segunda-feira, 30 de março de 2009

Ponto Frio volta a se colocar à venda

Reporta Guilherme Barros, na Folha Online, que a rede de varejo Ponto Frio informou a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) sobre a intenção de venda da rede de lojas. Lily Safra, viúva do bilionário banqueiro Edmond Safra e acionista majoritária da rede, já tentou negociar as lojas há cerca de dois anos. A iniciativa foi retomada, agora, diante das dificuldades de sucessão do negócio. O banco Goldman Sachs foi contratado para efetuar a venda. No comunicado ao mercado, a Globex Utilidades (companhia que opera a marca Ponto Frio) informou que, "segundo informação dos acionistas controladores, até a presente data não foi recebida qualquer proposta firme e vinculante para a aquisição do controle".
Em dezembro de 2007, a Ponto Frio também anunciou plano de venda, mas desistiu com o preço das ações em queda. Pouco antes, a empresa efetuou uma reestruturação organizacional, para reduzir diretorias e 250 funcionários da administração. A medida, segundo a empresa, teve por objetivo simplificar e acelerar os processos decisórios e a gestão da rede.
Com o anúncio da venda, as ações da empresa subiram mais de 20% na manhã desta segunda-feira (30/03), leia mais aqui.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Japão inaugura seu maior shopping center ecológico


Informa Rebecca Milner, no Trends in Japan, que o Aeon Group criou o maior espaço comercial sintonizado com a atual onda verde no Japão: o Aeon Lake Town Shopping Center.
O centro comercial é dividido em dois complexos separados: "Mori" (floresta), administrado pela Aeon Retail Co.; e "Kaze" (vento), gerenciado pela Aeon Mall Co. Entre as duas estruturas há um grande lago artificial, que também funciona como "piscinão" para controle de enchentes.
Com 220.000 metros quadrados, o centro comercial exibe várias iniciativas ecológicas que chamam a atenção dos consumidores. Além dos jardins externos e internos, o paisagismo inclui "paredes verdes" -- uma tendência cada vez mais forte nas cidades japonesas. O Lake Town usa painéis solares e um sistema híbrido de uso de gás, inédito no país. Os sistemas combinados permitem uma redução de 20% nas emissões de carbono.
O shopping tem ainda centrais para recarga de carros elétricos.
O site do shopping faz uma grande campanha por iniciativas ecológicas.

Amazon.com fecha 3 centros de distribuição nos EUA

Reporta Amy Martinez, no Seattle Times, que a megavarejista online Amazon.com vai fechar 3 centros de distribuição de mercadorias, nos estados de Indiana, Nevada e Pennsylvania.
Segundo a porta-voz da empresa, esses centros deverão ser fechados até o final de maio, afetando 210 funcionários. Esses trabalhadores vão receber oito semanas extras de pagamento, e poderão ser reabsorvidos por outros centros de distribuição da empresa.
Segundo a Amazon, o fechamento dos centros é parte de um plano de reestruturação das operações, organizando melhor as localizações dos centros de distribuição no território dos EUA.
No quarto trimestre de 2008, a empresa teve lucro de US$ 225 milhões, em comparação com US$ 207 milhões no mesmo período do ano anterior. As vendas cresceram 18%, atingindo US$ 6,7 bilhões.

quinta-feira, 26 de março de 2009

EUA: varejo teve alta de 6% no fim de 2008

Segundo nota da Brandweek, ao contrário das previsões anteriores, as vendas do varejo norte-americano para as festas de fim de ano tiveram resultado surpreendentemente positivo. Segundo pesquisa da Nielsen, as vendas do setor tiveram alta de 5,8% no final de 2008, atingindo US$ 99,5 bilhões -- a conta inclui supermercados, megastores, mercearias, lojas de conveniência e drug stores.
Entre as categorias com melhor desempenho estão instrumentos musicais e acessórios, com alta de mais de 50% em relação às vendas nos últimos 8 meses de 2008. Perfumes, produtos de cozinha e aparelhos eletrônicos também foram destaques.
Talvez por antecipar uma maior permanência dentro de casa em 2009, muitas famílias gastaram mais com equipamentos de entretenimento. 10% das famílias compraram home theaters, TVs e aparelhos de som, videogames e tocadores de DVD.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Medo de comprar online custou US$ 21 bilhões ao varejo dos EUA

Segundo nota da Retail Information Systems, que o setor de varejo teve perdas estimadas em US$ 21 bilhões em 2008 devido ao medo dos consumidores em relação às compras pela internet. O risco de furto de identidade e fraudes com cartões de crédito inibiu o consumo eletrônico, segundo estudo da firma Javelin Strategy & Research.
De acordo com a pesquisa, 12% dos consumidores que já foram vítimas de fraudes na web não voltaram a fazer compras online, e 25% dos entrevistados disseram que reduziram a frequência das compras via internet por medo de golpes. Outros 19% disseram que reduziram o valor das compras.
A segurança não é a única reclamação dos consumidores do comércio online. Segundo a pesquisa, menos da metade dos clientes se mostram satisfeitos com a qualidade e o prazo de entrega das mercadorias compradas. 28% dos entrevistados disseram que suas compras não correspondiam às expectativas de qualidade, e 37% disseram que as encomendas chegaram depois do prazo esperado. A insatisfação é maior na faixa entre 18 e 34 anos.
Segundo a pesquisa da Javelin, os 5 principais fatores para atrair consumidores online são:
1. Assegurar que as informações pessoais são processadas de modo seguro (83%)
2. Não punir o consumidor em caso de furto de identidade (81%)
3. Segurança reforçada no site da loja (80%)
4. Garantir que a compra atenda as expectativas de qualidade (80%)
5. Garantir o melhor preço na compra online (79%)

73% da população mundial está equipada por aparelhos móveis

Informa Juliana Welling, no Propaganda & Marketing, que Michael Becker, vice-presidente executivo da iLoop Mobile, declarou em São Paulo que existem atualmente 4,1 bilhões de assinantes de telefonia móvel no mundo, sendo que o Brasil está em quinto lugar no ranking dos países que mais utilizam o serviço, com uma base de 152 milhões de assinantes. A iLoop Mobile é uma das agências responsáveis pelas ações de mobile marketing na campanha eleitoral de Barack Obama, presidente dos EUA.
Já nos EUA, o executivo diz que 86% dos americanos possuem a tecnologia mobile, e que 56% utilizam o serviço de mensagens de texto. "No Brasil, é preciso compreender o que são os aplicativos destinados aos mercados de massa (SMS) e aos de nicho (bluetooth, mobile web e vídeos). Em relação ao bluetooth, por exemplo, muitas pessoas ainda não sabem como reagir à tecnologia. O mercado precisa entender essa questão e começar a educar os consumidores", enfatizou Becker.

terça-feira, 24 de março de 2009

"Vending machines" no Japão

O Japão é possivelmente o líder mundial em máquinas automáticas. Nas grandes cidades japonesas, essas máquinas vendem praticamente tudo: bebidas quentes e geladas, lanches, macarrão quente, cigarros, ovos frescos, pequenos aparelhos eletrônicos, material pornográfico e muito mais.
Abaixo, uma seleção de vídeos (a maioria amadores, feitos por turistas estrangeiros no Japão), que dão uma idéia da variedade dessas máquinas:













a revista Ping Mag tem um excelente artigo sobre a extravagância das vending machines no Japão. Há até um blog sobre o tema, onde o autor tira uma foto por dia da mesma máquina, para acompanhar as mudanças de produtos, marketing e promoções.

