Reporta Bart King, na Reuters, que os consumidores norte-americanos ainda são frequentemente enganados por lojas e marcas que são pretensamente ecológicas, mas que mentem em suas afirmações de sustentabilidade ambiental.
Um estudo recente da firma Cone, o "2011 Cone Green Gap Trend Tracker", diz que ao mesmo tempo os consumidores querem que essas empresas sejam punidas pelas alegações falsas. Cerca de 71% dos consumidores disseram que deixariam de comprar o produto se souberem que a empresa falsificou dados ecológicos, e mais de um terço (37%) boicotaria permanentemente todos os produtos de uma marca.
A quase totalidade dos entrevistados (97%, comparado com 90% em 2008) disse saber o significado dos rótulos "verde" e "ambientalmente responsável", e reconhecessem que as interpretações podem ser dúvidas. Mais de 40% acreditam erroneamente que esses termos significam que um produto tem impacto posiitivo sobre o meio ambiente. Apenas 29% entendem que esses termos querem dizer que os produtos têm impacto ambiental menor que as versões anteriores ou produtos concorrentes.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
Lojas no Facebook podem movimentar até US$ 30 bilhões em 2015
Segundo o site E-commerce Brasil, a empresa de consultoria Booz & Company divulgou um estudo que revelou que as transações feitas a partir de produtos e serviços comercializados em lojas dentro do Facebook podem crescer 600% nos próximos quatro anos. Isso resultaria em uma receita de US$ 30 bilhões na rede social, o que representaria 4% de todo o faturamento do e-commerce previsto para os Estados Unidos em 2015.
TV Gazeta anuncia reformulação dos seus programas de varejo
Segundo nota do Propmark, o mês de abril será de mudanças para os produtos de varejo da TV Gazeta. Os programas “Gazeta Shopping” e “Gazeta Imóveis”serão reformulados, com mudanças na linguagem de comunicação, avaliação dos anunciantes e inclusão de conteúdos informativos.
As mudanças são reflexo da contratação de Cláudio Cortona Ranieri que chegou à emissora em dezembro para comandar o núcleo de varejo.
O grupo de apresentadores: Bel Lourenço, Michelle Francine, Adilson Jr. e Marcelo Dias, também entraram na onde de reformulação e estão participando de workshops e conversas individuais com Ranieri.
As mudanças são reflexo da contratação de Cláudio Cortona Ranieri que chegou à emissora em dezembro para comandar o núcleo de varejo.
O grupo de apresentadores: Bel Lourenço, Michelle Francine, Adilson Jr. e Marcelo Dias, também entraram na onde de reformulação e estão participando de workshops e conversas individuais com Ranieri.
Peixe Urbano comemora 1 ano com 100 Ofertas a 1 centavo
O site de compras coletivas Peixe Urbano completa, neste dia 31 de março, um ano do seu lançamento. Estima-se que o recém-criado mercado de compras coletivas no Brasil já tenha atraído mais de 1.000 sites do gênero, que juntos devem gerar mais de R$1 bilhão em vendas em 2011.Quando a primeira oferta do Peixe Urbano entrou no ar (50% de desconto em Arvorismo na Lagoa Aventuras, no Rio de Janeiro), o site contava com uma equipe de apenas 5 pessoas e cerca de 6 mil usuários. A expectativa era fechar o ano com 300 mil usuários cadastrados.
"O crescimento tem sido incrível. Hoje contamos com uma equipe de mais de 450 funcionários em todo o Brasil e também na Argentina, e 8 milhões de usuários cadastrados que juntos puderam economizar R$270 milhões em mais de 5 mil ofertas", diz Julio Vasconcellos, CEO e sócio-fundador do Peixe Urbano.
O Peixe Urbano comemora o seu aniversário de maneira inusitada e coloca no ar hoje mais de 100 ofertas por apenas 1 centavo. Entre elas um Whopper Jr. do Burger King, 3 meses de DVDs em casa da Blockbuster Online, um Chopp Devassa Loura, qualquer Temaki do Koni Store, um Milk-Shake do Bob`s, um Frozen Yogurt com 3 toppings da Yoggi, revelação de Fotos Digitais no FotoRegistro, Motorola Motokey em plano da Vivo, e dezenas de outras ofertas espalhadas pelo Brasil.
"O crescimento tem sido incrível. Hoje contamos com uma equipe de mais de 450 funcionários em todo o Brasil e também na Argentina, e 8 milhões de usuários cadastrados que juntos puderam economizar R$270 milhões em mais de 5 mil ofertas", diz Julio Vasconcellos, CEO e sócio-fundador do Peixe Urbano.
O Peixe Urbano comemora o seu aniversário de maneira inusitada e coloca no ar hoje mais de 100 ofertas por apenas 1 centavo. Entre elas um Whopper Jr. do Burger King, 3 meses de DVDs em casa da Blockbuster Online, um Chopp Devassa Loura, qualquer Temaki do Koni Store, um Milk-Shake do Bob`s, um Frozen Yogurt com 3 toppings da Yoggi, revelação de Fotos Digitais no FotoRegistro, Motorola Motokey em plano da Vivo, e dezenas de outras ofertas espalhadas pelo Brasil.
Mamães entram na era do varejo móvel
Reporta Mike Shields, na BrandWeek, que uma recente pesquisa mostra que as mães nos EUA estão usando cada vez mais os dispositivos móveis (smartphones e tablets) em suas atividades diárias. Segundo o estudo "2011 Mobile Mom Report" do site BabyCenter, mães que usam smartphones passam mais tempo conectadas à web móvel (6,1 horas por dia) do que em computadores de mesa (4,1 horas por dia).
O uso de internet em PCs de mesa ainda é dominante entre as mães, mas o acesso móvel está crescendo rapidamente -- motivado em boa parte pela queda no preço dos smartphones.
A pesquisa mostra que as mães são grandes usuárias de aplicativos móveis -- em áreas como compras, informações de saúde, alimentação, dietas e exercícios. E também são grandes usuárias de redes sociais, mais que a média geral da população.
Para a pesquisa, o BabyCenter entrevistou 5.000 mães via internet e entrevistou pessoalmente 32 mulheres, que também criaram diários detalhados em texto e vídeo sobre seus hábitos de consumo.
O estudo pode ter grande impacto sobre varejistas e anunciantes.
O uso de internet em PCs de mesa ainda é dominante entre as mães, mas o acesso móvel está crescendo rapidamente -- motivado em boa parte pela queda no preço dos smartphones.
A pesquisa mostra que as mães são grandes usuárias de aplicativos móveis -- em áreas como compras, informações de saúde, alimentação, dietas e exercícios. E também são grandes usuárias de redes sociais, mais que a média geral da população.
Para a pesquisa, o BabyCenter entrevistou 5.000 mães via internet e entrevistou pessoalmente 32 mulheres, que também criaram diários detalhados em texto e vídeo sobre seus hábitos de consumo.
O estudo pode ter grande impacto sobre varejistas e anunciantes.
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quarta-feira, 30 de março de 2011
Nova Pontocom lança marca corporativa
Reporta Andréa Valerio, na Propmark, que foi lançada nesta quarta-feira (30) a marca corporativa da Nova Pontocom, unidade de comércio eletrônico que reúne as marcas Casas Bahia, Ponto Frio e Extra. Criada pela Icoé Design, em parceria com a área de marketing e marcas do Grupo Pão de Açúcar, a marca tem como objetivo traduzir conceitos como fartura, força, expansão e conexão. A novidade será utilizada apenas na comunicação institucional da empresa. As campanhas e promoções continuarão a utilizar posicionamento de cada uma das marcas separadamente.
A Nova Pontocom, que atua no mercado desde 2008, inicialmente, apenas com o Ponto Frio, planeja crescer entre 30% e 50% acima do mercado em 2011. A previsão da empresa é que o mercado de e-commerce cresça 35% este ano, menos dos que os 40% de 2010.
A Nova Pontocom, que atua no mercado desde 2008, inicialmente, apenas com o Ponto Frio, planeja crescer entre 30% e 50% acima do mercado em 2011. A previsão da empresa é que o mercado de e-commerce cresça 35% este ano, menos dos que os 40% de 2010.
American Express lança serviço de pagamentos digitais
Segundo nota da Forbes, a operadora de cartões American Express lançou esta semana nos EUA um serviço que deve esquentar o mercado de pagamentos digitais. Chamado "Serve", o novo serviço permite que os consumidores escolham entre várias opções de pagamento, direcionadas a uma única conta. Os pagamentos podem ser feitos pela internet, através de smartphones ou em lojas que aceitam cartões da empresa.
O serviço também permite transações entre pessoas que também tenham contas do Serve, o que vai permitir que a American Express concorra com o serviço de pagamentos PayPal, que pertence ao site de leilões eBay.
O serviço estará disponível inicialmente nos Estados Unidos, mas a empresa planeja lançá-los em outros países ao longo deste ano. Nos primeiros seis meses, o Serve não terá tarifa de uso. Depois desse período, haverá uma tarifa de 2,9% sobre o valor da transação, mais US$ 0,30 por transferência. Mas não haverá cobrança por outros serviços de depósito e débito.
O serviço também permite transações entre pessoas que também tenham contas do Serve, o que vai permitir que a American Express concorra com o serviço de pagamentos PayPal, que pertence ao site de leilões eBay.
O serviço estará disponível inicialmente nos Estados Unidos, mas a empresa planeja lançá-los em outros países ao longo deste ano. Nos primeiros seis meses, o Serve não terá tarifa de uso. Depois desse período, haverá uma tarifa de 2,9% sobre o valor da transação, mais US$ 0,30 por transferência. Mas não haverá cobrança por outros serviços de depósito e débito.
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terça-feira, 29 de março de 2011
O comércio eletrônico a todo vapor no Brasil
Reporta, Clayton Melo, na IstoÉ Dinheiro, que impulsionado pelo mercado interno aquecido e pela Copa do Mundo da África, o comércio eletrônico faturou R$ 14,8 bilhões no Brasil, em 2010, um crescimento nominal de 40% ante os R$ 10,6 bilhões registrados em 2009.
Os dados constam na 23a edição do Web Shoppers, relatório anual divulgado na semana passada pela e-bit, empresa brasileira especializada em informações desse setor. A projeção para este ano, segundo a consultoria, é de que o faturamento chegue a R$ 20 bilhões. Veja mais detalhes sobre o desempenho do varejo na internet no ano passado e as perspectivas para 2011.
Veja o restante da reportagem aqui.
Os dados constam na 23a edição do Web Shoppers, relatório anual divulgado na semana passada pela e-bit, empresa brasileira especializada em informações desse setor. A projeção para este ano, segundo a consultoria, é de que o faturamento chegue a R$ 20 bilhões. Veja mais detalhes sobre o desempenho do varejo na internet no ano passado e as perspectivas para 2011.
Veja o restante da reportagem aqui.
Os melhores aplicativos para o varejo em celulares
Joe Skorupa e Adam Blair, do site especializado Retail Information Systems, avaliaram os aplicativos para smartphones criados por grandes varejistas nos EUA, e selecionaram os apps de maior destaque:
BEST BUY
O aplicativo da rede Best Buy para celulares do sistema Android funciona como um substituto dos folhetos impressos. A função Weekly Ad exibe mercadorias por categoria e permite ver quantos itens estão em promoção. Há ainda funções de busca, lista e carrinho de compras.
Prós: os produtos são marcados com "estrelas", com resenhas e críticas de usuários.
Contras: o aplicativo é muito comum, sem funções de destaque em relação aos concorrentes.
GAP StyleMixer
criado para o Android, o aplicativo da GAP é voltado para os fãs de moda. Ele usa fotos grandes que permitem zoom detalhado. O app inclui um localizador de lojas e uma função que permite criar um "guarda-roupa" com itens selecionados, criar modelos personalizados e listas.
Prós: uma área de comunicado que permite compartilhar looks e modelos. Vídeos mostram modelos usando as roupas da marca.
Contras: as imagens demoram muito para carregar. Não há como ver os preços sem se cadastrar. Parece mais um caminho intermediário para levar o usuário ao website da marca.
JCPennEy
O app da loja de departamentos JCPenney chama a atenção por quatro funções importantes: Shop Now, Today’s Ad, Sale (promoções da semana) e Stay Connected (para receber alertas de promoções).
Prós: aplicativo tem um botão de "voltar", ago que falta na maioria dos apps. Localizador de lojas mostra mapas e indicações para chegar ao local. O cadastro dá descontos nas compras.
Contras: A loja de departamentos tem uma oferta muito grande de categorias e produtos, e ainda não resolveu bem como diferenciar essas categorias no aplicativo.
Meijer Find-It
Como o nome indica, esse aplicativo criado para iPhone/iPad ajuda os clientes a encontrar produtos nas lojas da rede Meijer. Há um botão de "Sale" com as liquidações em cada departamento. A função "Map-it" permite localizar um produto dentro da loja, além de indicar os banheiros, caixas automáticos e saídas.
Prós: A função "Parking Reminder" permite que o cliente registre o local onde estacionou o carro, e facilita a localização depois das compras.
Contras: a função de busca não é refinada, o que leva o consumidor a perder tempo com resultados incorretos. A função "Find-it", maior atrativo do aplicativo, só funciona em 6 lojas da rede.
NIKEiD Mobile
o aplicativo da Nike para iPhone e iPad foi criado para estimular a criatividade do usuário. Os consumidores podem criar milhares de combinações de cores para alguns modelos de tênis e roupas da marca, e podem gerar "cores aleatórias" chacoalhando o celular ou iPad. Milhões de designs diferentes foram criados pela comunidade de usuários, e os consumidores podem ver e comprar essas combinações.
Prós: Com a função "Photo iD", o consumidor cria uma paleta de cores personalizada, a partir de uma foto. A tela de entrada permite a busca por itens, baseado em tipo de produto, gênero, ou novidades. O botão de "voltar" é fácil de localizar.
Contras: pessoas com dedos grandes terão dificuldades em navegar nas telas para selecionar cores. Para ver designs de outros usuários, o cadastramento é obrigatório.
NM Gifts
O aplicativo da loja de roupas Neiman Marcus para iPhone/iPad oferece sugestões de presentes, com algumas categorias de preços e produtos. Há uma promoção chamada "Gift of the Day" para estimular o retorno à loja, e o aplicativo também permite selecionar embalagem grátis e frete grátis. Existe uma função para partilhar os achados de presentes com amigos, via e-mail. A loja tem um segundo aplicativo chamado NM Editions, que reúne os catálogos e revistas da rede.
Prós: A função "Shake for another surprise" gera novas sugestões de presentes quando o usuário chacoalha o smartphone. A Neiman Marcus faz uma doação de US$ 1 para uma organização de caridade a cada download feito pelos consumidores.
Contras: as letras roxas em um fundo vermelho dificultam a leitura. O aplicativo é muito simples, com um número limitado de produtos em oferta.
Sears2Go
O aplicativo da rede Sears para a plataforma Android tem funções de "Ofertas Atuais", "Browse" e localizador de loja logo na primeira tela. Dentro da função "Current Offers", há uma lista de produtos e preços, e quando o usuário clica para obter mais detalhes surge uma tela com informações detalhadas e avaliações de outros usuários. A seção Browse permite checar quase tudo que existe nas lojas da Sears, o que pode ser cansativo.
Prós: A Sears foi um dos primeiros grandes varejistas a lançar um aplicativo móvel em março de 2009. Agora lançou um novo app para iPhone, chamado Sears Auto, e a versão para iPad em janeiro deste ano.
Contras: Dois anos no universo dos aplicativos móveis equivalem a cinco anos no mundo real, e o Sears2Go precisa ser atualizado urgentemente. Os concorrentes correram com seus lançamentos, e a Sears precisa agora mostrar algo novo para manter a vantagem de pioneira.
Target
O aplicativo da rede Target para Android tem apenas três áreas na página inicial, com funções bem boladas: "Target Weekly Ad", que permite a escolha de ofertas divididas por categorias; "Great Save Event", com liquidações; e "Clearance", que é a queima de estoques. O aplicativo permite checar se os produtos estão disponíveis nas lojas físicas, online ou ambos, e informa a disponibilidade. Há também um scanner de códigos de barra que pode ser usado nas lojas.
Prós: Quando um produto é vendido em uma loja, o app informa a loja mais próxima onde o item está disponível. O aplicativo inclui ainda horários de funcionamento, mapas e indicações para localização.
Contras: Mais produtos precisam de avaliações e críticas. Não há função de comunidade. O aplicativo é bem direto, mas muito simplificado e sem atrativos especiais.
Toys “R” Us Shopping
O aplicativo da loja de brinquedos para iPhone permite folhear o catálogo online da loja e fazer compras diretamente através do aplicativo. Os clientes podem checar detalhes dos produtos e críticas de outros compradores. As buscas podem ser feitas por preços, itens de destaque e produtos mais vendidos. A versão para iPad tem atrativos maiores para as crianças escolherem presentes, com uma área separada para os pais.
Prós: muitos itens tem resenhas feitas em vídeo. A leitura de código de barra leva o usuário direto à página do produto.
Contras: Funciona mais como um website móvel do que um aplicativo. Os apps de nova geração precisam aproveitar mais as funções e possibilidades dos smartphones.
BEST BUY
O aplicativo da rede Best Buy para celulares do sistema Android funciona como um substituto dos folhetos impressos. A função Weekly Ad exibe mercadorias por categoria e permite ver quantos itens estão em promoção. Há ainda funções de busca, lista e carrinho de compras.
Prós: os produtos são marcados com "estrelas", com resenhas e críticas de usuários.
Contras: o aplicativo é muito comum, sem funções de destaque em relação aos concorrentes.
GAP StyleMixer
criado para o Android, o aplicativo da GAP é voltado para os fãs de moda. Ele usa fotos grandes que permitem zoom detalhado. O app inclui um localizador de lojas e uma função que permite criar um "guarda-roupa" com itens selecionados, criar modelos personalizados e listas.
Prós: uma área de comunicado que permite compartilhar looks e modelos. Vídeos mostram modelos usando as roupas da marca.
