famoso por imagens sensuais e polêmicas.
Além da Abercrombie & Fitch, grandes redes como J.C. Penney, Sears e Barneys estão voltando a investir em catálogos. São publicações renovadas, voltadas principalmente para o público jovem, e que buscam conexões inovadoras com o mundo digital e novas tecnologias. A rede Barneys, por exemplo, está lançando um catálogo totalmente em 3D.
A nova versão do catálogo A&F Quarterly faz parte de uma estratégia de divulgação da marca que envolve quiosques eletrônicos nas lojas, o site da marca, Twitter e Facebook. A volta do catálogo trimestral ocorre em um momento de baixas vendas na rede. A publicação do catálogo havia sido interrompida em 2003, e a publicação foi alvo de muitas críticas e até boicotes por incluir fotos de modelos quase nus em seus encartes e muitas reportagens sobre sexo.
Já a Sears, que por décadas editou um dos mais famosos catálogos de varejo do mundo, recriou seus catálogos temáticos na web, usando uma tecnologia de páginas virtuais muito elogiada. No site, é possível folhear as páginas, com botões para ampliar e ver detalhes. Clique para ver um exemplo de catálogo interativo da Sears.
A marca de relógios e acessórios Fossil também usa uma combinação de catálogo impresso e website para divulgar seus produtos, criando uma publicação que lembra uma revista para adolescentes.
A J.C. Penney também reformulou seu conceito de catálogo. Segundo uma porta-voz da empresa, as lojas se tornaram mais digitais, e os catálogos genéricos foram trocados por publicações mais segmentadas. A loja agora envia pequenas tiragens de publicações como o "The Little Red Book", que exibe looks completos de vestuário feminino, dos pés à cabeça. Esses novos catálogos segmentados dialogam diretamente com o site da marca, onde os consumidores podem encontrar mais informações, incluindo guias interativos para combinar peças de roupas e vídeos.
Falando em vídeos, a J.C. Penney está usando a seu favor uma tendência que surgiu no YouTube e outros sites de vídeos online: os chamados "hauls", vídeos amadores feitos por adolescentes mostrando "achados" em lojas populares. Esses vídeos foram criados para as adolescentes mostrarem para amigas as roupas e acessórios interessantes que garimparam em lojas como a J.C. Penney. Agora a rede vai usar esses vídeos como parte de suas estratégia de vendas para o período de volta às aulas. Os vídeos vão entrar online no site jcp.com/teen.
A Penney não está sozinha nessa tendência de encampar vídeos amadores. Outras redes voltadas para consumidores jovens, como a Forever 21 e a American Eagle estão explorando o uso de "hauls" para faturar com a temporada de volta às aulas, que representa US$ 50 bilhões em compras nos EUA.
Veja um exemplo de "haul" no vídeo abaixo:
Mas essa forma de divulgação de produtos não morreu, e volta agora com nova cara e novas estratégias. Depois de uma pausa de sete anos, a marca de roupas Abercrombie & Fitch relançou seu catálogo A&F Quarterly, famoso por imagens sensuais e polêmicas.
Além da Abercrombie & Fitch, grandes redes como J.C. Penney, Sears e Barneys estão voltando a investir em catálogos. São publicações renovadas, voltadas principalmente para o público jovem, e que buscam conexões inovadoras com o mundo digital e novas tecnologias. A rede Barneys, por exemplo, está lançando um catálogo totalmente em 3D.
A nova versão do catálogo A&F Quarterly faz parte de uma estratégia de divulgação da marca que envolve quiosques eletrônicos nas lojas, o site da marca, Twitter e Facebook. A volta do catálogo trimestral ocorre em um momento de baixas vendas na rede. A publicação do catálogo havia sido interrompida em 2003, e a publicação foi alvo de muitas críticas e até boicotes por incluir fotos de modelos quase nus em seus encartes e muitas reportagens sobre sexo.
Já a Sears, que por décadas editou um dos mais famosos catálogos de varejo do mundo, recriou seus catálogos temáticos na web, usando uma tecnologia de páginas virtuais muito elogiada. No site, é possível folhear as páginas, com botões para ampliar e ver detalhes. Clique para ver um exemplo de catálogo interativo da Sears.
A marca de relógios e acessórios Fossil também usa uma combinação de catálogo impresso e website para divulgar seus produtos, criando uma publicação que lembra uma revista para adolescentes.