Laboratório de "tryvertising" no Japão


Uma ideia interessante e moderna do marketing é "tryvertising" -- a publicidade feita pela distribuição de amostras grátis, de "samples" de produtos.
No Japão, essa ideia levou à criação do Sample Lab, aberto desde 2007 em Tóquio. O espaço funciona como um clube: os interessados pagam uma taxa de inscrição de 300 ienes e uma anuidade de 1.000 ienes para participar. O sócio recebe um código especial via celular, que funciona como acesso ao Sample Lab.
O espaço é cheio de prateleiras com amostras de produtos. As ofertas vão de cosméticos a molhos para churrasco, equipamentos de ginástica, meia-calça e hidratante facial. Além de poder experimentar todos os produtos disponíveis, os membros podem levar para casa até 5 unidades de cada produto.
É claro que uma equipe do Sample Lab convida cada visitante a responder uma pesquisa sobre os produtos testados. O conceito foi criado pela agência japonesa de publicidade Mel Posunetto, com o objetivo de coletar dados em primeira mão e avaliar o efeito do boca-a-boca sobre um novo produto.
O conceito tem muitos elementos culturais japoneses, mas com adaptações locais pode funcionar em qualquer lugar do mundo, de Miami a Mumbai.


No começo do mês, falamos aqui sobre uma empresa belga que criou uma máquina automática que fornece amostras grátis de produtos.

Fornecedor acompanha crescimento do Wal-Mart nos EUA

Reporta Elizabeth Campbell, na Bloomberg News, que a TreeHouse Foods Inc. tem muitos motivos para comemorar, apesar da crise financeira nos EUA. A TreeHouse é responsável pelos alimentos de "marca própria" vendidos pela rede Wal-Mart nos EUA. A empresa estima que faturou US$ 2 bilhões em vendas em um ano. A TreeHouse está planejando expandir-se fortemente nessa área, com várias aquisições.
A recessão fez os consumidores trocarem marcas famosas por produtos genéricos nos supermercados. Com isso, a TreeHouse teve crescimento de 26% nos últimos 12 meses, em comparação com uma queda de 36% estimada para esse setor.

segunda-feira, 23 de março de 2009

"Garden Office": trabalhando em casa com estilo


Uma interessante tendência para o trabalho em casa. Além do "home office" tradicional, algumas empresas estão testando o conceito de "garden office" -- estruturas pré-fabricadas que podem ser instaladas no jardim ou quintal, funcionando como um local de trabalho totalmente equipado, em um espaço separado da casa (e em meio ao verde do jardim, o que bem mais agradável).
Em 2006, a empresa inglesa iscape lançou alguns modelos, que se tornaram um rápido sucesso. A empresa fundiu-se então com a rival Garden Lodges e expandiu sua linha de garden offices. Agora, surgiu um novo concorrente, o OfficePOD.
Mas enquanto a Garden Lodges cria escritórios e outras estruturas para o consumidor final, o OfficePOD aposta nos empregadores que querem oferecer uma opção de local de trabalho padronizada para seus funcionários. O OfficePOD tem 2,1 x 2,1 metros, e pode ser instalado em menos de um dia. O design inclui todas as funções de uma área de trabalho, embutidas na estrutura. Vários de seus componentes usam materiais reciclados e recicláveis. Cabos com bom isolamento levam energia e internet para o escritório no jardim. O POD foi criado para seguir as rígidas normas europeias de economia de energia e isolamento térmico. A empresa planeja lançar as unidades em 2010, com aluguel anual na casa de 5.000 libras. Um preço um tanto salgado, mas que pode ser atraente diante da economia que uma empresa pode ter por funcionário, que não precisará perder horas no trânsito para trabalhar, entre outros aspectos de economia.

EUA: mercado de sinalização digital deve crescer 33% em 2009

Segundo informa o Retail Information Systems, o mercado de sinalização digital do varejo nos Estados Unidos pode crescer 33% este ano, apesar da crise. O mercado de sinalização envolve hardware, software, instalação e manutenção de equipamentos eletrônicos que cada vez mais substituem os velhos cartazes e banners estáticos. Está se tornando norma no varejo o uso de painéis eletrônicos e telas de plasma e LCD em estratégias de promoção e marketing dentro das lojas e nos espaços ao redor.
A adoção desses sistemas é encorajada pela queda no preço dos equipamentos e pela crescente qualidade.

Brasil será um dos pólos criativos do Carrefour

Reporta Alexandre Zaghi Lemos, no Meio & Mensagem, que a rede Carrefour traçou uma estratégia de marketing e promoção que terá seis pólos no mundo, e o Brasil será um deles. Segundo Rodrigo Lacerda, diretor de marketing da rede no Brasil, com estratégias diferentes de marketing em cada país, o Carrefour perdia sinergia. A nova estratégia aposta em benefícios na unidade de um posicionamento global, sem, contudo, perder a liberdade de adaptá-lo às características culturais e aos cenários econômicos peculiares de cada lugar. O Brasil integra o chamado G6, comitê recentemente instituído para definir a nova plataforma global de comunicação da marca. Também estão no grupo a França, Espanha e a Bélgica, mercados que serão atendidos pela rede Publicis; a Itália, onde a verba foi para a Saatchi & Saatchi; e, representando a Ásia, Taiwan, onde a conta foi para a Leo Burnett.
Além da F/Nazca, estavam na disputa pela verba brasileira do varejista a Leo Burnett, que já trabalhou com o concorrente Wal-Mart, e a Publicis, que atendeu o Carrefour no Brasil por 19 anos, até 2004. Não houve uma concorrência convencional, com apresentação de campanhas, apenas a exibição de credenciais, incluindo portfólio de trabalhos já realizados e relatos sobre a filosofia das agências, a experiência de cada uma delas com o varejo e, principalmente, a visão de negócios que têm a respeito desse segmento da economia.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Crise estimula o marketing em pontos de venda

Segundo nota do Advillage, a turbulência na economia global está impulsionando o marketing nos pontos-de-venda. Segundo Rafael D’Andrea, da ToolBox Métricas de Ponto de Venda, as empresas buscam aumentar as vendas e apostam em ações de comunicação de curto prazo.Ele se revela otimista em relação ao desempenho do segmento em 2009.
“Há pesquisas e artigos nos Estados Unidos e no Brasil que mostram que haverá neste ano um corte de peso nas verbas de marketing de forma geral, mas boa parte deverá migrar para pontos de venda e promoções. As empresas tendem a direcionar os recursos para as ações que dão impacto no curto prazo. Pode haver até crescimento dessas iniciativas”, disse D’Andrea, que participou do comitê de Marketing da Amcham-São Paulo.
No caso do marketing dos pontos-de-venda, o Retorno sobre Investimento (ROI) pode ser calculado de maneira ágil. “A vantagem do ponto-de-venda é a possibilidade de medir o retorno imediatamente. Por exemplo, no caso de uma campanha para mídia digital em um supermercado, é possível analisar qual é o incremental das vendas do produto em questão motivada pelo anúncio em determinado período.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Kirin promove chá com "personagem engarrafado" no Japão