Contras: as imagens demoram muito para carregar. Não há como ver os preços sem se cadastrar. Parece mais um caminho intermediário para levar o usuário ao website da marca.
JCPennEy
O app da loja de departamentos JCPenney chama a atenção por quatro funções importantes: Shop Now, Today’s Ad, Sale (promoções da semana) e Stay Connected (para receber alertas de promoções).
Prós: aplicativo tem um botão de "voltar", ago que falta na maioria dos apps. Localizador de lojas mostra mapas e indicações para chegar ao local. O cadastro dá descontos nas compras.
Contras: A loja de departamentos tem uma oferta muito grande de categorias e produtos, e ainda não resolveu bem como diferenciar essas categorias no aplicativo.
Meijer Find-It
Como o nome indica, esse aplicativo criado para iPhone/iPad ajuda os clientes a encontrar produtos nas lojas da rede Meijer. Há um botão de "Sale" com as liquidações em cada departamento. A função "Map-it" permite localizar um produto dentro da loja, além de indicar os banheiros, caixas automáticos e saídas.
Prós: A função "Parking Reminder" permite que o cliente registre o local onde estacionou o carro, e facilita a localização depois das compras.
Contras: a função de busca não é refinada, o que leva o consumidor a perder tempo com resultados incorretos. A função "Find-it", maior atrativo do aplicativo, só funciona em 6 lojas da rede.
NIKEiD Mobile
o aplicativo da Nike para iPhone e iPad foi criado para estimular a criatividade do usuário. Os consumidores podem criar milhares de combinações de cores para alguns modelos de tênis e roupas da marca, e podem gerar "cores aleatórias" chacoalhando o celular ou iPad. Milhões de designs diferentes foram criados pela comunidade de usuários, e os consumidores podem ver e comprar essas combinações.
Prós: Com a função "Photo iD", o consumidor cria uma paleta de cores personalizada, a partir de uma foto. A tela de entrada permite a busca por itens, baseado em tipo de produto, gênero, ou novidades. O botão de "voltar" é fácil de localizar.
Contras: pessoas com dedos grandes terão dificuldades em navegar nas telas para selecionar cores. Para ver designs de outros usuários, o cadastramento é obrigatório.
NM Gifts
O aplicativo da loja de roupas Neiman Marcus para iPhone/iPad oferece sugestões de presentes, com algumas categorias de preços e produtos. Há uma promoção chamada "Gift of the Day" para estimular o retorno à loja, e o aplicativo também permite selecionar embalagem grátis e frete grátis. Existe uma função para partilhar os achados de presentes com amigos, via e-mail. A loja tem um segundo aplicativo chamado NM Editions, que reúne os catálogos e revistas da rede.
Prós: A função "Shake for another surprise" gera novas sugestões de presentes quando o usuário chacoalha o smartphone. A Neiman Marcus faz uma doação de US$ 1 para uma organização de caridade a cada download feito pelos consumidores.
Contras: as letras roxas em um fundo vermelho dificultam a leitura. O aplicativo é muito simples, com um número limitado de produtos em oferta.
Sears2Go
O aplicativo da rede Sears para a plataforma Android tem funções de "Ofertas Atuais", "Browse" e localizador de loja logo na primeira tela. Dentro da função "Current Offers", há uma lista de produtos e preços, e quando o usuário clica para obter mais detalhes surge uma tela com informações detalhadas e avaliações de outros usuários. A seção Browse permite checar quase tudo que existe nas lojas da Sears, o que pode ser cansativo.
Prós: A Sears foi um dos primeiros grandes varejistas a lançar um aplicativo móvel em março de 2009. Agora lançou um novo app para iPhone, chamado Sears Auto, e a versão para iPad em janeiro deste ano.
Contras: Dois anos no universo dos aplicativos móveis equivalem a cinco anos no mundo real, e o Sears2Go precisa ser atualizado urgentemente. Os concorrentes correram com seus lançamentos, e a Sears precisa agora mostrar algo novo para manter a vantagem de pioneira.
Target
O aplicativo da rede Target para Android tem apenas três áreas na página inicial, com funções bem boladas: "Target Weekly Ad", que permite a escolha de ofertas divididas por categorias; "Great Save Event", com liquidações; e "Clearance", que é a queima de estoques. O aplicativo permite checar se os produtos estão disponíveis nas lojas físicas, online ou ambos, e informa a disponibilidade. Há também um scanner de códigos de barra que pode ser usado nas lojas.
Prós: Quando um produto é vendido em uma loja, o app informa a loja mais próxima onde o item está disponível. O aplicativo inclui ainda horários de funcionamento, mapas e indicações para localização.
Contras: Mais produtos precisam de avaliações e críticas. Não há função de comunidade. O aplicativo é bem direto, mas muito simplificado e sem atrativos especiais.
Toys “R” Us Shopping
O aplicativo da loja de brinquedos para iPhone permite folhear o catálogo online da loja e fazer compras diretamente através do aplicativo. Os clientes podem checar detalhes dos produtos e críticas de outros compradores. As buscas podem ser feitas por preços, itens de destaque e produtos mais vendidos. A versão para iPad tem atrativos maiores para as crianças escolherem presentes, com uma área separada para os pais.
Prós: muitos itens tem resenhas feitas em vídeo. A leitura de código de barra leva o usuário direto à página do produto.
Contras: Funciona mais como um website móvel do que um aplicativo. Os apps de nova geração precisam aproveitar mais as funções e possibilidades dos smartphones.
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segunda-feira, 28 de março de 2011
Google faz parceria com Citigroup para pagamento no celular
Segundo nota da IstoÉ Dinheiro, o Google está se aliando à Mastercard e ao Citigroup para criar um sistema de pagamentos por meio de telefone celular. Segundo informações do Wall Street Journal, que citou fontes próximas do assunto, a tecnologia envolve o sistema operacional Android, criado pelo Google, e um pequeno leitor instalado nos caixas dos estabelecimentos comerciais.
Por meio de um aplicativo instalado nos aparelhos celulares, os consumidores poderão pagar suas contas simplesmente passando o celular em frente aos leitores. De acordo com o jornal, o Google não pretende cobrar pelas transações. O interesse da empresa é ampliar o seu negócio de anúncios.
Com os pagamentos móveis, o Google pretende oferecer mais informações aos varejistas sobre seus clientes. Dessa forma, lojas poderão, por exemplo, enviar anúncios e ofertas para clientes que estejam perto de suas lojas, o que envolve, ainda, o uso de softwares de localização.
O projeto inclui também a VeriFone, fabricante de leitores de cartões, que vai fornecer os equipamentos para os varejistas.
Por meio de um aplicativo instalado nos aparelhos celulares, os consumidores poderão pagar suas contas simplesmente passando o celular em frente aos leitores. De acordo com o jornal, o Google não pretende cobrar pelas transações. O interesse da empresa é ampliar o seu negócio de anúncios.
Com os pagamentos móveis, o Google pretende oferecer mais informações aos varejistas sobre seus clientes. Dessa forma, lojas poderão, por exemplo, enviar anúncios e ofertas para clientes que estejam perto de suas lojas, o que envolve, ainda, o uso de softwares de localização.
O projeto inclui também a VeriFone, fabricante de leitores de cartões, que vai fornecer os equipamentos para os varejistas.
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quinta-feira, 24 de março de 2011
30% dos consumidores nos EUA usam celulares para fazer compras
Segundo nota do RIS News, uma pesquisa recente mostra que quase 30% dos consumidores nos Estados Unidos já usam seus celulares para fazer compras -- em novembro de 2009, esse percentual era de apenas 13%.
O crescimento é motivado pelo uso cada vez mais frequente de aplicativos que permitem a pesquisa e seleção de produtos no celular -- daí para concluir a transação de compra é um passo. Quase a metade dos consumidores americanos (48%) já usam o celular para pesquisar produtos, em comparação com 37% em julho de 2010.
A pesquisa realizada pela empresa ATG, uma unidade da Oracle, diz ainda que o m-commerce atrai todas as faixas etárias. Os consumidores acima de 35 anos representam a categoria de crescimento mais rápido, e os acima de 55 anos também crescem velozmente. A pesquisa entrevistou 1.054 consumidores com idades acima de 18 anos, em dezembro de 2010.
O crescimento é motivado pelo uso cada vez mais frequente de aplicativos que permitem a pesquisa e seleção de produtos no celular -- daí para concluir a transação de compra é um passo. Quase a metade dos consumidores americanos (48%) já usam o celular para pesquisar produtos, em comparação com 37% em julho de 2010.
A pesquisa realizada pela empresa ATG, uma unidade da Oracle, diz ainda que o m-commerce atrai todas as faixas etárias. Os consumidores acima de 35 anos representam a categoria de crescimento mais rápido, e os acima de 55 anos também crescem velozmente. A pesquisa entrevistou 1.054 consumidores com idades acima de 18 anos, em dezembro de 2010.
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Rede Walgreens compra drogaria online Drugstore.com por US$ 409 milhões
Reporta Robin Wauters, no TechCrunch, que a rede americana de drogarias Walgreens anunciou a compra do popular site Drugstore.com, em uma transação avaliada em US$ 409 milhões. Como resultado da fusão, a Walgreens também será dona dos sites Beauty.com e SkinStore.com.
A Walgreens opera 7.689 drogarias nos EUA, e teve faturamento de US$ 67 bilhões em 2010. A empresa espera concluir a transação até junho deste ano.
O site Drugstore.com foi criado em 1998, e teve vendas de quase US$ 460 milhões em 2010.
A Walgreens opera 7.689 drogarias nos EUA, e teve faturamento de US$ 67 bilhões em 2010. A empresa espera concluir a transação até junho deste ano.
O site Drugstore.com foi criado em 1998, e teve vendas de quase US$ 460 milhões em 2010.
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quarta-feira, 23 de março de 2011
Compra coletiva chega aos imóveis
Reporta Roseani Rocha, no Meio & Mensagem, que o empresário Renato Marcondes Orfaly criou um portal em que os donos de imóveis – daí o nome Imóvel do Proprietário – preenchem um cadastro para anunciar seus imóveis em vários portais ao mesmo tempo durante um mês, com um preço que fica 50% mais barato do que se fosse comprar os anúncios individualmente.
Hoje o Imóvel do Proprietário, que foi ao ar no início de fevereiro, tem contrato com sete portais, entre os quais VivaReal, OLX, Vericia, Imovelweb, Zap e TiqueImóveis. A empresa garante que somente com a base atual de parceiros já alcança seis milhões de visitantes por mês, mas a intenção é expandir esse número de veículos. "A gente está preparado para receber até um milhão de imóveis, sem que tenha nenhum interferência na performance do site", assegura Orfaly, que é formado em administração de empresas e marketing e acumula experiência no mercado imobiliário.
O software que recebe o cadastro das pessoas e redireciona o imóvel ofertado aos vários canais de mídia foi desenvolvido por equipe própria da Imóvel do Proprietário, durante 10 meses. A promessa é facilidade para quem deseja vender ou alugar um imóvel e também diminuir a dificuldade do trabalho dos corretores de imóveis. Além disso, a empresa oferece aos proprietários outros serviços, além dos anúncios, como assessoria jurídica, despachante e avaliação de imóveis.
Em pouco mais de um mês, o site conta com 160 imóveis cadastrados. A inserção do anúncio em todos os portais parceiros do Imóvel do Proprietário tem custo mensal de R$ 89,90. A partir desta semana, o portal coloca no ar uma ação promocional para todos os usuários: um "test drive" com 30 dias grátis em todos os portais.
Hoje o Imóvel do Proprietário, que foi ao ar no início de fevereiro, tem contrato com sete portais, entre os quais VivaReal, OLX, Vericia, Imovelweb, Zap e TiqueImóveis. A empresa garante que somente com a base atual de parceiros já alcança seis milhões de visitantes por mês, mas a intenção é expandir esse número de veículos. "A gente está preparado para receber até um milhão de imóveis, sem que tenha nenhum interferência na performance do site", assegura Orfaly, que é formado em administração de empresas e marketing e acumula experiência no mercado imobiliário.
O software que recebe o cadastro das pessoas e redireciona o imóvel ofertado aos vários canais de mídia foi desenvolvido por equipe própria da Imóvel do Proprietário, durante 10 meses. A promessa é facilidade para quem deseja vender ou alugar um imóvel e também diminuir a dificuldade do trabalho dos corretores de imóveis. Além disso, a empresa oferece aos proprietários outros serviços, além dos anúncios, como assessoria jurídica, despachante e avaliação de imóveis.
Em pouco mais de um mês, o site conta com 160 imóveis cadastrados. A inserção do anúncio em todos os portais parceiros do Imóvel do Proprietário tem custo mensal de R$ 89,90. A partir desta semana, o portal coloca no ar uma ação promocional para todos os usuários: um "test drive" com 30 dias grátis em todos os portais.
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estratégia
terça-feira, 22 de março de 2011
E-commerce movimentou R$ 14,8 bilhões em 2010
Reporta Camila Fusco, na Folha de S. Paulo, o comércio eletrônico brasileiro atingiu R$ 14,8 bilhões no ano passado, crescimento de 40% sobre o ano anterior.
Segundo a consultoria eBit, a Copa do Mundo puxou a alta, principalmente de eletrônicos como as TVs de LCD.
No ano passado foram feitos 40 milhões de pedidos, feitos por cerca de 23 milhões de consumidores. A compra media foi de R$ 373.
Para 2011 a expectativa de faturamento é de R$ 20 bilhões.
Segundo a consultoria eBit, a Copa do Mundo puxou a alta, principalmente de eletrônicos como as TVs de LCD.
No ano passado foram feitos 40 milhões de pedidos, feitos por cerca de 23 milhões de consumidores. A compra media foi de R$ 373.
Para 2011 a expectativa de faturamento é de R$ 20 bilhões.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Postos Ipiranga ampliam foco na conveniência
Informam Eliane Sobral e Sérgio Spagnuolo, na IstoÉ Dinheiro, que a rede de postos de gasolina Ipiranga fez uma mudança estratégica em seu marketing. Sai o slogan “brasileiro é apaixonado por carro” e entra o “Postos Ipiranga, um lugar feito para você”. Não por acaso, a denominação “posto de gasolina” foi substituída na propaganda pelo genérico “um lugar”.
A tendência de transformar os postos numa central de serviços não é exatamente nova no Brasil. Começou com a instalação de caixas eletrônicos e evoluiu conforme foram aumentando as necessidades dos consumidores.
Hoje, pode-se não apenas sacar dinheiro como comprar créditos para telefone celular, alugar DVDs, comprar bebidas e alimentos e – acredite – até abastecer o carro ou fazer a troca do óleo. No caso da rede Ipiranga, os exemplos acima não são licença poética.
Em algumas lojas, é possível sim, consultar um extenso catálogo de produtos – que incluem geladeiras, aparelhos de som e outros eletrodomésticos – fazer a compra e esperar em casa pela entrega.
A facilidade é possível por conta da parceria firmada entre a distribuidora de combustível e a Hermes S/A – maior empresa brasileira de vendas por catálogos.
Um levantamento da rede Ipiranga mostra que, nas lojas em que há oferta de outros serviços, as vendas chegam a ser 50% maiores e a frequência nas lojas aumenta, em média, 20%.
Veja o restante da reportagem aqui.
A tendência de transformar os postos numa central de serviços não é exatamente nova no Brasil. Começou com a instalação de caixas eletrônicos e evoluiu conforme foram aumentando as necessidades dos consumidores.
Hoje, pode-se não apenas sacar dinheiro como comprar créditos para telefone celular, alugar DVDs, comprar bebidas e alimentos e – acredite – até abastecer o carro ou fazer a troca do óleo. No caso da rede Ipiranga, os exemplos acima não são licença poética.
Em algumas lojas, é possível sim, consultar um extenso catálogo de produtos – que incluem geladeiras, aparelhos de som e outros eletrodomésticos – fazer a compra e esperar em casa pela entrega.
A facilidade é possível por conta da parceria firmada entre a distribuidora de combustível e a Hermes S/A – maior empresa brasileira de vendas por catálogos.
Um levantamento da rede Ipiranga mostra que, nas lojas em que há oferta de outros serviços, as vendas chegam a ser 50% maiores e a frequência nas lojas aumenta, em média, 20%.
Veja o restante da reportagem aqui.
A nova mordida da Pizza Hut no Brasil
Reporta Érica Polo, naa IstoÉ Dinheiro, que a rede americana Pizza Hut chegou ao Brasil no final da década de 80, pronta para arrebentar em um mercado que consome mais de meio bilhão de pizzas por ano, e fatura R$ 11 bilhões com isso. Mas a rede quase desapareceu do Brasil na década seguinte. Com um cardápio moldado ao paladar americano – quem não se lembra das pizzas de carne moída com pimentão? –, a Pizza Hut não acertou o ponto da massa no mercado brasileiro.
Colaborou para isso, também, uma estratégia equivocada da PepsiCo, proprietária da marca à época, que firmou parcerias com empresas e empresários sem experiência no varejo alimentício.
Foram os casos do empresário Ricardo Mansur, dono do falido Mappin, e da atacadista gaúcha de alimentos Pena Branca. Passados mais de 20 anos da primeira incursão, o apetite da Pizza Hut pelo Brasil está renovado.
A Yum! Brands, baseada em Louisville (Kentucky), dona da marca e com uma receita global de US$ 11 bilhões, vai abrir 20 novos restaurantes em 2011 no País.
Parece pouco, mas se trata de uma expansão de quase 30% sobre as atuais 72 lojas, que são administradas por meio de franquias. “O Brasil é prioridade para a Pizza Hut, junto com China, Índia e Rússia”, disse à DINHEIRO Juan Chusan, gerente-geral da Yum! Brands para o País.
Boa parte dessa expansão deverá acontecer na cidade de São Paulo, que responde por um terço do faturamento estimado de R$ 240 milhões da Pizza Hut no Brasil.
Até dezembro, oito novos restaurantes, administrados pela BFFC, holding que também é dona da cadeia de fast-food Bob’s, serão abertos, quase 50% a mais do que o número atual, em um investimento de R$ 12 milhões.