A J.C. Penney também reformulou seu conceito de catálogo. Segundo uma porta-voz da empresa, as lojas se tornaram mais digitais, e os catálogos genéricos foram trocados por publicações mais segmentadas. A loja agora envia pequenas tiragens de publicações como o "The Little Red Book", que exibe looks completos de vestuário feminino, dos pés à cabeça. Esses novos catálogos segmentados dialogam diretamente com o site da marca, onde os consumidores podem encontrar mais informações, incluindo guias interativos para combinar peças de roupas e vídeos.
Falando em vídeos, a J.C. Penney está usando a seu favor uma tendência que surgiu no YouTube e outros sites de vídeos online: os chamados "hauls", vídeos amadores feitos por adolescentes mostrando "achados" em lojas populares. Esses vídeos foram criados para as adolescentes mostrarem para amigas as roupas e acessórios interessantes que garimparam em lojas como a J.C. Penney. Agora a rede vai usar esses vídeos como parte de suas estratégia de vendas para o período de volta às aulas. Os vídeos vão entrar online no site jcp.com/teen.
A Penney não está sozinha nessa tendência de encampar vídeos amadores. Outras redes voltadas para consumidores jovens, como a Forever 21 e a American Eagle estão explorando o uso de "hauls" para faturar com a temporada de volta às aulas, que representa US$ 50 bilhões em compras nos EUA.
Veja um exemplo de "haul" no vídeo abaixo:
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Amazon.com já vende mais e-books que livros de capa dura
Segundo nota do IDG Now!, a loja online Amazon.com informou nesta segunda-feira (19/7) que nos últimos meses seus e-books têm superado, em unidades, a venda de livros de papel de capa dura. De acordo com a empresa, nos últimos três meses, para cada cem livros de capa dura comercializados foram vendidos 143 livros para o Kindle. Tomando-se por base o mês de junho, foram vendidos 180 e-books via Kindle para cada cem livros de capa dura. No mesmo comunicado, a Amazom.com disse ter vendido três vezes mais e-books para o Kindle no primeiro semestre de 2010 em comparação com o mesmo período de 2009.
A empresa também cita cinco autores que venderam, cada um, mais de 500 mil exemplares eletrônicos para o Kindle: Charlaine Harris, Stieg Larsson, Stephenie Meyer, James Patterson e Nora Roberts. A loja Kindle dos EUA tem mais de 630 mil livros, dos quais 510 mil são vendidos por 9,99 dólares ou menos.
A empresa também cita cinco autores que venderam, cada um, mais de 500 mil exemplares eletrônicos para o Kindle: Charlaine Harris, Stieg Larsson, Stephenie Meyer, James Patterson e Nora Roberts. A loja Kindle dos EUA tem mais de 630 mil livros, dos quais 510 mil são vendidos por 9,99 dólares ou menos.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Walmart faz investimento estratégico no e-commerce
A rede Walmart acaba de anunciar a promoção do diretor de operações nos EUA, Eduardo Castro-Wright, para o comando da Global.com, o braço mundial de comércio online da empresa. A Global.com foi criada em janeiro deste ano e a promoção de Castro-Wright reflete a importância do e-commerce para o Walmart.
Segundo Castro-Wright, sua missão será estabelecer uma grande operação de comércio eletrônico e multicanal, aproveitando os recursos globais da empresa. O objetivo da Global.com é desenvolver estratégias de e-commerce e criar uma plataforma "agnóstica" de varejo eletrônico, que poderia ser usada em qualquer mercado, similar ao modelo de plataforma global da Amazon.com.
De acordo com um memorando distribuído por Mike Duke, presidente e CEO do Walmart, a criação da unidade Global.com permitirá que o Walmart se torne uma empresa realmente global, oferecendo produtos de todos os lugares para todos os seus consumidores.
Castro-Wright ficou conhecido por ser um grande administrador do setor de lojas da rede nos EUA, e sua promoção é vista como um impulso decisivo na estratégia de e-commerce da empresa. Analistas do setor de varejo acreditam que o Walmart deve turbinar suas operações de comércio eletrônico este ano, para competir diretamente com a líder Amazon.com. Se o Walmart aplicar sua gigantesca escala de fornecimento e logística ao comércio eletrônico, ele poderá oferecer preços significativamente mais baixos que a concorrência.