Reporta Michael Keferl, no Trends in Japan, que a gigante japonesa de bebidas Kirin lançou uma campanha de marketing no metrô de Tóquio combinando três paixões japonesas: chá verde, personagens fofos e máquinas automáticas. A estação Shibuya é a mais movimentada da capital japonesa, e um local ideal para novas campanhas.
A Kirin montou máquinas que vendem a bebida e o ursinho Namacha Panda Sensei, o mascote oficial do chá verde da empresa. O bichinho de pelúcia vem "engarrafado", como a própria bebida. Quando os comerciais de TV anunciaram que o mascote viria como brinde na compra da bebida, se formaram filas enormes na estação de metrô de pessoas interessadas na edição limitada do ursinho.
Além do metrô de Tóquio, a campanha terá alguns pontos selecionados de vendas no restante do país. O Namacha Panda Sensei é tão popular que tem seu próprio blog.
Veja o vídeo da campanha:

Bancos querem plataforma única de pagamentos via celular


Informam Claudiney Santos e Samuel Possebon, no TELETIME News, que 130 bancos brasileiros associados à Febraban decidiram formar um consórcio para explorar o setor de pagamentos e transferências financeiras por celular. A idéia é lançar a plataforma unificada até o final de 2010, com as bases de dados de todos os bancos integradas em uma clearing house, como é hoje o mercado de transferência eletrônicas interbancárias (TED), ou da portabilidade, no caso do celular.
Depois de seguir uma série de etapas técnicas, os bancos pretendem abordar as operadoras de telefonia com um modelo bastante formatado e tecnicamente resolvido. Há a consciência de que, sem uma participação efetiva dos operadores de celular estimulando o uso do celular para transações financeiras, o projeto tem grande risco de empacar, como aconteceu com o projeto Mobipay, executado pelos bancos da Espanha.
Para dar certo, o ideal será uma modelo que integre bancos, operadores de telefonia e varejistas, de modo que todos ganhem ao prestar um bom serviço aos clientes.

quarta-feira, 18 de março de 2009

"Smartphones" se integram ao varejo

Em artigo para a Retail Information Systems, Scott Todaro (diretor de estratégia de produtos da Demandware) diz que o número de celulares chegou a 1,1 bilhão em 2008, e os varejistas estão procurando oportunidades para integrar essa onda crescente aos seus negócios.
Os modelos mais sofisticados de celulares, conhecidos como "smartphones", oferecem uma grande variedade de funções e conexão em alta velocidade. O iPhone da Apple foi o primeiro a investir em uma tela maior, sensível ao toque e com recursos interativos -- mas a nova geração de aparelhos promete recursos similares, com preços competitivos.
Esses recursos interativos são a chave para a integração da tecnologia com as compras. A curva de adoção desses aparelhos (especialmente os modelos mais baratos que o iPhone) pode ser um grande estímulo para o comércio móvel entre os mais jovens.
Mas 2009 ainda será um ano de testes e observações para o varejo. De acordo com a Forrester Research, apenas 14% dos consumidores que possuem um smartphone nos EUA já usaram o aparelho para compras. Em tempos de crise, as empresas que terão maiores chances de sucesso com o m-commerce são aquelas que vendem itens perfeitamente adequados para esse público e tecnologia: músicas, ringtones, ingressos para eventos, softwares e aplicativos para o próprio aparelho.
Scott Todaro estima que só no segundo semestre de 2009 os varejistas poderão começar a implementar planos mais amplos de comércio móvel. Para isso, o varejista deve pesquisar seu público para determinar fatores importantes, como renda, idade e outros dados demográficos. Se esses dados não se encaixarem no perfil do m-commerce, será prudente esperar mais, antes de investir.
Todaro recomenda que a estratégia de varejo móvel seja um elemento de um plano mais amplo de comércio multicanal. O consumidor ainda precisa ser seduzido para confiar nas compras por celular, portanto a estratégia deve ser cuidadosamente planejada.

terça-feira, 17 de março de 2009

Crise faz Wal-Mart expandir linha de produtos próprios nos EUA

Reporta Ann Zimmerman, no Wall Street Journal, que a rede Wal-Mart está expandindo sua linha própria de produtos alimentícios e de limpeza. A ação pretende faturar com o desejo dos consumidores de economizar ao máximo em tempos de crise. Os clientes estão trocando marcas famosas (e mais caras) pelos similares que estampam a marca do varejista.
O Wal-Mart lançou uma nova versão da marca Great Value, criada originalmente em 1993. A marca terá mais de 5.200 itens, incluindo 80 itens novos -- como "teriyaki beef jerky" e sorvetes diet.
Os varejistas com marcas próprias estão no caminho certo, indicam os números. No ano passado, as vendas de mercadorias com marcas dos próprios varejistas cresceram 10%, atingindo US$ 82,9 bilhões, segundo dados da Private Label Manufacturers Association. Já as vendas de marcas tradicionais cresceram 2,8% no mesmo período.
O Wal-Mart também voltou a investir no Great Value porque seus concorrentes estão ganhando mais em termos percentuais com as marcas próprias. A rede Kroger Co. disse que 27% do faturamento do quarto trimestre veio de suas marcas -- enquanto o Wal-Mart ganha apenas 16% com esse tipo de vendas. Para reverter esse quadro, o Wal-Mart "turbinou" cerca de 750 itens de sua linha, de bolachas a detergentes para lavar roupa.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Rede Meijer investe em turbinas de vento

Reporta Jennifer Youssef, no The Detroit News, que a rede varejista Meijer deve instalar em breve turbinas de vento no telhado de sua sede para gerar energia. A iniciativa pode ser o primeiro passo para expandir o uso de fontes alternativas de energia nas 185 superlojas da rede, que é uma gigante do setor de mercearias no Meio-Oeste dos EUA.
As turbinas com 3 metros de diâmetro deverão gerar parte da energia usada no quartel-general da empresa em Grand Rapids. Seis turbinas serão instaladas nesse prédio nas próximas semanas, e a empresa deverá testar a economia gerada no consumo de energia.
A Meijer planeja ainda instalar turbinas de vento em suas superlojas em Grand Haven e Norton Shores. Ambas as lojas ficam às margens do lago Michigan, onde há ventos constantes.

Mercado de produtos sem glúten cresce rapidamente

Reporta Karlene Lukovitz, no Marketing Daily, que a preocupação cada vez maior com os problemas de saúde relacionados com o consumo de glúten está estimulando um grande crescimento no mercado de produtos "gluten-free" nos EUA. Esses produtos cresceram 28% entre 2004 e 2008, atingindo US$ 1,56 bilhão. A estimativa é que em 2009 e 2010 ocorra uma desaceleração nesse setor, mas em 2012 deve voltar a crescer na casa dos 20%, com valores previstos em US$ 2,63 bilhões.
Além de inúmeros novos produtos sem glúten nas prateleiras, a preocupação com os efeitos do glúten nas pessoas com propensão à doença cilíaca fez surgir uma indústria paralela de informações, que inclui websites, livros e DVDs sobre as doenças relacionadas ao glúten.
Os supermercados dos EUA distribuem 30% dos produtos gluten-free, a mesma fatia ocupada por lojas de produtos naturais. Vendas via internet e por catálogo respondem por 20% das vendas, e os 20% restantes advém de vários canais menores, como lojas especializadas, farmácias, lojas de conveniência e outros.

domingo, 15 de março de 2009

Empresa alemã cria "quiosque instantâneo" para comércio


Os consumidores são cada vez mais móveis, em boa parte graças à tecnologia. O conceito do "pop-up retail", (lojas instantâneas e temporárias), ganha mais aceitação para uma multidão portadora de laptops, celulares, iPhones e outros gadgets móveis. Não há mais uma definição rígida de locais de trabalho ou de lazer nas grandes cidades.