“O faturamento, em São Paulo, vai crescer 20% com a abertura dessas novas unidades”, afirma Jorge Aguirre, diretor da Pizza Hut São Paulo.
Os locais das outras 12 lojas não foram revelados por Chusan. Nos últimos tempos, no entanto, a Yum! Brands buscou parceiros fora dos grandes centros do Sul e do Sudeste, como as cidades de Belém e Manaus. “Nossos parceiros, normalmente, não são pequenos empreendedores”, diz Chusan.
O motivo é simples: para abrir um restaurante da Pizza Hut, é necessário investir no mínimo US$ 300 mil. Apenas aumentar o número de unidades pelo Brasil, no entanto, não traz nenhuma garantia de sucesso. Essa nova expansão chega após um reposicionamento da marca, diz Marcelo Cherto, especialista em franquias.
Colaborou para isso, também, uma estratégia equivocada da PepsiCo, proprietária da marca à época, que firmou parcerias com empresas e empresários sem experiência no varejo alimentício.
Foram os casos do empresário Ricardo Mansur, dono do falido Mappin, e da atacadista gaúcha de alimentos Pena Branca. Passados mais de 20 anos da primeira incursão, o apetite da Pizza Hut pelo Brasil está renovado.
A Yum! Brands, baseada em Louisville (Kentucky), dona da marca e com uma receita global de US$ 11 bilhões, vai abrir 20 novos restaurantes em 2011 no País.
Parece pouco, mas se trata de uma expansão de quase 30% sobre as atuais 72 lojas, que são administradas por meio de franquias. “O Brasil é prioridade para a Pizza Hut, junto com China, Índia e Rússia”, disse à DINHEIRO Juan Chusan, gerente-geral da Yum! Brands para o País.
Boa parte dessa expansão deverá acontecer na cidade de São Paulo, que responde por um terço do faturamento estimado de R$ 240 milhões da Pizza Hut no Brasil.
Até dezembro, oito novos restaurantes, administrados pela BFFC, holding que também é dona da cadeia de fast-food Bob’s, serão abertos, quase 50% a mais do que o número atual, em um investimento de R$ 12 milhões.
“O faturamento, em São Paulo, vai crescer 20% com a abertura dessas novas unidades”, afirma Jorge Aguirre, diretor da Pizza Hut São Paulo.
Os locais das outras 12 lojas não foram revelados por Chusan. Nos últimos tempos, no entanto, a Yum! Brands buscou parceiros fora dos grandes centros do Sul e do Sudeste, como as cidades de Belém e Manaus. “Nossos parceiros, normalmente, não são pequenos empreendedores”, diz Chusan.
O motivo é simples: para abrir um restaurante da Pizza Hut, é necessário investir no mínimo US$ 300 mil. Apenas aumentar o número de unidades pelo Brasil, no entanto, não traz nenhuma garantia de sucesso. Essa nova expansão chega após um reposicionamento da marca, diz Marcelo Cherto, especialista em franquias.
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sexta-feira, 18 de março de 2011
Oferta Única investe na Globo
O site de compras coletivas Oferta Única, um dos cinco maiores em atuação em todo mercado brasileiro, acaba de lançar uma nova campanha publicitária para TV. A campanha será concentrada na TV Globo, em várias praças do País, incluindo os horários mais nobres como os intervalos das novelas.
Oferta Única também terá uma campanha publicitária on line, que ainda está em desenvolvimento. “Nessa nova etapa publicitária da empresa, optamos por escolher a TV como mídia principal. Acreditamos que, por ser um veículo de massa, o retorno será mais rentável e interessante”, comenta Antonio Mouallem, CEO de Oferta Única.
A responsável pelo desenvolvimento da campanha publicitária é a agência Gotcha! que acaba de conquistar a conta de Oferta Única. São dois filmes de 30’’ e 15’’ em animação 2D apresentando as ofertas mais atrativas oferecidas pelo site de compras coletivas. “Para nossas promoções sempre procuramos parceiros conceituados no mercado. No caso da nova campanha, estamos apresentando as ofertas feitas em conjunto com Extra e Ponto Frio”, acrescenta Rodrigo Monzoni, chairman de Oferta Única.
Oferta Única também terá uma campanha publicitária on line, que ainda está em desenvolvimento. “Nessa nova etapa publicitária da empresa, optamos por escolher a TV como mídia principal. Acreditamos que, por ser um veículo de massa, o retorno será mais rentável e interessante”, comenta Antonio Mouallem, CEO de Oferta Única.
A responsável pelo desenvolvimento da campanha publicitária é a agência Gotcha! que acaba de conquistar a conta de Oferta Única. São dois filmes de 30’’ e 15’’ em animação 2D apresentando as ofertas mais atrativas oferecidas pelo site de compras coletivas. “Para nossas promoções sempre procuramos parceiros conceituados no mercado. No caso da nova campanha, estamos apresentando as ofertas feitas em conjunto com Extra e Ponto Frio”, acrescenta Rodrigo Monzoni, chairman de Oferta Única.
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quinta-feira, 17 de março de 2011
Rede social não é e-commerce. Especialista alerta empresas
Reporta Anderson Scardoelli, no Comunique-se, que o insucesso nas vendas de muitas marcas via Twitter, Facebook se deve ao fato de muitas empresas ainda persistirem em encarar a rede social como uma loja virtual, analisa o sócio-diretor da R18 Comunicação, Rodrigo Arrigoni. Para o manager da agência especializada em marketing de processos, as companhias precisam se relacionar com o público, para que ele possa se tornar cliente.
“Não adianta utilizar as redes sociais apenas para o e-commerce. Tem que saber interagir com as redes sociais, se não a venda cai drasticamente”, disse Arrigoni, em sua participação nesta quarta-feira (16/3), na seção Web Commerce, da Web Expo Forum 2011. O evento é realizado no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.
O diretor da agência de comunicação lembrou que as empresas não podem seguir utilizando as redes sociais como se fosse apenas mais uma ferramenta de comércio. Arrigoni afirmou que não se pode ver essas novas mídias como algo de “mão única”, o espaço para o usuário é primordial para o sucesso do e-commerce nas redes sociais.
“Para o e-commerce a pertinência não é a insistência, mas sim ter relevância dentro das redes sociais. Tem que fazer parte da vida do seu cliente, ser amigo dele no Facebook, por exemplo”, declara o executivo da R18.
“Não adianta utilizar as redes sociais apenas para o e-commerce. Tem que saber interagir com as redes sociais, se não a venda cai drasticamente”, disse Arrigoni, em sua participação nesta quarta-feira (16/3), na seção Web Commerce, da Web Expo Forum 2011. O evento é realizado no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.
O diretor da agência de comunicação lembrou que as empresas não podem seguir utilizando as redes sociais como se fosse apenas mais uma ferramenta de comércio. Arrigoni afirmou que não se pode ver essas novas mídias como algo de “mão única”, o espaço para o usuário é primordial para o sucesso do e-commerce nas redes sociais.
“Para o e-commerce a pertinência não é a insistência, mas sim ter relevância dentro das redes sociais. Tem que fazer parte da vida do seu cliente, ser amigo dele no Facebook, por exemplo”, declara o executivo da R18.
quarta-feira, 16 de março de 2011
O que aconteceu com o RFID no varejo?
Uma das maiores promessas de transformação na logística de cadeia de suprimentos do varejo está custando muito tempo e muito dinheiro para se materializar. No começo da década passada, as etiquetas (ou ID) com microtransmissores de rádio (RFIDs) foram anunciadas como uma grande revolução no varejo. Todos os gurus de varejo e tecnologia previram um salto gigantesco na eficiência e velocidade de circulação das mercadorias, desde o fabricante até o consumidor final. Dez anos depois, essa visão ainda não se realizou.
O que aconteceu? Segundo Dan Gilmore, editor-chefe da publicação especializada Supply Chain Digest, a implementação dos RFIDs pelo varejo mundial está praticamente paralisada, especialmente no que se refere a produtos industrializados de consumo (que incluem alimentos, enlatados, e itens de higiene e limpeza). O setor de vestuário parece ser o único onde a aplicação dessa tecnologia continua avançando, com o uso de etiquetas individuais nas peças de roupas.
Gilmore aponta como muito significativo que o Walmart, um grande proponente da tecnologia, também não tenha avançado em seus programas de RFIDs. Há alguns anos, a maior rede de supermercados do mundo anunciou programas ambiciosos para obrigar seus fornecedores a incluir RFIDs em todos os paletes e caixas de mercadorias enviados aos centros de distribuição da rede. Segundo um porta-voz da Procter & Gamble, uma das maiores fabricantes de itens de consumo do mundo, o Walmart aos poucos desativou os programas de implementação de RFIDs em sua organização. A P&G, nesse meio tempo, desenvolveu padrões amplamente aceitos para equipar caminhões e caixas de mercadorias com RFIDs. As redes Tesco nos EUA e Metro na Alemanha, que continuaram a manter programas de RFIDs depois que o Walmart perdeu o ímpeto, também não apresentaram nenhuma novidade nos últimos três anos.
Segundo especialistas em cadeia de suprimentos, mesmo com o preço individual da etiqueta eletrônica chegando entre 5 e 7 centavos de dólar, esse custo ainda é muito alto -- seria equivalente ao custo de embalagem de muitos produtos. Esse custo somado ao encolhimento das margens de lucro causado pela crise financeira torna o RFID pouco atraente para a aplicação generalizada nas gôndolas de mercados e supermercados.
Segundo Gilmore, o avanço dos RFIDs foi retardado por uma série de fatores:
1) As empresas de produtos de consumo e o Walmart não fizeram as contas corretamente para avaliar o retorno depois do considerável investimento na tecnologia. As outras redes de varejo ficaram esperando os resultados do Walmart, e não se animaram a aderir.
2) Uma certa "mentalidade de rebanho" contribuiu para essa situação, com um alto grau de "hype" alimentado pelos fabricantes de etiquetas e aparelhos, partes da mídia e consultorias especializadas.
3) Muitas empresas de produtos industrializados de consumo continuam a acreditar que existe um grande potencial para retorno de investimentos (ROI) em categorias específicas de produtos (itens de valor adicionado mais alto, por exemplo). Mas o Walmart suspendeu esses programas sem dar explicações e outros varejistas não quiseram arriscar. Os fabricantes não podem prosseguir sem a parceria com os varejistas.
4) O Walmart errou ao tentar impor normas generalizadas de adoção de RFIDs para centenas de fornecedores. A Procter & Gamble e outras empresas argumentam que seria melhor uma abordagem individual, baseada no valor dos produtos. O foco no uso de RFIDs em peças de vestuário é prova de que essa estratégica pode funcionar.
5) As firmas de capital injetaram centenas de milhões de dólares em programas de RFID, esperando colher frutos com a adoção generalizada. Isso não ocorreu, mas o dinheiro serviu para fazer a tecnologia evoluir consideravelmente nos últimos anos.
O que aconteceu? Segundo Dan Gilmore, editor-chefe da publicação especializada Supply Chain Digest, a implementação dos RFIDs pelo varejo mundial está praticamente paralisada, especialmente no que se refere a produtos industrializados de consumo (que incluem alimentos, enlatados, e itens de higiene e limpeza). O setor de vestuário parece ser o único onde a aplicação dessa tecnologia continua avançando, com o uso de etiquetas individuais nas peças de roupas.
Gilmore aponta como muito significativo que o Walmart, um grande proponente da tecnologia, também não tenha avançado em seus programas de RFIDs. Há alguns anos, a maior rede de supermercados do mundo anunciou programas ambiciosos para obrigar seus fornecedores a incluir RFIDs em todos os paletes e caixas de mercadorias enviados aos centros de distribuição da rede. Segundo um porta-voz da Procter & Gamble, uma das maiores fabricantes de itens de consumo do mundo, o Walmart aos poucos desativou os programas de implementação de RFIDs em sua organização. A P&G, nesse meio tempo, desenvolveu padrões amplamente aceitos para equipar caminhões e caixas de mercadorias com RFIDs. As redes Tesco nos EUA e Metro na Alemanha, que continuaram a manter programas de RFIDs depois que o Walmart perdeu o ímpeto, também não apresentaram nenhuma novidade nos últimos três anos.
Segundo especialistas em cadeia de suprimentos, mesmo com o preço individual da etiqueta eletrônica chegando entre 5 e 7 centavos de dólar, esse custo ainda é muito alto -- seria equivalente ao custo de embalagem de muitos produtos. Esse custo somado ao encolhimento das margens de lucro causado pela crise financeira torna o RFID pouco atraente para a aplicação generalizada nas gôndolas de mercados e supermercados.
Segundo Gilmore, o avanço dos RFIDs foi retardado por uma série de fatores:
1) As empresas de produtos de consumo e o Walmart não fizeram as contas corretamente para avaliar o retorno depois do considerável investimento na tecnologia. As outras redes de varejo ficaram esperando os resultados do Walmart, e não se animaram a aderir.
2) Uma certa "mentalidade de rebanho" contribuiu para essa situação, com um alto grau de "hype" alimentado pelos fabricantes de etiquetas e aparelhos, partes da mídia e consultorias especializadas.
3) Muitas empresas de produtos industrializados de consumo continuam a acreditar que existe um grande potencial para retorno de investimentos (ROI) em categorias específicas de produtos (itens de valor adicionado mais alto, por exemplo). Mas o Walmart suspendeu esses programas sem dar explicações e outros varejistas não quiseram arriscar. Os fabricantes não podem prosseguir sem a parceria com os varejistas.
4) O Walmart errou ao tentar impor normas generalizadas de adoção de RFIDs para centenas de fornecedores. A Procter & Gamble e outras empresas argumentam que seria melhor uma abordagem individual, baseada no valor dos produtos. O foco no uso de RFIDs em peças de vestuário é prova de que essa estratégica pode funcionar.
5) As firmas de capital injetaram centenas de milhões de dólares em programas de RFID, esperando colher frutos com a adoção generalizada. Isso não ocorreu, mas o dinheiro serviu para fazer a tecnologia evoluir consideravelmente nos últimos anos.
Responder a uma crítica negativa é benéfico para varejista
Segundo o relatório Retail Consumer Report, da firma RightNow, os consumidores que têm uma experiência ruim no varejo não costumam voltar à loja ou site. A pesquisa, conduzida pela Harris Interactive, entrevistou 1605 consumidores adultos nos EUA em janeiro deste ano, perguntando sobre as compras do final de 2010. A conclusão mais destacada é que os consumidores usam cada vez mais as redes sociais para partilhar suas queixas e frustruções na experiência de compra.
Porém, o estudo indica que que os varejistas têm uma boa oportunidade de reverter a situação e transformar os consumidores descontentes em fãs das empresas, usando os mesmos canais na internet -- Facebook, Twitter e outros sites sociais.
O estudo mostra que 68% dos consumidores que postaram uma reclamação ou crítica negativa nas redes sociais depois de uma experiência ruim no varejo receberam uma resposta pessoal do varejista. Desse percentual, 18% se transformaram em clientes fiéis e voltaram a comprar na loja.
A pesquisa mostrou que, entre os consumidores que recebiam uma resposta do varejista em relação à reclamação, 33% mudavam de opinião e publicavam uma crítica positiva e 34% deletavam o comentário negativo original.
Mas os consumidores ainda tem baixa expectativa de que o varejista responda a uma reclamação feita nas redes sociais. Segundo a pesquisa, 61% dos consumidores ficariam surpresos se um varejista respondesse a um comentário ou crítica negativa nos sites sociais.
Quase um terço dos entrevistados disseram que pesquisam nas redes sociais em busca de opiniões e críticas sobre uma determinada loja, quando estão fazendo compras onine.
Se críticas negativas afastam os consumidores, as críticas positivas servem para aumentar as vendas. 21% dos consumidores recomendam lojas e sites para seus amigos, e 13% postaram comentários positivos sobre as compras de fim de ano.
A firma RightNow disponibilizou o estudo Customer Experience Impact Report 2010, que pode ser baixado de graça (em inglês) aqui.
Porém, o estudo indica que que os varejistas têm uma boa oportunidade de reverter a situação e transformar os consumidores descontentes em fãs das empresas, usando os mesmos canais na internet -- Facebook, Twitter e outros sites sociais.
O estudo mostra que 68% dos consumidores que postaram uma reclamação ou crítica negativa nas redes sociais depois de uma experiência ruim no varejo receberam uma resposta pessoal do varejista. Desse percentual, 18% se transformaram em clientes fiéis e voltaram a comprar na loja.
A pesquisa mostrou que, entre os consumidores que recebiam uma resposta do varejista em relação à reclamação, 33% mudavam de opinião e publicavam uma crítica positiva e 34% deletavam o comentário negativo original.
Mas os consumidores ainda tem baixa expectativa de que o varejista responda a uma reclamação feita nas redes sociais. Segundo a pesquisa, 61% dos consumidores ficariam surpresos se um varejista respondesse a um comentário ou crítica negativa nos sites sociais.
Quase um terço dos entrevistados disseram que pesquisam nas redes sociais em busca de opiniões e críticas sobre uma determinada loja, quando estão fazendo compras onine.
Se críticas negativas afastam os consumidores, as críticas positivas servem para aumentar as vendas. 21% dos consumidores recomendam lojas e sites para seus amigos, e 13% postaram comentários positivos sobre as compras de fim de ano.
A firma RightNow disponibilizou o estudo Customer Experience Impact Report 2010, que pode ser baixado de graça (em inglês) aqui.
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terça-feira, 15 de março de 2011
Privalia adquire maior loja online da Alemanha
Segundo nota do Adnews, a Privalia, clube de compras online, anunciou a aquisição da Dress for Less, uma das maiores empresas de vendas online de artigos de moda e acessórios na Alemanha. Com presença no Brasil, Espanha, Itália e México, a Privalia pretende estrear no mercado alemão e ampliar os negócios da empresa.
A aquisição expande o alcance geográfico da companhia e possibilita novos negócios como a venda de produtos full price (sem descontos) e um outlet online permanente, modelos praticados pela Dress for Less.