Segundo Gene Alvarez, da consultoria Gartner, promover um executivo da área de lojas para o ambiente online mostra que o Walmart acredita que deve aplicar na web a mesma visão que levou os hipermercados de cimento e tijolo à liderança no setor. Atualmente, o Walmart.com é a 6ª maior loja online segundo o índice Internet Retailer Top 500.
Os executivos da empresa já declararam diversas vezes que a meta é tornar o Walmart.com o maior site de e-commerce do mundo. Mas será uma tarefa árdua: enquanto o Walmart gerou US$ 3,5 bilhões em vendas online em 2009, segundo dados do Internet Retailer, a Amazon.com informou vendas de US$ 24,5 bilhões no mesmo período.
Ao mesmo tempo, diz Alvarez, outras grandes redes de varejo tradicional estão desenvolvendo projetos similares, inclusive promovendo executivos de outras áreas para comandar as operações online.
Um exemplo é a rede de livrarias Barnes & Noble, que promoveu William Lynch de presidente da BarnesandNoble.com para o cargo de CEO da empresa. Após a mudança de cargo, Lynch declarou que seu objetivo é transformar a Barnes & Noble de uma rede tradicional de lojas em uma operação fortemente focalizada no e-commerce e nas mídias digitais, com destaque para a venda de livros eletrônicos. A empresa lançou seu próprio leitor de livros digitais, chamado Nook, para concorrer diretamente com o e-reader Kindle da Amazon.com.
Segundo Castro-Wright, sua missão será estabelecer uma grande operação de comércio eletrônico e multicanal, aproveitando os recursos globais da empresa. O objetivo da Global.com é desenvolver estratégias de e-commerce e criar uma plataforma "agnóstica" de varejo eletrônico, que poderia ser usada em qualquer mercado, similar ao modelo de plataforma global da Amazon.com.
De acordo com um memorando distribuído por Mike Duke, presidente e CEO do Walmart, a criação da unidade Global.com permitirá que o Walmart se torne uma empresa realmente global, oferecendo produtos de todos os lugares para todos os seus consumidores.
Castro-Wright ficou conhecido por ser um grande administrador do setor de lojas da rede nos EUA, e sua promoção é vista como um impulso decisivo na estratégia de e-commerce da empresa. Analistas do setor de varejo acreditam que o Walmart deve turbinar suas operações de comércio eletrônico este ano, para competir diretamente com a líder Amazon.com. Se o Walmart aplicar sua gigantesca escala de fornecimento e logística ao comércio eletrônico, ele poderá oferecer preços significativamente mais baixos que a concorrência.
Segundo Gene Alvarez, da consultoria Gartner, promover um executivo da área de lojas para o ambiente online mostra que o Walmart acredita que deve aplicar na web a mesma visão que levou os hipermercados de cimento e tijolo à liderança no setor. Atualmente, o Walmart.com é a 6ª maior loja online segundo o índice Internet Retailer Top 500.
Os executivos da empresa já declararam diversas vezes que a meta é tornar o Walmart.com o maior site de e-commerce do mundo. Mas será uma tarefa árdua: enquanto o Walmart gerou US$ 3,5 bilhões em vendas online em 2009, segundo dados do Internet Retailer, a Amazon.com informou vendas de US$ 24,5 bilhões no mesmo período.
Ao mesmo tempo, diz Alvarez, outras grandes redes de varejo tradicional estão desenvolvendo projetos similares, inclusive promovendo executivos de outras áreas para comandar as operações online.
Um exemplo é a rede de livrarias Barnes & Noble, que promoveu William Lynch de presidente da BarnesandNoble.com para o cargo de CEO da empresa. Após a mudança de cargo, Lynch declarou que seu objetivo é transformar a Barnes & Noble de uma rede tradicional de lojas em uma operação fortemente focalizada no e-commerce e nas mídias digitais, com destaque para a venda de livros eletrônicos. A empresa lançou seu próprio leitor de livros digitais, chamado Nook, para concorrer diretamente com o e-reader Kindle da Amazon.com.
sábado, 10 de julho de 2010
Positivo lança concorrente brasileiro do Kindle
Reporta Ralphe Manzoni Jr., na IstoÉ Dinheiro, que a maior fabricante de computadores do Brasil anunciou o lançamento do Alfa, um e-reader para revolucionar o mercado editorial no País. O aparelho tem 8,9 milímetros de espessura e pesa 240 gramas. A tela é sensível ao toque. Dentro dele cabem 1.500 livros e ele pode ser facilmente carregado no bolso de um paletó. A primeira versão, cujo desenvolvimento foi feito em conjunto com um parceiro de Taiwan, não terá conexão a internet e será importada da China.