Pensando nisso, a empresa alemã bboxx criou um quiosque pré-fabricado (chamado bboxx), que pode ser facilmente transportado, montado e desmontado.
O design do bboxx é baseado em um cilindro, que o comerciante pode customizar de acordo com suas necessidades. Ele pode acrescentar um terraço, um mezzanino, escadas, decoração personalizada, ar-condicionado, etc. Esses acréscimos podem ser alugados ou comprados por prazos que variam de um dia até 12 meses. A empresa começou seus negócios há dois anos em Berlim, e agora existem "bboxxes" em Frankfurt, Munique, Londres e locais na Suíça.
O bboxx mais básico custa 14.000 para comprar, ou 116 euros por dia num aluguel mínimo de duas semanas. As opções mais glamurosas, com todos os acessórios, podem chegar a 34.000 euros na compra, ou até 6.000 euros pelo aluguel de duas semanas.





.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Bar em Washington combina passado e futuro no atendimento ao cliente

O Gibson é um novo conceito de atendimento que pode se repetir como tendência em vários lugares do mundo. Neste bar não há filas na porta nem espera por uma mesa. O bar é propriedade de Eric Hilton (da Thievery Corporation) e criou uma política de "sem fila e sem espera".
O endereço e o telefone do Gibson não estão listados em lugar algum (nem na internet). Os interessados entram por uma porta sem qualquer placa ou outra indicação, e só podem se acomodar se houver uma mesa livre. Caso contrário, o porteiro anota o telefone do cliente e envia uma mensagem de texto assim que aparecer uma vaga. Enquanto isso, o cliente pode passear por outros lugares.
O Gibson combina o charme de um falso bar ilegal dos anos 30 (a decoração lembra os famosos "speak-easies" dos tempos da Lei Seca nos EUA) com a modernidade tecnológica.
O conceito de bar ou restaurante "oculto", "marginal", não é nenhuma novidade. Mas as tecnologias atuais de comunicação permitem um passo além nessa idéia -- novos "clubes virtuais" com locais de encontros físicos (tijolo-e-cimento). Há pouco tempo, "exclusividade" era sinônimo de "dinheiro". Hoje, esse conceito está em revisão. A exclusividade é um valor a ser explorado por empresas inteligentes, focalizadas em um público inteligente -- onde o foco é o discrição e o conforto dos clientes.
A propósito, o The Gibson fica no endereço 2009 14th St NW, Washington, DC 20009, e o telefone é 202-232-2156.

Vendas do comércio crescem 1,4% em janeiro

Segundo Juliana Ennes, na Folha Online, as vendas no comércio no País cresceram 1,4% em janeiro, na comparação com dezembro do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE. Trata-se do primeiro mês de incremento nas vendas após três meses de retração para o setor.O destaque no mês de janeiro ficou com o segmento de veículos e motos, partes e peças, com alta de 11,1% em relação a dezembro. Em seguida tiveram alta os segmentos de livros, jornais, revistas e papelaria (7,6%), móveis e eletrodomésticos (7,1%), artigos de uso pessoal e domésticos (5,8%) e tecidos, vestuário e calçados (2,2%). O setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo teve um ligeiro avanço de 0,3%, menor que o de dezembro, quando a alta foi de 0,6%. Em relação a janeiro de 2008, no entanto, o setor teve alta de 7%.

Varejistas dos EUA fecham lojas "conceito" e focalizam-se nas marcas básicas

Informa Nicholas Casey, no Wall Street Journal, que o varejo de roupas para adolescentes apostou muito nas chamadas "lojas conceito" nos últimos anos. Espaços exclusivos, criados por designers e artistas, e mercadorias com preço de boutique de adultos. As lojas conceituais surgiram para aproveitar uma grande variedade de nichos e "tribos" entre os adolescentes.
Agora, com a recessão nos EUA, muitas dessas iniciativas estão sendo reavaliadas pelos varejistas. Analistas do mercado dizem que há muitos conceitos similares brigando por poucos consumidores.
A rede Pacific Sunwear of California Inc. fechou duas iniciativas conceituais nos últimos 18 meses. A Abercrombie & Fitch e a American Eagle Outfitters investiram fortemente em lojas voltadas para camadas diferenciadas do mercado jovem adulto. Nenhuma das iniciativas funcionou muito bem.
Criar um conceito "quente" tem sido uma estratégia fundamental para as lojas de vestuário. As grandes redes usam a loja conceito como laboratório para testar novos produtos e tendências. Mas a desaceleração no consumo está forçando os varejistas a reduzir a experimentação para não perder dinheiro. Várias redes dos EUA informaram prejuízos no primeiro trimestre fiscal. A ordem agora é se concentrar nas linhas de maior venda e marcas mais conhecidas.

quinta-feira, 12 de março de 2009

EUA: Wal-Mart investe fortemente em relações públicas

Informa Ann Zimmerman, no Wall Street Journal, que a rede Wal-Mart é uma das empresas que mais tem ganhado com a recessão nos Estados Unidos -- seus preços baixos e promoções estão atraindo os consumidores em tempo de crise.
O Wal-Mart anunciou que vai contratar cinco empresas de relações públicas para promover seus produtos. Essa estratégia está se tornando uma norma dentro do mercado publicitário, fazendo com que as empresas de marketing briguem pelos maiores contratos do setor -- uma estratégia de guerra que beneficia os varejistas.

eBay quer voltar às raízes de "mercado de pulgas online"


Reporta Geoffrey A. Fowler, no Wall Street Journal, que o site de leilões online eBay está repensando sua estratégia de varejo. O site se tornou um sucesso meteórico nos últimos anos, agindo em várias frentes de vendas.. Mas também enfrentou vários processos escandalosos e teve dificuldades para se adaptar à volatilidade do gosto dos consumidores.
O executivo-chefe do eBay, John Donahoe, declarou que a empresa pretende se focalizar em itens de segunda mão e pontas de estoque, saindo do mercado de itens novos que é dominado por empresas como a Amazon.com.
A mudança de estratégia é uma reação à queda no tráfego do site. No final de 2008, as visitas ao eBay caíram 16%. O mercado online representa quase a metade do faturamento anual do eBay, estimado em US$ 8,5 bilhões.
O foco no "mercado secundário" inclui mercadorias usadas ou "vintage", que fizeram a fama original do site.

quarta-feira, 11 de março de 2009

EUA: consumidores usam cada vez menos cheques

Segundo informa o MSNBC, o uso de cheques como forma de pagamento no varejo dos EUA está em franco declínio. A aceleração de tecnologias de pagamento como cartões de débito e crédito e formas de reconhecimento biométrico estão levando o talão de cheques à extinção.
Além da praticidade do pagamento com os cartões, os consumidores se preocupam com a privacidade. Ao receber pagamentos com cheques, muitos estabelecimentos comerciais pedem informações adicionais -- como endereço e telefone do consumidor. O consumidor moderno está cada vez mais cauteloso com a veiculação de suas informações mais pessoais.

terça-feira, 10 de março de 2009

IKEA lança grande linha de luminárias solares

A rede sueca de móveis e artigos de decoração IKEA lançou uma série de novas luminárias que usam carregadores de energia solar para emitir luz durante a noite. Os modelos são bonitos e elegantes, e os preços variam entre US$ 10 e US$ 20.