A negociação foi concluída após um novo aporte de investimentos no valor de US$ 123 milhões, com a participação da General Atlantic, um fundo global de investidores especializado em setores em crescimento, além da Highland Capital Partners, Index Ventures e Insight Venture Partners. Em outubro de 2010, a Privalia já havia recebido um aporte de US$ 95 milhões, um dos maiores no setor de clubes de compras em todo o mundo.
A aquisição expande o alcance geográfico da companhia e possibilita novos negócios como a venda de produtos full price (sem descontos) e um outlet online permanente, modelos praticados pela Dress for Less.
A negociação foi concluída após um novo aporte de investimentos no valor de US$ 123 milhões, com a participação da General Atlantic, um fundo global de investidores especializado em setores em crescimento, além da Highland Capital Partners, Index Ventures e Insight Venture Partners. Em outubro de 2010, a Privalia já havia recebido um aporte de US$ 95 milhões, um dos maiores no setor de clubes de compras em todo o mundo.
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Peixe Urbano chega à Argentina
O Peixe Urbano , pioneiro e líder em compras coletivas no Brasil, anuncia sua chegada à Argentina, com a criação da marca Pez Urbano. Já com mais de 7 milhões de usuários cadastrados em 50 cidades brasileiras, o site inicia hoje, à meia-noite, suas operações em Buenos Aires, oferecendo descontos diários de 50% a 90% nos melhores serviços e atividades da cidade portenha, incluindo restaurantes, spas, teatros, hotéis, cursos, entre outros.
"Assim como o consumidor brasileiro, que teve uma excelente receptividade ao Peixe Urbano desde o início, os argentinos utilizam muito a Internet e as redes sociais para compartilhar novidades com os amigos - um fator crítico para a rápida viralização do modelo de compras coletivas. A união entre essas características, fortes alianças locais e o know-how que adquirimos no Brasil durante este ano, nos deixam extremamente animados com o lançamento no país vizinho", diz Emerson Andrade, Sócio-Fundador e COO do Peixe Urbano.
Com capital próprio e o aporte financeiro de firmas de venture capital como a brasileira Monashees Capital e a americana Benchmark Capital (investidora também em empresas como Twitter e eBay, e agora pela primeira vez em uma empresa latino-americana), o Peixe Urbano planeja contratar mais de 30 profissionais locais para iniciar a sua atuação na Argentina já com força.
A expectativa do Peixe Urbano é já em 2011 figurar entre os principais players do mercado argentino. Em paralelo, o site continuará investindo no Brasil, tanto na expansão para novas cidades como também na melhoria contínua de suas ofertas e da experiência de seus usuários e estabelecimentos parceiros.
"Assim como o consumidor brasileiro, que teve uma excelente receptividade ao Peixe Urbano desde o início, os argentinos utilizam muito a Internet e as redes sociais para compartilhar novidades com os amigos - um fator crítico para a rápida viralização do modelo de compras coletivas. A união entre essas características, fortes alianças locais e o know-how que adquirimos no Brasil durante este ano, nos deixam extremamente animados com o lançamento no país vizinho", diz Emerson Andrade, Sócio-Fundador e COO do Peixe Urbano.
Com capital próprio e o aporte financeiro de firmas de venture capital como a brasileira Monashees Capital e a americana Benchmark Capital (investidora também em empresas como Twitter e eBay, e agora pela primeira vez em uma empresa latino-americana), o Peixe Urbano planeja contratar mais de 30 profissionais locais para iniciar a sua atuação na Argentina já com força.
A expectativa do Peixe Urbano é já em 2011 figurar entre os principais players do mercado argentino. Em paralelo, o site continuará investindo no Brasil, tanto na expansão para novas cidades como também na melhoria contínua de suas ofertas e da experiência de seus usuários e estabelecimentos parceiros.
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Automação no varejo: cortes de custos e demissões
Reporta Dana Hunsinger Benbow, no Indianapolis Star, que há no varejo dos EUA uma forte tendência para usar máquinas automáticas em vários pontos de lojas, mercearias e supermercados. Máquinas cada vez mais sofisticadas permitem a locação de DVDs, registram compras automaticamente e processam pedidos feitos por telefone.
A automação é um fato antigo em outras áreas da economia, como agricultura e manufatura, mas agora avança no setor de serviços, onde as empresas buscam vender mais produtos usando menos funcionários.
Os robôs assumiram o lugar de pessoas nos armazéns e centros de distribuição. Computadores de mão nas lojas realizam funções antes executadas por vendedores. Quiosques e máquinas de autoatendimento estão reduzindo a necessidade de pessoal nos caixas.
É uma má notícia em uma indústria tão importante -- o setor de varejo emprega um em cada 10 trabalhadores nos EUA, e sempre foi uma fonte confiável de empregos. Mas a recente crise financeira acentou a tendência de cortes de custos. Nos últimos 3 anos, o varejo dos EUA perdeu mais de 1 milhao de postos de trabalho -- e as empresas buscam substituir a mão-de-obra perdida com a automação.
Em 2010, as máquinas automáticas registraram transações de US$ 740 bilhões, uma alta de 9% em comparação a 2009. A consultoria de tecnologia IHL Group prevê que essa soma deve atingir US$ 1,1 trilhão anuais em 2014.
Essa tendência preocupa alguns economistas, que dizem que o varejo sempre foi a salvação de muitos trabalhadores não especializados nos EUA. Agora, até mesmo esses empregos podem sumir do mercado.
Os varejistas não gostam de admitir que as máquinas causam demissões. Para um porta-voz da rede de mercados Meijer, as máquinas de autoatendimento melhoram a experiência de compra para os consumidores, reduzindo o tempo de espera em filas. Segundo ele, os consumidores "adoram" as máquinas.
E há novidades nesse setor: a empresa de máquinas AVT anunciou o desenvolvimento de um posto de combustíveis que permitirá o abastecimento do carro e a compra de bebidas, lanches, café, miudezas, etc. Tudo com uma única passada de cartão de crédito, e sem um único funcionário humano. O sistema totalmente automatizado funciona 24 horas e fornece relatórios instantâneos de vendas e estoques.
Segundo Brentt Arcement, vice-presidente da AVT, esse é mais um passo lógico no "processo evolutivo" do varejo.
A automação é um fato antigo em outras áreas da economia, como agricultura e manufatura, mas agora avança no setor de serviços, onde as empresas buscam vender mais produtos usando menos funcionários.
Os robôs assumiram o lugar de pessoas nos armazéns e centros de distribuição. Computadores de mão nas lojas realizam funções antes executadas por vendedores. Quiosques e máquinas de autoatendimento estão reduzindo a necessidade de pessoal nos caixas.
É uma má notícia em uma indústria tão importante -- o setor de varejo emprega um em cada 10 trabalhadores nos EUA, e sempre foi uma fonte confiável de empregos. Mas a recente crise financeira acentou a tendência de cortes de custos. Nos últimos 3 anos, o varejo dos EUA perdeu mais de 1 milhao de postos de trabalho -- e as empresas buscam substituir a mão-de-obra perdida com a automação.
Em 2010, as máquinas automáticas registraram transações de US$ 740 bilhões, uma alta de 9% em comparação a 2009. A consultoria de tecnologia IHL Group prevê que essa soma deve atingir US$ 1,1 trilhão anuais em 2014.
Essa tendência preocupa alguns economistas, que dizem que o varejo sempre foi a salvação de muitos trabalhadores não especializados nos EUA. Agora, até mesmo esses empregos podem sumir do mercado.
Os varejistas não gostam de admitir que as máquinas causam demissões. Para um porta-voz da rede de mercados Meijer, as máquinas de autoatendimento melhoram a experiência de compra para os consumidores, reduzindo o tempo de espera em filas. Segundo ele, os consumidores "adoram" as máquinas.
E há novidades nesse setor: a empresa de máquinas AVT anunciou o desenvolvimento de um posto de combustíveis que permitirá o abastecimento do carro e a compra de bebidas, lanches, café, miudezas, etc. Tudo com uma única passada de cartão de crédito, e sem um único funcionário humano. O sistema totalmente automatizado funciona 24 horas e fornece relatórios instantâneos de vendas e estoques.
Segundo Brentt Arcement, vice-presidente da AVT, esse é mais um passo lógico no "processo evolutivo" do varejo.
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Jovens não querem ser "amigos" de marcas no Facebook
Segundo nota da Brandweek, um novo estudo joga água fria na pretensão das empresas de conquistar o público jovem através das mídias sociais. Uma pesquisa da Forrester Research mostra que apenas 6% dos jovens entre 12 e 17 anos mostram interesse em adicionar uma marca ou empresa como "amiga" no Facebook -- apesar dessa faixa etária representar metade dos usuários do site.
Na faixa entre 18 e 24 anos, o percentual dobra -- são 12% os interessados em ser amigos de marcas. Mas a vasta maioria dos jovens não mostra interesse em incluir as marcas entre seus amigos.
Para piorar, os jovens não apenas mostram pouco interesse em ser amigos das marcas nos sites sociais -- eles querem que as marcas sumam desses sites. Quase a metade dos usuários entre 12 e 17 anos acham que as marcas não deveriam ter presença alguma nesses sites. A pesquisa entrevistou 4.681 jovens americanos entre 12 e 17 anos.
Para ver a pesquisa completa (PDF em inglês) clique aqui.
Na faixa entre 18 e 24 anos, o percentual dobra -- são 12% os interessados em ser amigos de marcas. Mas a vasta maioria dos jovens não mostra interesse em incluir as marcas entre seus amigos.
Para piorar, os jovens não apenas mostram pouco interesse em ser amigos das marcas nos sites sociais -- eles querem que as marcas sumam desses sites. Quase a metade dos usuários entre 12 e 17 anos acham que as marcas não deveriam ter presença alguma nesses sites. A pesquisa entrevistou 4.681 jovens americanos entre 12 e 17 anos.
Para ver a pesquisa completa (PDF em inglês) clique aqui.
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OfertaDia atinge a marca de 750 mil usuários
Com presença consolidada em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o OfertaDia comemora o momento positivo vivenciado pelo setor de compras coletivas no país e concentra esforços para chegar ao volume de 2 milhões de usuários em 2011, número que corresponde a 300% de avanço. A expectativa é sustentada pelo crescimento intenso dos sites de descontos no Brasil, fenômeno da internet brasileira dos últimos anos. De acordo com números do mercado, a previsão é que o setor fature no país R$ 1,2 bilhão neste ano.
Para acompanhar a movimentação do segmento, o OfertaDia, que possui apenas seis meses de atuação, define aportes já para o primeiro semestre. Entre os investimentos previstos pela empresa está o montante de R$ 1 milhão a ser aplicado na implementação de novas tecnologias, além da intensificação do relacionamento com os públicos-alvo por meio de novas estratégias nas redes sociais, entre outras ferramentas em busca de novas parcerias.
“É preciso esclarecer que o site de compras coletivas não é um canal de vendas, mas sim um investimento em marketing e relacionamento entre empresas e clientes. Trata-se de um nicho que modificou a maneira do brasileiro se comportar em relação às compras pela internet no qual empresas de segmentos distintos estão apostando”, pontua Helder Santos, CEO do OfertaDia.
O OfertaDia registra hoje a média de 15 mil cupons ofertados por mês e a partir de março passará a atuar em Porto Alegre, Campinas, Santos e ABC Paulista.
Para acompanhar a movimentação do segmento, o OfertaDia, que possui apenas seis meses de atuação, define aportes já para o primeiro semestre. Entre os investimentos previstos pela empresa está o montante de R$ 1 milhão a ser aplicado na implementação de novas tecnologias, além da intensificação do relacionamento com os públicos-alvo por meio de novas estratégias nas redes sociais, entre outras ferramentas em busca de novas parcerias.
“É preciso esclarecer que o site de compras coletivas não é um canal de vendas, mas sim um investimento em marketing e relacionamento entre empresas e clientes. Trata-se de um nicho que modificou a maneira do brasileiro se comportar em relação às compras pela internet no qual empresas de segmentos distintos estão apostando”, pontua Helder Santos, CEO do OfertaDia.
O OfertaDia registra hoje a média de 15 mil cupons ofertados por mês e a partir de março passará a atuar em Porto Alegre, Campinas, Santos e ABC Paulista.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Painéis inteligentes reconhecem expressões faciais e gestos de clientes
Grandes redes de varejo e agências de publicidade dos EUA estão testando painéis publicitários capazes de reconhecer gestos e expressões faciais dos consumidores. As empresas buscam aperfeiçoar painéis capazes de identificar se a pessoa está prestando atenção e se a pessoa é homem ou mulher, para exibir mensagens personalizadas.
Segundo Jonathan Nelson, executivo-chefe da agência Omnicom Digital de Nova York, a tecnologia já é capaz de reconhecer expressões faciais com grande precisão. Se a pessoa levantar uma sobrancelha, o software identifica essa mudança no rosto. O executivo disse que as possibilidades de aplicações para essas tecnologias em publicidade indoor são praticamente infinitas.
As tecnologias de reconhecimento de gestos e expressões estão sendo desenvolvidas há muito tempo, inicialmente como parte de sistemas de segurança. Mais recentemente, os videogames passaram a usar sistemas assim, como o Wii da Nintendo e o Kinetic da Microsoft. Nos últimos anos, os preços dos componentes caíram drasticamente, e isso está levando os varejistas e agências de publicidade a realizar experimentos cada vez mais amplos. Os softwares mais recentes são capazes de identificar e interpretar expressões sutis, como uma testa franzida ou uma expressão de interesse. Algumas tecnologias são até capazes de identificar indivíduos e chamá-los pelo nome (como os cartazes digitais que aparecem no filme de ficção-científica "Minority Report - A Nova Lei").
A maior parte das pesquisas ainda não saiu dos laboratórios das agências, mas alguns desses painéis já estão sendo testados em ambientes reais, em lojas e shopping centers. A agência Barbarian Group pretende lançar no meio do ano um painel que é capaz de perceber quando as pessoas prestam atenção em suas imagens e textos. Uma versão mais sofisticada do sistema mostraria mais imagens e mensagens relacionadas com os itens que chamaram a atenção da pessoa.
Aplicações mais básicas dessas tecnologias já estão em teste em várias lojas, como espelhos digitais em provadores que escaneiam o corpo da pessoa e sugerem modelos de roupas.
Mas essas tecnologias também despertam preocupação das organizações de defesa da vida privada, por serem potencialmente invasivas. Esses aparelhos poderiam escanear o rosto de uma pessoa que entra na loja e criar um perfil em um banco de dados, com informações como o tipo de casa que a pessoa mora, o modelo de carro, perfis em redes sociais e outros dados relevantes.
O grande sucesso do Kinetic, acessório que reconhece gestos e movimentos criado pela Microsoft, está ajudando a familiarizar as pessoas com esse tipo de tecnologia. O acessório, que funciona com o console Xbox 360, já teve 8 milhões de unidades vendidas.
Algumas agências estão testando o Kinetic em outras aplicações. A agência Razorfish usou o acessório para criar o "Da Vinci Experience", onde as pessoas pegam e movem objetos virtuais em uma tela. A agência Big Spaceship de Nova York está testando o Kinetic como um scanner em 3 dimensões que é ligado a uma impressora 3D -- a pessoa poderia entrar em uma loja e criar uma produto personalizado, como um brinquedo ou joia. A agência R/GA fez uma parceria com a loja de moda infantil 77kids e testou um painel que funcionava como um "espelho mágico": reconhecia a imagem da criança e mostrava roupas sobre o modelo refletido.
Lojas de departamento querem testar sistemas que calculem as medidas de homens e mulheres, e façam sugestões de roupas disponíveis no estoque da loja. Se aprovada pelo cliente, a roupa poderia ser comprada diretamente através da tela, por comandos de voz e gestos.
Veja o vídeo do "Da Vinci Experience":
DaVinci prototype on Xbox Kinect from Razorfish - Emerging Experiences on Vimeo.
Segundo Jonathan Nelson, executivo-chefe da agência Omnicom Digital de Nova York, a tecnologia já é capaz de reconhecer expressões faciais com grande precisão. Se a pessoa levantar uma sobrancelha, o software identifica essa mudança no rosto. O executivo disse que as possibilidades de aplicações para essas tecnologias em publicidade indoor são praticamente infinitas.
As tecnologias de reconhecimento de gestos e expressões estão sendo desenvolvidas há muito tempo, inicialmente como parte de sistemas de segurança. Mais recentemente, os videogames passaram a usar sistemas assim, como o Wii da Nintendo e o Kinetic da Microsoft. Nos últimos anos, os preços dos componentes caíram drasticamente, e isso está levando os varejistas e agências de publicidade a realizar experimentos cada vez mais amplos. Os softwares mais recentes são capazes de identificar e interpretar expressões sutis, como uma testa franzida ou uma expressão de interesse. Algumas tecnologias são até capazes de identificar indivíduos e chamá-los pelo nome (como os cartazes digitais que aparecem no filme de ficção-científica "Minority Report - A Nova Lei").
A maior parte das pesquisas ainda não saiu dos laboratórios das agências, mas alguns desses painéis já estão sendo testados em ambientes reais, em lojas e shopping centers. A agência Barbarian Group pretende lançar no meio do ano um painel que é capaz de perceber quando as pessoas prestam atenção em suas imagens e textos. Uma versão mais sofisticada do sistema mostraria mais imagens e mensagens relacionadas com os itens que chamaram a atenção da pessoa.
Aplicações mais básicas dessas tecnologias já estão em teste em várias lojas, como espelhos digitais em provadores que escaneiam o corpo da pessoa e sugerem modelos de roupas.
Mas essas tecnologias também despertam preocupação das organizações de defesa da vida privada, por serem potencialmente invasivas. Esses aparelhos poderiam escanear o rosto de uma pessoa que entra na loja e criar um perfil em um banco de dados, com informações como o tipo de casa que a pessoa mora, o modelo de carro, perfis em redes sociais e outros dados relevantes.