Um modelo com a tecnologia sem fio Wi-Fi, no entanto, chega antes do final do ano. Com esses atributos, a Positivo entra no mercado de livros digitais com o Alfa, o seu leitor de e-books. A venda será feita em livrarias e lojas online, que a Positivo ainda negocia, a partir de agosto. Escolas particulares também vão receber o equipamento para testes.
É o impulso que faltava para ligar o mundo digital às editoras, que faturam mais de R$ 3 bilhões com a venda de 340 milhões de livros. Em tese, esse é o mercado potencial que o Alfa quer conquistar.
Mas, muito mais do que uma aposta em um setor que deve deslanchar nos próximos anos, o novo produto é o primeiro passo da maior fabricante de computadores do Brasil para ampliar seu leque de atuação e começar a reduzir gradativamente sua dependência financeira de desktops e notebooks.
O Alfa dará origem a uma família de produtos. É provável que, em breve, chegue ao mercado um tablet com esse nome e até mesmo um notebook com tela híbrida – de LCD, brilhante como a do iPad, e com e-paper, sem luminosidade, como a do Kindle da Amazon.com.
(imagens: IstoÉ Dinheiro)
Um modelo com a tecnologia sem fio Wi-Fi, no entanto, chega antes do final do ano. Com esses atributos, a Positivo entra no mercado de livros digitais com o Alfa, o seu leitor de e-books. A venda será feita em livrarias e lojas online, que a Positivo ainda negocia, a partir de agosto. Escolas particulares também vão receber o equipamento para testes.
É o impulso que faltava para ligar o mundo digital às editoras, que faturam mais de R$ 3 bilhões com a venda de 340 milhões de livros. Em tese, esse é o mercado potencial que o Alfa quer conquistar.
Mas, muito mais do que uma aposta em um setor que deve deslanchar nos próximos anos, o novo produto é o primeiro passo da maior fabricante de computadores do Brasil para ampliar seu leque de atuação e começar a reduzir gradativamente sua dependência financeira de desktops e notebooks.
O Alfa dará origem a uma família de produtos. É provável que, em breve, chegue ao mercado um tablet com esse nome e até mesmo um notebook com tela híbrida – de LCD, brilhante como a do iPad, e com e-paper, sem luminosidade, como a do Kindle da Amazon.com.
(imagens: IstoÉ Dinheiro)
sexta-feira, 9 de julho de 2010
11% dos usuários já fazem compras por celular nos EUA, diz estudo
Informa Erik Sass, no Media Post, que um número crescente de usuários nos Estados Unidos faz compras usando o celular. O dado faz parte do estudo "Mobile Access 2010", publicado pelo Pew Internet & American Life Project. O instituto Pew descobriu que 38% dos usuários adultos de celulares já usam os aparelhos para acessar a internet -- comparado com 25% em abril de 2009.
Segundo o estudo, 11% dos adultos já usaram o celular para fazer alguma compra. Esse percentual sobre para 20% na faixa entre 18 e 29 anos. E os números também são altos em alguns grupos demográficos: 18% entre os jovens hispânicos e 13% entre os negros, comparados com apenas 10% da população em geral.
Segundo o estudo, 23% dos usuários adultos usam o aparelho para acessar redes sociais, 20% assistem vídeos e 11% já fizeram doações para organizações de caridade através do celular.
76% dos usuários já usaram o celular para tirar fotos, e 72% enviam mensagens de texto. O percentual de usuários que jogam games no celular passou de 27% em 2009 para 34% agora.
Segundo o estudo, 11% dos adultos já usaram o celular para fazer alguma compra. Esse percentual sobre para 20% na faixa entre 18 e 29 anos. E os números também são altos em alguns grupos demográficos: 18% entre os jovens hispânicos e 13% entre os negros, comparados com apenas 10% da população em geral.