Whole Foods Market implementa tecnologia de "fuel cell"

Segundo nota do Contracting Business, que a nova loja da rede Whole Foods Market nos EUA será o primeiro supermercado a gerar a maior parte de sua energia a partir de um sistema de "célula de combustível", criado pela empresa UTC Power. O sistema vai gerar 50% da eletricidade e aquecimento usados na loja, e quase 100% da água quente usada nas operações comerciais. Segundo a Whole Foods, o sistema de "fuel cell" permitirá uma grande economia de energia e uma redução no impacto ambiental do supermercado.
Mais da metade da energia de geradores convencionais se perde na atmosfera na forma de calor. Já o sistema da UTC Power permite a captura desse calor excedente em ciclos de aquecimento e resfriamento.
Uma célula de combustível é um equipamento que combina hidrogênio combustível com oxigênio do ar para gerar eletricidade, calor e água. As células não usam combustíveis fósseis, portanto praticamente não geram poluição.
A célula de combustível do supermercado da Whole Foods será capaz de gerar 200 Kw de força, suficiente para manter a loja em funcionamento total mesmo durante um blackout.
Vídeos sobre o funcionamento das "fuel cells" da UTC Power podem ser vistos aqui.

segunda-feira, 9 de março de 2009

EUA: mercearias buscam eliminar desperdícios

Reporta Laura Hancock, no Deseret News, que grandes redes de mercearias nos EUA estão buscando reduzir o nível de desperdício de mercadorias. As lojas querem minimizar as perdas de estoque e ao mesmo tempo se mostrarem mais ambientalmente responsáveis.
Nos últimos anos, os consumidores se tornaram cada vez mais atentos ao impacto ambiental causado pelo varejo. Foi uma evolução dramaticamente rápida: há cinco anos atrás, uma parcela mínima dos consumidores estava consciente dessas questões -- atualmente, já formam a maioria dos clientes do varejo.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Rede Circuit City encerra operações no domingo

Segundo o TI Inside, no domingo a Circuit City, que já foi a segunda maior rede de varejo de eletrônicos dos Estados Unidos, encerrará as suas operações neste domingo, 8, fechando todas as lojas que ainda se encontram abertas.
A empresa pediu concordata em novembro do ano passado e no mês de janeiro anunciou a falência, já que não conseguiu superar as dificuldades financeiras e não encontrou um comprador para assumir suas operações. Com isso, a varejista começou a realizar uma liquidação em suas lojas, para a queima de estoques.

Depois das gorduras trans, agora é a vez do sal

Reporta Louisa Kasdon, no Boston Globe, que depois da campanha global contra o uso das chamadas "gorduras trans" em produtos alimentícios, agora as atenções se voltam para o excesso de sal em produtos industrializados, e também nas refeições servidas em restaurantes e lanchonetes.
Walter Willett, professor da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, deu uma palestra recente para mais de uma centena de executivos de empresas do setor de alimentos nos EUA. Willett ganhou notoriedade ao assinar um importante relatório estratégico sobre o atual estado da nutrição nos Estados Unidos para o presidente Obama.
Segundo o cientista, a sociedade precisa de controles públicos para impedir que as pessoas comam mal. Willett diz que a falta de regulamentação do mercado alimentar está fazendo com a saúde humana o mesmo que a falta de controle financeiro fez com a economia dos EUA.
Willett diz que as gorduras trans foram praticamente banidas devido a uma intensa campanha mundial, mas a comida industrializada ainda esconde outros vilões. Entre eles, o excesso de cloreto de sódio em uma grande variedade de produtos. Até itens vendidos como sobremesas contém uma percentagem de sal bem acima do recomendado pelos órgãos de saúde. O consumo excessivo de sal pode causar doenças graves ou piorar condições já existentes.
Essa debate sobre o consumo de sal pode levar a uma política de informação sobre o uso racional do produto, e um alerta sobre os riscos relacionados a ele.

Máquinas automáticas distribuem amostras grátis de produtos


Segundo nota do site Springwise, a empresa belga de marketing Fosfor criou uma tecnologia de "vending machine" chamada Boobox, que distribui amostras gratuitas de produtos. Os consumidores interessados em experimentar um novo produto enviam um torpedo por celular (SMS) e recebem um código de ativação. Com o código, a pessoa pode pegar uma amostra nas máquinas espalhadas em vários locais de grande circulação, como terminais de transporte, shopping centers e avenidas.
Cada Boobox pode ser adaptada para cada cliente, com instalações para cada tipo de produto. As máquinas podem incluir sistemas de refrigeração no caso de amostras de refrigerantes ou outros produtos frios. As dimensões gerais (altura, largura, etc.) da máquina também podem ser ajustadas para atender as exigências da campanha de marketing do produto.
A Fosfor está refinando o conceito, e as primeiras máquinas estão em teste em estações de trem na Bélgica.

Varejo dos EUA teve resultado positivo em fevereiro

Segundo informa o Baltimore Sun, as vendas do varejo nos Estados Unidos tiveram em fevereiro o melhor resultado em cinco meses. As coleções de primavera e os feriados locais ajudaram as lojas a atingir esse resultado positivo.
As grandes redes tiveram o melhor resultado no período. No Wal-Mart, as vendas totais tiveram crescimento de 5,1% em fevereiro -- mais do que o dobro das previsões dos analistas. Mas sem o peso do Wal-Mart no cálculo, as vendas teriam uma queda de 4,1% no mês -- os maiores perdedores sendo as lojas de departamentos e de vestuário.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Casa do Futuro (como se pensava em 1988)



Este vídeo interessante mostra como se imaginava a "casa do futuro" no final dos anos 80. O vídeo é uma peça promocional da companhia telefônica Ameritech. Por um lado, a visão acerta ao prever casas com TVs de alta definição e videofones, e um comércio eletrônico bastante similar ao de hoje em dia. Por outro lado, a empresa imaginou uma "internet privada", um sistema fechado e não aberto e universal como o que existe atualmente.

eBay cria guia para compras sustentáveis


O site de leilões online eBay criou um guia para comprar (e vender) produtos de modo ecológico e sustentável. Segundo o guia, o comprador deve seguir algumas diretrizes simples na hora de comprar produtos pela internet -- deve procurar itens de segunda mão (ou "vintage", como se diz no mundo da moda), produtos produzidos de modo sustentável (feitos com materiais orgânicos, reciclados ou feitos com recursos renováveis) e produtos que economizem recursos (aparelhos que funcionam com energia solar ou do vento, por exemplo)

Venda de supermercados cresce 6,5% em janeiro

Reporta Tatiana Resende, na Folha de S. Paulo, que o ritmo de crescimento de vendas nos supermercados se desacelerou em relação à média de 2008 (8,98%), mas ainda mostrou um bom resultado em janeiro, quando cresceu 6,54% ante igual período do ano anterior, já descontada a inflação.
Para o presidente da Abras (associação do setor), Sussumu Honda, esse resultado se deve principalmente aos efeitos da crise no segmento de não-alimentos e à queda nas vendas de produtos importados. Devido à alta no preço, houve queda no volume vendido em 2008, em relação ao ano anterior, em produtos como arroz (5,9%) e farinha de trigo (6,6%). Na média entre os itens, houve estabilidade.