O grande sucesso do Kinetic, acessório que reconhece gestos e movimentos criado pela Microsoft, está ajudando a familiarizar as pessoas com esse tipo de tecnologia. O acessório, que funciona com o console Xbox 360, já teve 8 milhões de unidades vendidas.
Algumas agências estão testando o Kinetic em outras aplicações. A agência Razorfish usou o acessório para criar o "Da Vinci Experience", onde as pessoas pegam e movem objetos virtuais em uma tela. A agência Big Spaceship de Nova York está testando o Kinetic como um scanner em 3 dimensões que é ligado a uma impressora 3D -- a pessoa poderia entrar em uma loja e criar uma produto personalizado, como um brinquedo ou joia. A agência R/GA fez uma parceria com a loja de moda infantil 77kids e testou um painel que funcionava como um "espelho mágico": reconhecia a imagem da criança e mostrava roupas sobre o modelo refletido.
Lojas de departamento querem testar sistemas que calculem as medidas de homens e mulheres, e façam sugestões de roupas disponíveis no estoque da loja. Se aprovada pelo cliente, a roupa poderia ser comprada diretamente através da tela, por comandos de voz e gestos.
Veja o vídeo do "Da Vinci Experience":
DaVinci prototype on Xbox Kinect from Razorfish - Emerging Experiences on Vimeo.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Revista "E-commerce Brasil" chega ao mercado
Como mais uma iniciativa de contribuir com a evolução do varejo virtual no Brasil, o Projeto E-commerce Brasil, lançado recentemente com a proposta de trazer ferramentas que auxiliam no desenvolvimento do setor (revista, TV online, eventos e portal de notícias), anuncia a chegada da Revista E-commerce Brasil.
Publicada pela editora Zupi em formato impresso, a revista é a primeira publicação impressa especializada em e-commerce no Brasil. A revista é composta por 17 seções e tem como foco produzir conteúdo rico para profissionais que já atuam no mercado.
A publicação se inicia com quatro mil exemplares, é gratuita, bimestral e distribuída aos players de e-commerce no Brasil. O conteúdo traz entrevistas com especialistas do setor (a primeira edição acompanha um ping pong com Jinesh Varia, da Amazon.com), matérias relacionadas ao segmento de e-commerce, cases, seções de análise, logística, mercado, inovação e crônica.
Para saber mais sobre o projeto e a agenda de eventos, acesse: www.ecommercebrasil.com.br
Publicada pela editora Zupi em formato impresso, a revista é a primeira publicação impressa especializada em e-commerce no Brasil. A revista é composta por 17 seções e tem como foco produzir conteúdo rico para profissionais que já atuam no mercado.
A publicação se inicia com quatro mil exemplares, é gratuita, bimestral e distribuída aos players de e-commerce no Brasil. O conteúdo traz entrevistas com especialistas do setor (a primeira edição acompanha um ping pong com Jinesh Varia, da Amazon.com), matérias relacionadas ao segmento de e-commerce, cases, seções de análise, logística, mercado, inovação e crônica.
Para saber mais sobre o projeto e a agenda de eventos, acesse: www.ecommercebrasil.com.br
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Grupo Pão de Açúcar teve lucro recorde em 2010
Segundo nota do Meio & Mensagem, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) encerrou 2010 com um lucro líquido de 722,4 milhões. Divulgado nesta quinta-feira 24, o resultado inclui integralmente os resultados operacionais da Globex e Novas Casas Bahia (esta a partir de novembro de 2010). É o maior lucro líquido da história da empresa. Sem a Globex, o montante sobe para R$ 819,2 milhões – um crescimento de 25,2% sobre o ganho acumulado em 2009.
Já as vendas brutas do GPA alcançaram a marca de R$ 36,14 bilhões em 2010. O incremento foi de 37,9% em comparação com 2009. Sem levar a conta os números de Novas Casas Bahia, o aumento fica em 26,5%, e o total de vendas, em R$ 33,17 bilhões.
Já as vendas brutas do GPA alcançaram a marca de R$ 36,14 bilhões em 2010. O incremento foi de 37,9% em comparação com 2009. Sem levar a conta os números de Novas Casas Bahia, o aumento fica em 26,5%, e o total de vendas, em R$ 33,17 bilhões.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Publicidade móvel é grande aposta do varejo
A expansão de smartphones e tablets com telas maiores é um estímulo para a publicidade móvel, mas esse setor ainda enfrenta muitos problemas que impedem seu crescimento acelerado.
De acordo com uma reportagem do Wall Street Journal, grandes empresas de varejo, publicidade e internet fizeram investimentos estratégicos em publicidade móvel nos últimos anos. Entre os maiores negócios nessa área está a compra da empresa especializada AdMob pelo Google por US$ 750 milhões em 2009, e a aquisição da Quattro Wireless pela Apple em 2010. Google e Apple são os maiores rivais nessa arena -- o Google critica a Apple por impor regras aos desenvolvedores de anúncios que bloqueiam o Google e outros rivais de venderem anúncios nos aplicativos para iPhone e iPad.
O conceito de anúncios baseados na localização do usuário (através de sensores de GPS) está se tornando um grande atrativo da publicidade móvel. Outra tendência de sucesso são os aplicativos criados por varejistas, que apresentam anúncios atraentes (com áudio e vídeo), em momentos estratégicos para o consumidor.
Martin Sorrell, executivo-chefe da maior holding publicitária do mundo, a WPP PLC, disse recentemente que os aplicativos móveis são o "cálice sagrado" da indústria publicitária. Mas Sorrell ressalta que apesar do rápido crescimento das tecnologias e do grande interesse do público, ainda há um longo caminho pela frente. Sorrell diz que o setor ainda está muito fragmentado, e que faltam padrões e normas que possam unificar as iniciativas.
O executivo está certo: existem guerras declaradas entre fabricantes de aparelhos e entre diferentes sistemas operacionais. O sistema Android do Google está em rápido crescimento, mas ainda não é um modelo dominante. Por outro lado, a plataforma iOS da Apple, que é usada no iPhone e iPad, é um sistema hermeticamente fechado, sobre o qual a empresa exerce controle absoluto. Correndo por fora, a Nokia (a maior fabricante de celulares do mundo), acaba de anunciar a adoção do Windows Phone 7 da Microsoft como seu padrão.
Apesar dos aplicativos para comércio e publicidade surgirem de todos os cantos do mundo, o volume disponível de espaços publicitários em aparelhos móveis ainda é muito baixo, segundo avaliação da firma de pesquisas Gartner.
Stephanie Baghdassarian, analista da Gartner, mostra otimismo em relação ao futuro do setor. Segundo ela, no último encontro da indústria em Barcelona, foi possível perceber a intenção das diversas empresas de tecnologia, conteúdo, varejo e publicidade em produzir normas padronizadas para essa atividade, incluindo regulamentação e proteção aos dados pessoais dos usuários.
Stephanie disse que a publicidade móvel tem um enorme potencial para dominar o mercado. O destaque serão sistemas de "opt-in" (quando o consumidor é convidado a participar de um programa de afiliação) e serviços baseados na localização geográfica. A analista aponta o exemplo da empresa americana Foursquare, que permite que os usuários interajam com amigos e conhecidos que estão próximos.
A evolução dos aparelhos também deve contribuir para o crescimento desse setor. O recente seminário da área realizado em Barcelona mostra que os fabricantes estão brigando para oferecer aparelhos mais eficientes, com telas maiores e processadores mais velozes. Um ponto essencial é o acesso mais confortável às redes sociais, o ambiente preferido por esta nova geração de consumidores.
De acordo com uma reportagem do Wall Street Journal, grandes empresas de varejo, publicidade e internet fizeram investimentos estratégicos em publicidade móvel nos últimos anos. Entre os maiores negócios nessa área está a compra da empresa especializada AdMob pelo Google por US$ 750 milhões em 2009, e a aquisição da Quattro Wireless pela Apple em 2010. Google e Apple são os maiores rivais nessa arena -- o Google critica a Apple por impor regras aos desenvolvedores de anúncios que bloqueiam o Google e outros rivais de venderem anúncios nos aplicativos para iPhone e iPad.
O conceito de anúncios baseados na localização do usuário (através de sensores de GPS) está se tornando um grande atrativo da publicidade móvel. Outra tendência de sucesso são os aplicativos criados por varejistas, que apresentam anúncios atraentes (com áudio e vídeo), em momentos estratégicos para o consumidor.
Martin Sorrell, executivo-chefe da maior holding publicitária do mundo, a WPP PLC, disse recentemente que os aplicativos móveis são o "cálice sagrado" da indústria publicitária. Mas Sorrell ressalta que apesar do rápido crescimento das tecnologias e do grande interesse do público, ainda há um longo caminho pela frente. Sorrell diz que o setor ainda está muito fragmentado, e que faltam padrões e normas que possam unificar as iniciativas.
O executivo está certo: existem guerras declaradas entre fabricantes de aparelhos e entre diferentes sistemas operacionais. O sistema Android do Google está em rápido crescimento, mas ainda não é um modelo dominante. Por outro lado, a plataforma iOS da Apple, que é usada no iPhone e iPad, é um sistema hermeticamente fechado, sobre o qual a empresa exerce controle absoluto. Correndo por fora, a Nokia (a maior fabricante de celulares do mundo), acaba de anunciar a adoção do Windows Phone 7 da Microsoft como seu padrão.
Apesar dos aplicativos para comércio e publicidade surgirem de todos os cantos do mundo, o volume disponível de espaços publicitários em aparelhos móveis ainda é muito baixo, segundo avaliação da firma de pesquisas Gartner.
Stephanie Baghdassarian, analista da Gartner, mostra otimismo em relação ao futuro do setor. Segundo ela, no último encontro da indústria em Barcelona, foi possível perceber a intenção das diversas empresas de tecnologia, conteúdo, varejo e publicidade em produzir normas padronizadas para essa atividade, incluindo regulamentação e proteção aos dados pessoais dos usuários.
Stephanie disse que a publicidade móvel tem um enorme potencial para dominar o mercado. O destaque serão sistemas de "opt-in" (quando o consumidor é convidado a participar de um programa de afiliação) e serviços baseados na localização geográfica. A analista aponta o exemplo da empresa americana Foursquare, que permite que os usuários interajam com amigos e conhecidos que estão próximos.
A evolução dos aparelhos também deve contribuir para o crescimento desse setor. O recente seminário da área realizado em Barcelona mostra que os fabricantes estão brigando para oferecer aparelhos mais eficientes, com telas maiores e processadores mais velozes. Um ponto essencial é o acesso mais confortável às redes sociais, o ambiente preferido por esta nova geração de consumidores.
Como o iPad está reformulando o e-commerce
Segundo nota de Patti Ziegler (Advertising Age), reproduzida no ProXXIma, está crescendo o grupo de proprietários de iPad, e cada vez mais são pessoas do sexo feminino – o que é um poderoso motor de vendas do varejo online. Posso atestar pessoalmente que o iPad tornou-se um dispositivo de muito uso para as mães, que parecem especialmente gostar de fazer compras (e jogar Scrabble), enquanto seus filhos ficam na piscina.
Em contraponto aos estereótipos comuns da tecnologia, as mulheres parecem ganhar dos homens quando se fala dos primeiros que adotaram o iPad. Esta descoberta é particularmente significativa quando se considera que o controle da mulher está entre 70% e 85% em relação às despesas familiares nos EUA, de acordo com estudos publicados.
Em menos de um ano, o iPad tem emergido como uma plataforma poderosa para o varejo online, criando uma nova classe de comércio móvel. Muitos varejistas relatam que mais de 50% do seu tráfego móvel chega a partir do tablet, de acordo com a Forrester, que inventou um novo nome para a tendência: t-commerce. No entanto, ao invés de criar novas vendas incrementais, o t-commerce crescerá em grande parte através da captura e da canibalização de tráfego baseado em PC de varejo tradicional.
Veja o restante da reportagem aqui.
Em contraponto aos estereótipos comuns da tecnologia, as mulheres parecem ganhar dos homens quando se fala dos primeiros que adotaram o iPad. Esta descoberta é particularmente significativa quando se considera que o controle da mulher está entre 70% e 85% em relação às despesas familiares nos EUA, de acordo com estudos publicados.
Em menos de um ano, o iPad tem emergido como uma plataforma poderosa para o varejo online, criando uma nova classe de comércio móvel. Muitos varejistas relatam que mais de 50% do seu tráfego móvel chega a partir do tablet, de acordo com a Forrester, que inventou um novo nome para a tendência: t-commerce. No entanto, ao invés de criar novas vendas incrementais, o t-commerce crescerá em grande parte através da captura e da canibalização de tráfego baseado em PC de varejo tradicional.
Veja o restante da reportagem aqui.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
E-Commerce Brasil desmembra e simplifica logística no e-commerce em evento
A logística no e-commerce, apesar de trabalhosa, é mais simples do que parece. Assim saíram pensando os participantes da Conferência Técnica E-Commerce Brasil Logística, que aconteceu nessa terça-feira (15.02), no hotel Blue Tree Towers, em São Paulo. O evento foi o primeiro de uma série de quatro eventos com caráter técnico, promovidos pelo Projeto E-Commerce Brasil, que tem como objetivo desmembrar e aprofundar pontos estratégicos da cadeia de comércio eletrônico.
O encontro reuniu cerca de 250 lojistas online já atuantes em todo o Brasil, fornecedores de e-commerce e profissionais especializados na área. Os especialistas debateram temas importantíssimos, como BackOffice, estoque, nota fiscal eletrônica, segurança na operação, logística reversa e a polêmica lei da entrega na hora marcada.
“Todo bom e-commerce deve possuir uma boa base, um eficiente BackOffice”, de acordo com Fabiano Silva, sócio-diretor da KPL Soluções. “Deve haver uma integração muito grande entre BackOffice e estoque. Muitas lojas às vezes perdem cliente e vendas por conta dessa falta de sintonia e organização. Quando a loja online recebe um pedido, mesmo que ele ainda não tenha sido certificado no pagamento, este produto tem que ser separado no estoque. Tudo deve estar inteiramente alinhado”, explica Silva.
Para saber mais sobre o projeto e a agenda de eventos, acesse: www.ecommercebrasil.com.br
O encontro reuniu cerca de 250 lojistas online já atuantes em todo o Brasil, fornecedores de e-commerce e profissionais especializados na área. Os especialistas debateram temas importantíssimos, como BackOffice, estoque, nota fiscal eletrônica, segurança na operação, logística reversa e a polêmica lei da entrega na hora marcada.
“Todo bom e-commerce deve possuir uma boa base, um eficiente BackOffice”, de acordo com Fabiano Silva, sócio-diretor da KPL Soluções. “Deve haver uma integração muito grande entre BackOffice e estoque. Muitas lojas às vezes perdem cliente e vendas por conta dessa falta de sintonia e organização. Quando a loja online recebe um pedido, mesmo que ele ainda não tenha sido certificado no pagamento, este produto tem que ser separado no estoque. Tudo deve estar inteiramente alinhado”, explica Silva.
Para saber mais sobre o projeto e a agenda de eventos, acesse: www.ecommercebrasil.com.br
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Groupon tem crescimento irregular no Japão
Reporta Hiroko Tabuchi, no New York Times, que o site de compras coletivas Groupon chegou ao Japão pronto para se tornar um caso de sucesso, e uma mania em um país hiperconectado. De fato, o site rapidamente conseguiu milhões de usuários no Japão. Recentemente, uma oferta de descontos em um pequeno salão de beleza gerou clientes suficientes para lotar a agenda até maio.
Mas o site enfrenta o outro lado do sucesso. Um restaurante próximo de Tóquio fez uma oferta nacional de um banquete de ano-novos através do Groupon, e o caso virou manchete dos jornais: muitos clientes furiosos postaram fotos de produtos de qualidade inferior na refeição, diferente do que havia sido anunciado no site.
O caso levou o fundador do Groupon, Andrew Mason, a postar um vídeo no site japonês da empresa, pedindo desculpas pelo incidente.
A experiência do Groupon no Japão também destaca outro obstáculo para o seu rápido crescimento mundial. O sucesso da empresa nos EUA fez surgir um grande número de cópias, justamente nos mercados estrangeiros cobiçados pelo Groupon. Com a pressa para estabelecer sua marca nesses mercado, o controle de qualidade das ofertas fica ameaçado. Com a explosão de sites concorrentes, o Groupon deixou de prestar atenção em detalhes -- numa cultura onde detalhes são muito importantes.
Por outro lado, o Groupon tem uma receita de sucesso nas mãos: é uma empresa global que se especializou em agir em cidades menores. Takuya Watanabe, chefe operacional do Groupon Japan, ressalta que o site faz sucesso em pequenas comunidades, longe das metrópoles e capitais.
E, é claro, oferecer descontos de até 90% em produtos e serviços é algo muito atraente. É um modelo particularmente interessante para os japoneses. Os consumidores japoneses são relativamente ricos, mas a economia do país vive um longo período de estagnação e isso leva a uma economia maior nos gastos.
Os japoneses também estão acostumados a usar cupons, que se tornaram populares através da Recruit, um grande grupo de mídia e publicidade que publicam revistas cheias de cupons para restaurantes, salões de belezas e outros serviços.
Mas o site enfrenta o outro lado do sucesso. Um restaurante próximo de Tóquio fez uma oferta nacional de um banquete de ano-novos através do Groupon, e o caso virou manchete dos jornais: muitos clientes furiosos postaram fotos de produtos de qualidade inferior na refeição, diferente do que havia sido anunciado no site.
O caso levou o fundador do Groupon, Andrew Mason, a postar um vídeo no site japonês da empresa, pedindo desculpas pelo incidente.
A experiência do Groupon no Japão também destaca outro obstáculo para o seu rápido crescimento mundial. O sucesso da empresa nos EUA fez surgir um grande número de cópias, justamente nos mercados estrangeiros cobiçados pelo Groupon. Com a pressa para estabelecer sua marca nesses mercado, o controle de qualidade das ofertas fica ameaçado. Com a explosão de sites concorrentes, o Groupon deixou de prestar atenção em detalhes -- numa cultura onde detalhes são muito importantes.