Segundo o estudo, 23% dos usuários adultos usam o aparelho para acessar redes sociais, 20% assistem vídeos e 11% já fizeram doações para organizações de caridade através do celular.
76% dos usuários já usaram o celular para tirar fotos, e 72% enviam mensagens de texto. O percentual de usuários que jogam games no celular passou de 27% em 2009 para 34% agora.
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
iPad começa a despertar o interesse das corporações
Segundo nota do Computerworld, apesar das previsões em contrário, várias grandes corporações ao redor do mundo estão considerando o uso do iPad em suas atividades. O sucesso do dispositivo deve-se, em grande parte, ao fato dele permitir aplicações móveis singulares.
A empresa norte-americana Wells Fargo - grupo que atua na área de banco e transportes - aprovou o uso do iPad no ambiente de negócios. Outras empresas como a SAP, a Tellabs Inc. e a Daimler (Mercedes Benz) engordam a fila de organizações em que o tablet é usado para dar conta de várias tarefas, que vão de acesso a email a apoio a processos comerciais (liberação de envio de cargas e verificar opções de financiamento de veículos, por exemplo).
Existe uma previsão da operadora AT&T de que, dos mais 3 milhões de iPads vendidos nos Estados Unidos, cerca de 1,2 milhão de equipamentos sendo usados dentro das organização.
A empresa norte-americana Wells Fargo - grupo que atua na área de banco e transportes - aprovou o uso do iPad no ambiente de negócios. Outras empresas como a SAP, a Tellabs Inc. e a Daimler (Mercedes Benz) engordam a fila de organizações em que o tablet é usado para dar conta de várias tarefas, que vão de acesso a email a apoio a processos comerciais (liberação de envio de cargas e verificar opções de financiamento de veículos, por exemplo).
Existe uma previsão da operadora AT&T de que, dos mais 3 milhões de iPads vendidos nos Estados Unidos, cerca de 1,2 milhão de equipamentos sendo usados dentro das organização.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Varejistas online instalam widget para permitir compras em grupo
O SyncFu é um widget gratuito que qualquer site de e-commerce pode instalar para permitir que os consumidores criem grupos para compras com descontos. Depois de instalar o aplicativo, o varejista estabelece a relação entre preço e quantidade de seus produtos. Para participar de um grupo de compra, basta o consumidor clicar em "Join Group Buy" no site. No final do prazo da promoção, todos os participantes pagam o valor atualizado com desconto. Como a transação é feita diretamente no site do comerciante, não há intermediários e os vendedores ficam com os lucros.
Veja abaixo um vídeo que mostra o funcionamento do sistema:
SyncFu from Dejan Strbac on Vimeo.
(via trrendwatching.com)
Veja abaixo um vídeo que mostra o funcionamento do sistema:
SyncFu from Dejan Strbac on Vimeo.
(via trrendwatching.com)
Portal ajuda varejistas a encontrar locais para lojas pop-up
O site OpenPop-UpShops.com foi lançado nos EUA com o objetivo de integrar varejistas com proprietários de imóveis e os próprios consumidores, facilitando a criação de lojas instantâneas, as chamadas "pop-up stores".
A tendência das lojas pop-up está em franca expansão no mundo todo. Mas é uma tarefa geralmente difícil para o varejista encontrar espaços comerciais disponíveis. E muitas vezes os consumidores interessados não encontram informações sobre essas lojas de curta duração.
Ao entrar no site, basta fazer um cadastro gratuito. Os proprietários de espaços comerciais podem criar listas de imóveis e áreas disponíveis, que podem ser acessadas por comerciantes. Quando uma nova loja pop-up é lançada, o varejistas pode publicar as informações no site para os consumidores.
O OpenPop-UpShops.com vai lançar ainda um blog, uma revista impressa e vídeos sobre o tema.
A tendência das lojas pop-up está em franca expansão no mundo todo. Mas é uma tarefa geralmente difícil para o varejista encontrar espaços comerciais disponíveis. E muitas vezes os consumidores interessados não encontram informações sobre essas lojas de curta duração.
Ao entrar no site, basta fazer um cadastro gratuito. Os proprietários de espaços comerciais podem criar listas de imóveis e áreas disponíveis, que podem ser acessadas por comerciantes. Quando uma nova loja pop-up é lançada, o varejistas pode publicar as informações no site para os consumidores.