Em crise, Starbucks aposta em preço menor

Segundo nota da Folha de S. Paulo, com as vendas em queda e com o fechamento de 300 lojas nos EUA e demissão de 6.700 funcionários, a rede Starbucks (que cobra US$ 4 por café) investe, agora, em preço menores para atrair "consumidores frugais" -os que, em tempos de crise, preferem poupar bebendo café em casa.
O mais novo esforço nesse sentido é o café da manhã a US$ 3,95, que passou a fazer parte das lojas dos EUA ontem.
O café da manhã reduzido não chegou ao Brasil.

terça-feira, 3 de março de 2009

Revendedora da Honda com energia eólica



A loja da Honda em Maple (Ontário, Canadá) fechou um acordo com a operadora local de energia elétrica para intalar uma turbina de vento capaz de gerar 50 Kwh -- energia suficiente para 17 casas. Com o uso da turbina, a empresa deixou de emitir 82,5 toneladas de CO2 anualmente.

Rede inglesa Tesco se adapta à crise nos EUA


Reporta Cecilie Rohwedder, no Wall Street Journal, que a rede de varejo britânica Tesco chegou aos Estados Unidos em 2007 com grandes planos para conquistar a faixa mais rica da população. A rede criou a bandeira "Fresh & Easy" de supermercados enfatizando o frescor e alta qualidade de seus produtos. Quinze meses e 114 lojas depois, a rede está tentando se adaptar à forte recessão no país. Sua estratégia inclui grandes descontos, uma publicidade dirigida a todas as camadas sociais e marcas mais baratas nas prateleiras. A Tesco é quarta maior rede de varejo do mundo, só perdendo para o Wal-Mart, Carrefour e Home Depot.
A expansão no mercado norte-americano foi um dos maiores projetos da empresa em vários anos, e corre o risco de naufragar devido à crise nos EUA. Para contornar o problema, a Tesco rapidamente buscou alternativas e agilidade para se adaptar.
Um dos destaques são prateleiras onde todos os pacotes de produtos custam menos de um dólar (foto ao lado).

Bell Canada compra 756 lojas da rede Circuit City


Segundo Dana Flavelle e Chris Sorensen, no The Star, a Bell Canada fez uma aposta milionária comprando 756 lojas de produtos eletrônicos que pertenciam à rede norte-americana Circuit City no Canadá. A operadora de telecomunicações anunciou que faria a aquisição aproveitando o preço das lojas em concordata, aumentando assim para 1.450 o número de lojas licenciadas para vender seus produtos no Canadá -- com isso, a Bell Canada supera largamente seus concorrentes no mercado de telefonia móvel, fixa e internet.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Retail Design 2



Este clipe da firma de design DMD mostra vários exemplos de design especificamente criados para o varejo.

Retail Design 1



A revendedora de motocicletas Ducati passou por uma reforma em seu design, pela firma The Stripe Design Group. Há uma forte tendência de empresas especializadas em design de varejo, que mudam toda a aparência e comunicação visual de uma loja.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Carrinho de compras computadorizado



Steve Carpenter, presidente e CEO da Media Cart, demonstra o carrinho de compras com "computador de bordo". A tecnologia está sendo testada na rede ShopRite, no estado de New Jersey (EUA).

O futuro das compras



A feira de varejo EuroCIS na Alemanha mostra o que poderá ser comum nas lojas do futuro: robôs assistentes de compras, pagamentos por celulares, painéis holográficos com informações e vários gadgets para facilitar a vida dos lojistas e consumidores.

Intoxicação alimentar atinge 1 a cada 4 norte-americanos

Reporta Mike Stobbe, no San Jose Mercury News, que todos os anos 1 em cada 4 residentes dos EUA é afetado por algum tipo de intoxicação alimentar. Apenas uma fração desses casos é relacionada com algum grande escândalo de contaminação de produtos comerciais (como o recente caso dos amendoins contaminados com salmonela). De acordo com centro de controle e prevenção de doenças (CDC) dos EUA, os grandes surtos são casos isolados e raros. Mas os cientistas contam mais de 250 tipos de intoxicações relacionadas com alimentos -- de vírus e bactérias até parasitas.
Estima-se que hoje 87 milhões de norte-americanos fiquem doentes anualmente devido a essas infecções relacionadas com alimentos, com cerca de 370.000 hospitalizações e mais de 5.000 mortes.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

EUA: Projeto de lei pode tornar ilegais pesquisas com RFIDs

Reporta Elinor Mills, na CNET News, que um projeto de lei no estado de Nevada (EUA) pode tornar crime várias pesquisas legítimas a respeito da segurança das etiquetas com microtransmissores de rádio (RFIDs). O alerta foi dado pela Electronic Frontier Foundation (EFF) uma organização que acompanha os desenvolvimentos da sociedade digital.
O projeto criminaliza a posse, a leitura e a captura de dados de um indivíduo através de um RFID. A pena prevista é de até 5 anos de prisão e multa de US$ 10.000.

Rede Target se reestrutura para competir com Wal-Mart


Segundo nota da CNN, a gigante de varejo norte-americana Target está passando por uma grande reestruturação para competir de frente com sua maior rival, o Wal-Mart.
Os planos da Target incluem mais destaque para os produtos relacionados com alimentos, saúde e higiene pessoal e outras necessidades essenciais. Segundo o presidente e CEO da rede, Gregg Steinhafel, as lojas vão aumentar os estoques de produtos alimentícios, especialmente secos, laticínios, congelados e produtos frescos. A Target vai ampliar seus investimentos em tecnologia e logística, e vai promover campanhas agressivas de preços baixos.
As maiores lojas da rede serão as primeiras a serem remodeladas para se adequarem às novas estratégias de vendas.

EUA: cupons digitais de desconto são tendência

Reporta Timothy W. Martin, no Wall Street Journal, que os consumidores dos EUA sempre tiveram o hábito de recortar cupons de descontos encartados em jornais e revistas antes de ir à compras. A mudança agora é que o esses cupons migraram para a Web -- o consumidor entra nos sites que reunem essas promoções e imprimem os cupons de interesse. Esse hábito pode representar uma economia de mais de US$ 100 nas compras mensais. Em tempos de crise e orçamentos domésticos apertados, a tendência ganha cada vez mais espaço nos Estados Unidos. Com isso, várias empresas surgiram para aproveitar a onda, criando sites específicos para cupons de descontos.
Atualmente, os cupons online representam apenas 1% do total de cupons oferecidos nos EUA, mas esse volume está crescendo rapidamente. Um dos fatores importantes para o crescimento é a percentagem de uso dos cupons digitais, que chega a 13% -- muito acima do 1% dos cupons comuns de papel.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Starbucks inaugura torrefação "verde" nos EUA

Segundo nota da Forbes.com, a rede de cafés Starbucks anunciou a abertura de uma planta de torrefação "verde" no estado da Carolina do Sul nos EUA. A nova unidade tem 100 funcionários e vai fornecer café para as lojas da rede no sudeste do país.
Segundo a empresa, a planta recebeu um certificado de responsabilidade ambiental (LEED), concedido pelo U.S. Green Building Council. O certificado é dado para projetos usam elementos de design ecológico, que reduzam consumo de energia e emissão de resíduos. A unidade foi construída com 20% de materiais de construção reciclados e mais de 75% dos resíduos da produção serão reciclados. Parte da energia usada na planta será fornecida por turbinas de vento.
A Starbucks espera obter a certificação LEED para todas as novas lojas da rede até o final de 2010.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Linha de roupas ecológicas



Vídeo da Earth Collection Shop mostra uma linha de roupas com tecidos orgânicos -- uma forte tendência atual e para os próximos anos.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Energia solar: economia e lucros



Vídeo mostra como lojas da rede Whole Foods estão economizando dinheiro e protegendo o meio ambiente com o uso de painéis solares. O interessante neste caso é que o varejista não gastou um centavo para instalar os painéis -- a empresa SunEdison criou um sistema de financiamento que funciona como uma combinação entre patrocínio de outras empresas e leasing.