Por outro lado, o Groupon tem uma receita de sucesso nas mãos: é uma empresa global que se especializou em agir em cidades menores. Takuya Watanabe, chefe operacional do Groupon Japan, ressalta que o site faz sucesso em pequenas comunidades, longe das metrópoles e capitais.
E, é claro, oferecer descontos de até 90% em produtos e serviços é algo muito atraente. É um modelo particularmente interessante para os japoneses. Os consumidores japoneses são relativamente ricos, mas a economia do país vive um longo período de estagnação e isso leva a uma economia maior nos gastos.
Os japoneses também estão acostumados a usar cupons, que se tornaram populares através da Recruit, um grande grupo de mídia e publicidade que publicam revistas cheias de cupons para restaurantes, salões de belezas e outros serviços.
Barnes & Noble quer atrair parceiros da Amazon.com
Informam Jeffrey A. Trachtenberg e Stu Woo, no Wall Street Journal, que a rede de livrarias Barnes & Noble quer tirar uma vantagem da guerra fiscal que a Amazon.com enfrenta em vários estados. a B&N quer que os parceiros da Amazon nesses estados passem a fazer negócios com ela. A empresa publicou uma carta em seu site com o título "Se a Amazon não quer você, nós queremos!".
A maior rede de livrarias dos EUA disse que vai recolher e pagar os impostos das mercadorias vendidas através do site BN.com, assim os vendedores e clientes não precisarão se preocupar com auditorias e processos por evasão fiscal nos estados.
A Amazon está em disputa com vários estados no país, que tentar forçar as lojas online a pagarem impostos por transações realizadas em seus territórios. Alguns estados aprovaram leis que exigem que os sites recolham impostos se tiverem afiliados de vendas no estado. A Amazon reagiu a essas medidas encerrando programas de afiliação no Havaí, Carolina do Norte e Rhode Island. A Amazon alega que não possui uma presença física nesses estados, e descreve seus afiliados como meros "anunciantes".
A Barnes & Noble, em contraste, tem uma rede nacional de livrarias e diz que recolhe impostos em todas as vendas através do BN.com.
A maior rede de livrarias dos EUA disse que vai recolher e pagar os impostos das mercadorias vendidas através do site BN.com, assim os vendedores e clientes não precisarão se preocupar com auditorias e processos por evasão fiscal nos estados.
A Amazon está em disputa com vários estados no país, que tentar forçar as lojas online a pagarem impostos por transações realizadas em seus territórios. Alguns estados aprovaram leis que exigem que os sites recolham impostos se tiverem afiliados de vendas no estado. A Amazon reagiu a essas medidas encerrando programas de afiliação no Havaí, Carolina do Norte e Rhode Island. A Amazon alega que não possui uma presença física nesses estados, e descreve seus afiliados como meros "anunciantes".
A Barnes & Noble, em contraste, tem uma rede nacional de livrarias e diz que recolhe impostos em todas as vendas através do BN.com.
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Celulares crescem no acesso aos sites de varejo
Dois estudos recentes nos EUA, o RIS/IHL Store Systems Study de 2011 e a pesquisa da ForeSee Results, indicam que o uso de celulares está ganhando velocidade nos hábitos de compras dos consumidores.
O estudo "Report on Mobile Shopping" da ForeSee mostra que 33% dos entrevistados já acessaram o site de um varejista através do celular, em comparação com 24% em 2009. Outros 26% disseram que pretendem usar aparelhos móveis para visitar sites de varejo e usar aplicativos específicos para compras no futuro próximo. Em outras palavras, mais da metade dos consumidores consultados já usam ou pretendem usar o celular como ferramenta nas compras. O estudo da ForeSee confirma as conclusões da pesquisa Store Systems, que também mostra que mais da metade dos varejistas está investindo em aplicativos móveis e promoções em redes sociais.
Entre as principais conclusões desses estudos estão:
* 33% dos entrevistados já usaram seus celulares para acessar o site de uma loja, e outros 26% planejam baixar aplicativos específicos de varejo e fazer compras pelo celular no futuro.
* 11% dos compradores online disseram que fizeram compras através de seus aparelhos móveis na temporada de final de ano, em comparação com apenas 2% no final de 2009.
* 56% dos consumidores usaram os celulares para comparar informações sobre preços, enquanto 46% deles usaram os aparelhos móveis para comparar produtos diferentes e consultar detalhes técnicos.
* 69% dos usuários móveis usaram seus celulares para visitar o site do varejista enquanto visitavam uma loja dessa rede, e 46% usaram o celular para acessar o site de um concorrente enquanto faziam compras.
* Os compradores ainda acham os sites tradicionais em PCs mais satisfatórios que os sites criados especialmente para celulares.
* Os consumidores que se dizem "muito satisfeitos" com a experiência de compras no celular são 30% mais inclinados a comprar direto pelo celular, e 30% a comprar na própria loja física.
A pesquisa da ForeSee Results entrevistou 10.000 visitantes dos maiores sites de e-commerce dos EUA, e uso a metodologia do American Customer Satisfaction Index (ACSI) para indicar a satisfação dos clientes com os sites e aplicativos móveis e avaliar o impacto sobre as intenções de compras no futuro, a fidelidade dos clientes e as recomendações em todos os canais de vendas.
A pesquisa destacou que os principais interesses dos consumidores móveis são a identificação dos melhores varejistas em cada categoria de produtos, comparações de preços, comparações de produtos, detalhes técnicos sobre produtos e resenhas críticas de outros consumidores sobre os itens procurados.
Um detalhe muito relevante dessas pesquisas é que mais de dois terços dos usuários que entram em uma loja física acessam o site desta loja -- para ver ofertas, checar promoções e localizar informações. E quase a metade desses consumidores também acessam o site móvel do varejista concorrente, durante as compras. As duas pesquisas confirmam que o número de consumidores que checam promoções de concorrentes no celular enquanto fazem compras numa determinada loja quase dobrou em comparação com o ano anterior.
Os estudos apontam para a urgência estratégica de criar sites específicos para celulares e aplicativos muito atraentes. Com a explosão no uso de smartphones e outros aparelhos móveis avançados, os consumidores terão armas cada vez melhores para fazer suas compras de modo mais eficiente e econômico. Isso deve deflagrar uma revolução tecnológica no varejo nos próximos anos.
O estudo "Report on Mobile Shopping" da ForeSee mostra que 33% dos entrevistados já acessaram o site de um varejista através do celular, em comparação com 24% em 2009. Outros 26% disseram que pretendem usar aparelhos móveis para visitar sites de varejo e usar aplicativos específicos para compras no futuro próximo. Em outras palavras, mais da metade dos consumidores consultados já usam ou pretendem usar o celular como ferramenta nas compras. O estudo da ForeSee confirma as conclusões da pesquisa Store Systems, que também mostra que mais da metade dos varejistas está investindo em aplicativos móveis e promoções em redes sociais.
Entre as principais conclusões desses estudos estão:
* 33% dos entrevistados já usaram seus celulares para acessar o site de uma loja, e outros 26% planejam baixar aplicativos específicos de varejo e fazer compras pelo celular no futuro.
* 11% dos compradores online disseram que fizeram compras através de seus aparelhos móveis na temporada de final de ano, em comparação com apenas 2% no final de 2009.
* 56% dos consumidores usaram os celulares para comparar informações sobre preços, enquanto 46% deles usaram os aparelhos móveis para comparar produtos diferentes e consultar detalhes técnicos.
* 69% dos usuários móveis usaram seus celulares para visitar o site do varejista enquanto visitavam uma loja dessa rede, e 46% usaram o celular para acessar o site de um concorrente enquanto faziam compras.
* Os compradores ainda acham os sites tradicionais em PCs mais satisfatórios que os sites criados especialmente para celulares.
* Os consumidores que se dizem "muito satisfeitos" com a experiência de compras no celular são 30% mais inclinados a comprar direto pelo celular, e 30% a comprar na própria loja física.
A pesquisa da ForeSee Results entrevistou 10.000 visitantes dos maiores sites de e-commerce dos EUA, e uso a metodologia do American Customer Satisfaction Index (ACSI) para indicar a satisfação dos clientes com os sites e aplicativos móveis e avaliar o impacto sobre as intenções de compras no futuro, a fidelidade dos clientes e as recomendações em todos os canais de vendas.
A pesquisa destacou que os principais interesses dos consumidores móveis são a identificação dos melhores varejistas em cada categoria de produtos, comparações de preços, comparações de produtos, detalhes técnicos sobre produtos e resenhas críticas de outros consumidores sobre os itens procurados.
Um detalhe muito relevante dessas pesquisas é que mais de dois terços dos usuários que entram em uma loja física acessam o site desta loja -- para ver ofertas, checar promoções e localizar informações. E quase a metade desses consumidores também acessam o site móvel do varejista concorrente, durante as compras. As duas pesquisas confirmam que o número de consumidores que checam promoções de concorrentes no celular enquanto fazem compras numa determinada loja quase dobrou em comparação com o ano anterior.
Os estudos apontam para a urgência estratégica de criar sites específicos para celulares e aplicativos muito atraentes. Com a explosão no uso de smartphones e outros aparelhos móveis avançados, os consumidores terão armas cada vez melhores para fazer suas compras de modo mais eficiente e econômico. Isso deve deflagrar uma revolução tecnológica no varejo nos próximos anos.
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Moeda virtual Dotz faz sucesso no mundo real
Reporta Carlos Eduardo Valim, na IstoÉ Dinheiro, que a moeda virtual Dotz foi criada há 11 anos, para ser usada em sites de comércio eletrônico. Hoje, o sistema de pontos da Dotz está sendo usado por consumidores em estabelecimentos físicos.
Quando os moradores de Belo Horizonte abastecem em um posto de combustível Ale, eles podem acumular Dotz. Se pagarem com o cartão de crédito do Banco do Brasil, mais dinheiro virtual irá para a conta do consumidor.
Em pouco mais de um ano, cerca de 500 mil habitantes da capital mineira – 35% da população – aderiram ao programa de fidelidade, que tem também como parceiros a casa de shows Chevrolet Hall e alguns dos mais tradicionais bares da cidade.
Esse projeto é o primeiro passo da Dotz no mundo real. O objetivo, agora, é levar esse programa-piloto para todo o Brasil. Começando por Porto Alegre e Brasília, ela investirá R$ 150 milhões nos próximos 18 meses. “Todos os brasileiros que consomem terão Dotz”, afirma Roberto Chade, CEO da companhia.
Para atingir esse objetivo ambicioso, o executivo conta com a experiência da canadense Loyalty One. Dona de uma participação de 31% na companhia brasileira desde 2009, a Loyalty One acaba de comprar mais 6% da Dotz, por R$ 26 milhões.
(leia restante da reportagem aqui)
Quando os moradores de Belo Horizonte abastecem em um posto de combustível Ale, eles podem acumular Dotz. Se pagarem com o cartão de crédito do Banco do Brasil, mais dinheiro virtual irá para a conta do consumidor.
Em pouco mais de um ano, cerca de 500 mil habitantes da capital mineira – 35% da população – aderiram ao programa de fidelidade, que tem também como parceiros a casa de shows Chevrolet Hall e alguns dos mais tradicionais bares da cidade.
Esse projeto é o primeiro passo da Dotz no mundo real. O objetivo, agora, é levar esse programa-piloto para todo o Brasil. Começando por Porto Alegre e Brasília, ela investirá R$ 150 milhões nos próximos 18 meses. “Todos os brasileiros que consomem terão Dotz”, afirma Roberto Chade, CEO da companhia.
Para atingir esse objetivo ambicioso, o executivo conta com a experiência da canadense Loyalty One. Dona de uma participação de 31% na companhia brasileira desde 2009, a Loyalty One acaba de comprar mais 6% da Dotz, por R$ 26 milhões.
(leia restante da reportagem aqui)
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São Paulo recebe conferência sobre logística para e-commerce
Com o objetivo de abordar e enfrentar os principais desafios da logística para o comércio eletrônico do país, o Projeto E-Commerce Brasil, oferecido pelo iMasters, Abril e Google, anuncia a conferência E-Commerce Brasil Logística, para o próximo dia 15 de fevereiro (terça-feira), no Hotel Blue Tree Towers Faria Lima, em São Paulo.
Com palestras técnicas, apresentação de cases e painéis de debate, o evento traz discussões e reflexões sobre alguns dos principais temas envolvendo a área de logística do comércio eletrônico, como estoque, segurança na operação, fluxo de Nota Fiscal Eletrônica, BackOffice, entrega pontual, entre outros.
Para tratar desses assuntos, a conferência técnica contará com a participação de especialistas no setor de grandes empresas, como: Correios, KPL, WalMart Brasil, Privalia, Wine.com, Completa Logística, DotStore, Moip, entre outras.
O encontro é voltado para lojistas online já atuantes em todo o Brasil, fornecedores de e-commerce e profissionais especializados na área. O evento espera receber cerca de 250 congressistas. As vagas são limitadas e também está previsto para o evento o lançamento da revista impressa E-Commerce Brasil.
A Conferência E-Commerce Brasil Logística é um oferecimento do Grupo iMasters, Grupo Abril e Google, e conta com o patrocínio das empresas: Completa Logística, DotStore, KPL Soluções, Moip e Megalos Ideias.
O projeto E-Commerce Brasil é mantido pelas empresas Grupo iMasters, Mercado Livre, BuscaPé, Grupo DGB, Site Blindado, Google, Grupo Abril, VIRID Interatividade Digital, I-Pagare, Accurate, ClearSale, Completa Logística, Compra3, Dinamize, Dotstore, Internet Innovation, KPL Soluções, Locaweb, MoIP, Megalos Ideas, PagSeguro e WB4B/C’ Negócios Online.
Serviço:
Data: 15 de fevereiro de 2011 (terça-feira)
Horário: 09hs às 18h00
Local: Hotel Blue Tree Towers Faria Lima - Av. Brigadeiro Faria Lima, 3989 - Vila Olímpia - São Paulo/SP.
Inscrições: No site
Com palestras técnicas, apresentação de cases e painéis de debate, o evento traz discussões e reflexões sobre alguns dos principais temas envolvendo a área de logística do comércio eletrônico, como estoque, segurança na operação, fluxo de Nota Fiscal Eletrônica, BackOffice, entrega pontual, entre outros.
Para tratar desses assuntos, a conferência técnica contará com a participação de especialistas no setor de grandes empresas, como: Correios, KPL, WalMart Brasil, Privalia, Wine.com, Completa Logística, DotStore, Moip, entre outras.
O encontro é voltado para lojistas online já atuantes em todo o Brasil, fornecedores de e-commerce e profissionais especializados na área. O evento espera receber cerca de 250 congressistas. As vagas são limitadas e também está previsto para o evento o lançamento da revista impressa E-Commerce Brasil.
A Conferência E-Commerce Brasil Logística é um oferecimento do Grupo iMasters, Grupo Abril e Google, e conta com o patrocínio das empresas: Completa Logística, DotStore, KPL Soluções, Moip e Megalos Ideias.
O projeto E-Commerce Brasil é mantido pelas empresas Grupo iMasters, Mercado Livre, BuscaPé, Grupo DGB, Site Blindado, Google, Grupo Abril, VIRID Interatividade Digital, I-Pagare, Accurate, ClearSale, Completa Logística, Compra3, Dinamize, Dotstore, Internet Innovation, KPL Soluções, Locaweb, MoIP, Megalos Ideas, PagSeguro e WB4B/C’ Negócios Online.
Serviço:
Data: 15 de fevereiro de 2011 (terça-feira)
Horário: 09hs às 18h00
Local: Hotel Blue Tree Towers Faria Lima - Av. Brigadeiro Faria Lima, 3989 - Vila Olímpia - São Paulo/SP.
Inscrições: No site
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Projeto de alimentos saudáveis do Walmart pode mudar comportamento dos consumidores
Segundo nota do Retail Information Systems, a rede Walmart anunciou recentemente uma inciativa que poderá ter um grande impacto na cadeia de produção de alimentos dos EUA, e nos hábitos alimentares dos norte-americanos. O Walmart quer garantir que os alimentos vendidos nas lojas sejam mais saudáveis, e que produtos benéficos para a saúde como frutas e vegetais frescos sejam mais acessíveis.
O Walmart quer reformular milhares de alimentos industrializados até 2015, reduzindo o teor de sódio em 25% e o os açúcares em 10%, e banindo totalmente o uso de gorduras trans ainda usadas pelas indústrias. A rede de varejo quer trabalhar com os fornecedores para melhorar a qualidade nutritiva de marcas nacionais, e também sua linha própria Great Value.
O Walmart também quer tornar os alimentos saudáveis mais baratos para o consumidor. A empresa estima que pode conseguir uma economia de US$ 1 bilhão por ano para os consumidores nos preços de frutas e verduras, através de um sistema de fornecedores locais, e iniciativas de transporte e logística.
O tamanho gigantesco da rede significa que à medida em que os fornecedores reformulam seus produtos para atender os requerimentos do Walmart, isso vai afetar outros varejistas e seus consumidores.
Segundo o CEO Bill Simon, as famílias não deveriam ter de escolher entre alimentos saudáveis e alimentos que podem pagar. Simon diz que a rede está na melhor posição do mercado para melhorar a oferta de alimentos saudáveis para todos. O executivo disse ainda que a empresa vai trabalhar com fornecedores, governos e organizações não-governamentais para oferecer opções de alimentos mais saudáveis para os norte-americanos. O programa do Walmart é inspirado pela campanha "Let's Move", lançada pela primeira-dama Michelle Obama.
O Walmart pretende ainda aplicar critérios mais claros nas embalagens, para indicar aos consumidores quando os produtos são feitos com produtos integrais e quando não adição de açúcar.
O Walmart quer reformular milhares de alimentos industrializados até 2015, reduzindo o teor de sódio em 25% e o os açúcares em 10%, e banindo totalmente o uso de gorduras trans ainda usadas pelas indústrias. A rede de varejo quer trabalhar com os fornecedores para melhorar a qualidade nutritiva de marcas nacionais, e também sua linha própria Great Value.