O OpenPop-UpShops.com vai lançar ainda um blog, uma revista impressa e vídeos sobre o tema.
domingo, 4 de julho de 2010
Saraiva aposta em livros eletrônicos
Segundo reportagem de Bruno Galo, na IstoÉ Dinheiro, a rede de livrarias Saraiva está dando um passo estratégico que pode fortalecer ainda mais sua participação no mercado. A empresa anunciou a entrada no setor de livros digitais, uma tecnologia que já começa a competir com os tradicionais livros de papel. De acordo com Marcílio Pousada, presidente da Saraiva, a expectativa é que o livro digital se torne um negócio rentável em menos de cinco anos -- o tempo em que o site de e-commerce da Saraiva demorou para dar lucro. Hoje as vendas do do site representam 35% do faturamento de mais de R$ 1 bilhão.
No ar desde meados de junho, a nova seção de livros digitais da Saraiva ainda não seduziu os consumidores. Das mais de 12 mil compras diárias que acontecem no site da empresa, aproximadamente 50 são de e-books. “Todo novo negócio leva um tempo para se tornar importante”, diz Pousada. A Saraiva se inspira no exemplo da Amazon.com, a maior loja virtual do mundo. A Amazon lançou seu próprio aparelho de leitura de e-books, o Kindle, em 2007. Mas só no ano passado começou a colher os frutos do pioneirismo. No Natal de 2009, por exemplo, os livros digitais superaram em vendas os de papel. Um resultado histórico. Para chegar a este patamar, a Saraiva tem o desafio de aumentar o seu acervo digital.
Atualmente, a Saraiva oferece cerca de mil títulos em português, dos quais 250, gratuitos. A oferta deve crescer nos próximos meses, assim como as formas de comprar e ler os conteúdos. Ainda assim, será pouco frente aos mais de 2 milhões de títulos em papel. Essa é uma consequência direta da postura das editoras no País.
De acordo com a consultoria Pricewaterhouse-Coopers, a receita com a venda de livros digitais no mundo deve crescer de US$ 1,1 bilhão, em 2009, para US$ 4,1 bilhões, em 2013. A comercialização de leitores de e-books, como o Kindle, da Amazon, e o Nook, da Barnes & Noble, deve mais do que dobrar, pulando de 5 milhões de unidades em 2009 para 12 milhões neste ano, segundo a consultoria Informa.
As editoras querem investir nessa nova tecnologia, mas ainda têm dúvidas receio a respeito dos e-books. A entrada de grandes redes como a Saraiva no mercado de distribuição deve estimular a oferta de novos títulos.
No Brasil, o rivais da Saraiva incluem a Gato Sabido, com acervo de 1.600 títulos nacionais e mais de 100 mil internacionais. e a Livraria Cultura, que oferece mil obras nacionais e cerca de 120 mil internacionais. A Cultura também prepara para as próximas semanas a entrada no mercado de audiobooks com cerca de 20 mil obras estrangeiras.
No ar desde meados de junho, a nova seção de livros digitais da Saraiva ainda não seduziu os consumidores. Das mais de 12 mil compras diárias que acontecem no site da empresa, aproximadamente 50 são de e-books. “Todo novo negócio leva um tempo para se tornar importante”, diz Pousada. A Saraiva se inspira no exemplo da Amazon.com, a maior loja virtual do mundo. A Amazon lançou seu próprio aparelho de leitura de e-books, o Kindle, em 2007. Mas só no ano passado começou a colher os frutos do pioneirismo. No Natal de 2009, por exemplo, os livros digitais superaram em vendas os de papel. Um resultado histórico. Para chegar a este patamar, a Saraiva tem o desafio de aumentar o seu acervo digital.
Atualmente, a Saraiva oferece cerca de mil títulos em português, dos quais 250, gratuitos. A oferta deve crescer nos próximos meses, assim como as formas de comprar e ler os conteúdos. Ainda assim, será pouco frente aos mais de 2 milhões de títulos em papel. Essa é uma consequência direta da postura das editoras no País.