EUA: consumidores abandonam lojas de departamentos

Reporta Maria Halkias, no Dallas Morning News, que a recessão nos Estados Unidos está afetando uma das mais tradicionais instituições de varejo do país, a loja de departamentos. Analistas dizem que essa crise econômica terá efeitos graves e permanentes sobre esse tipo de comércio. Apenas algumas redes ainda mantêm vendas acima de US$ 3 bilhões: Neiman Marcus, Saks, Nordstrom, Macy's and Dillard's, J.C. Penney, Kohl's, Sears, Bon-Ton e Belk.
Nas próximas semanas, essa categoria de varejo deve anunciar resultados muito fracos referentes ao quarto trimestre. Na verdade, as lojas de departamentos estão perdendo vendas desde a década de 80. Juntas, as 10 maiores lojas de departamentos dos EUA tiveram vendas de US$ 110 bilhões no ano passado -- apenas um quarto das vendas do Wal-Mart.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

SunEdison vai instalar painéis solares na CSU



O estado da Califórnia fechou uma parceria com a empresa SunEdison para instalar painéis de energia solar em 15 campi da California State University (CSU). É uma parceria inédita entre a empresa e um governo estadual nos EUA, que vai representar uma grande economia para a universidade no consumo de energia, com ganho para o meio ambiente.

Tecnologia verde "floresce" no Vale do Silício

Segundo nota da Folha Online, as empresas dedicadas a energia limpa e outras "tecnologias verdes" devem reanimar a economia do Vale do Silício, no norte da Califórnia, que é lar de companhias como Intel, Apple, Google, Facebook e Yahoo!.
Enquanto as empresas tradicionais acumularam queda de 1,3% em novembro, o investimento em tecnologia limpa cresceu 94% desde 2005, com crescimento de 23% o período a partir desse ano. Os dados são de uma pesquisa conduzida pela Fundação da Comunidade no Vale do Silício, que é feita anualmente e avalia a economia da região.
Os investimentos de capital no Vale do Silício caíram 7,7% em 2008, interrompendo o crescimento progressivo desde 2005.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Projeção de imagens promovem marcas e eventos

Reporta Diego Vasquez, na Media Life Magazine, que o uso de projeções em grandes espaços evoluiu significativamente como mídia publicitária "out-of-home" nos últimos anos. As grandes projeções são uma forma de mídia alternativa que vai além dos outdoors e painéis eletrônicos.
Nos EUA, empresas como a Alt Terrain, Kinetic Lighting, GoGorilla Media, Technique Mirage, Wallspace Media e Projected-Ads criam campanhas de lojas, eventos e produtos com projeções sobre edifícios e muros. O tamanho pode variar bastante, chegando em alguns casos a ser maior que uma tela de cinema.
Muitas dessas campanhas são feitas no estilo "guerrilha"; quer dizer, sem permissão do proprietário do edifício ou das autoridades municipais. Nos EUA, muitas cidades exigem uma permissão prévia para esse tipo de publicidade.
Em algumas campanhas, as projeções são ambulantes: o sistema de projetores é montado em um caminhão ou van, que atravessa a cidade projetando as imagens em vários prédios.
Os sistemas podem ser simples ou muito sofisticados -- de meros slides a animações digitais interativas em alta definição.
Segundo as empresas, a publicidade com projeções pode funcionar em qualquer mercado. Mas os anunciantes preferem os grandes centros urbanos, porque podem atingir um número maior de pessoas.
Atualmente, os maiores clientes desse tipo de publicidade são empresas de telecomunicações (em especial as operadoras de celular), agências de turismo, canais de TV, estúdios de cinema, cassinos e vendedores de automóveis. Os clientes nos EUA incluem a AT&T, Carnival Cruise Lines, Motorola, Vitamin Water, Food Network, Fox Sports, Sony Music, DirecTV, Swatch, Mercedes, Lincoln e NBC.
Em média, as empresas cobram entre US$ 2.000 e US$ 4.000 por noite. As noites de quinta-feira, sexta e sábado são consideradas a "faixa nobre" de uma campanha, que pode durar entre 4 e 8 semanas.

EUA: em meio a crise, cresce o otimismo do consumidor

Reporta Jaclyn Trop, no Detroit News, que a pesquisa American Customer Satisfaction Index registrou a primeira elevação depois de 18 meses de queda. A alta foi de 0,9% no último trimestre. O índice leva em conta 12 setores da economia dos Estados Unidos e é calculado desde 1994 pela University of Michigan.
O supervisor da pesquisa, Claes Fornell, diz que a elevação do índice é um sinal de que o país está seguindo no rumo certo. Mas Fornell ressalta que a satisfação é apenas um indicador de recuperação econômica -- além disso, os consumidores precisam ter dinheiro para gastar. E ainda não é possível dizer se o pacote de estímulo do presidente Obama vai deixar os consumidores menos ansiosos.

Classes C, D e E valorizam bom atendimento

Informa Cristiane Marsola, no Propaganda & Marketing, que o consumidor de baixa renda adora experimentar, é exigente, valoriza o bom atendimento, sabe comparar juros e está mais consciente de seus direitos, de acordo com Allan Barros, presidente da Fala!. Barros abriu a segunda conferência Estratégias de Negócios para o Mercado de Baixa Renda, realizada pelo IQPC, de 16 a 18 de fevereiro, em São Paulo.
Barros apresentou cases em que sua agência trabalhou e falou da importância de usar diferentes mídias para atrair as classes C, D e E. "62% das pessoas com acesso à internet são de baixa renda. 25% desse público ficam mais de dez horas por semana conectados", falou Barros.
A segunda palestra do primeiro dia de conferência, "Marketing para a baixa renda - uma perspectiva global com enfoque na China", foi ministrada pela presidente da Top Trend International, Helena Wong. "Temos de ver esse consumidor primeiro como ser humano e, depois, como baixa renda. Temos de pensar que temos todos os mesmos sonhos, as mesmas emoções", disse. Para Helena, são quatro os pontos fundamentais para atender a esse público: entendê-lo e conectar-se a ele, desenvolver produtos adequados, criar a marca e comunicar-se de maneira adequada, e ter uma boa distribuição.

Mercearia do futuro



O repórter Asa Aarons mostra que mesmo mercearias e sacolões podem (e devem) se modernizar no futuro próximo, aproveitando as vantagens das tecnologias de logística para manter a lucratividade em tempo de crise -- levando em conta que produtos frescos têm vida curta e o desperdício pode custar muito caro.