O Walmart também quer tornar os alimentos saudáveis mais baratos para o consumidor. A empresa estima que pode conseguir uma economia de US$ 1 bilhão por ano para os consumidores nos preços de frutas e verduras, através de um sistema de fornecedores locais, e iniciativas de transporte e logística.
O tamanho gigantesco da rede significa que à medida em que os fornecedores reformulam seus produtos para atender os requerimentos do Walmart, isso vai afetar outros varejistas e seus consumidores.
Segundo o CEO Bill Simon, as famílias não deveriam ter de escolher entre alimentos saudáveis e alimentos que podem pagar. Simon diz que a rede está na melhor posição do mercado para melhorar a oferta de alimentos saudáveis para todos. O executivo disse ainda que a empresa vai trabalhar com fornecedores, governos e organizações não-governamentais para oferecer opções de alimentos mais saudáveis para os norte-americanos. O programa do Walmart é inspirado pela campanha "Let's Move", lançada pela primeira-dama Michelle Obama.
O Walmart pretende ainda aplicar critérios mais claros nas embalagens, para indicar aos consumidores quando os produtos são feitos com produtos integrais e quando não adição de açúcar.
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Netflix e Apple são marcas com maior fidelidade do consumidor nos EUA
Segundo nota da Consumer Goods Technology, uma importante pesquisa com os consumidores aponta que marcas ligadas a produtos tecnológicos lideram a preferência. A 15a. edição da pesquisa Brand Keys Customer Loyalty Engagement Index (CLEI) foi feita com 46.000 consumidores em nove regiões dos EUA, com idades entre 18 e 65 anos. A pesquisa avalia a atitude dos consumidores em relação a 528 marcas em 79 categorias de produtos.
Este ano, características relacionadas com inovação e tecnologia despertaram mais o interesse dos consumidores, e se destacaram na lista de marcas preferidas. O site de aluguel de filmes Netflix e a Apple (que produz o iPhone e o iPad) se destacaram nesse quesito. As dez marcas mais admiradas pelos consumidores pesquisados são:
1. Netflix
2. Apple
3. Walgreens
4. Discover
5. Hyundai
6. Mary Kay
7. McDonald's
8. J. Crew
9. Samsung
10. Nikon
A lista completa de categorias e marcas do CLEI pode ser vista no site da Brand Keys.
Este ano, características relacionadas com inovação e tecnologia despertaram mais o interesse dos consumidores, e se destacaram na lista de marcas preferidas. O site de aluguel de filmes Netflix e a Apple (que produz o iPhone e o iPad) se destacaram nesse quesito. As dez marcas mais admiradas pelos consumidores pesquisados são:
1. Netflix
2. Apple
3. Walgreens
4. Discover
5. Hyundai
6. Mary Kay
7. McDonald's
8. J. Crew
9. Samsung
10. Nikon
A lista completa de categorias e marcas do CLEI pode ser vista no site da Brand Keys.
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Quiosque recomenda produtos a partir do rosto do consumidor
Já falamos aqui sobre uma máquina que dá um sorvete de graça para quem sorrir . Agora, existe um quiosque da Kraft Foods que recomenda receitas com os produtos da marca, usando uma tecnologia que reconhece a expressão facial da pessoa. Esta é a proposta do Next Generation Meal Planning Solution, apresentado na convenção da National Retail Federation, realizada em janeiro em Nova York.
O quiosque foi desenvolvido através de uma parceria entre a Kraft e a fabricante de chips Intel, usando uma tecnologia chamada Anonymous Video Analytics. A tecnologia permite que o quiosque determine quantas pessoas estão diante do sistema, e também avalie seus gêneros e idades. Baseados nesses fatores e também o horário do dia, o quiosque pode oferecer receitas personalizadas, e ajudar no planejamento de refeições, indicando produtos disponíveis na loja ou mercado.
O quiosque é integrado com o aplicativo iFood Assistant da Kraft para iPhone e outros smartphones, facilitando o acesso às receitas e listas de compras através de um leitor de código de barras. O sistema também pode ser conectado a programas de fidelidade do varejista e amostras dos produtos da Kraft podem ser oferecidas pelo quiosque.
O quiosque foi desenvolvido através de uma parceria entre a Kraft e a fabricante de chips Intel, usando uma tecnologia chamada Anonymous Video Analytics. A tecnologia permite que o quiosque determine quantas pessoas estão diante do sistema, e também avalie seus gêneros e idades. Baseados nesses fatores e também o horário do dia, o quiosque pode oferecer receitas personalizadas, e ajudar no planejamento de refeições, indicando produtos disponíveis na loja ou mercado.
O quiosque é integrado com o aplicativo iFood Assistant da Kraft para iPhone e outros smartphones, facilitando o acesso às receitas e listas de compras através de um leitor de código de barras. O sistema também pode ser conectado a programas de fidelidade do varejista e amostras dos produtos da Kraft podem ser oferecidas pelo quiosque.
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Produtos orgânicos se tornam "mainstream" nos EUA
Reporta Holly Leber, no Timesfreepress.com, que os alimentos orgânicos, antes restritos a lojas e mercados especializados nos EUA, estão se tornando cada vez mais comuns, ao alcance de qualquer consumidor.
Várias redes locais de supermercados, como Bi-lo, Publix e Food Lion, estão oferecendo linhas de produtos orgânicos e naturais para consumidores interessados em comer de modo mais saudável, mas que não querem pagar mais caro pelos produtos premium de distribuição nacional.
Com essa tendência, os alimentos orgânicos entram no "mainstream" do consumo, e a competição leva ao aperfeiçoamento dos processos e produtos, e ao barateamento dos itens.
As redes estão respondendo a uma demanda crescente dos consumidores por produtos integrais e orgânicos. As redes locais estão oferecendo volumes variáveis de itens orgânicos, geralmente em torno de 100 produtos diferentes.
Várias redes locais de supermercados, como Bi-lo, Publix e Food Lion, estão oferecendo linhas de produtos orgânicos e naturais para consumidores interessados em comer de modo mais saudável, mas que não querem pagar mais caro pelos produtos premium de distribuição nacional.
Com essa tendência, os alimentos orgânicos entram no "mainstream" do consumo, e a competição leva ao aperfeiçoamento dos processos e produtos, e ao barateamento dos itens.
As redes estão respondendo a uma demanda crescente dos consumidores por produtos integrais e orgânicos. As redes locais estão oferecendo volumes variáveis de itens orgânicos, geralmente em torno de 100 produtos diferentes.
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Consumidores americanos ainda preferem lâmpadas incandescentes
Reportam Jayne O'Donnell eWendy Koch, no USA Today, que apesar de um forte movimento para aposentar as velhas lâmpadas incandescentes, muitos consumidores americanos ainda preferem usá-las. Pior ainda, estão fazendo estoques dessas lâmpadas, antes que elas saiam do mercado.
Desde 2007, a legislação americana está dando incentivos para que os fabricantes e varejistas substituam os modelos antigos por novos bulbos mais eficientes, como as fluorescentes compactas (CFLs).
As CFLs consomem até 75% menos energia e duram até 10 vezes mais que as lâmpadas comuns, mas alguns consumidores reclamam que elas parecem menos luminosas, e a luz não é tão agradável. Alguns se mostram preocupados com o descarte das CFLs, devido à presença de mercúrio nessas lâmpadas.
A maioria das pessoas se mostra disposta a substituir as incandescentes por CFLs, mas os modelos antigos ainda são mais baratos que as fluorescentes -- e isso é um fator decisivo em um momento de crise econômica. A decisão é feita na hora da compra, por consumidores que julgam o preço dos modelos, e não consideram a economia a longo prazo na conta de energia elétrica.
Cerca de 13% dos americanos disseram que estocaram lâmpadas incandescentes de 100 watts, antes que esse modelo fosse banido legalmente em janeiro deste ano nos EUA, segundo uma pesquisa feita pela fabricante Osram Sylvania. A versão de 75 watts será banida em 2013, e as versões de 60 e 40 watts deixarão de ser produzidas em 2014.
Desde 2007, a legislação americana está dando incentivos para que os fabricantes e varejistas substituam os modelos antigos por novos bulbos mais eficientes, como as fluorescentes compactas (CFLs).
As CFLs consomem até 75% menos energia e duram até 10 vezes mais que as lâmpadas comuns, mas alguns consumidores reclamam que elas parecem menos luminosas, e a luz não é tão agradável. Alguns se mostram preocupados com o descarte das CFLs, devido à presença de mercúrio nessas lâmpadas.
A maioria das pessoas se mostra disposta a substituir as incandescentes por CFLs, mas os modelos antigos ainda são mais baratos que as fluorescentes -- e isso é um fator decisivo em um momento de crise econômica. A decisão é feita na hora da compra, por consumidores que julgam o preço dos modelos, e não consideram a economia a longo prazo na conta de energia elétrica.
Cerca de 13% dos americanos disseram que estocaram lâmpadas incandescentes de 100 watts, antes que esse modelo fosse banido legalmente em janeiro deste ano nos EUA, segundo uma pesquisa feita pela fabricante Osram Sylvania. A versão de 75 watts será banida em 2013, e as versões de 60 e 40 watts deixarão de ser produzidas em 2014.
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Rede JC Penney instala telas de toque em 120 lojas
Segundo nota da Dow Jones, a rede varejista americana JC Penney anunciou a instalação de grandes telas interativas com tecnologia touchscreen em 120 lojas. As telas têm 42 polegadas, integradas a quiosques chamados de "findmore", e oferecem mais funções que o site da empresa. Os clientes podem usar essas telas para localizar (e comprar) produtos e tamanhos que não estão disponíveis no estoque da loja, procurar mais informações e enviar dados para si mesmos e para amigos.
Além disso, a rede anunciou o lançamento de um aplicativo para o iPad que permite ver e comprar jóias, especialmente anéis e alianças. O aplicativo tem uma função que permite que os consumidores comparem modelos.
Segundo Tom Nealon, vice-presidente da empresa, oferecer uma experiência digital dentro da loja atrai mais vendas e funciona como um diferencial importante para a marca.
A JC Penney também ofereceu um cupom de US$ 10 para os clientes que usaram o aplicativo do Foursquare nas compras de fim de ano e constatou que os "check-ins" de usuários com smartphones dobraram durante a semana de Ação de Graças, em comparação com as semanas anteriores.
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Etiquetas inteligentes combatem pirataria
Criadas originalmente para o controle de estoques e distribuição nas lojas, as etiquetas com microtransmissores de rádio (RFIDs) se tornam cada vez importantes no combate à pirataria de produtos.
Essa preocupação é cada vez maior, em vários setores do varejo. Mas com o uso de novas tecnologias, os falsificadores poderiam perder espaço. O uso de RFIDs nos produtos poderia funcionar como um certificado de autenticidade, dificultando a ação dos falsificadores.
Na Europa, o executivo de informações Christian von Grone, da marca de roupas Gerry Weber, tomou a decisão de investir uma grande soma na inclusão de RFIDs nos produtos da marca. Cada etiqueta eletrônica custa cerca de 9 centavos de euro, e a empresa fabrica cerca de 26 milhões de peças por ano. Esse volume de produção representa um grande investimento em uma tecnologia de segurança, mas von Grone se mostra confiante. Segundo ele, o motivo para o investimento é muito simples: é uma maneira de fazer a empresa economizar muito dinheiro, reduzindo as perdas causadas pelas falsificações.
O executivo acredita que o investimento em RFIDs vai compensar em curto prazo, atacando a distribuição de produtos falsificados nos mercados da empresa, de uma forma mais eficiente e menos dispendiosa que a checagem manual dos produtos. A vantagem dos RFIDs sobre os códigos de barras e outros sistemas de controle é que as etiquetas nas caixas e itens individuais podem ser verificadas à distância por scanners sem fio.
Segundo dados da International Anti-Counterfeiting Association, o mercado de mercadorias falsificadas chega a US$ 600 bilhões anuais. Além do prejuízo para os fabricantes e varejistas, há também o risco para os consumidores de produtos falsificados: dezenas de milhares de pessoas morrem todos os anos, vítimas de bebidas alcoólicas e medicamentos falsos, segundo dados da firma Vandagraf International.
O atrativo para os piratas de produtos é muito alto: um único carregamento de comprimidos falsos de Viagra pode valer US$ 1,2 milhão no mercado aberto.
Em seu programa contra a pirataria, a Gerry Weber envia etiquetas com RFIDs para os fornecedores, que são então costuradas dentro das etiquetas das peças. Ao enviar um número controlado de etiquetas eletrônicas, a marca assegura que qualquer discrepância nos volumes distribuídos por seus parceiros poderá ser facilmente identificada. A Gerry Weber, como muitos outros fabricantes, que cortar o mal pela raiz -- geralmente, a falsificação ocorre por desvios de seus parceiros no exterior, em países sem muitos controles sobre a pirataria de produtos.
Quando um produto legítimo passa por um scanner em um centro de distribuição ou uma loja, o RFID emite um sinal individual único, como um número de série, que pode ser checado em uma lista contendo as informações sobre o lote ou produto. Um artigo falsificado não terá um RFID, ou terá um RFID cujo número não bate com o banco de dados da empresa.
Apesar de serem amplamente usados há mais de uma década, apenas recentemente os RFIDs se tornam pequenos e baratos o bastante para serem aplicados a milhões de produtos -- talvez bilhões. Essa curva de tamanho e preço poderá tornar possível o sonho da "internet de objetos": uma rede global de produtos identificados, que poderão ser localizados a cada instante em qualquer ponto do globo.
Essa preocupação é cada vez maior, em vários setores do varejo. Mas com o uso de novas tecnologias, os falsificadores poderiam perder espaço. O uso de RFIDs nos produtos poderia funcionar como um certificado de autenticidade, dificultando a ação dos falsificadores.
Na Europa, o executivo de informações Christian von Grone, da marca de roupas Gerry Weber, tomou a decisão de investir uma grande soma na inclusão de RFIDs nos produtos da marca. Cada etiqueta eletrônica custa cerca de 9 centavos de euro, e a empresa fabrica cerca de 26 milhões de peças por ano. Esse volume de produção representa um grande investimento em uma tecnologia de segurança, mas von Grone se mostra confiante. Segundo ele, o motivo para o investimento é muito simples: é uma maneira de fazer a empresa economizar muito dinheiro, reduzindo as perdas causadas pelas falsificações.
O executivo acredita que o investimento em RFIDs vai compensar em curto prazo, atacando a distribuição de produtos falsificados nos mercados da empresa, de uma forma mais eficiente e menos dispendiosa que a checagem manual dos produtos. A vantagem dos RFIDs sobre os códigos de barras e outros sistemas de controle é que as etiquetas nas caixas e itens individuais podem ser verificadas à distância por scanners sem fio.
Segundo dados da International Anti-Counterfeiting Association, o mercado de mercadorias falsificadas chega a US$ 600 bilhões anuais. Além do prejuízo para os fabricantes e varejistas, há também o risco para os consumidores de produtos falsificados: dezenas de milhares de pessoas morrem todos os anos, vítimas de bebidas alcoólicas e medicamentos falsos, segundo dados da firma Vandagraf International.
O atrativo para os piratas de produtos é muito alto: um único carregamento de comprimidos falsos de Viagra pode valer US$ 1,2 milhão no mercado aberto.
Em seu programa contra a pirataria, a Gerry Weber envia etiquetas com RFIDs para os fornecedores, que são então costuradas dentro das etiquetas das peças. Ao enviar um número controlado de etiquetas eletrônicas, a marca assegura que qualquer discrepância nos volumes distribuídos por seus parceiros poderá ser facilmente identificada. A Gerry Weber, como muitos outros fabricantes, que cortar o mal pela raiz -- geralmente, a falsificação ocorre por desvios de seus parceiros no exterior, em países sem muitos controles sobre a pirataria de produtos.
Quando um produto legítimo passa por um scanner em um centro de distribuição ou uma loja, o RFID emite um sinal individual único, como um número de série, que pode ser checado em uma lista contendo as informações sobre o lote ou produto. Um artigo falsificado não terá um RFID, ou terá um RFID cujo número não bate com o banco de dados da empresa.
Apesar de serem amplamente usados há mais de uma década, apenas recentemente os RFIDs se tornam pequenos e baratos o bastante para serem aplicados a milhões de produtos -- talvez bilhões. Essa curva de tamanho e preço poderá tornar possível o sonho da "internet de objetos": uma rede global de produtos identificados, que poderão ser localizados a cada instante em qualquer ponto do globo.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Varejo paulista tem o melhor natal, com faturamento de R$ 11 bilhões
Segundo a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV e-Bit), realizada pela Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) em parceria com a e-Bit.
O setor registrou crescimento de 25,1% em comparação a novembro e fechou 2010 com alta acumulada de 6%, superando a marca de R$ 100 bilhões de faturamento real. Segundo a Fecomercio, o resultado do mês foi impulsionado pelo maior Natal da década.
Segundo a entidade, os números foram puxados, principalmente, "pelo forte desempenho das lojas de eletroeletrônicos e eletrodomésticos e do comércio eletrônico, que cresceram 29,3% e 25,4% ao longo do ano, respectivamente".
Para 2011, a assessoria econômica da Fecomercio prevê que o setor não deve apresentar os mesmos resultados do ano passado, "já que a insegurança do consumidor quanto ao nível de inflação costuma evitar o comprometimento financeiro a longo prazo, reduzindo o consumo de bens duráveis e o aquecimento do mercado interno nos níveis notados ao longo de 2010", diz em nota.
Apesar disso, a entidade aponta que "mesmo com a retração na oferta de crédito e a queda da intenção de consumo, inerente às medidas tomadas pelo governo para o controle da inflação, a economia brasileira apresente um crescimento robusto em 2011, ainda que mais modesto se comparado ao ano anterior". Os impulsionadores serão os níveis de emprego e renda, que devem continuar apresentando bons resultados.