De acordo com a consultoria Pricewaterhouse-Coopers, a receita com a venda de livros digitais no mundo deve crescer de US$ 1,1 bilhão, em 2009, para US$ 4,1 bilhões, em 2013. A comercialização de leitores de e-books, como o Kindle, da Amazon, e o Nook, da Barnes & Noble, deve mais do que dobrar, pulando de 5 milhões de unidades em 2009 para 12 milhões neste ano, segundo a consultoria Informa.
As editoras querem investir nessa nova tecnologia, mas ainda têm dúvidas receio a respeito dos e-books. A entrada de grandes redes como a Saraiva no mercado de distribuição deve estimular a oferta de novos títulos.
No Brasil, o rivais da Saraiva incluem a Gato Sabido, com acervo de 1.600 títulos nacionais e mais de 100 mil internacionais. e a Livraria Cultura, que oferece mil obras nacionais e cerca de 120 mil internacionais. A Cultura também prepara para as próximas semanas a entrada no mercado de audiobooks com cerca de 20 mil obras estrangeiras.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Mais de 80 setores passam a ser obrigados a emitir a NF-e
Reporta Edileuza Soares, no Computerworld, que desde o dia 01/07, um segundo grupo de empresas passou a ser obrigado a emitir a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Ao todo, mais de 80 atividades econômicas foram incluídas nessa etapa do programa do governo brasileiro voltado a substituir os documentos fiscais em papel pelo modelo digital nas operações entre empresas, que incluam a venda e a circulação de mercadorias.
Ao todo, o calendário de migração para a NF-e em 2010 foi dividido em quatro fases: abril, julho, outubro e dezembro. E a mudança afetará indústrias, comércio atacadista e as empresas que fornecem produtos para a administração pública das três esferas: municipal, estadual e federal.
O governo tem a meta de, até o final do ano, fazer com que 1 milhão de empresas adotem o modelo de nota eletrônica. Esse número corresponde a 95% dos contribuintes do Brasil que pagam o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).
Desde 2008, quando começou o programa da NF-e nacional no Brasil, 194.740 empresas aderiram ao sistema. Juntas elas emitiram mais de 1,1 bilhão de documentos, que somaram 33,7 trilhões de reais em transações. Pelas contas do coordenador do programa o número de companhias obrigadas a atender ao novo formato é próximo de 400 mil, mas apenas metade delas está em conformidade com o protocolo ICMS 42/09.
Ao todo, o calendário de migração para a NF-e em 2010 foi dividido em quatro fases: abril, julho, outubro e dezembro. E a mudança afetará indústrias, comércio atacadista e as empresas que fornecem produtos para a administração pública das três esferas: municipal, estadual e federal.
O governo tem a meta de, até o final do ano, fazer com que 1 milhão de empresas adotem o modelo de nota eletrônica. Esse número corresponde a 95% dos contribuintes do Brasil que pagam o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).
Desde 2008, quando começou o programa da NF-e nacional no Brasil, 194.740 empresas aderiram ao sistema. Juntas elas emitiram mais de 1,1 bilhão de documentos, que somaram 33,7 trilhões de reais em transações. Pelas contas do coordenador do programa o número de companhias obrigadas a atender ao novo formato é próximo de 400 mil, mas apenas metade delas está em conformidade com o protocolo ICMS 42/09.
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Disney inaugura novo conceito de loja na Califórnia
Depois de vários erros no setor de varejo, a Disney está finalmente acertando com seu novo conceito de loja. A nova Disney Store, inaugurada na região de Los Angeles, permite que as crianças criem carrinhos personalizados, falem com princesas em espelhos mágicos e interajam com uma grande variedade de gadgets. Com o sucesso da nova loja, a empresa pretende abrir 19 outras unidades nos EUA até o final do ano.
Veja abaixo os vídeos da inauguração:
Veja abaixo os vídeos da inauguração:
Varejistas online aumentam investimentos em comércio móvel, diz estudo
Reporta Aaron Baar, no Marketing Daily, que os varejistas online dos EUA estão ampliando seus investimentos no chamado m-commerce. Segundo um novo estudo da Forrester Research e Shop.org, quase três quartos dos varejistas online norte-americanos já possuem ou estão desenvolvendo uma estrátegia de comércio vio celular.
Segundo o estudo, o sites de comércio estão investindo em média US$ 170.000 este ano para criar sites de comércio móvel.