Vendas à vista reagem na 1ª quinzena do mês

Segundo nota da Folha de S. Paulo, as vendas à vista apontaram alguma recuperação na primeira quinzena de fevereiro, mas as realizadas no crédito estagnaram, segundo a ACSP (Associação Comercial de São Paulo). O resultado do mês, no entanto, depende do feriado do Carnaval.
As consultas ao SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) tiveram queda de 0,2% em relação a igual período em 2008. Já as consultas ao SCPC/Cheque subiram 5,6%.
Os registros recebidos (carnês que entraram para o cadastro) cresceram 9,3% na primeira quinzena de fevereiro, e os cancelados tiveram alta de 2%, indicando que prossegue a tendência de baixa recuperação do crédito.
Vendas têm alta de 2,34% em Ribeirão Preto
O consumidor de Ribeirão Preto ignorou a crise e foi às compras em janeiro, revela levantamento do Sincovarp (Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto) divulgado ontem. A alta nas vendas no comércio da cidade foi de 2,34% em relação a janeiro de 2008.
O consumo de bens duráveis foi o principal responsável pela alta do índice. O setor de eletrodomésticos, com alta de 12,75%, e móveis, com crescimento de 8,42%, lideraram o consumo na cidade.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Loja do futuro Vip-Systems



Entrevista com a CEO da Vip-Systems, Regiane Relva Romano, para a TV Wnews. RFIDs, quiosques eletrônicos de atendimento e araras automatizadas são algumas das tendências para o futuro das lojas.

Supermercado do Futuro da Tetra Pak



Ação ambiente que a agência de guerrilha Espalhe fez para a Tetra Pak com uma gôndola de supermercado do futuro.

Após falência, Circuit City pode continuar existindo online

Segundo reporta Sandra M. Jones, no Chicago Tribune, a rede norte-americana de produtos eletroeletrônicos Circuit City fechou suas lojas no final do ano passado, mas sua marca pode continuar existindo na internet.
A Hilco Trading LLC, empresa que cuidou do processo de liquidação da rede, está agora negociando a compra do nome Circuit City, que será usado no site de comércio eletrônico CircuitCity.com.
A rede decretou falência em novembro passado, pressionada por dívidas. Como não conseguiu um comprador, a Circuit City liquidou suas 567 lojas espalhadas nos EUA.
Apesar do interesse da Hilco Trading, analistas estão céticos quanto ao sucesso de um site com o nome de uma empresa que acabou de falir no mundo real.

Tesco investe em lojas "eco-friendly"



A rede inglesa de mercados Tesco mostra suas iniciativas para reduzir o consumo de energia e de produtos nocivos ao ambiente em suas lojas.

Re-imaginando o varejo para tempos difíceis

Em um artigo para o The Huffington Post, Jeffrey Hutchison diz que a atual crise financeira está forçando o varejo a entrar em um nova era, onde os valores e prioridades serão obrigatoriamente redefinidos. Mesmo os consumidores que mantém alto poder de compra estão pensando duas vezes na hora de consumir, preocupados em não parecer insensíveis aos problemas do mundo. Cria um ambiente de compras atraente para esses novos consumidores será um grande desafio para os varejistas.
A nova mentalidade de consumo exigirá uma conexão mais humanista com o ambiente de compras, e o cliente já espera encontrar lojas mais preocupadas com o meio ambiente, com a sustentabilidade e com eficiência energética.
Algumas tendências do "novo varejo" apontadas por Hutchison:
* Mais espaço para relaxar -- ao contrário das lojas atulhadas de mercadorias do passado, os consumidores querem espaços mais amplos, onde as pessoas podem se movimentar com facilidade e relaxar. A loja se torna mais parecida com uma área de lazer.
* Durabilidade em vez de modismo -- o consumidor busca produtos de design mais atemporal, que durem mais e não sejam facilmente descartados.
* Fluidez na área de compras -- o consumidor aprova lojas que se adaptam a mudanças no mercado, criando ambientes de compras flexíveis, como um organismo vivo.
* Auto-atendimento -- muitas redes reduziram suas equipes como medida de economia, e investiram em tecnologias e sistemas sofisticados de self-service.
* Ser verde não será exceção, mas a regra -- o varejo deve ir além do "ambientalismo de butique", e adotar iniciativas padronizadas para reduzir o impacto ambiental do setor como um todo.
* Produtos locais -- as lojas podem ganhar crédito com seus consumidores ao privilegiar os produtos locais. Não apenas os vegetais cultivados na região, mas também promover a arte e a cultura locais.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Pretérito do Futuro: O futuro do varejo no Japão...em 1986



Mais um exemplo de "paleo-futurismo".

Pretérito do Futuro: Newton, o robô doméstico (1989)



Um curioso anúncio do final dos anos 80, mostrando como seria o robô de uso doméstico...

"Smart cards" no futuro das compras



Mais um vídeo do grupo supermercadista alemão METRO, mostrando o uso de cartões inteligentes nas compras.

Elie Tahari usa tecnologia da IBM para identificar tendências de moda

Segundo informa a RIS News, a marca de roupas Elie Tahari está usando um sistema de 'business intelligence' da IBM para avaliar os hábitos de compras de seus clientes e atender melhor suas necessidades. Segundo a empresa, depois que o sistema foi implementado, as vendas aumentaram em mais de 10%, com grande economias nos custos.
A Elie Tahari opera lojas em diversos países, e suas coleções mudam a cada estação. Era importante para a rede aperfeiçoar sua cadeia de suprimentos para atender a demanda dos consumidores de acordo com as tendências de cada país ou região. O programa da IBM ajudou a marca a conseguir uma economia de mais de 30% nos estoques e no trânsito de mercadorias entre as lojas.
O sistema ajudou a Elie Tahari a ter uma visão mais ampla das informações do negócio, e detectar tendências a partir das vendas. O software identifica os modelos e tamanhos mais vendidos a cada coleção, mostra a popularidade de cada item, e até as cores preferidas em cada estação. Esses dados são usados para prever demandas futuras, e com isso a rede pode estocar as lojas de modo mais eficiente.

Microsoft quer abrir sua própria rede de lojas

Reporta Jessica Hodgson, no Wall Street Journal, que a Microsoft anunciou que pretende abrir lojas próprias, repetindo uma estratégia já adotada pela rival Apple. Segundo a empresa, ela pretende usar essas unidades "para melhorar a articulação e a demonstração da inovação e da proposta de valor da Microsoft".
Para comandar essas operações, a maior fabricante de softwares mundial contratou David Porter, que trabalhou no estúdio DreamWorks e no Wal-Mart.
"Existem tremendas oportunidades pela frente para a Microsoft criar uma experiência de compra maravilhosa para os nossos consumidores", disse o executivo em comunicado.
Com a decisão, a Microsoft quer entrar em um nicho que a Apple hoje já ocupa, mas em um período extremamente complicado para o varejo nos EUA. A Circuit City, que era a segunda maior rede de eletrônicos norte-americana, quebrou no mês passado e mandou embora todos os seus 34 mil funcionários.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

EUA: vendas do varejo crescem 1% em janeiro

Reporta Jack Healy, no New York Times, que as vendas do varejo surpreenderam os analistas em janeiro. Em plena crise, as vendas do setor subiram 1% devido a uma agressiva política de descontos, promoções e eventos especiais nas maiores redes e também em lojas individuais. A alta é uma ótima notícia, depois que setor amargou uma queda de 3% em dezembro, o que marcou um dos piores finais de ano para o verejo dos EUA.