O setor registrou crescimento de 25,1% em comparação a novembro e fechou 2010 com alta acumulada de 6%, superando a marca de R$ 100 bilhões de faturamento real. Segundo a Fecomercio, o resultado do mês foi impulsionado pelo maior Natal da década.
Segundo a entidade, os números foram puxados, principalmente, "pelo forte desempenho das lojas de eletroeletrônicos e eletrodomésticos e do comércio eletrônico, que cresceram 29,3% e 25,4% ao longo do ano, respectivamente".
Para 2011, a assessoria econômica da Fecomercio prevê que o setor não deve apresentar os mesmos resultados do ano passado, "já que a insegurança do consumidor quanto ao nível de inflação costuma evitar o comprometimento financeiro a longo prazo, reduzindo o consumo de bens duráveis e o aquecimento do mercado interno nos níveis notados ao longo de 2010", diz em nota.
Apesar disso, a entidade aponta que "mesmo com a retração na oferta de crédito e a queda da intenção de consumo, inerente às medidas tomadas pelo governo para o controle da inflação, a economia brasileira apresente um crescimento robusto em 2011, ainda que mais modesto se comparado ao ano anterior". Os impulsionadores serão os níveis de emprego e renda, que devem continuar apresentando bons resultados.
Começam as inscrições para o projeto "Restaurante Inteligente"
A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) está com as inscrições abertas para a adesão ao Restaurante Inteligente, projeto de gestão inovador e exclusivo, direcionado a empresários que atuam no mercado de alimentação fora do lar. Para participar, o interessado deve entrar em contato com a Abrasel ou com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) da cidade, ou, ainda, ligar para a Central de Suporte. Os treinamentos presenciais de qualificação aos gestores iniciam em fevereiro.
Desenvolvido por meio da parceria entre a Abrasel e o Sebrae, o projeto é baseado na criação e implantação da primeira base de dados referenciais do Brasil no setor, de forma a coletar, conhecer e desenvolver os indicadores relevantes. A primeira etapa acontece entre janeiro e junho, na qual gestores serão qualificados e receberão material didático composto por livros e vídeoaulas. Após a implantação do software, o empresário terá o apoio da Central de Suporte, para que ele consiga tirar dúvidas sobre o sistema e, dessa forma, gerir e controlar o desempenho do negócio, visando o acompanhamento dos custos e, consequentemente, possibilitará maior lucratividade. A última etapa do processo consiste na movimentação e análise dos dados inseridos no sistema. No total, o projeto visa qualificar profissionais de 1.000 micro e pequenas empresas do setor de alimentação fora do lar, nas 26 capitais e Distrito Federal, e tem o investimento de R$2,2 milhões.
De acordo com Paulo Solmucci Júnior, presidente-executivo da Abrasel, o Restaurante Inteligente possibilitará aos participantes a oportunidade de reforçarem a sua habilidade gerencial, de melhorarem os resultados financeiros e a eficiência operacional de seu estabelecimento. “A ferramenta de gestão da Abrasel é pioneira no país e é perfeitamente adequada às necessidades de cada negócio. Com ela, o empresário poderá traçar metas de produtividade e construir um modelo ideal de tomada de decisões”, afirma.
O Sebrae é forte parceiro da Abrasel, desde 2005, e esse é o terceiro grande projeto entre as duas instituições. Até o momento, 72 empresas fizeram a sua pré-inscrição (vide box). Os treinamentos terão no mínimo 22 e no máximo 28 inscritos por cidade.
Serviço:
Inscrições para o Restaurante Inteligente
Local: Abrasel ou Sebrae da cidade.
Informações:
Inscrições: www.abrasel.com.br/ri
twitter: /programa_r1
email: ri@abrasel.com.br
Central de Suporte: 4004 – 0435, ramal 4000
Valor: Para empresas associadas à Abrasel: R$1.140,00, que pode ser dividido em até 3 parcelas de R$380,00.
Para empresas não associadas: R$1.440,00, em até 3 parcelas de R$480,00.
Desenvolvido por meio da parceria entre a Abrasel e o Sebrae, o projeto é baseado na criação e implantação da primeira base de dados referenciais do Brasil no setor, de forma a coletar, conhecer e desenvolver os indicadores relevantes. A primeira etapa acontece entre janeiro e junho, na qual gestores serão qualificados e receberão material didático composto por livros e vídeoaulas. Após a implantação do software, o empresário terá o apoio da Central de Suporte, para que ele consiga tirar dúvidas sobre o sistema e, dessa forma, gerir e controlar o desempenho do negócio, visando o acompanhamento dos custos e, consequentemente, possibilitará maior lucratividade. A última etapa do processo consiste na movimentação e análise dos dados inseridos no sistema. No total, o projeto visa qualificar profissionais de 1.000 micro e pequenas empresas do setor de alimentação fora do lar, nas 26 capitais e Distrito Federal, e tem o investimento de R$2,2 milhões.
De acordo com Paulo Solmucci Júnior, presidente-executivo da Abrasel, o Restaurante Inteligente possibilitará aos participantes a oportunidade de reforçarem a sua habilidade gerencial, de melhorarem os resultados financeiros e a eficiência operacional de seu estabelecimento. “A ferramenta de gestão da Abrasel é pioneira no país e é perfeitamente adequada às necessidades de cada negócio. Com ela, o empresário poderá traçar metas de produtividade e construir um modelo ideal de tomada de decisões”, afirma.
O Sebrae é forte parceiro da Abrasel, desde 2005, e esse é o terceiro grande projeto entre as duas instituições. Até o momento, 72 empresas fizeram a sua pré-inscrição (vide box). Os treinamentos terão no mínimo 22 e no máximo 28 inscritos por cidade.
Serviço:
Inscrições para o Restaurante Inteligente
Local: Abrasel ou Sebrae da cidade.
Informações:
Inscrições: www.abrasel.com.br/ri
twitter: /programa_r1
email: ri@abrasel.com.br
Central de Suporte: 4004 – 0435, ramal 4000
Valor: Para empresas associadas à Abrasel: R$1.140,00, que pode ser dividido em até 3 parcelas de R$380,00.
Para empresas não associadas: R$1.440,00, em até 3 parcelas de R$480,00.
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Frete grátis estimula mais vendas na Amazon.com
Reporta Martin Peers, no Wall Street Journal, que quando a Amazon.com lançou em 2005 o Amazon Prime, seu programa de frete gratuito, o CEO Jeff Bezos reconheceu que seria uma ação cara para a empresa a curto prazo, mas mais conveniente para os clientes.
Seis anos depois, está claro que Bezos acertou na mosca. Os custos relacionados com o frete subiram de 2,8% para 4% dos lucros, mas as vendas do site quadruplicaram nesse período -- em boa parte devido aos clientes inscritos no programa.
Não é segredo que o custo do frete desestimula as compras online -- com o Prime, os consumidores ficam inclinados a comprar mais. Segundo a firma ITG Investment Research, os usuários do Prime compram duas ou três vezes mais que os clientes que não participam do programa. O direto da ITG, John Aiken, estima que cerca de 20% dos usuários ativos da Amazon nos EUA são assinantes do Prime.
Porém, os custos do frete grátis estão em alta, e as margens de lucros estão cada vez mais estreitas, o que leva a especulações sobre o futuro desse serviço. Jeff Bezos disse que o sistema representaria retornos para os acionistas a longo prazo -- talvez seja hora de rever essa declaração.
Seis anos depois, está claro que Bezos acertou na mosca. Os custos relacionados com o frete subiram de 2,8% para 4% dos lucros, mas as vendas do site quadruplicaram nesse período -- em boa parte devido aos clientes inscritos no programa.
Não é segredo que o custo do frete desestimula as compras online -- com o Prime, os consumidores ficam inclinados a comprar mais. Segundo a firma ITG Investment Research, os usuários do Prime compram duas ou três vezes mais que os clientes que não participam do programa. O direto da ITG, John Aiken, estima que cerca de 20% dos usuários ativos da Amazon nos EUA são assinantes do Prime.
Porém, os custos do frete grátis estão em alta, e as margens de lucros estão cada vez mais estreitas, o que leva a especulações sobre o futuro desse serviço. Jeff Bezos disse que o sistema representaria retornos para os acionistas a longo prazo -- talvez seja hora de rever essa declaração.
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Em Tóquio, uma loja que só oferece publicações gratuitas
A Only Free Paper foi criada por Kouta Ishizaki, um ex-funcionário de escritório que é apaixonado por jornais e revistas grátis. Quase 400 publicações gratuitas estão expostas na loja. Ishizaki diz que quer reunir o máximo desse tipo de publicação e aumentar o interesse dos moradores da cidade. O conceito é muito interessante, mas até o momento seu criador não conseguiu um modo de faturar com a ideia. Ishizaki diz que pretende usar o espaço como galeria de arte e local para eventos.
Mas a oferta de publicações grátis dá uma noção sobre o imenso mercado editorial japonês: centenas de jornais e revistas sobre tópicos que vão de quadrinhos até economia, incluindo moda, arte e saúde.
Mas a oferta de publicações grátis dá uma noção sobre o imenso mercado editorial japonês: centenas de jornais e revistas sobre tópicos que vão de quadrinhos até economia, incluindo moda, arte e saúde.
Walmart lança papelaria online
O e-commerce do Walmart lança a nova categoria de “Papelaria” que vai ajudar os consumidores a economizar e aproveitar o final das férias para comprar material escolar, além de oferecer soluções para o dia a dia. Serão cerca de 3.500 itens nessa categoria com opção de pagamento em até 12 vezes sem juros em todos os cartões.
"O foco da nova categoria de papelaria é entregar ainda mais conveniência para nossos consumidores, proporcionando facilidade de pagamento e variedade de produtos em um único local. No mix teremos desde cadernos, canetas e mochilas até adesivos decorativos, scrapbook, fragmentadoras, material de escritório e canetas finas para que o consumidor encontre toda a solução desde material para volta às aulas até o utilizado no dia a dia. Dessa forma, a categoria vem agregar à categoria de livros mais conveniência para os consumidores”, afirma Fábio Henrique Gabaldo, diretor Comercial do e-commerce do Walmart.
A categoria terá entre seu sortimento marcas como Bic, Faber Castell, Tilibra, Foroni, Sestini entre outras. Para o volta às aulas, o site destaca itens com personagens famosos como barbie, Hot Wheels, Moranguinho, Homem Aranha e a saga Crepúsculo, entre outros. O consumidor também vai encontrar, por exemplo, mochilas escolares a partir de R$ 26,90 ou o conjunto “Barbie Moda e Magia” com lancheira, estojo e mochila por R$ 299,00.
Essa será a 21º categoria do site que, com a expansão, passa a contar com 70 mil itens.
"O foco da nova categoria de papelaria é entregar ainda mais conveniência para nossos consumidores, proporcionando facilidade de pagamento e variedade de produtos em um único local. No mix teremos desde cadernos, canetas e mochilas até adesivos decorativos, scrapbook, fragmentadoras, material de escritório e canetas finas para que o consumidor encontre toda a solução desde material para volta às aulas até o utilizado no dia a dia. Dessa forma, a categoria vem agregar à categoria de livros mais conveniência para os consumidores”, afirma Fábio Henrique Gabaldo, diretor Comercial do e-commerce do Walmart.
A categoria terá entre seu sortimento marcas como Bic, Faber Castell, Tilibra, Foroni, Sestini entre outras. Para o volta às aulas, o site destaca itens com personagens famosos como barbie, Hot Wheels, Moranguinho, Homem Aranha e a saga Crepúsculo, entre outros. O consumidor também vai encontrar, por exemplo, mochilas escolares a partir de R$ 26,90 ou o conjunto “Barbie Moda e Magia” com lancheira, estojo e mochila por R$ 299,00.
Essa será a 21º categoria do site que, com a expansão, passa a contar com 70 mil itens.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Aplicativos móveis atraem consumidores para as lojas
O uso de aplicativos em smartphones como o iPhone é uma ação cada vez mais importante para atrair os consumidores para dentro das lojas. Nos Estados Unidos, os varejistas estão investindo nessa estratégia, e os resultados são muito promissores.
De acordo com uma reportagem do Wall Street Journal, a empresa Shopkick criou um recentemente um aplicativo que oferece descontos e brindes aos consumidores que entram nas lojas. Segundo a empresa, o aplicativo atraiu 750.000 consumidores para fazer compras em suas lojas, desde o lançamento do serviço em agosto passado. Além disso, cerca de 10% dos usuários usam o app pelo menos uma vez por dia. Entre os usuários do aplicativo, estão grandes redes de varejo americanas, como a Target, Best Buy e Macy's.
Os varejistas pagam uma tarifa para a Shopkick incluí-los no aplicativo, com as promoções específicas de cada loja. Apesar de não informar os detalhes financeiros, a Shopkick diz que cada visita de um consumidor a uma loja participante do programa custa "menos de um dólar" para o varejista.
De acordo com Jeff Schumacher, diretor de marketing da rede Sports Authority, o aplicativo do Shopkick realmente atraiu consumidores para a lojas. Schumacher diz que sua empresa está mudando radicalmente seu modelo de marketing, concentrando investimentos nessas novas maneiras de atingir o consumidor. Além do Shopkick, a Sports Authority teve bons resultados com o aplicativo Foursquare, que também funciona com a localização geográfica do usuário.
O Foursquare permite que os consumidores fiquem "visíveis" para os varejistas, quando estão próximos dos estabelecimentos. Segundo a empresa, os varejistas que ofereceram promoções antes e durante a temporada de compras de final de ano tiveram um aumento significativo nas vendas.
Os comerciantes e agências de marketing dizem que os aplicativos móveis representam um custo similar ao de outras campanhas de marketing digital, mas a vantagens dos aplicativos é que os varejistas podem avaliar o retorno do investimento de modo mais preciso, o que é difícil com as promoções tradicionais.
Apesar disso, os analistas de varejo dizem que o marketing baseado em aplicativos móveis ainda está em seus estágios iniciais. Há muitos problemas e dúvidas nesta fase. Por exemplo, o que funciona melhor: cupons de desconto ou pontos de fidelidade que podem ser trocados por prêmios ou vales de compras?
A rede J.C. Penney ofereceu cupons de US$ 10 para os clientes através do Foursquare na temporada de fim de ano e registrou um aumento significativo de às lojas em comparação com as semanas anteriores. O aumento no tráfego de consumidores se manteve durante a temporada toda, enquanto as promoções estavam ativas.
Os usuários do Shopkick podem acumular pontos de fidelidade chamados "Shopbucks" toda vez que usam o app no espaço das lojas, e podem converter os pontos em vales de compras e outros prêmios. A rede Best Buy, que usa o Shopkick em 257 de suas 1.100 lojas nos EUA, diz que o resultado é "muito positivo", em relação ao custo de implementação do sistema.
Os varejistas americanos que usam o app da Shopkick dizem que podem atrair mais consumidores oferecendo pontos extras. Em datas específicas, como a segunda-feira depois do Dia de Ação de Graças, o aplicativo oferecia o triplo dos pontos normais -- e isso representou um aumento de 68% nas visitas em comparação ao dia anterior.
De acordo com uma reportagem do Wall Street Journal, a empresa Shopkick criou um recentemente um aplicativo que oferece descontos e brindes aos consumidores que entram nas lojas. Segundo a empresa, o aplicativo atraiu 750.000 consumidores para fazer compras em suas lojas, desde o lançamento do serviço em agosto passado. Além disso, cerca de 10% dos usuários usam o app pelo menos uma vez por dia. Entre os usuários do aplicativo, estão grandes redes de varejo americanas, como a Target, Best Buy e Macy's.
Os varejistas pagam uma tarifa para a Shopkick incluí-los no aplicativo, com as promoções específicas de cada loja. Apesar de não informar os detalhes financeiros, a Shopkick diz que cada visita de um consumidor a uma loja participante do programa custa "menos de um dólar" para o varejista.
De acordo com Jeff Schumacher, diretor de marketing da rede Sports Authority, o aplicativo do Shopkick realmente atraiu consumidores para a lojas. Schumacher diz que sua empresa está mudando radicalmente seu modelo de marketing, concentrando investimentos nessas novas maneiras de atingir o consumidor. Além do Shopkick, a Sports Authority teve bons resultados com o aplicativo Foursquare, que também funciona com a localização geográfica do usuário.
O Foursquare permite que os consumidores fiquem "visíveis" para os varejistas, quando estão próximos dos estabelecimentos. Segundo a empresa, os varejistas que ofereceram promoções antes e durante a temporada de compras de final de ano tiveram um aumento significativo nas vendas.
Os comerciantes e agências de marketing dizem que os aplicativos móveis representam um custo similar ao de outras campanhas de marketing digital, mas a vantagens dos aplicativos é que os varejistas podem avaliar o retorno do investimento de modo mais preciso, o que é difícil com as promoções tradicionais.
Apesar disso, os analistas de varejo dizem que o marketing baseado em aplicativos móveis ainda está em seus estágios iniciais. Há muitos problemas e dúvidas nesta fase. Por exemplo, o que funciona melhor: cupons de desconto ou pontos de fidelidade que podem ser trocados por prêmios ou vales de compras?
A rede J.C. Penney ofereceu cupons de US$ 10 para os clientes através do Foursquare na temporada de fim de ano e registrou um aumento significativo de às lojas em comparação com as semanas anteriores. O aumento no tráfego de consumidores se manteve durante a temporada toda, enquanto as promoções estavam ativas.
Os usuários do Shopkick podem acumular pontos de fidelidade chamados "Shopbucks" toda vez que usam o app no espaço das lojas, e podem converter os pontos em vales de compras e outros prêmios. A rede Best Buy, que usa o Shopkick em 257 de suas 1.100 lojas nos EUA, diz que o resultado é "muito positivo", em relação ao custo de implementação do sistema.
Os varejistas americanos que usam o app da Shopkick dizem que podem atrair mais consumidores oferecendo pontos extras. Em datas específicas, como a segunda-feira depois do Dia de Ação de Graças, o aplicativo oferecia o triplo dos pontos normais -- e isso representou um aumento de 68% nas visitas em comparação ao dia anterior.
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