A compra de anúncios em sites de busca e o email marketing continuam a liderar os investimentos dos varejistas online, por ainda serem vistos como os meios mais eficientes de atingir os consumidores. Os sites sociais ainda são uma incógnita para os varejistas: apesar de 80% dos comerciantes online investirem em estratégias com sites de relacionamentos, apenas 28% disseram que o marketing social trouxe resultados nas vendas.
Sucharita Mulpuru, vice-presidente da Forrester Research, observou que apesar dos investimentos em m-commerce ainda serem modestos, a tendência é de crescimento acelerado -- especialmente com a adoção cada vez maior de smartphones pela população.
Segundo a executiva, muitos varejistas se preocupam com a função de comparação de preços em tempo real dos smartphones, mas o aparelho também possibilita que o comerciante ofereça serviços inéditos, como cupons e descontos online, resenhas e avaliações de produtos.
Segundo o estudo, o sites de comércio estão investindo em média US$ 170.000 este ano para criar sites de comércio móvel.
A compra de anúncios em sites de busca e o email marketing continuam a liderar os investimentos dos varejistas online, por ainda serem vistos como os meios mais eficientes de atingir os consumidores. Os sites sociais ainda são uma incógnita para os varejistas: apesar de 80% dos comerciantes online investirem em estratégias com sites de relacionamentos, apenas 28% disseram que o marketing social trouxe resultados nas vendas.
Sucharita Mulpuru, vice-presidente da Forrester Research, observou que apesar dos investimentos em m-commerce ainda serem modestos, a tendência é de crescimento acelerado -- especialmente com a adoção cada vez maior de smartphones pela população.
Segundo a executiva, muitos varejistas se preocupam com a função de comparação de preços em tempo real dos smartphones, mas o aparelho também possibilita que o comerciante ofereça serviços inéditos, como cupons e descontos online, resenhas e avaliações de produtos.
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
Editora do 'Miami Herald' faz parceria com site de compras sociais Groupon
Segundo nota do site PaidContent, a editora norte-americana McClatchy (dona do 'Miami Herald' e do 'Sacramento Bee', entre outros jornais) sempre deu preferência a um modelo de conteúdo online financiado por publicidade e não pela cobrança de acesso. Agora, a McClatchy anunciou uma parceria com o site Groupon, de compras sociais. O Groupon já opera na Flórida e na Califórnia, dois dos principais mercados da McClatchy.
A colaboração inclui ofertas do Groupon que ficarão disponíveis apenas em 28 sites de publicações locais da McClatchy. Sacramento e Kansas City serão as primeiras cidades a exibir as ofertas, os outros sites devem começar suas promoções nos próximos meses.
O acordo com a McClatchy não é exclusivo. O Groupon planeja expandir seus serviços através de parcerrias com outras grandes editoras de jornais dos EUA ainda este ano.
A colaboração inclui ofertas do Groupon que ficarão disponíveis apenas em 28 sites de publicações locais da McClatchy. Sacramento e Kansas City serão as primeiras cidades a exibir as ofertas, os outros sites devem começar suas promoções nos próximos meses.
O acordo com a McClatchy não é exclusivo. O Groupon planeja expandir seus serviços através de parcerrias com outras grandes editoras de jornais dos EUA ainda este ano.
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Aplicativo monitora buzz de marcas e produtos no Facebook
Segundo nota do IDG Now, a empresa de relacionamento em redes sociais E.Life lançou um aplicativo que permite acompanhar o boca-a-boca digital (buzz) sobre marcas, produtos e serviços no Facebook.Chamado de FacebookSearch e criado pela própria companhia, o recurso é destinado principalmente a empresas, jornalistas, profissionais de marketing e publicitários, que podem monitorar marcas, produtos e serviços até 40 posts diários.
O FacebookSearch é válido para o Brasil Brasil, Alemanha, Espanha, França, Itália, Portugal e Reino Unido. A consulta ao FacebookSearch é feita por meio do endereço http://facebooksearch.eu/. Basta escrever a expressão que se deseja pesquisar, dizer qual o país e aguardar o resultado.
O FacebookSearch é válido para o Brasil Brasil, Alemanha, Espanha, França, Itália, Portugal e Reino Unido. A consulta ao FacebookSearch é feita por meio do endereço http://facebooksearch.eu/. Basta escrever a expressão que se deseja pesquisar, dizer qual o país e aguardar o resultado.
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